A leishmaniose canina é uma doença séria transmitida pela picada do mosquito-palha e que continua avançando pelo Brasil. Diante desse cenário, um grupo de especialistas de referência internacional lançou as novas diretrizes da América Latina de prevenção, trazendo orientações atualizadas sobre o que realmente funciona no dia a dia para proteger seu cão.

Se você é tutor, este conteúdo vai explicar de forma simples e clara o que dizem os especialistas e como aplicar essas recomendações na rotina do seu pet.

 

Por que essas novas diretrizes são importantes?

As novas recomendações foram desenvolvidas por médicos-veterinários e pesquisadores com ampla experiência em leishmaniose. Eles analisaram estudos clínicos, evidências recentes e dados de campo para que tutores e profissionais tenham acesso às melhores práticas de prevenção.

Em outras palavras: você passa a ter informações confiáveis sobre como proteger seu cão de forma contínua e eficaz.

 

Principais recomendações dos especialistas

As diretrizes reforçam alguns pilares fundamentais para a prevenção da leishmaniose. Veja os pontos mais importantes:

 

1. A prevenção deve ser contínua

O mosquito-palha pode estar presente em quintais, praças, áreas verdes e ambientes urbanos. Por isso, a orientação é garantir proteção o tempo todo, sem intervalos longos entre produtos ou aplicações.

 

2. Produtos com ação repelente e inseticida são essenciais

O documento destaca que a proteção mais eficaz combina dois mecanismos:

 

  • Repelir o mosquito-palha;
  • Eliminar o inseto que entrar em contato com o cão.

 

Essa estratégia reduz a chance de transmissão da doença.

 

3. Evidência científica faz diferença

Os especialistas reforçam que produtos com estudos de campo, realizados em condições reais da rotina dos cães, trazem mais segurança e previsibilidade na proteção.

 

4. Estratégias práticas e acessíveis

A prevenção deve ser fácil de aplicar na rotina da família, sem depender de múltiplas etapas complicadas para funcionar.

 

Por que Leevre é a escolha certa dentro dessas recomendações?

A coleira Leevre atende aos pilares reforçados nas diretrizes, oferecendo uma solução completa para a prevenção:

 

Repelência + ação inseticida

A coleira Leevre atua afastando o mosquito-palha e eliminando o inseto que entrar em contato com o cão. Essa dupla ação está totalmente alinhada às estratégias recomendadas pelos especialistas.

 

Proteção de verdade exige evidência

Quando o assunto é leishmaniose, prevenir não pode ser só promessa: precisa ter evidência real.

A eficácia da Leevre foi avaliada também em condições reais, reforçando seu desempenho no dia a dia dos cães.

Leevre oferece exatamente isso: ação repelente + inseticida, eficácia comprovada e proteção prolongada.

 

Duração da proteção (conforme parasita):

  • Pulgas: até 9 meses
  • Carrapatos: até 6 meses
  • Flebotomíneos (mosquito-palha): até 6 meses

 

No contexto da leishmaniose, o ponto essencial é a ação repelente + inseticida por até 6 meses, garantindo prevenção contínua por meio ano.

 

O que isso significa para você e seu pet?

A nova orientação dos especialistas reforça um ponto central: a prevenção é a melhor estratégia para proteger seu cão da leishmaniose.

Quando você escolhe produtos com eficácia comprovada, dupla ação e duração consistente, aumenta significativamente a segurança do seu pet — especialmente se ele vive em áreas de risco.

Além disso, entender essas recomendações permite que você tome decisões mais conscientes e alinhadas ao que há de mais atualizado na medicina veterinária.

 

Proteger seu cão da leishmaniose é um compromisso diário — e agora você tem orientações claras e embasadas para fazer isso da maneira mais eficaz.

As novas diretrizes reforçam práticas que realmente funcionam e que podem ser aplicadas de forma prática na rotina.

Com prevenção contínua, produtos adequados como a coleira Leevre e informação confiável, seu cão vive mais seguro — e você vive mais tranquilo.

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A Leishmaniose é uma doença grave que afeta os cães e preocupa cada vez mais os tutores. Transmitida pelo mosquito-palha, a enfermidade pode trazer sérias consequências à saúde do animal e por ser uma zoonose, também pode afetar os humanos.

 

O que é Leishmaniose?

A Leishmaniose é uma doença causada por um protozoário do gênero Leishmania, transmitido pela picada do mosquito-palha (Lutzomyia longipalpis). Ao picar um animal infectado, o mosquito pode carregar o protozoário e, ao picar outro cão, transmitir a doença.

