Mudanças de comportamento em cães e gatos podem ser um dos primeiros sinais de que algo não vai bem com a saúde. Isolamento, irritabilidade, alterações no apetite, sono excessivo, redução da disposição, mudanças nos hábitos de higiene e vocalização mais frequente são alguns dos comportamentos que merecem atenção.

Na rotina clínica de pequenos animais, compreender quando essas alterações começaram e identificar outros sinais associados pode contribuir para a investigação realizada pelo médico-veterinário.

Em resumo: mudanças comportamentais repentinas ou progressivas podem estar relacionadas a fatores físicos, emocionais ou ambientais. Por isso, alterações significativas ou persistentes devem ser avaliadas com atenção.

Por que o comportamento de cães e gatos pode mudar?

Cães e gatos não conseguem comunicar dor ou desconforto da mesma forma que as pessoas. Em muitos casos, uma mudança de comportamento pode ser uma das maneiras pelas quais o animal demonstra que algo está diferente.

Essas alterações podem estar relacionadas à dor, ao estresse ou a diferentes condições de saúde. Fatores emocionais e mudanças no ambiente ou na rotina também podem modificar o comportamento.

Por isso, observar o contexto, a duração e outros sinais associados é importante para compreender melhor cada caso.

Quais mudanças de comportamento em cães e gatos podem ser sinais de alerta?

Algumas alterações são observadas com frequência e podem indicar a necessidade de avaliação veterinária.

1. Isolamento ou menor interação

Um cão ou gato que costumava ser sociável e passa a evitar contato, permanecer escondido ou demonstrar menos interesse por atividades de que antes gostava pode estar apresentando algum tipo de desconforto.

Os gatos podem esconder sinais de dor com maior facilidade, mas cães também podem apresentar mudanças semelhantes de comportamento.

2. Agressividade ou irritabilidade

Dor e desconforto podem tornar o animal mais reativo ao toque, impaciente ou até agressivo.

Problemas articulares, dores musculares, doenças dentárias e outras condições de saúde podem provocar alterações importantes no comportamento do cão ou do gato.

Uma agressividade que surge de forma repentina, portanto, merece atenção.

3. Alterações no apetite

Comer menos, perder o interesse pela alimentação ou apresentar aumento excessivo do apetite pode estar relacionado a diferentes condições de saúde.

Quando a mudança no comportamento alimentar é persistente, é importante investigar sua causa.

4. Sono excessivo ou falta de energia

Cães e gatos podem apresentar dias mais tranquilos. No entanto, redução significativa da disposição, cansaço frequente ou aumento excessivo do período de descanso podem indicar que algo não está bem.

A avaliação deve considerar também se existem outras mudanças na rotina do animal.

5. Mudanças nos hábitos de higiene e eliminação

Nos gatos, deixar de utilizar a caixa de areia ou reduzir os cuidados com a própria higiene pode estar relacionado ao estresse ou a problemas de saúde.

Nos cães, urinar em locais diferentes do habitual ou apresentar mudanças nos hábitos também merece atenção.

6. Vocalização excessiva

Latidos, miados ou choros mais frequentes podem estar associados a desconforto, ansiedade, dor ou alterações cognitivas, especialmente em animais idosos.

Quando a vocalização muda de intensidade ou frequência sem uma causa evidente, é importante avaliar o contexto e outros sinais apresentados pelo animal.

Quais problemas de saúde podem causar mudanças de comportamento em cães e gatos?

Diferentes condições podem se manifestar inicialmente por meio de alterações comportamentais.

Entre as possíveis causas abordadas neste conteúdo estão:

  • dor relacionada a problemas articulares ou musculares;
  • doenças dentárias;
  • doenças renais;
  • alterações hormonais;
  • problemas neurológicos;
  • alterações cognitivas relacionadas ao envelhecimento;
  • problemas gastrointestinais;
  • ansiedade;
  • estresse.

O comportamento, isoladamente, nem sempre permite determinar a causa da alteração. Por isso, a avaliação do histórico e dos demais sinais apresentados pelo animal é fundamental para a investigação veterinária.

Como diferenciar uma mudança de comportamento passageira de um problema de saúde?

Nem toda alteração de comportamento significa necessariamente a presença de uma doença.

Mudanças temporárias podem acontecer após viagens, visitas, alterações no ambiente ou modificações na rotina da família.

Por outro lado, alguns sinais merecem maior atenção, principalmente quando persistem ou aparecem associados a outras alterações:

  • comportamento diferente por mais de alguns dias;
  • perda de apetite;
  • apatia;
  • agressividade repentina;
  • dificuldade de locomoção;
  • alterações urinárias;
  • alterações intestinais;
  • vocalização constante;
  • perda ou ganho de peso sem explicação.

Na presença desses sinais, a orientação de um médico-veterinário é importante.

O que observar diante de uma mudança de comportamento?

Ao investigar uma alteração comportamental em cães ou gatos, é importante identificar quando a mudança começou e verificar se existem outros sinais associados.

Informações sobre a rotina do animal podem contribuir para a investigação veterinária. Entre os aspectos que podem ser observados estão:

  • alimentação;
  • consumo de água;
  • padrão de sono;
  • nível de atividade;
  • hábitos urinários e intestinais;
  • interação com pessoas ou outros animais;
  • mudanças de peso;
  • momento em que o comportamento diferente começou.

O registro dessas alterações pode ajudar o médico-veterinário a compreender melhor a evolução do quadro.

A administração de medicamentos por conta própria deve ser evitada.

Qual é a importância da observação do comportamento na saúde de cães e gatos?

Os responsáveis convivem diariamente com cães e gatos e, por isso, frequentemente são os primeiros a perceber mudanças na rotina ou no comportamento.

Alterações que parecem simples podem ser os primeiros sinais de um problema de saúde. A identificação precoce dessas mudanças favorece a procura por avaliação veterinária e pode contribuir para que a causa seja investigada mais rapidamente.

Observar o comportamento faz parte do acompanhamento da saúde e do bem-estar de cães e gatos.

Deixar um cachorro sozinho em casa pode ser um desafio para muitos tutores. Latidos excessivos, destruição de objetos, choros frequentes e inquietação são comportamentos comuns em cães que não lidam bem com a ausência da família. Em muitos casos, esses sinais estão relacionados à ansiedade de separação.

Felizmente, existem estratégias simples e eficazes para melhorar o bem-estar do pet. Entre elas, o enriquecimento ambiental para cães se destaca como uma das principais ferramentas para reduzir o estresse, estimular a mente e tornar os momentos de solitude mais tranquilos.

O que é enriquecimento ambiental para cães?

