Viajar é sempre uma ocasião especial, e para aqueles que possuem cães ou gatos, o planejamento precisa ter cuidados adicionais para o bem-estar dos nossos amigos de patas. Seja para uma longa viagem de carro ou de avião, ou até mesmo para deixar os seus pets em um local especializado, como um hotel para animais ou uma creche, é fundamental se preparar adequadamente. Confira nossas dicas e aproveite as férias com seu pet!

 

Preparativos antes da viagem 

Antes de colocar o pé na estrada ou embarcar, é essencial visitar o veterinário. Certifique-se de que as vacinas do seu animal de estimação estão atualizadas, solicite conselhos sobre saúde e verifique se ele necessita de um antipulgas ou vermífugo. Conte com Banni, Banni3, Neopet e TopDog. Caso vá viajar de avião, não esqueça de verificar as exigências da companhia aérea para transporte de animais, como caixas de transporte e documentação necessária.

Monte um kit de viagem com água fresca, ração suficiente para o período, brinquedos favoritos e um item com o seu cheiro, como uma mantinha, para que ele se sinta mais confortável.

 

Quais são os cuidados essenciais para pets durante longas viagens de carro ou avião? 

Seja de carro ou avião, garantir a segurança e o conforto do pet é a prioridade.

Viagens de Carro:

  • Use uma caixa de transporte ou um cinto de segurança específico para pets. Isso protege não só o animal, mas todos os ocupantes do veículo.
  • Faça paradas regulares a cada duas ou três horas para que o pet possa se hidratar, esticar as patas e fazer as necessidades.
  • Evite alimentar o pet logo antes da viagem para reduzir o risco de enjoos.

 

Viagens de Avião:

  • Familiarize seu pet com a caixa de transporte antes do voo, para que ele não a associe a algo negativo.
  • Escolha voos diretos para minimizar o tempo de estresse do animal.
  • Considere produtos que ajudam a reduzir o estresse, como Seren, sempre com orientação veterinária.

 

Devo levar meu pet ou deixá-lo em um hotelzinho? 

Essa é uma dúvida comum entre os tutores. Para decidir, leve em conta o temperamento do seu pet e a duração da viagem. Se ele for ansioso ou se o destino tiver regras restritas para animais, um hotel para animais ou uma creche, pode ser uma boa opção. Pesquise com antecedência, visite o local e converse com os cuidadores para garantir um serviço de qualidade.

 

Produtos que fazem a diferença 

Durante as viagens, produtos como Seren e Seren Snacks (suplemento composto por triptofano e camomila), probióticos como Biocanis para evitar desconfortos digestivos e tapetes higiênicos são aliados importantes.

A Ourofino Pet oferece soluções que ajudam a manter o bem-estar do seu pet, onde quer que vocês estejam.

 

Adaptação ao novo ambiente 

Ao chegar no destino, deixe seu pet explorar o local com calma.

Ofereça água fresca, um lugar confortável para descansar e mantenha sua rotina de alimentação e brincadeiras. Isso ajuda na adaptação e reduz o estresse.

 

Viajar com cães e gatos exige planejamento, mas com as dicas certas, pode ser uma experiência incrível para toda a família. E aí, pronto para as férias?

Se quiser mais dicas para cuidar do seu amigo de quatro patas, siga nossas redes sociais e acompanhe novidades e cuidados exclusivos para pets!

Você decidiu castrar seu cão ou gato, mas agora surge a pergunta: quais são os cuidados essenciais antes e depois da castração?

A castração é um procedimento comum e seguro, mas é importante garantir que seu pet receba os cuidados adequados para uma recuperação tranquila e rápida para garantir a qualidade de vida do seu pet.

 

Benefícios da castração

A castração de cães e gatos é um procedimento recomendado por veterinários para promover o bem-estar dos animais de estimação.

Além de controlar a reprodução, a castração oferece uma série de benefícios para a saúde e o comportamento dos pets.

Entre os benefícios da castração, destacam-se a redução do risco de doenças reprodutivas, como tumores de útero, ovário, próstata e testículos, além da prevenção de gestações indesejadas e de comportamentos indesejáveis, como marcação de território e agressividade.

É importante reforçar que ao castrar um animal, seja ele macho ou fêmea, você está contribuindo para reduzir a superpopulação de animais de rua e prevenindo gestações indesejadas.

 

Castração de fêmeas 

  • Acaba o incômodo com o período de cio (o sangramento acontece de seis em seis meses na cadela);
  • Evita gravidez psicológica, que pode ocorrer quando a fêmea passa pelo cio, mas não fica grávida;
  • Reduz o risco de piometra, um tipo de infecção grave no útero;
  • Deixa de existir o risco de desenvolver tumores de útero e ovário, que são comuns;
  • Diminui a chance de tumor nas mamas, especialmente se ela for castrada antes do primeiro cio;
  • O momento ideal para realizar o procedimento é no quinto mês de vida.

