A raiva em cães e gatos é uma doença viral grave, altamente letal e que também pode ser transmitida para humanos. Mesmo com o avanço da vacinação antirrábica no Brasil, a doença ainda representa risco, principalmente devido à circulação do vírus em animais silvestres, como morcegos.

 

Por isso, manter a vacinação anual de cães e gatos em dia continua sendo uma das medidas mais importantes para proteger os pets, a família e a saúde pública.

Neste conteúdo, você vai entender o que é a raiva, como ocorre a transmissão, quais são os sintomas mais comuns e por que a vacina antirrábica é indispensável para cães e gatos.

O que é a raiva em cães e gatos?

A raiva é uma doença infecciosa causada por um vírus que afeta o sistema nervoso central dos mamíferos. A enfermidade pode atingir cães, gatos, bovinos, animais silvestres e humanos.

A transmissão da raiva acontece principalmente pelo contato com a saliva de um animal infectado, geralmente por:

 

  • Mordidas;
  • Arranhões;
  • Lambidas em feridas abertas ou mucosas.

 

Embora muitas pessoas associem a doença apenas a cães de rua, animais que vivem dentro de casa também podem ser expostos ao vírus da raiva. Um exemplo comum é o contato com morcegos infectados que entram em residências, quintais ou áreas urbanas.

Como a raiva é transmitida?

A principal forma de transmissão da raiva em cães e gatos é por meio da saliva contaminada de animais infectados.

Entre os principais transmissores da doença estão:

 

  • Morcegos;
  • Cães infectados;
  • Gatos infectados;
  • Animais silvestres contaminados.

 

No Brasil, os morcegos têm papel importante na manutenção do vírus da raiva em áreas urbanas e rurais. Por isso, qualquer contato do pet com morcegos deve ser considerado um sinal de alerta.

Sintomas da raiva em cães e gatos

Os sintomas da raiva podem variar, mas geralmente estão relacionados ao comprometimento neurológico progressivo.

Os sinais mais comuns da raiva em cães e gatos incluem:

 

  • Mudança repentina de comportamento;
  • Agressividade incomum ou apatia;
  • Salivação excessiva;
  • Dificuldade para engolir;
  • Sensibilidade exagerada à luz e aos sons;
  • Paralisia progressiva;
  • Falta de coordenação motora.

 

Em muitos casos, os sintomas da raiva evoluem rapidamente.

A raiva tem cura?

Não. A raiva não tem cura após o surgimento dos sintomas clínicos.

A doença apresenta taxa de mortalidade próxima de 100% em animais e humanos. Por isso, a prevenção é considerada a principal forma de combate à raiva.

Vacina antirrábica: a principal forma de prevenção

A vacinação antirrábica é a maneira mais eficaz de prevenir a raiva em cães e gatos.

A recomendação é que cães e gatos saudáveis sejam vacinados anualmente contra a raiva, a partir dos 3 meses de idade, seguindo a orientação do médico-veterinário.

Além de proteger individualmente o pet, a vacina ajuda a reduzir a circulação do vírus no ambiente urbano, contribuindo diretamente para a saúde coletiva.

Por que a vacinação anual é tão importante?

A vacinação anual contra a raiva:

 

  • Protege cães e gatos contra uma doença fatal;
  • Reduz o risco de transmissão para humanos;
  • Ajuda no controle epidemiológico da doença;
  • Contribui para campanhas de saúde pública;
  • Mantém a proteção do animal ao longo da vida.

 

Mesmo pets que vivem dentro de casa devem receber a vacina antirrábica anualmente.

Campanha de vacinação antirrábica gratuita

Todos os anos, cidades brasileiras realizam a Campanha Nacional de Vacinação Antirrábica para cães e gatos.

As campanhas gratuitas de vacinação contra a raiva são promovidas por prefeituras e Secretarias de Saúde em diferentes regiões do Brasil.

Além dos mutirões anuais, muitos municípios também oferecem vacinação em postos fixos durante o ano todo.

Como participar da campanha de vacinação antirrábica?

Para vacinar seu pet gratuitamente:

 

  • Acompanhe os canais oficiais da prefeitura da sua cidade;
  • Consulte o calendário da vacinação antirrábica;
  • Leve cães com coleira e guia;
  • Transporte gatos em caixas adequadas;
  • Vacine apenas animais saudáveis.

