Se você é tutor de cãozinho ou gatinho, é natural se preocupar com a saúde e o bem-estar do seu companheiro peludo. Mas você sabia que assim como os humanos, os pets também podem ser afetados pela artrite?

 

Artrite é uma condição que causa inflamação nas articulações. Embora muitos pensem que é uma doença exclusiva dos humanos, ela também pode afetar nossos amigos de quatro patas.

Em cães e gatos, a artrite pode ser causada por uma variedade de fatores, incluindo idade, lesões, displasia e até mesmo condições autoimunes.

 

Sintomas de artrite em pets

Os sintomas da artrite em cães e gatos podem variar, mas alguns sinais comuns incluem:

 

  • Dificuldade em se levantar ou se movimentar, subir escadas.
  • Claudicação (mancar).
  • Rigidez nas articulações, especialmente após períodos de repouso.
  • Inchaço e sensibilidade nas articulações afetadas.
  • Mudanças no comportamento, como irritabilidade ou falta de interesse em atividades que costumavam desfrutar.

 

Fatores de risco da artrite em Cães e Gatos

Vários fatores podem aumentar o risco de um cão ou gato desenvolver artrite, incluindo:

 

  • Idade avançada.
  • Raça de grande porte (algumas raças têm maior predisposição a certas condições articulares).
  • Obesidade (o excesso de peso coloca mais pressão nas articulações).
  • Lesões anteriores nas articulações.

 

Diagnóstico, tratamento e prevenção 

Se você suspeitar que seu pet está sofrendo de artrite, é importante consultar um veterinário para um diagnóstico adequado.

O médico veterinário pode realizar exames físicos, radiografias e outros testes para determinar a extensão do problema.

O tratamento para artrite em pets pode incluir medicamentos para aliviar a dor e a inflamação, terapias físicas, mudanças na dieta e suplementos articulares a base de UC2 (colágeno não desnaturado), como o Ativi.

 

Embora a artrite não possa sempre ser prevenida, existem algumas medidas que você pode tomar para ajudar a reduzir o risco de desenvolvimento da doença em seu pet.

Manter um peso saudável através de uma dieta balanceada e exercícios regulares pode ajudar a reduzir a pressão sobre as articulações.

Além disso, evitar lesões e traumas também pode ajudar a proteger as articulações do seu pet.

 

Resumindo a Artrite 

Então sim, cães e gatos podem desenvolver artrite. É importante estar ciente dos sinais clínicos da doença e procurar atendimento de um médico veterinário de confiança se você suspeitar que seu pet está sofrendo.

Muitas vezes o ortopedista é o profissional mais indicado para diagnosticar e realizar o tratamento adequado.

É possível ajudar seu companheiro peludo a viver uma vida mais confortável e ativa, mesmo com artrite.

 

Se você tem um pet mais velho ou que demonstra sinais de desconforto ao se movimentar, não hesite em marcar uma para avaliação e orientação adequadas.

A saúde e o bem-estar do seu pet são prioridades, e tratando a artrite, você pode ajudar a garantir que ele viva uma vida longa e feliz ao seu lado.

 

Se este artigo despertou o seu interesse e você quer aprender mais sobre como garantir a saúde articular do seu melhor amigo, não hesite em deixar um comentário e nos acompanhar nas redes sociais, pelo perfil @ourofinopet.

Estamos comprometidos em auxiliar você e seu pet a desfrutarem de uma convivência saudável e feliz!

Você sabia que a cinomose é uma doença grave que afeta principalmente filhotes e idosos com a imunidade baixa, mas que também acomete cães na idade adulta?

A cinomose é causada por um vírus da família Paramyxovirus e tem alta taxa de mortalidade e apesar de ser altamente contagiosa, não é transmitida aos seres humanos. Nos cães, ela pode causar diversos sintomas e acometer todo o organismo do animal, podendo provocar sequelas graves.