 

Castração de machos

Com a remoção dos testículos, a produção de testosterona é reduzida e mudanças em seu comportamento são mais observáveis, como:

 

  • Demarcação de território com xixi;
  • Agressividade;
  • No caso de cães, hábitos como “pegar” na perna das pessoas – especialmente se ele for castrado no primeiro ano de vida;
  • Em gatos, evita a fuga, o que, por sua vez, reduz o risco de contraírem FIV, FELV, entre outras doenças graves. Além de evitar o risco de envolvimento em brigas, atropelamentos e envenenamentos;
  • O procedimento também reduz a chance de o pet desenvolver tumor de próstata;
  • O momento ideal para realizar o procedimento é entre o quinto e o sétimo mês, quando os órgãos reprodutivos terminaram de se formar.

 

Antes da cirurgia de castração 

Antes da cirurgia, é essencial consultar um veterinário de confiança para realizar exames pré-operatórios e garantir que seu animal de estimação esteja saudável o suficiente para passar pelo procedimento.

Durante a consulta, o veterinário irá fornecer orientações sobre os cuidados pré e pós-operatórios, que podem incluir jejum prévio e interrupção de medicamentos cotidianos, além de repouso adequado após o procedimento e administração de medicamentos conforme necessário.

 

Vale reforçar que a castração se trata de uma cirurgia: embora seja um procedimento comum e seguro, toda operação (com anestesia, corte, pontos) envolve algum risco. Por isso, é imprescindível fazer exames prévios com o veterinário para minimizar as chances de ter qualquer problema.

 

Pós cirúrgico de castração 

Durante o pós-operatório, seu pet precisará de cuidados especiais para evitar complicações e promover uma recuperação adequada.

 

  • Mantenha seu pet calmo e confortável em um ambiente tranquilo e acolhedor.
  • Forneça uma área macia para descanso e evite atividades vigorosas por algumas semanas.
  • É importante administrar os medicamentos prescritos pelo veterinário conforme as instruções.
  • Mantenha a área da cirurgia limpa e seca.
  • Observe qualquer sinal de infecção, como vermelhidão, inchaço ou secreção, e entre em contato com o veterinário imediatamente se notar algum problema.

 

Lembre-se de que cada animal pode reagir de uma forma, e o tempo de recuperação pode variar. Esteja preparado para dedicar tempo e atenção extra ao seu pet durante o período pós-operatório, e não hesite em buscar orientação profissional se surgirem dúvidas ou preocupações.

 

Em resumo, a castração de cães e gatos é uma decisão importante que deve ser tomada com cuidado e responsabilidade.

Ao tomar essa decisão responsável, você contribuirá para o controle populacional e para a prevenção de doenças, garantindo uma vida longa e saudável para o seu querido amigo peludo.

E seguindo esses cuidados essenciais, você pode ajudar seu cão ou gato a se recuperar rapidamente e com segurança após a castração.

Happy Cat Sticker by Ourofino Saúde Animal

Tire mais dúvidas conosco e acompanhe dicas de cuidado com o pet no Instagram da @ourofinopet e dê sempre o melhor ao seu pet.

Até o próximo blog!

As férias estão no ar, e você não precisa deixar seu melhor amigo peludo para trás!

Com um planejamento adequado, é possível incluir seu pet em suas atividades de verão.

 

As férias são um momento maravilhoso para compartilhar com seu pet. Ao planejar com antecedência, escolher destinos e atividades apropriados e cuidar da saúde e segurança do seu pet, você pode desfrutar de momentos inesquecíveis juntos.

 

Compartilhamos algumas dicas valiosas sobre como curtir as férias cheias de diversão ao lado de seu companheiro de patas. Aproveite o tempo juntos!

 

Escolha destinos pet-friendly 

Se você está planejando uma viagem, escolha destinos que sejam pet-friendly.

Muitos hotéis, resorts e praias agora recebem animais de estimação.

Certifique-se de verificar as políticas de animais de estimação e reservar acomodações que aceitem seu peludo.

 

Planeje atividades ao ar livre 

Seu pet adora explorar o mundo ao ar livre. Leve-o para caminhadas, corridas ou até mesmo para um dia de praia. Os pets adoram se exercitar e se divertir ao ar livre, então planeje atividades que permitam que eles gastem energia e se divirtam ao mesmo tempo.

Além disso, não se esqueça de levar água e petiscos para mantê-los hidratados e alimentados durante as atividades

 

Mantenha-se hidratado e bem alimentado

Durante o calor do verão, certifique-se de manter seu pet hidratado.

Leve água suficiente e uma tigela portátil para mantê-lo refrescado durante suas aventuras.

Não se esqueça de levar também a comida e os petiscos preferidos do seu pet. Manter sua dieta regular durante as férias ajuda a evitar problemas gastrointestinais.

Mantenha a pele do pet hidratada com a Linha Bris da Ourofino!

 

Treinamento e socialização 

As férias também são uma oportunidade para treinar e socializar seu pet.

Exponha-o a novas experiências e ambientes para melhorar seu comportamento e interação com outros animais.

 

Atenção à segurança 

Mantenha seu pet seguro durante as férias. Certifique-se de que ele use coleira e identificação com suas informações de contato.