 

As vacinas utilizadas nas campanhas públicas são regulamentadas e seguras para cães e gatos.

Cuidados importantes para prevenir a raiva

Além da vacinação anual, alguns cuidados ajudam a reduzir o risco de exposição ao vírus:

 

  • Evite contato do pet com morcegos;
  • Não permita acesso livre à rua;
  • Supervisione passeios e ambientes externos;
  • Procure orientação veterinária após brigas entre animais;
  • Nunca toque em morcegos encontrados caídos ou com comportamento estranho.

 

Caso encontre um morcego suspeito, acione imediatamente a vigilância ambiental ou os órgãos responsáveis da sua cidade.

O que fazer em caso de mordida ou suspeita de raiva?

Em situações de mordida ou contato suspeito com um animal possivelmente infectado:

 

  1. Lave imediatamente o local com água corrente e sabão;
  2. Procure atendimento médico rapidamente;
  3. Informe se o animal é conhecido e vacinado;
  4. Procure orientação veterinária para avaliação do pet.

 

Quando o animal agressor é conhecido, ele pode permanecer em observação veterinária por até 10 dias.

Já em casos de suspeita de raiva em cães ou gatos, a orientação é procurar assistência veterinária e comunicar os serviços públicos de saúde.

Vacinar é proteger seu pet, sua família e toda a comunidade

A raiva é uma doença grave, silenciosa e fatal, mas pode ser prevenida com medidas simples, principalmente com a vacinação anual de cães e gatos.

Manter a carteirinha de vacinação atualizada é um ato de cuidado, responsabilidade e proteção coletiva.

A prevenção continua sendo a melhor forma de garantir mais segurança para os pets, responsáveis e toda a comunidade.

Não são somente as pessoas que sofrem com infecções do trato urinário (ITU), este tipo de problema também pode afetar os cães e gatos e são muito comuns. O sistema urinário é composto por diversas estruturas e órgãos como, por exemplo, a uretra, a bexiga e os rins.

 

Geralmente as infecções que atingem o trato urinário são causadas por bactérias, mas outros microrganismos como fungos e vírus também podem estar envolvidos na causa deste problema. Estes microrganismos podem infectar um ou mais componentes do trato urinário. De acordo com a região afetada a infecção urinária recebe diferentes nomes técnicos sendo:

 

  • uretrite: infecção da uretra;
  • cistite: infeção da bexiga;
  • nefrite ou pielonefrite: infecção nos rins.

 

As fêmeas no geral são mais afetadas que os machos. Alguns fatores predispõem o aparecimento das infecções urinárias, como doenças concomitantes (diabetes, por exemplo), idade avançada, presença de cálculos (“pedras”), baixa ingestão de água, sedentarismo e dieta desbalanceada.

 

Os cães e gatos com infecção do trato urinário podem ou não apresentar sintomas. É sempre importante que o tutor esteja atento a qualquer anormalidade nos hábitos de urinar do pet bem como em seu comportamento. De maneira geral, os animais afetados comumente sentem dor, mas não conseguem avisar o que está acontecendo. Os sintomas apresentados vão variar de acordo com a gravidade da infecção, sendo os sintomas mais comuns aumento na frequência de urinar, alteração no volume da urina (aumento ou diminuição), sede excessiva, dificuldade para urinar, incontinência urinária, odor diferente da urina, presença de sangue, perda de apetite, abatimento e febre.

 

Quanto mais rápido a infecção for descoberta melhor será o resultado do tratamento e menor será o tempo de recuperação. Não tratar ou tratar inadequadamente as infecções do trato urinário pode trazer complicações graves para a saúde dos animais de estimação.

 

Cabe ao médico-veterinário diagnosticar a presença de infecção no trato urinário. O diagnóstico é feito através da avaliação do pet e da realização de exames complementares. Um exame muito importante para identificação de anormalidades no sistema urinário é a análise da urina (urinálise). Através dele é possível verificar se existem alterações em diversas características da urina como cor, densidade, presença de sangue, células ou outras substâncias e estruturas. Com o uso do microscópio também é possível visualizar e diferenciar células e microrganismos (bactérias e/ou fungos).

 

O médico-veterinário também pode solicitar a realização da cultura urinária. Por meio desta técnica é possível identificar qual agente infeccioso está causando o problema e instituir o tratamento mais adequado. Nos casos em que há a suspeita da presença de cálculos no trato urinário é necessária a realização de ultrassonografia e/ou radiografia.

