Mudanças de comportamento em cães e gatos podem ser um dos primeiros sinais de que algo não vai bem com a saúde. Isolamento, irritabilidade, alterações no apetite, sono excessivo, redução da disposição, mudanças nos hábitos de higiene e vocalização mais frequente são alguns dos comportamentos que merecem atenção.
Na rotina clínica de pequenos animais, compreender quando essas alterações começaram e identificar outros sinais associados pode contribuir para a investigação realizada pelo médico-veterinário.
Em resumo: mudanças comportamentais repentinas ou progressivas podem estar relacionadas a fatores físicos, emocionais ou ambientais. Por isso, alterações significativas ou persistentes devem ser avaliadas com atenção.
Por que o comportamento de cães e gatos pode mudar?
Cães e gatos não conseguem comunicar dor ou desconforto da mesma forma que as pessoas. Em muitos casos, uma mudança de comportamento pode ser uma das maneiras pelas quais o animal demonstra que algo está diferente.
Essas alterações podem estar relacionadas à dor, ao estresse ou a diferentes condições de saúde. Fatores emocionais e mudanças no ambiente ou na rotina também podem modificar o comportamento.
Por isso, observar o contexto, a duração e outros sinais associados é importante para compreender melhor cada caso.
Quais mudanças de comportamento em cães e gatos podem ser sinais de alerta?
Algumas alterações são observadas com frequência e podem indicar a necessidade de avaliação veterinária.
1. Isolamento ou menor interação
Um cão ou gato que costumava ser sociável e passa a evitar contato, permanecer escondido ou demonstrar menos interesse por atividades de que antes gostava pode estar apresentando algum tipo de desconforto.
Os gatos podem esconder sinais de dor com maior facilidade, mas cães também podem apresentar mudanças semelhantes de comportamento.
2. Agressividade ou irritabilidade
Dor e desconforto podem tornar o animal mais reativo ao toque, impaciente ou até agressivo.
Problemas articulares, dores musculares, doenças dentárias e outras condições de saúde podem provocar alterações importantes no comportamento do cão ou do gato.
Uma agressividade que surge de forma repentina, portanto, merece atenção.
3. Alterações no apetite
Comer menos, perder o interesse pela alimentação ou apresentar aumento excessivo do apetite pode estar relacionado a diferentes condições de saúde.
Quando a mudança no comportamento alimentar é persistente, é importante investigar sua causa.
4. Sono excessivo ou falta de energia
Cães e gatos podem apresentar dias mais tranquilos. No entanto, redução significativa da disposição, cansaço frequente ou aumento excessivo do período de descanso podem indicar que algo não está bem.
A avaliação deve considerar também se existem outras mudanças na rotina do animal.
5. Mudanças nos hábitos de higiene e eliminação
Nos gatos, deixar de utilizar a caixa de areia ou reduzir os cuidados com a própria higiene pode estar relacionado ao estresse ou a problemas de saúde.
Nos cães, urinar em locais diferentes do habitual ou apresentar mudanças nos hábitos também merece atenção.
6. Vocalização excessiva
Latidos, miados ou choros mais frequentes podem estar associados a desconforto, ansiedade, dor ou alterações cognitivas, especialmente em animais idosos.
Quando a vocalização muda de intensidade ou frequência sem uma causa evidente, é importante avaliar o contexto e outros sinais apresentados pelo animal.
Quais problemas de saúde podem causar mudanças de comportamento em cães e gatos?
Diferentes condições podem se manifestar inicialmente por meio de alterações comportamentais.
Entre as possíveis causas abordadas neste conteúdo estão:
- dor relacionada a problemas articulares ou musculares;
- doenças dentárias;
- doenças renais;
- alterações hormonais;
- problemas neurológicos;
- alterações cognitivas relacionadas ao envelhecimento;
- problemas gastrointestinais;
- ansiedade;
- estresse.
O comportamento, isoladamente, nem sempre permite determinar a causa da alteração. Por isso, a avaliação do histórico e dos demais sinais apresentados pelo animal é fundamental para a investigação veterinária.
Como diferenciar uma mudança de comportamento passageira de um problema de saúde?
Nem toda alteração de comportamento significa necessariamente a presença de uma doença.
Mudanças temporárias podem acontecer após viagens, visitas, alterações no ambiente ou modificações na rotina da família.
Por outro lado, alguns sinais merecem maior atenção, principalmente quando persistem ou aparecem associados a outras alterações:
- comportamento diferente por mais de alguns dias;
- perda de apetite;
- apatia;
- agressividade repentina;
- dificuldade de locomoção;
- alterações urinárias;
- alterações intestinais;
- vocalização constante;
- perda ou ganho de peso sem explicação.
Na presença desses sinais, a orientação de um médico-veterinário é importante.
O que observar diante de uma mudança de comportamento?
Ao investigar uma alteração comportamental em cães ou gatos, é importante identificar quando a mudança começou e verificar se existem outros sinais associados.