 

Transmissão

A cinomose é transmitida a partir do contato de um animal saudável com outro infectado, de maneira direta ou indireta, uma vez que o vírus é eliminado em todas as secreções e excreções do corpo dos cães. A transmissão também pode acontecer pelo ar (vento) em áreas próximas a um animal doente, sendo mais comum a disseminação da doença em locais onde os cães são mantidos em grupos. Por isso, é importante evitar o compartilhamento de acessórios como comedouros, bebedouros, cama e brinquedos.

 

Diferente de outras doenças infecciosas de cães, o vírus da cinomose pode sobreviver por até três meses no ambiente, mas não resiste a uma boa limpeza e pode ser eliminado por desinfetantes à base de cloreto de benzalcônio a 15%.

 

Sintomas

A doença pode apresentar sintomas respiratórios como tosse, secreção nasal, dificuldade respiratória, secreção ocular e febre; sintomas gastrointestinais como vômito, diarreia (com ou sem sangue), falta de apetite e dores abdominais; sintomas neurológicos com alterações comportamentais, vocalização (gritos ou uivos como se estivesse sentindo dor), convulsões, tremores, olhos fazendo movimentos repetitivos, falta de coordenação motora, andar em círculos,  movimentos de pedalagem e/ou paralisia.

 

A cinomose também pode apresentar sinais na pele do animal como pústulas abdominais (pequena bolha com pus), espessamento dos coxins (“almofadas” das patas) e do focinho, além de sinais oftálmicos como secreção ocular e alterações na visão.

Os casos de mortalidade na fase neurológica da doença estão entre 30% a 80% e os animais que sobrevivem a esta fase podem apresentar sequelas para o resto da vida.

 

Diagnóstico

O diagnóstico deve ser feito pelo médico-veterinário com perguntas sobre o histórico do animal, dos sinais notados pelo tutor e do exame físico no momento da consulta, além de exames de sangue (hemograma e teste sorológico) e de testes que identificam a presença do vírus nas secreções do cão.

 

Tratamento

As chances de cura são pequenas, por isso a prevenção é a principal medida de controle. É importante vacinar o cão, seguindo o calendário indicado pelo médico-veterinário, para que seja feita a correta imunização contra a doença. Outros cuidados também são importantes como evitar o contato com animais não vacinados e com ambientes e objetos que possam estar contaminados.

 

Não existe um tratamento específico para cinomose, portanto o segredo está no controle dos sintomas, que pode ser feito com o uso de antibióticos, medicação para controlar os vômitos e as convulsões, suplementos nutricionais, pomadas, cremes e colírios, quando necessário.

 

Soluções Ourofino

No nosso portfólio contamos com o Herbalvet T.A., desinfetante a base de cloreto de benzalcônio a 15 %, eficaz para eliminar o vírus da cinomose em ambientes veterinários. Assim, conseguimos evitar a disseminação do vírus para outros cães.

A Ourofino também conta com uma linha de antibióticos que podem auxiliar o tratamento do seu pet. A prescrição deve ser feita pelo médico-veterinário que acompanha seu cãozinho.

Existem várias maneiras de exercitar um cachorro idoso, e se você está procurando dicas sobre como manter seu cão idoso em forma e ativo, siga a leitura.

Do valor da caminhada diária à importância de exercícios de baixo impacto para cães com problemas de mobilidade, aqui estão dez dicas para exercitar um cachorro idoso.

 

Exercitar um cachorro idoso: consulte o veterinário antes de alterar a rotina de exercícios

Quando se trata de exercitar um cão idoso, é uma boa ideia consultar primeiro o seu veterinário.

Outro conselho, anotar suas dúvidas e preocupações antes da consulta para garantir que você não se esqueça de nada.

Eu por exemplo, nem sei dizer quantas vezes eu comentei depois de uma consulta: “Puxa vida, esqueci de perguntar sobre isso.”

Seu veterinário poderá avaliar a saúde de seu cão e ajudá-lo a desenvolver uma rotina de exercícios apropriada para ele.

 

Estabeleça uma rotina diária de caminhada com seu cachorro

Uma caminhada diária é recomendada para todos os cães, incluindo cães idosos.

