Mudanças de comportamento em cães e gatos podem ser um dos primeiros sinais de que algo não vai bem com a saúde. Isolamento, irritabilidade, alterações no apetite, sono excessivo, redução da disposição, mudanças nos hábitos de higiene e vocalização mais frequente são alguns dos comportamentos que merecem atenção.

Na rotina clínica de pequenos animais, compreender quando essas alterações começaram e identificar outros sinais associados pode contribuir para a investigação realizada pelo médico-veterinário.

Em resumo: mudanças comportamentais repentinas ou progressivas podem estar relacionadas a fatores físicos, emocionais ou ambientais. Por isso, alterações significativas ou persistentes devem ser avaliadas com atenção.

Por que o comportamento de cães e gatos pode mudar?

Cães e gatos não conseguem comunicar dor ou desconforto da mesma forma que as pessoas. Em muitos casos, uma mudança de comportamento pode ser uma das maneiras pelas quais o animal demonstra que algo está diferente.

Essas alterações podem estar relacionadas à dor, ao estresse ou a diferentes condições de saúde. Fatores emocionais e mudanças no ambiente ou na rotina também podem modificar o comportamento.

Por isso, observar o contexto, a duração e outros sinais associados é importante para compreender melhor cada caso.

Quais mudanças de comportamento em cães e gatos podem ser sinais de alerta?

Algumas alterações são observadas com frequência e podem indicar a necessidade de avaliação veterinária.

1. Isolamento ou menor interação

Um cão ou gato que costumava ser sociável e passa a evitar contato, permanecer escondido ou demonstrar menos interesse por atividades de que antes gostava pode estar apresentando algum tipo de desconforto.

Os gatos podem esconder sinais de dor com maior facilidade, mas cães também podem apresentar mudanças semelhantes de comportamento.

2. Agressividade ou irritabilidade

Dor e desconforto podem tornar o animal mais reativo ao toque, impaciente ou até agressivo.

Problemas articulares, dores musculares, doenças dentárias e outras condições de saúde podem provocar alterações importantes no comportamento do cão ou do gato.

Uma agressividade que surge de forma repentina, portanto, merece atenção.

3. Alterações no apetite

Comer menos, perder o interesse pela alimentação ou apresentar aumento excessivo do apetite pode estar relacionado a diferentes condições de saúde.

Quando a mudança no comportamento alimentar é persistente, é importante investigar sua causa.

4. Sono excessivo ou falta de energia

Cães e gatos podem apresentar dias mais tranquilos. No entanto, redução significativa da disposição, cansaço frequente ou aumento excessivo do período de descanso podem indicar que algo não está bem.

A avaliação deve considerar também se existem outras mudanças na rotina do animal.

5. Mudanças nos hábitos de higiene e eliminação

Nos gatos, deixar de utilizar a caixa de areia ou reduzir os cuidados com a própria higiene pode estar relacionado ao estresse ou a problemas de saúde.

Nos cães, urinar em locais diferentes do habitual ou apresentar mudanças nos hábitos também merece atenção.

6. Vocalização excessiva

Latidos, miados ou choros mais frequentes podem estar associados a desconforto, ansiedade, dor ou alterações cognitivas, especialmente em animais idosos.

Quando a vocalização muda de intensidade ou frequência sem uma causa evidente, é importante avaliar o contexto e outros sinais apresentados pelo animal.

Quais problemas de saúde podem causar mudanças de comportamento em cães e gatos?

Diferentes condições podem se manifestar inicialmente por meio de alterações comportamentais.

Entre as possíveis causas abordadas neste conteúdo estão:

  • dor relacionada a problemas articulares ou musculares;
  • doenças dentárias;
  • doenças renais;
  • alterações hormonais;
  • problemas neurológicos;
  • alterações cognitivas relacionadas ao envelhecimento;
  • problemas gastrointestinais;
  • ansiedade;
  • estresse.

O comportamento, isoladamente, nem sempre permite determinar a causa da alteração. Por isso, a avaliação do histórico e dos demais sinais apresentados pelo animal é fundamental para a investigação veterinária.

Como diferenciar uma mudança de comportamento passageira de um problema de saúde?

Nem toda alteração de comportamento significa necessariamente a presença de uma doença.

Mudanças temporárias podem acontecer após viagens, visitas, alterações no ambiente ou modificações na rotina da família.

Por outro lado, alguns sinais merecem maior atenção, principalmente quando persistem ou aparecem associados a outras alterações:

  • comportamento diferente por mais de alguns dias;
  • perda de apetite;
  • apatia;
  • agressividade repentina;
  • dificuldade de locomoção;
  • alterações urinárias;
  • alterações intestinais;
  • vocalização constante;
  • perda ou ganho de peso sem explicação.

Na presença desses sinais, a orientação de um médico-veterinário é importante.