Se estiver viajando de carro, use um cinto de segurança para animais de estimação ou uma caixa de transporte.

 

Atividades internas em dias quentes

Em dias de calor extremo, opte por atividades internas.

Explore lojas pet-friendly ou faça brincadeiras dentro de casa para evitar o calor excessivo.

Indicamos uma passadinha pelo Guia Pet Friendly da escritora e jornalista Cris Berger, ela indica bons lugares (sempre testados e aprovados) para conhecer na companhia de seu melhor amigo.

 

Consulte um Veterinário

Antes de viajar, agende uma consulta com o veterinário para garantir que seu pet esteja saudável e em dia com vacinas e tratamentos antiparasitários.

Além disso, não se esqueça dos pequenos cuidados, como:

 

  • Vacinação e vermifugação em dia
  • Mantenha seu pet identificado e tenha sempre uma coleira em mãos
  • Leve sempre uma sacola para recolher os dejetos
  • Use focinheira quando exigido por lei: Pit Bulls, Rottweilers, Mastins Napolitanos, American Terriers e raças relacionadas.

 

O mais importante é aproveitar o tempo juntos.

Seja flexível e adapte suas atividades para garantir que seu cão esteja confortável e seguro. Tirar um tempo para relaxar juntos também é essencial.

 

Lembre-se de que, com o planejamento adequado e cuidados com a segurança e bem-estar do seu cão, as férias podem ser uma ótima oportunidade para criar laços ainda mais fortes com seu amigo peludo e desfrutar de momentos especiais juntos.

 

Se inscreva gratuitamente na nossa Newsletter e receba artigos de Blog, Podcasts e outras dicas como essa todas as semanas no seu e-mail.

Ao envelhecerem, muitos pets enfrentam desafios de saúde, e um dos problemas mais comuns é a osteoartrose, também conhecida como artrose.

Assim como em humanos, essa condição afeta as articulações, causando dor e desconforto. Neste blog, vamos falar sobre a osteoartrose em cães e gatos, seus sintomas, causas e como cuidar dos pets com essa condição.

 

O que é Osteoartrose em Pets?

A osteoartrose é uma doença degenerativa das articulações que afeta principalmente cães e gatos mais velhos.

Ela se manifesta quando a cartilagem que cobre as pontas dos ossos nas juntas começa a se deteriorar, provocando: dor, inflamação e restrição de movimentos.

Essa condição pode afetar várias articulações, como quadris, joelhos, cotovelos e coluna vertebral.

 

Sintomas da Osteoartrose em Pets

Os sintomas da osteoartrose em pets podem variar de acordo com a gravidade da doença e a articulação afetada. Alguns dos sinais mais comuns incluem:

 

1.      Claudicação ou manqueira:

Animais com osteoartrose muitas vezes exibem claudicação, o que significa que coxeiam ou mancam ao caminhar. Isso ocorre devido à dor nas articulações afetadas.

 

2.      Rigidez ao se levantar ou se movimentar:

Os pets podem mostrar rigidez ao se levantarem após períodos de descanso ou podem ter dificuldade em se movimentar normalmente.

 

3.      Inchaço nas articulações:

Articulações afetadas podem ficar inchadas devido à inflamação associada à osteoartrose.

 

4.      Mudanças no comportamento:

Os pets que sofrem com dores articulares podem demonstrar irritação, resistência para brincar ou se locomover, e até mesmo alterações nos padrões de alimentação.

Ao estar ciente dos sinais, agir precocemente e adotar medidas para melhorar a qualidade de vida do seu animal de estimação, você pode garantir que eles continuem a desfrutar de uma vida feliz e saudável, mesmo com essa condição.

 

Causas da Osteoartrose em Pets

A osteoartrose em pets pode ser causada por diversos fatores. As principais causas são:

 

Envelhecimento

Assim como em humanos, o envelhecimento é um fator de risco significativo para o desenvolvimento da osteoartrose em pets. O desgaste natural das articulações ao longo do tempo contribui para a deterioração da cartilagem.

 

Obesidade

O excesso de peso coloca uma pressão adicional nas articulações, aumentando o risco de desenvolvimento de osteoartrose. Manter um peso saudável é crucial para a saúde articular.

 

Lesões articulares

Lesões prévias, como fraturas articulares ou luxações, podem predispor os pets à osteoartrose mais tarde na vida.

 

Predisposição genética

Algumas raças de cães e gatos têm uma predisposição genética para desenvolver osteoartrose. Raças grandes, como Labradores e Pastores Alemães, são mais suscetíveis.

Como tratar Osteoartrose em pets?

Um diagnóstico precoce é essencial para gerenciar eficazmente a osteoartrose. Se você observar sinais de claudicação persistente ou mudanças no comportamento do seu pet, consulte um veterinário para avaliação.

Para auxiliá-lo mantenha um peso saudável, isso é crucial para animais com osteoartrose. A perda de peso pode reduzir a pressão sobre as articulações afetadas, aliviando a dor e melhorando a mobilidade.

