A raiva em cães e gatos é uma doença viral grave, altamente letal e que também pode ser transmitida para humanos. Mesmo com o avanço da vacinação antirrábica no Brasil, a doença ainda representa risco, principalmente devido à circulação do vírus em animais silvestres, como morcegos.

 

Por isso, manter a vacinação anual de cães e gatos em dia continua sendo uma das medidas mais importantes para proteger os pets, a família e a saúde pública.

Neste conteúdo, você vai entender o que é a raiva, como ocorre a transmissão, quais são os sintomas mais comuns e por que a vacina antirrábica é indispensável para cães e gatos.

O que é a raiva em cães e gatos?

A raiva é uma doença infecciosa causada por um vírus que afeta o sistema nervoso central dos mamíferos. A enfermidade pode atingir cães, gatos, bovinos, animais silvestres e humanos.

A transmissão da raiva acontece principalmente pelo contato com a saliva de um animal infectado, geralmente por:

 

  • Mordidas;
  • Arranhões;
  • Lambidas em feridas abertas ou mucosas.

 

Embora muitas pessoas associem a doença apenas a cães de rua, animais que vivem dentro de casa também podem ser expostos ao vírus da raiva. Um exemplo comum é o contato com morcegos infectados que entram em residências, quintais ou áreas urbanas.

Como a raiva é transmitida?

A principal forma de transmissão da raiva em cães e gatos é por meio da saliva contaminada de animais infectados.

Entre os principais transmissores da doença estão:

 

  • Morcegos;
  • Cães infectados;
  • Gatos infectados;
  • Animais silvestres contaminados.

 

No Brasil, os morcegos têm papel importante na manutenção do vírus da raiva em áreas urbanas e rurais. Por isso, qualquer contato do pet com morcegos deve ser considerado um sinal de alerta.

Sintomas da raiva em cães e gatos

Os sintomas da raiva podem variar, mas geralmente estão relacionados ao comprometimento neurológico progressivo.

Os sinais mais comuns da raiva em cães e gatos incluem:

 

  • Mudança repentina de comportamento;
  • Agressividade incomum ou apatia;
  • Salivação excessiva;
  • Dificuldade para engolir;
  • Sensibilidade exagerada à luz e aos sons;
  • Paralisia progressiva;
  • Falta de coordenação motora.

 

Em muitos casos, os sintomas da raiva evoluem rapidamente.

A raiva tem cura?

Não. A raiva não tem cura após o surgimento dos sintomas clínicos.

A doença apresenta taxa de mortalidade próxima de 100% em animais e humanos. Por isso, a prevenção é considerada a principal forma de combate à raiva.

Vacina antirrábica: a principal forma de prevenção

A vacinação antirrábica é a maneira mais eficaz de prevenir a raiva em cães e gatos.

A recomendação é que cães e gatos saudáveis sejam vacinados anualmente contra a raiva, a partir dos 3 meses de idade, seguindo a orientação do médico-veterinário.

Além de proteger individualmente o pet, a vacina ajuda a reduzir a circulação do vírus no ambiente urbano, contribuindo diretamente para a saúde coletiva.

Por que a vacinação anual é tão importante?

A vacinação anual contra a raiva:

 

  • Protege cães e gatos contra uma doença fatal;
  • Reduz o risco de transmissão para humanos;
  • Ajuda no controle epidemiológico da doença;
  • Contribui para campanhas de saúde pública;
  • Mantém a proteção do animal ao longo da vida.

 

Mesmo pets que vivem dentro de casa devem receber a vacina antirrábica anualmente.

Campanha de vacinação antirrábica gratuita

Todos os anos, cidades brasileiras realizam a Campanha Nacional de Vacinação Antirrábica para cães e gatos.

As campanhas gratuitas de vacinação contra a raiva são promovidas por prefeituras e Secretarias de Saúde em diferentes regiões do Brasil.

Além dos mutirões anuais, muitos municípios também oferecem vacinação em postos fixos durante o ano todo.

Como participar da campanha de vacinação antirrábica?

Para vacinar seu pet gratuitamente:

 

  • Acompanhe os canais oficiais da prefeitura da sua cidade;
  • Consulte o calendário da vacinação antirrábica;
  • Leve cães com coleira e guia;
  • Transporte gatos em caixas adequadas;
  • Vacine apenas animais saudáveis.

