Os aditivos naturais desempenham um papel crucial na promoção da saúde intestinal de aves e suínos, influenciando positivamente a microbiota e a integridade epitelial. Esses ingredientes frequentemente contêm substâncias bioativas, como polifenóis de plantas, óleos essenciais e compostos antioxidantes, que podem modular a composição e a atividade da microbiota intestinal. Apresentam propriedades antimicrobianas e anti-inflamatórias, contribuindo para a prevenção de doenças e a melhoria da saúde digestiva. Muitos aditivos naturais têm propriedades antioxidantes, o que fortalece o sistema imunológico dos animais de forma natural.

 

Estes produtos possuem diversos mecanismos de ação para garantir melhoria na absorção de nutrientes, da saúde intestinal e equilíbrio na microbiota.

Mecanismos de ação dos Aditivos Naturais: 

 1. Bio-regulação da microbiota

 

Fornecem substratos que favorecem o crescimento de bactérias benéficas no intestino. Isso promove um equilíbrio saudável na microbiota, melhora a diversidade microbiana e inibe o crescimento de patógenos, favorecendo a digestão eficiente.

 

 2. Integridade Epitelial

 

Componentes como polissacarídeos e ácidos graxos essenciais fortalecem a barreira epitelial, prevenindo permeabilidade aumentada, inflamação e melhorando a absorção eficiente de nutrientes.

 

 3. Propriedades Anti-Inflamatórias

 

Contribuem para modular as respostas inflamatórias no intestino, mantendo a saúde e o funcionamento adequado do órgão, contribuindo para melhor absorção de nutrientes.

 

 4. Estímulo da Produção de Enzimas

 

Estimulam a produção de enzimas digestivas, melhorando a quebra eficiente dos nutrientes complexos na dieta, o que impacta positivamente na absorção de nutrientes essenciais.

 

 5. Ação Antibacteriana Sinérgica

 

A combinação de ácidos orgânicos e óleos essenciais cria uma ação antibacteriana sinérgica, inibindo o crescimento de bactérias patogênicas e promovendo um ambiente intestinal mais saudável. Alguns aditivos apresentam cepas probióticas, que irão colonizar o intestino e produzir metabólitos funcionais que favorecem a saúde intestina.

 

6. Fornecimento de enzimas Específicas

 

Aditivos apresentam enzimas específicas catalisam a oxidação da β-D-glicose em Peróxido de Hidrogênio (H2O2) e Ácido D-glucônico, inibindo o crescimento de patógenos, o que mantém a integridade e a saúde do epitélio intestinal. Melhora a digestão e absorção de nutrientes, e favorece o desempenho e uniformidade dos animais.

 

 7. Ação Imunomoduladora

 

Compostos estimulam o sistema imunológico para a promoção de uma resposta balanceada e melhoria da capacidade de defesa contra micro-organismos patogênicos.

 

A Ourofino Saúde Animal oferece uma ampla linha de aditivos naturais para aves e suínos (Tabela 1), refletindo uma abordagem integrada para promover a saúde intestinal, melhorar a eficiência digestiva e maximizar a absorção de nutrientes.

 

Tabela 1. Linha de aditivos naturais oferecidos pela Ourofino Saúde Animal com os respectivos mecanismos de ação.

 

Linha de aditivos naturais oferecidos pela Ourofino Saúde Animal com os respectivos mecanismos de ação.

 

Essa combinação de benefícios contribui para o bem-estar dos animais e a qualidade sustentável da produção animal, e reafirma nosso compromisso com a excelência zootécnica, com resultados superiores e de reimaginar a saúde animal.

A Ourofino Saúde Animal, maior indústria farmacêutica veterinária de origem brasileira, apresenta na noite desta segunda-feira (27) um novo produto para o portfólio de animais de produção. A transmissão em que será apresentada a nova solução acontece pelo canal da empresa no YouTube a partir das 18h (horário de Brasília).

 

Os participantes podem se inscrever previamente aqui e os 100 primeiros serão premiados com brindes exclusivos.

 

A novidade, que será revelada pela empresa apenas no durante no evento, promete trazer para o mercado brasileiro tecnologia que é referência no exterior para a produtividade nas fazendas.

A produção animal tem evoluído significativamente graças aos avanços das pesquisas ligadas à nutrição, sanidade, melhoramento genético e bem-estar animal. Para suprir a crescente demanda mundial por proteína animal, várias tecnologias estão surgindo a fim de atender essa necessidade. Paralelamente, cresce também a exigência dos consumidores por produtos de alta qualidade, sem patógenos ou resíduos de antibióticos. O paradigma consiste em se adequar às necessidades e exigências do mercado consumidor, e continuar produzindo com eficiência em custos, mantendo bons resultados zootécnicos e econômicos.