Informações sobre a rotina do animal podem contribuir para a investigação veterinária. Entre os aspectos que podem ser observados estão:
- alimentação;
- consumo de água;
- padrão de sono;
- nível de atividade;
- hábitos urinários e intestinais;
- interação com pessoas ou outros animais;
- mudanças de peso;
- momento em que o comportamento diferente começou.
O registro dessas alterações pode ajudar o médico-veterinário a compreender melhor a evolução do quadro.
A administração de medicamentos por conta própria deve ser evitada.
Qual é a importância da observação do comportamento na saúde de cães e gatos?
Os responsáveis convivem diariamente com cães e gatos e, por isso, frequentemente são os primeiros a perceber mudanças na rotina ou no comportamento.
Alterações que parecem simples podem ser os primeiros sinais de um problema de saúde. A identificação precoce dessas mudanças favorece a procura por avaliação veterinária e pode contribuir para que a causa seja investigada mais rapidamente.
Observar o comportamento faz parte do acompanhamento da saúde e do bem-estar de cães e gatos.
Se você é tutor de cãozinho ou gatinho, é natural se preocupar com a saúde e o bem-estar do seu companheiro peludo. Mas você sabia que assim como os humanos, os pets também podem ser afetados pela artrite?
Artrite é uma condição que causa inflamação nas articulações. Embora muitos pensem que é uma doença exclusiva dos humanos, ela também pode afetar nossos amigos de quatro patas.
Em cães e gatos, a artrite pode ser causada por uma variedade de fatores, incluindo idade, lesões, displasia e até mesmo condições autoimunes.
Sintomas de artrite em pets
Os sintomas da artrite em cães e gatos podem variar, mas alguns sinais comuns incluem:
- Dificuldade em se levantar ou se movimentar, subir escadas.
- Claudicação (mancar).
- Rigidez nas articulações, especialmente após períodos de repouso.
- Inchaço e sensibilidade nas articulações afetadas.
- Mudanças no comportamento, como irritabilidade ou falta de interesse em atividades que costumavam desfrutar.
Fatores de risco da artrite em Cães e Gatos
Vários fatores podem aumentar o risco de um cão ou gato desenvolver artrite, incluindo:
- Idade avançada.
- Raça de grande porte (algumas raças têm maior predisposição a certas condições articulares).
- Obesidade (o excesso de peso coloca mais pressão nas articulações).
- Lesões anteriores nas articulações.
Diagnóstico, tratamento e prevenção
Se você suspeitar que seu pet está sofrendo de artrite, é importante consultar um veterinário para um diagnóstico adequado.
O médico veterinário pode realizar exames físicos, radiografias e outros testes para determinar a extensão do problema.
O tratamento para artrite em pets pode incluir medicamentos para aliviar a dor e a inflamação, terapias físicas, mudanças na dieta e suplementos articulares a base de UC2 (colágeno não desnaturado), como o Ativi.
Embora a artrite não possa sempre ser prevenida, existem algumas medidas que você pode tomar para ajudar a reduzir o risco de desenvolvimento da doença em seu pet.
Manter um peso saudável através de uma dieta balanceada e exercícios regulares pode ajudar a reduzir a pressão sobre as articulações.
Além disso, evitar lesões e traumas também pode ajudar a proteger as articulações do seu pet.
Resumindo a Artrite
Então sim, cães e gatos podem desenvolver artrite. É importante estar ciente dos sinais clínicos da doença e procurar atendimento de um médico veterinário de confiança se você suspeitar que seu pet está sofrendo.
Muitas vezes o ortopedista é o profissional mais indicado para diagnosticar e realizar o tratamento adequado.
É possível ajudar seu companheiro peludo a viver uma vida mais confortável e ativa, mesmo com artrite.
Se você tem um pet mais velho ou que demonstra sinais de desconforto ao se movimentar, não hesite em marcar uma para avaliação e orientação adequadas.
A saúde e o bem-estar do seu pet são prioridades, e tratando a artrite, você pode ajudar a garantir que ele viva uma vida longa e feliz ao seu lado.
Se este artigo despertou o seu interesse e você quer aprender mais sobre como garantir a saúde articular do seu melhor amigo, não hesite em deixar um comentário e nos acompanhar nas redes sociais, pelo perfil @ourofinopet.
Estamos comprometidos em auxiliar você e seu pet a desfrutarem de uma convivência saudável e feliz!
Ao envelhecerem, muitos pets enfrentam desafios de saúde, e um dos problemas mais comuns é a osteoartrose, também conhecida como artrose.
Assim como em humanos, essa condição afeta as articulações, causando dor e desconforto. Neste blog, vamos falar sobre a osteoartrose em cães e gatos, seus sintomas, causas e como cuidar dos pets com essa condição.
O que é Osteoartrose em Pets?
A osteoartrose é uma doença degenerativa das articulações que afeta principalmente cães e gatos mais velhos.
Ela se manifesta quando a cartilagem que cobre as pontas dos ossos nas juntas começa a se deteriorar, provocando: dor, inflamação e restrição de movimentos.
Essa condição pode afetar várias articulações, como quadris, joelhos, cotovelos e coluna vertebral.
