› Brasil › Bovinos e Equinos › Blog › Artigo
Voltar para Blog
ARTIGO

Aspectos básicos fundamentais na condução de programas de Inseminação Artificial em Tempo Fixo – Infraestrutura

setembro de 2010
2 min de leitura

VOLTAMOS A FALAR DOS PONTOS QUE DEVEM SER AVALIADOS NA IATF.

 

– Infraestrutura:

 

Um dos pontos de grande impacto nos resultados dos programas e na boa condução dos mesmos é a infra-estrutura que será utilizada. Sempre que formos fazer a programação dos trabalhos temos que checar como estão as cercas, corredores, mangueiras, troncos e bretes que serão utilizados para evitar problemas durante os mesmos. O que temos que ter em mente, principalmente nos protocolos que envolvem uma maior quantidade de animais é o fato de haver uma grande concentração de manejos de uma única vez. Assim, por exemplo, um curral/brete que não possibilite a devida contenção dos animais e que leve a um grande tempo de manejo individual, com certeza levará a um atraso de todo o lote. Assim sempre que formos montar os programas temos que estruturá-los dentro das limitações de nossas propriedades.

 

– Higiênie:

 

Outro aspecto de grande importância é a higiene. Qualquer descuido com a higiene pode comprometer não só o resultado do protocolo de IATF como também a prenhez de um animal durante toda a estação de monta. A utilização de um desinfetante de ação rápida para a limpeza dos aplicadores e dispositivos no momento do implante minimiza o aparecimento de vaginites.

 

Levando em consideração que os aspectos acima foram respeitados, há ainda outros pontos que devem ser observados para que os melhores resultados sejam atingidos.

 

– Escore de Condição Corporal (ECC): essa característica dos animais está diretamente relacionada com a taxa de concepção em protocolos de IATF como o observado na figura abaixo.

 

 

Taxas de prenhez de fêmeas bovinas submetidas à IATF com diferentes escores de condição corporal (n=27.443; Crepaldi et al., dados não publicados).

 

Apesar de o escore de condição corporal mais alto resultar em maior prenhez, deve-se considerar a utilização de programas de IATF nos animais de escore mais baixo (<2,5). Mesmo que a resposta nesses animais seja menor, são animais que se não forem tratados apresentarão intervalo entre partos ainda maiores e o protocolo tornar-se-á viável mesmo com resultados um pouco menores.

Compartilhar:

Fique por dentro das novidades

Receba em primeira mão lançamentos, campanhas e conteúdos exclusivos sobre saúde animal

Deixe o seu comentário

Comentários (0)