 

O uso de antibióticos de forma terapeutica ou como tratamentos ou como promotores de crescimento (APC), que é o uso de antibióticos em dose subterapeutica, contribuiram positivamente e trouxeram bons resultados na produção de aves e suínos. No entanto, a escala e a intensidade do uso de antibióticos na dieta levaram a efeitos indesejáveis, como a seleção e desenvolvimento de cepas bacterianas resistentes as quais estão afetando a saúde dos consumidores, sendo este um dos maiores argumentos para a retirada dos antibióticos na produção animal. A recomendação para o banimento do uso de antimicrobianos como aditivos em ração foi  emitido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 1997, e em 2006 é que seu uso foi banido pela União Européia (Regulamento 1831/2003/CE). No entanto, o uso terapêutico permanece autorizado, desde que o produto veterinário seja aprovado pela Agência Europeia para Medicamentos (EMEA).  

 

Uma das alternativas para controle de patógenos e melhoria de desempenho na produção de proteína animal são os fitogênicos, os quais são compostos derivados de plantas   como óleos essenciais ou extratos herbais, e podem promover vários efeitos benéficos aos animais, pois além de estimular o sistema imune, aumentam também o consumo alimentar e a secreção de enzimas digestivas. Possuem atividades antiinflamatórias, antioxidantes, antifúngicas, anti-helmínticas, coccidiostáticas e antibacterianas, de acordo com Akyurek e Yel, (2011). São portanto uma excelente alternativa, natural e segura, aos antibióticos para atingir um melhor desempenho zootécnico de aves e suínos.

 

Um experimento realizado na Universidade de Agricultura de Zhejiang, China, em 2022, selecionou 120 suínos em crescimento, com 70 dias de idade e os dividiu aleatoriamente em 2 grupos. O grupo de controle recebeu dieta básica, e o grupo experimental além da dieta básica, recebeu 100g/ton de Thynofac®, blend de óleos essenciais timol e cinamaldeído microencapsulados, durante 35 dias. Os resultados mostraram que a adição de 100g/ton de Thynofac® podem aumentar o peso médio dos suínos e reduzir a conversão alimentar.

 

Adição de Thynofac na dieta de suínos e seu efeito na fase de crescimento

Grupo Controle

Grupo Thynofac®

CMRD (kg)

1431±45,3b

1500,1±39,7a

GPD (g)

648,7±28,6b

711,2±25,7a

CA

2,21±0,13a

2,11±0,11b

CMRD (kg) – Consumo Médio de Ração por Dia; GPD (g) – Ganho de peso diário; CA – Conversão Alimentar.

 

Um parecer emitido em conjunto pela EMA e EFSA concluiu que estes compostos são eficazes, mas dependem de algumas váriáveis como: planta utilizada, método de extração para obtenção dos princípios ativos, concentração dos princípios ativos, carreadores ou veículos. A mesma conclusão em relação à eficácia foi verificada em uma meta-análise e alguns estudos científicos demonstraram que os fitogênicos podem melhorar a saúde gastrointestinal de frangos de corte e reduzir os níveis de parasitas coccidianos, conforme estudo de G.M. Weber et al., 2012 – Poultry Science.

 

Outro estudo realizado com 300 leitões, os quais foram divididos aleatoriamente em 3 grupos: Controle, Óleo Essencial Comum (OEC) e Thynofac®; Todos receberam a mesma dieta básica, porém o grupo Grupo OEC teve adição de 300g/t Óleo essencial comum, contendo cinamaldeído e timol, e o Grupo Thynofac® teve adição de 300g/t Thynofac® (cinamaldeído e timol microencapsulado).

 

Comparação de resultados zootécnicos com uso de diferentes óleos essenciais na fase de creche

Controle

Óleo Essencial Comum

Thynofac®

  PMI (kg)

7,82

7,73

7,75

  PMF (kg)

17,66b

17,89ab

18,23a

  CMRD (g)

730,9b

740,2a

763,5a

  GPD (g)

468,6b

483,8ab

499,0a

  CA

1,56a

1,54b

1,53b

  Escore Fecal*, %

1,19

1,09

1,07

 

Durante o período de teste, quando comparados os resultados com o grupo controle, observamos um aumento no ganho de peso diário em 1,27% (P < 0,05) no Grupo OEC, e de 4,46% (P < 0,05), quando comparado ao grupo Thynofac®. Já a conversão alimentar foi reduzida em 1,28% (P <0,05) e 1,92% (P <0,05), respectivamente. Observaram-se também benefícios em relação aos indicadores de escore fecal a favor do uso do Thynofac®.