Sintomas da Osteoartrose em Pets
Os sintomas da osteoartrose em pets podem variar de acordo com a gravidade da doença e a articulação afetada. Alguns dos sinais mais comuns incluem:
1. Claudicação ou manqueira:
Animais com osteoartrose muitas vezes exibem claudicação, o que significa que coxeiam ou mancam ao caminhar. Isso ocorre devido à dor nas articulações afetadas.
2. Rigidez ao se levantar ou se movimentar:
Os pets podem mostrar rigidez ao se levantarem após períodos de descanso ou podem ter dificuldade em se movimentar normalmente.
3. Inchaço nas articulações:
Articulações afetadas podem ficar inchadas devido à inflamação associada à osteoartrose.
4. Mudanças no comportamento:
Os pets que sofrem com dores articulares podem demonstrar irritação, resistência para brincar ou se locomover, e até mesmo alterações nos padrões de alimentação.
Ao estar ciente dos sinais, agir precocemente e adotar medidas para melhorar a qualidade de vida do seu animal de estimação, você pode garantir que eles continuem a desfrutar de uma vida feliz e saudável, mesmo com essa condição.
Causas da Osteoartrose em Pets
A osteoartrose em pets pode ser causada por diversos fatores. As principais causas são:
Envelhecimento
Assim como em humanos, o envelhecimento é um fator de risco significativo para o desenvolvimento da osteoartrose em pets. O desgaste natural das articulações ao longo do tempo contribui para a deterioração da cartilagem.
Obesidade
O excesso de peso coloca uma pressão adicional nas articulações, aumentando o risco de desenvolvimento de osteoartrose. Manter um peso saudável é crucial para a saúde articular.
Lesões articulares
Lesões prévias, como fraturas articulares ou luxações, podem predispor os pets à osteoartrose mais tarde na vida.
Predisposição genética
Algumas raças de cães e gatos têm uma predisposição genética para desenvolver osteoartrose. Raças grandes, como Labradores e Pastores Alemães, são mais suscetíveis.
Como tratar Osteoartrose em pets?
Um diagnóstico precoce é essencial para gerenciar eficazmente a osteoartrose. Se você observar sinais de claudicação persistente ou mudanças no comportamento do seu pet, consulte um veterinário para avaliação.
Para auxiliá-lo mantenha um peso saudável, isso é crucial para animais com osteoartrose. A perda de peso pode reduzir a pressão sobre as articulações afetadas, aliviando a dor e melhorando a mobilidade.
Atividades físicas de baixo impacto, como natação, podem ser benéficas para animais com osteoartrose. Elas ajudam a manter a flexibilidade e fortalecer os músculos ao redor das articulações.
Suplementos como condroitina e glucosamina presentes no Condromax Pet, podem ajudar a manter a saúde das articulações e reduzir os sintomas da osteoartrose.
Ofereça camas macias e confortáveis para seus pets, especialmente aqueles com osteoartrose. Isso reduzirá a pressão sobre as articulações durante o descanso.
O tratamento pode envolver medicamentos anti-inflamatórios, analgésicos, suplementos como o Ativi, que é à base de colágeno não desnaturado, em determinados casos, fisioterapia.
Consulte sempre um veterinário para obter o diagnóstico correto e assim você tutor receberá a orientações específicas para o seu pet.
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A Febre Maculosa é uma doença grave que, no Brasil, pode ser causada por duas bactérias conhecidas como riquétsias, a Rickettsia rickettsii e a Rickettsia parkeri.
No Brasil, a transmissão das bactérias responsáveis pela Febre Maculosa ocorre principalmente através do carrapato-estrela, mas qualquer espécie de carrapato têm a capacidade de transportar essas bactérias, incluindo o carrapato do cachorro.
Os cães podem carregar carrapatos infectados soltos, que podem posteriormente aderir às pessoas. Isto nos traz um alerta importante para reforçarmos os cuidados contra estes parasitas.
A febre maculosa, em seres humanos, causa sintomas como: febre alta, dores de cabeça, dores musculares, inchaço e vermelhidão nas palmas das mãos e sola dos pés, entre outros sintomas menos específicos. Se não tratada, a Febre Maculosa pode levar a complicações e até mesmo à morte.
Sabendo disso, separamos algumas dicas essenciais para proteger seu pet e sua família, ajudando a garantir saúde e bem-estar.
1- Manter o ambiente limpo:
- Manter o pet longe de ambientes infestados por carrapatos;
- Manter o ambiente em que o pet vive livre destes parasitas.
2- Verifique seu pet regularmente:
- Faça uma verificação minuciosa em seu animal regularmente para detectar qualquer sinal de carrapatos;
- Examine áreas como orelhas, pescoço, patas, entre os dedos e na região genital;
- Preste atenção a pequenos pontos pretos na pele do animal. Eles podem ser carrapatos;
- Caso encontre algum, remova-o com cuidado usando uma pinça fina. Nunca esmague ou aperte o carrapato, pessoas podem ser infectadas através da remoção inadequada de carrapatos de seus cães.
3- Mantenha seu pet longe de áreas infestadas:
Evite passear com seu cão em áreas conhecidas por serem infestadas por carrapatos. Isso inclui locais com vegetação alta, parques e praças sem cuidados, por exemplo.