 

Como na maioria das vezes as bactérias são os agentes causadores deste tipo de infecção, o tratamento é feito com a administração de antibióticos. Além dos antibióticos o profissional também poderá prescrever a administração de medicamentos para controle da dor e recomendar uma dieta específica com o objetivo de melhorar as condições do sistema urinário. No caso de pets com tendência à formação de cálculos, o médico-veterinário pode instituir uma dieta especial para reduzir a formação destas estruturas.

 

Para evitar que os pets não sofram com estas infecções é importante deixar que eles urinem frequentemente e que tenham acesso irrestrito a água limpa e fresca.

Ao observar que seu melhor amigo está fazendo muito ou pouco xixi ou que a urina está com odor ou coloração diferente é importante levá-lo ao médico-veterinário.

A pele é o maior e um dos mais complexos órgãos do corpo, representando a principal barreira protetora do organismo e essencial para a sobrevivência.

As lesões de pele, particularmente as feridas, possuem grande importância clínica em função da alta frequência com que ocorrem nos animais, além da possibilidade de resultarem em infecções e de se constituírem como uma fonte de dor e incômodo.

 

O tratamento vai depender do diagnóstico, sendo necessário entender a raiz do ferimento para uma cura total. Portanto, é necessário buscar ajuda do médico-veterinário assim que as feridas de pele apareçam.

Determinados tipos de feridas ou situações em que ocorrem caracterizam-se por processo cicatricial lento e complicado, como é o caso dos gatos, que por características fisiológicas da espécie apresentam o processo cicatricial mais lento que os cães. Sendo assim, pedem cuidados especiais quando apresentam feridas.

Cuidados básicos durante o procedimento de tratamentos das feridas

Ao encontrar feridas na pele do seu pet, o primeiro passo é manter o local limpo para evitar que infeccione. Para isso lave bem as mãos com água e sabão e imobilize o animal de companhia, fazendo com que se sinta seguro.

 

Realize a limpeza das feridas com uma gaze e soro fisiológico para tirar qualquer resto de sujeira. Não é indicado o uso de gaze de algodão, pois pode deixar fibras na ferida.

 

Coloque um colar elisabetano no seu pet para impedir que ele lamba a ferida e, com isso, o processo de cicatrização demore ainda mais. Não se esqueça de levá-lo ao médico-veterinário para uma avaliação detalhada para que ele estabeleça o melhor protocolo de tratamento.

 

Para uma cicatrização rápida e de melhor qualidade para cães e gatos, muitos agentes e procedimentos têm sido testados de forma a estimular ou acelerar a cicatrização de feridas, principalmente devido à variabilidade das feridas e características individuais dos pacientes. A Ourofino conta em sua linha com o Regepil, um produto tópico de formulação exclusiva, potente ação cicatrizante e um tratamento confortável para o pet.

 

O uso do Regepil pode ser indicado para feridas crônicas, feridas localizadas em região de difícil cicatrização e para animais com comprometimento do processo de cicatrização fisiológico, decorrente de uma condição clínica pré-existente ou de algum tratamento concomitante, de modo a contribuir e acelerar o processo de cicatrização.

Consulte sempre um médico-veterinário.

Os microrganismos presentes no trato gastrointestinal (TGI) mantém relações simbióticas, nutrindo-se dos componentes de alimentos não digeridos e das secreções do TGI, podendo encontrá-los associados intimamente com o epitélio ou livres no lúmen intestinal.

 

Em condições normais estas populações se encontram em equilíbrio, no entanto em condições de estresse as populações comensais tendem a diminuir e as nocivas a proliferar. Esse desequilibrio  é chamado de disbiose e reflete-se negativamente na saúde do pet. A Disbiose pode ser induzida por fatores como a má nutrição, estresse, infecções gastrointestinais, administração de antibióticos, doença predisponente e imunossupressão.

 

O uso de probióticos vem ganhando popularidade como uma forma de medicina complementar ou alternativa e gradativamente tem se tornado parte da terapia médica convencional e na prevenção de doenças que provocam Disbiose. Os probióticos foram definidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como suplementos microbianos vivos que afetam beneficamente o pet hospedeiro e assim melhora o equilíbrio microbiano gastrointestinal. Além disso, eles são capazes de inibir microrganismos intestinais patogênicos através da competição por nutrientes e receptores, possuem mecanismos de imunomodulação, melhoram a digestão e equilibram o pH intestinal.