 

Comparação de resultados com uso de diferentes óleos essenciais na microbiota intestinal de leitões (log 10cfu/g)

Controle

Grupo CEO

Grupo MEO

 Escherichia coli 

5,38

5,38

5,58

 Salmonella

6,24ª

5,88b

5,42b

 Lactobacillus

7,55b

8,29ª

8,46a

 

 

 

 

 

 

 

 

Em estudo realizado por BERTECHINI et al. (2022), observaram-se que os resultados zootécnicos de frangos de corte aos 42 dias de idade, o tratamento com uso de Thynofac® apresentou o melhor ganho de peso, melhor conversão alimentar e melhor índice de eficiência de produção, quando comparado com tratamento com enramicina ou grupo controle negativo, conforme tabela abaixo:

 

Desempenho das aves de 1 a 42 dias de idade acordo com os tratamentos

Tratamentos

Consumo ração(g)

Ganho de peso (g)

Conversão alimentar

IEP

CN-sem aditivo

4,742

2,980 b

1,591 b

437 b

CP-enramicina

4,805

3,050 ab

1,576 b

447 ab

Thynofac ®

4,822

3,104 a

1,553 a

467 a

CV,%

2,66

3,32

2,41

8,43

P<

0,3818

0,0044

0,0043

0,465

Erro

0,0414

0,0303

0,0115

0,165

O momento está sinalizando para a redução do uso de antibióticos e adoção de novas formas de produção. Nosso papel é atender estas novas demandas, propondo alternativas que viabilizem a sustentabilidade do agronegócio. E o Thynofac® é uma excelente alternativa para produção de aves e suínos.

Os antibióticos foram amplamente utilizados na produção animal, seja como forma de tratamento, seja como melhorador de desempenho para favorecer o desenvolvimento dos animais, melhorando seu desempenho zootécnico, visando níveis mais altos de produtividade. Porém, a produção animal tem passado por mudanças significativas nos sistemas de produção e novas tendências na produção de alimentos aliadas às medidas de segurança alimentar têm ganhado cada vez mais destaque com a retirada desses compostos na alimentação dos animais.

 

O uso de probióticos, uma tecnologias modernas, tem ganhado cada vez mais destaque na produção de animais monogástricos principalmente pelos avanços no desenvolvimento desses produtos e na comprovação científica através de ensaios de pesquisas.

 

Esses compostos podem ser definidos como suplementos alimentares à base de microrganismos vivos, que afetam de forma benéfica o animal hospedeiro e promove o balanço da microbiota intestinal. Em um aspecto geral, os probióticos quando adicionados na alimentação das aves agem melhorando os índices econômicos, conferindo melhor produtividade pelo aumento de ganho de peso e melhoria em conversão alimentar (FULLER, 1989).

 

De acordo com FULLER e COLE (1989), um microrganismo será considerado como probiótico quando possuir alguns requisitos básicos como fazer parte da flora intestinal, sobreviver e colonizar rapidamente o intestino, ser capaz de aderir ao epitélio intestinal, sobreviver à ação de enzimas digestivas, ter ação antagonista aos microrganismos patogênicos, ser cultivável em escala industrial, ser estável e viável na preparação comercial e estimular a imunidade do hospedeiro.

 

Os principais microrganismos que têm sido utilizados como probióticos são as bactérias que pertencem aos gêneros Lactobacillus, Bifidobacterium, Enterococcus, Streptococcus, Bacillus, leveduras entre outros. Na composição de um produto probiótico o uso principalmente de bactérias dos gêneros Lactobacillus e Bacillus parece ser necessariamente comum para produtos humanos ou animais, pois ambos exercem ação estritamente benéfica ao hospedeiro.

 

O uso desses microrganismos na composição dos probióticos tem sido associado à produção de bacteriocinas, à produção de ácido lático e essas atividades exercem ação inibitória sobre bactérias gram-negativas (Salmonella spp, Escheria coli, Campylobacter spp) e bactérias gram-positivas (Staphylococcus spp, Listeria spp e Clostridium ssp) (PATTERSON; BULKHOLDER et al., 2003).