Embora seu cão mais velho não consiga acompanhá-lo em uma caminhada de quatro horas, ele ainda pode desfrutar de um passeio agradável pela vizinhança.

 

Se o passeio do seu cachorro se tornar muito rotineiro, você pode melhorar isso, permitindo que ele atue conduzindo ou fazendo pausas frequentes para cheirar.

Se o seu cão está fora de forma ou tem problemas de mobilidade, comece em superfícies planas (como uma caminhada pela vizinhança em vez de uma trilha acidentada) e aumente gradualmente a distância.

 

Se você está tendo dificuldade em manter uma rotina consistente, aqui estão algumas dicas para se motivar a passear com o cachorro.

 

Comece uma nova rotina lentamente

Quando se trata de exercitar um cão idoso, é importante começar devagar. Assim como nós, nossos cães podem se esforçar demais durante o exercício.

Isso também se aplica para cães que já estão fora de forma. Lembre-se de que eles devem começar lenta e gradualmente aumentar sua atividade para evitar lesões.

 

Se você é novo no caminho para passear com seu cachorro, comece em uma superfície plana e aumente gradualmente a distância e/ou o ritmo.

Se você estiver incorporando novas atividades em sua rotina (como natação ou brincadeiras), registre por quanto tempo eles ficam ativos e se apresentam ou não algum sinal de desconforto depois.

 

Em seguida, após algumas sessões, você terá uma boa ideia da quantidade de atividade que eles podem realizar e poderá aumentar essa quantidade gradualmente.

 

Dicas para exercitar um cachorro idoso

Quando se trata de incorporar exercícios à rotina do seu cachorro idoso, é importante começar devagar.

Com o tempo, a resistência será desenvolvida. A progressão pode ajudar seu cão a evitar lesões e esforço excessivo.

 

Dê um aquecimento ao seu cão

Um dos aspectos mais importantes do exercício de seu cão é começar com um aquecimento.

Devido ao fato de minha cadela Laika estar extremamente rígida pela manhã devido à artrite, damos algumas voltas rápidas ao redor do quintal antes de sair para nossa caminhada matinal.

 

Se seu cão tem problemas de mobilidade, como artrite, comece sua rotina de exercícios com uma caminhada de dois ou três minutos pelo quintal para fazê-lo se mexer.

 

Opte por exercícios de baixa intensidade

Aos oito anos, 80% dos cães têm artrite, o que significa que muitos de nós precisaremos lidar com a artrite canina em algum momento da vida de nossos cães.

Embora não seja um diagnóstico agradável, não significa que todas as atividades agradáveis ​​de que você gostava tenham terminado.

 

Exercícios de baixo impacto, como caminhar e nadar, são ideais para cães com problemas de mobilidade, como artrite.

Se seu cão tem problemas de mobilidade, limite seus exercícios a atividades de baixo impacto, como natação, caminhada, jogos internos e sessões de brincadeiras suaves.

 

Esses tipos de atividades podem ajudar a manter a força muscular de seu cão, ao mesmo tempo em que são gentis com suas articulações.

Cães com mobilidade reduzida devem evitar exercícios de alto impacto, como corrida ou jogos intensos de busca que exijam correr e pular.

 

Complemente a rotina do seu cachorro idoso com exercícios mentais

Adicionar estímulo mental à rotina de exercícios do seu cão é uma maneira de mantê-lo ativo na velhice.

Jogos simples de trabalhar o faro, como encontrar as guloseimas ou uma brincadeira rápida de esconde-esconde, vão envolver o cérebro do seu cachorro, ao mesmo tempo que o encorajam a ser ativo dentro de casa.

 

Ao longo do dia, incorpore alguns jogos e atividades internas adicionais para o seu cão se divertir.

Maneiras simples de aumentar a estimulação mental do seu cão incluem usar um brinquedo de distribuição de comida, urso de pelúcia, brincar de esconde-esconde ou permitir que farejem e explorem em sua caminhada diária.