O enriquecimento ambiental é um conjunto de práticas que tem como objetivo estimular os comportamentos naturais dos cães por meio de desafios físicos, mentais e sensoriais.

Na prática, isso significa oferecer atividades, brinquedos, cheiros, sons e experiências que incentivem o animal a explorar o ambiente, gastar energia e manter a mente ocupada.

Além de combater o tédio, o enriquecimento ambiental ajuda a reduzir comportamentos indesejados, promove mais qualidade de vida e contribui para a saúde emocional dos cães.

Quais são os benefícios do enriquecimento ambiental?

Quando aplicado corretamente, o enriquecimento ambiental pode proporcionar diversos benefícios para os cães:

 

  • Redução da ansiedade e do estresse;
  • Menor incidência de comportamentos destrutivos;
  • Mais estímulo mental e cognitivo;
  • Maior gasto de energia física e emocional;
  • Melhora do bem-estar e da qualidade de vida;
  • Maior independência emocional em relação ao tutor.
  •  

Esses benefícios são especialmente importantes para cães que passam algumas horas sozinhos durante o dia.

Como deixar o cachorro mais tranquilo quando fica sozinho?

1. Crie uma rotina previsível

Os cães se sentem mais seguros quando conseguem prever o que vai acontecer ao longo do dia. Manter horários regulares para alimentação, passeios, brincadeiras e descanso ajuda a reduzir a ansiedade e aumenta a sensação de segurança.

Uma rotina consistente também facilita os momentos de saída e retorno dos tutores.

2. Ofereça brinquedos interativos

Brinquedos recheáveis e desafios alimentares são excelentes aliados para manter o cachorro entretido enquanto está sozinho.

Você pode utilizar petiscos ou pastas específicas para cães e congelar o brinquedo para prolongar a atividade. Além de ocupar o tempo, essa estratégia estimula o faro e o raciocínio do animal.

3. Invista no enriquecimento sensorial

O estímulo dos sentidos pode ajudar a tornar o ambiente mais interessante e acolhedor.

Algumas opções incluem:

 

  • Espalhar petiscos pela casa para incentivar a busca;
  • Utilizar músicas relaxantes desenvolvidas para cães;
  • Oferecer brinquedos com diferentes texturas;
  • Introduzir aromas suaves e apropriados para pets, sempre com orientação do médico-veterinário.
  •  

Essas atividades ajudam a diminuir o tédio e promovem maior sensação de conforto.

4. Deixe sinais da sua presença

Objetos com o cheiro do tutor podem transmitir segurança ao animal.

Uma peça de roupa usada ou uma manta familiar podem ajudar o cão a se sentir mais confortável durante a ausência da família. Alguns cães também se beneficiam de sons ambientes, como televisão ligada ou músicas suaves.

5. Estimule a independência emocional

Um dos erros mais comuns é transformar a saída e a chegada em momentos excessivamente emocionais.

Sempre que possível, saia de casa com naturalidade e pratique ausências curtas antes de períodos mais longos. Esse treinamento gradual ajuda o cão a compreender que a separação é temporária e que o tutor sempre retorna.

Como identificar a ansiedade de separação em cães?

A ansiedade de separação é um distúrbio comportamental que pode afetar cães de diferentes idades e raças.

Os sinais mais comuns incluem:

 

  • Latidos ou choros excessivos;
  • Destruição de móveis e objetos;
  • Arranhões em portas e janelas;
  • Necessidades fisiológicas fora do local habitual;
  • Agitação intensa antes da saída do tutor;
  • Tentativas de fuga;
  • Falta de apetite quando está sozinho.
  •  

Se esses comportamentos forem frequentes ou intensos, é importante buscar orientação profissional.

Quando procurar ajuda especializada?

Embora o enriquecimento ambiental seja extremamente eficaz, alguns cães precisam de acompanhamento adicional.

Nesses casos, o ideal é procurar um médico-veterinário ou um profissional especializado em comportamento animal. A avaliação individual permite identificar a causa do problema e definir estratégias mais adequadas para cada pet.

Seren Snack: um aliado para o equilíbrio emocional dos cães

Além das estratégias de manejo e enriquecimento ambiental, alguns tutores buscam soluções complementares para ajudar seus cães a enfrentar situações estressantes.

O Seren Snack foi desenvolvido com ingredientes que auxiliam no controle do estresse e contribuem para o bem-estar emocional dos cães em situações como mudanças de rotina, períodos prolongados sozinhos ou outros momentos que possam gerar desconforto emocional.

Seu uso deve fazer parte de um plano de cuidados orientado pelo médico-veterinário, que poderá avaliar as necessidades individuais de cada animal.

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Cuidar da saúde emocional também é cuidar da saúde do seu pet

Assim como os seres humanos, os cães também podem sentir saudade, insegurança e solidão. Por isso, investir em enriquecimento ambiental, criar uma rotina equilibrada e oferecer suporte adequado são atitudes que contribuem diretamente para a qualidade de vida do animal.

Com pequenas mudanças no dia a dia e o acompanhamento de profissionais quando necessário, é possível ajudar seu cachorro a se sentir mais seguro, tranquilo e feliz, mesmo nos momentos em que precisa ficar sozinho.

No meio do barulho das porteiras, da poeira do desembarque e do zunido do gado recém-chegado, existe um inimigo silencioso que sempre tenta entrar em cena: a Doença Respiratória Bovina (DRB).

Quem trabalha no confinamento sabe que o primeiro round dessa disputa começa logo na chegada dos animais. Transporte, mistura de lotes, mudanças climáticas, adaptação ao ambiente e o próprio estresse do manejo criam as condições ideais para o surgimento da doença. Segundo Baptista et al. (2017), a DRB é a enfermidade de maior prevalência em confinamentos, apresentando morbidade de 6,13% e mortalidade de 0,21%.

É como soltar um touro bravo no brete: quem não estiver preparado cai.

Mas nesse mesmo cenário entra em pista um competidor diferente. Levanta a mão aí quem conhece o Tulaxx!

À base de tulatromicina, Tulaxx é uma ferramenta estratégica para o tratamento e a metafilaxia das enfermidades respiratórias em bovinos. Com amplo espectro de ação, praticidade de dose única e permanência prolongada nos tecidos pulmonares, o produto auxilia no enfrentamento dos desafios respiratórios justamente no momento em que os animais estão mais suscetíveis.

Aquele parceiro que chega em dose única, “sela” o pulmão e permanece firme por até 30 dias, sem perder o fôlego. E tem mais: além da sua importância no controle das enfermidades respiratórias, Tulaxx também é uma opção para situações envolvendo problemas de casco e ceratoconjuntivite.

Interface gráfica do usuário, Aplicativo, Teams

O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.