 

BERTECHINI et al. (2022) ao avaliar o desempenho de frangos alimentados com aditivos alternativos aos antibióticos melhoradores de desempenho, mostraram que aos 21 dias de idade os animais que ingeriram o probiótico (Butilac® – Ourofino Saúde Animal) apresentaram maior (P < 0,05) ganho de peso e melhor conversão alimentar quando comparado ao tratamento controle negativo. Diferenças significativas não foram encontradas quando comparado ao tratamento controle positivo (enramicina). Os resultados de desempenho de frangos de corte alimentados contendo o probiótico podem ser apresentados na Tabela 1.

 

Tabela 1. Desempenho de frangos de corte alimentados com probiótico (Butilac®) como alternativa ao uso de antibióticos melhoradores de desempenho aos 21 dias de idade.
 

Tratamentos

Consumo

 ração, g

Ganho1

peso, g

Conversão1

Alimentar

Controle negativo – sem aditivo

1174

854 b

1,374 b

Controle positivo – enramicina2

1173

961 a

1,232 a

Probiótico – Butilac®

1224

976 a

1,256 a

CV,%

5,03

4,05

3,15

P<0,05

0,2913

0,000

0,0135

Erro

0,0019

0,0133

0,0135

1Médias seguidas de letras diferentes na coluna diferem estatisticamente pelo teste SNK (P<0,05).

2Enramicina: 10g/ton – 1 a 21 dias.

 

Aos 42 dias de idade os resultados mostram que aves que ingeriram o probiótico  (Butilac®) apresentaram maior (P < 0,05) ganho de peso e melhor conversão alimentar quando comparado aos animais que se alimentaram de enramicina (Tabela 2).

 

Tabela 2. Desempenho de frangos de corte alimentados com probiótico (Butilac®) como alternativa ao uso de antibióticos melhoradores de desempenho aos 42 dias de idade.
 

Tratamentos

Consumo

 ração, g

Ganho1

peso, g

Conversão1

Alimentar

Controle negativo – sem aditivo

4742

2980 b

1,591 b

Controle positivo – enramicina2

4805

3050 ab

1,576 b

Probiótico – Butilac®

4837

3130 a

1,545 a

CV,%

5,03

4,05

3,15

P < 0,05

0,2913

0,000

0,0135

Erro

0,0019

0,0133

0,0135

1Médias seguidas de letras diferentes na coluna diferem estatisticamente pelo teste SNK (P<0,05).

2Enramicina: 05g/ton – 22 a 42 dias.

 

Esses resultados comprovam que o probiótico (Bultilac®) pode ser utilizado como alternativa aos antibióticos melhoradores de desempenho podendo ser utilizado inclusive em todas as fases de criação dos animais.

 

REFERÊNCIAS

BERTECHINI, A.G. NOGUEIRA, B. F. R. Avaliação de aditivos melhoradores de desempenho da saúde intestinal em dietas para frangos de corte. Tese de Doutorado. 2022.

 

FULLER, R.; COLE, E.C.B The scientific basis of probiotic concept. In: STARK, B.A; WILKINSON, J. M.; (Ed). Probiotics: theory and apllications. [Marlow]: Chalcombe Publications, 1989. P, 1-14. Probiotcs in mand and animals. a review. Journal of Applied Bacteriology, West Sussex, v. 66, n. 05, p. 365-378, 1989.   

 

FULLER, R. Probiotcs in mand and animals. a review. Journal of Applied Bacteriology, West Sussex, v. 66, n. 05, p. 365-378, 1989.   

 

PATTERSON, J.A; BURKHOLDER, K.M. Application of prebiotics and probiotics in poultry production. Poultry Science, Savoy, v. 82, n.4, p. 627-631, 2003.

O Alphitobius diaperinus, popularmente conhecido por “cascudinho”, infesta massivamente o sistema de produção de aves no Brasil. Esse besouro é originário da África e veio para o Brasil nos meados de 1950 através dos grãos. Com a expansão da avicultura industrial, este inseto encontrou, junto às instalações, o habitat ideal para seu desenvolvimento. Fatores como temperatura da cama das aves, umidade e oferta de alimento, favorecem a rápida multiplicação e traz prejuízo ao sistema produtivo.

 

Elevadas populações são encontradas sob a superfície da cama de frangos de corte, de matrizes, em equipamentos e em frestas dos pisos e paredes. O ciclo de vida compreende-se as fases de ovos, larvas, pulpas e adultos e esses insetos alimentam-se de ração, aves debilitadas e/ou mortas e esterco do galpão.

 

A preocupação com o cascudinho é principalmente uma questão sanitária, pois atuam como reservatório de patógenos como bactérias, fungos, vírus e protozoários (tabela 1), além de se fazerem hospedeiros intermediários de parasitas de aves.