 

Atividades físicas de baixo impacto, como natação, podem ser benéficas para animais com osteoartrose. Elas ajudam a manter a flexibilidade e fortalecer os músculos ao redor das articulações.

Suplementos como condroitina e glucosamina presentes no Condromax Pet, podem ajudar a manter a saúde das articulações e reduzir os sintomas da osteoartrose.

 

Ofereça camas macias e confortáveis para seus pets, especialmente aqueles com osteoartrose. Isso reduzirá a pressão sobre as articulações durante o descanso.

O tratamento pode envolver medicamentos anti-inflamatórios, analgésicos, suplementos como o Ativi, que é à base de colágeno não desnaturado, em determinados casos, fisioterapia.

 

Consulte sempre um veterinário para obter o diagnóstico correto e assim você tutor receberá a orientações específicas para o seu pet.

Acompanhe mais informações como essas no Instagram da @ourofinopet e dê sempre o melhor ao seu Pet

A chegada  de um filhotinho para a família é sempre um momento especial, afinal de contas quem resiste a fofura de um filhote de cachorrinho ou de um gatinho? Porém é preciso ter alguns cuidados importantes para que seu amiguinho fique bem e não traga riscos a família.

 

Além da vacinação, é importante vermifugar seu filhote para evitar doenças causadas por vermes, que também podem ser transmitidas para humanos.

Você sabia que o filhote já pode nascer com vermes?

 

Quando o filhote não saiu de casa ou não teve contato com outros animais, pode-se pensar que ele está livre de vermes. Porém, alguns parasitas podem ser transmitidos durante a própria gestação, ou mesmo durante a fase de amamentação.

Alguns sinais de que seu filhote pode estar com verminose:

 

  • Vômitos;
  • Diarreias;
  • Abdômen aumentado;
  • Fraqueza;
  • Anemia;
  • Perda de peso;
  • Coceira na região do ânus;
  • Perda de apetite.

 

Além do que alguns vermes podem passar do seu animalzinho para os humanos que convivem no mesmo ambiente!

A vermifugação consiste em administrar um vermífugo (remédio de verme) para o seu cachorrinho ou gatinho, ela é fundamental para que esse filhotinho cresça e se desenvolva bem.

 

Para o filhote, recomendamos fazer a primeira vermifugação com 15 dias de vida, e repetir aos 30 dias de idade. A partir dos 30 dias deve-se vermifugar mensalmente até o filhote completar seis meses de idade.

Ao adquirir seu filhotinho é importante que você se informe se ele já recebeu alguma dose antes de vir para sua família, para que a partir dessa informação você continue o protocolo em casa.

 

Depois dos seis meses a vermifugação deve ser feita a cada três a cinco meses dependendo do estilo de vida e recomendação do médico veterinário. Uma dose de reforço deve ser sempre feita após 15 dias.

Para um maior sucesso nas vermifugações seguem algumas dicas:

 

  1. Todos os animais que convivem no mesmo ambiente devem ser vermifugados no mesmo dia;
  2. Deve-se oferecer ao seu animalzinho água de boa qualidade, mineral ou clorada;
  3.  As fezes devem ser recolhidas diariamente e ser descartada em local correto;
  4. O ambiente deve ser higienizado diariamente com produtos específicos para evitar recontaminação.

 

Atualmente no mercado temos o Top Dog, o vermífugo da Ourofino que elimina os vermes intestinais, com uma formulação completa e segura para deixar seu amiguinhos livres de vermes e saudáveis.

 

 

O Top Dog possui três apresentações adaptando-se muito bem as necessidades e porte de cada animal, além de ser palatável facilitando a administração e tornando esse momento mais prazeroso. Lembrando que o Top Dog só é recomendado para cães.

Consulte o medico veterinário do seu pet e siga suas orientações.

A Febre Maculosa é uma doença grave que, no Brasil, pode ser causada por duas bactérias conhecidas como riquétsias, a Rickettsia rickettsii e a Rickettsia parkeri.

 

No Brasil, a transmissão das bactérias responsáveis pela Febre Maculosa ocorre principalmente através do carrapato-estrela, mas qualquer espécie de carrapato têm a capacidade de transportar essas bactérias, incluindo o carrapato do cachorro.

Os cães podem carregar carrapatos infectados soltos, que podem posteriormente aderir às pessoas. Isto nos traz um alerta importante para reforçarmos os cuidados contra estes parasitas.

 

A febre maculosa, em seres humanos, causa sintomas como: febre alta, dores de cabeça, dores musculares, inchaço e vermelhidão nas palmas das mãos e sola dos pés, entre outros sintomas menos específicos. Se não tratada, a Febre Maculosa pode levar a complicações e até mesmo à morte.

Sabendo disso, separamos algumas dicas essenciais para proteger seu pet e sua família, ajudando a garantir saúde e bem-estar.

 

1-   Manter o ambiente limpo:

 

  • Manter o pet longe de ambientes infestados por carrapatos;
  • Manter o ambiente em que o pet vive livre destes parasitas.