O que observar diante de uma mudança de comportamento?

Ao investigar uma alteração comportamental em cães ou gatos, é importante identificar quando a mudança começou e verificar se existem outros sinais associados.

Informações sobre a rotina do animal podem contribuir para a investigação veterinária. Entre os aspectos que podem ser observados estão:

  • alimentação;
  • consumo de água;
  • padrão de sono;
  • nível de atividade;
  • hábitos urinários e intestinais;
  • interação com pessoas ou outros animais;
  • mudanças de peso;
  • momento em que o comportamento diferente começou.

O registro dessas alterações pode ajudar o médico-veterinário a compreender melhor a evolução do quadro.

A administração de medicamentos por conta própria deve ser evitada.

Qual é a importância da observação do comportamento na saúde de cães e gatos?

Os responsáveis convivem diariamente com cães e gatos e, por isso, frequentemente são os primeiros a perceber mudanças na rotina ou no comportamento.

Alterações que parecem simples podem ser os primeiros sinais de um problema de saúde. A identificação precoce dessas mudanças favorece a procura por avaliação veterinária e pode contribuir para que a causa seja investigada mais rapidamente.

Observar o comportamento faz parte do acompanhamento da saúde e do bem-estar de cães e gatos.

As férias estão no ar, e você não precisa deixar seu melhor amigo peludo para trás!

Com um planejamento adequado, é possível incluir seu pet em suas atividades de verão.

 

As férias são um momento maravilhoso para compartilhar com seu pet. Ao planejar com antecedência, escolher destinos e atividades apropriados e cuidar da saúde e segurança do seu pet, você pode desfrutar de momentos inesquecíveis juntos.

 

Compartilhamos algumas dicas valiosas sobre como curtir as férias cheias de diversão ao lado de seu companheiro de patas. Aproveite o tempo juntos!

 

Escolha destinos pet-friendly 

Se você está planejando uma viagem, escolha destinos que sejam pet-friendly.

Muitos hotéis, resorts e praias agora recebem animais de estimação.

Certifique-se de verificar as políticas de animais de estimação e reservar acomodações que aceitem seu peludo.

 

Planeje atividades ao ar livre 

Seu pet adora explorar o mundo ao ar livre. Leve-o para caminhadas, corridas ou até mesmo para um dia de praia. Os pets adoram se exercitar e se divertir ao ar livre, então planeje atividades que permitam que eles gastem energia e se divirtam ao mesmo tempo.

Além disso, não se esqueça de levar água e petiscos para mantê-los hidratados e alimentados durante as atividades

 

Mantenha-se hidratado e bem alimentado

Durante o calor do verão, certifique-se de manter seu pet hidratado.

Leve água suficiente e uma tigela portátil para mantê-lo refrescado durante suas aventuras.

Não se esqueça de levar também a comida e os petiscos preferidos do seu pet. Manter sua dieta regular durante as férias ajuda a evitar problemas gastrointestinais.

Mantenha a pele do pet hidratada com a Linha Bris da Ourofino!

 

Treinamento e socialização 

As férias também são uma oportunidade para treinar e socializar seu pet.

Exponha-o a novas experiências e ambientes para melhorar seu comportamento e interação com outros animais.

 

Atenção à segurança 

Mantenha seu pet seguro durante as férias. Certifique-se de que ele use coleira e identificação com suas informações de contato.

Se estiver viajando de carro, use um cinto de segurança para animais de estimação ou uma caixa de transporte.

 

Atividades internas em dias quentes

Em dias de calor extremo, opte por atividades internas.

Explore lojas pet-friendly ou faça brincadeiras dentro de casa para evitar o calor excessivo.

Indicamos uma passadinha pelo Guia Pet Friendly da escritora e jornalista Cris Berger, ela indica bons lugares (sempre testados e aprovados) para conhecer na companhia de seu melhor amigo.

 

Consulte um Veterinário

Antes de viajar, agende uma consulta com o veterinário para garantir que seu pet esteja saudável e em dia com vacinas e tratamentos antiparasitários.

Além disso, não se esqueça dos pequenos cuidados, como:

 

  • Vacinação e vermifugação em dia
  • Mantenha seu pet identificado e tenha sempre uma coleira em mãos
  • Leve sempre uma sacola para recolher os dejetos
  • Use focinheira quando exigido por lei: Pit Bulls, Rottweilers, Mastins Napolitanos, American Terriers e raças relacionadas.

 

O mais importante é aproveitar o tempo juntos.

Seja flexível e adapte suas atividades para garantir que seu cão esteja confortável e seguro. Tirar um tempo para relaxar juntos também é essencial.

 

Lembre-se de que, com o planejamento adequado e cuidados com a segurança e bem-estar do seu cão, as férias podem ser uma ótima oportunidade para criar laços ainda mais fortes com seu amigo peludo e desfrutar de momentos especiais juntos.