 

Uma variedade de benefícios à saúde humana tem sido atribuída ao consumo de suplementos probióticos e pesquisas indicam que o mesmo ocorre com os animais de companhia. Por isso, é muito importante que a escolha do probiótico se baseie na qualidade das cepas bacterianas, sendo assim, há no mercado uma opção de probiótico que atende a todas as condições, composta pelas cepas bacterianas liofilizadas, como Lactobacillus acidophilus, Bifidobacterium bifidum, Enterococcus faecium.

 

Na nossa linha de produtos temos o Biocanis, um biorregulador do trato intestinal dos cães e gatos que melhora as condições gerais de saúde do animal após estresse provocado por alterações de rotina. O Biocanis é um gel probiótico à base de bactérias probióticas, Lactobacillus acidophilus, Bifidobacterium bifidum e Enterococcus faecium. É um produto que contém cepas rigorosamente selecionadas sendo um produto elaborado seguindo padrões de qualidade da alimentação humana, pela Chr. Hansen, uma empresa que há mais de 130 anos é líder mundial em pesquisas de probióticos. A sugestão de dose é que em animais de companhia recém nascidos seja administrado 2 gramas e em animais adultos 4 gramas, repetir em intervalo de 6 a 12 horas ou a critério do medico-veterinário.

A DAPE, dermatite alérgica à picada de pulgas e carrapatos, é caracterizada por uma resposta imunológica exacerbada à presença de alérgenos que ficam na saliva destes parasitas. Nas pulgas, a espécie que causa problemas com maior frequência é a Ctenocephalides felis felis, identificada em 92% das infestações caninas e em 99% das felinas. Já entre os carrapatos, o Rhipicephalus sanguineus é o mais presente nas infestações de pets que vivem em regiões urbanas.

 

Com sintomas clínicos intensos, os quadros desta doença incomodam os animais de companhia e acarretam lesões de pele que desencadeiam infecções, principalmente por bactérias. O sinal clínico mais comum é o prurido, ou seja, a coceira com intensidades que variam entre moderada e intensa e ocasionam o desenvolvimento de lesões secundárias, como: escoriações, feridas com secreção sanguinolenta e crostas que podem evoluir para alopecia (áreas sem pelos).

 

Para tentar aliviar a coceira, o pet geralmente se esfrega em superfícies e costuma lamber a região com intensidade. Os locais mais acometidos por esta dermatite são: cauda, ânus, região dorsal, coxas, abdômen e pescoço.

 

Para o tratamento, é preciso eliminar a exposição ao alérgeno. Por isso, é importante que seja feito o controle efetivo da infestação das pulgas e carrapatos no animal de companhia e no ambiente, associado ao tratamento sintomático do paciente com medicamentos que diminuam a reação de hipersensibilidade. Ainda, quando diagnosticada uma dermatopatia por infecção secundária a DAPE, ela também deverá ser tratada com o uso de antibióticos adequados.

 

A eliminação das pulgas e carrapatos é de extrema importância para o tratamento da doença, por isso, para que haja a eficiência desta eliminação, medidas físicas e/ou químicas devem ser incorporadas ao próprio pet, aos coabitantes e ao ambiente. O controle da DAPE também deve incluir o tratamento etiológico e sintomático do animal afetado e dos demais pets contactantes, assim como a descontaminação do ambiente (interno e/ou externo) frequentado pelo hospedeiro, com o objetivo de prevenir novas infestações.

 

Para exterminar as pulgas e os carrapatos dos pets, é preciso conhecer o ciclo de vida destes ectoparasitas para ajudar a mantê-los protegidos por mais tempo.

Os ectoparasitas adultos que se encontram nos animais de companhia representam apenas 5% do total da população, os demais 95% estão no ambiente em forma de ovos ou larvas de pulgas, ou ovos, larvas ou ninfas de carrapato. Como parte do ciclo de vida deles acontece no ambiente, ele também deve ser tratado para combater os ectoparasitas indesejáveis.

