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ARTIGO

Pré-sincronização, a estratégia para aumentar a prenhez de vacas de corte paridas

outubro de 2021
2 min de leitura

Vacas de corte apresentam uma alta incidência de anestro pós-parto, devido à presença do bezerro e a baixa disponibilidade de forragem que é um dos principais entraves da pecuária voltado ao sistema de cria. O uso da Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF) é essencial para retirar as fêmeas desta condição e permitir uma maior lucratividade das fazendas. Entretanto, o período de exposição à progesterona durante o protocolo de sincronização da ovulação, pode não ser suficiente para aumentar a pulsatilidade do hormônio luteinizante (LH) e com isso, algumas fêmeas não respondem ao protocolo de IATF.

 

Com o propósito de reimaginar a saúde animal, a Ourofino em parceria com as universidades, desenvolveu o protocolo Pré-synch Ourofino, que consiste na suplementação de progesterona previamente ao protocolo de IATF. Neste protocolo, as vacas paridas recebem uma aplicação de 1mL de Sincrogest injetável, 10 dias antes de iniciar o protocolo de IATF. Após 5 anos de estudos e mais de 11.000 fêmeas pré-sincronizadas, esta estratégia se consolidou como sendo uma das mais importantes para aumentar a prenhez em vacas de corte paridas.

 

Os estudos demonstraram que o protocolo Pré-synch com Sincrogest injetável aumenta em 7% a prenhez à IATF, sendo este aumento observado em primíparas e multíparas, independente do escore de condição corporal.   

    

 

Figura 1. Protocolo de IATF exclusivo Ourofino para vacas em anestro (paridas).

 

Figura 2. Efeito do protocolo Pré-synch na taxa de prenhez de vacas de corte paridas.

 

Figura 3. Efeito do protocolo Pré-synch na taxa de prenhez de primíparas e multíparas paridas.

 

Figura 4. Efeito do protocolo Pré-synch na taxa de prenhez de acordo com o escore de condição corporal.

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