 

As vacinas utilizadas nas campanhas públicas são regulamentadas e seguras para cães e gatos.

Cuidados importantes para prevenir a raiva

Além da vacinação anual, alguns cuidados ajudam a reduzir o risco de exposição ao vírus:

 

  • Evite contato do pet com morcegos;
  • Não permita acesso livre à rua;
  • Supervisione passeios e ambientes externos;
  • Procure orientação veterinária após brigas entre animais;
  • Nunca toque em morcegos encontrados caídos ou com comportamento estranho.

 

Caso encontre um morcego suspeito, acione imediatamente a vigilância ambiental ou os órgãos responsáveis da sua cidade.

O que fazer em caso de mordida ou suspeita de raiva?

Em situações de mordida ou contato suspeito com um animal possivelmente infectado:

 

  1. Lave imediatamente o local com água corrente e sabão;
  2. Procure atendimento médico rapidamente;
  3. Informe se o animal é conhecido e vacinado;
  4. Procure orientação veterinária para avaliação do pet.

 

Quando o animal agressor é conhecido, ele pode permanecer em observação veterinária por até 10 dias.

Já em casos de suspeita de raiva em cães ou gatos, a orientação é procurar assistência veterinária e comunicar os serviços públicos de saúde.

Vacinar é proteger seu pet, sua família e toda a comunidade

A raiva é uma doença grave, silenciosa e fatal, mas pode ser prevenida com medidas simples, principalmente com a vacinação anual de cães e gatos.

Manter a carteirinha de vacinação atualizada é um ato de cuidado, responsabilidade e proteção coletiva.

A prevenção continua sendo a melhor forma de garantir mais segurança para os pets, responsáveis e toda a comunidade.

A leishmaniose é uma doença grave que afeta milhares de cães no Brasil. Causada por um parasita transmitido pela picada do mosquito-palha, ela pode trazer consequências devastadoras se não for prevenida. Por isso, a proteção do seu cão contra a leishmaniose é essencial, e uma das melhores maneiras de fazer isso é utilizando a coleira Leevre da Ourofino.

 

O que é a Leishmaniose Canina? 

A leishmaniose é uma doença parasitária, causada por protozoários do gênero Leishmania, que atinge principalmente os cães, mas também pode afetar os seres humanos. O parasita é transmitido pelo mosquito-palha, também conhecido por birigui, que está presente em diversas regiões do país, inclusive em áreas urbanas. A doença é silenciosa e pode levar meses ou até anos para manifestar os sintomas, o que torna a prevenção ainda mais importante.

Essa doença pode causar sintomas como perda de peso, lesões de pele, crescimento anormal das unhas, apatia e problemas renais.

 

Como prevenir a leishmaniose em cães? 

A prevenção é a chave para proteger seu cão da leishmaniose. A principal estratégia de prevenção envolve a manutenção de um ambiente saudável, o controle desse inseto e a proteção direta dos animais. Aqui estão algumas dicas essenciais:

 

1.Use a coleira Leevre da Ourofino 

A coleira Leevre é uma das melhores formas de proteger seu cão contra a picada do mosquito-palha. Ela oferece uma barreira eficaz, liberando substâncias repelentes que mantêm o mosquito longe do seu pet.

 

Com ação prolongada, após aberta e colocada no pet, contamos os meses de proteção, sendo 6 meses para carrapatos e vetor transmissor da Leishmaniose e 9 meses para pulgas.

Sendo segura para o uso contínuo, proporcionando proteção durante todo o período de risco.

 

2. Mantenha o ambiente limpo 

O mosquito-palha se reproduz em locais úmidos e com matéria orgânica em decomposição. Mantenha o quintal e áreas ao redor da casa limpos, sem acúmulo de folhas, lixo ou fezes de animais.

 

3. Evite passeios ao anoitecer 

O mosquito-palha tem maior atividade ao entardecer e à noite. Evite levar seu cão para passear nesses horários ou em áreas com vegetação densa, onde os mosquitos podem estar presentes.

 

4. Use telas e repelentes 

Instale telas de proteção nas janelas e portas, especialmente nos locais onde o seu cão costuma dormir. Em áreas endêmicas repelentes ambientais também podem ser usados para afastar os mosquitos da casa.