 

Quais os sintomas da Leishmaniose em cães?

Os sintomas da Leishmaniose podem variar de animal para animal, mas os mais comuns são:

 

  • Perda de peso progressiva, mesmo com apetite normal
  • Feridas que não cicatrizam, especialmente nas orelhas e focinho
  • Queda de pelos
  • Crescimento exagerado das unhas
  • Apatia e fraqueza
  • Problemas oculares
  • Aumento dos linfonodos (ínguas)

 

Vale lembrar que a doença pode demorar semanas ou até meses para apresentar sinais visíveis, e já sabemos que alguns animais nem mesmo os sintomas clássicos apresentam. Por isso, a prevenção é sempre o melhor caminho.

 

Como os cães pegam Leishmaniose?

A única forma de transmissão é pela picada do mosquito-palha infectado. Isso significa que um cão não transmite diretamente a Leishmaniose para outro, nem para humanos.

O mosquito costuma estar mais ativo ao entardecer e durante a noite, principalmente em áreas com matéria orgânica acumulada, como folhas, galhos e lixo.

 

A Leishmaniose tem cura?

Infelizmente, não existe cura definitiva para a Leishmaniose canina. O tratamento pode controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida do animal, mas ele permanecerá infectado pelo protozoário e poderá ser fonte de contaminação para outros mosquitos. Por isso, a prevenção com a coleira Leevre é fundamental.

 

Como prevenir a Leishmaniose em cães?

Algumas medidas ajudam a reduzir os riscos de contaminação:

 

  • Evitar passeios ao entardecer ou à noite
  • Manter o quintal limpo e livre de matéria orgânica
  • Assim como fazemos contra o mosquito da dengue, é importante telar portas e janelas para impedir a entrada do mosquito
  • Usar repelentes e coleiras específicas contra o mosquito-palha

 

Por que usar a coleira Leevre?

A coleira Leevre protege seu cão contra a Leishmaniose. Com tecnologia que libera seus ativos de forma contínua por até 6 meses, ela mata e repele o mosquito-palha, dificultando que o cão seja picado.

Além disso, ela é segura, confortável e pode ser usada em cães a partir de 10 meses de idade e/ou acima de 5kg.

 

Mosquito-palha x Mosquito da dengue: qual a diferença?

Um detalhe importante que muitos tutores não sabem: o mosquito-palha é até 3 vezes menor que o mosquito da dengue. Isso torna sua visualização mais difícil e aumenta o risco de exposição, principalmente em ambientes abertos e ao anoitecer.

Enquanto o mosquito da dengue mede cerca de 5 a 7 mm, o mosquito-palha mede entre 2 e 3 mm, é silencioso e se movimenta de forma sutil, o que dificulta perceber sua presença.

 

A Leishmaniose é uma ameaça silenciosa que pode comprometer gravemente a saúde do seu cão. Como não existe cura definitiva, a prevenção é o melhor remédio e, nesse cenário, a coleira Leevre se destaca como uma barreira eficaz e segura contra o mosquito-palha.

A leishmaniose é uma doença grave que afeta milhares de cães no Brasil. Causada por um parasita transmitido pela picada do mosquito-palha, ela pode trazer consequências devastadoras se não for prevenida. Por isso, a proteção do seu cão contra a leishmaniose é essencial, e uma das melhores maneiras de fazer isso é utilizando a coleira Leevre da Ourofino.

 

O que é a Leishmaniose Canina? 

A leishmaniose é uma doença parasitária, causada por protozoários do gênero Leishmania, que atinge principalmente os cães, mas também pode afetar os seres humanos. O parasita é transmitido pelo mosquito-palha, também conhecido por birigui, que está presente em diversas regiões do país, inclusive em áreas urbanas. A doença é silenciosa e pode levar meses ou até anos para manifestar os sintomas, o que torna a prevenção ainda mais importante.

Essa doença pode causar sintomas como perda de peso, lesões de pele, crescimento anormal das unhas, apatia e problemas renais.

 

Como prevenir a leishmaniose em cães? 

A prevenção é a chave para proteger seu cão da leishmaniose. A principal estratégia de prevenção envolve a manutenção de um ambiente saudável, o controle desse inseto e a proteção direta dos animais. Aqui estão algumas dicas essenciais:

 

1.Use a coleira Leevre da Ourofino 

A coleira Leevre é uma das melhores formas de proteger seu cão contra a picada do mosquito-palha. Ela oferece uma barreira eficaz, liberando substâncias repelentes que mantêm o mosquito longe do seu pet.