4- Utilize produtos carrapaticidas próprios para o seu cão:
A Ourofino Saúde Animal conta com o NEOPet, um carrapaticida que confere proteção contra carrapatos dos cães por um período de 30 dias.
Lembre-se, a prevenção é fundamental para proteger seu pet e sua família. Verifique regularmente e tome as medidas necessárias para manter seus animais seguros e saudáveis.
Esteja atento ao aparecimento dos sintomas e procure um médico veterinário para o diagnóstico e tratamento adequado.
Referência:
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/f/febre-maculosa. Acessado em 15 de junho de 2023.
SYKES, J.E. Chapter 218: Ehrlichiosis, Anaplasmosis, Rocky Mountain Spotted Fever, and Neorickettsiosis. In: E Ettinger, S.J.; Feldman, E.C. & Côté, E. Textbook of veterinary internal medicine: diseases of the dog and the cat. 2017.
A época mais festiva do ano chegou, é tempo de pipoca, bolo de milho, pamonha, pé de moleque e quentão.
Além de tudo temos os fogos de artifício, sendo necessário evitar soltá-los perto dos pets. O barulho alto e os flashes de luz podem assustá-los e causar estresse, ansiedade e até mesmo fobias.
Muitos cachorros têm medo de fogos de artifício devido ao ruído intenso e imprevisível. O som alto pode ser doloroso para suas audições sensíveis, desencadeando uma resposta de medo ou pânico. O barulho intenso e repentino podem assustar os gatos, podendo desencadear reações de medo e até mesmo instintos de fuga.
Para ajudar seu cachorro ou gato a lidar com fogos de artifício, aqui estão algumas dicas:
1- Crie um ambiente seguro
Mantenha seu cachorro ou gato em um local seguro e familiar dentro de casa, onde ele se sinta confortável.
Bloquei todas as fontes de ruído externo, como portas e janelas, e substitua o som dos fogos de artifício por sons mais tranquilos, como os de uma TV ou rádio.
2- Crie um espaço acolhedor
Mantenha uma área confortável para o seu pet, com sua cama favorita, brinquedos e paninhos.
Isso ajudará a criar um senso de segurança e oferecerá distrações para diminuir a ansiedade.
3- Fique junto do seu pet
Se possível, fique com seu melhor amigo durante os fogos de artifício. Sua presença tranquilizadora pode ser reconfortante para ele.
4- Mantenha a calma
Seu próprio comportamento pode influenciar o estado emocional do seu pet. Tente manter a calma e não reforçar o medo com excesso de atenção ou carinho excessivo.
Isso pode fazer com que eles percebam que há algo errado.
5- Crie esconderijos para os gatinhos
Forneça ao seu gato locais seguros para se esconder, como caixas de papelão, camas aconchegantes ou até mesmo armários abertos.
Oferecer a eles um espaço para que se sintam protegidos durante os fogos de artifício irá evitar fugas e acidentes.
6- Use técnicas de dessensibilização
Antes de qualquer celebração com fogos de artifício, tente familiarizar seu pet com os sons dos fogos de artifício. Comece com um volume baixo e aumentando lentamente ao longo do tempo.
Isso irá ajudar a dessensibilizá-lo aos ruídos, principalmente se for feito de filhote.
7- Consulte um veterinário
Em casos mais graves de fobia de fogos de artifício, pode ser necessário buscar a orientação de um veterinário.
Eles podem prescrever medicamentos, suplementos ou técnicas de terapia comportamental para ajudar seu cachorro a lidar com o medo.
8- Uso de suplementação
Alguns suplementos como o Seren Snacks e o Seren em formato de pasta, podem ajudar a acalmar cães e gatos reduzindo a ansiedade.
Isso porque eles são formulados para que esses animais se sintam confortáveis e em segurança de forma natural.
Reforçamos que cada animal é único, e pode ser necessário experimentar diferentes abordagens para encontrar a melhor maneira de ajudar seu pet a lidar com o medo dos fogos de artifício e possa apreciar essa festança ao seu lado.
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Nos vemos no próximo blog, até mais sô!
Os gatos estão entre os animais de companhia mais populares do mundo. É estimado que a origem da espécie tenha ocorrido entre 130 e 160 mil anos atrás.
No entanto, essas aproximações felinas aos humanos são uma ocorrência relativamente recente. Estima-se que isso tenha ocorrido há cerca de 10 a 12 mil anos.
Mesmo que hoje em dia sejam domésticos, os gatos têm muitas características dos felinos selvagens.
Por isso se mostram animais ágeis, fortes, cheios de reflexos, e com sentidos bastante apurados, além do óbvio instinto de caça.
Mas além de serem independentes e bastante curiosos, adoram brincar e são amigáveis e carinhosos, aos seus tutores com esfregões, turrinhas e ronronar.
Para conhece-los melhor, separamos diversas curiosidades do universo felino.
Curiosidades sobre os gatos
- Acredita-se que o primeiro felino do mundo a dar origem a todas as espécies de gatos foi o Felis silvestris lybica. Ele era um gato selvagem, de porte grande e agressivo, com características proeminentes de predador.
