A raiva em cães e gatos é uma doença viral grave, altamente letal e que também pode ser transmitida para humanos. Mesmo com o avanço da vacinação antirrábica no Brasil, a doença ainda representa risco, principalmente devido à circulação do vírus em animais silvestres, como morcegos.

 

Por isso, manter a vacinação anual de cães e gatos em dia continua sendo uma das medidas mais importantes para proteger os pets, a família e a saúde pública.

Neste conteúdo, você vai entender o que é a raiva, como ocorre a transmissão, quais são os sintomas mais comuns e por que a vacina antirrábica é indispensável para cães e gatos.

O que é a raiva em cães e gatos?

A raiva é uma doença infecciosa causada por um vírus que afeta o sistema nervoso central dos mamíferos. A enfermidade pode atingir cães, gatos, bovinos, animais silvestres e humanos.

A transmissão da raiva acontece principalmente pelo contato com a saliva de um animal infectado, geralmente por:

 

  • Mordidas;
  • Arranhões;
  • Lambidas em feridas abertas ou mucosas.

 

Embora muitas pessoas associem a doença apenas a cães de rua, animais que vivem dentro de casa também podem ser expostos ao vírus da raiva. Um exemplo comum é o contato com morcegos infectados que entram em residências, quintais ou áreas urbanas.

Como a raiva é transmitida?

A principal forma de transmissão da raiva em cães e gatos é por meio da saliva contaminada de animais infectados.

Entre os principais transmissores da doença estão:

 

  • Morcegos;
  • Cães infectados;
  • Gatos infectados;
  • Animais silvestres contaminados.

 

No Brasil, os morcegos têm papel importante na manutenção do vírus da raiva em áreas urbanas e rurais. Por isso, qualquer contato do pet com morcegos deve ser considerado um sinal de alerta.

Sintomas da raiva em cães e gatos

Os sintomas da raiva podem variar, mas geralmente estão relacionados ao comprometimento neurológico progressivo.

Os sinais mais comuns da raiva em cães e gatos incluem:

 

  • Mudança repentina de comportamento;
  • Agressividade incomum ou apatia;
  • Salivação excessiva;
  • Dificuldade para engolir;
  • Sensibilidade exagerada à luz e aos sons;
  • Paralisia progressiva;
  • Falta de coordenação motora.

 

Em muitos casos, os sintomas da raiva evoluem rapidamente.

A raiva tem cura?

Não. A raiva não tem cura após o surgimento dos sintomas clínicos.

A doença apresenta taxa de mortalidade próxima de 100% em animais e humanos. Por isso, a prevenção é considerada a principal forma de combate à raiva.

Vacina antirrábica: a principal forma de prevenção

A vacinação antirrábica é a maneira mais eficaz de prevenir a raiva em cães e gatos.

A recomendação é que cães e gatos saudáveis sejam vacinados anualmente contra a raiva, a partir dos 3 meses de idade, seguindo a orientação do médico-veterinário.

Além de proteger individualmente o pet, a vacina ajuda a reduzir a circulação do vírus no ambiente urbano, contribuindo diretamente para a saúde coletiva.

Por que a vacinação anual é tão importante?

A vacinação anual contra a raiva:

 

  • Protege cães e gatos contra uma doença fatal;
  • Reduz o risco de transmissão para humanos;
  • Ajuda no controle epidemiológico da doença;
  • Contribui para campanhas de saúde pública;
  • Mantém a proteção do animal ao longo da vida.

 

Mesmo pets que vivem dentro de casa devem receber a vacina antirrábica anualmente.

Campanha de vacinação antirrábica gratuita

Todos os anos, cidades brasileiras realizam a Campanha Nacional de Vacinação Antirrábica para cães e gatos.

As campanhas gratuitas de vacinação contra a raiva são promovidas por prefeituras e Secretarias de Saúde em diferentes regiões do Brasil.

Além dos mutirões anuais, muitos municípios também oferecem vacinação em postos fixos durante o ano todo.

Como participar da campanha de vacinação antirrábica?

Para vacinar seu pet gratuitamente:

 

  • Acompanhe os canais oficiais da prefeitura da sua cidade;
  • Consulte o calendário da vacinação antirrábica;
  • Leve cães com coleira e guia;
  • Transporte gatos em caixas adequadas;
  • Vacine apenas animais saudáveis.

 

As vacinas utilizadas nas campanhas públicas são regulamentadas e seguras para cães e gatos.

Cuidados importantes para prevenir a raiva

Além da vacinação anual, alguns cuidados ajudam a reduzir o risco de exposição ao vírus:

 

  • Evite contato do pet com morcegos;
  • Não permita acesso livre à rua;
  • Supervisione passeios e ambientes externos;
  • Procure orientação veterinária após brigas entre animais;
  • Nunca toque em morcegos encontrados caídos ou com comportamento estranho.