 

 

Como visto, os Alphitobius diaperinus são importantes vetores de doenças nos sistemas de produção aviária, dentre as doenças que são disseminadas, a transmissão de Salmonella sp é a de maior relevância. A contaminação traz muitos prejuízos econômicos e sanitários, pois compromete a saúde das aves e aumenta a contaminação de carcaças nos abatedouros.

 

É considerado difícil o controle do cascudinho devido ao ciclo de vida curto do inseto e o comportamento de migração. Quando acontece o desalojamento de um lote e o esfriamento da cama, esses insetos migram para outros galpões, carreando com ele toda a carga de patógenos que abriga (reinfestações).

 

A solução efetiva para o controle desse inseto é a integração estratégica de métodos de controle químico e físico, ou seja, a aplicação do Colosso Pulverização no galpão e um programa minucioso de limpeza e desinfecção (retirada de matéria orgânica).

 

O Colosso Pulverização Aves®, é a solução da Ourofino Saúde Animal no combate aos cascudinhos, o produto conta com 3 princípios ativos, os quais agem  sinergicamente combatendo com segurança e eficácia comprovada a infestação desta praga.

 

 

Composição do Colosso Pulverização Aves®:

Cipermetrina:  inseticida mais eficiente do mercado.

Clorpirifós:  inseticida com ação desalojante.

Citronela:  repelente natural.

 

Alguns cuidados no manejo de combate ao cascudinho devem ser tomados para que tenhamos a máxima eficiência do Colosso Pulverização Aves®:

 

  • a aplicação do produto deve ser logo após a saída das aves com o galpão totalmente fechado, pois a partir deste momento ocorre o esfriamento da cama e os cascudinhos podem migram para galerias subterrâneas, frestas do galpão e para galpões avícolas próximos;
  • o produto deve ser diluído em água limpa, obedecendo às dosagens indicadas:

 

  • após a aplicação do produto deve-se fechar o galpão por 48 horas, e após este período pode-se abrir e prosseguir com os manejos necessários de intervalo de lote;

 

Por tratar-se de um inseticida, o uso de EPIs pelo aplicador torna-se muito importante, a fim de evitar intoxicações. Luvas, botas, macacão impermeável, óculos com vedação e máscara com filtros de carvão ativado, são os EPIs indicados durante a aplicação do Colosso Pulverização.

 

Os métodos de aplicação indicados são: pulverização, bomba costal e atomizador. Qualquer destes métodos são eficientes, desde que observados os manejos corretos como: momenta da aplicação, dosagem correta e fechamento do galpão por 48 horas após a aplicação.

 

Colosso Pulverização Aves®, da Ourofino Saúde Animal, é o melhor inseticida de controle de cascudinhos! Qualquer dúvida, conte com a nossa equipe técnica, estamos a disposição para atendê-los.

Os aditivos são compostos utilizados na produção animal com o objetivo de impactar de forma positiva nos índices de crescimento e sobrevivência, na eficiência alimentar e na saúde intestinal, amplamente utilizados no controle de patologias entéricas, assim como na redução da utilização de antimicrobianos nos sistemas produtivos de aves e suínos.

 

Sabemos que em um mesmo ciclo produtivo os animais são constantemente desafiados a diversas situações estressantes, dentre às quais podemos citar fatores nutricionais, ambientais, sanitários, imunológicos, entre outros. Essas adversidades afetam a homeostase animal e relacionam-se com uma redução no consumo de alimentos, no ganho de peso, em um aumento nas patologias gastrintestinais e nos índices de mortalidade. Ainda, podemos ressaltar, que a alta tecnificação que observamos na produção de aves e suínos, que nos possibilita a entrega de animais de alta qualidade e produtividade pode, em contrapartida, impactar em alguns pontos fisiológicos como uma maior imaturidade digestiva, menor secreção ácida estomacal, menor absorção de nutrientes e distúrbios relacionados à microbiota intestinal (disbiose). A introdução de aditivos na dieta é um dos fatores que contribuiu para o sucesso na avicultura e suinocultura moderna devido a melhores indicadores zootécnicos observados em aves e suínos saudáveis ou ainda por influenciarem positivamente a nível ambiental.