 

2-   Verifique seu pet regularmente:

 

  • Faça uma verificação minuciosa em seu animal regularmente para detectar qualquer sinal de carrapatos;
  • Examine áreas como orelhas, pescoço, patas, entre os dedos e na região genital;
  • Preste atenção a pequenos pontos pretos na pele do animal. Eles podem ser carrapatos;
  • Caso encontre algum, remova-o com cuidado usando uma pinça fina. Nunca esmague ou aperte o carrapato, pessoas podem ser infectadas através da remoção inadequada de carrapatos de seus cães.

 

3-   Mantenha seu pet longe de áreas infestadas:

Evite passear com seu cão em áreas conhecidas por serem infestadas por carrapatos. Isso inclui locais com vegetação alta, parques e praças sem cuidados, por exemplo.

 

4-   Utilize produtos carrapaticidas próprios para o seu cão:

A Ourofino Saúde Animal conta com o NEOPet, um carrapaticida que confere proteção contra carrapatos dos cães por um período de 30 dias.

 

NEOPet

 

Lembre-se, a prevenção é fundamental para proteger seu pet e sua família. Verifique regularmente e tome as medidas necessárias para manter seus animais seguros e saudáveis.

Esteja atento ao aparecimento dos sintomas e procure um médico veterinário para o diagnóstico e tratamento adequado.

 

Referência:

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/f/febre-maculosa. Acessado em 15 de junho de 2023.

SYKES, J.E. Chapter 218: Ehrlichiosis, Anaplasmosis, Rocky Mountain Spotted Fever, and Neorickettsiosis. In: E Ettinger, S.J.; Feldman, E.C. & Côté, E. Textbook of veterinary internal medicine: diseases of the dog and the cat. 2017.

A época mais festiva do ano chegou, é tempo de pipoca, bolo de milho, pamonha, pé de moleque e quentão.

Além de tudo temos os fogos de artifício, sendo necessário evitar soltá-los perto dos pets. O barulho alto e os flashes de luz podem assustá-los e causar estresse, ansiedade e até mesmo fobias.

 

Muitos cachorros têm medo de fogos de artifício devido ao ruído intenso e imprevisível. O som alto pode ser doloroso para suas audições sensíveis, desencadeando uma resposta de medo ou pânico. O barulho intenso e repentino podem assustar os gatos, podendo desencadear reações de medo e até mesmo instintos de fuga.

Para ajudar seu cachorro ou gato a lidar com fogos de artifício, aqui estão algumas dicas:

 

1- Crie um ambiente seguro

Mantenha seu cachorro ou gato em um local seguro e familiar dentro de casa, onde ele se sinta confortável.

Bloquei todas as fontes de ruído externo, como portas e janelas, e substitua o som dos fogos de artifício por sons mais tranquilos, como os de uma TV ou rádio.

 

2- Crie um espaço acolhedor

Mantenha uma área confortável para o seu pet, com sua cama favorita, brinquedos e paninhos.

Isso ajudará a criar um senso de segurança e oferecerá distrações para diminuir a ansiedade.

 

3- Fique junto do seu pet

Se possível, fique com seu melhor amigo durante os fogos de artifício. Sua presença tranquilizadora pode ser reconfortante para ele.

 

4- Mantenha a calma

Seu próprio comportamento pode influenciar o estado emocional do seu pet. Tente manter a calma e não reforçar o medo com excesso de atenção ou carinho excessivo.

Isso pode fazer com que eles percebam que há algo errado.

 

5- Crie esconderijos para os gatinhos

Forneça ao seu gato locais seguros para se esconder, como caixas de papelão, camas aconchegantes ou até mesmo armários abertos.

Oferecer a eles um espaço para que se sintam protegidos durante os fogos de artifício irá evitar fugas e acidentes.

 

6- Use técnicas de dessensibilização

Antes de qualquer celebração com fogos de artifício, tente familiarizar seu pet com os sons dos fogos de artifício. Comece com um volume baixo e aumentando lentamente ao longo do tempo.

Isso irá ajudar a dessensibilizá-lo aos ruídos, principalmente se for feito de filhote.

 

7- Consulte um veterinário

Em casos mais graves de fobia de fogos de artifício, pode ser necessário buscar a orientação de um veterinário.

Eles podem prescrever medicamentos, suplementos ou técnicas de terapia comportamental para ajudar seu cachorro a lidar com o medo.

 

8- Uso de suplementação

Alguns suplementos como o Seren Snacks e o Seren em formato de pasta, podem ajudar a acalmar cães e gatos reduzindo a ansiedade.

Isso porque eles são formulados para que esses animais se sintam confortáveis e em segurança de forma natural.

 

Reforçamos que cada animal é único, e pode ser necessário experimentar diferentes abordagens para encontrar a melhor maneira de ajudar seu pet a lidar com o medo dos fogos de artifício e possa apreciar essa festança ao seu lado.

Confira essas e outras dicas no Instagram da @ourofinopet e forneça sempre o melhor ao seu Pet.

Nos vemos no próximo blog, até mais sô!