 

Dicas de exercícios para cães idosos

Inclua jogos estimulantes mentais na rotina do seu cão para ajudá-lo a manter a forma física e os níveis de atividade.

Utilizar brinquedos para distribuir comida, participar de jogos para trabalhar o farejamento e permitir que seu cão faça “pausas para cheirar” enquanto caminha são exemplos de atividades mentalmente estimulantes que você pode incorporar à rotina de seu cão.

 

Esteja ciente dos sinais de dor do seu cão

Ao iniciar uma nova rotina de exercícios com seu cão, fique atento a sinais de desconforto ou dor, como mancar ou vontade de parar ou diminuir o ritmo.

Se seu cão mostrar sinais de desconforto, deixe-o descansar e ajuste sua rotina conforme necessário.

 

Como os cães normalmente não choram ou choramingam quando estão com dor, é fundamental monitorar sua linguagem corporal e comportamento ao iniciar uma nova rotina de exercícios.

 

Se você tiver alguma dúvida ou preocupação, consulte o seu veterinário, eles serão capazes de orientá-lo na determinação do nível apropriado de atividade para seu cão.

 

Mantenha a consistência em sua rotina

Ao exercitar seu cachorro idoso, lembre-se de que a consistência é a chave; uma caminhada de 20 minutos por dia é preferível a uma caminhada de duas horas nos fins de semana.

Os cachorros que não fazem exercícios regularmente têm maior probabilidade de sofrer uma lesão do que os cães que fazem exercícios diários.

 

E por ser consistente, não quero dizer que você tenha que fazer a mesma coisa todos os dias (embora se for agradável, não há nada de errado com isso); em vez disso, trata-se de monitorar a intensidade e a quantidade de exercícios que seu cão recebe diariamente.

A rotina em si pode ser variada para manter as coisas interessantes e divertidas.

 

Você pode alternar sua rota de caminhada diária ou brincar de buscar no parque em vez de no quintal.

Se jogos cerebrais de cachorro fazem parte de sua rotina, alterne-os; na segunda, brinque de encontrar as guloseimas, na terça brinque de esconde-esconde e, na quarta, treine manobras.

 

Reserve algum tempo para a massagem após o exercício

Uma massagem canina de dez minutos pode ajudar na recuperação dos músculos do cão após o exercício, reduzindo a rigidez e a dor, diminuindo a pressão arterial e melhorando a circulação.

 

Usando uma palma que é plana com minha cadela Laika, eu uso movimentos suaves e lentos. Ela adora, e é uma maneira simples de ajudá-la a se acalmar e relaxar após o exercício.

 

Estabeleça uma rotina que seja eficaz para o seu cão

Encontrar o equilíbrio certo ao exercitar um cão idoso é fundamental. Se o seu cão está acostumado a uma caminhada diária de 20 minutos, tente adicionar 5 minutos à rotina ou incorporar uma sessão de brincadeira leve todas as noites.

 

Em seguida, monitore o comportamento do seu cão em busca de sinais de dor ou desconforto e aumente gradualmente o nível de atividade ao longo do tempo.

Para cães com problemas de mobilidade ou articulações, como artrite, exercícios de baixo impacto, como caminhar e nadar, são recomendados.

 

O equilíbrio ideal para meu cão com artrite tem sido uma combinação de exercícios de baixo impacto e muitos jogos estimulantes mentais.

Acompanhe a quantidade de exercício que seu cão recebe a cada dia e faça os ajustes necessários.

 

Se o seu cão apresentar algum sinal de desconforto, relaxe um pouco e reajuste. E, como sempre, se você tiver alguma dúvida ou preocupação, não hesite em consultar o seu veterinário.

Fonte: cachorrolegal.com

Os cães da raça Yorkshire Terrier são considerados animais ativos, curiosos, carinhosos, independentes, além de serem destemidos e superprotetores, sendo classificados como bons cães de guarda, que adoram latir e estarão sempre alertas e atentos, prontos a dar o alarme ao menor dos ruídos.