 

Se inscreva gratuitamente na nossa Newsletter e receba artigos de Blog, Podcasts e outras dicas como essa todas as semanas no seu e-mail.

Antes de discutir a relevância da hidratação no seu animal de estimação, é importante notar que não estamos nos referindo apenas ao aspecto visual, mas também aos benefícios concretos. Então, que tal recordarmos as funções da pele? Elas são:

 

  • Barreira física, imunológica e microbiana, evita ressecamento ou penetração de água;
  • Proteção contra radiação UV;
  • Produção de vitamina D;
  • Termorregulação;
  • Reserva de eletrólitos;
  • Percepção sensorial (toque, pressão, dor e frio);
  • Mobilidade ao corpo e entre outros.

Os pets têm tipos de pele diferentes

Os pets têm tipos de pele diferentes, e é importante entender como identificá-los. Existem três tipos principais de pele em cães e gatos: normal, seca e oleosa.

 

Uma pele normal é bem equilibrada: nem muito oleosa nem muito seca. É uma pele bonita, saudável, com cheirinho agradável, pois produz gordura de modo equilibrado.

A pele seca pode parecer esticada, áspera e com aspecto apagado. Não apresenta oleosidade normal, tem tendência à descamação, tem dificuldade de reter água, por isso a coceira e aparência sem brilho.

 

A pele oleosa é brilhosa, pois ocorre um distúrbio das glândulas sebáceas, que produzem excesso de secreção, percebido como oleosidade. Essa oleosidade serve de substrato para o crescimento de bactérias e leveduras, podendo provocar inflamação, coceira, presença de caspas, crostas e um cheiro bem característico que não é nada agradável.

 

Essas modificações na pele podem ser originadas por diversas razões: alergia, bactérias, parasitas ou até mesmo estar ligadas à alimentação e às alterações sazonais do ano.

 

A Importância da Hidratação

Muitos pensam que a hidratação tem o objetivo apenas de melhorar a aparência do pet, sem benefícios para a qualidade de vida dos mesmos, então vamos esclarecer todas as dúvidas sobre esse assunto tão importante.

A hidratação pode ser feita com frequência, em todas as idades, todos os tipos de pele e pelos, sendo recomendado para proteger, restaurar e evitar os nós.

 

Nos animais de pelo curto, os cuidados são redobrados, como o ciclo de crescimento do pelo é mais curto, as exposições principalmente ao clima são maiores, necessitando de um cuidado especial.

 

Cuidados para evitar a desidratação canina

Para evitar a desidratação da pele do seu pet, é importante tomar algumas precauções:

 

  • Recomendado consultas periódicas junto ao veterinário para garantir um tratamento adequado.
  • Evitar banhos muito quente e demorado, pois pode agravar os sintomas.
  • Lembrando que os cuidados com alimentação, e escovação dos pelos são indicados para todos os tipos de pele.

Como fazer a hidratação?

O uso de produtos dermocosméticos no banho é muito importante para reconstrução da barreira epidérmica, proteção contra agentes externos, benefícios estéticos, reposição de nutrientes, limpeza suave e eficaz, são hipoalergênicos, tem ph balanceado, facilitando a vida dos pets e tutores, e não tem contra indicações.

 

A linha Bris possui em sua formulação componentes selecionados, para limpar suavemente a pele e os pelos, hidratando adequadamente todos os tipos de pele.

Temos o shampoo, e o spray para pele seca, e também para pele oleosa e o sérum que trata todos os tipos de pele.

 

Linha Bris

 

Os produtos devem ser de uso veterinário, para cães e gatos e a frequência vai depender da necessidade de cada pet.

A hidratação canina é fundamental para manter a pele, e os pelos saudáveis e protegidos.

A vermifugação é um cuidado básico que devemos ter com qualquer animal de companhia.

Muitas vezes ouvimos falar sobre vermifugação, mas você sabe o que isso significa?

 

A vermifugação é a administração de medicamentos específicos para eliminar ou prevenir os vermes que parasitam o intestino dos nossos pets, que podem causar grandes danos à saúde dos pets e de toda a família.

Estes parasitas podem ser passados da mãe para o filhote ainda durante a gestação, ou mesmo durante a fase de amamentação.

 

Trata-se de um controle constante aplicado em toda as etapas da vida do pet. pois os parasitas têm a capacidade de contaminar não só os filhotes, mas também os cães adultos e idosos.

Os vermes podem causar problemas, como:

 

  • Diarreia;
  • Vômito;
  • Perda de Peso;
  • Abdômen Aumentado
  • Falta de Apetite.

 

Alguns tipos de vermes podem ser transmitidos para nós, humanos, por isso a vermifugação é algo tão importante e necessário.

