Quando falamos de Boostin, falamos de uma tecnologia de alta performance que entrega eficiência com sustentabilidade. Ele potencializa a produção de leite com os próprios recursos já disponíveis na fazenda, sem necessidade de aquisição de novos animais.

O resultado? Mais leite, mais lucro e menor impacto ambiental, menos uso de terras, menor consumo de insumos e menor emissão de gases poluentes.

A base dessa tecnologia está na fisiologia natural da lactação. Todo mamífero tem algo em comum: o leite. No caso das vacas, a produção láctea é regulada por mecanismos biológicos bem definidos.

Durante o início da lactação, o organismo da vaca libera somatotropina bovina, um hormônio proteico que estimula diretamente a produção de leite. No entanto, com o passar do tempo, os níveis desse hormônio diminuem, e as células secretoras da glândula mamária começam a morrer gradualmente, levando ao declínio da lactação.

Foi a partir da compreensão profunda desse processo que nasceu o Boostin: uma solução biotecnológica que atua de forma natural, prolongando a vida útil das células produtoras de leite e estendendo a curva de lactação da vaca. Isso significa mais leite com o mesmo número de animais, aproveitando melhor a genética, a nutrição e a estrutura da fazenda.

Aumento na produção de leite
Aumento da persistência de lactação
Maior retorno econômico
Menos impacto ambiental

Perguntas Frequentes

Sim. O FDA concluiu que o leite de vacas suplementadas com rBST é seguro para seres humanos e similar em termos de composição e, nutricionalmente ao leite comum.

Sim. Vacas tratadas com Boostin conseguem manter as células produtoras de leite ativas por mais tempo e priorizam a destinação de nutrientes e energia para a glândula mamária. Como consequência natural desse estímulo fisiológico, há um aumento no consumo de matéria seca (MS) — afinal, é por meio de uma maior ingestão de nutrientes que o animal consegue sustentar o incremento na produção.

A literatura técnica aponta que, para cada litro adicional de leite, é necessário fornecer aproximadamente 0,5 kg de MS a mais.

Mesmo considerando esse aumento no fornecimento de alimento e o custo do produto, os cálculos econômicos demonstram que o Boostin gera retorno financeiro positivo, garantindo lucro ao produtor e maior eficiência na utilização dos recursos já disponíveis no rebanho.

Não. O Boostin® tem como principal função aumentar a eficiência produtiva dos animais, promovendo um maior volume de leite mas não há alteração no mecanismo de síntese do leite. Estudos demonstram que, mesmo com o aumento da produção, as concentrações percentuais de proteína, gordura, lactose não são alteradas. No entanto, é fundamental que os animais recebam uma dieta equilibrada para que os resultados sejam positivos e sustentáveis. É importante lembrar que diversos fatores podem influenciar a composição do leite, como a raça do animal, a saúde da glândula mamária, a dieta oferecida e os dias em lactação (DEL) mas não é o caso do rBST.

A decisão de utilizar o Boostin® não deve ser baseada apenas na média de produção das vacas. É essencial avaliar o sistema como um todo, considerando fatores como ambiente, escore corporal, qualidade e balanceamento da dieta, manejo, frequência de alimentação, mão de obra e rotina da fazenda. Quando esses pontos estão bem ajustados, o uso do Boostin® pode ser viável independentemente do volume atual de leite — desde que a produtividade adicional cubra o investimento no produto, os custos da dieta suplementar e proporcione lucro ao produtor.

O momento ideal para iniciar o uso do Boostin pode variar de acordo com a realidade de cada fazenda. Fatores como manejo, condição corporal, genética e raça influenciam diretamente nessa decisão. Por isso, é fundamental que o produtor esteja em contato com o nosso time técnico, que está preparado para oferecer orientações personalizadas e seguras.

De forma geral, recomendamos iniciar o uso do Boostin por volta dos 60 dias após o parto, período em que, na maioria dos rebanhos, as vacas atingem o pico de produção de leite e começam a sair do balanço energético negativo. No entanto, esse tempo pode variar: algumas vacas podem sair do balanço negativo aos 45 dias, outras apenas aos 60 dias ou mais — tudo depende da realidade de cada sistema de produção.

O importante é que o Boostin seja utilizado durante o pico de lactação, pois é nesse momento que temos a maior taxa de multiplicação e atividade das células produtoras de leite. Cada litro adicional de leite no pico pode representar de 200 a 250 litros a mais ao longo da lactação completa. Por isso, garantir o uso correto e no momento ideal é uma forma estratégica de aumentar a eficiência e o retorno sobre o investimento.