 

O controle ambiental deve ser feito de acordo com as orientações dadas pelo médico-veterinário ou por empresas de dedetização especializadas no controle de pragas, isso porque a maioria dos produtos inseticidas e acaricidas ambientais podem ser tóxicos para os animais de companhia e para os seres humanos. O intervalo entre as aplicações do tratamento ambiental vai depender de muitos fatores, dentre eles, a densidade da infestação. Portanto, um único tratamento não é efetivo para o controle dos parasitas.

 

Para o controle nos pets, a Ourofino conta com o NEOPet, produto com ação pulicida e carrapaticida, de uso tópico à base de Fipronil, e com a Leevre, coleira ectoparasiticida à base de Deltametrina e Propoxur, indicada para o auxílio na prevenção e controle do vetor da leishmaniose e das infestações de carrapatos e pulgas em cães.

A leishmaniose é uma doença que atinge os cães e pode ser transmitida aos seres humanos. Esta zoonose é classificada em dois tipos: a visceral e a tegumentar.

 

A primeira, a visceral, é transmitida pela picada do mosquito-palha e pode demorar meses ou até anos para que a manifestação dos sintomas ocorra. Quando acontece, ela causa lesões de pele e atinge os órgãos internos do animal de companhia, como o fígado, rins e baço. Já no segundo tipo, a leishmaniose tegumentar, quando o cão é contaminado, também apresenta feridas na pele, que costumam atacar as partes com menos pelos e pode evoluir para feridas na mucosa do nariz, garganta e boca.

 

Por isso, é importante que seja feita a prevenção da doença, uma vez que a incidência de casos aumenta a cada ano. Para o controle nos cães, é indicado o uso de coleiras que atuam contra o mosquito-palha no combate à leishmaniose visceral, pois mantém os animais de companhia livres desta zoonose e auxilia no controle da população destes insetos, já que os eliminam.

 

As larvas do mosquito-palha se desenvolvem em matéria orgânica, por esse motivo é importante a limpeza constante dos quintais das casas e a remoção de lixo, fezes, folhas e frutas em decomposição. Além disso, instalar telas nas portas e janelas, e utilizar inseticidas ambientais também contribuem para o combate ao inseto.

 

O contágio também pode ocorrer através do sêmen de cães infectados, contaminando as fêmeas e os filhotes, que já nascem infectados e podem desenvolver os sintomas da doença entre dois meses a oito anos de vida.

 

Para prevenção, a Ourofino possui a Leevre, coleira ectoparasiticida à base de Deltametrina 4% e Propoxur 12%, com alta eficácia repelente e inseticida frente ao mosquito-palha transmissor da leishmaniose. Além disso, ela também combate e controla os carrapatos dos cães por até seis meses e pulgas por nove meses.

 

Ainda, para estimular, entre tutores e médicos-veterinários, a importância da prevenção e controle da Leishmaniose, a empresa iniciou este mês a campanha #LivredaPicada, que traz informações sobre a doença, dados sobre seu avanço e também contempla a distribuição de materiais informativos em clínicas e hospitais veterinários.

 

Conheça em: ourofino.com/leevredapicada/

A vacinação dos animas de companhia é o método de proteção mais importante e eficaz contra doenças infecciosas causadas por vírus, bactérias e outros microrganismos. Manter as vacinas dos pets em dia é um ato de amor e cuidado que faz toda a diferença para a saúde, bem-estar e qualidade de vida deles. Para desenvolver um protocolo de vacinação, devem ser considerados alguns fatores importantes, como as fases de vida do pet, os hábitos, risco de exposição às doenças e o estado de saúde dele.

 

Confira as principais doenças que os animais de companhia podem adquirir durante a vida:

 

Cinomose: é uma virose grave, que atinge principalmente os cães que estão com o sistema imunológico enfraquecido (filhotes, idosos ou fracos, e como consequência de uma doença ou situação de estresse). Os animais com cinomose podem apresentar vômito e diarreia, corrimentos ocular e nasal, sinais de alteração do sistema nervoso (como falta de coordenação motora, tiques nervosos, convulsões e paralisias). Quando ela afeta o sistema neurológico dos cachorros, o quadro pode ser considerado grave.

 

Parvovirose: é uma doença causada por um vírus que afeta principalmente os filhotes, além disso, provoca diarreia sanguinolenta frequente e fatal. O animal de companhia também pode apresentar vômito, falta de apetite, prostração, febre e perda de peso. A parvovirose é contagiosa e se instala no ambiente por muito tempo, pois é resistente à limpeza com desinfetantes.