Os vermes podem estar em vários ambientes e a contaminação pode ocorrer de diversas formas, por exemplo:

 

  • Ser transmitido da mãe para o filhote no momento do parto ou amamentação
  • Contato com as fezes ou objetos de outros animais parasitados
  • Ingestão de água ou alimentos contaminados

Como saber quando é a hora certa de vermifugar o seu cão?

A melhor opção é conversar com o veterinário, pois ele irá avaliar o histórico de saúde do seu pet e assim indicar a periodicidade ideal para a vermifugação, porém o esquema de vermifugação deve ser iniciado nos primeiros quinze a trinta dias de vida.

 

Ah, e não pense que é só quando os cães são filhotes que precisam desse cuidado. Os vermes podem parasitar os cães de todas as idades. Então independente da idade do seu pet, fique atento e siga as orientações do veterinário.

A vermifugação é realizada com medicamentos administrados oralmente, de acordo com o protocolo prescrito pelo médico veterinário, quanto à dosagem e forma de administração.

 

A Ourofino conta com o Top Dog, um vermífugo completo, de uso exclusivo para cães, indicado para o controle de parasitas internos, e o melhor de tudo, ele é palatável. Possui as apresentações de 2,5kg, 10kg e 30kg, se adequando perfeitamente ao peso de seu cão.

 

Top Dog

 

Portanto, não se esqueçam de vermifugar seus cães, é um cuidado essencial para manter a saúde deles em dia e evitar possíveis complicações. Lembrem-se: um pet saudável é um pet feliz!

Quer saber mais sobre vermifugação de cães? Acesse agora:

A chegada  de um filhotinho para a família é sempre um momento especial, afinal de contas quem resiste a fofura de um filhote de cachorrinho ou de um gatinho? Porém é preciso ter alguns cuidados importantes para que seu amiguinho fique bem e não traga riscos a família.

 

Além da vacinação, é importante vermifugar seu filhote para evitar doenças causadas por vermes, que também podem ser transmitidas para humanos.

Você sabia que o filhote já pode nascer com vermes?

 

Quando o filhote não saiu de casa ou não teve contato com outros animais, pode-se pensar que ele está livre de vermes. Porém, alguns parasitas podem ser transmitidos durante a própria gestação, ou mesmo durante a fase de amamentação.

Alguns sinais de que seu filhote pode estar com verminose:

 

  • Vômitos;
  • Diarreias;
  • Abdômen aumentado;
  • Fraqueza;
  • Anemia;
  • Perda de peso;
  • Coceira na região do ânus;
  • Perda de apetite.

 

Além do que alguns vermes podem passar do seu animalzinho para os humanos que convivem no mesmo ambiente!

A vermifugação consiste em administrar um vermífugo (remédio de verme) para o seu cachorrinho ou gatinho, ela é fundamental para que esse filhotinho cresça e se desenvolva bem.

 

Para o filhote, recomendamos fazer a primeira vermifugação com 15 dias de vida, e repetir aos 30 dias de idade. A partir dos 30 dias deve-se vermifugar mensalmente até o filhote completar seis meses de idade.

Ao adquirir seu filhotinho é importante que você se informe se ele já recebeu alguma dose antes de vir para sua família, para que a partir dessa informação você continue o protocolo em casa.

 

Depois dos seis meses a vermifugação deve ser feita a cada três a cinco meses dependendo do estilo de vida e recomendação do médico veterinário. Uma dose de reforço deve ser sempre feita após 15 dias.

Para um maior sucesso nas vermifugações seguem algumas dicas:

 

  1. Todos os animais que convivem no mesmo ambiente devem ser vermifugados no mesmo dia;
  2. Deve-se oferecer ao seu animalzinho água de boa qualidade, mineral ou clorada;
  3.  As fezes devem ser recolhidas diariamente e ser descartada em local correto;
  4. O ambiente deve ser higienizado diariamente com produtos específicos para evitar recontaminação.

 

Atualmente no mercado temos o Top Dog, o vermífugo da Ourofino que elimina os vermes intestinais, com uma formulação completa e segura para deixar seu amiguinhos livres de vermes e saudáveis.

 

 

O Top Dog possui três apresentações adaptando-se muito bem as necessidades e porte de cada animal, além de ser palatável facilitando a administração e tornando esse momento mais prazeroso. Lembrando que o Top Dog só é recomendado para cães.

Consulte o medico veterinário do seu pet e siga suas orientações.

A época mais festiva do ano chegou, é tempo de pipoca, bolo de milho, pamonha, pé de moleque e quentão.

Além de tudo temos os fogos de artifício, sendo necessário evitar soltá-los perto dos pets. O barulho alto e os flashes de luz podem assustá-los e causar estresse, ansiedade e até mesmo fobias.