- O animal mais parecido com o gato é o tigre. Ele compartilha 95,6% de seu genoma com o gato. Além disso, o tigre é o maior felino do mundo.
- Os gatos têm uma expectativa de vida de 12 a 18 anos. Isso é equivalente a aproximadamente 100 anos de vida humana.
- O cálculo da idade humana dos gatos é muito curiosa. O primeiro ano do felino equivale a 15 anos humanos, some 10 anos no segundo ano. A partir do terceiro aniversário, adicione quatro anos ao seu pet.
- Os primeiros sinais de envelhecimento começam próximo aos 7 anos. Os gatos são considerados idosos aos 12 anos e geriátricos dos 15 em diante. Esteja atento a saúde do seu gato e de quaisquer alterações comportamentais.
- As raças de gato que vivem mais tempo são os: Gatos da Birmânia, gatos Siameses, gato Burmês e Persas. Já o Bengals, Abissínio e os Ragdolls são raças de vida mais curtas.
- O miado de um gato pode indicar que o animal está com fome, angustiado, zangado, com dor, no cio ou simplesmente quer atenção e carinho. Portanto, é crucial entender o que seu amigo quer expressar em sua rotina.
- Alguns estudos mostraram que os gatos veem as cores azuis, roxos, verdes e amarelos, então os gatinhos não veem tons tão ricos de cores.
- Os gatos são muito desconfiados e sabem que na hora de dormir é quando estão mais vulneráveis. Portanto, quando um gato gosta de dormir com o tutor, mostra que tem total confiança de que nada de ruim acontecerá, além de adorarem dormir no conforto, claro.
- É possível saber quando o gato está com dor quando ele demonstrar sinais como: Inversão de comportamento, um miado diferente, falta de apetite, busca locais tranquilos para se esconder, deixa de se lamber, além de perder o interesse pelas brincadeiras. Se perceber algum desses sinais, busque um médico veterinário para uma consulta. E conte com a linha de medicamentos e suplementos da Ourofino para gatos.
- Um gato passa cerca de 1/3 do seu dia a limpar-se e em média 2/3 do dia a dormir, isso significa que em 9 anos de vida, apenas está acordado 3 anos.
- As gatas tendem a ser destras, enquanto os machos tendem a ser canhotos.
- Os gatos emitem cerca de 100 sons diferentes, enquanto os cães emitem cerca de 10 sons diferentes.
- Existem aproximadamente 40 raças reconhecidas de gatos pelo mundo e mais de 500 milhões de gatos domésticos.
- Os gatos têm uma audição melhor do que os cães, e podem ouvir sons de alta frequência.
- Um gato pode correr a uma velocidade de 49 km/h em distâncias curtas e pular 5 vezes sua altura em um salto único.
- Em média, nascem de 1 a 9 gatos por gata a cada ninhada, sendo que a maior delas até hoje foi de 19, porém apenas 15 sobreviveram.
- Na Austrália e na Grã-Bretanha, os gatos pretos são um símbolo de boa sorte.
- A raça de gato mais popular é a Persa, seguida do Maine Coon e do Siamês.
- Gatos geralmente não gostam de água porque seu pelo não isola bem o calor quando ele está molhado ou húmido.
- Os gatos costumam ter 12 bigodes de cada lado da face.
- Os pequenos tufos de pelos nas orelhas de um gato impedem a entrada de poeira, direcionam o som para os ouvidos e os isolam quando necessário.
- A capacidade de um gato de encontrar seu lar de volta existe, os especialistas acreditam que os gatos usam o ângulo da luz solar para encontrar o caminho ou que possuam células magnéticas em seus cérebros que agem como uma bússola.
- Dificilmente um gato mia para outro gato, apenas para humanos. Os gatos só vão cuspir, ronronar e assobiar para outros gatos.
- Os gatos são muito flexíveis isso porque têm mais de 53 vértebras em sua coluna, enquanto os humanos têm apenas 34.
- As orelhas de um gato podem girar 180 graus.
- A temperatura corporal normal de um gato é entre 38º e 39º C. Abaixo de 37ºC ou acima de 39ºC procure o Médico Veterinário.
- Por não possuir a clavícula, o gato passa em qualquer lugar que a sua cabeça consiga entrar.
- Assim como a nossa impressão digital, o padrão do nariz do gato é único.
- Um gato filhote possui 26 dentes temporários e os perde até os 6 meses de idade, quando adulto ele possui 30 dentes.

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Já pensou em adotar um pet velhinho?
Conheça 6 fatores que devem ser considerados antes de buscar seu amigo na feirinha de adoção:
1. Tempo
2. Recursos financeiros
3. Ambiente
4. Porte
5. Comportamento do indivíduo
6. Comportamento da espécie
Adotei! E agora?
Outras formas de colaborar
Não são somente as pessoas que sofrem com infecções do trato urinário (ITU), este tipo de problema também pode afetar os cães e gatos e são muito comuns. O sistema urinário é composto por diversas estruturas e órgãos como, por exemplo, a uretra, a bexiga e os rins.
