Depois que um pet nosso passa por uma cirurgia, o que a maioria de nós, pais e mães de pets pensam é: o mais difícil já passou! É verdade que ao passar a cirurgia sentimos uma sensação de alívio, porém só podemos considerar o sucesso total após a cicatrização e a retirada dos pontos. Por isso, vamos falar um pouco de alguns cuidados especiais que devemos ter com o pet no período  pós-operatório?

 

1. Controle as atividades físicas do pet

O primeiro ponto é evitar o excesso de esforço físico, ou seja, o pet pode caminhar normalmente, mas não devemos deixa-lo correr, nem subir e descer de sofás e camas. Estes cuidados servem para evitar movimentos bruscos que podem levar a ruptura dos pontos. Se a cirurgia que o pet fez foi ortopédica, os cuidados são ainda mais importantes, pois além da ruptura de pontos, podem surgir problemas com a estabilidade de pinos/ placas nos primeiros dias e acabar atrapalhando a cicatrização óssea.

 

2. Dê as medicações prescritas

É fundamental que as medicações do pós-cirúrgico, prescritas pelo médico-veterinário, sejam administradas corretamente para que o animal não sinta dor e nem apresente infecções.

 

3. Tenha atenção com a alimentação e a água

Deve-se assegurar que o pet esteja comendo bem e bebendo água, bem como “ir ao banheiro” normalmente durante o período de recuperação.

 

4. Cuidados com a higiene do pet

Um dos pontos importantes é não deixar o pet se sujar! Isso porque não é recomendado dar banho no pet enquanto não for feita a retirada dos pontos.

Além disso, a ferida cirúrgica (como é chamado o corte feito para a cirurgia) deve ser limpa com a frequência estabelecida pelo médico-veterinário. Existem vários produtos que podem ser usados para a limpeza, como a solução fisiológica, substâncias a base de clorexidine, água oxigenada, etc.

 

O local da cirurgia pode ser mantido coberto ou até mesmo sem cobertura, a depender da orientação do cirurgião. Normalmente, nas regiões próximas a região genital e anal não se costuma cobrir, devido a possibilidade de contaminação por fezes e urina, aumentando a frequência da limpeza local nestes casos. Outra situação que muitas vezes evita-se usar curativos são em pacientes alérgicos que costumam ter dermatite com o uso de esparadrapos. Em vez do curativo, recomenda-se (a depender do local da cirurgia) apenas o uso de roupinhas cirúrgicas.

 

​5. Fique atento à cicatrização

É essencial o uso de agentes cicatrizantes. Os agentes genuinamente cicatrizantes aceleram o processo fisiológico da cicatrização, que costuma estar mais lenta em algumas situações como animais idosos, com doenças endócrinas e também e cirurgias com cortes (incisões) muito grandes, além dos felinos que tem características diferentes da cicatrização dos cães, características estas que torna a espécie mais susceptível a “abertura” de pontos.

 

Para auxiliar a cicatrização da ferida cirúrgica do seu pet, a Ourofino conta com o Regepil spray cicatrizante composto pela associação de tartarato de ketanserina e asiaticosídeo, substâncias que atuam em conjunto para acelerar o processo cicatricial.

Consulte sempre um médico-veterinário.

Hoje em dia é cada vez mais comum que os pets estejam sempre acompanhando seus tutores, até mesmo em viagens. Pensando nisso, vamos dar dicas de como deixar esse transporte mais seguro, seja dentro da cidade, na ida ao veterinário, passeios, ou em viagens.

 

Medidas de segurança

Segundo o Departamento de Trânsito (Detran) a forma adequada de transportar cães e gatos em veículos, é com peitoral – é importante o uso de peitoral e não de coleira simples, para evitar estrangulamento ou lesões na cervical do animal – e guia adaptada afivelada no cinto do banco traseiro e regulada de modo que limite os movimentos do animal e principalmente o acesso dele ao motorista; ou caixas específicas de transporte individuais para fixação ao veículo.

 

Dessa forma, em uma possível frenagem mais brusca, o bichinho não será lançado contra as partes internas do veículo ou até mesmo contra o condutor. Caso seja levado de forma incorreta, além dos riscos de acidentes, o motorista está sujeito a multa prevista no Código de Trânsito Brasileiro.

 

De acordo com o artigo 252 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) diz que não é permitido, quando estiver no trânsito, carregar animais soltos no colo de algum dos ocupantes, nem no porta-malas ou na caçamba das picapes. A infração é considerada média e sujeita o motorista ao pagamento de multa.

 

Escolha o melhor forma para transportar seu pet

É proibido transportar os animais em motocicletas, mesmo que seja transportado em uma caixa específica para transporte, pois nas motocicletas não há uma possibilidade segura de fixar a caixa de transporte, e com os movimentos do animal também há a possibilidade de afetar o equilíbrio do condutor gerando acidentes.

 

Nunca devem ser transportados soltos, para que não atrapalhem o condutor. Se estiverem soltos e com a cabeça para fora da janela, os pets podem cair para fora ou até mesmo pular do veículo em movimento, o que pode ser fatal para o animal e ainda podendo ocasionar acidentes.

No caso de pets como hamsters ou pássaros, a recomendação é que sejam transportados dentro de gaiolas, presas com o cinto de segurança e cobertas por um pano fino para diminuir o estresse pelo balanço do carro.

 

Leve seu pet ao Veterinário

Se for levar seu pet para uma viagem de ônibus, o passageiro deve apresentar a carteira de vacinação do animal de estimação atualizada e atestado emitido pelo médico-veterinário, principalmente com a sinalização de que tomou a vacina antirrábica (cães e gatos) da forma e com o tempo adequado; guia de transporte animal (GTA) preenchida, assinada e carimbada por um Médico Veterinário.

 

A caixa de transporte deve estar de acordo com o tamanho do animal e que permita a movimentação do mesmo; além de se certificar com a companhia responsável pela viagem se há mais alguma exigência e/ou preenchimento de algum formulário específico da companhia de viação.