 

Coleira Leevre da Ourofino 

Além de ser prática e fácil de usar, ela oferece os seguintes benefícios:

 

  • Proteção prolongada: Até 6 meses de ação contra o mosquito-palha, garantindo uma prevenção contínua.
  • Segura e eficaz: A coleira Leevre é segura para cães de diferentes portes e idades, desde que com mais de 10 meses ou 5kg.
  • Ação repelente: Repele e elimina o flebótomo, ao afastar o mosquito-palha e reduz significativamente o risco de picadas.

 

A leishmaniose é uma doença que exige atenção e cuidados preventivos constantes. Proteja seu cão de maneira eficaz, não deixe para depois, invista na saúde e bem-estar do seu pet e garanta que ele esteja protegido contra a leishmaniose.

 

Lembre-se, a prevenção é o melhor remédio! Proteja seu amigo de quatro patas e curta cada momento ao lado dele, com a tranquilidade de que ele está seguro.

Para saber mais sobre a coleira Leevre e outros produtos de proteção, visite o site da www.livredapicada.com.br

Precisamos lembrar que os gatos são extremamente higiênicos e conseguimos perceber isso ao conviver com eles. São animais que, normalmente, já sabem onde fazer suas necessidades fisiológicas e tem o hábito de cobri-las, além de se lamberem frequentemente como forma de limpar o seu corpo. Mas quem nunca foi lambido por um gato e sentiu aquela linguinha áspera? A verdade é que a língua dos bichanos é cheia de pequenos cones bem pontudos que tem como uma de suas funções auxiliar na higiene pessoal, fazendo com que tenham predisposição à ingestão dos próprios pelos e consequentemente a formação de bolas de pelos.

 

Como os felinos têm o hábito de autolimpeza, é comum os pelos serem eliminados pelo sistema digestivo dos animais, mas caso ocorra uma redução da motilidade do intestino podemos ver o que chamamos de bola de pelo através de vômitos. Não queremos que isso aconteça com eles, não é? É possível ainda que elas acabem gerando alguns transtornos para o gatinho em caso de permanência por muito tempo sem ser expelidas, podendo endurecer e formar um tricobenzoar, ou seja, o acúmulo de pelos não digeridos, e que, se agravado, o animal poderá precisar de cirurgia para a remoção.

 

Outra situação é que muitos tutores não sabem como identificar se aquilo que foi expelido é normal ou se é preciso levá-lo ao médico-veterinário. Caso o bichano esteja vomitando, não esteja se alimentando ou apresentando dificuldades para defecar, sempre o leve ao médico-veterinário de sua confiança, pois somente um profissional terá como identificar se realmente é uma questão de acúmulo de pelos dentro do animal e resolver o caso da melhor forma. Se o gato estiver regurgitando, saindo pelo e um líquido que seja originado do estômago, provavelmente será a famosa bola de pelo.

 

Existem várias ações que podemos fazer para ajudar a manter a saúde do nosso bichano para evitar que isso não se torne um problema: nos atentar aos sinais mencionados acima, oferecer ração de qualidade que tenha um teor de fibra alto, escovar o animal pelo menos uma vez ao dia, fazer o enriquecimento ambiental para diminuir o estresse e fazer o controle de ectoparasitas (pulgas), pois as pulgas podem fazer com que o gato se mordisque e acabe engolindo uma quantidade de pelos, além de se lamber em excesso.

 

Para o controle das pulgas do seu gatinho, a Ourofino conta com o NEOPet, produto à base de fipronil a 12,5%, substância segura para o combate destes parasitos e que pode ser utilizado mensalmente. Lembre-se que é importante deixar disponível alguns potinhos de água limpa e fresca, pois eles costumam ser preguiçosos e podem deixar de beber água por causa da distância do bebedouro, isso também pode colaborar para o mau funcionamento do intestino.

Os microrganismos presentes no trato gastrointestinal (TGI) mantém relações simbióticas, nutrindo-se dos componentes de alimentos não digeridos e das secreções do TGI, podendo encontrá-los associados intimamente com o epitélio ou livres no lúmen intestinal.