 

Dessa forma, ganham cada vez mais espaço no mercado, os aditivos melhoradores de performance como probióticos, prebióticos, ácidos orgânicos e óleos essenciais. Os probióticos são culturas de microrganismos viáveis que atuam na modulação da microbiota intestinal através de bactérias benéficas que causam ainda uma exclusão competitiva de bactérias patogênicas. Essa exclusão competitiva ocorre por uma disputa por substratos, pela produção de metabólitos antimicrobianos ou ainda por competição por sítios de ligação. Podem, ainda, atuar a nível de altura de vilosidades intestinais e, consequentemente, ocasionar um incremento na capacidade absortiva do órgão.

 

Já os óleos essenciais são substâncias extraídas de ervas e especiarias que formam um composto fitoquímico com propriedades seletivas sobre a microbiota. Os óleos essenciais podem apresentar mais de uma função desde um aumento no consumo de alimentos com uma melhora na palatabilidade, maior estímulo à secreção de enzimas digestivas, aumento da motilidade do trato gastrintestinal, atividade antimicrobiana e antiparasitária, imunoestimulante e com atividade anti-inflamatória e antioxidante. Ainda alguns estudos relatam uma melhora na histomorfometria intestinal em aves. Os ácidos orgânicos são ácidos de cadeia curta utilizados na dieta que promovem uma melhor digestibilidade e absorção de nutrientes, aumento na atividade enzimática, auxílio no controle de microrganismos patogênicos, estímulo ao desenvolvimento da mucosa intestinal, atuação como quelantes prevenindo a formação de radicais livres e danos oxidativos às células e tecidos. O ácido cítrico é um dos ácidos essenciais amplamente utilizado com resultados no aumento em ganho diário de peso e melhores taxas de conversão alimentar.

 

Por fim, os aditivos têm sido cada vez mais utilizados nas dietas de sistemas produtivos tecnificados de aves e suínos com resultados importantes relacionados à saúde intestinal, imunomodulação e ganhos em desempenho produtivo. Surgem como uma alternativa aos promotores de crescimento, que enfrentam, cada vez mais, uma maior restrição na sua utilização, assim como, surgem com o objetivo de reduzir a administração de antibióticos nos plantéis, visto que, a resistência bacteriana é uma problemática emergente e irrefutável.

 

A Ourofino Saúde Animal possui em seu portfólio uma variedade de produtos de alta qualidade e eficiência como probióticos, ácidos orgânicos e óleos essenciais que atuarão na saúde intestinal e em melhorias de desempenho nos seus sistemas produtivos. Contando com os novos aditivos melhoradores naturais de desempenhos Butilac, KingGOX, Thynofac, Toyocerin Mono, VegaButyrin 600 e Vegacid+, indicados para aves e suínos. Entre em contato com nossa equipe técnica para mais informações.

 

Referências:
 
BRENES, A.; ROURA, E. Essential oils in poultry nutrition: Main effects and modes of action. Animal Feed Science and Technology, v. 158, n. 1, p. 1-14, 2010.
 
DEMIR, E. et al. The use of natural feed additives as alternatives for an antibiotic growth promoter in broiler diets. British Poultry Science, v. 44, n. S1, p. 44-45, 2003.
 
JANG, I. et al. Effect of a commercial essential oil on growth performance, digestive enzyme activity and intestinal microflora population in broiler chickens. Animal Feed Science and Technology, v. 134, n. 3, p. 304-315, 2007.
 
KAMADA, N; SEO, S & NÚÑEZ G. 2013. Role of the gut microbiota in immunity and inflammatory disease. IMMUNOLOGY. 13: 321-335.
 
KARIE, E. et al., 2011. Growth performance and gastrointestinal microbial ecology responses of piglets receiving Saccharomyces cerevisiae fermentation products after an oral challenge with Escherichia coli (K88). J. Anim. Sci. 89: 1062–1078.
 
KIEN, C. L. et al. Cecal infusion of butyrate increases intestinal cell proliferation in piglets. J Nutr, v. 137, n. 4, p. 916-22, 2007.
 
LEE, K. W. et al. Effects of dietary essential oil components on growth performance, digestive enzymes and lipid metabolism in female broiler chickens. Br Poult Sci, v. 44, n. 3, p. 450-7, 2003.
 
MAIORKA, A. et al. Utilização de prebióticos, probióticos ou simbióticos em dietas para frangos. Braz. J. Poult. Sci. v.3, n.1, 2001.
 
SU, W. et al. The role of probiotics in alleviating postweaning diarrhea in piglets from the perspective of intestinal barriers. Frontiers in Cellular and Infection Microbiology. V.12. 2022.

Teleorientação veterinária gratuita em bovinocultura oferece orientação técnica especializada de forma rápida e segura

A Ourofino Saúde Animal lança o iUse Help para orientação veterinária pelos canais de atendimento da companhia. Pelo novo serviço, balconistas, pecuaristas, médicos-veterinários e demais profissionais a campo podem contar com o apoio profissional à distância.