 

Caso encontre um morcego suspeito, acione imediatamente a vigilância ambiental ou os órgãos responsáveis da sua cidade.

O que fazer em caso de mordida ou suspeita de raiva?

Em situações de mordida ou contato suspeito com um animal possivelmente infectado:

 

  1. Lave imediatamente o local com água corrente e sabão;
  2. Procure atendimento médico rapidamente;
  3. Informe se o animal é conhecido e vacinado;
  4. Procure orientação veterinária para avaliação do pet.

 

Quando o animal agressor é conhecido, ele pode permanecer em observação veterinária por até 10 dias.

Já em casos de suspeita de raiva em cães ou gatos, a orientação é procurar assistência veterinária e comunicar os serviços públicos de saúde.

Vacinar é proteger seu pet, sua família e toda a comunidade

A raiva é uma doença grave, silenciosa e fatal, mas pode ser prevenida com medidas simples, principalmente com a vacinação anual de cães e gatos.

Manter a carteirinha de vacinação atualizada é um ato de cuidado, responsabilidade e proteção coletiva.

A prevenção continua sendo a melhor forma de garantir mais segurança para os pets, responsáveis e toda a comunidade.

A leishmaniose canina é uma doença séria transmitida pela picada do mosquito-palha e que continua avançando pelo Brasil. Diante desse cenário, um grupo de especialistas de referência internacional lançou as novas diretrizes da América Latina de prevenção, trazendo orientações atualizadas sobre o que realmente funciona no dia a dia para proteger seu cão.

Se você é tutor, este conteúdo vai explicar de forma simples e clara o que dizem os especialistas e como aplicar essas recomendações na rotina do seu pet.

 

Por que essas novas diretrizes são importantes?

As novas recomendações foram desenvolvidas por médicos-veterinários e pesquisadores com ampla experiência em leishmaniose. Eles analisaram estudos clínicos, evidências recentes e dados de campo para que tutores e profissionais tenham acesso às melhores práticas de prevenção.

Em outras palavras: você passa a ter informações confiáveis sobre como proteger seu cão de forma contínua e eficaz.

 

Principais recomendações dos especialistas

As diretrizes reforçam alguns pilares fundamentais para a prevenção da leishmaniose. Veja os pontos mais importantes:

 

1. A prevenção deve ser contínua

O mosquito-palha pode estar presente em quintais, praças, áreas verdes e ambientes urbanos. Por isso, a orientação é garantir proteção o tempo todo, sem intervalos longos entre produtos ou aplicações.

 

2. Produtos com ação repelente e inseticida são essenciais

O documento destaca que a proteção mais eficaz combina dois mecanismos:

 

  • Repelir o mosquito-palha;
  • Eliminar o inseto que entrar em contato com o cão.

 

Essa estratégia reduz a chance de transmissão da doença.

 

3. Evidência científica faz diferença

Os especialistas reforçam que produtos com estudos de campo, realizados em condições reais da rotina dos cães, trazem mais segurança e previsibilidade na proteção.

 

4. Estratégias práticas e acessíveis

A prevenção deve ser fácil de aplicar na rotina da família, sem depender de múltiplas etapas complicadas para funcionar.

 

Por que Leevre é a escolha certa dentro dessas recomendações?

A coleira Leevre atende aos pilares reforçados nas diretrizes, oferecendo uma solução completa para a prevenção:

 

Repelência + ação inseticida

A coleira Leevre atua afastando o mosquito-palha e eliminando o inseto que entrar em contato com o cão. Essa dupla ação está totalmente alinhada às estratégias recomendadas pelos especialistas.

 

Proteção de verdade exige evidência

Quando o assunto é leishmaniose, prevenir não pode ser só promessa: precisa ter evidência real.

A eficácia da Leevre foi avaliada também em condições reais, reforçando seu desempenho no dia a dia dos cães.

Leevre oferece exatamente isso: ação repelente + inseticida, eficácia comprovada e proteção prolongada.

 

Duração da proteção (conforme parasita):

  • Pulgas: até 9 meses
  • Carrapatos: até 6 meses
  • Flebotomíneos (mosquito-palha): até 6 meses

 

No contexto da leishmaniose, o ponto essencial é a ação repelente + inseticida por até 6 meses, garantindo prevenção contínua por meio ano.

 

O que isso significa para você e seu pet?

A nova orientação dos especialistas reforça um ponto central: a prevenção é a melhor estratégia para proteger seu cão da leishmaniose.

Quando você escolhe produtos com eficácia comprovada, dupla ação e duração consistente, aumenta significativamente a segurança do seu pet — especialmente se ele vive em áreas de risco.

Além disso, entender essas recomendações permite que você tome decisões mais conscientes e alinhadas ao que há de mais atualizado na medicina veterinária.