 

Muitos cachorros têm medo de fogos de artifício devido ao ruído intenso e imprevisível. O som alto pode ser doloroso para suas audições sensíveis, desencadeando uma resposta de medo ou pânico. O barulho intenso e repentino podem assustar os gatos, podendo desencadear reações de medo e até mesmo instintos de fuga.

Para ajudar seu cachorro ou gato a lidar com fogos de artifício, aqui estão algumas dicas:

 

1- Crie um ambiente seguro

Mantenha seu cachorro ou gato em um local seguro e familiar dentro de casa, onde ele se sinta confortável.

Bloquei todas as fontes de ruído externo, como portas e janelas, e substitua o som dos fogos de artifício por sons mais tranquilos, como os de uma TV ou rádio.

 

2- Crie um espaço acolhedor

Mantenha uma área confortável para o seu pet, com sua cama favorita, brinquedos e paninhos.

Isso ajudará a criar um senso de segurança e oferecerá distrações para diminuir a ansiedade.

 

3- Fique junto do seu pet

Se possível, fique com seu melhor amigo durante os fogos de artifício. Sua presença tranquilizadora pode ser reconfortante para ele.

 

4- Mantenha a calma

Seu próprio comportamento pode influenciar o estado emocional do seu pet. Tente manter a calma e não reforçar o medo com excesso de atenção ou carinho excessivo.

Isso pode fazer com que eles percebam que há algo errado.

 

5- Crie esconderijos para os gatinhos

Forneça ao seu gato locais seguros para se esconder, como caixas de papelão, camas aconchegantes ou até mesmo armários abertos.

Oferecer a eles um espaço para que se sintam protegidos durante os fogos de artifício irá evitar fugas e acidentes.

 

6- Use técnicas de dessensibilização

Antes de qualquer celebração com fogos de artifício, tente familiarizar seu pet com os sons dos fogos de artifício. Comece com um volume baixo e aumentando lentamente ao longo do tempo.

Isso irá ajudar a dessensibilizá-lo aos ruídos, principalmente se for feito de filhote.

 

7- Consulte um veterinário

Em casos mais graves de fobia de fogos de artifício, pode ser necessário buscar a orientação de um veterinário.

Eles podem prescrever medicamentos, suplementos ou técnicas de terapia comportamental para ajudar seu cachorro a lidar com o medo.

 

8- Uso de suplementação

Alguns suplementos como o Seren Snacks e o Seren em formato de pasta, podem ajudar a acalmar cães e gatos reduzindo a ansiedade.

Isso porque eles são formulados para que esses animais se sintam confortáveis e em segurança de forma natural.

 

Reforçamos que cada animal é único, e pode ser necessário experimentar diferentes abordagens para encontrar a melhor maneira de ajudar seu pet a lidar com o medo dos fogos de artifício e possa apreciar essa festança ao seu lado.

Confira essas e outras dicas no Instagram da @ourofinopet e forneça sempre o melhor ao seu Pet.

Nos vemos no próximo blog, até mais sô!

Não são somente as pessoas que sofrem com infecções do trato urinário (ITU), este tipo de problema também pode afetar os cães e gatos e são muito comuns. O sistema urinário é composto por diversas estruturas e órgãos como, por exemplo, a uretra, a bexiga e os rins.

 

Geralmente as infecções que atingem o trato urinário são causadas por bactérias, mas outros microrganismos como fungos e vírus também podem estar envolvidos na causa deste problema. Estes microrganismos podem infectar um ou mais componentes do trato urinário. De acordo com a região afetada a infecção urinária recebe diferentes nomes técnicos sendo:

 

  • uretrite: infecção da uretra;
  • cistite: infeção da bexiga;
  • nefrite ou pielonefrite: infecção nos rins.

 

As fêmeas no geral são mais afetadas que os machos. Alguns fatores predispõem o aparecimento das infecções urinárias, como doenças concomitantes (diabetes, por exemplo), idade avançada, presença de cálculos (“pedras”), baixa ingestão de água, sedentarismo e dieta desbalanceada.

 

Os cães e gatos com infecção do trato urinário podem ou não apresentar sintomas. É sempre importante que o tutor esteja atento a qualquer anormalidade nos hábitos de urinar do pet bem como em seu comportamento. De maneira geral, os animais afetados comumente sentem dor, mas não conseguem avisar o que está acontecendo. Os sintomas apresentados vão variar de acordo com a gravidade da infecção, sendo os sintomas mais comuns aumento na frequência de urinar, alteração no volume da urina (aumento ou diminuição), sede excessiva, dificuldade para urinar, incontinência urinária, odor diferente da urina, presença de sangue, perda de apetite, abatimento e febre.

 

Quanto mais rápido a infecção for descoberta melhor será o resultado do tratamento e menor será o tempo de recuperação. Não tratar ou tratar inadequadamente as infecções do trato urinário pode trazer complicações graves para a saúde dos animais de estimação.

