O inverno é uma época que pede cuidados especiais com os animais de companhia. Com a queda de temperatura, alguns problemas de saúde podem atingir os pets, principalmente as doenças respiratórias. Confira!

 

Gripe Canina

A gripe canina também conhecida como tosse dos canis (ou traqueobronquite infeciosa canina) é uma enfermidade frequente nesta época do ano, mas que também ocorre nas outras estações. Ela pode ser causada por vírus ou bactérias, e sua transmissão ocorre principalmente por aerossóis de secreções oronasais dos animais de companhia infectados ou por meio de objetos, como vasilhas.

 

Essa doença ocorre com maior frequência em cachorros que convivem em ambientes em que há aglomerações de animais, por exemplo, nos canis, que é um local propício para a propagação.

A maioria dos pets com traqueobronquite infecciosa apresenta a enfermidade “sem complicações”, autolimitante e sem sinais de doença sistêmica, cujo principal sinal clínico é a tosse rouca, seca ou produtiva, que se agrava com o exercício físico, excitação, pressão da coleira no pescoço ou pela palpação da traqueia.

 

Em casos mais críticos, a presença de outros sintomas, como o corrimento nasal, ocular, vômito, emagrecimento e febre, podem surgir além do aparecimento de quadros de pneumonia ou broncopneumonia, que levam o animal de companhia a óbito caso não seja tratado.

 

Um dos maiores desafios para o controle da gripe canina é o manejo de surtos da doença. Neste caso, uma das principais medidas é diminuir a exposição dos pets aos agentes virais e bacterianos.

Para evitar que o cãozinho sofra com a gripe e os problemas que ela causa, a prevenção é o melhor caminho. Sendo elas:

 

  • Fornecer vermifugação regular e não se esquecer de manter sempre a carteirinha de vacinação em dia para manter o pet saudável e menos susceptível as gripes;
  • Oferecer ração de boa qualidade, como rações premium ou super premium;
  • Exercícios físicos diários para aumentar a imunidade;
  • Manter o seu pet sempre hidratado;
  • Realizar visitas regulares ao médico-veterinário.

Doenças respiratórias dos felinos

Como diversos fatores podem levar o gato a ter problemas respiratórios, o complexo respiratório dos felinos, pode ser causado mais de um agente: herpesvírus felino; calicivírus felino e pela bactéria Chlamydophila felis.

Acomete principalmente filhotes de gatos que vivem em locais com grande concentração de animais, como em abrigos. As doenças causadas por vírus são responsáveis por cerca de 45% das infecções respiratórias e atinge o trato superior dos gatos. Geralmente se manifesta no primeiro ano de vida e não é transmitida para humanos.

 

A contaminação se dá pelo contato de um bichano doente com um saudável, através de fluídos como saliva, corrimento nasal ou ocular, considerada bastante contagiosa.

É fácil identificar se o felino apresenta alguma das doenças do complexo respiratório, basta observar se seu gatinho apresenta: espirros, tosse, corrimento nasal e ocular, salivação, febre, apatia, prostração, falta de apetite, conjuntivite e lesões ulceradas na boca.

 

É necessária a terapia de suporte que deve ser orientada pelo médico-veterinário, mas, além disso, o cuidado oferecido pelo tutor é fundamental para que o bichano consiga combater a doença. Alguns cuidados que os pai e mães de felinos podem fazer são:

 

  • Manter gatinhos novos separados (quarentena) dos antigos gatos da casa até ter certeza que não estão doentes;
  • Uma vez que os gatinhos estejam fisicamente bem, levá-los ao veterinário para começar o protocolo vacinal, pois as vacinas felinas protegem contra as doenças do complexo respiratório dos felinos;
  • Oferecer ração de boa qualidade, como rações premium ou super premium;
  • Oferecer sempre água fresca e limpa;
  • Alguns veterinários recomendam suplementos à base de lisina para auxiliar na melhora do sistema imune;
  • O uso de medicamentos como antibióticos, anti-inflamatórios somente devem ser utilizados sob prescrição do médico-veterinário.