 

Vai viajar de avião com seu pet?

Se for levar seu pet para uma viagem de avião, é bom ficar bem atento aos requisitos da companhia aérea a ser utilizada e fazer um bom planejamento com antecedência.

 

Atualmente, você pode transportar o pet ao seu lado na cabine ou no bagageiro da aeronave; é de extrema importância verificar as regras específicas da companhia que será utilizada, pois elas variam bastante de empresa para empresa e dependem também do modelo do avião, já que nem todos permitem acomodar animais a bordo; assim como o porte, peso e raça do animal também possuem suas especificações e restrições.

 

Outro ponto a ser levado em consideração ao pensar em realizar uma viagem aérea com o seu pet, é a saúde do animal em questão, pois por mais saudável que o pet seja ele precisará ficar em uma caixa de transporte durante toda a viagem, logo deve ser ponderado se ele não ficará muito estressado e se não haverá risco à sua saúde. Uma recomendação comum é planejar voos diretos e trajetos curtos. Com isso, você consegue controlar a ansiedade dos pets e evitar a desidratação.

 

Em geral, as normas para poder levar seu cachorro ou gato em uma viagem aérea é que eles sejam acomodados limpos e sem odor desagradável em uma caixa de transporte de animais em avião, conhecida como “Kennel”, com medidas específicas permitidas pela companhia aérea – é muito importante verificar essas medidas com a companhia aérea a ser utilizada, pois essas medidas variam entre as companhias.

 

O ideal é, quando for comprar a caixa de transporte, leve as especificações para medir e comparar as dimensões na loja, para não haver nenhum transtorno na hora do embarque.

Normalmente, a caixa tem que ser resistente bem ventilada e com tamanho adequado para o animal. Além de uma trava que impossibilite o cachorro ou gato de sair do “kennel”. Lembre-se também que o pet precisa de conforto, com espaço para se movimentar, já que vai ficar na caixa durante toda a viagem.

 

Se o pet for ficar na cabine do avião, o “kennel” com o animal dentro, deve ser colocado abaixo do assento durante toda a viagem. Já se for no bagageiro, é necessário identificar o pet e a caixa de transporte.

É indicado forrar a caixa com tapete higiênico e deixar uma peça de roupa com seu cão ou gato, e na hora do desembarque. Lembrar-se que ele não será colocado na esteira junto com as outras bagagens, e sim na área de retirada de bagagens, logo deve-se ir até esse local para retirar o seu animal de estimação.

 

Além da caixa, o transporte aéreo de animais depende da documentação do pet estar dentro dos prazos permitidos. O animal deverá estar com as vacinas em dia, principalmente com a vacina antirrábica com ao menos 30 dias de aplicada, e ter um atestado de saúde e guia de transporte animal (GTA) devidamente preenchido, assinado e carimbado por um Médico Veterinário específico para aquela viagem aérea, com data de no máximo 10 dias antes da data da viagem.

 

No caso de viagens aéreas internacionais, é preciso verificar se a espécie do animal é aceita no país, quais vacinas são exigidas, e com que antecedência deve ser emitido o Certificado Zoossanitário Internacional (CZI). Uma opção prática para quem costuma viajar bastante com o animal dentro do Brasil ou no Mercosul é fazer o Passaporte para Trânsito de Cães e Gatos. Esse documento serve como atestado de saúde no Brasil e substitui o CZI na Argentina, no Uruguai, no Paraguai e na Venezuela.

 

Já em relação a cães-guia, as regras para transporte de animais domésticos mencionadas anteriormente não se aplicam a eles, pois são especialmente treinados para viajar de avião e podem voar ao lado de seus proprietários, fora do “kennel”, basta apresentar o comprovante de treinamento e a carteira de vacinação do animal, emitida por médico veterinário. No documento, devem constar as vacinas múltipla e antirrábica válidas, além do tratamento anti-helmíntico. Em caso de viagem internacional, é preciso portar o Certificado Zoosanitário Internacional (CZI).

 

Prepare seu pet previamente para a viagem

Para viajar com seu pet tranquilamente, seja de avião, de carro, ou outro meio de transporte, é muito importante fazer um bom planejamento com antecedência, buscar informações com o veterinário e com a companhia a ser utilizada, e preparar o pet.

Algumas dicas de como deixar o pet mais preparado e mais relaxado para a viagem é:

 

  • Na véspera da viagem, é recomendado dar banho e aparar as unhas do animal;
  • No dia da viagem, ofereça alimentos leves e, para evitar enjoos, a última refeição deve ser no mínimo duas horas antes do início da viagem;
  • Ofereça água antes de sair, e durante a viagem;
  • Passeie e brinque com ele um pouco do início da viagem.

 

Além disso, se o animalzinho for fazer a viagem dentro do “kennel”, é muito importante adaptá-lo a ficar dentro da caixa de transporte antes de realizar a viagem, sendo assim pode-se começar a realizar essa adaptação com no mínimo 15 dias de antecedência.

 

Primeiramente, deixe a caixa aberta e acessível para o pet em um local dentro da casa, assim, ele poderá se familiarizar com o ambiente; ofereça refeições e brinque com o animal dentro do “kennel”, tornando o local confortável; enquanto o cão ou gato fica na caixa, feche a porta para ele se acostumar, aos poucos, aumente o tempo de permanência dentro da caixa e se afaste para ele também se habituar à sua ausência.

Você sabia que o Brasil possui a segunda maior população de cães do mundo? Correspondendo a uma população estimada de 52 milhões de cães. Por conta desse crescimento, devemos ter cuidados relacionados à saúde dos pets, por exemplo, com os protocolos de vacinação.