 

Cabe ao médico-veterinário diagnosticar a presença de infecção no trato urinário. O diagnóstico é feito através da avaliação do pet e da realização de exames complementares. Um exame muito importante para identificação de anormalidades no sistema urinário é a análise da urina (urinálise). Através dele é possível verificar se existem alterações em diversas características da urina como cor, densidade, presença de sangue, células ou outras substâncias e estruturas. Com o uso do microscópio também é possível visualizar e diferenciar células e microrganismos (bactérias e/ou fungos).

 

O médico-veterinário também pode solicitar a realização da cultura urinária. Por meio desta técnica é possível identificar qual agente infeccioso está causando o problema e instituir o tratamento mais adequado. Nos casos em que há a suspeita da presença de cálculos no trato urinário é necessária a realização de ultrassonografia e/ou radiografia.

 

Como na maioria das vezes as bactérias são os agentes causadores deste tipo de infecção, o tratamento é feito com a administração de antibióticos. Além dos antibióticos o profissional também poderá prescrever a administração de medicamentos para controle da dor e recomendar uma dieta específica com o objetivo de melhorar as condições do sistema urinário. No caso de pets com tendência à formação de cálculos, o médico-veterinário pode instituir uma dieta especial para reduzir a formação destas estruturas.

 

Para evitar que os pets não sofram com estas infecções é importante deixar que eles urinem frequentemente e que tenham acesso irrestrito a água limpa e fresca.

Ao observar que seu melhor amigo está fazendo muito ou pouco xixi ou que a urina está com odor ou coloração diferente é importante levá-lo ao médico-veterinário.

Todos sabem que a alimentação dos pets deve se adequar com o período de vida, desde o nascimento a idade adulta. É muito importante para a saúde dos filhotes que nessa fase ele não passe por deficiências ou excessos nutricionais.

Os pets têm necessidades nutricionais diferentes dos adultos, não só em quantidade de alimento, mas também na qualidade. Além disso, cachorros e gatos apresentam algumas necessidades diferentes em relação aos nutrientes, por isso, nada de trocar a ração deles, combinado?!

 

A mudança para a alimentação sólida pode parecer simples, porém existem vários pontos de atenção. Ela deve ser gradual e iniciar enquanto os filhotes ainda mamam. Vale lembrar que alimentação sólida não é apenas a ração seca, existem outras opções sólidas que podem ser usadas.

 

Quando posso começar a dar alimentos sólidos?

Apesar do leite materno ser suficiente como única fonte de nutrientes nos recém-nascidos, a partir de 3 a 4 semanas de vida os alimentos sólidos devem ser introduzidos na dieta e, para filhotes de raças maiores, a partir de 3 semanas de vida.

 

Quais alimentos podem ser usados para iniciar a dieta sólida para filhotes?

O cachorro e o gato tem que ser alimentados com dietas completas e balanceadas, formuladas para crescimento ou todas as fases da vida e específicas para cada espécie.

Existem algumas opções de alimento sólido, entre elas as papinhas de desmame, que normalmente são alimentos em pó, para serem misturados com água morna até atingirem consistência de pasta. Estes alimentos podem ser encontrados em pet shops e são fabricados por empresas especializadas em alimentação de pets.

 

Além da papinha de desmame, podem ser feitas adaptações como usar a ração seca da própria mãe, ou uma ração para filhotes, umedecida com água na proporção de 1 parte de ração para 1 parte de água. Outra opção possível são as rações em lata/ sachê.

Vale lembrar que para cães de raças grandes é indicado utilizar uma dieta de filhotes de raças grandes diferente da dieta da mãe.

 

Quando posso desmamar os filhotes?

Apesar de começarem a consumir alimentos sólidos com 3 a 4 semanas, o desmame dos filhotinhos deve ocorrer apenas a partir da 7ª a 9ª semana de vida. Desmamar o filhote antes deste período (antes da 6ª semana) pode gerar problemas comportamentais tanto em cães quanto em gatos.

 

Durante quanto tempo preciso fazer esta transição?

Os alimentos sólidos devem ser inseridos aos poucos até que seja a única fonte de nutrição no momento do desmame. A recomendação de tempo é de, normalmente, uma semana seguindo as proporções: 20% do novo alimento no 1º e no 2º dia; seguido de 40% do novo alimento no 3º e 4º dia; 60% do novo alimento no 5º dia; 80% do novo alimento no 6º dia e, por fim, 100% do novo alimento no 7º dia.

 

Após o desmame o alimento escolhido (papinha de desmame, ração umedecida, lata/sachê) pode ser mantido até o final do 2º mês ou início do 3º mês de vida. Pode-se iniciar a transição para o alimento seco (ração), obedecendo novamente a proporção citada acima.

 

Posso dar qualquer quantidade?