 

O serviço pode ser acessado pelo (16) 3518-2025, inclusive para whatsapp. Nas opções de atendimento, basta o cliente escolher a opção 2. A Ourofino é a 1° empresa oficial na prestação desse serviço dentro da Resolução CFMV n°1465, aprovada no dia 27 de junho de 2022, que regulamenta o uso da teleorientação veterinária na prestação de serviços médico-veterinários.

 

“Quando precisar de orientação veterinária para problemas que encontra na propriedade, o pecuarista pode entrar em contato para receber informações específicas para o caso que está vivenciando. É importante ressaltar que o iUse Help é também para o médico-veterinário que queira compartilhar dados sobre um atendimento em andamento ou até mesmo o balconista em caso de dúvida. Além da expertise do time técnico e comercial da Ourofino que atua presencialmente junto aos clientes, essa outra modalidade de atendimento trará ainda mais praticidade e proximidade com os clientes”, comenta Mariana Fuloni, responsável pelos atendimentos.

 

O iUse Help faz parte de um ecossistema de soluções digitais que vêm sendo promovidas pela maior indústria farmacêutica veterinária de origem brasileira. O iUse Saber, por exemplo, oferece cursos gratuitos em diversas áreas do saber, como gestão, liderança e conteúdos técnicos.

Nesta terça-feira (18/10), foi anunciado o Ranking TOP 100 Open Corps 2022, que reconhece as corporações que mais praticaram inovação aberta com startups no país no último ano, a partir de dados gerados pelo próprio mercado. A premiação é realizada pela 100 Open Startups, plataforma de open innovation pioneira e líder na América Latina, que tem como missão transformar o mercado e a sociedade a partir da inovação pela colaboração entre empresas e startups. A plataforma digital já facilitou mais de 1 milhão de interações que resultaram no registro de quase 70 mil acordos de open innovation e R$ 3,9 bilhões em contratos entre startups e corporações. Atualmente, são mais de 25 mil startups e 7 mil corporações participantes da plataforma.

 

A Ourofino Saúde Animal está na vice-liderança no segmento agronegócio do ranking que ficou mais competitivo esse ano, de acordo com a organização. A intensidade dos relacionamentos entre as instituições é medida pela pontuação do ranking e a intensidade de open innovation aumentou em 94 vezes desde 2016. “Isso tornou o Ranking TOP Open Corps deste ano bem mais concorrido. No ano passado, para ser TOP 100, uma corporação precisava de 97 pontos. Neste ano, aumentou para 157. Para ser uma TOP 20, em 2021, eram necessários 349 pontos e, em 2022, 551 pontos”, explica Rafael Levy, co-fundador e CTO da 100 Open Startups.

 

Maira Zampier, gerente de inovação aberta da Ourofino Saúde Animal, explica que o trabalho com startups faz parte do pipeline da empresa, que tem como propósito Reimaginar a saúde animal. “Um ecossistema de inovação é formado pela colaboração de diversos agentes que trabalham com o mesmo propósito, neste sentido temos a prerrogativa de trabalhar com pesquisadores, órgãos de fomento à pesquisa e conexão com startups, para estarmos antenados com o que há de mais inovador sendo desenvolvido. O resultado desse trabalho é oferecermos o que há de melhor para os nossos clientes em linha com as tendências do mercado consumidor”, comenta.

 

“Após sete edições do Ranking 100 Open Startups, reconhecemos claramente o impacto da open innovation e das open startups como ferramentas de transformação, não apenas das corporações, mas do mercado e da sociedade, e especialmente das pessoas. Posso afirmar com muito orgulho que o Brasil possui a maior e mais vibrante comunidade de open innovation do mundo. Além disso, o movimento open startups vem expandindo para toda a América Latina e outras regiões do mundo”, comenta Bruno Rondani, fundador e CEO da 100 Open Startups.

 

Para mais informações: www.openstartups.net/site/ranking/

Empresa lança seis aditivos com foco em saúde intestinal

 

Atualmente o mercado global de avicultura e suinocultura, consciente do seu papel dentro do conceito de saúde única, vem buscando alternativas eficazes que contribuem para a redução do uso de antimicrobianos como melhoradores de desempenho. Alinhada a essa nova realidade do mercado, a Ourofino Saúde Animal lança seis aditivos naturais para aves e suínos. Dentre as novidades do portifólio, formulações exclusivas para o mercado nacional.