 

Estes cuidados preventivos são importantes para aumentar a expectativa de vida de cães e gatos, uma vez que hoje em dia temos nossos pets como membros da família, não é mesmo? Se você tem um cão em casa, provavelmente já ouviu falar da Parvovirose, Cinomose e Coronavirose, estou certa? Embora a prevenção seja simples e de fácil acesso, duas destas doenças, a parvovirose e cinomose, ainda são causas frequentes de sequelas e/ou mortes em cães. Já a coronavirose, em casos em que acompanha outras viroses, o quadro pode se tornar grave! As doenças são mais frequentes em cães que tiveram alguma falha no seu protocolo vacinal como filhotes que não foram vacinados corretamente e cães adultos que não receberam o reforço anual ou até mesmo animais que nunca foram vacinados.

 

Entenda as doenças

A Cinomose é uma doença viral grave, letal, altamente contagiosa e possui distribuição em todo o mundo. Pode acometer cães de todas as raças, sexo e idade, entretanto a ocorrência é muito mais alta em animais até seis meses de idade. Por ser considerada uma doença multissistêmica, vários são os sintomas observados, por exemplo, perda de apetite, apatia, febre, vômito, diarreia, secreções oculares e nasais, e até sinais neurológicos como convulsões e paralisias. Para o diagnóstico, é necessário realizar uma consulta com o médico-veterinário e exames complementares.

 

Infelizmente não existe um tratamento específico para animais com Cinomose, mas o veterinário irá conduzir o melhor tratamento para os sintomas apresentados para minimizar a evolução desta doença. Associado ao tratamento, o uso de suplementação com vitaminas e minerais são essenciais para estimular a imunidade do pet. A principal forma de transmissão ocorre por contato com outros animais contaminados, mas também pode haver casos de contaminação através do ambiente e de objetos contaminados. Sendo assim, a desinfecção do ambiente onde foram mantidos animais positivos é de extrema importância para a proteção dos outros cães.

 

Já a Parvovirose também é uma doença infectocontagiosa causada pelo parvovírus canino. Este vírus é altamente resistente podendo sobreviver por mais de seis meses à temperatura ambiente e é facilmente transportado, o que favorece a propagação. Ela também representa uma das doenças infecciosas mais graves em cães filhotes, com altas taxas de mortalidade, principalmente entre o desmame até os seis meses de idade, devido à vulnerabilidade do sistema imunológico. Algumas raças destacam com predisposição ao parvovírus como o Labrador Retrievers, American Pit Bull Terriers, Pastores Alemães, Stanfordshire Terriers, Rottweilers, Dobermann e Pinschers.

 

Os sintomas da doença são vômito, anorexia, letargia e diarreia com sangue que pode levar a uma grave e rápida desidratação. A rapidez no diagnóstico é muito importante para o isolamento dos animais doentes e início rápido do atendimento e tratamento do cão para aumentar suas chances de recuperação. Normalmente a terapia visa o tratamento dos sintomas que o animal apresenta. Lembre-se sempre de prevenir a desnutrição desses pequenos, inclusive com o uso de suplementos.

 

Por fim, o Coronavírus que acometem os cães é o Coronavírus canino (CCoV), uma causa comum de alterações gastrointestinais em cães filhotes e altamente transmissível. Os sintomas estão ligados ao sistema gastrointestinal e são muito parecidos com os sinais da Parvovirose canina, como vômito, apatia, perda de apetite e diarreia, o que dificulta o diagnóstico. Portanto, o tratamento se baseia em uma terapia de suporte, mas de muita relevância, acompanhados de probióticos e suplementos vitamínicos e minerais.

 

Como prevenir?

Atualmente a forma mais eficaz é a vacinação com vacinas que são consideradas essenciais: as polivalentes (V6, V8, V10 ou V12) que devem ser aplicadas em filhotes (3 a 4 doses) e reforçadas anualmente. Vale lembrar que os animais só devem ser expostos a desafios como, passeios, banhos em pet shops e contato com outros animais de 14 a 21 dias, após a última dose do protocolo.

 

Consulte o médico-veterinário

O médico-veterinário pode utilizar medicamentos para o controle de infecções secundárias (como antibióticos) e suplementos para melhorar o estado de saúde do seu pet. A Ourofino conta com uma linha completa de antibióticos e suplementos. Entre eles está o Energy Pet, um suplemento com aroma de morango, que contém em sua fórmula aminoácidos e vitaminas para melhorar o metabolismo energético dos cães, sendo indicado para animais que estão se recuperando de doenças infecciosas como as que falamos acima.

 

Já o Metacell Pet é um suplemento composto por minerais como ferro, cobre cobalto e zinco quelatados associados a vitaminas do complexo B, incluindo o ácido fólico e a frutose como fonte de energia para auxiliar na recuperação de animais com anemia e na melhora do aporte nutricional em animais debilitados.

E, por fim, o Biocanis, um gel a base de bactérias probióticas, sendo um biorregulador do trato intestinal que melhora as condições gerais de saúde do animal após quadros de alterações intestinais.

 

Lembre-se sempre de oferecer uma rotina saudável para o seu companheiro com ração de qualidade, água limpa e fresca, exercícios e brincadeiras, visitas frequentes ao médico-veterinário e, claro, muito amor e carinho porque #FazBemCuidarDessaRelação!

 

Referencias
ETTINGER, S. J; FELDMAN, E. C. Tratado de Medicina Interna Veterinária;
NELSON, R.W., COUTO, C.G. Medicina Interna de Pequenos Animais;
PORTELA, V. A. B.; LIMA, T. M.; MAIA, R. C. C. Cinomose Canina: revisão de literatura. Recife, v. 11, n. 3, p. 162-171, 2017.
Fonte: IBGE/ Elaboração: ABINPET;
https://wsava.org/wp-content/uploads/2020/01/VGG-Interviews-Brazilian-Portuguese-Revista-Caes-Gatos-VET-FOOD-November-2017-ilovepdf-compressed.pdf

Existem várias maneiras de exercitar um cachorro idoso, e se você está procurando dicas sobre como manter seu cão idoso em forma e ativo, siga a leitura.

Do valor da caminhada diária à importância de exercícios de baixo impacto para cães com problemas de mobilidade, aqui estão dez dicas para exercitar um cachorro idoso.