 

Em condições normais estas populações se encontram em equilíbrio, no entanto em condições de estresse as populações comensais tendem a diminuir e as nocivas a proliferar. Esse desequilibrio  é chamado de disbiose e reflete-se negativamente na saúde do pet. A Disbiose pode ser induzida por fatores como a má nutrição, estresse, infecções gastrointestinais, administração de antibióticos, doença predisponente e imunossupressão.

 

O uso de probióticos vem ganhando popularidade como uma forma de medicina complementar ou alternativa e gradativamente tem se tornado parte da terapia médica convencional e na prevenção de doenças que provocam Disbiose. Os probióticos foram definidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como suplementos microbianos vivos que afetam beneficamente o pet hospedeiro e assim melhora o equilíbrio microbiano gastrointestinal. Além disso, eles são capazes de inibir microrganismos intestinais patogênicos através da competição por nutrientes e receptores, possuem mecanismos de imunomodulação, melhoram a digestão e equilibram o pH intestinal.

 

Uma variedade de benefícios à saúde humana tem sido atribuída ao consumo de suplementos probióticos e pesquisas indicam que o mesmo ocorre com os animais de companhia. Por isso, é muito importante que a escolha do probiótico se baseie na qualidade das cepas bacterianas, sendo assim, há no mercado uma opção de probiótico que atende a todas as condições, composta pelas cepas bacterianas liofilizadas, como Lactobacillus acidophilus, Bifidobacterium bifidum, Enterococcus faecium.

 

Na nossa linha de produtos temos o Biocanis, um biorregulador do trato intestinal dos cães e gatos que melhora as condições gerais de saúde do animal após estresse provocado por alterações de rotina. O Biocanis é um gel probiótico à base de bactérias probióticas, Lactobacillus acidophilus, Bifidobacterium bifidum e Enterococcus faecium. É um produto que contém cepas rigorosamente selecionadas sendo um produto elaborado seguindo padrões de qualidade da alimentação humana, pela Chr. Hansen, uma empresa que há mais de 130 anos é líder mundial em pesquisas de probióticos. A sugestão de dose é que em animais de companhia recém nascidos seja administrado 2 gramas e em animais adultos 4 gramas, repetir em intervalo de 6 a 12 horas ou a critério do medico-veterinário.

A vacinação dos animas de companhia é o método de proteção mais importante e eficaz contra doenças infecciosas causadas por vírus, bactérias e outros microrganismos. Manter as vacinas dos pets em dia é um ato de amor e cuidado que faz toda a diferença para a saúde, bem-estar e qualidade de vida deles. Para desenvolver um protocolo de vacinação, devem ser considerados alguns fatores importantes, como as fases de vida do pet, os hábitos, risco de exposição às doenças e o estado de saúde dele.

 

Confira as principais doenças que os animais de companhia podem adquirir durante a vida:

 

Cinomose: é uma virose grave, que atinge principalmente os cães que estão com o sistema imunológico enfraquecido (filhotes, idosos ou fracos, e como consequência de uma doença ou situação de estresse). Os animais com cinomose podem apresentar vômito e diarreia, corrimentos ocular e nasal, sinais de alteração do sistema nervoso (como falta de coordenação motora, tiques nervosos, convulsões e paralisias). Quando ela afeta o sistema neurológico dos cachorros, o quadro pode ser considerado grave.

 

Parvovirose: é uma doença causada por um vírus que afeta principalmente os filhotes, além disso, provoca diarreia sanguinolenta frequente e fatal. O animal de companhia também pode apresentar vômito, falta de apetite, prostração, febre e perda de peso. A parvovirose é contagiosa e se instala no ambiente por muito tempo, pois é resistente à limpeza com desinfetantes.

 

Hepatite: é uma doença viral que provoca sintomas variados nos pets. Ela é altamente contagiosa e pode ser transmitida tanto pelo contato direto de um cachorro sadio com um cão doente, como pelo contato com secreções e objetos utilizados pelos animais contaminados.

 

Parainfluenza: o vírus da parainfluenza é um dos agentes responsáveis pela traqueobronquite infecciosa canina, mais conhecida como tosse dos canis. Ela causa uma doença altamente contagiosa que costuma se desenvolver em ambientes onde existem muitos cães e pode evoluir para pneumonia e doenças mais graves.