 

O produto King Gox tem como ativo a Glicose Oxidase, enzima que promove a integridade intestinal, melhorando a absorção de nutrientes, resultando em ganhos zootécnicos. Toyocerin Mono é um probiótico que contém os esporos viáveis de Bacillus toyonensis, atuando na estabilização da microbiota intestinal e imunomodulação. Butilac é composto por um blend único de bactérias probióticas – Clostridium butyricum, Bacillus licheniformis, Bacillus subtilis, Bacillus coagulans. que colonizam diferentes porções do intestino possibilitando a manutenção da saúde intestinal, mesmo em condições de alto desafio.

 

Para completar a linha dos lançamentos, Vegacid+ traz uma associação de ácidos orgânicos e óleos essenciais, combinação que permite um sinergismo entre os ativos para proteção contra desafios entéricos. Thynofac é uma associação dos óleos essenciais Timol e Cinamaldeido, auxiliando na manutenção da saúde intestinal. Já Vegabutyrin 600 é um aditivo zootécnico acidificante à base de tributirina que age no equilíbrio da microbiota intestinal.

 

“A nova linha de aditivos da Ourofino Saúde Animal para aves e suínos está em linha com nosso trabalho constante de levar saúde e bem-estar aos animais”, comenta Rafaela Ramires, gerente de contas chaves da unidade de negócios de Animais de Produção com foco em Aves e Suínos na Ourofino Saúde Animal.

O projeto pretende unir todos os elos do setor por meio de uma comunicação assertiva sobre a importância do agronegócio e como o setor está presente no dia a dia das pessoas

 

A Ourofino, indústria de origem brasileira de soluções para o agronegócio, lançou nesta quinta-feira (31) a campanha #EsseAgroÉNosso, que tem como objetivo a desmistificação e valorização do agronegócio para a população, durante a 45ª Expointer, que ocorre entre os dias 27 de agosto e 04 de setembro, no Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS).

 

O projeto nasceu da vontade de comprovar a importância do agro não só para a alimentação e economia do País, mas para elucidar a população sobre como essa locomotiva impulsiona os mais diversos setores e como está presente no dia a dia dos brasileiros. Direcionando os holofotes para o setor para além da porteira, o #EsseAgroÉNosso quer promover conhecimento e quebrar barreiras. “Por meio de uma comunicação leve e assertiva, queremos mostrar números e como o agronegócio atua para entregar alimentos, fibras e energia com uma produção sustentável para o mercado interno e externo, desmistificando a atividade agropecuária e mostrando como o agro impacta na vida das pessoas”, informa o CEO da Ourofino Kleber Gomes.

 

 

Ele conta que o sucesso da iniciativa se dará pela união de forças de todos os elos do agronegócio, que podem usar as peças da campanha de forma gratuita em seus canais de comunicação. “Estamos em contato com diversas empresas, associações e veículos de comunicação para que o projeto ganhe corpo e vimos a oportunidade de fazer um lançamento oficial da campanha e nada melhor que a Expointer, evento de grande representatividade no cenário do agronegócio nacional”, destaca.

 

O Gerente Executivo de Marketing da Ourofino Saúde Animal Marcus Buso ressalta a importância do lançamento no evento. “Estamos dando o start oficial do #EsseAgroÉNosso em um dos maiores polos produtivos do Brasil, o Rio Grande do Sul e seguiremos com nossos esforços para fortalecer o movimento por meio das ferramentas que criamos para dar cada vez mais visibilidade à potência econômica e de sustentabilidade do agronegócio brasileiro”, diz.

 

Ele destaca que o grande propósito da campanha é fortalecer o sentimento de satisfação e orgulho pela produção do campo, sua grande importância econômica e impacto positivo no dia a dia das pessoas. “Vamos oferecer aos nossos parceiros peças de marketing que representam cada um dos setores e as divulgaremos de forma sincronizada, a fim de pulverizar as informações estratégicas da campanha”, ressalta.

 

Buso diz que a expectativa é que o #EsseAgroÉNosso ganhe notoriedade. “Após ganhar corpo com o engajamento do setor, a campanha será expandida para empresas varejistas como redes de supermercados, marcas de roupas e cosméticos, setor automobilístico e até instituições financeiras. Tudo isso para chegarmos ao grande propósito da campanha, que é o consumidor, que usufrui do que é produzido no campo com muita tecnologia, eficiência e sustentabilidade”, encerra.

 

45ª Expointer

Data: de 27 de agosto a 04 de setembro

Onde: Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS)

 

Mais informações: https://www.expointer.rs.gov.br