 

Exercitar um cachorro idoso: consulte o veterinário antes de alterar a rotina de exercícios

Quando se trata de exercitar um cão idoso, é uma boa ideia consultar primeiro o seu veterinário.

Outro conselho, anotar suas dúvidas e preocupações antes da consulta para garantir que você não se esqueça de nada.

Eu por exemplo, nem sei dizer quantas vezes eu comentei depois de uma consulta: “Puxa vida, esqueci de perguntar sobre isso.”

Seu veterinário poderá avaliar a saúde de seu cão e ajudá-lo a desenvolver uma rotina de exercícios apropriada para ele.

 

Estabeleça uma rotina diária de caminhada com seu cachorro

Uma caminhada diária é recomendada para todos os cães, incluindo cães idosos.

Embora seu cão mais velho não consiga acompanhá-lo em uma caminhada de quatro horas, ele ainda pode desfrutar de um passeio agradável pela vizinhança.

 

Se o passeio do seu cachorro se tornar muito rotineiro, você pode melhorar isso, permitindo que ele atue conduzindo ou fazendo pausas frequentes para cheirar.

Se o seu cão está fora de forma ou tem problemas de mobilidade, comece em superfícies planas (como uma caminhada pela vizinhança em vez de uma trilha acidentada) e aumente gradualmente a distância.

 

Se você está tendo dificuldade em manter uma rotina consistente, aqui estão algumas dicas para se motivar a passear com o cachorro.

 

Comece uma nova rotina lentamente

Quando se trata de exercitar um cão idoso, é importante começar devagar. Assim como nós, nossos cães podem se esforçar demais durante o exercício.

Isso também se aplica para cães que já estão fora de forma. Lembre-se de que eles devem começar lenta e gradualmente aumentar sua atividade para evitar lesões.

 

Se você é novo no caminho para passear com seu cachorro, comece em uma superfície plana e aumente gradualmente a distância e/ou o ritmo.

Se você estiver incorporando novas atividades em sua rotina (como natação ou brincadeiras), registre por quanto tempo eles ficam ativos e se apresentam ou não algum sinal de desconforto depois.

 

Em seguida, após algumas sessões, você terá uma boa ideia da quantidade de atividade que eles podem realizar e poderá aumentar essa quantidade gradualmente.

 

Dicas para exercitar um cachorro idoso

Quando se trata de incorporar exercícios à rotina do seu cachorro idoso, é importante começar devagar.

Com o tempo, a resistência será desenvolvida. A progressão pode ajudar seu cão a evitar lesões e esforço excessivo.

 

Dê um aquecimento ao seu cão

Um dos aspectos mais importantes do exercício de seu cão é começar com um aquecimento.

Devido ao fato de minha cadela Laika estar extremamente rígida pela manhã devido à artrite, damos algumas voltas rápidas ao redor do quintal antes de sair para nossa caminhada matinal.

 

Se seu cão tem problemas de mobilidade, como artrite, comece sua rotina de exercícios com uma caminhada de dois ou três minutos pelo quintal para fazê-lo se mexer.

 

Opte por exercícios de baixa intensidade

Aos oito anos, 80% dos cães têm artrite, o que significa que muitos de nós precisaremos lidar com a artrite canina em algum momento da vida de nossos cães.

Embora não seja um diagnóstico agradável, não significa que todas as atividades agradáveis ​​de que você gostava tenham terminado.

 

Exercícios de baixo impacto, como caminhar e nadar, são ideais para cães com problemas de mobilidade, como artrite.

Se seu cão tem problemas de mobilidade, limite seus exercícios a atividades de baixo impacto, como natação, caminhada, jogos internos e sessões de brincadeiras suaves.

 

Esses tipos de atividades podem ajudar a manter a força muscular de seu cão, ao mesmo tempo em que são gentis com suas articulações.

Cães com mobilidade reduzida devem evitar exercícios de alto impacto, como corrida ou jogos intensos de busca que exijam correr e pular.

 

Complemente a rotina do seu cachorro idoso com exercícios mentais

Adicionar estímulo mental à rotina de exercícios do seu cão é uma maneira de mantê-lo ativo na velhice.

Jogos simples de trabalhar o faro, como encontrar as guloseimas ou uma brincadeira rápida de esconde-esconde, vão envolver o cérebro do seu cachorro, ao mesmo tempo que o encorajam a ser ativo dentro de casa.

 

Ao longo do dia, incorpore alguns jogos e atividades internas adicionais para o seu cão se divertir.

Maneiras simples de aumentar a estimulação mental do seu cão incluem usar um brinquedo de distribuição de comida, urso de pelúcia, brincar de esconde-esconde ou permitir que farejem e explorem em sua caminhada diária.

 

Dicas de exercícios para cães idosos

Inclua jogos estimulantes mentais na rotina do seu cão para ajudá-lo a manter a forma física e os níveis de atividade.

Utilizar brinquedos para distribuir comida, participar de jogos para trabalhar o farejamento e permitir que seu cão faça “pausas para cheirar” enquanto caminha são exemplos de atividades mentalmente estimulantes que você pode incorporar à rotina de seu cão.

 

Esteja ciente dos sinais de dor do seu cão

Ao iniciar uma nova rotina de exercícios com seu cão, fique atento a sinais de desconforto ou dor, como mancar ou vontade de parar ou diminuir o ritmo.

Se seu cão mostrar sinais de desconforto, deixe-o descansar e ajuste sua rotina conforme necessário.

 

Como os cães normalmente não choram ou choramingam quando estão com dor, é fundamental monitorar sua linguagem corporal e comportamento ao iniciar uma nova rotina de exercícios.

 

Se você tiver alguma dúvida ou preocupação, consulte o seu veterinário, eles serão capazes de orientá-lo na determinação do nível apropriado de atividade para seu cão.