Doenças articulares

Os cachorros e gatos com problemas articulares precisam de mais atenção em épocas de temperaturas mais baixas, pois a dor intensifica nesse período.

Todo animal idoso tendem a apresentar algum grau de desgaste na cartilagem das articulações e com isso surgimento de inflamação e dor, que costumam aumentar no inverno.

 

O aumento das dores e incômodos nessas regiões ocorre, pois, estes pets acabam se movimentando menos que o normal, atrapalhando a produção do líquido sinovial que confere a proteção das cartilagens articulares e que é produzido por movimentos leves. Ou seja, ficar parado aumenta as chances do aparecimento de alterações nas articulações. Os problemas articulares em cães e gatos idosos têm sido responsáveis pela queda da qualidade de vida destes animais, principalmente porque geram sintomas como: claudicação (manqueira), insônia, falta de apetite e agressividade.

Para prevenir que a dor mais forte apareça no inverno:

 

  • Realize atividades físicas moderadas diariamente, respeitando os limites do animal;
  • Evite subidas, terrenos acidentados e relacionados;
  • Evite que o animal sofra quedas ou pule muito alto;
  • Certifique-se de que o animal esteja descansando adequadamente;
  • Atenção ao piso onde o animal circula, é importante ter atrito ao se locomover. A instabilidade de pisos lisos e escorregadios é perigoso para as articulações;
  • Mantenha o animal sempre aquecido, pois os pelos do animal não servem como uma roupa para protegê-lo das baixas temperaturas, e sim como um isolante térmico que evita a perca ou o excesso de calor que o animalzinho irá receber.

A pele é o maior e um dos mais complexos órgãos do corpo, representando a principal barreira protetora do organismo e essencial para a sobrevivência.

As lesões de pele, particularmente as feridas, possuem grande importância clínica em função da alta frequência com que ocorrem nos animais, além da possibilidade de resultarem em infecções e de se constituírem como uma fonte de dor e incômodo.

 

O tratamento vai depender do diagnóstico, sendo necessário entender a raiz do ferimento para uma cura total. Portanto, é necessário buscar ajuda do médico-veterinário assim que as feridas de pele apareçam.

Determinados tipos de feridas ou situações em que ocorrem caracterizam-se por processo cicatricial lento e complicado, como é o caso dos gatos, que por características fisiológicas da espécie apresentam o processo cicatricial mais lento que os cães. Sendo assim, pedem cuidados especiais quando apresentam feridas.

Cuidados básicos durante o procedimento de tratamentos das feridas

Ao encontrar feridas na pele do seu pet, o primeiro passo é manter o local limpo para evitar que infeccione. Para isso lave bem as mãos com água e sabão e imobilize o animal de companhia, fazendo com que se sinta seguro.

 

Realize a limpeza das feridas com uma gaze e soro fisiológico para tirar qualquer resto de sujeira. Não é indicado o uso de gaze de algodão, pois pode deixar fibras na ferida.

 

Coloque um colar elisabetano no seu pet para impedir que ele lamba a ferida e, com isso, o processo de cicatrização demore ainda mais. Não se esqueça de levá-lo ao médico-veterinário para uma avaliação detalhada para que ele estabeleça o melhor protocolo de tratamento.

 

Para uma cicatrização rápida e de melhor qualidade para cães e gatos, muitos agentes e procedimentos têm sido testados de forma a estimular ou acelerar a cicatrização de feridas, principalmente devido à variabilidade das feridas e características individuais dos pacientes. A Ourofino conta em sua linha com o Regepil, um produto tópico de formulação exclusiva, potente ação cicatrizante e um tratamento confortável para o pet.

 

O uso do Regepil pode ser indicado para feridas crônicas, feridas localizadas em região de difícil cicatrização e para animais com comprometimento do processo de cicatrização fisiológico, decorrente de uma condição clínica pré-existente ou de algum tratamento concomitante, de modo a contribuir e acelerar o processo de cicatrização.

Consulte sempre um médico-veterinário.