 

Hepatite: é uma doença viral que provoca sintomas variados nos pets. Ela é altamente contagiosa e pode ser transmitida tanto pelo contato direto de um cachorro sadio com um cão doente, como pelo contato com secreções e objetos utilizados pelos animais contaminados.

 

Parainfluenza: o vírus da parainfluenza é um dos agentes responsáveis pela traqueobronquite infecciosa canina, mais conhecida como tosse dos canis. Ela causa uma doença altamente contagiosa que costuma se desenvolver em ambientes onde existem muitos cães e pode evoluir para pneumonia e doenças mais graves.

 

Adenovirose: vírus semelhante ao da parainfluenza, que causa doenças respiratórias preocupantes. Diversos fatores podem contribuir para o surgimento da enfermidade, por exemplo, a convivência em ambientes com muitos animais de companhia, falta de higiene e a baixa imunidade do pet contribui para que a doença apareça.

 

Coronavirose: uma das doenças virais mais sérias e prejudiciais aos cães. É altamente contagiosa e afeta o trato intestinal dos animais. Ela também é conhecida como gastrointerite contagiosa dos cães e pode ser transmitida para os gatos, bovinos e até seres humanos, pois é considerada uma zoonose. Os sintomas são parecidos com o da parvovirose, incluindo diarreias em forma de jatos, perda de apetite e febre. A transmissão da doença ocorre principalmente pelo contato de um animal sadio com as fezes contaminadas de um outro pet.

 

Leptospirose: doença transmitida por uma bactéria presente na urina do rato. É contagiosa e pode atingir outros animais de companhia e até os seres humanos. Geralmente, é adquirida por meio do contato com água contaminada, como águas represadas em alagamentos e inundações que podem espalhar a urina de ratos para muitos locais. O pet pode apresentar apatia, diarreia, vômito, emagrecimento e febre. Já em casos mais graves, também podem ocorrer insuficiência renal aguda, gastroenterite hemorrágica, lesões oculares, encefalite e icterícia (quando o animal fica com a mucosa e pele amarelada).

Campanhas anuais de vacinação contra a raiva são realizadas para prevenir que cães e gatos se infectem com o vírus desta doença e proteger a  as pessoas  pela doença ser uma zoonose fatal.

A raiva existe há mais de quatro mil anos e é considerada a primeira enfermidade que os animais, no caso os cães, poderiam transmitir aos seres humanos, com severidade de ser praticamente 100% letal.

 

Trata-se de um sério problema de saúde pública por ser uma doença que ainda não foi erradicada no Brasil. Segundo levantamento  feito pelo sistema de informação da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) do Ministério da Saúde, em 2014 a região que apresenta  mais notificações é a Nordeste em que ocorreram 12 casos em cães e 5 em gatos. Na região Sudeste, no estado de São Paulo, apareceram 2 casos em cães e 1 caso em gato. Outros estados como Maranhão, Goiás e Rio Grande do Sul também tiveram casos. Assim, a raiva em cães e gatos tem sido notificada em  vários municípios brasileiros, o que coloca em risco a saúde da população.

 

Em julho de 2017 foi diagnosticado no Recife o caso de raiva humana depois de 12 anos sem casos em animais, levando a óbito uma mulher de 36 anos  depois de ter sido ferida por um gato selvagem.

 

Os principais sintomas e transmissão

A raiva é causada por um RNA vírus mantido num hospedeiro principal que pode ser o cão, o gato, o ser humanos, os carnívoros selvagens ou o morcego. Sua principal característica é comprometer o Sistema Nervoso Central (SNC) provocando quadro de encefalite com sinais nervosos como agressividade, paresia e paralisia.

 

A transmissão da raiva se dá pela penetração do vírus contido na saliva do animal infectado, principalmente pela mordida, e mais raramente, por arranhões e mucosas ou em feridas abertas. O vírus atinge a diferentes porções do cérebro e dissemina-se para órgãos e glândulas salivares, onde também se replica e então é eliminado pela saliva das pessoas ou animais enfermos.

 

É uma enfermidade passível de controle nas áreas urbanas, pois permite medidas eficientes de intervenção tanto com as pessoas quanto à fonte de infecção animal. As campanhas de vacinação contra a raiva são de suma importância porque o principal objetivo é estabelecer, em curto espaço de tempo, uma barreira imunológica capaz de interromper a transmissão da raiva na população canina de uma comunidade e o comprometimento das populações felina e humana.