 

Adenovirose: vírus semelhante ao da parainfluenza, que causa doenças respiratórias preocupantes. Diversos fatores podem contribuir para o surgimento da enfermidade, por exemplo, a convivência em ambientes com muitos animais de companhia, falta de higiene e a baixa imunidade do pet contribui para que a doença apareça.

 

Coronavirose: uma das doenças virais mais sérias e prejudiciais aos cães. É altamente contagiosa e afeta o trato intestinal dos animais. Ela também é conhecida como gastrointerite contagiosa dos cães e pode ser transmitida para os gatos, bovinos e até seres humanos, pois é considerada uma zoonose. Os sintomas são parecidos com o da parvovirose, incluindo diarreias em forma de jatos, perda de apetite e febre. A transmissão da doença ocorre principalmente pelo contato de um animal sadio com as fezes contaminadas de um outro pet.

 

Leptospirose: doença transmitida por uma bactéria presente na urina do rato. É contagiosa e pode atingir outros animais de companhia e até os seres humanos. Geralmente, é adquirida por meio do contato com água contaminada, como águas represadas em alagamentos e inundações que podem espalhar a urina de ratos para muitos locais. O pet pode apresentar apatia, diarreia, vômito, emagrecimento e febre. Já em casos mais graves, também podem ocorrer insuficiência renal aguda, gastroenterite hemorrágica, lesões oculares, encefalite e icterícia (quando o animal fica com a mucosa e pele amarelada).

A anemia é uma condição séria que compromete a saúde dos animais devido à deficiência ou falta de células vermelhas no sangue, podendo levar a um quadro clínico grave e até a morte.

 

Dentre as causas mais comuns nos cães estão os acidentes, hemoparasitas, desnutrição, vermes intestinais e doença renal crônica. Os sintomas clínicos mais observados são fraqueza, sono, perda de apetite, depressão e perda de peso. Além disso, alguns animais podem apresentar as mucosas pálidas (gengivas e pálpebras) e presença de sangue nas fezes e urina.

Atualmente existem no mercado suplementos à base de vitaminas e minerais que estão sendo utilizados como coadjuvantes no tratamento de anemias.

 

A Ourofino conta em sua linha para animais de companhia com o Metacell Pet, suplemento vitamínico mineral, composto por vitaminas e minerais excelentes para auxiliar na recuperação de animais com anemia e melhorar a performance dos animais  atletas. Lembre-se que a prevenção é a melhor forma de evitar transtornos.

Se você notar que o seu cãopanheiro não está bem, procure logo o atendimento de um médico-veterinário para que ele avalie a situação e indique o melhor tratamento.

Foto: IStock

Na rotina clínica veterinária sabemos que existe uma alta incidência de atendimentos a animais acometidos por lesões, feridas de diferentes tipos e origem como as  acidentais (mordeduras por brigas, feridas por atropelamento, queimaduras) e  os casos de feridas cirúrgicas, que muitas vezes são incisões extensas com grande perda de pele.

 

A cicatrização de feridas é um processo complexo que envolve a estruturação e crescimento de um novo tecido e depende de vários fatores, locais e gerais, como localização anatômica, tipo da pele, raça, idade, hiperatividade do paciente e o próprio tratamento das feridas. Portanto, para que tudo ocorra bem, cães e gatos requerem cuidados especiais na hora de cuidar dos ferimentos, como manter o local limpo para que não ocorra contaminação da ferida, lavar bem as mãos antes de manusear a ferida, limpar e proteger a área onde ocorreu a lesão e é muito importante o uso de colar protetor para o animal não lamber a área machucada, pois isso atrasa o processo de cura.

 

Para uma cicatrização rápida e de melhor qualidade para cães e gatos, a Ourofino conta em sua linha de produtos para pets com o Regepil, de uso tópico e formulação exclusiva com potente ação cicatrizante.

Lembrando que é indispensável uma consulta com o médico-veterinário para uma avaliação detalhada para que o profissional estabeleça o melhor protocolo de tratamento.

Foto: Istock

Os problemas articulares não são exclusivos dos seres humanos, acometendo também os cães e gatos com grande frequência. Eles podem acontecer devido ao desgaste normal que os tecidos sofrem com o passar do tempo. O envelhecimento acarreta várias alterações nos sistemas orgânicos dos animais, entre elas observamos o aparecimento das doenças articulares degenerativas (DAD) e a mais comum é a osteoartrite.