 

Sua pelagem é fina, lisa e longa e por não apresentar o subpelo, torna-se menos densa em comparação a outras raças. Para os cuidados com os pelos e com a sua sensível pele, que tende a ser mais seca, a Ourofino conta com o Bris Shampoo Equilíbrio Pele Seca, que contém ativos que irão promover a limpeza suave e hidratação profunda da pele, além do Bris Spray Equilíbrio Pele Seca e do Bris Sérum Equilíbrio Pele Seca que irão atuar como adjuvantes no controle da perda excessiva de água da pele, nutrindo e hidratando profundamente a pele seca nos intervalos entre os banhos, mantendo assim a integridade da barreira cutânea.

 

Consulte sempre o médico-veterinário para a escolha adequada dos produtos para a pele do seu pet.

Os microrganismos presentes no trato gastrointestinal (TGI) mantém relações simbióticas, nutrindo-se dos componentes de alimentos não digeridos e das secreções do TGI, podendo encontrá-los associados intimamente com o epitélio ou livres no lúmen intestinal.

 

Em condições normais estas populações se encontram em equilíbrio, no entanto em condições de estresse as populações comensais tendem a diminuir e as nocivas a proliferar. Esse desequilibrio  é chamado de disbiose e reflete-se negativamente na saúde do pet. A Disbiose pode ser induzida por fatores como a má nutrição, estresse, infecções gastrointestinais, administração de antibióticos, doença predisponente e imunossupressão.

 

O uso de probióticos vem ganhando popularidade como uma forma de medicina complementar ou alternativa e gradativamente tem se tornado parte da terapia médica convencional e na prevenção de doenças que provocam Disbiose. Os probióticos foram definidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como suplementos microbianos vivos que afetam beneficamente o pet hospedeiro e assim melhora o equilíbrio microbiano gastrointestinal. Além disso, eles são capazes de inibir microrganismos intestinais patogênicos através da competição por nutrientes e receptores, possuem mecanismos de imunomodulação, melhoram a digestão e equilibram o pH intestinal.

 

Uma variedade de benefícios à saúde humana tem sido atribuída ao consumo de suplementos probióticos e pesquisas indicam que o mesmo ocorre com os animais de companhia. Por isso, é muito importante que a escolha do probiótico se baseie na qualidade das cepas bacterianas, sendo assim, há no mercado uma opção de probiótico que atende a todas as condições, composta pelas cepas bacterianas liofilizadas, como Lactobacillus acidophilus, Bifidobacterium bifidum, Enterococcus faecium.

 

Na nossa linha de produtos temos o Biocanis, um biorregulador do trato intestinal dos cães e gatos que melhora as condições gerais de saúde do animal após estresse provocado por alterações de rotina. O Biocanis é um gel probiótico à base de bactérias probióticas, Lactobacillus acidophilus, Bifidobacterium bifidum e Enterococcus faecium. É um produto que contém cepas rigorosamente selecionadas sendo um produto elaborado seguindo padrões de qualidade da alimentação humana, pela Chr. Hansen, uma empresa que há mais de 130 anos é líder mundial em pesquisas de probióticos. A sugestão de dose é que em animais de companhia recém nascidos seja administrado 2 gramas e em animais adultos 4 gramas, repetir em intervalo de 6 a 12 horas ou a critério do medico-veterinário.

 

O médico veterinário possui diversas áreas de atuação, o que o torna um profissional de extrema importância para a sociedade. A posse responsável de cães, gatos e outros animais, inclui o acompanhamento de um médico-veterinário para atender tanto a emergência como a rotina clínica dos animais. Além disso, o médico-veterinário é muito importante para a saúde pública, pois estabelece a profilaxia das doenças de animais transmissíveis ao homem, as chamadas zoonoses. A OMS (Organização Mundial da Saúde) tem ressaltado a importância da participação do médico-veterinário no planejamento e avaliação das medidas preventivas e de controle adotadas pelas equipes de Saúde Pública (WORLD HEALTH ORGANIZATION, 2002).