 

Mantenha a consistência em sua rotina

Ao exercitar seu cachorro idoso, lembre-se de que a consistência é a chave; uma caminhada de 20 minutos por dia é preferível a uma caminhada de duas horas nos fins de semana.

Os cachorros que não fazem exercícios regularmente têm maior probabilidade de sofrer uma lesão do que os cães que fazem exercícios diários.

 

E por ser consistente, não quero dizer que você tenha que fazer a mesma coisa todos os dias (embora se for agradável, não há nada de errado com isso); em vez disso, trata-se de monitorar a intensidade e a quantidade de exercícios que seu cão recebe diariamente.

A rotina em si pode ser variada para manter as coisas interessantes e divertidas.

 

Você pode alternar sua rota de caminhada diária ou brincar de buscar no parque em vez de no quintal.

Se jogos cerebrais de cachorro fazem parte de sua rotina, alterne-os; na segunda, brinque de encontrar as guloseimas, na terça brinque de esconde-esconde e, na quarta, treine manobras.

 

Reserve algum tempo para a massagem após o exercício

Uma massagem canina de dez minutos pode ajudar na recuperação dos músculos do cão após o exercício, reduzindo a rigidez e a dor, diminuindo a pressão arterial e melhorando a circulação.

 

Usando uma palma que é plana com minha cadela Laika, eu uso movimentos suaves e lentos. Ela adora, e é uma maneira simples de ajudá-la a se acalmar e relaxar após o exercício.

 

Estabeleça uma rotina que seja eficaz para o seu cão

Encontrar o equilíbrio certo ao exercitar um cão idoso é fundamental. Se o seu cão está acostumado a uma caminhada diária de 20 minutos, tente adicionar 5 minutos à rotina ou incorporar uma sessão de brincadeira leve todas as noites.

 

Em seguida, monitore o comportamento do seu cão em busca de sinais de dor ou desconforto e aumente gradualmente o nível de atividade ao longo do tempo.

Para cães com problemas de mobilidade ou articulações, como artrite, exercícios de baixo impacto, como caminhar e nadar, são recomendados.

 

O equilíbrio ideal para meu cão com artrite tem sido uma combinação de exercícios de baixo impacto e muitos jogos estimulantes mentais.

Acompanhe a quantidade de exercício que seu cão recebe a cada dia e faça os ajustes necessários.

 

Se o seu cão apresentar algum sinal de desconforto, relaxe um pouco e reajuste. E, como sempre, se você tiver alguma dúvida ou preocupação, não hesite em consultar o seu veterinário.

Fonte: cachorrolegal.com

Se o seu cachorro está se coçando muito e se mordendo, sinal que pode estar com problemas de pele.

As doenças mais comuns são as causadas por alergias e existem várias maneiras de controlar a coceira e as alergias em cães. Às vezes, você pode fazer certas coisas em casa para prevenir ou aliviar uma coceira leve antes que ocorra uma infecção. Já em outros casos, você precisará consultar o seu veterinário.

 

Deixar de controlar as alergias do seu cão pode levar a outros problemas, como perda de pelos e infecções de pele. Separamos 5 dicas de como ajudar a controlar alergias em cães.

 

1 – Fale com o seu veterinário

Ligue para o veterinário do pet logo nos primeiros sinais de coceira. Em alguns casos, ele pode dar alguma recomendação inicial antes de realizar a consulta. Mas se a coceira continuar ou você notar queda de pelo, vermelhidão, irritação ou descamação, leve seu pet o quanto antes para a avaliação do profissional.

 

Se for diagnosticada uma alergia, o médico-veterinário do seu pet fará algumas recomendações que devem ser seguidas fielmente para evitar que os problemas voltem. Casos leves a moderados podem ser tratados com medicamentos para aliviar a coceira e, possivelmente, produtos para a higienização e hidratação da pele do seu doguinho. Ah, mas se ele tiver pulgas e/ou carrapatos é necessária a eliminação destes inimigos da pele, pois essa pode ser a causa da alergia do seu cãozinho.

 

Cumpra as recomendações de medicamento, via de aplicação, frequência e duração do tratamento que o veterinário do seu pet prescreveu e retorne para consultas de acompanhamento conforme recomendado.

 

2 – Previna seu pet de pulgas e carrapatos

Bom, você já viu que pulgas e carrapatos podem estar causando alergia ao seu pet. Por isso, todos os cães devem fazer uma prevenção eficaz contra pulgas e carrapatos o ano todo. Para alérgicos, a prevenção é ainda mais importante. Os cachorros com alergia a picada destes ectoparasitos (que quer dizer parasitas externos) podem reagir a poucas picadas, sendo que quanto mais, a reação alérgica será ainda mais séria. Muitas vezes nós nem conseguiremos ver estes parasitas no cão, pois eles podem mastigá-los devido a coceira gerada.

 

3 –  Dê banho no seu cachorro regularmente

Para pets alérgicos a rotina de banhos pode ser numa frequência até maior que semanal, desde que tenha sido estabelecida pelo médico-veterinário. Na frequência de uma a duas vezes por semana, utilize shampoos suaves com formulação hidratante, feitos especialmente para pets. Produtos de pele com componentes hidratantes como aloe vera, fitoesfingosina, vitaminas farão muito bem para a pele do seu “aumigo”. Também podem ser utilizados produtos como sérum e spray hidratante para combater a desidratação e descamação da pele.

 

Seu veterinário pode prescrever um shampoo medicamentoso para problemas de pele mais graves. Ao dar banho no seu peludo, não se esqueça de verificar e limpar as orelhas, pois são áreas que costumam apresentar infecções secundárias em pets com alergias.

 

4 – Escolha a comida certa

Alimente seu cão com uma dieta de alta qualidade feita com ingredientes saudáveis. Isso pode significar coisas diferentes para cães diferentes. Assim como acontece com os humanos, a qualidade dos ingredientes que se ingere pode realmente afetar a saúde geral do seu amigo de quatro patas. Se houver suspeita de alergia alimentar, seu veterinário pode recomendar uma mudança na dieta. Isso geralmente envolve uma dieta com ingredientes limitados e especiais com uma nova proteína (como peixe, pato, carne de veado, etc.). Frango e carne são responsáveis pela maior parte das alergias alimentares nos cães.