 

Proteger seu cão da leishmaniose é um compromisso diário — e agora você tem orientações claras e embasadas para fazer isso da maneira mais eficaz.

As novas diretrizes reforçam práticas que realmente funcionam e que podem ser aplicadas de forma prática na rotina.

Com prevenção contínua, produtos adequados como a coleira Leevre e informação confiável, seu cão vive mais seguro — e você vive mais tranquilo.

Leevre: coleira com múltiplas camadas de proteção

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A leishmaniose é uma doença grave que afeta milhares de cães no Brasil. Causada por um parasita transmitido pela picada do mosquito-palha, ela pode trazer consequências devastadoras se não for prevenida. Por isso, a proteção do seu cão contra a leishmaniose é essencial, e uma das melhores maneiras de fazer isso é utilizando a coleira Leevre da Ourofino.

 

O que é a Leishmaniose Canina? 

A leishmaniose é uma doença parasitária, causada por protozoários do gênero Leishmania, que atinge principalmente os cães, mas também pode afetar os seres humanos. O parasita é transmitido pelo mosquito-palha, também conhecido por birigui, que está presente em diversas regiões do país, inclusive em áreas urbanas. A doença é silenciosa e pode levar meses ou até anos para manifestar os sintomas, o que torna a prevenção ainda mais importante.

Essa doença pode causar sintomas como perda de peso, lesões de pele, crescimento anormal das unhas, apatia e problemas renais.

 

Como prevenir a leishmaniose em cães? 

A prevenção é a chave para proteger seu cão da leishmaniose. A principal estratégia de prevenção envolve a manutenção de um ambiente saudável, o controle desse inseto e a proteção direta dos animais. Aqui estão algumas dicas essenciais:

 

1.Use a coleira Leevre da Ourofino 

A coleira Leevre é uma das melhores formas de proteger seu cão contra a picada do mosquito-palha. Ela oferece uma barreira eficaz, liberando substâncias repelentes que mantêm o mosquito longe do seu pet.

 

Com ação prolongada, após aberta e colocada no pet, contamos os meses de proteção, sendo 6 meses para carrapatos e vetor transmissor da Leishmaniose e 9 meses para pulgas.

Sendo segura para o uso contínuo, proporcionando proteção durante todo o período de risco.

 

2. Mantenha o ambiente limpo 

O mosquito-palha se reproduz em locais úmidos e com matéria orgânica em decomposição. Mantenha o quintal e áreas ao redor da casa limpos, sem acúmulo de folhas, lixo ou fezes de animais.

 

3. Evite passeios ao anoitecer 

O mosquito-palha tem maior atividade ao entardecer e à noite. Evite levar seu cão para passear nesses horários ou em áreas com vegetação densa, onde os mosquitos podem estar presentes.

 

4. Use telas e repelentes 

Instale telas de proteção nas janelas e portas, especialmente nos locais onde o seu cão costuma dormir. Em áreas endêmicas repelentes ambientais também podem ser usados para afastar os mosquitos da casa.

 

Coleira Leevre da Ourofino 

Além de ser prática e fácil de usar, ela oferece os seguintes benefícios:

 

  • Proteção prolongada: Até 6 meses de ação contra o mosquito-palha, garantindo uma prevenção contínua.
  • Segura e eficaz: A coleira Leevre é segura para cães de diferentes portes e idades, desde que com mais de 10 meses ou 5kg.
  • Ação repelente: Repele e elimina o flebótomo, ao afastar o mosquito-palha e reduz significativamente o risco de picadas.

 

A leishmaniose é uma doença que exige atenção e cuidados preventivos constantes. Proteja seu cão de maneira eficaz, não deixe para depois, invista na saúde e bem-estar do seu pet e garanta que ele esteja protegido contra a leishmaniose.

 

Lembre-se, a prevenção é o melhor remédio! Proteja seu amigo de quatro patas e curta cada momento ao lado dele, com a tranquilidade de que ele está seguro.

Para saber mais sobre a coleira Leevre e outros produtos de proteção, visite o site da www.livredapicada.com.br

Ao envelhecerem, muitos pets enfrentam desafios de saúde, e um dos problemas mais comuns é a osteoartrose, também conhecida como artrose.

Assim como em humanos, essa condição afeta as articulações, causando dor e desconforto. Neste blog, vamos falar sobre a osteoartrose em cães e gatos, seus sintomas, causas e como cuidar dos pets com essa condição.

 

O que é Osteoartrose em Pets?

A osteoartrose é uma doença degenerativa das articulações que afeta principalmente cães e gatos mais velhos.

Ela se manifesta quando a cartilagem que cobre as pontas dos ossos nas juntas começa a se deteriorar, provocando: dor, inflamação e restrição de movimentos.