 

A osteoartrite é uma doença degenerativa que ocasiona a destruição da cartilagem articular em vários níveis, podendo causar situações ainda mais graves. A incidência dessa condição é maior em cães do que em gatos, especialmente em animais idosos de raças grandes e gigantes.

 

Além do envelhecimento, a osteoartrite pode ser causada por obesidade, sedentarismo, traumas, rupturas de ligamento, configurações articulares anormais. Apesar de não haver cura para os animais com osteoartrite, tratamentos farmacológicos com anti-inflamatórios, analgésicos e condroprotetores podem ser utilizados visando reduzir a inflamação, a dor e retardar a progressão da doença. Outras medidas de suporte como a redução de peso dos animais, a prática de exercícios físicos controlados, fisioterapia e adequação nas condições ambientais devem ser realizadas.

 

As baixas temperaturas favorecem a sensibilidade das articulações, causando dor e desconforto principalmente nos animais idosos. Por isso, é muito importante levar o seu animal de estimação para uma consulta de rotina, buscando a prevenção ou ainda o diagnóstico e tratamento precoce dessa patologia. Também é muito importante ter cuidado especial com o local onde os pets dormem, deixando-o o mais agradável e aconchegante possível, com cobertores e uma cama confortável. Outro cuidado que deve ser tomado é em relação ao piso do local em que o animal vive. O ideal é que não seja escorregadio, pois pode dificultar a adesão das patas ao caminhar, piorando o quadro clínico do animal.

 

Para o auxílio terapêutico, a Ourofino Pet disponibiliza o Maxicam Plus (associação do anti-inflamatório não esteroide meloxicam ao condroprotetor sulfato de condroitina A), Condromax Pet (suplemento alimentar composto por sulfato de condroitina A, glicosamina e minerais) e Nulli (analgésico oral à base de tramadol).

A diarreia é sinal clínico de muitas doenças e consiste na perda de líquido através das fezes, que podem ser caracterizadas em pastosas ou líquidas, com ou sem presença de sangue. Inúmeras causas estão ligadas a essa manifestação clínica, como parasitas intestinais (vermes e protozoários), viroses, intoxicações, estresse (mudanças de ambiente ou rotina na casa), mudanças alimentares bruscas ou problemas psicológicos. Portanto, as diarreias podem ter várias causas, que vão das mais simples até as mais graves.

 

Entre as causas mais comuns da diarreia nos pets estão os vermes. Em cães parasitados, além da diarreia, outros sinais são observados, como presença de vermes nas fezes, perda de peso, diminuição ou falta de apetite, vômitos e anemia. Manter o pet sempre vermifugado é um gesto de carinho com ele e com sua família.

 

A Ourofino Pet conta em sua linha com o Top Dog, um produto completo e palatável para esta finalidade. Lembrando que antes de vermífugar o seu pet é indispensável uma consulta com o médico-veterinário para uma avaliação detalhada e a realização de exame de fezes para que o profissional estabeleça o melhor protocolo de tratamento.

 

Existem também as diarreias que são provocadas por distúrbios psicológicos, dentre as causas dos distúrbios estão: a chegada de um novo animal à família, viagens, ausência do dono, mudanças de ambiente e até mesmo a diminuição de passeios. Qualquer alteração de rotina gera estresse nos animais e, nestes casos, os probióticos podem ser utilizados para prevenir o desequilíbrio da microbiota intestinal e problemas decorrentes desta situação.

 

O uso de probióticos não possui contraindicação, eles podem ser fornecidos aos cães e gatos em qualquer fase da vida, sendo especialmente importantes em situações em que existem altos níveis de estresse com consequente queda do sistema imunológico. O Biocanis, comercializado pela Ourofino Pet, é um biorregulador do trato intestinal que possui em sua formulação microrganismos vivos que atuam de maneira benéfica no trato intestinal. Saiba mais na página de Produtos do nosso site.

A limpeza dos ouvidos de cães e gatos é uma medida muito importante que, além de contribuir para a saúde e bem-estar, é um cuidado que permite estreitar a nossa relação com os pets. Limpar os ouvidos deles com uma frequência adequada previne inflamações, alergias e infecções que causam coceira, desconforto e dor.