 

Como a tulatromicina contribui para o controle da DRB no confinamento

Mas não é só no discurso de quem trabalha na lida que Tulaxx mostra resultado.

Quando a poeira baixa e olhamos para os números, a ciência confirma o que o dia a dia já vinha mostrando.

Em estudo recente, foi avaliada a eficácia da metafilaxia com tulatromicina nos indicadores sanitários e de desempenho de bovinos de corte em confinamento (Saut et al., 2025). Um total de 627 bovinos recém-chegados foi distribuído aleatoriamente em três grupos: controle (GCN), tulatromicina A (GT1) e Tulaxx (GT2), sendo acompanhados ao longo de todo o período de confinamento.

Os resultados mostraram que os animais tratados com tulatromicina, incluindo o grupo tratado com Tulaxx, apresentaram maior ganho de peso diário nos primeiros 30 dias e também ao longo do período total de confinamento, quando comparados ao grupo controle.

Do ponto de vista sanitário, os índices de morbidade e mortalidade permaneceram baixos e semelhantes entre os grupos avaliados. Na inspeção ao abate, as lesões pulmonares sugestivas de DRB subclínica também foram semelhantes entre os tratamentos, com o GT2 (Tulaxx) apresentando a menor incidência observada, de 7,5%.

De forma geral, os resultados demonstram que a metafilaxia com Tulaxx na entrada do confinamento contribuiu para melhorar o desempenho dos animais e aumentar a eficiência produtiva, sem prejudicar os indicadores de saúde, reforçando o produto como uma ferramenta estratégica no manejo de lotes de maior risco para a Doença Respiratória Bovina.

Isso aí é o equivalente, na arena, a ficar os oito segundos em cima do touro sem perder o chapéu, a espora ou o estilo.

 

Quando considerar o uso de Tulaxx?

O Tulaxx pode ser uma ferramenta importante em situações de maior desafio sanitário, como:

  • Entrada de animais no confinamento;
  • Lotes misturados ou animais jovens;
  • Períodos de instabilidade climática;
  • Histórico de DRB na propriedade;
  • Manejos que exigem praticidade e rapidez na aplicação;
  • Situações em que a dose única e a proteção prolongada sejam diferenciais importantes;
  • Casos relacionados a problemas de casco;
  • Casos de ceratoconjuntivite.

É o tipo de produto que o vaqueiro aplica e sabe que pode confiar. Enquanto o rebanho come, bebe, rumina e ganha peso, Tulaxx segue trabalhando nos bastidores para auxiliar o manejo sanitário dos animais.

 

Tulaxx: o peão mais firme da arena respiratória

Na arena do confinamento, cada detalhe faz diferença no resultado final. Saúde respiratória, desempenho e eficiência caminham juntos, especialmente nos primeiros dias de adaptação dos animais.

Por isso, contar com uma ferramenta estratégica como Tulaxx pode ajudar a enfrentar os desafios da Doença Respiratória Bovina (DRB) com mais tranquilidade e segurança.

Porque, quando o desafio entra na arena, Tulaxx é o peão que entra cedo na disputa e permanece firme até o apito final.

 

REFERÊNCIAS 

BAPTISTA, A. L. et al. Bovine respiratory disease complex associated mortality and morbidity rates in feedlot cattle from southeastern Brazil. Journal of Infection in Developing Countries, v. 11, n. 10, p. 791–799, 2017.

SAUT, J. P. E. et al. Avaliação da eficácia da metafilaxia com tulatromicina nos indicadores sanitários e de desempenho de bovinos de corte em confinamento, 2025.

Trocar a ração do seu pet pode parecer algo simples, mas a mudança de alimentação em cães e gatos precisa ser feita com cuidado. Uma troca repentina pode causar desconfortos digestivos, como diarreia, vômitos, gases e até rejeição do novo alimento.

Para evitar problemas, o ideal é realizar uma transição alimentar gradual, permitindo que o organismo do pet se adapte aos novos ingredientes e nutrientes da nova ração. Esse cuidado é importante tanto para cães quanto para gatos, independentemente da idade.

Por que não é recomendado trocar a ração de uma vez?

O sistema digestivo dos pets se adapta à composição da ração consumida diariamente. Cada alimento possui diferentes níveis de proteínas, gorduras, fibras, vitaminas e tipos de ingredientes. Quando a troca acontece de forma brusca, o organismo pode ter dificuldade para se adaptar rapidamente.

Isso pode provocar sintomas como:

 

  • Diarreia
  • Vômitos
  • Gases
  • Fezes amolecidas
  • Falta de apetite
  • Desconforto abdominal

 

Além do desconforto digestivo, mudanças repentinas na alimentação podem gerar estresse alimentar e dificultar ainda mais a aceitação da nova ração.

Por isso, médicos-veterinários recomendam que a mudança de ração seja feita aos poucos, respeitando o tempo de adaptação do pet.

 

Como fazer a transição alimentar correta para cães e gatos

A forma mais segura de trocar a ração é misturar gradualmente o alimento antigo com o novo durante alguns dias. Assim, o sistema digestivo consegue se adaptar progressivamente aos novos nutrientes.

Exemplo de transição alimentar em 7 dias

Dias 1 e 2

  • 75% da ração antiga
  • 25% da ração nova

Dias 3 e 4

  • 50% da ração antiga
  • 50% da ração nova

Dias 5 e 6

  • 25% da ração antiga
  • 75% da ração nova

Dia 7

  • 100% da nova ração

 

Esse processo ajuda a reduzir o risco de diarreia, vômitos e desconfortos intestinais durante a adaptação alimentar.

Quais sinais merecem atenção durante a troca de ração?

Durante a transição alimentar, é importante observar o comportamento do animal e a consistência das fezes. Alguns sinais indicam que o organismo pode não estar reagindo bem à mudança.

Fique atento a sintomas como:

 

  • Diarreia persistente
  • Vômitos frequentes
  • Recusa alimentar
  • Apatia
  • Desconforto abdominal
  • Excesso de gases

 

Se os sintomas persistirem por mais de 24 a 48 horas, o recomendado é procurar orientação de um médico-veterinário.

 

Quando é necessário trocar a ração do pet?

A mudança de ração pode acontecer por diferentes motivos ao longo da vida do animal. Entre as situações mais comuns estão:

 

  • Troca de fase da vida: filhote, adulto ou idoso
  • Controle de peso
  • Alergias ou intolerâncias alimentares
  • Necessidades específicas de saúde
  • Recomendação veterinária
  • Busca por uma ração premium ou de melhor qualidade

 

Independentemente do motivo, a adaptação gradual continua sendo essencial para preservar a saúde intestinal do pet.