 

Além disso, o médico-veterinário tem muitas ações importantes em prol da sociedade, como valor na indústria, na cirurgia veterinária, na clinica veterinária, na veterinária preventiva, na produção de alimentos, no frigorífico, no campo, na pesquisa, entre outros.

Esses profissionais têm a responsabilidade de orientar e explicar o cotidiano e a rotina de cada animal, cuidando adequadamente suas necessidades individuais e particulares, de acordo com idade e espécie.

 

Os exames preventivos de rotina, vacinações, vermifugações, cuidado com o controle de ectoparasitas (carrapatos e pulgas), correta orientação a respeito de zoonoses (doenças transmitidas do animal para o homem) como a leishmaniose, raiva, leptospirose e atendimentos regulares, fazem parte da rotina do profissional.

 

Atualmente, para o controle de ectoparasitas nos pets, existem diversos produtos disponíveis no mercado. É importante buscar orientação do médico-veterinário, pois ele é o profissional adequado para sugerir a melhor solução para seu pet e sua família. A Ourofino conta em sua linha com o Neopet, produto com ação pulicida e carrapaticida, à base de Fipronil, molécula muito utilizada e de eficácia e segurança bastante consagradas. E a Leevre, coleira ectoparasiticida à base de Deltametrina e Propoxur indicada para auxílio na prevenção e controle do vetor da leishmaniose e das infestações de carrapatos e pulgas em cães.

 

O protocolo de vermifugação nos pets deve ser iniciado já nos primeiros quinze a trinta dias de vida, seguindo sempre a recomendação do médico-veterinário. É sempre importante manter em dia a vermifugação de seu pet, mesmo os animais bem cuidados estão expostos a esses inimigos. A Ourofino conta em sua linha com o Top Dog, um vermífugo completo e palatável para cães.

Em casos mais graves, como as doenças, por exemplo, é o médico-veterinário que tem a responsabilidade de conferir as melhores opções de tratamento, como medicações ou cirurgias se for preciso, na expectativa sempre de proporcionar a cura e o bem estar animal.

 

A medicina veterinária é a melhor fonte de informações sobre a saúde do seu animal de estimação, portanto o hábito de levar seu pet para visitas regulares ao veterinário de sua preferência não só garante a saúde dele, como também a saúde de sua família.

A inflamação do ouvido dos pets, mais conhecida como otite, pode ser causada por bactérias, fungos, parasitas (carrapatos, sarna de orelha), produção excessiva de cera, traumas, presença de algum corpo estranho (como água durante o banho), falta de higiene ou a própria conformação auricular.

 

Casos crônicos de otite, definidos como infecção recorrente ou contínua do conduto auditivo externo por um período igual ou superior a seis meses, apresentam casuística em torno de 76,7% e é um dos problemas de maior relevância na clinica veterinária. Sabe-se que em todos os casos há uma causa primária para o desenvolvimento da infecção e inflamação, cujas bactérias e/ou fungos associados são considerados como oportunistas.

 

Alguns cães têm maior tendência para desenvolver otites e produzem maior quantidade de cerúmen. São, por exemplo, os cães de raças que possuem as orelhas caídas (pendulares), como Cocker Spaniel, Golden Retriever e Basset Hound. Nestes cães a conformação das orelhas dificulta o arejamento e torna o conduto auditivo quente e úmido, ambiente propício para o desenvolvimento de otites.

 

As causas perpetuantes são definidas como processos ou fatores que não são responsáveis pelo início da otite, porém, fazem com que a doença continue impedindo o canal auditivo de efetivamente curar a infecção. Dentre os fatores estão a presença de bactérias e fungos, tratamento inadequado da orelha e tratamento excessivo com limpadores de ouvido e / ou medicamentos.

 

As otites recidivantes podem ser causadas pelo uso incorreto de antibióticos e falhas no diagnóstico. Por isso é muito importante que o diagnóstico da otite seja criterioso e o mais assertivo possível, para que o tratamento seja adequado tentando diminuir a probabilidade de recidivas. Se você notar que o ouvido do seu pet está com alguma alteração indicativa de problema otológico procure logo o atendimento de um médico veterinário para que ele avalie a situação e indique as melhores soluções.