 

Com ação prolongada, após aberta e colocada no pet, contamos os meses de proteção, sendo 6 meses para carrapatos e vetor transmissor da Leishmaniose e 9 meses para pulgas.

Sendo segura para o uso contínuo, proporcionando proteção durante todo o período de risco.

 

2. Mantenha o ambiente limpo 

O mosquito-palha se reproduz em locais úmidos e com matéria orgânica em decomposição. Mantenha o quintal e áreas ao redor da casa limpos, sem acúmulo de folhas, lixo ou fezes de animais.

 

3. Evite passeios ao anoitecer 

O mosquito-palha tem maior atividade ao entardecer e à noite. Evite levar seu cão para passear nesses horários ou em áreas com vegetação densa, onde os mosquitos podem estar presentes.

 

4. Use telas e repelentes 

Instale telas de proteção nas janelas e portas, especialmente nos locais onde o seu cão costuma dormir. Em áreas endêmicas repelentes ambientais também podem ser usados para afastar os mosquitos da casa.

 

Coleira Leevre da Ourofino 

Além de ser prática e fácil de usar, ela oferece os seguintes benefícios:

 

  • Proteção prolongada: Até 6 meses de ação contra o mosquito-palha, garantindo uma prevenção contínua.
  • Segura e eficaz: A coleira Leevre é segura para cães de diferentes portes e idades, desde que com mais de 10 meses ou 5kg.
  • Ação repelente: Repele e elimina o flebótomo, ao afastar o mosquito-palha e reduz significativamente o risco de picadas.

 

A leishmaniose é uma doença que exige atenção e cuidados preventivos constantes. Proteja seu cão de maneira eficaz, não deixe para depois, invista na saúde e bem-estar do seu pet e garanta que ele esteja protegido contra a leishmaniose.

 

Lembre-se, a prevenção é o melhor remédio! Proteja seu amigo de quatro patas e curta cada momento ao lado dele, com a tranquilidade de que ele está seguro.

Para saber mais sobre a coleira Leevre e outros produtos de proteção, visite o site da www.livredapicada.com.br

O que é a Leishmaniose canina?

A Leishmaniose canina é uma doença infectocontagiosa transmitida através de um mosquito, conhecido como “Birigui” ou “Mosquito Palha”.

Essa doença pode causar tanto alterações clínicas sistêmicas como também alterações cutâneas. Ela pode afetar os felinos e humanos também, por isso se trata de uma zoonose, porém é muito mais comum encontrarmos em cães.

 

Como identificar os sinais clínicos dessa doença?

A Leishmaniose pode se caracterizar como sintomática ou assintomática. Em alguns casos, o animal pode ser portador do agente infeccioso, mas não apresentar sinais clínicos. Por outro lado, temos os cães que apresentam muitos sinais clínicos, seguem alguns bastante característicos:

 

  • Crescimento das unhas;
  • Quedas de pelos;
  • Lesões nas regiões dos olhos e ponta de orelhas;
  • Perda de peso expressiva e constante.

 

O que significa a doença ser considerada uma zoonose?

Uma doença zoonótica é aquela que pode ser transmitida entre animais e seres humanos. Não é necessário o contato direto com o animal para a transmissão, como exemplo a leishmaniose canina. A pessoa não pode contrair a doença com contato direto com o cão, fezes, urina ou lesões de pele do animal.

 

A transmissão mais comum dessa doença é a vetorial, ou seja, através da picada do mosquito. Se esse mosquito estiver contaminado com a doença da Leishmaniose e picar o cão ou o ser humano, poderá transmiti-la.

Há três outras formas de contágio da doença. Elas estão ligadas à transmissão entre os animais. Por exemplo, ao momento do coito, quando um dos animais está infectado, ele pode transmitir ao outro.

 

Existe a transmissão transplacentária, da mãe para os filhotes. Também é possível, por meio de transfusão sanguínea, usar bolsas de sangue de bancos não credenciados.

 

Como prevenir?

Uma das formas mais eficazes para prevenir essa doença é o uso de repelentes, como por exemplo a coleira Leevre, da Ourofino. Esse produto irá auxiliar tanto no controle de pulgas e carrapatos, como também na infestação do mosquito transmissor da Leishmaniose canina.