 

Limpar os ouvidos dos pets é uma medida importante tanto para a higiene dos ouvidos sadios quanto para o manejo adequado de ouvidos que estão sendo tratados com medicamentos, pois somente em um ouvido limpo o produto depositado no conduto auditivo consegue alcançar toda a área a ser tratada e ser bem absorvido pela pele para uma ação mais eficaz. Em ouvidos saudáveis, a pele apresenta uma coloração levemente rosada, a manipulação não causa desconforto ou dor, não há coceira e a quantidade de cerúmen é discreta e o cheiro característico também. Se você notar que o ouvido do seu pet está com alguma alteração indicativa de problema procure logo o atendimento de um médico-veterinário para que ele avalie a situação e indique as melhores soluções.

 

As estruturas que compõem os ouvidos dos cães e dos gatos são muito delicadas e, por esta razão, a limpeza deve ser feita de maneira muito cuidadosa. Normalmente, deve ser feita no mínimo a cada 15 dias. Nos casos de pets com otites é importante seguir a orientação do médico-veterinário quanto à frequência da higienização.

 

Alguns animais têm maior tendência para desenvolver otites e produzem uma maior quantidade de cerúmen. São, por exemplo, os cães de raças que possuem as orelhas caídas (pendulares), como Cocker Spaniel, Golden Retriever e Basset Hound. Nestes pets a conformação das orelhas dificulta o arejamento e torna o conduto auditivo quente e úmido, ambiente propício para o desenvolvimento de otites; para estes animais são recomendadas limpezas mais frequentes.

 

Existem diversas técnicas para você mesmo limpar os ouvidos do seu pet, com muito carinho e dedicação este pode ser um momento muito agradável de interação entre vocês. Se o animal estiver muito agitado, oferecer algum risco de acidente ou estiver demonstrando dor é importante procurar ajuda de um profissional.

 

Para tornar o procedimento fácil de fazer e agradável para o pet o ideal é que ele se familiarize com a limpeza desde filhote. Quando o pet ainda é filhote procure fazer limpezas mais curtas e vá aumentando sua intensidade à medida que ele for aceitando mais a manipulação dos ouvidos. Para qualquer aprendizado não devemos nos esquecer de recompensar o bom comportamento do pet com carinho, passeio ou petisco. O importante é acostumá-lo gradativamente à limpeza, associando com algo que ele goste muito.

 

Na hora da limpeza escolha um lugar adequado e tranquilo, evite locais propícios a acidentes, com objetos que podem ser derrubados e não permita a interferência de outros animais. Acalmar o pet ou fazê-lo aceitar a limpeza não depende apenas do temperamento dele, mas também da confiança e da segurança que passamos. Não existem regras para conter o animal, trata-se de um jogo de dedicação. Se precisar, peça ajuda a outra pessoa.

 

Além do local adequado é importante utilizar ferramentas apropriadas como algodão e soluções de limpeza apropriadas. A Ourofino Saúde Animal conta em sua linha com o Limp & Hidrat, uma solução de limpeza otológica formulada com extratos vegetais que proporcionam uma limpeza suave e eficiente, promove hidratação da pele do ouvido e tem um agradável cheirinho de lavanda.

 

Para limpar os ouvidos dos cães e gatos deve-se aplicar o produto na quantidade adequada para a limpeza, de acordo com o porte do animal, de forma a atingir toda a pele visível do ouvido externo. Após a aplicação, abaixe a orelha para fechar a saída do canal auditivo, posicione a mão na base da orelha e massageie essa região delicadamente com o indicador e o polegar. Com um pedaço de algodão seco em tamanho compatível com o conduto auditivo e que possa ser manipulado facilmente com a ponta do dedo indicador, faça movimentos de dentro para fora para remover a sujeira. O algodão deve ser utilizado quantas vezes forem necessárias até a total limpeza e secagem do ouvido. O uso de hastes flexíveis ou objetos finos e pontiagudos como pinças não é recomendado uma vez que não facilitam a retirada das sujidades e um leve movimento de cabeça do animal pode provocar ferimentos indesejáveis. A limpeza inadequada ou agressiva, seja por procedimentos ou produtos inapropriados, pode criar ou piorar quadros de inflamações e infecções. Por isso é fundamental a utilização de produtos recomendados por seu médico-veterinário de confiança.