Geralmente as infecções que atingem o trato urinário são causadas por bactérias, mas outros microrganismos como fungos e vírus também podem estar envolvidos na causa deste problema. Estes microrganismos podem infectar um ou mais componentes do trato urinário. De acordo com a região afetada a infecção urinária recebe diferentes nomes técnicos sendo:
- uretrite: infecção da uretra;
- cistite: infeção da bexiga;
- nefrite ou pielonefrite: infecção nos rins.
As fêmeas no geral são mais afetadas que os machos. Alguns fatores predispõem o aparecimento das infecções urinárias, como doenças concomitantes (diabetes, por exemplo), idade avançada, presença de cálculos (“pedras”), baixa ingestão de água, sedentarismo e dieta desbalanceada.
Os cães e gatos com infecção do trato urinário podem ou não apresentar sintomas. É sempre importante que o tutor esteja atento a qualquer anormalidade nos hábitos de urinar do pet bem como em seu comportamento. De maneira geral, os animais afetados comumente sentem dor, mas não conseguem avisar o que está acontecendo. Os sintomas apresentados vão variar de acordo com a gravidade da infecção, sendo os sintomas mais comuns aumento na frequência de urinar, alteração no volume da urina (aumento ou diminuição), sede excessiva, dificuldade para urinar, incontinência urinária, odor diferente da urina, presença de sangue, perda de apetite, abatimento e febre.
Quanto mais rápido a infecção for descoberta melhor será o resultado do tratamento e menor será o tempo de recuperação. Não tratar ou tratar inadequadamente as infecções do trato urinário pode trazer complicações graves para a saúde dos animais de estimação.
Cabe ao médico-veterinário diagnosticar a presença de infecção no trato urinário. O diagnóstico é feito através da avaliação do pet e da realização de exames complementares. Um exame muito importante para identificação de anormalidades no sistema urinário é a análise da urina (urinálise). Através dele é possível verificar se existem alterações em diversas características da urina como cor, densidade, presença de sangue, células ou outras substâncias e estruturas. Com o uso do microscópio também é possível visualizar e diferenciar células e microrganismos (bactérias e/ou fungos).
O médico-veterinário também pode solicitar a realização da cultura urinária. Por meio desta técnica é possível identificar qual agente infeccioso está causando o problema e instituir o tratamento mais adequado. Nos casos em que há a suspeita da presença de cálculos no trato urinário é necessária a realização de ultrassonografia e/ou radiografia.
Como na maioria das vezes as bactérias são os agentes causadores deste tipo de infecção, o tratamento é feito com a administração de antibióticos. Além dos antibióticos o profissional também poderá prescrever a administração de medicamentos para controle da dor e recomendar uma dieta específica com o objetivo de melhorar as condições do sistema urinário. No caso de pets com tendência à formação de cálculos, o médico-veterinário pode instituir uma dieta especial para reduzir a formação destas estruturas.
Para evitar que os pets não sofram com estas infecções é importante deixar que eles urinem frequentemente e que tenham acesso irrestrito a água limpa e fresca.
Ao observar que seu melhor amigo está fazendo muito ou pouco xixi ou que a urina está com odor ou coloração diferente é importante levá-lo ao médico-veterinário.
O momento da adoção é um dos mais felizes para quem ama animais, porém para quem nunca teve pet pode dar aquele frio na barriga após a adoção.
Uma vez que você resolveu adotar o gato, todas as responsabilidades estarão sobre você, afinal você é o pai ou a mãe dele. Entre as principais necessidades dos pets estão a alimentação, a saúde e o bem-estar.
Alguns objetos são básicos para que você tenha desde a chegada do pet, entre eles as vasilhas de comida e água, caixa de areia, caixa de transporte, arranhador, brinquedinhos e, para alguns, caminhas.
Pensando nisso, separamos algumas dicas para que se preparar para esse ato de responsabilidade e amor.
1. Chegada em casa
Alguns gatos se adaptam rapidamente, enquanto outros podem ficar com medo e somente sair aos poucos. Caso o seu gato seja mais medroso, você pode colocar petiscos ou sachês em alguns lugares da casa para que ele explore o ambiente e associe como uma experiência positiva.
Se você tiver crianças oriente-as para não fazer barulho ou bagunça demais perto do gato, pois isso o assusta muito. Também não se deve ficar carregando o gato, ele precisa ter liberdade para explorar o ambiente e escolher onde quer ficar.

2. Segurança do gato
A segurança física dos gatos normalmente está em perigo quando o gato tem acesso à rua, portanto a colocação de telas de proteção e manter o gato dentro de casa são formas de diminuir drasticamente os riscos acidentes, brigas e maus tratos, além de reduzir a possibilidade de infecção com doenças, adquirir parasitas e até mesmo de trazer presas.
Apesar da colocação de telas de proteção ser essencial, para o gato é considerado uma restrição do seu território, portanto quanto mais cedo ele for habituado a ambientes fechados, mais fácil é que o gato se adapte.