Essa condição pode afetar várias articulações, como quadris, joelhos, cotovelos e coluna vertebral.

 

Sintomas da Osteoartrose em Pets

Os sintomas da osteoartrose em pets podem variar de acordo com a gravidade da doença e a articulação afetada. Alguns dos sinais mais comuns incluem:

 

1.      Claudicação ou manqueira:

Animais com osteoartrose muitas vezes exibem claudicação, o que significa que coxeiam ou mancam ao caminhar. Isso ocorre devido à dor nas articulações afetadas.

 

2.      Rigidez ao se levantar ou se movimentar:

Os pets podem mostrar rigidez ao se levantarem após períodos de descanso ou podem ter dificuldade em se movimentar normalmente.

 

3.      Inchaço nas articulações:

Articulações afetadas podem ficar inchadas devido à inflamação associada à osteoartrose.

 

4.      Mudanças no comportamento:

Os pets que sofrem com dores articulares podem demonstrar irritação, resistência para brincar ou se locomover, e até mesmo alterações nos padrões de alimentação.

Ao estar ciente dos sinais, agir precocemente e adotar medidas para melhorar a qualidade de vida do seu animal de estimação, você pode garantir que eles continuem a desfrutar de uma vida feliz e saudável, mesmo com essa condição.

 

Causas da Osteoartrose em Pets

A osteoartrose em pets pode ser causada por diversos fatores. As principais causas são:

 

Envelhecimento

Assim como em humanos, o envelhecimento é um fator de risco significativo para o desenvolvimento da osteoartrose em pets. O desgaste natural das articulações ao longo do tempo contribui para a deterioração da cartilagem.

 

Obesidade

O excesso de peso coloca uma pressão adicional nas articulações, aumentando o risco de desenvolvimento de osteoartrose. Manter um peso saudável é crucial para a saúde articular.

 

Lesões articulares

Lesões prévias, como fraturas articulares ou luxações, podem predispor os pets à osteoartrose mais tarde na vida.

 

Predisposição genética

Algumas raças de cães e gatos têm uma predisposição genética para desenvolver osteoartrose. Raças grandes, como Labradores e Pastores Alemães, são mais suscetíveis.

Como tratar Osteoartrose em pets?

Um diagnóstico precoce é essencial para gerenciar eficazmente a osteoartrose. Se você observar sinais de claudicação persistente ou mudanças no comportamento do seu pet, consulte um veterinário para avaliação.

Para auxiliá-lo mantenha um peso saudável, isso é crucial para animais com osteoartrose. A perda de peso pode reduzir a pressão sobre as articulações afetadas, aliviando a dor e melhorando a mobilidade.

 

Atividades físicas de baixo impacto, como natação, podem ser benéficas para animais com osteoartrose. Elas ajudam a manter a flexibilidade e fortalecer os músculos ao redor das articulações.

Suplementos como condroitina e glucosamina presentes no Condromax Pet, podem ajudar a manter a saúde das articulações e reduzir os sintomas da osteoartrose.

 

Ofereça camas macias e confortáveis para seus pets, especialmente aqueles com osteoartrose. Isso reduzirá a pressão sobre as articulações durante o descanso.

O tratamento pode envolver medicamentos anti-inflamatórios, analgésicos, suplementos como o Ativi, que é à base de colágeno não desnaturado, em determinados casos, fisioterapia.

 

Consulte sempre um veterinário para obter o diagnóstico correto e assim você tutor receberá a orientações específicas para o seu pet.

Acompanhe mais informações como essas no Instagram da @ourofinopet e dê sempre o melhor ao seu Pet

A Cinomose é uma doença infecciosa e altamente contagiosa e pode se espalhar rapidamente entre os cães. Ela afeta cães de todas ás idades, raça ou porte em qualquer fase de vida e também os canídeos silvestres, mustelídeos, entre outros.

A doença é muito conhecida por acometer principalmente os filhotes em fase de vacinação ou animais não vacinados. Ela pode se manifestar de duas maneiras, neurológica, sistêmica ou em combinação em em conjuntas em um mesmo animal, debilitando o sistema imunológico podendo levar a morte.

 

Por se tratar de um vírus a transmissão acontece através do ar, porem o vírus permanecem por um curto período em superfícies, podendo ser transmitido por meio de brinquedos, bebedouros, comedouros, acessórios e ambientes frequentados por animais que estão positivos para Cinomose.

 

Sintomas da Cinomose

Os sintomas da Cinomose podem variar, mas geralmente incluem:

 

  • Diarreia;
  • Dificuldade locomotora;
  • Secreção ocular e nasal;
  • Fraqueza;
  • Diminuição do apetite;
  • Vômito;
  • Dificuldade respiratória.