Não. O ideal é sempre dar alimentos de maneira controlada, apenas para cachorrinhos e gatinhos magros podem ter alimentação livre. Todos os alimentos possuem recomendações nas suas embalagens. A orientação é seguir a tabela do produto que orienta a quantidade de acordo com a idade e o peso do pet.

 

Filhotes de cães de raças grandes precisam de cuidados nutricionais especiais: a superalimentação pode predispor a doenças ortopédicas de desenvolvimento e osteoartrose na idade adulta.

 

Os cuidados com os alimentos em filhotes de cães e gatos são fundamentais para garantir um crescimento saudável. As vezes a troca de alimento pode gerar alguns transtornos gastrointestinais, nestes casos o uso de probióticos, como o Biocanis , pode ser muito útil nesta transição.

 

Confira mais dicas de cuidados com os filhotes:

Referência:
Ettinger, S. J., Feldman, E. C., & Cote, E. (Eds.). Textbook of veterinary internal medicine (8th ed.). St. Louis, Missouri, US: Elsevier, 2017.

Sempre tem quem pergunte “Se meu cachorro fosse humano, quantos anos ele teria?“.

Antigamente se dizia que a cada ano de vida para o cachorro equivalia a sete anos humanos, porém, isso não é totalmente verdade!

 

Os cães envelhecem de forma diferente das pessoas, por exemplo, alguns anos na vida de um cão equivalem a mais de sete anos e outros, a menos. Os filhotes, por exemplo, levam cerca de um ano para atingirem tamanho de um adulto, enquanto as crianças levam muito mais tempo, por isso, o primeiro ano de vida do cãozinho vale, aproximadamente, 15 anos de uma criança/adolescente.

 

Há ainda diferença na velocidade do envelhecimento entre as raças, em geral, as raças pequenas podem chegar a viver quase duas vezes mais que as raças de porte grande.

De uma maneira muito genérica, a Associação Americana de Medicina Veterinária (AAMV), divide da seguinte forma:

 

  • O 1º ano de vida de um cão de tamanho médio equivale a 15 anos humanos;
  • O 2º ano para um cão equivale (em média) a cerca de 9 anos para um humano;
  • E depois disso, cada ano humano seria aproximadamente 5 anos para um cachorro.

Como os pesquisadores chegam a esses números?

Existem muitos fatores a considerar, por isso o cálculo nunca é exato, mas a AAMV diz que cachorros pequenos são geralmente considerados maduros (ou sênior) aos sete anos, mas hoje se sabe que nesta idade eles têm uma expectativa de viver, normalmente, o dobro disso.

 

Cães de raças maiores tem uma expectativa de vida mais curta e são geralmente considerados idosos quando em torno dos 6 anos. Um exemplo seria do Dogue Alemão (nosso querido Scooby-Doo), quem tem uma expectativa média de vida em torno de 7 a 10 anos, segundo a associação americana que representa a raça.

 

As estimativas de quanto um tempo um cão pode viver também servem de base para fazer a comparação de idade entre cachorros e pessoas. Estes números são normalmente achados com base em planos de saúde para animais de companhia, pesquisas de clubes de raça e hospitais veterinários.

 

Por que cães menores vivem mais do que cães maiores?

Esse fenômeno confunde os cientistas há anos, e as pesquisas ainda não conseguem explicar o porquê da relação entre o tamanho do cão e velocidade de envelhecimento, já que na natureza, animais muito grandes como elefantes e baleias, por exemplo, vivem mais do que os pequenos.

O que os cientistas sabem até o momento, em termos numéricos, é que, em média, a cada 4,4 kg de peso corporal, o cão diminui um mês da sua expectativa de vida. Entre as possíveis explicações para isso estão:

 

  • Cães maiores podem apresentar precocemente doenças relacionadas à idade;
  • O crescimento acelerado pode levá-los a uma maior chance de tumores.

 

Agora que já sabemos que a idade humana dos cachorros é aproximada, e se baseia em idade e peso, vamos matar a curiosidade para saber a idade do seu doguinho:

 

 

Recentemente, cientistas se uniram para definir os estágios de vida dos cachorros e, em vez de tentar calcular equivalentes de idade para humanos, sugeriram a divisão por estágios de vida. Ou seja, por faixas de idade, tamanho, estilo de vida, estado de saúde e raça do cão.

Definições propostas de estágio de vida canina:

 

 

Segundo os especialistas, esta é a forma mais acertada para ajudar tutores e os médicos-veterinários a cuidar bem da saúde dos nossos amados cães.

 

Referências:
AAHA Canine Life Stage Guidelines (Veterinary Practice Guidelines), 2019.
AVMA – https://www.avma.org/resources-tools/pet-owners/petcare/senior-pets
Dog Owner’s Home Veterinary Handbook, 4th Edition by Debra M. Eldredge, Liisa D. Carlson, Delbert G. Carlson and James M. Giffin, Appendix B, 2007.