Todos sabem que a alimentação dos pets deve se adequar com o período de vida, desde o nascimento a idade adulta. É muito importante para a saúde dos filhotes que nessa fase ele não passe por deficiências ou excessos nutricionais.

Os pets têm necessidades nutricionais diferentes dos adultos, não só em quantidade de alimento, mas também na qualidade. Além disso, cachorros e gatos apresentam algumas necessidades diferentes em relação aos nutrientes, por isso, nada de trocar a ração deles, combinado?!

 

A mudança para a alimentação sólida pode parecer simples, porém existem vários pontos de atenção. Ela deve ser gradual e iniciar enquanto os filhotes ainda mamam. Vale lembrar que alimentação sólida não é apenas a ração seca, existem outras opções sólidas que podem ser usadas.

 

Quando posso começar a dar alimentos sólidos?

Apesar do leite materno ser suficiente como única fonte de nutrientes nos recém-nascidos, a partir de 3 a 4 semanas de vida os alimentos sólidos devem ser introduzidos na dieta e, para filhotes de raças maiores, a partir de 3 semanas de vida.

 

Quais alimentos podem ser usados para iniciar a dieta sólida para filhotes?

O cachorro e o gato tem que ser alimentados com dietas completas e balanceadas, formuladas para crescimento ou todas as fases da vida e específicas para cada espécie.

Existem algumas opções de alimento sólido, entre elas as papinhas de desmame, que normalmente são alimentos em pó, para serem misturados com água morna até atingirem consistência de pasta. Estes alimentos podem ser encontrados em pet shops e são fabricados por empresas especializadas em alimentação de pets.

 

Além da papinha de desmame, podem ser feitas adaptações como usar a ração seca da própria mãe, ou uma ração para filhotes, umedecida com água na proporção de 1 parte de ração para 1 parte de água. Outra opção possível são as rações em lata/ sachê.

Vale lembrar que para cães de raças grandes é indicado utilizar uma dieta de filhotes de raças grandes diferente da dieta da mãe.

 

Quando posso desmamar os filhotes?

Apesar de começarem a consumir alimentos sólidos com 3 a 4 semanas, o desmame dos filhotinhos deve ocorrer apenas a partir da 7ª a 9ª semana de vida. Desmamar o filhote antes deste período (antes da 6ª semana) pode gerar problemas comportamentais tanto em cães quanto em gatos.

 

Durante quanto tempo preciso fazer esta transição?

Os alimentos sólidos devem ser inseridos aos poucos até que seja a única fonte de nutrição no momento do desmame. A recomendação de tempo é de, normalmente, uma semana seguindo as proporções: 20% do novo alimento no 1º e no 2º dia; seguido de 40% do novo alimento no 3º e 4º dia; 60% do novo alimento no 5º dia; 80% do novo alimento no 6º dia e, por fim, 100% do novo alimento no 7º dia.

 

Após o desmame o alimento escolhido (papinha de desmame, ração umedecida, lata/sachê) pode ser mantido até o final do 2º mês ou início do 3º mês de vida. Pode-se iniciar a transição para o alimento seco (ração), obedecendo novamente a proporção citada acima.

 

Posso dar qualquer quantidade?

Não. O ideal é sempre dar alimentos de maneira controlada, apenas para cachorrinhos e gatinhos magros podem ter alimentação livre. Todos os alimentos possuem recomendações nas suas embalagens. A orientação é seguir a tabela do produto que orienta a quantidade de acordo com a idade e o peso do pet.

 

Filhotes de cães de raças grandes precisam de cuidados nutricionais especiais: a superalimentação pode predispor a doenças ortopédicas de desenvolvimento e osteoartrose na idade adulta.

 

Os cuidados com os alimentos em filhotes de cães e gatos são fundamentais para garantir um crescimento saudável. As vezes a troca de alimento pode gerar alguns transtornos gastrointestinais, nestes casos o uso de probióticos, como o Biocanis , pode ser muito útil nesta transição.

 

Confira mais dicas de cuidados com os filhotes:

Referência:
Ettinger, S. J., Feldman, E. C., & Cote, E. (Eds.). Textbook of veterinary internal medicine (8th ed.). St. Louis, Missouri, US: Elsevier, 2017.

Você sabia que cachorros e gatos podem apresentar doenças cardíacas? Sim, também pode acontecer com os nossos amados pets! Doenças cardíacas são consideradas doenças crônicas e podem progredir, ou seja, começar sem sinais visíveis e, com o passar dos anos, piorar apresentando diversos sintomas. Portanto, o melhor caminho é a prevenção!

 

O controle de doenças que afetam o coração dos pets pode ser feito de forma muito parecida com o que é feito em seres humanos. Logo, quanto mais cedo descobrir a doença, melhor será o controle e maior a sobrevida que o seu cão ou gato pode ter.

 

Quais são as doenças que afetam o coração de cachorros e gatos?

Existem várias doenças que afetam o coração de gato e cachorro,  sendo que os sintomas geralmente são muito parecidos. Elas podem afetar as estruturas anatômicas do órgão como as  válvulas, o músculo, o revestimento do coração (pericárdio) e o marca-passo cardíaco; além disso, os pets estão sujeitos à infestação por uma espécie de verme que parasita o coração.