 

Caso seu cão apresente qualquer sintoma, é importante levá-lo ao médico veterinário imediatamente para um diagnóstico preciso e tratamento adequado.

 

Como diagnosticar a Cinomose? 

A Cinomose pode ser diagnosticada por meio de testes específicos, como o teste Conclue Cinomose da Ourofino Pet. Esse teste permite a detecção qualitativa rápida de antígeno ou anticorpo em amostras de secreção nasal ou ocular em apenas 10 minutos.

 

Meu cão está positivo. Como trato o ambiente?

No caso de o seu cão estar positivo para a Cinomose, é importante tratar o ambiente para evitar a propagação do vírus. Uma opção é utilizar um desinfetante como o Herbalvet, que possui propriedades bactericidas, fungicidas, protozoaricidas e viricidas. Esse desinfetante é indicado para pisos, paredes, instrumentos cirúrgicos, canis, gatis e outros ambientes. Além disso, o Herbalvet é biodegradável e não corrosivo.

 

É fundamental seguir as orientações do médico veterinário para o tratamento adequado do seu cão e para garantir a desinfecção correta do ambiente.

A Febre Maculosa é uma doença grave que, no Brasil, pode ser causada por duas bactérias conhecidas como riquétsias, a Rickettsia rickettsii e a Rickettsia parkeri.

 

No Brasil, a transmissão das bactérias responsáveis pela Febre Maculosa ocorre principalmente através do carrapato-estrela, mas qualquer espécie de carrapato têm a capacidade de transportar essas bactérias, incluindo o carrapato do cachorro.

Os cães podem carregar carrapatos infectados soltos, que podem posteriormente aderir às pessoas. Isto nos traz um alerta importante para reforçarmos os cuidados contra estes parasitas.

 

A febre maculosa, em seres humanos, causa sintomas como: febre alta, dores de cabeça, dores musculares, inchaço e vermelhidão nas palmas das mãos e sola dos pés, entre outros sintomas menos específicos. Se não tratada, a Febre Maculosa pode levar a complicações e até mesmo à morte.

Sabendo disso, separamos algumas dicas essenciais para proteger seu pet e sua família, ajudando a garantir saúde e bem-estar.

 

1-   Manter o ambiente limpo:

 

  • Manter o pet longe de ambientes infestados por carrapatos;
  • Manter o ambiente em que o pet vive livre destes parasitas.

 

2-   Verifique seu pet regularmente:

 

  • Faça uma verificação minuciosa em seu animal regularmente para detectar qualquer sinal de carrapatos;
  • Examine áreas como orelhas, pescoço, patas, entre os dedos e na região genital;
  • Preste atenção a pequenos pontos pretos na pele do animal. Eles podem ser carrapatos;
  • Caso encontre algum, remova-o com cuidado usando uma pinça fina. Nunca esmague ou aperte o carrapato, pessoas podem ser infectadas através da remoção inadequada de carrapatos de seus cães.

 

3-   Mantenha seu pet longe de áreas infestadas:

Evite passear com seu cão em áreas conhecidas por serem infestadas por carrapatos. Isso inclui locais com vegetação alta, parques e praças sem cuidados, por exemplo.

 

4-   Utilize produtos carrapaticidas próprios para o seu cão:

A Ourofino Saúde Animal conta com o NEOPet, um carrapaticida que confere proteção contra carrapatos dos cães por um período de 30 dias.

 

NEOPet

 

Lembre-se, a prevenção é fundamental para proteger seu pet e sua família. Verifique regularmente e tome as medidas necessárias para manter seus animais seguros e saudáveis.

Esteja atento ao aparecimento dos sintomas e procure um médico veterinário para o diagnóstico e tratamento adequado.

 

Referência:

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/f/febre-maculosa. Acessado em 15 de junho de 2023.

SYKES, J.E. Chapter 218: Ehrlichiosis, Anaplasmosis, Rocky Mountain Spotted Fever, and Neorickettsiosis. In: E Ettinger, S.J.; Feldman, E.C. & Côté, E. Textbook of veterinary internal medicine: diseases of the dog and the cat. 2017.

Chegando o inverno, os dias mais frios do ano, naturalmente começamos a falar mais sobre doenças respiratórias. Assim como em humanos, os cães também sofrem mais no frio com doenças causadas por agentes que atacam o trato respiratório.

A Tosse dos Canis ou DRIC (Doença Respiratória Infecciosa Canina) é uma doença que pode ser causada por bactérias e/ou vírus. Os microorganismos mais presentes nessas infecções são: a bactéria Bordetella bronchiseptica e o vírus da parainfluenza canina.

 

Como é a transmissão?

Assim como a gripe humana, a Tosse dos canis é uma doença de transmissão muito fácil e rápida, podendo ocorrer pelo contato de:

 

  • Secreções nasais;
  • Saliva;
  • Pelo ar através de aerossóis (secreções) gerados pela própria tosse de animais doentes.