 

Como facilitar a adaptação do pet à nova ração

Alguns cães e gatos podem ser mais resistentes a mudanças alimentares. Algumas atitudes ajudam a tornar esse processo mais tranquilo:

 

  • Manter horários fixos de alimentação
  • Evitar excesso de petiscos durante a transição
  • Estimular atividades e brincadeiras
  • Garantir um ambiente tranquilo durante as refeições

 

A rotina alimentar ajuda o animal a aceitar melhor a nova ração e reduz o risco de rejeição.

 

Suplementos probióticos podem ajudar durante a troca de ração?

Em alguns casos, suplementos com probióticos podem auxiliar na manutenção do equilíbrio intestinal durante a mudança alimentar.

O Biocanis PRO, por exemplo, é um suplemento vitamínico probiótico para cães e gatos com vitamina E, desenvolvido para contribuir com o equilíbrio da flora intestinal, o suporte imunológico e o bem-estar dos pets em diferentes fases da vida.

O acompanhamento veterinário é importante para avaliar a necessidade e a indicação adequada de qualquer suplemento alimentar.

Mudança de ração feita da forma correta ajuda a preservar a saúde do pet

Trocar a ração do seu cão ou gato não precisa ser um problema. Quando a transição alimentar é feita de forma gradual e respeitando a adaptação do organismo, o processo tende a ser mais seguro, confortável e saudável.

Sempre que houver dúvidas sobre qual alimento escolher ou como realizar a troca corretamente, procure orientação de um médico-veterinário. Assim, é possível garantir mais saúde intestinal, bem-estar e qualidade de vida para o seu pet.

A raiva em cães e gatos é uma doença viral grave, altamente letal e que também pode ser transmitida para humanos. Mesmo com o avanço da vacinação antirrábica no Brasil, a doença ainda representa risco, principalmente devido à circulação do vírus em animais silvestres, como morcegos.

 

Por isso, manter a vacinação anual de cães e gatos em dia continua sendo uma das medidas mais importantes para proteger os pets, a família e a saúde pública.

Neste conteúdo, você vai entender o que é a raiva, como ocorre a transmissão, quais são os sintomas mais comuns e por que a vacina antirrábica é indispensável para cães e gatos.

O que é a raiva em cães e gatos?

A raiva é uma doença infecciosa causada por um vírus que afeta o sistema nervoso central dos mamíferos. A enfermidade pode atingir cães, gatos, bovinos, animais silvestres e humanos.

A transmissão da raiva acontece principalmente pelo contato com a saliva de um animal infectado, geralmente por:

 

  • Mordidas;
  • Arranhões;
  • Lambidas em feridas abertas ou mucosas.

 

Embora muitas pessoas associem a doença apenas a cães de rua, animais que vivem dentro de casa também podem ser expostos ao vírus da raiva. Um exemplo comum é o contato com morcegos infectados que entram em residências, quintais ou áreas urbanas.

Como a raiva é transmitida?

A principal forma de transmissão da raiva em cães e gatos é por meio da saliva contaminada de animais infectados.

Entre os principais transmissores da doença estão:

 

  • Morcegos;
  • Cães infectados;
  • Gatos infectados;
  • Animais silvestres contaminados.

 

No Brasil, os morcegos têm papel importante na manutenção do vírus da raiva em áreas urbanas e rurais. Por isso, qualquer contato do pet com morcegos deve ser considerado um sinal de alerta.

Sintomas da raiva em cães e gatos

Os sintomas da raiva podem variar, mas geralmente estão relacionados ao comprometimento neurológico progressivo.

Os sinais mais comuns da raiva em cães e gatos incluem:

 

  • Mudança repentina de comportamento;
  • Agressividade incomum ou apatia;
  • Salivação excessiva;
  • Dificuldade para engolir;
  • Sensibilidade exagerada à luz e aos sons;
  • Paralisia progressiva;
  • Falta de coordenação motora.

 

Em muitos casos, os sintomas da raiva evoluem rapidamente.

A raiva tem cura?

Não. A raiva não tem cura após o surgimento dos sintomas clínicos.

A doença apresenta taxa de mortalidade próxima de 100% em animais e humanos. Por isso, a prevenção é considerada a principal forma de combate à raiva.

Vacina antirrábica: a principal forma de prevenção

A vacinação antirrábica é a maneira mais eficaz de prevenir a raiva em cães e gatos.

A recomendação é que cães e gatos saudáveis sejam vacinados anualmente contra a raiva, a partir dos 3 meses de idade, seguindo a orientação do médico-veterinário.

Além de proteger individualmente o pet, a vacina ajuda a reduzir a circulação do vírus no ambiente urbano, contribuindo diretamente para a saúde coletiva.

Por que a vacinação anual é tão importante?

A vacinação anual contra a raiva:

 

  • Protege cães e gatos contra uma doença fatal;
  • Reduz o risco de transmissão para humanos;
  • Ajuda no controle epidemiológico da doença;
  • Contribui para campanhas de saúde pública;
  • Mantém a proteção do animal ao longo da vida.

 

Mesmo pets que vivem dentro de casa devem receber a vacina antirrábica anualmente.

Campanha de vacinação antirrábica gratuita

Todos os anos, cidades brasileiras realizam a Campanha Nacional de Vacinação Antirrábica para cães e gatos.

As campanhas gratuitas de vacinação contra a raiva são promovidas por prefeituras e Secretarias de Saúde em diferentes regiões do Brasil.

Além dos mutirões anuais, muitos municípios também oferecem vacinação em postos fixos durante o ano todo.

Como participar da campanha de vacinação antirrábica?

Para vacinar seu pet gratuitamente:

 

  • Acompanhe os canais oficiais da prefeitura da sua cidade;
  • Consulte o calendário da vacinação antirrábica;
  • Leve cães com coleira e guia;
  • Transporte gatos em caixas adequadas;
  • Vacine apenas animais saudáveis.

 

As vacinas utilizadas nas campanhas públicas são regulamentadas e seguras para cães e gatos.

Cuidados importantes para prevenir a raiva

Além da vacinação anual, alguns cuidados ajudam a reduzir o risco de exposição ao vírus:

 

  • Evite contato do pet com morcegos;
  • Não permita acesso livre à rua;
  • Supervisione passeios e ambientes externos;
  • Procure orientação veterinária após brigas entre animais;
  • Nunca toque em morcegos encontrados caídos ou com comportamento estranho.

 

Caso encontre um morcego suspeito, acione imediatamente a vigilância ambiental ou os órgãos responsáveis da sua cidade.

O que fazer em caso de mordida ou suspeita de raiva?