 

É fundamental usar esse repelente em animais saudáveis em regiões endêmicas. Isso previne a doença. Além disso, também deve ser usado em animais positivos para Leishmaniose. Isso impede a picada do mosquito e evita que outros animais ou humanos sejam infectados.

 

Tem cura?

Quando falamos sobre Leishmaniose, não é possível garantir a cura parasitológica do animal, ou seja, ele será sempre portador do agente infeccioso.

O intuito do tratamento é promover a cura clínica, na qual o cão portador da Leishmaniose canina consegue obter uma diminuição e até a remissão total dos sinais clínicos, permitindo seguir uma vida normal.

 

Leve seu cãozinho ao médico veterinário, use repelentes como a coleira Leevre® da Ourofino. Caso diagnosticado com Leishmaniose canina, inicie o tratamento imediatamente, quanto antes começar, melhores os resultados.

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O que é a Leishmaniose?

A Leishmaniose visceral é uma doença infecciosa, causada por um parasita microscópico (protozoário) da espécie Leishmania infantum, que pode infectar os cães, gatos, raposas, roedores, além do homem, sendo considera uma importante zoonose. Opa, sinal de alerta pra gente!

 

A forma mais comum de transmissão desta doença é pela picada do mosquito flebótomo, o tal do mosquito-palha, asa-dura, tatuquiras, birigui, dentre outros. A fêmea do mosquito pica um animal infectado, ingere o protozoário e então irá transmiti-lo para outros animais e/ou seres humanos na próxima picada.

No Brasil, a principal espécie de mosquito responsável pela transmissão é o Lutzomyia longipalpis.

 

Atualmente, sabe-se que o número de cães infectados na América Latina é estimado em milhões e há altas taxas de infecção, principalmente no Brasil onde até a década de 1990 os casos da doença eram registrados em todas as regiões brasileiras, com exceção da região sul. Porém, com a adaptação do mosquito aos ambientes urbanos, a Leishmaniose que era considerada uma doença de caráter rural, já atingiu os centros urbanos e todas as regiões do país.

 

Manifestações clínicas

Em relação aos sinais clínicos, a Leishmaniose visceral causa importantes alterações nos órgãos vitais, como baço, fígado e medula óssea, podendo levar o paciente a óbito. A maioria dos sinais clínicos descritos não é específica da doença e podem ser confundidos com os sintomas de outras patologias, dificultando muito o diagnóstico que deverá ser realizado por exames laboratoriais.

No cachorro, os principais sintomas descritos, são:

 

  • perda de pelos;
  • descamação e úlceras na pele (mais comuns nas regiões da orelha, cauda e focinho);
  • emagrecimento;
  • desânimo;
  • anemia;
  • paralisia de membros;
  • lacrimejamento nos olhos;
  • crescimento exagerado das unhas.

 

Vale lembrar que a maioria dos animais pode estar infectada, mesmo sem apresentar sintomas clínicos. Portanto, preste atenção aos sinais e sintomas que seu pet está manifestando. Se suspeitar de Leishmaniose, isole-o de outros animais para evitar contaminação e leve-o ao veterinário o mais rápido possível.

 

Lembre-se também que a Leishmaniose não tem cura, apesar de existir tratamento para ela e que caso seu animalzinho tenha se infectado o acompanhamento junto ao médico veterinário deverá ser para o resto da vida. A prevenção é a melhor opção para combater esta doença.

 

É muito importante saber que não existe transmissão direta da leishmaniose de um cachorro infectado para o outro, de uma pessoa doente para outra ou de um cão infectado para uma pessoa e vice-versa. O cão é apenas o reservatório do parasita e a transmissão da doença dependerá sempre da presença do mosquito-palha, ou seja, podemos concluir que a principal medida para prevenir a Leishmaniose é o combate ao mosquito transmissor da doença.

 

Métodos de auxílio na prevenção da Leishmaniose

Como medidas de controle e prevenção da Leishmaniose, recomenda-se o uso de coleiras nos animais, que atuam repelindo e matando o mosquito-palha, este que já foi comprovado como o melhor método de controle e prevenção desta doença em cães. O animal que usa uma coleira específica para o controle da Leishmaniose terá menor probabilidade de adquirir ou transmitir a doença.

 

E pensando em soluções para a prevenção da Leishmaniose, a Ourofino desenvolveu a Coleira Leevre para auxiliar no combate ao vetor desta doença, o mosquito-palha. A Leevre que é indicada para cães, está disponível em duas apresentações: 48 cm e 63 cm, sendo composta por Deltametrina 4%, ativo preconizado pela Organização Mundial da Saúde no auxílio à prevenção da doença, associado ao Propoxur 12%, inseticida que atua contra carrapatos e pulgas.