 

Uma vez que um animal foi infectado, a probabilidade dessa infecção se alastrar aos demais é muito alta. Os cães que vivem em alta aglomeração, normalmente em canis, ONG’s, hotéis para cães, tem maiores probabilidades de exposição a doença.

 

Quais os sintomas?

Os sintomas mais característicos dessa doença ocorrem quando o animal apresenta:

 

  • Febre;
  • Tosse seca;
  • Secreções nasais;
  • Indisposição do cãozinho para comer ou brincar;
  • Pneumonia em casos mais graves.

 

Esses sinais clínicos são comuns para algumas outras doenças, por isso é fundamental levar o cachorro ao médico veterinário assim que notar qualquer um desses sintomas.

 

É uma zoonose?

Sim, essa doença se trata de uma zoonose, ou seja, pode ser transmitida aos humanos.

A ocorrência dessa transmissão aos humanos ocorre em poucos casos e normalmente causa sinais clínicos brandos, porém, em pacientes de grupos com baixa imunidade, pode apresentar um risco maior de comprometer mais gravemente o sistema respiratório.

 

Tem cura?

Após levar seu cão ao médico veterinário e receber o diagnóstico confirmado para a doença, não se preocupe, há um tratamento muito eficaz. Normalmente é realizado a base de antibioticoterapia em associação com anti-inflamatórios.

Na Ourofino, temos dois produtos que são muito utilizados para tratar essa doença respiratória, que são: Doxifin, um antibiótico a base de Doxiciclina e o Prediderm, um anti-inflamatório a base de Prednisolona.

 

Siga aos cuidados e orientações do médico veterinário, isole seu cãozinho de outros animais até o final do tratamento e tudo ficará bem!

É comum ver os cães lambendo suas patas e outras áreas do corpo, quando fazem isso estão normalmente se higienizando.

Por outro lado, se a prática for realizada sempre no mesmo local, como a pata por exemplo e com grande frequência. Precisamos ligar o sinal de alerta, e entender o que pode estar acontecendo de errado.

Confira abaixo como identificar a lambedura do seu cachorro nas patas.

 

Após o passeio meu cão está se lambendo o que pode ser?

Caso você perceba que logo após o passeio seu pet esteja lambendo as patas isso pode significar um incomodo.

Isso pode ocorrer por conta de queimadura, devido à alta temperatura do chão ou asfalto, e uma sensação desagradável pode estar presente.

Os coxins, ou “almofadas das patas”, podem se queimar assim como nós humanos queimamos os pés quando o chão está muito quente.

 

A forma mais fácil de evitar esse problema é: sair com o pet para passear em horários com menos sol, escolha horários mais frescos, como o início do dia e no final de tarde.

Mas antes de iniciar a atividade é bom verificar a temperatura do solo, se você aguentar mais de 5 segundos encostando a mão no chão, sem incômodos pronto, pode seguir o passeio, caso contrário, vá em outro horário, ou conte com o apoio de sapatinhos para o pet.

 

O ato de lamber está vindo com mordidinhas?

Atenção aos parasitas, quando o incomodo é maior e além de lamber as patas seu cãozinho está dando mordiscadas podemos imaginar que essa região está machucada.

Geralmente indicativo de presença de carrapatos, pulgas ou até mesmo ácaros.

 

Além dos parasitas seu pet pode ter se machucado em algum passeio, cortando a pata, com algum pequeno caco de vidro, ou objeto pontiagudo e isso pode estar causando dor, por isso o ato de se morder.

Portanto indicamos que examine a pele da pata e se encontrar algum parasita, leve-o ao médico veterinário, assim seu pet será avaliado e contará com o tratamento específico, como a coleira Leevre e o NEOPet, para proteger seu melhor amigo.

Mas, pode ser alergia?

Pode sim, alergias de contato podem ocorrer e deixar a área das patas com maior sensibilidade provocando a coceira, e por isso eles acabam lambendo as patas.

Alergia a produtos químicos, ou a alguns tipos de gramas ou pólens podem ocorrer, por isso preste atenção as atitudes do seu pet durante e logo após o passeio.

 

Novamente a pessoa mais indicada para avaliar qual o tipo de alergia seu animalzinho pode ter é o médico veterinário, afinal respostas imunológicas mais intensas podem acontecer e ele indicará o efetivo controle desses possíveis alérgenos, com testes.

 

Cães também ficam ansiosos e estressados!

Sim, seu cão pode ter alguma alteração de comportamento.

Caso ele esteja ficando muito tempo sozinho, se exercite pouco, não receba atenção e não tenha brinquedos para se distrair, ele pode ser um forte candidato a ansiedade e estresse.