Em situações de mordida ou contato suspeito com um animal possivelmente infectado:

 

  1. Lave imediatamente o local com água corrente e sabão;
  2. Procure atendimento médico rapidamente;
  3. Informe se o animal é conhecido e vacinado;
  4. Procure orientação veterinária para avaliação do pet.

 

Quando o animal agressor é conhecido, ele pode permanecer em observação veterinária por até 10 dias.

Já em casos de suspeita de raiva em cães ou gatos, a orientação é procurar assistência veterinária e comunicar os serviços públicos de saúde.

Vacinar é proteger seu pet, sua família e toda a comunidade

A raiva é uma doença grave, silenciosa e fatal, mas pode ser prevenida com medidas simples, principalmente com a vacinação anual de cães e gatos.

Manter a carteirinha de vacinação atualizada é um ato de cuidado, responsabilidade e proteção coletiva.

A prevenção continua sendo a melhor forma de garantir mais segurança para os pets, responsáveis e toda a comunidade.

As doenças de casco em bovinos estão entre os principais desafios sanitários dos sistemas de confinamento. As afecções podais comprometem o bem-estar animal, reduzem o desempenho produtivo e impactam diretamente a rentabilidade da operação.

 

Quando um bovino apresenta claudicação, também conhecida como manqueira, ele reduz a disputa por espaço no cocho, diminui o consumo alimentar e perde eficiência produtiva. Bovinos com dor ao caminhar tendem a permanecer mais tempo deitados, apresentam menor ingestão de matéria seca e, consequentemente, menor ganho de peso diário (GPD).

 

Em sistemas intensivos de produção, nos quais cada dia de ganho influencia os resultados econômicos, o impacto das enfermidades podais pode ser expressivo.

 

Nesse cenário, tratamentos rápidos, práticos e eficazes para problemas de casco em bovinos tornam-se fundamentais para a rápida recuperação dos animais.

 

Foi com esse objetivo que o estudo conduzido por Saut et al. (2025) avaliou a eficácia do Tulaxx no tratamento de afecções podais em bovinos de corte confinados.

 

Figura 1: Lesões de casco dos animais do estudo conduzido por Saut et al. (2025).

Lesões de casco dos animais do estudo conduzido por Saut et al

Como foi conduzido o estudo sobre tratamento de afecções podais em bovinos confinados

O estudo avaliou 144 bovinos adultos, machos inteiros, mestiços anelorados, mantidos em confinamento comercial em Minas Gerais, Brasil.

 

Os animais diagnosticados com doenças de casco foram divididos em dois grupos de tratamento:

 

  • GT1 – Tulaxx: 2,5 mg/kg de peso vivo, dose única, via subcutânea;
  • GT2 – Tulatromicina-2: 2,5 mg/kg de peso vivo, dose única, via subcutânea;
  • Controle: animais sadios, sem medicação.

 

Todos os bovinos com lesões podais receberam lavagem local e aplicação tópica de iodo a 10%. Os grupos tratados foram comparados a animais sadios de mesma origem.

 

Durante o período de confinamento, os animais foram acompanhados quanto à evolução clínica e aos indicadores de desempenho produtivo.

 

Avaliações clínicas, zootécnicas e desempenho produtivo realizadas no estudo

As avaliações clínicas incluíram:

 

  • Escore de claudicação no dia do tratamento (D0), além de D7 e D14 pós-tratamento (Sprecher et al., 1997);
  • Avaliação de edema no local da lesão (D0 e D14).

 

Os pesquisadores também avaliaram importantes indicadores produtivos:

 

  • Peso vivo;
  • Ganho de peso diário (GPD).

Resultados clínicos: Tulaxx reduziu a claudicação em bovinos confinados

Os resultados mostraram que Tulaxx reduziu significativamente o escore de claudicação já aos 7 dias após o tratamento, com melhora ainda mais evidente aos 14 dias pós-aplicação.

 

Também foi observada redução do edema no local da lesão após 14 dias de tratamento.

 

  • O estudo não identificou diferença estatística entre as formulações avaliadas (GT1 e GT2).

 

Figura 2: Efeito do tratamento de enfermidades podais com Tulaxx no escore de locomoção e edema local em bovinos de corte confinados 

 

Efeito do tratamento de enfermidades podais com Tulaxx no escore de locomoção e edema local em bovinos de corte confinados

 

Na prática, os resultados demonstram que Tulaxx atua rapidamente no tratamento de doenças de casco em bovinos, favorecendo a recuperação da mobilidade e acesso ao cocho.

 

Resultados zootécnicos: recuperação do ganho de peso diário (GPD)

O ganho de peso diário (GPD) aumentou significativamente após o início do tratamento com Tulaxx, demonstrando evolução desde os primeiros 14 dias até a saída do confinamento, caracterizando ganho compensatório.

 

Os bovinos com problemas de casco tratados com Tulaxx apresentaram desempenho equivalente ao de animais sadios, sem diferença para peso vivo e GPD (P > 0,05).

 

Figura 3: Efeito do tratamento de problemas de casco com Tulaxx no GPD em bovinos de corte confinados 

 

Efeito do tratamento de problemas de casco com Tulaxx no GPD em bovinos de corte confinados

 

Na prática, isso significa que, após o tratamento das afecções podais com Tulaxx, o animal volta a competir de igual para igual com os animais saudáveis do lote, recuperando acesso ao cocho e retomando o ritmo de engorda.

 

Por que Tulaxx apresenta bons resultados no tratamento de doenças de casco em bovinos?

Os resultados observados no estudo estão relacionados às características da tulatromicina:

 

  • Ação prolongada;
  • Dose única, facilitando o manejo no confinamento;
  • Boa distribuição tecidual.

Conclusão: Tulaxx demonstrou eficácia clínica e produtiva

O tratamento com Tulaxx reduziu o escore de claudicação já na primeira semana após a aplicação.

 

Além da melhora clínica, bovinos tratados com Tulaxx mantiveram desempenho produtivo semelhante ao de animais sadios, demonstrando recuperação eficiente das afecções podais.

 

O estudo também mostrou que não houve diferença de eficácia entre as formulações comerciais avaliadas.

 

Tulaxx é eficiência em um único passo

Referência

SAUT, J. P. E. Eficácia da tulatromicina no tratamento de enfermidades podais em bovinos de corte terminados em confinamento. In: XV Congresso Brasileiro de Buiatria, 2025.

O medo de trovão em cães é um dos comportamentos ansiosos mais comuns. Isso acontece porque a audição dos cães é muito mais sensível do que a nossa. Eles escutam sons até duas vezes mais agudos que os humanos, então o estrondo de um trovão pode ser realmente doloroso ou assustador para eles.

 

Além do barulho alto, as tempestades provocam outros estímulos que incomodam os cães: ventos fortes, relâmpagos e até eletricidade estática. Todos esses fatores juntos fazem com que o cachorro se sinta confuso e ameaçado.