Também é necessário cuidados com algumas questões como presença de plantas tóxicas, produtos químicos e acidentes fora de casa. Saiba mais sobre: Quais são as plantas tóxicas para seu pet e orientações em caso de intoxicações com outras substâncias.
3. Verticalização/ Gatificação

Se referem ao uso de prateleiras e/ou nichos no ambiente em que o gato vive, como forma de ampliar o território do felino. A verticalização também colabora com a realização de exercícios e diversão do felino, além de servir como esconderijo quando ele não quer ser incomodado.
4. Brincadeiras e exercício
Os gatos retêm comportamentos juvenis mesmo depois que se tornam adultos, por isto a maioria gosta de brincadeiras. A brincadeira não é apenas uma forma de atividade física, ela serve também como estímulo mental para os felinos, já que libera hormônios, trazendo a sensação de bem estar. A maioria dos gatos gosta de brincadeiras simples como bater ou empurrar bolinhas com as patas e perseguir “presas”. Dedicar tempo para brincar com o seu bichano é essencial para que ele não fique irritado e/ou depressivo. O uso de varetas é um estimulante, além de ser uma brincadeira segura para que as crianças interajam com o felino.
5. Alimentação e consumo de água
O ideal é que na chegada do gato se mantenha a alimentação que ele estava comendo antes e, caso faça a alteração da comida, ela seja gradual. Os gatos são considerados carnívoros obrigatórios, portanto a sua alimentação deve ser principalmente a base de proteína animal (carne). Contudo, hoje em dia, as rações consideradas de qualidade (Premium e Super Premium) já trazem estes níveis de nutrientes balanceados. Gatos de um modo geral bebem pouca água, portanto é importante ter mais de um pote de água, além de dar alimentos úmidos com certa frequência. Gatos preferem comer em pratos rasos e largos, para que seus bigodes não encostem nas laterais e, de preferência, que sejam de cerâmica. Para beber água, muitas vezes os gatos preferem tomar água corrente, portanto a recomendação de uso de fontes que mantem a água em movimento. As vasilhas de comida e água devem ser lavadas diariamente e devem estar afastadas da caixa de areia, de preferência em outro cômodo da casa.
6. Higiene
Costuma-se dizer que gatos são seres autolimpantes e esta é uma grande verdade, afinal, quem nunca viu um banho de gato? Os felinos dedicam cerca de 10% do tempo em que ficam acordados se limpando. Cuidam dos pelos removendo sujeira e nós, depois limpam as patas e, por fim, limpam a cabeça com auxílio das patas. Apesar de serem muito asseados, os gatos podem e devem ser escovados com frequência, principalmente raças muito peludas e animais idosos que, normalmente, não conseguem manter a higiene em dia sozinhos. Além de tudo, a escovação serve para estreitar o relacionamento entre dono e gato. Para saber mais sobre os cuidados de higiene com os felinos clique aqui e baixe nosso e-book de cuidados com a pele e pelos dos pets.
7. Banheiro

Os gatos são animais super higiênicos e mantem uma característica dos seus ancestrais de enterrar seus dejetos, por isto usam como “banheiro” caixas com areia, que na verdade podem ser granulados de diversos materiais, para esconder fezes e urina. A caixa de areia deve ser limpa de 2 a 3 vezes ao dia, sendo o mínimo uma vez ao dia. Existe a regra de que para cada gato tem que ter uma caixa de areia + uma, então se você tem dois gatos, serão duas caixas de areia + uma, totalizando três. A limpeza da caixa é feita com pá própria para isso, onde para as fezes se removem apenas as fezes e no caso da urina se removem os torrões (massas aglomeradas). No caso dos granulados de madeira, a urina transforma a madeira em pó, devendo ser peneirada para remove-lo, já para as fezes usa-se a pá igualmente que para outros granulados.
É necessário manter a caixa de areia distante das vasilhas de água e comida.
8. Conhecendo o restante da família (humanos e animais)
Está é uma parte difícil para os felinos, principalmente se a interação for com outro(s) gato(s), portanto de preferência esta apresentação deve ser orientada pelo médico-veterinário ou por um profissional especialista em comportamento. Caso não seja possível, faça aproximação gradual, permitindo no começo apenas que os pets se vejam e ouçam, porém que não possam ter contato físico (exemplo de porta de vidro, box do banheiro). Os animais não devem ser deixados sozinhos nos primeiros contatos para evitar possíveis acidentes. Uso de reforço positivo, como petiscos e sachês para o gato, também servem como uma lembrança positiva da aproximação com o outro pet.
9. Saúde
O cuidado com a saúde dos pets tem várias coisas para levarmos em consideração. A primeira delas é a vermifugação, que deve ser feita preferencialmente antes da aplicação as vacinas. Outra medida de manutenção na saúde dos gatos que também é considerada básica é, por exemplo, o controle de pulgas e outros tipos de parasitos. Para prevenção contra pulgas no seu bichano conte com a eficácia de NEOPet.
Além destes cuidados essenciais, os gatos precisam ser testados, no mínimo uma vez na vida, para duas importantes doenças: FIV e FeLV.