 

Uma vez estabelecidas, as causas perpetuantes devem ser adequadamente tratadas, sempre em conjunto com o tratamento das doenças primárias e causas predisponentes.

Os principais sintomas da otite são coceira intensa, vermelhidão, cheiro forte, cera de coloração alterada, dor à palpação dos condutos auditivos, escoriações próximas a base da orelha, inchaço, dor, além de causar um grande desconforto para o pet. Um dos comportamentos bastante observado nos animais com otite é o balançar de cabeça de um lado para outro.

 

A limpeza dos ouvidos é uma medida muito importante, pois mantém as orelhas limpas e saudáveis e consequentemente previne o surgimento das inflamações, infecções e alergias que causam coceira, desconforto e dor.

 

As estruturas que compõem os ouvidos são muito delicadas e, por esta razão, a limpeza deve ser feita de maneira muito cuidadosa. Nos casos de animais com otites é importante seguir a orientação do médico-veterinário quanto à frequência da higienização. A Ourofino conta em sua linha com o Limp & Hidrat, uma solução de limpeza otológica formulada com extratos vegetais que proporcionam uma limpeza suave e eficiente, promove hidratação da pele do ouvido e tem um agradável cheirinho de lavanda.

 

A utilização de produtos tópicos polivalentes à base de anti-inflamatórios, antifúngicos e antibióticos associados à limpeza rotineira do pavilhão auricular, faz parte do protocolo de tratamento em quadros de otite crônica.

Antes da chegada do pet em seu novo lar, tudo já deve estar preparado para recebê-lo, isto é, ele já deve ter um lugar para fazer suas necessidades, além de um ambiente acolhedor para dormir.

 

Os primeiros dias são de adaptação e descobertas, para isto é preciso muita paciência e também é importante manter o pet em um ambiente restrito e seguro. Essa fase de adaptação pode ser estressante para o filhote e isto pode acarretar alguns problemas como desarranjo gastrointestinal. Para evitar que isto ocorra é importante manter a alimentação que ele estava habituado a receber pelo menos nos primeiros quinze dias, não ficar com ele no colo por períodos prolongados, brincar e exercitar o filhote e respeitar seus períodos de sono.

 

Cuidados básicos de saúde são extremamente importantes nesta fase, portanto é fundamental que nos primeiros dias ele passe por uma consulta com um médico-veterinário, nesta consulta você será orientado quanto ao esquema de vacinação, vermifugação e controle de ectoparasitas (pulgas, carrapatos e mosquitos, por exemplo).

 

A Ourofino conta em sua linha com o Top Dog, vermífugo palatável, indicado para o combate e controle de parasitas internos (helmintos) de cães com atuação em vermes redondos (nematódeos) e vermes chatos (cestódeos). O protocolo de vermifugação deverá ser realizado de acordo com recomendação do médico-veterinário, sendo aconselhável uma dose de reforço 15 dias após cada vermifugação e a repetição do protocolo deverá ser realizada a cada 3 a 5 meses, dependendo do ambiente onde o animal vive.

 

Além do vermífugo Top Dog, a Ourofino conta em sua linha com o NEOPet, produto com ação pulicida e carrapaticida, à base de Fipronil, molécula muito utilizada e de eficácia e segurança bastantes consagradas. A Leevre, coleira ectoparasiticida à base de Deltametrina e Propoxur, é indicada para auxílio na prevenção e controle do vetor da leishmaniose e das infestações de carrapatos e pulgas em cães.

 

De maneira gradual cuidados de higiene também devem ser instituídos para que o pet se acostume com eles. Dentre eles, a limpeza dos olhos e ouvidos, escovação dos pelos, corte das unhas e banhos.