Outro ponto importante é o fator emocional. Se o pet já viveu uma experiência ruim durante uma tempestade, como ter ficado sozinho ou levado um susto, ele pode associar os trovões a algo negativo. Com o tempo, essa fobia tende a piorar se não for tratada.

Sintomas de que seu cachorro tem medo de trovão

Os sinais de medo podem variar, mas geralmente incluem:

 

  • Inquietação durante a chuva;
  • Tremores e respiração ofegante;
  • Tentativas de se esconder ou fugir;
  • Latidos e uivos excessivos;
  • Babas, andar de um lado para o outro ou roer portas;

 

Essas reações mostram que o cachorro está em pânico. O importante é não brigar nem forçar o cão a se acalmar, pois isso pode aumentar o medo.

Como acalmar cães com medo de trovão

A boa notícia é que existem várias formas de ajudar seu amigo peludo a enfrentar as tempestades com mais serenidade:

Crie um refúgio seguro

Escolha um local da casa onde o barulho seja menor, como um quarto ou banheiro. Deixe a caminha, brinquedos e uma peça de roupa sua, o cheiro familiar transmite segurança.

Use ruídos de fundo

Ligue a TV, o ventilador ou uma música relaxante para disfarçar o som dos trovões. Existem playlists específicas no YouTube e Spotify para acalmar cães.

Mantenha a calma 

Os cães percebem nossas emoções. Se você demonstrar medo ou nervosismo, ele também ficará tenso. Fale com voz suave e transmita tranquilidade.

Use produtos que auxiliam no relaxamento

Suplementos naturais podem ajudar muito, ou até borrife no ambiente alguns aromas relaxantes como lavanda, mas sempre consulte o médico-veterinário antes de usar qualquer produto.

Treinamento e dessensibilização

Com o auxílio de um adestrador, o cão pode ser gradualmente acostumado ao som de trovões de forma controlada. Esse processo ensina que o barulho não representa perigo.

Quando procurar ajuda profissional

Se o medo do seu cão é extremo, como ele se machucar tentando fugir, destrói objetos ou entra em pânico, o ideal é buscar um veterinário comportamentalista. Em alguns casos, o tratamento pode incluir medicamentos ansiolíticos combinados com técnicas de treinamento.

 

Seren Snack: uma ajuda a mais 

O Seren Snack pode ser um excelente aliado para cães medrosos. Desenvolvido com ingredientes naturais que contribuem para o controle do estresse, como nos casos de tempestades, fogos, quando o pet fica sozinho por longos períodos ou em situações de mudança de rotina. Seren snack é seguro e saboroso.

 

Lembre-se: sempre consulte o médico-veterinário antes de introduzir qualquer produto.

 

Tempestades passam, o amor fica

O medo de trovão nos cães é real e muito comum, mas com paciência e cuidado é possível reduzir esse sofrimento. Crie um ambiente seguro, ofereça apoio e, se necessário, busque ajuda profissional. Assim, seu cãozinho poderá enfrentar até as tempestades mais barulhentas com muito mais tranquilidade.

Você sai de casa e, quando volta, encontra almofadas rasgadas, sapatos mastigados ou objetos destruídos? Esse comportamento é mais comum do que muitos responsáveis imaginam.

Na maioria das vezes, quando um cachorro destrói coisas quando fica sozinho, ele não está fazendo bagunça por maldade. Esse comportamento geralmente está ligado a necessidades físicas ou emocionais que não estão sendo atendidas.

Entender a causa é o primeiro passo para corrigir o problema e melhorar a convivência com seu pet.

 

1. Ansiedade de separação 

A ansiedade de separação é uma das causas mais comuns desse comportamento. Alguns cães ficam estressados quando o responsável sai de casa e tentam aliviar essa tensão mastigando objetos.

Outros sinais comuns incluem:

 

  • Latidos ou uivos excessivos
  • Arranhar portas ou tentar fugir
  • Salivação excessiva
  • Fazer necessidades dentro de casa

 

Esse não é um comportamento de desobediência, mas sim uma resposta emocional.

 

2. Falta de atividade física 

Cães precisam gastar energia diariamente. Quando isso não acontece, eles procuram formas alternativas de se ocupar, o que pode incluir destruir objetos.

Para evitar isso:

 

  • Faça passeios diários
  • Estimule brincadeiras
  • Ofereça atividades físicas

 

Um cachorro cansado tende a ser um cachorro mais tranquilo.

 

3. Tédio e falta de estímulo mental 

Falta de estímulo mental

Assim como as pessoas, os cães também ficam entediados. Ficar muitas horas sozinho pode levar o animal a buscar distrações inadequadas.

Algumas soluções incluem:

 

  • Oferecer brinquedos interativos
  • Esconder petiscos pela casa
  • Fazer rodízio de brinquedos
  • Brincar com o pet antes de sair

 

Isso é chamado de enriquecimento ambiental e ajuda muito no comportamento do cachorro.

 

4. Fase de filhote 

Filhotes exploram o mundo com a boca. Durante a troca de dentes, é normal que mastiguem objetos para aliviar o desconforto.

O ideal é oferecer brinquedos próprios para mastigação, evitando que ele escolha móveis ou objetos pessoais.

 

5. Falta de treinamento 

Quando o cachorro não aprende o que pode ou não mastigar, ele segue apenas o instinto.

O treinamento ajuda muito. Uma boa estratégia é:

 

  • Recompensar quando ele usa o brinquedo correto
  • Redirecionar quando pegar objetos errados
  • Ser consistente na educação

Como evitar que o cachorro destrua coisas 

Algumas atitudes simples ajudam muito:

 

  • Manter uma rotina de exercícios
  • Oferecer brinquedos adequados
  • Estimular atividades mentais
  • Evitar deixar objetos ao alcance
  • Treinar desde filhote

 

Com consistência, a maioria dos cães aprende rapidamente.

 

Quando procurar ajuda profissional 

Se o comportamento for muito intenso ou estiver associado a sinais claros de ansiedade, o ideal é buscar orientação de um médico-veterinário ou adestrador. Eles poderão avaliar a situação e indicar as melhores estratégias para o seu pet.

Quando um cachorro destrói objetos na ausência do responsável, geralmente ele está tentando lidar com energia acumulada, tédio ou ansiedade. Em vez de encarar o problema apenas como desobediência, é importante entender o que o animal está sentindo.

Com estímulos adequados, rotina e treinamento, é possível reduzir esse comportamento e garantir uma convivência mais tranquila entre você e seu pet.