 

Entre as principais doenças que alteram a anatomia cardíaca, a doença valvar pode afetar as valvas dentro do coração, causando um “vazamento” (entre uma câmara cardíaca e outra) que, com o tempo, leva a um aumento do órgão. A doença do miocárdio acontece quando os músculos do coração podem estar mais finos ou mais espessos. Em gatos a forma mais comum é o espessamento destes músculos, enquanto no cão se observa o afinamento e enfraquecimento muscular. Em ambos os casos o bombeamento do sangue fica comprometido.

 

As arritmias são alterações no ritmo dos batimentos cardíacos controlados pelo marca-passo natural do coração. O saco pericárdico que cobre o coração serve para protegê-lo e possui uma pequena quantidade de líquido que permite o seu deslizamento durante seu movimento. O acúmulo de líquido neste saco é considerado uma doença: a doença pericárdica.

 

Já a doença congênita cardíaca é quando os animais nascem com alguma anormalidade anatômica no órgão, herdada do pai ou da mãe. Este tipo de alteração nem sempre causa problemas de saúde, porém, à medida que seu animal envelhece, pode levar a outras doenças cardíacas.

E, por fim, a dirofilariose, que pode afetar tanto cães como gatos. É causada por um verme chamado Dirofilaria immitis que parasita o coração dos pets, além de poder gerar sérias complicações de saúde.

 

Como posso descobrir que o meu pet tem doença cardíaca?

O caminho mais fácil é a prevenção, é recomendada visitas ao médico-veterinário ao menos uma vez ao ano. A visita anual pode ser o momento em que o profissional perceba os primeiros sinais de uma doença cardíaca que ainda não está evidente. Os sinais de doença cardíaca são mais evidentes em cachorros do que em gatos e, por isso, são mais facilmente reconhecidos nesta espécie.

 

Além do exame físico, o médico-veterinário poderá solicitar exames de rotina e, para animais idosos ou com suspeita de doença cardíaca, poderá solicitar exames específicos para avaliar o coração, como o eletrocardiograma e o ecocardiograma.

Existem alguns sinais que servem de alerta para os tutores, eles são:

 

  • Tosse persistente por pelo menos 1 a 2 semanas. Em pets com problemas cardíacos, a tosse reflete um mau funcionamento do coração, que não está bombeando sangue suficiente;
  • Dificuldade de respiração, que pode ser pelo acúmulo de líquido dentro dos pulmões (mais comum em cães) ou no tórax (muito comum em gatos). Pode ser notada facilmente se, mesmo em repouso, seu pet ficar com a boca aberta para tentar respirar, parecer angustiado e resistente a se deitar para relaxar;
  • Mudança de cor da língua para tons azulados ou arroxeados é um importante sinal de dificuldade de oxigenar o sangue e costuma estar relacionada à doença cardíaca;
  • Desmaios também podem ser indicativos de doença cardíaca, apesar de existirem muitas causas;
  • Inchaço abdominal é mais comum em outras doenças, porém, também pode ser um sinal de doença cardíaca;
  • Falta de vontade em passear/se exercitar ou pouca tolerância ao esforço físico (cansar rápido) é um dos sinais menos óbvios de doença cardíaca. É normal que o pet fique ofegante após uma corrida ou sequência de brincadeiras, mas se demorar muito para se recuperar ou não quiser brincar, isso pode ser um sinal de problema cardíaco.
  • Sopro cardíaco e mudanças na frequência cardíaca geralmente só serão notados pelo médico-veterinário e podem ser indicadores precoces de doença cardíaca.
  • Perda de peso brusca, inquietação (cães) ou se esconder (gatos) e perda de apetite são sinais comuns a muitas outras doenças, porém estão presentes na doença cardíaca. Portanto, se seu cachorro ou gato tem estas alterações associado a outros sintomas acima, você deve buscar auxílio de um médico-veterinário.

 

Em casos que seu pet esteja apresentando tosse persistente e intensa, dificuldade de respirar (como ficar de boca aberta), mudança da coloração da língua, desmaios e inchaço abdominal, é possível que ele tenha alguma doença cardíaca e esteja numa emergência. Nestes casos é altamente recomendado que ele seja levado imediatamente para atendimento por um médico-veterinário.

 

Posso prevenir doenças cardíacas no meu pet?

A prevenção pode ser feita através das visitas anuais ao médico-veterinário e para Dirofilariose existem medidas preventivas como o uso de coleiras repelentes que servem para afastar os mosquitos que transmitem a doença, além do uso de vermífugos. Além disso, alguns profissionais especializados em cardiologia citam os cuidados com a saúde da boca, na prevenção de doenças cardíacas.

 

Há alguma medida que auxilia a saúde do coração?

Sim! Alimentação de boa qualidade e adequado suporte nutricional colaboram com a saúde do coração, pois fornecem nutrientes para a manutenção das estruturas do coração. Entre os principais nutrientes importantes para a saúde cardíaca estão a L-carnitina, coenzima Q10, ômega 3 extraído de peixes de águas frias, astaxantina, entre outros.