 

É sugerido um intervalo de troca da coleira no mínimo a cada 6 meses, sempre seguindo as orientações de uso descritas em bula e com acompanhamento do médico veterinário.

Além do encoleiramento dos animais associado à realização de um protocolo de vacinação contra a doença, a higiene é uma das melhores medidas de prevenção contra a Leishmaniose, para evitar a proliferação do mosquito-palha, que se reproduz em locais com matéria orgânica. Por isso é preciso manter a limpeza de quintais e outras áreas abertas, evitando sempre o acúmulo de lixo.

 

Revestir janelas e portas de canis com redes e telas é outra medida preventiva com boa efetividade. Como o mosquito se alimenta no período noturno, em regiões quentes e com incidência de Leishmaniose, é recomendável não sair com os animais para passeios após o fim de tarde.

Importante: todas as medidas acima devem ser acompanhadas de consultas regulares ao veterinário. Somente este profissional está capacitado para identificar os sintomas e prescrever o tratamento recomendado para a doença.

 

Todos os anos, a Ourofino realiza a  #LivreDaPicada com o objetivo de conscientizar médicos-veterinários e tutores da prevenção da Leishmaniose, que é uma doença grave, sem cura e letal tanto para cães como para os seres humanos.

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A leishmaniose visceral, mais conhecida como Calazar, é uma doença infecciosa transmitida tanto aos cães quanto aos seres humanos através da picada de um mosquito flebótomo, popularmente conhecido como mosquito-palha.

 

No Brasil, a leishmaniose visceral é um importante problema de saúde pública, não apenas em áreas rurais, mas também urbanas, e está presente em todas as regiões do país. De acordo com dados do Ministério da Saúde, em média, cerca de 3.500 casos humanos de leishmaniose visceral são notificados anualmente no Brasil, sendo que aproximadamente 70% estão concentrados na região nordeste (Brasileish, 2018).

 

A leishmaniose é uma doença vetorial, transmitida somente através da picada do mosquito-palha, não havendo transmissão ou contágio do cão para o homem ou vice-versa.

 

O mosquito-palha se torna infectado com o parasita causador da leishmaniose quando ele pica um cão ou um ser humano que possui a doença, sendo assim, ele irá adquirir a larva do parasita causador da leishmaniose através do sangue desse hospedeiro infectado. Essa larva irá passar por transformações no intestino do mosquito e irá migrar para seu aparelho sugador, sendo transmitida para um novo hospedeiro quando o mosquito-palha se alimentar novamente. Esse novo hospedeiro poderá ser um cão ou um ser humano.

 

Ao contrário do mosquito da dengue, as larvas do mosquito-palha se alimentam de matéria orgânica, como lixo doméstico (restos de comida), frutos apodrecidos, folhas de árvores, vegetais em decomposição e fezes de animais. E os ovos do mosquito-palha são colocados em locais sombreados e úmidos e que tenham fonte de alimentação para as larvas que eclodirão.

 

O mosquito-palha sai de seu abrigo e apresenta maior atividade nos horários mais frescos do dia, como ao anoitecer e durante a noite. Portanto em áreas endêmicas da leishmaniose, passeios com os cães no final da tarde e à noite devem ser evitados.

 

Os sinais clínicos da leishmaniose podem variar, ou seja, não são específicos da doença. Além disso, os animais podem estar infectados, mas sem sintomas clínicos. No entanto, quando manifestados, os indícios da leishmaniose visceral canina são característicos: vômito, fraqueza, emagrecimento, acentuada queda de pelos, feridas de difícil cicatrização no focinho, orelhas e patas e um crescimento anormal das unhas.

 

O diagnóstico clínico da leishmaniose visceral deve ser realizado com base nos exames físico e laboratorial, visto que como não existem sinais específicos da doença só o diagnóstico clínico não é um método preciso. Sendo assim, caso o médico-veterinário sugira a realização de um teste para diagnóstico da leishmaniose, aceite fazer.

 

O tratamento da leishmaniose canina deve ser realizado com protocolos que produzam melhora clínica e redução da carga parasitária, visto que não existe cura parasitológica para a doença. A única droga leishmanicida aprovada para o tratamento da  doença em cães é a miltefosina (MAPA, 2016). Com o tratamento, o animal infectado pode viver por muitos anos e com qualidade de vida. Além disso, todos os animais em tratamento devem utilizar inseticidas tópicos com propriedade repelente, a fim de minimizar o risco de transmissão.