 

5 – Escolha a cama ideal

Considere comprar camas de espuma para cães, pois são menos propensas a abrigar alérgenos comuns, como os ácaros. Substitua as camas dos cães anualmente, independentemente do material. Em caso de alergia ambiental, lave as colchas dos cães semanalmente com um detergente sem fragrância e corante. Coloque um forro hipoalergênico em camas para animais de companhia.

 

Soluções Ourofino

Pensando em ajudar a diminuir a coceira do seu doguinho, a Ourofino conta com diversos produtos. Para o controle de pulgas e carrapatos contamos com a coleira Leevre e a pipeta NEOPet. Os dois produtos auxiliam no controle de pulgas e carrapatos. Além disso, a coleira Leevre ainda repele o mosquito-palha que transmite a Leishmaniose. É importante lembrar que estes parasitas ficam a maior parte do tempo no ambiente e não no seu pet, com isso só utilizar produtos no seu peludo não será suficiente para eliminar completamente os parasitas. Se ficou curioso para ter mais informações de como controlar pulgas e carrapatos acesso aqui.

 

Para os banhos do seu peludo, a Ourofino conta com a Linha Bris, com composição hidratante limpa sem agredir a pele do seu cãozinho e repõe nutrientes e vitaminas necessárias para o equilíbrio da pele. A linha Bris conta com shampoos, sprays hidratantes e o Sérum (exclusivo para animais de pele mais ressecadas). Peça orientação ao veterinário que acompanha seu pet para decidir qual seria a opção mais adequada para seu filho: Linha Bris Equilíbrio Pele Seca ou Linha Bris Equilíbrio Pele Oleosa.

Assim como acontece com os seres humanos, nos cães e gatos a pele apresenta várias funções importantes no organismo, como atuar como barreira protetora contra microrganismos agressores, agentes físicos e químicos, além de proteger contra a perda de água para o meio externo. Já os pelos apresentam a função de isolamento térmico.

 

Ainda que a estrutura da pele seja semelhante entre humanos e animais, algumas diferenças importantes são observadas. Sabe-se que a epiderme de cães e gatos varia em espessura de acordo com a parte do corpo assim como a dos humanos, e que essa espessura é geralmente mais fina nos cães e, principalmente, nos gatos, chegando a ser três vezes mais fina que a dos humanos, o que facilita a entrada de substâncias causadoras de alergias e outros agentes infecciosos como bactérias e fungos, sendo, de grande importância que a integridade da barreira cutânea, ou seja, da camada mais superficial da pele seja mantida. Esta barreira que além de atuar protegendo e prevenindo a pele da penetração de microrganismos e agentes externos irritantes, também é responsável pela manutenção da hidratação cutânea, onde em casos de desequilíbrio desta barreira, um dos problemas notados, será o ressecamento da pele.

 

Desta forma, pensando na restauração da barreira cutânea e nos cuidados com a pele seca, é essencial o uso de produtos tópicos como shampoo, spray e sérum, que contenham em sua formulação a combinação de ativos como hidratantes, vitaminas, óleos e os próprios repositores da barreira cutânea. Atuando juntos, esses ativos terão um papel fundamental para o auxílio no reestabelecimento e na manutenção da hidratação da pele.

 

Hora do banho: quais são os principais cuidados?

Antes de iniciar o banho, é indicado que os pelos sejam escovados, eliminando pequenos nós, facilitando assim a lavagem. Em alguns casos, se a presença de nós nos pelos for abundante, poderá ser necessário que o pet seja tosado antes de passar pelo banho.  A limpeza da área externa das orelhas também pode ser feita no momento do banho, sempre com o uso de produtos específicos e seguindo as recomendações de bula. Importante: sempre lembrar de proteger o canal auditivo com algodão, evitando assim a entrada de água durante o banho.

 

Ao dar início à lavagem do animal, o shampoo de escolha, deverá ser aplicado em quantidade desejada e massageando todas as áreas do corpo, de forma a produzir uma espuma e cobrir toda a pele e pelagem do seu animalzinho. Após aplicação do shampoo, aguardar de 5 a 10 minutos e enxaguar bem, sem deixar resíduos e sempre protegendo os olhos e ouvidos, para evitar a entrada de água.

 

O enxague abundante ajuda a promover a hidratação da pele, e deverá ser feito até a água sair limpa. As patas, axilas e cauda são os lugares de maior dificuldade para fazer o enxague e merecem atenção. Nos animais de pelagem longa, o enxague pode levar mais tempo para ser realizado do que o próprio banho. O excesso de água deve ser eliminado com as mãos, antes de colocar a toalha para fazer a secagem, seguido do uso do secador.

 

Durante a secagem, uma atenção especial deve ser dada aos lugares do corpo com a pelagem mais densa, pois são os locais que levam mais tempo para secar.  O momento de secagem deve ser por completo, para evitar que apareçam doenças causadas pela umidade, como o crescimento de fungos na pele.

 

Ainda que não existam regras sobre a quantidade ideal e o intervalo entre os banhos, a necessidade de maior frequência de banhos pode estar nos cães, sendo que os gatos geralmente apresentam uma maior resistência e isso deve ser respeitado. Como alternativa para o auxílio na manutenção da hidratação da pele e pelagem dos gatos, o uso de spray e sérum, que não necessitam de enxágue, são opções vantajosas, assim como o uso destes produtos nos intervalos entre os banhos dos cães, buscando prolongar os efeitos da hidratação.

 

Vale sempre reforçar que o momento do banho deve ser agradável e prazeroso para os animais e a frequência em que seu pet será banhado, deverá ser ajustada a critério do médico veterinário, de acordo com as características individuais do animal.