Na rotina clínica veterinária sabemos que existe uma alta incidência de atendimentos a animais acometidos por lesões, feridas de diferentes tipos e origem como as  acidentais (mordeduras por brigas, feridas por atropelamento, queimaduras) e  os casos de feridas cirúrgicas, que muitas vezes são incisões extensas com grande perda de pele.

 

A cicatrização de feridas é um processo complexo que envolve a estruturação e crescimento de um novo tecido e depende de vários fatores, locais e gerais, como localização anatômica, tipo da pele, raça, idade, hiperatividade do paciente e o próprio tratamento das feridas. Portanto, para que tudo ocorra bem, cães e gatos requerem cuidados especiais na hora de cuidar dos ferimentos, como manter o local limpo para que não ocorra contaminação da ferida, lavar bem as mãos antes de manusear a ferida, limpar e proteger a área onde ocorreu a lesão e é muito importante o uso de colar protetor para o animal não lamber a área machucada, pois isso atrasa o processo de cura.

 

Para uma cicatrização rápida e de melhor qualidade para cães e gatos, a Ourofino conta em sua linha de produtos para pets com o Regepil, de uso tópico e formulação exclusiva com potente ação cicatrizante.

Lembrando que é indispensável uma consulta com o médico-veterinário para uma avaliação detalhada para que o profissional estabeleça o melhor protocolo de tratamento.

Foto: Istock

A diarreia é sinal clínico de muitas doenças e consiste na perda de líquido através das fezes, que podem ser caracterizadas em pastosas ou líquidas, com ou sem presença de sangue. Inúmeras causas estão ligadas a essa manifestação clínica, como parasitas intestinais (vermes e protozoários), viroses, intoxicações, estresse (mudanças de ambiente ou rotina na casa), mudanças alimentares bruscas ou problemas psicológicos. Portanto, as diarreias podem ter várias causas, que vão das mais simples até as mais graves.

 

Entre as causas mais comuns da diarreia nos pets estão os vermes. Em cães parasitados, além da diarreia, outros sinais são observados, como presença de vermes nas fezes, perda de peso, diminuição ou falta de apetite, vômitos e anemia. Manter o pet sempre vermifugado é um gesto de carinho com ele e com sua família.

 

A Ourofino Pet conta em sua linha com o Top Dog, um produto completo e palatável para esta finalidade. Lembrando que antes de vermífugar o seu pet é indispensável uma consulta com o médico-veterinário para uma avaliação detalhada e a realização de exame de fezes para que o profissional estabeleça o melhor protocolo de tratamento.

 

Existem também as diarreias que são provocadas por distúrbios psicológicos, dentre as causas dos distúrbios estão: a chegada de um novo animal à família, viagens, ausência do dono, mudanças de ambiente e até mesmo a diminuição de passeios. Qualquer alteração de rotina gera estresse nos animais e, nestes casos, os probióticos podem ser utilizados para prevenir o desequilíbrio da microbiota intestinal e problemas decorrentes desta situação.

 

O uso de probióticos não possui contraindicação, eles podem ser fornecidos aos cães e gatos em qualquer fase da vida, sendo especialmente importantes em situações em que existem altos níveis de estresse com consequente queda do sistema imunológico. O Biocanis, comercializado pela Ourofino Pet, é um biorregulador do trato intestinal que possui em sua formulação microrganismos vivos que atuam de maneira benéfica no trato intestinal. Saiba mais na página de Produtos do nosso site.

A limpeza dos ouvidos de cães e gatos é uma medida muito importante que, além de contribuir para a saúde e bem-estar, é um cuidado que permite estreitar a nossa relação com os pets. Limpar os ouvidos deles com uma frequência adequada previne inflamações, alergias e infecções que causam coceira, desconforto e dor.