A eficiência nutricional é um dos pilares da pecuária moderna. Em momentos de maior exigência metabólica, como pré e pós-parto, adaptação ao confinamento no gado de corte ou situações de estresse, doenças e redução no consumo de matéria seca, o organismo dos bovinos precisa de suporte adicional para manter saúde, produtividade e desempenho.

 

Nessas fases, aumenta a demanda por nutrientes envolvidos no metabolismo energético e na manutenção das funções fisiológicas. Por isso, estratégias que garantam o fornecimento adequado de fósforo e vitamina B12 ganham destaque, principalmente quando há risco de deficiência ou quando se busca acelerar a recuperação metabólica dos animais.

 

É nesse contexto que entra o FosBion B12, uma solução pensada para apoiar o metabolismo energético e contribuir para a eficiência produtiva dos bovinos.

A importância do fósforo e da vitamina B12 para bovinos

Entre os minerais essenciais na nutrição dos bovinos, o fósforo é o segundo mais abundante no organismo. Ele desempenha papel fundamental na formação de ossos e dentes, mas também participa diretamente de processos metabólicos essenciais.

 

O fósforo atua em funções como:

 

  • produção de energia celular (ATP);
  • metabolismo de carboidratos, proteínas e lipídios;
  • regulação da atividade celular;
  • transmissão de impulsos nervosos.

 

Por isso, é considerado um dos bioelementos mais importantes para o desempenho produtivo dos bovinos (UNDERWOOD, 1981; DENIZ & AKSOY, 2022).

 

Já a vitamina B12 tem papel central no metabolismo energético. Ela atua como cofator em reações metabólicas fundamentais, participando:

 

  • da síntese de metionina;
  • da formação de hemácias;
  • do metabolismo energético.

 

Esses processos estão diretamente relacionados ao ganho de peso, produção de leite e bem-estar geral dos animais (ZEOULA & GERON, 2006).

 

Quando ocorrem períodos de estresse nutricional, desafios metabólicos ou fases críticas como o pré e pós-parto, os níveis de fósforo e vitamina B12 podem diminuir. Como consequência, podem surgir:

 

  • redução do consumo alimentar;
  • queda de produção;
  • maior predisposição a transtornos metabólicos.

 

Nesses momentos, a suplementação estratégica torna-se uma ferramenta importante para restabelecer o equilíbrio metabólico.

O que é o FosBion B12?

FosBion B12 é um suplemento injetável para bovinos que combina fósforo orgânico (butafosfan) e vitamina B12 (cianocobalamina), indicado para suporte metabólico, recuperação nutricional e melhora do desempenho produtivo.

 

Ele é indicado para:

 

  • suplementação de fósforo e vitamina B12;
  • tratamento de estados carenciais desses nutrientes;
  • suporte metabólico em períodos de maior exigência fisiológica.

 

Sua formulação foi desenvolvida para auxiliar o metabolismo energético dos bovinos, contribuindo para processos como:

 

  • produção de energia;
  • metabolismo de carboidratos e lipídios;
  • suporte à função hepática;
  • manutenção da saúde e do desempenho produtivo.

 

Outro diferencial importante é sua ampla aplicabilidade clínica. O produto pode ser utilizado em todas as categorias de bovinos, incluindo:

 

  • bezerros;
  • fêmeas gestantes;
  • animais em lactação.

 

Isso permite intervenções estratégicas ao longo de todo o ciclo produtivo.

Como o FosBion B12 atua no metabolismo dos bovinos?

O FosBion B12 combina fósforo orgânico e vitamina B12 para favorecer o funcionamento eficiente das vias metabólicas.

 

Essa associação contribui para:

 

  • rápida produção de energia;
  • suporte ao metabolismo hepático;
  • melhor adaptação em períodos de estresse fisiológico;
  • manutenção da eficiência produtiva.

 

Entre os principais benefícios associados ao uso da combinação butafosfan + vitamina B12, destacam-se:

 

  • melhora da eficiência reprodutiva;
  • estímulo ao ganho de peso;
  • melhor adaptação no pós-parto;
  • redução da intensidade do balanço energético negativo;
  • aumento da produção de leite.

 

Diversos estudos científicos demonstram esses efeitos, reforçando o papel do butafosfan associado à vitamina B12 como ferramenta estratégica de suporte metabólico em bovinos.

 

Como o FosBion B12 atua no metabolismo dos bovinos?

Evidências científicas da combinação butafosfan + vitamina B12

Metabolismo e produção no pós-parto

Estudo avaliando o efeito do butafosfan associado à vitamina B12 em vacas leiteiras no pós-parto demonstrou:

 

  • redução nas concentrações de AGNEs e BHB, indicando menor intensidade de balanço energético negativo;
  • aumento na produção de leite (Pereira et al., 2013).

 

Esses resultados sugerem melhora da eficiência metabólica hepática, com maior disponibilidade energética e menor mobilização de gordura corporal.

 

Evidências científicas da combinação butafosfan + vitamina B12

Média de produção de leite em vacas pós parto tratadas com butafosfan + cobalamina

Produção de leite e eficiência alimentar

Outro estudo avaliou vacas de alta produção tratadas com butafosfan + vitamina B12 (Pizoni et al., 2022).

 

Os resultados mostraram:

 

  • Aumento da produção de leite (+3,66 kg/dia; Figura 3) nas vacas tratadas com butafosfan + vitamina B12, sem alteração no CMS.
  • Maior eficiência alimentar, já que os animais produziram mais leite com o mesmo CMS.
  • Sem alterações em AGNEs, BHB ou glicose, indicando que o benefício ocorreu mesmo sem mudanças evidentes nos marcadores clássicos de balanço energético negativo.

 

Produção de leite e eficiência alimentar

Efeito na reprodução

Pesquisa conduzida com fêmeas zebuínas avaliou o impacto da suplementação com butafosfan + cianocobalamina na fertilidade (Rodrigues et al., 2020).

 

Os resultados indicaram:

 

  • taxa de prenhez de 61,29% nas fêmeas tratadas,
  • contra 45,45% no grupo controle.

 

A suplementação injetável contribuiu para suprir carências minerais e melhorar a resposta reprodutiva em vacas submetidas à IATF.

Desempenho em confinamento

Estudo de campo conduzido pelo time técnico da Ourofino Saúde Animal avaliou o uso de FosBion B12 no protocolo de entrada de confinamento, comparando animais tratados e grupo controle.

 

Entre os resultados observados:

 

  • aumento de 100 g/dia no ganho médio diário (GMD);
  • zero refugo de cocho nos animais tratados;
  • menor morbidade: 9% vs 14% no grupo controle.

 

Esses resultados indicam que o produto pode auxiliar na adaptação de bovinos de corte no início do confinamento, favorecendo saúde e desempenho produtivo.