Uma vez vermifugado, com o controle de ectoparasitas em dia e testado para FIV e FeLV, o se gato deverá iniciar o protocolo de vacinação (se for um filhote ou um adulto que nunca tomou vacina) ou levá-lo para revacinação anual se for um adulto já vacinado. Para saber mais sobre as vacinas recomendadas para os gatos clique aqui.
E, por fim, o ideal é gatos jovens visitem o veterinário pelo menos uma vez ao ano e os idosos ou com doenças crônicas, vão ao veterinário no mínimo duas vezes ao ano.
10. Castração
A castração em gatos é sempre recomendada, tanto em fêmeas quanto em machos. A castração tem como principal benefício evitar a reprodução indesejada, porém ela também serve para diminuir comportamentos de marcação territorial e brigas. Ainda tá em dúvida sobre a castração? Clique aqui.
São muitos detalhes sobre os gatos, mas com certeza, com o passar do tempo juntos você saberá decifrar os detalhes do seu bichano melhor do que ninguém!
Todos sabem que a alimentação dos pets deve se adequar com o período de vida, desde o nascimento a idade adulta. É muito importante para a saúde dos filhotes que nessa fase ele não passe por deficiências ou excessos nutricionais.
Os pets têm necessidades nutricionais diferentes dos adultos, não só em quantidade de alimento, mas também na qualidade. Além disso, cachorros e gatos apresentam algumas necessidades diferentes em relação aos nutrientes, por isso, nada de trocar a ração deles, combinado?!
A mudança para a alimentação sólida pode parecer simples, porém existem vários pontos de atenção. Ela deve ser gradual e iniciar enquanto os filhotes ainda mamam. Vale lembrar que alimentação sólida não é apenas a ração seca, existem outras opções sólidas que podem ser usadas.
Quando posso começar a dar alimentos sólidos?
Apesar do leite materno ser suficiente como única fonte de nutrientes nos recém-nascidos, a partir de 3 a 4 semanas de vida os alimentos sólidos devem ser introduzidos na dieta e, para filhotes de raças maiores, a partir de 3 semanas de vida.
Quais alimentos podem ser usados para iniciar a dieta sólida para filhotes?
O cachorro e o gato tem que ser alimentados com dietas completas e balanceadas, formuladas para crescimento ou todas as fases da vida e específicas para cada espécie.
Existem algumas opções de alimento sólido, entre elas as papinhas de desmame, que normalmente são alimentos em pó, para serem misturados com água morna até atingirem consistência de pasta. Estes alimentos podem ser encontrados em pet shops e são fabricados por empresas especializadas em alimentação de pets.
Além da papinha de desmame, podem ser feitas adaptações como usar a ração seca da própria mãe, ou uma ração para filhotes, umedecida com água na proporção de 1 parte de ração para 1 parte de água. Outra opção possível são as rações em lata/ sachê.
Vale lembrar que para cães de raças grandes é indicado utilizar uma dieta de filhotes de raças grandes diferente da dieta da mãe.
Quando posso desmamar os filhotes?
Apesar de começarem a consumir alimentos sólidos com 3 a 4 semanas, o desmame dos filhotinhos deve ocorrer apenas a partir da 7ª a 9ª semana de vida. Desmamar o filhote antes deste período (antes da 6ª semana) pode gerar problemas comportamentais tanto em cães quanto em gatos.
Durante quanto tempo preciso fazer esta transição?
Os alimentos sólidos devem ser inseridos aos poucos até que seja a única fonte de nutrição no momento do desmame. A recomendação de tempo é de, normalmente, uma semana seguindo as proporções: 20% do novo alimento no 1º e no 2º dia; seguido de 40% do novo alimento no 3º e 4º dia; 60% do novo alimento no 5º dia; 80% do novo alimento no 6º dia e, por fim, 100% do novo alimento no 7º dia.
Após o desmame o alimento escolhido (papinha de desmame, ração umedecida, lata/sachê) pode ser mantido até o final do 2º mês ou início do 3º mês de vida. Pode-se iniciar a transição para o alimento seco (ração), obedecendo novamente a proporção citada acima.
Posso dar qualquer quantidade?
Não. O ideal é sempre dar alimentos de maneira controlada, apenas para cachorrinhos e gatinhos magros podem ter alimentação livre. Todos os alimentos possuem recomendações nas suas embalagens. A orientação é seguir a tabela do produto que orienta a quantidade de acordo com a idade e o peso do pet.
Filhotes de cães de raças grandes precisam de cuidados nutricionais especiais: a superalimentação pode predispor a doenças ortopédicas de desenvolvimento e osteoartrose na idade adulta.
Os cuidados com os alimentos em filhotes de cães e gatos são fundamentais para garantir um crescimento saudável. As vezes a troca de alimento pode gerar alguns transtornos gastrointestinais, nestes casos o uso de probióticos, como o Biocanis , pode ser muito útil nesta transição.
Confira mais dicas de cuidados com os filhotes:
Referência: Ettinger, S. J., Feldman, E. C., & Cote, E. (Eds.). Textbook of veterinary internal medicine (8th ed.). St. Louis, Missouri, US: Elsevier, 2017.