 

Os filhotes podem choramingar nos primeiros dias em seu novo lar. Para amenizar esta situação você pode deixar uma peça de roupa ou um objeto que esteja com seu cheiro e até mesmo deixar um rádio em volume baixo com músicas clássicas que podem acalmá-lo. Nos primeiros meses os filhotes são curiosos e podem destruir objetos seus e de sua casa, para evitar que isso ocorra, dê a ele brinquedos e petiscos apropriados para esta fase.

 

Se tudo for feito de maneira correta e o pet for recebido com muito amor e carinho certamente será seu melhor amigo por muito tempo!

Um dos principais cuidados que se deve ter com os pets ainda filhotes é mantê-los livres de infestações de pulgas e carrapatos.  Por meio das picadas os parasitas levam o  desconforto aos animais devido à coceiras e reações alérgicas, além de atuarem na transmissão de doenças infecciosas e verminoses, prejudicando assim a saúde deles.

 

Sabemos que a infestação de ectoparasitas se torna mais comum com a chegada do clima mais quente e úmido e, que na maioria das vezes os animais de companhia são infestados em parques, praças e através do contato com outros animais em passeios já nos primeiros meses de vida, levando os parasitas para dentro de casa.

 

Para o controle dos  ectoparasitas, a partir dos 30 dias de idade em cães, a Ourofino conta com o NEOPet, produto de uso tópico que atua por contato, não sendo necessário a picada dos parasitas no animal para que haja a atuação do princípio ativo. NEOPet deve ser utilizado a cada 30 dias com no mínimo três aplicações consecutivas. Para cada peso existe uma apresentação do produto específica.

 

Tão importante quanto o controle das infestações nos animais, é o combate desses parasitas no ambiente, já que quando nos deparamos com infestações de carrapatos e pulgas em cães e gatos, o que vemos representa apenas uma pequena parcela da população presente no ambiente. Assim, recomenda-se que o local onde o filhote costuma repousar e passar a maior parte do tempo seja frequentemente monitorado, uma vez que a infestação ambiental pode certamente estar presente.

 

O controle ambiental com inseticidas específicos deve ser feito de acordo com as orientações dadas pelo médico-veterinário ou por empresas especializadas em dedetização. O intervalo entre as aplicações do tratamento ambiental poderá variar de acordo com o nível de infestação e deverá ser realizado frequentemente.

 

Além dos cuidados com o ambiente e o uso contínuo de produtos ectoparasiticidas em filhotes, que deverá se estender até a fase adulta, manter o animal saudável e nutrido também irá contribuir para o controle de ectoparasitas, pois com o aumento da imunidade a tendência ao aparecimento de infestações permanecerá menor.

As doenças dermatológicas costumam ser o maior motivo de visitas dos cães ao veterinário. Suas causas são muito variadas e normalmente elas requerem longos tratamentos até que a cura seja obtida.

A saúde da pele e da pelagem do animal de companhia pode ser afetada por diferentes enfermidades, como as dermatites alérgicas (causadas pela picada de pulgas e carrapatos), dermatites parasitárias (causada por ácaros, como a sarna demodécica) e as dermatites infecciosas (causadas por bactérias e fungos).

 

As dermatites bacterianas, também conhecidas como piodermites ou foliculites bacterianas, são infecções na pele causadas por bactérias, principalmente as do gênero Staphylococcus.

Os animais com piodermite podem apresentar queda de pelo acentuada ou até falhas, coceira, pápulas (bolinhas), pústulas (espinhas), crostas amareladas e vermelhidão.

 

O diagnóstico das piodermites é realizado com base no histórico e com exame clínico detalhado, aliado a exames laboratoriais complementares. Normalmente, o tratamento é realizado com antibióticos orais e banhos com produtos antissépticos e antibacterianos.

 

Para se ter sucesso no tratamento é muito importante saber a origem da piodermite, ou seja, identificar se há alguma doença de base ou concomitante que tenha favorecido a instalação da doença. Portanto, é muito importante consultar um médico-veterinário de sua confiança, pois só ele pode identificar e prescrever o tratamento adequado para o seu pet.

FOTO: IStock