 

Afinal, os pets também se sentem solitários e deprimidos, e ficam mais predispostos a desenvolver esse costume, de lamber as patas, como forma de liberar as sensações de estresse e ansiedade.

A saúde mental do animal é tão importante quanto a física, e você pode contar com suplementações que colaborem para o bem-estar e a manutenção do estado de tranquilidade do seu cão, como o Seren.

 

Ofereça um banho reconfortante

A sujidade também pode causar desconforto, e como já dissemos os cães se lambém para se higienizar.

Portanto, como essa parte do corpo fica em contato direto com resíduos a sujeira é a causa mais simples de ser tratada em casa.

Com um bom banho, e análise das patinhas é possível avaliar a situação antes da visita periódica ao veterinário para fazer o check-up e enquanto isso, evite que ele lamba as patas, chame atenção, brinque, tire o foco, tudo ajuda!

 

Cuidado com as patas dos cães!

  • Cortar as unhas, dar banhos e usar hidratantes, pensando na pele e na pata são sempre uma boa ideia.
  • Mantenha o animal protegido contra ectoparasitas (carrapatos, pulgas e ácaros).
  • Verifique se o local de passeio é limpo e sem materiais perfurocortantes, como cacos de vidros, farpas e pedras.
  • Não passeie com seu pet em um solo quando ele estiver quente, se você não consegue suportar andar descalço, ele também não.
  • Use produtos desinfetantes próprios para pets no piso.
  • Cuide da lambedura das patas e evite que elas fiquem úmidas, pois isso pode facilitar o aparecimento de fungos.

 

Acompanhe o Blog Ourofino Pet para mais dicas e curiosidades como essas.

A Malassezia é um fungo encontrado nos tecidos dos animais e não costuma causar problemas.

A levedura lipofílica não lipodependente está presente em condutos auditivos, pele interdigital, regiões vaginais e anais. Em situações oportunistas, ela pode causar desequilíbrios.

 

Uma multiplicação em excesso combinada a baixa imunidade favorece otites e dermatites (lesões de pele) em cães e gatos.

Portanto, quando comparados a animais sadios, os animais com dermatite e otite tem um aumento na densidade populacional da levedura na pele.

O papel patogênico da Malassezia na lesão está relacionado não apenas à imunidade do hospedeiro, mas também a fatores de virulência do fungo.

 

Condições como dermatite seborreica, atopia, infestações parasitárias, alergias alimentares, diabetes canina, vírus da imunodeficiência felina e o uso prolongado de antibióticos relacionados a corticoides, podem causar supercrescimento da levedura, geralmente resultando no desenvolvimento de lesões.

Salientamos que estas podem apresentar reações exacerbadas de hipersensibilidade a alérgenos do fungo.

 

Sintomas de Malasseziose canina na pele

Essa manifestação patogênica, traz sintomas muito característicos da Malasseziose, na pele como:

 

  • Coceira
  • Vermelhidão
  • Seborreia seca ou oleosa (caspa)
  • Áreas sem pelo
  • Aspecto de pele mais grosseiro
  • Odor corporal característico de fungo

 

Portanto, é importante destacar que as áreas mais vulneráveis são ao redor do abdômen, tórax, rosto, região inferior do pescoço, axilas e entre os dedos.

O diagnóstico diferencial de doenças como DAPP (Dermatite Alérgica a Picada de Pulga) faz toda a diferença para um tratamento eficaz.

 

Sintomas de Malasseziose canina no ouvido

Já quando falamos da Otite, os sinais podem ser mais parecidos com:

 

  • Coceira
  • Vermelhidão
  • Cerúmen castanho, abundante e espesso
  • Odor de ranço

Tratamento da Malassezia em cães

Além dos sinais clínicos que são bastante evidentes quando se trata de um fungo, a citologia e a cultura fúngica também são utilizadas pelo médico veterinário para um tratamento mais adequado.

Como vimos, a malasseziose canina é uma dermatopatia bastante comum na rotina clínica de pequenos animais.

 

Ela está associada a mudanças no microclima, como pH, umidade, temperatura e microbiota. Além disso, há a perturbação das barreiras físicas, químicas e imunológicas do hospedeiro. Isso favorece a proliferação da levedura Malassezia pachydermatis, que se torna um patógeno oportunista.

 

Raças com predisposição para Malassezia

Além disso, dobras na pele, doenças endócrinas, distúrbios de queratinização, disfunção imunológica e predisposição genética.

Cocker Spaniel, Shih Tzu, West Terrier, Basset Hound, Poodle, Boxer, Terrier Australiano, Pastor Alemão e Dachshund são raças susceptíveis à dermatite por Malassezia. Isso sugere que há um componente genético na doença.

 

O tratamento existe, e é feito com uma combinação de antifúngicos tópicos ou sistêmicos, muitas vezes associado a antibióticos e um corticoide.