 

Limpar os ouvidos dos pets é uma medida importante tanto para a higiene dos ouvidos sadios quanto para o manejo adequado de ouvidos que estão sendo tratados com medicamentos, pois somente em um ouvido limpo o produto depositado no conduto auditivo consegue alcançar toda a área a ser tratada e ser bem absorvido pela pele para uma ação mais eficaz. Em ouvidos saudáveis, a pele apresenta uma coloração levemente rosada, a manipulação não causa desconforto ou dor, não há coceira e a quantidade de cerúmen é discreta e o cheiro característico também. Se você notar que o ouvido do seu pet está com alguma alteração indicativa de problema procure logo o atendimento de um médico-veterinário para que ele avalie a situação e indique as melhores soluções.

 

As estruturas que compõem os ouvidos dos cães e dos gatos são muito delicadas e, por esta razão, a limpeza deve ser feita de maneira muito cuidadosa. Normalmente, deve ser feita no mínimo a cada 15 dias. Nos casos de pets com otites é importante seguir a orientação do médico-veterinário quanto à frequência da higienização.

 

Alguns animais têm maior tendência para desenvolver otites e produzem uma maior quantidade de cerúmen. São, por exemplo, os cães de raças que possuem as orelhas caídas (pendulares), como Cocker Spaniel, Golden Retriever e Basset Hound. Nestes pets a conformação das orelhas dificulta o arejamento e torna o conduto auditivo quente e úmido, ambiente propício para o desenvolvimento de otites; para estes animais são recomendadas limpezas mais frequentes.

 

Existem diversas técnicas para você mesmo limpar os ouvidos do seu pet, com muito carinho e dedicação este pode ser um momento muito agradável de interação entre vocês. Se o animal estiver muito agitado, oferecer algum risco de acidente ou estiver demonstrando dor é importante procurar ajuda de um profissional.

 

Para tornar o procedimento fácil de fazer e agradável para o pet o ideal é que ele se familiarize com a limpeza desde filhote. Quando o pet ainda é filhote procure fazer limpezas mais curtas e vá aumentando sua intensidade à medida que ele for aceitando mais a manipulação dos ouvidos. Para qualquer aprendizado não devemos nos esquecer de recompensar o bom comportamento do pet com carinho, passeio ou petisco. O importante é acostumá-lo gradativamente à limpeza, associando com algo que ele goste muito.

 

Na hora da limpeza escolha um lugar adequado e tranquilo, evite locais propícios a acidentes, com objetos que podem ser derrubados e não permita a interferência de outros animais. Acalmar o pet ou fazê-lo aceitar a limpeza não depende apenas do temperamento dele, mas também da confiança e da segurança que passamos. Não existem regras para conter o animal, trata-se de um jogo de dedicação. Se precisar, peça ajuda a outra pessoa.

 

Além do local adequado é importante utilizar ferramentas apropriadas como algodão e soluções de limpeza apropriadas. A Ourofino Saúde Animal conta em sua linha com o Limp & Hidrat, uma solução de limpeza otológica formulada com extratos vegetais que proporcionam uma limpeza suave e eficiente, promove hidratação da pele do ouvido e tem um agradável cheirinho de lavanda.

 

Para limpar os ouvidos dos cães e gatos deve-se aplicar o produto na quantidade adequada para a limpeza, de acordo com o porte do animal, de forma a atingir toda a pele visível do ouvido externo. Após a aplicação, abaixe a orelha para fechar a saída do canal auditivo, posicione a mão na base da orelha e massageie essa região delicadamente com o indicador e o polegar. Com um pedaço de algodão seco em tamanho compatível com o conduto auditivo e que possa ser manipulado facilmente com a ponta do dedo indicador, faça movimentos de dentro para fora para remover a sujeira. O algodão deve ser utilizado quantas vezes forem necessárias até a total limpeza e secagem do ouvido. O uso de hastes flexíveis ou objetos finos e pontiagudos como pinças não é recomendado uma vez que não facilitam a retirada das sujidades e um leve movimento de cabeça do animal pode provocar ferimentos indesejáveis. A limpeza inadequada ou agressiva, seja por procedimentos ou produtos inapropriados, pode criar ou piorar quadros de inflamações e infecções. Por isso é fundamental a utilização de produtos recomendados por seu médico-veterinário de confiança.