Comportamentos de medo e ansiedade são comuns em cachorros e gatos, porém nos períodos do ano em que temos a queima de fogos, estes medos ficam mais evidentes.

 

O principal motivo deste medo nos pets se deve a sua audição que é mais apurada que a dos seres humanos. Caninos e felinos conseguem maximizar, capturar e localizar sons movendo suas orelhas e inclinando a cabeça, além de ouvir uma frequência mais ampla de sons que pessoas.

 

O medo e a ansiedade causados por conta dos ruídos de fogos de artifício costumam ser motivo de preocupação para os pais e mães de pets, pois nestas situações o animal fica agitado e pode acabar se machucando. Pensando nisso, preparamos algumas dicas de como acalmar o pet com medo de fogos. Confira!

 

Passos para acalmar o pet com medo de fogos:

 

  1. Encontre um quarto ou área da casa onde o volume dos ruídos seja menor e, se possível não tenha janelas. Sempre que possível, pode ser melhor aceitar o esconderijo escolhido pelo pet e usar esta área. Fechar cortinas diminui a entrada de luz reduzindo os estímulos visuais, além de minimizar a intensidade do som.
  2. Gatos costumam preferir se esconder embaixo ou atrás de móveis como camas, ou em guarda-roupas.
  3. Distrações como petiscos, brinquedos cheios de comida, companhia de pessoas e outros pets e sons de fundo como de ventilador, televisão ou música podem tirar o foco dos ruídos e ajudar a acalmar alguns pets.
  4. O uso de tampões nos ouvidos ajuda a reduzir os estímulos sonoros e o uso de coletes ou faixas que fazem leve pressão sob o corpo podem ajudar a acalmar apesar de não ter comprovação científica.

     

Uso de medicamentos

Para pets que são muito ansiosos ou medrosos em situações específicas, como com os fogos de artifício, alguns medicamentos podem ser usados mediante a indicação e prescrição de um médico-veterinário.

O uso de medicamentos ansiolíticos também pode ser útil de pets que apresentem algumas doenças como as neurológicas e as cardíacas, pois o excesso de ruído e medo podem estimular excessivamente estes sistemas e levar o pet a uma crise. Este tipo de terapia precisa ser recomendada e dosada de maneira adequada, pois, a depender da dose, o uso de medicamentos pode deprimir o sistema cardiorrespiratório.

 

Terapias alternativas

As terapias alternativas também servem para minimizar ansiedade, entre elas o uso de feromônios, suplementos, homeopatia e fitoterapia também podem servir para acalmar cães e gatos com medos de fogos de artifício.

 

Prevenção

A melhor maneira de prevenir medos e fobias é expor os pets ao maior número possível de estímulos diferentes enquanto ainda são filhotes. A partir das duas semanas de idade, cachorros e gatos devem ser expostos a uma ampla variedade de estímulos leves, incluindo ruídos, luzes, texturas de superfície e odores.

Um estudo descobriu que a exposição a ruídos como fogos de artifício, motores, aspiradores de pó e vozes altas antes dos 6 meses de idade pode minimizar a chance do pet desenvolver medo a estes ruídos na fase adulta.

 

Um passo inicial importante no tratamento de medos e fobias é o manejo do animal e do ambiente para diminuir ou prevenir a exposição até que ele tenha sido treinado a reconhecer e agir de forma natural a estes ruídos, ou seja, treinar o animal antes das festividades que tenham fogos de artifício.

Além disso, existem algumas técnicas que podem ser usadas para minimizar o estresse dos animais companhia neste período:

 

  • A dessensibilização é uma técnica de exposição gradual, em que, no caso de fogos de artifício, fazemos o pet escutar gravações com o ruído dos fogos, a uma certa distância e com volume reduzido, de forma que o animal permaneça tranquilo. Gradualmente o volume deve ser aumentado, desta forma o pet acabará se acostumando com aquele ruído. Se, durante a dessensibilização o pet demonstrar comportamentos como medo, tentativas de fuga, agressividade, deve-se distraí-lo e acalmá-lo para tentar reiniciar o processo.
  • O contra condicionamento é uma técnica que envolve uso de recompensas em situações desagradáveis para o pet. No caso dos ruídos de fogos, deve-se recompensar o pet no momento da exposição ao ruído, para que o cão ou gato associe os ruídos de fogos a algo positivo. As recompensas podem ser brincadeiras com o pet, no entanto, a recompensa que produz maior interesse é o uso de comidas e petiscos.

 

Portanto, a dessensibilização e o contra condicionamento podem ser feitos paralelamente e devem ser feitos de maneira consistente e repetida, até que o pet demonstre tranquilidade e relaxamento quando escuta o barulho dos fogos.