Após a finalização do tratamento, convencionalmente indica-se uma nova citologia para verificação de um resultado negativo.

 

Existem muitas opções de tratamento alternativo. Uma delas é evitar a resistência microbiana e reduzir os efeitos dos tratamentos, como a terapia de dessensibilização da levedura.

Além de auxiliarmos com suplementos que ajudam a aumentar a imunidade dos animais, para aqueles que tenham uma predisposição.

 

O melhor tratamento? A prevenção!

Dê banhos regulares lembrando de secar bem os pelos e principalmente as dobrinhas e áreas como axilas e ouvidos.

 

  • Cuide das orelhas do seu cãozinho.
  • Evite que caia água no banho.
  • Evite que o cerume e sujeira fiquem acumulados.
  • Faça a limpeza adequada.

 

Evite contato com animais contaminados com a Malasseziose, assim seu pet terá menos chance de desenvolver a doença.

Aqui na Ourofino temos um Guia de limpeza dos ouvidos, clique aqui e baixe, é gratuito!

Mantenha a saúde do pet em dia, e qualquer sinal clínico, ou de recidiva, retorne ao médico veterinário.

 

Quer saber mais sobre Malasseziose Canina?  Acompanhe o Podcast Amigo Pet.

Não são somente as pessoas que sofrem com infecções do trato urinário (ITU), este tipo de problema também pode afetar os cães e gatos e são muito comuns. O sistema urinário é composto por diversas estruturas e órgãos como, por exemplo, a uretra, a bexiga e os rins.

 

Geralmente as infecções que atingem o trato urinário são causadas por bactérias, mas outros microrganismos como fungos e vírus também podem estar envolvidos na causa deste problema. Estes microrganismos podem infectar um ou mais componentes do trato urinário. De acordo com a região afetada a infecção urinária recebe diferentes nomes técnicos sendo:

 

  • uretrite: infecção da uretra;
  • cistite: infeção da bexiga;
  • nefrite ou pielonefrite: infecção nos rins.

 

As fêmeas no geral são mais afetadas que os machos. Alguns fatores predispõem o aparecimento das infecções urinárias, como doenças concomitantes (diabetes, por exemplo), idade avançada, presença de cálculos (“pedras”), baixa ingestão de água, sedentarismo e dieta desbalanceada.

 

Os cães e gatos com infecção do trato urinário podem ou não apresentar sintomas. É sempre importante que o tutor esteja atento a qualquer anormalidade nos hábitos de urinar do pet bem como em seu comportamento. De maneira geral, os animais afetados comumente sentem dor, mas não conseguem avisar o que está acontecendo. Os sintomas apresentados vão variar de acordo com a gravidade da infecção, sendo os sintomas mais comuns aumento na frequência de urinar, alteração no volume da urina (aumento ou diminuição), sede excessiva, dificuldade para urinar, incontinência urinária, odor diferente da urina, presença de sangue, perda de apetite, abatimento e febre.

 

Quanto mais rápido a infecção for descoberta melhor será o resultado do tratamento e menor será o tempo de recuperação. Não tratar ou tratar inadequadamente as infecções do trato urinário pode trazer complicações graves para a saúde dos animais de estimação.

 

Cabe ao médico-veterinário diagnosticar a presença de infecção no trato urinário. O diagnóstico é feito através da avaliação do pet e da realização de exames complementares. Um exame muito importante para identificação de anormalidades no sistema urinário é a análise da urina (urinálise). Através dele é possível verificar se existem alterações em diversas características da urina como cor, densidade, presença de sangue, células ou outras substâncias e estruturas. Com o uso do microscópio também é possível visualizar e diferenciar células e microrganismos (bactérias e/ou fungos).

 

O médico-veterinário também pode solicitar a realização da cultura urinária. Por meio desta técnica é possível identificar qual agente infeccioso está causando o problema e instituir o tratamento mais adequado. Nos casos em que há a suspeita da presença de cálculos no trato urinário é necessária a realização de ultrassonografia e/ou radiografia.

 

Como na maioria das vezes as bactérias são os agentes causadores deste tipo de infecção, o tratamento é feito com a administração de antibióticos. Além dos antibióticos o profissional também poderá prescrever a administração de medicamentos para controle da dor e recomendar uma dieta específica com o objetivo de melhorar as condições do sistema urinário. No caso de pets com tendência à formação de cálculos, o médico-veterinário pode instituir uma dieta especial para reduzir a formação destas estruturas.

 

Para evitar que os pets não sofram com estas infecções é importante deixar que eles urinem frequentemente e que tenham acesso irrestrito a água limpa e fresca.

Ao observar que seu melhor amigo está fazendo muito ou pouco xixi ou que a urina está com odor ou coloração diferente é importante levá-lo ao médico-veterinário.