Conclusão

Os diferentes estudos e experiências de campo demonstram que a combinação de fósforo orgânico (butafosfan) e vitamina B12 pode contribuir para o suporte metabólico dos bovinos em diferentes fases produtivas.

 

Nesse contexto, FosBion B12 se apresenta como uma ferramenta estratégica para apoiar o metabolismo energético, favorecer o desempenho produtivo e contribuir para a saúde dos animais.

 

Com soluções baseadas em ciência e inovação, a Ourofino reforça seu compromisso de ajudar o produtor a alcançar maior eficiência, produtividade e retorno por animal.

 

Referências 

DENIZ, A.; AKSOY, K. Use of organic phosphorous butafosfan and vitamin B12 combination in transition dairy cows. Veterinární Medicína (Praha), v. 67, n. 7, p. 334353, 2022.

 

Pereira, R. A., Silveira, P. A., Montagner, P., Schneider, A., Schmitt, E., Rabassa, V. R., … & Correa, M. N. (2013). Effect of butaphosphan and cyanocobalamin on postpartum metabolism and milk production in dairy cows. Animal, 7: 1143–1147.

 

Pizoni, C., Izquierdo, V., Klaus, R., dos Santos, E., Vieira, L. V., Barbosa, A. A., … & Corrêa, M. N. (2022). Use of Butaphosphan with Cyanocobalamin in High Producing Cows and Associations with Milk Yield and Dry Matter Intake. Research, Society and Development.

 

Rodrigues, V. S., VILCHES-JÚNIOR, M. A., Souza, A. B. B., Rodrigues, M. H. D., Oliveira, R. O. R. G., Fioravante, F. C. R. C., … & Ferreira, J. L. (2020). Combinação do butafosfan associado a cianocobalamina no incremento da fertilidade em fêmeas zebuínas. Research, Society and development.

 

UNDERWOOD, E.J. The mineral nutrition of livestock. London: Academic press, 1981. 111p.

 

ZEOULA, L. M.;GERON, L. J. V. Vitaminas. In: BERCHIELLI, T. T.; et al. (Eds). Nutrição de Ruminantes. Jaboticabal: FUNEP, 2006.583p

Perder um gato de vista é uma das experiências mais angustiantes para qualquer tutor. A casa fica silenciosa demais, o coração dispara e a mente começa a imaginar mil possibilidades. Se você está passando por isso, respire fundo: há estratégias eficazes que aumentam muito as chances de reencontro.

 

Por que os gatos somem?

Antes de tudo, é importante entender que o desaparecimento nem sempre significa fuga definitiva. Gatos são curiosos, silenciosos e especialistas em se esconder. Alguns motivos comuns incluem:

 

  • Medo de barulhos (fogos, obras, tempestades)
  • Mudança de ambiente ou rotina
  • Cio e instinto reprodutivo
  • Busca por parceiros ou território
  • Portas ou janelas abertas sem supervisão
  • Acidentes ou desorientação

 

Muitos gatos que somem estão bem perto de casa, escondidos em locais que o tutor nem imagina.

 

Primeiras horas: o que fazer imediatamente 

As primeiras 24 a 48 horas são decisivas. Quanto antes você agir, maiores são as chances de encontrar seu gato.

 

Procure dentro de casa primeiro

  • Parece óbvio, mas é essencial. Gatos conseguem entrar em lugares inacreditáveis:
  • Dentro de armários
  • Atrás da geladeira
  • Embaixo da cama ou sofá
  • Dentro de caixas, bolsas e gavetas
  • Na garagem, embaixo do carro ou no motor

 

Chame pelo nome dele com voz calma e observe qualquer ruído. Um miado tímido pode ser a pista que faltava.

 

Procure nos arredores

Se ele realmente saiu de casa, comece pelas áreas mais próximas:

 

  • Quintal
  • Garagem
  • Telhados
  • Debaixo de carros
  • Jardins e terrenos vizinhos
  • Muros e corredores estreitos

 

A maioria dos gatos desaparecidos é encontrada em um raio de até 100 metros da residência.

 

Como aumentar as chances de encontrar um gato perdido 

Além da busca física, algumas estratégias fazem grande diferença:

 

1. Use objetos com cheiro familiar

Coloque a caminha, cobertor, caixa de areia ou uma peça de roupa sua na área externa da casa. O cheiro pode ajudar o gato a se orientar e voltar.

 

2. Faça buscas em horários estratégicos

Gatos costumam ficar mais ativos e confiantes durante a madrugada e o início da manhã. Caminhe pelo bairro nesses horários com uma lanterna e chame pelo nome.

 

3. Avise vizinhos e comércios próximos

Converse com porteiros, síndicos, vizinhos, entregadores e comerciantes da região. Muitas vezes alguém viu o gato, mas não sabia que ele tinha tutor.

 

4. Divulgue nas redes sociais

Poste em:

 

  • Grupos de bairro no Facebook
  • WhatsApp de condomínio ou vizinhança
  • Instagram
  • Plataformas de pets perdidos

 

Inclua foto recente, nome, características, local e data do desaparecimento, além de um contato direto.

 

Cartazes ainda funcionam? Sim, e muito! 

Pode parecer coisa do passado, mas cartazes continuam sendo extremamente eficazes, especialmente em bairros residenciais.

Inclua no cartaz:

 

  • Foto clara do gato
  • Nome
  • Características marcantes
  • Local onde desapareceu
  • Telefone e WhatsApp
  • Frase chamativa como: “GATO PERDIDO”

 

Coloque em postes, mercados, clínicas veterinárias e pet shops da região.

 

O que evitar durante a busca

Algumas atitudes, embora bem-intencionadas, podem atrapalhar:

 

  • Gritar o nome do gato em tom desesperado
  • Correr atrás caso o aviste assustado
  • Deixar portas abertas sem estratégia
  • Esperar muitos dias para começar a divulgar

 

Gatos assustados se escondem ainda mais quando percebem tensão. Prefira sempre uma abordagem calma.

 

Como prevenir que seu gato suma novamente

Depois do reencontro, vale investir em prevenção:

 

  • Telas de proteção em janelas e sacadas
  • Portas e portões sempre bem fechados
  • Coleira com identificação
  • Microchipagem
  • Castração (reduz fugas por cio)
  • Ambiente enriquecido dentro de casa para reduzir vontade de explorar a rua

 

Segurança também é uma forma de amor. 

 

Seu gato pode voltar

Milhares de gatos desaparecidos são encontrados dias ou até semanas depois. Persistência é a chave. Continue procurando, divulgando e acreditando. O reencontro acontece mais vezes do que se imagina, e nós estamos torcendo para que você consiga encontrar seu gatinho.