 

Soluções Ourofino para os cuidados e a manutenção da pele seca

E com uma proposta de suavidade e hidratação para pele dos cães e gatos, a Ourofino Pet lança a linha Bris com a melhor tecnologia dermocosmética, e em especial para a pele seca, conta com as opções de shampoo, spray e sérum. Os produtos possuem em sua formulação, ativos essenciais para a manutenção da barreira cutânea, como a fitoesfingosina. Além disso, esses produtos trazem a nanotecnologia que aumenta a ação dos ativos melhorando a eficácia deles e apresentam fragrância suave e livre de alérgenos.

 

Para a pele seca, as opções disponíveis são o Shampoo Equilíbrio Pele Seca, Spray Equilíbrio Pele Seca e Sérum Equilíbrio Pele Seca:

 

  •  Shampoo Equilíbrio Pele Seca contém em sua formulação fitoesfingosina, aloe vera, vitaminas A e E e óleo de girassol nanoencapsulados, ativos que promovem a limpeza suave e hidratação profunda proporcionando a integridade da barreira cutânea. Sendo indicado para todos os tipos de pele, especialmente para a pele seca.
  • Spray Equilíbrio Pele Seca é composto por fitoesfingosina, calêndula e ômegas nanoencapsulados de óleos de coco, de argan e de abacate, associado a presença de um complexo vegetal que irá atuar como adjuvante no controle da perda excessiva de água da pele, nutrindo e hidratando profundamente a pele seca nos intervalos entre os banhos.
  • Sérum Equilíbrio Pele Seca apresenta em sua formulação fitoesfingosina, ceramidas, ômegas derivados de óleos de girassol, de macadâmia, de oliva e de gergelim associada à ação da calêndula nanoencapsulada, promovendo a hidratação profunda que mantém a integridade da barreira cutânea.

 

Lembre-se sempre de procurar um médico-veterinário para que seja realizada a avaliação adequada da pele e da pelagem do seu animalzinho, antes de adquirir e utilizar qualquer produto no seu pet.

Devido ao estilo de vida dos felinos a osteoartrite já ganhou o status de doença comum entre eles. Aproximadamente 90% dos animais após os 8 anos já começam a apresentar sinais desta doença articular, que infelizmente provoca muito incômodo para o pet, principalmente se ele estiver com sobrepeso. O envelhecimento das articulações do gato, ocasionam um desgaste progressivo das cartilagens, que com o passar do tempo deixam de promover o amortecimento, deixando a ossatura vulnerável, o que provoca dor constante no gato que sofre de osteoartrose.

 

As regiões mais afetadas pela artrose no gato são as articulações coxofemurais e os cotovelos, no entanto os ombros, a coluna, o calcanhar e os joelhos também podem ser afetados.

O tratamento para um gato que tem osteoartrite pode começar com pequenas mudanças em sua rotina diária, como: caixas de areia com bordas baixas; comedouros e bebedouros elevados; camas macias.

 

A Osteoartrite é uma doença complexa, de progressão lenta, caracterizada pela degeneração da cartilagem articular e pela formação de “pontas de osso”, denominadas osteófitos, nas margens da articulação. Nestes casos, a administração oral do sulfato de condroitina tem um papel importante na fisiologia da cartilagem articular, pois reduz a dor e aumenta a mobilidade articular.

 

A Ourofino conta em sua linha com o Condromax Pet, suplemento que apresenta em sua formulação o Sulfato de condroitina A e Glicosamina, que possuem efeitos sinérgicos e complementares para auxiliar no tratamento das Osteoartrites, reduzindo a dor e inflamação articular nestes casos.

 

Além dos glicosaminoglicanos, o Condromax Pet possui em sua formulação os minerais: Cobre, Zinco e Manganês, que são responsáveis por estimular o processo de regeneração articular e ósseo.

A inflamação do ouvido dos pets, mais conhecida como otite, pode ser causada por bactérias, fungos, parasitas (carrapatos, sarna de orelha), produção excessiva de cera, traumas, presença de algum corpo estranho (como água durante o banho), falta de higiene ou a própria conformação auricular.

 

Casos crônicos de otite, definidos como infecção recorrente ou contínua do conduto auditivo externo por um período igual ou superior a seis meses, apresentam casuística em torno de 76,7% e é um dos problemas de maior relevância na clinica veterinária. Sabe-se que em todos os casos há uma causa primária para o desenvolvimento da infecção e inflamação, cujas bactérias e/ou fungos associados são considerados como oportunistas.

 

Alguns cães têm maior tendência para desenvolver otites e produzem maior quantidade de cerúmen. São, por exemplo, os cães de raças que possuem as orelhas caídas (pendulares), como Cocker Spaniel, Golden Retriever e Basset Hound. Nestes cães a conformação das orelhas dificulta o arejamento e torna o conduto auditivo quente e úmido, ambiente propício para o desenvolvimento de otites.

 

As causas perpetuantes são definidas como processos ou fatores que não são responsáveis pelo início da otite, porém, fazem com que a doença continue impedindo o canal auditivo de efetivamente curar a infecção. Dentre os fatores estão a presença de bactérias e fungos, tratamento inadequado da orelha e tratamento excessivo com limpadores de ouvido e / ou medicamentos.

 

As otites recidivantes podem ser causadas pelo uso incorreto de antibióticos e falhas no diagnóstico. Por isso é muito importante que o diagnóstico da otite seja criterioso e o mais assertivo possível, para que o tratamento seja adequado tentando diminuir a probabilidade de recidivas. Se você notar que o ouvido do seu pet está com alguma alteração indicativa de problema otológico procure logo o atendimento de um médico veterinário para que ele avalie a situação e indique as melhores soluções.

 

Uma vez estabelecidas, as causas perpetuantes devem ser adequadamente tratadas, sempre em conjunto com o tratamento das doenças primárias e causas predisponentes.