 

A principal forma de prevenção da infecção por leishmaniose em cães é através do uso de inseticidas tópicos com propriedade repelente. Atualmente existem estudos e dados suficientes para sustentar que o uso de coleiras em cães contra o mosquito-palha é um dos métodos mais efetivos no combate à leishmaniose visceral, trazendo impactos positivos não apenas por manter os cães livres da doença, como também auxiliando no controle da população do flebotomíneo. Além da coleira, a vacina em animais soronegativos também é importante, porém ela não evita que os mosquitos piquem ou que a doença seja transmitida: sua atuação é evitar que o animal desenvolva a doença.

 

Além do uso da coleira nos animais, deve-se realizar o manejo ambiental, por meio de limpeza de quintais, terrenos e praças públicas removendo lixo, fezes, folhas e frutas em decomposição, instalar telas nas portas e janelas e utilizar inseticidas ambientais também contribuem para o combate ao mosquito-palha.

 

A principal forma de transmissão da doença é através da picada de flebotomíneos, ou seja, do mosquito-palha infectado, porém há outras formas de transmissão, como através da transfusão sanguínea e sêmen de cães infectados, contaminando as fêmeas e seus filhotes. Portanto a castração de animais errantes ou animais domiciliados infectados nas áreas endêmicas também é uma medida preventiva importante.

 

A Ourofino tem em sua linha de produtos a Coleira Leevre, uma coleira ectoparasiticida que tem como ativos a Deltametrina 4% e Propoxur 12%.

Leevre é indicada para auxiliar no controle da leishmaniose, pois possui efeito inseticida e repelente contra o mosquito-palha, sendo uma forma mais eficiente de evitar um maior número de casos e agindo na mortalidade dos vetores. Além de prevenir a transmissão da leishmaniose, a Leevre combate e controla os carrapatos e pulgas dos cães. O período ideal de troca da coleira Leevre é a cada 6 meses.

 

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Referências : Diretrizes para o diagnóstico, estadiamento, tratamento e prevenção da Leishmaniose Canina.

A leishmaniose é uma doença que atinge os cães e pode ser transmitida aos seres humanos. Esta zoonose é classificada em dois tipos: a visceral e a tegumentar.

 

A primeira, a visceral, é transmitida pela picada do mosquito-palha e pode demorar meses ou até anos para que a manifestação dos sintomas ocorra. Quando acontece, ela causa lesões de pele e atinge os órgãos internos do animal de companhia, como o fígado, rins e baço. Já no segundo tipo, a leishmaniose tegumentar, quando o cão é contaminado, também apresenta feridas na pele, que costumam atacar as partes com menos pelos e pode evoluir para feridas na mucosa do nariz, garganta e boca.

 

Por isso, é importante que seja feita a prevenção da doença, uma vez que a incidência de casos aumenta a cada ano. Para o controle nos cães, é indicado o uso de coleiras que atuam contra o mosquito-palha no combate à leishmaniose visceral, pois mantém os animais de companhia livres desta zoonose e auxilia no controle da população destes insetos, já que os eliminam.

 

As larvas do mosquito-palha se desenvolvem em matéria orgânica, por esse motivo é importante a limpeza constante dos quintais das casas e a remoção de lixo, fezes, folhas e frutas em decomposição. Além disso, instalar telas nas portas e janelas, e utilizar inseticidas ambientais também contribuem para o combate ao inseto.

 

O contágio também pode ocorrer através do sêmen de cães infectados, contaminando as fêmeas e os filhotes, que já nascem infectados e podem desenvolver os sintomas da doença entre dois meses a oito anos de vida.

 

Para prevenção, a Ourofino possui a Leevre, coleira ectoparasiticida à base de Deltametrina 4% e Propoxur 12%, com alta eficácia repelente e inseticida frente ao mosquito-palha transmissor da leishmaniose. Além disso, ela também combate e controla os carrapatos dos cães por até seis meses e pulgas por nove meses.

 

Ainda, para estimular, entre tutores e médicos-veterinários, a importância da prevenção e controle da Leishmaniose, a empresa iniciou este mês a campanha #LivredaPicada, que traz informações sobre a doença, dados sobre seu avanço e também contempla a distribuição de materiais informativos em clínicas e hospitais veterinários.

 

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