Conheça o nosso novo suplemento em pasta para cães que auxilia nos processos fisiológicos do coração: Kardio.

 

 

Referência:
Cardic Care for Pets. https://www.cvcavets.com/10-signs-heart-disease-dogs-cats/

Comportamentos de medo e ansiedade são comuns em cachorros e gatos, porém nos períodos do ano em que temos a queima de fogos, estes medos ficam mais evidentes.

 

O principal motivo deste medo nos pets se deve a sua audição que é mais apurada que a dos seres humanos. Caninos e felinos conseguem maximizar, capturar e localizar sons movendo suas orelhas e inclinando a cabeça, além de ouvir uma frequência mais ampla de sons que pessoas.

 

O medo e a ansiedade causados por conta dos ruídos de fogos de artifício costumam ser motivo de preocupação para os pais e mães de pets, pois nestas situações o animal fica agitado e pode acabar se machucando. Pensando nisso, preparamos algumas dicas de como acalmar o pet com medo de fogos. Confira!

 

Passos para acalmar o pet com medo de fogos:

 

  1. Encontre um quarto ou área da casa onde o volume dos ruídos seja menor e, se possível não tenha janelas. Sempre que possível, pode ser melhor aceitar o esconderijo escolhido pelo pet e usar esta área. Fechar cortinas diminui a entrada de luz reduzindo os estímulos visuais, além de minimizar a intensidade do som.
  2. Gatos costumam preferir se esconder embaixo ou atrás de móveis como camas, ou em guarda-roupas.
  3. Distrações como petiscos, brinquedos cheios de comida, companhia de pessoas e outros pets e sons de fundo como de ventilador, televisão ou música podem tirar o foco dos ruídos e ajudar a acalmar alguns pets.
  4. O uso de tampões nos ouvidos ajuda a reduzir os estímulos sonoros e o uso de coletes ou faixas que fazem leve pressão sob o corpo podem ajudar a acalmar apesar de não ter comprovação científica.

     

Uso de medicamentos

Para pets que são muito ansiosos ou medrosos em situações específicas, como com os fogos de artifício, alguns medicamentos podem ser usados mediante a indicação e prescrição de um médico-veterinário.

O uso de medicamentos ansiolíticos também pode ser útil de pets que apresentem algumas doenças como as neurológicas e as cardíacas, pois o excesso de ruído e medo podem estimular excessivamente estes sistemas e levar o pet a uma crise. Este tipo de terapia precisa ser recomendada e dosada de maneira adequada, pois, a depender da dose, o uso de medicamentos pode deprimir o sistema cardiorrespiratório.

 

Terapias alternativas

As terapias alternativas também servem para minimizar ansiedade, entre elas o uso de feromônios, suplementos, homeopatia e fitoterapia também podem servir para acalmar cães e gatos com medos de fogos de artifício.

 

Prevenção

A melhor maneira de prevenir medos e fobias é expor os pets ao maior número possível de estímulos diferentes enquanto ainda são filhotes. A partir das duas semanas de idade, cachorros e gatos devem ser expostos a uma ampla variedade de estímulos leves, incluindo ruídos, luzes, texturas de superfície e odores.

Um estudo descobriu que a exposição a ruídos como fogos de artifício, motores, aspiradores de pó e vozes altas antes dos 6 meses de idade pode minimizar a chance do pet desenvolver medo a estes ruídos na fase adulta.

 

Um passo inicial importante no tratamento de medos e fobias é o manejo do animal e do ambiente para diminuir ou prevenir a exposição até que ele tenha sido treinado a reconhecer e agir de forma natural a estes ruídos, ou seja, treinar o animal antes das festividades que tenham fogos de artifício.

Além disso, existem algumas técnicas que podem ser usadas para minimizar o estresse dos animais companhia neste período:

 

  • A dessensibilização é uma técnica de exposição gradual, em que, no caso de fogos de artifício, fazemos o pet escutar gravações com o ruído dos fogos, a uma certa distância e com volume reduzido, de forma que o animal permaneça tranquilo. Gradualmente o volume deve ser aumentado, desta forma o pet acabará se acostumando com aquele ruído. Se, durante a dessensibilização o pet demonstrar comportamentos como medo, tentativas de fuga, agressividade, deve-se distraí-lo e acalmá-lo para tentar reiniciar o processo.
  • O contra condicionamento é uma técnica que envolve uso de recompensas em situações desagradáveis para o pet. No caso dos ruídos de fogos, deve-se recompensar o pet no momento da exposição ao ruído, para que o cão ou gato associe os ruídos de fogos a algo positivo. As recompensas podem ser brincadeiras com o pet, no entanto, a recompensa que produz maior interesse é o uso de comidas e petiscos.

 

Portanto, a dessensibilização e o contra condicionamento podem ser feitos paralelamente e devem ser feitos de maneira consistente e repetida, até que o pet demonstre tranquilidade e relaxamento quando escuta o barulho dos fogos.