Os principais sintomas da otite são coceira intensa, vermelhidão, cheiro forte, cera de coloração alterada, dor à palpação dos condutos auditivos, escoriações próximas a base da orelha, inchaço, dor, além de causar um grande desconforto para o pet. Um dos comportamentos bastante observado nos animais com otite é o balançar de cabeça de um lado para outro.

 

A limpeza dos ouvidos é uma medida muito importante, pois mantém as orelhas limpas e saudáveis e consequentemente previne o surgimento das inflamações, infecções e alergias que causam coceira, desconforto e dor.

 

As estruturas que compõem os ouvidos são muito delicadas e, por esta razão, a limpeza deve ser feita de maneira muito cuidadosa. Nos casos de animais com otites é importante seguir a orientação do médico-veterinário quanto à frequência da higienização. A Ourofino conta em sua linha com o Limp & Hidrat, uma solução de limpeza otológica formulada com extratos vegetais que proporcionam uma limpeza suave e eficiente, promove hidratação da pele do ouvido e tem um agradável cheirinho de lavanda.

 

A utilização de produtos tópicos polivalentes à base de anti-inflamatórios, antifúngicos e antibióticos associados à limpeza rotineira do pavilhão auricular, faz parte do protocolo de tratamento em quadros de otite crônica.

A vacinação dos animas de companhia é o método de proteção mais importante e eficaz contra doenças infecciosas causadas por vírus, bactérias e outros microrganismos. Manter as vacinas dos pets em dia é um ato de amor e cuidado que faz toda a diferença para a saúde, bem-estar e qualidade de vida deles. Para desenvolver um protocolo de vacinação, devem ser considerados alguns fatores importantes, como as fases de vida do pet, os hábitos, risco de exposição às doenças e o estado de saúde dele.

 

Confira as principais doenças que os animais de companhia podem adquirir durante a vida:

 

Cinomose: é uma virose grave, que atinge principalmente os cães que estão com o sistema imunológico enfraquecido (filhotes, idosos ou fracos, e como consequência de uma doença ou situação de estresse). Os animais com cinomose podem apresentar vômito e diarreia, corrimentos ocular e nasal, sinais de alteração do sistema nervoso (como falta de coordenação motora, tiques nervosos, convulsões e paralisias). Quando ela afeta o sistema neurológico dos cachorros, o quadro pode ser considerado grave.

 

Parvovirose: é uma doença causada por um vírus que afeta principalmente os filhotes, além disso, provoca diarreia sanguinolenta frequente e fatal. O animal de companhia também pode apresentar vômito, falta de apetite, prostração, febre e perda de peso. A parvovirose é contagiosa e se instala no ambiente por muito tempo, pois é resistente à limpeza com desinfetantes.

 

Hepatite: é uma doença viral que provoca sintomas variados nos pets. Ela é altamente contagiosa e pode ser transmitida tanto pelo contato direto de um cachorro sadio com um cão doente, como pelo contato com secreções e objetos utilizados pelos animais contaminados.

 

Parainfluenza: o vírus da parainfluenza é um dos agentes responsáveis pela traqueobronquite infecciosa canina, mais conhecida como tosse dos canis. Ela causa uma doença altamente contagiosa que costuma se desenvolver em ambientes onde existem muitos cães e pode evoluir para pneumonia e doenças mais graves.

 

Adenovirose: vírus semelhante ao da parainfluenza, que causa doenças respiratórias preocupantes. Diversos fatores podem contribuir para o surgimento da enfermidade, por exemplo, a convivência em ambientes com muitos animais de companhia, falta de higiene e a baixa imunidade do pet contribui para que a doença apareça.

 

Coronavirose: uma das doenças virais mais sérias e prejudiciais aos cães. É altamente contagiosa e afeta o trato intestinal dos animais. Ela também é conhecida como gastrointerite contagiosa dos cães e pode ser transmitida para os gatos, bovinos e até seres humanos, pois é considerada uma zoonose. Os sintomas são parecidos com o da parvovirose, incluindo diarreias em forma de jatos, perda de apetite e febre. A transmissão da doença ocorre principalmente pelo contato de um animal sadio com as fezes contaminadas de um outro pet.

 

Leptospirose: doença transmitida por uma bactéria presente na urina do rato. É contagiosa e pode atingir outros animais de companhia e até os seres humanos. Geralmente, é adquirida por meio do contato com água contaminada, como águas represadas em alagamentos e inundações que podem espalhar a urina de ratos para muitos locais. O pet pode apresentar apatia, diarreia, vômito, emagrecimento e febre. Já em casos mais graves, também podem ocorrer insuficiência renal aguda, gastroenterite hemorrágica, lesões oculares, encefalite e icterícia (quando o animal fica com a mucosa e pele amarelada).

Cada vez mais os pets fazem parte da vida familiar, mas nem sempre este relacionamento com o homem é saudável. Muitos animais de companhia são abandonados e maltratados por apresentarem problemas comportamentais devido a motivos variados, e podem estar relacionados com o medo, a ansiedade e o estresse.

 

Dentre as causas do medo estão os fogos de artifício, tempestades e passear de carro, por exemplo. É importante descobrir a causa, pois os efeitos destes sentimentos são estressantes tanto para o pet como para o dono.

 

Os fogos de artifício são sinônimos de festa e alegria, porém para os animais de companhia eles representam medo e estresse. O barulho pode gerar trauma e isso acontece porque os cães e gatos possuem a audição mais aguçada que os humanos. Portanto, em dias de comemorações deve-se deixar o pet em um lugar no qual ele se sinta seguro. Além disso, procure abafar o som durante os fogos, para isso a televisão e o ventilador são importantes aliados. Outra medida é colocar algodão nos ouvidos para que a intensidade do barulho seja menor.

 

É importante ficar atento aos portões e portas aberta, pois em situações como essa, muitos animais fogem. Evite deixá-lo sozinho e colocá-lo no colo, estas atitudes podem intensificar o medo. Caso o pet fique muito estressado durante os fogos, procure um médico-veterinário para que ele indique a medicação correta para controlar a ansiedade.