 

Além do Brasil, poucos países conseguiram se livrar da doença e outros mantêm suas áreas urbanas sob controle, ocorrendo casos esporádicos de transmissão por animais selvagens.

 

A vacinação de cães e gatos é a principal medida preventiva para o controle da raiva urbana, sendo assim, campanhas que estão acontecendo neste mês em  várias áreas do país precisam ser divulgadas para que cada vez mais ocorra a conscientização e a adesão da população, de modo que pets e seus tutores estejam protegidos da doença que  leva à morte.

Na rotina clínica veterinária sabemos que existe uma alta incidência de atendimentos a animais acometidos por lesões, feridas de diferentes tipos e origem como as  acidentais (mordeduras por brigas, feridas por atropelamento, queimaduras) e  os casos de feridas cirúrgicas, que muitas vezes são incisões extensas com grande perda de pele.

 

A cicatrização de feridas é um processo complexo que envolve a estruturação e crescimento de um novo tecido e depende de vários fatores, locais e gerais, como localização anatômica, tipo da pele, raça, idade, hiperatividade do paciente e o próprio tratamento das feridas. Portanto, para que tudo ocorra bem, cães e gatos requerem cuidados especiais na hora de cuidar dos ferimentos, como manter o local limpo para que não ocorra contaminação da ferida, lavar bem as mãos antes de manusear a ferida, limpar e proteger a área onde ocorreu a lesão e é muito importante o uso de colar protetor para o animal não lamber a área machucada, pois isso atrasa o processo de cura.

 

Para uma cicatrização rápida e de melhor qualidade para cães e gatos, a Ourofino conta em sua linha de produtos para pets com o Regepil, de uso tópico e formulação exclusiva com potente ação cicatrizante.

Lembrando que é indispensável uma consulta com o médico-veterinário para uma avaliação detalhada para que o profissional estabeleça o melhor protocolo de tratamento.

Foto: Istock

Os problemas articulares não são exclusivos dos seres humanos, acometendo também os cães e gatos com grande frequência. Eles podem acontecer devido ao desgaste normal que os tecidos sofrem com o passar do tempo. O envelhecimento acarreta várias alterações nos sistemas orgânicos dos animais, entre elas observamos o aparecimento das doenças articulares degenerativas (DAD) e a mais comum é a osteoartrite.

 

A osteoartrite é uma doença degenerativa que ocasiona a destruição da cartilagem articular em vários níveis, podendo causar situações ainda mais graves. A incidência dessa condição é maior em cães do que em gatos, especialmente em animais idosos de raças grandes e gigantes.

 

Além do envelhecimento, a osteoartrite pode ser causada por obesidade, sedentarismo, traumas, rupturas de ligamento, configurações articulares anormais. Apesar de não haver cura para os animais com osteoartrite, tratamentos farmacológicos com anti-inflamatórios, analgésicos e condroprotetores podem ser utilizados visando reduzir a inflamação, a dor e retardar a progressão da doença. Outras medidas de suporte como a redução de peso dos animais, a prática de exercícios físicos controlados, fisioterapia e adequação nas condições ambientais devem ser realizadas.

 

As baixas temperaturas favorecem a sensibilidade das articulações, causando dor e desconforto principalmente nos animais idosos. Por isso, é muito importante levar o seu animal de estimação para uma consulta de rotina, buscando a prevenção ou ainda o diagnóstico e tratamento precoce dessa patologia. Também é muito importante ter cuidado especial com o local onde os pets dormem, deixando-o o mais agradável e aconchegante possível, com cobertores e uma cama confortável. Outro cuidado que deve ser tomado é em relação ao piso do local em que o animal vive. O ideal é que não seja escorregadio, pois pode dificultar a adesão das patas ao caminhar, piorando o quadro clínico do animal.

 

Para o auxílio terapêutico, a Ourofino Pet disponibiliza o Maxicam Plus (associação do anti-inflamatório não esteroide meloxicam ao condroprotetor sulfato de condroitina A), Condromax Pet (suplemento alimentar composto por sulfato de condroitina A, glicosamina e minerais) e Nulli (analgésico oral à base de tramadol).