Adotar um gato é abrir a porta para o amor incondicional, um ronronar que aquece o coração, uma amizade eterna e um compromisso significativo que pode ser uma experiência enriquecedora.
É importante se preparar adequadamente e considerar alguns pontos essenciais.
Confira algumas dicas para se preparar e cuidar bem do seu novo amigo felino.
1- Prepare-se antes da adoção
O ato de adotar um gato precisa vir com responsabilidade, saiba que a sua rotina será diferente, pois algumas tarefas precisam ser acrescentadas.
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Pesquise e aprenda
Aprender sobre as necessidades e comportamentos dos felinos, você pode usar recursos disponíveis online e em livros sobre cuidados com gatos.
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Conheça as necessidades básicas dos gatos
Os gatos têm necessidades específicas que devem ser atendidas para garantir seu bem-estar. Eles precisam de uma alimentação adequada, com ração de qualidade e água fresca sempre disponível.
É necessário oferecer um ambiente limpo e seguro, com uma caixa de areia e brinquedos para estimular sua atividade física e mental.
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Qual gatinho adotar?
Considere adotar um gato de uma ONG ou de um resgate. É uma maneira gratificante de dar a um pet necessitado um lar amoroso.
Além disso, considere a idade, o temperamento e as necessidades especiais do gato ao fazer sua escolha.
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Prepare sua casa
Antes de trazer o gato para casa, certifique-se de preparar o ambiente para recebê-lo. Verifique se não há objetos perigosos ou tóxicos ao alcance do animal, como plantas venenosas ou produtos de limpeza.
Além disso, providencie uma cama confortável, arranhadores e locais para o gato se esconder e se sentir seguro.
2- Faça uma visita ao veterinário
Assim que adotar o gato, é importante levá-lo ao veterinário para uma avaliação completa de saúde. O profissional poderá verificar se o pet está em boas condições físicas, vaciná-lo e orientar sobre os cuidados necessários para garantir a saúde contínua do seu novo amigo felino.
3- Cuidados diários
Os cuidados diários são de extrema importância para a qualidade de vida do seu mais novo gatinho.
- Forneça uma dieta balanceada e de qualidade;
- Acesso fácil a água fresca o tempo todo;
- Mantenha a caixa de areia limpa, faça trocas de areia regulares;
- Interação social, evite o tédio e o comportamento destrutivo brincando com ele;
- Faça visitas de rotina ao médico veterinário;
- Realize controle de parasitas, internos e externos, conte com Banni 3 nessa missão;
- Identifique seu gato através de um microchip e/ou uma coleira com uma plaquinha de identificação.
4- Um ronronar de carinho
É possível usar de reforço positivo, como petiscos e elogios, para que sejam treinados a realizar comandos básicos.
Os gatos são curiosos e brincalhões, por isso é importante proporcionar estímulos e brincadeiras para mantê-los ativos e felizes. Ofereça brinquedos interativos, arranhadores e reserve um tempo diário para brincar com o gato favorecerá o fortalecimento de vínculo entre vocês.
Isso ajudará a evitar o tédio e comportamentos indesejados, como arranhar móveis ou fazer bagunça.
5- Dê tempo ao gato para se adaptar
Quando o pet chegar no novo lar, é normal que ele fique assustado e desconfiado no início. Dê tempo para que ele se acostume com o novo ambiente e se sinta seguro.
Evite forçar interações e respeite o espaço do animal. Com paciência e carinho, ele irá se adaptar e se tornar um membro querido da família.
Caso o seu pet demonstre agressividade ou ansiedade, consulte um especialista em comportamento felino ou seu veterinário para orientações.
A Ourofino conta com o apoio do Suplemento Alimentar Seren, pensado para o seu gatinho. Seren colabora para o bem-estar e a manutenção do estado de tranquilidade.

Reserve um tempo para ele, mas lembre-se de respeitar o espaço pessoal do seu gato e não o force a interações quando ele não estiver interessado.
É importante prestar atenção às pistas que seu gato dá e esteja disposto a adaptar seus cuidados de acordo com as necessidades individuais dele.
Com amor, paciência e atenção adequada, você pode proporcionar uma vida feliz e saudável ao seu gato adotado!
Já pensou em adotar um pet velhinho?
Conheça 6 fatores que devem ser considerados antes de buscar seu amigo na feirinha de adoção:
1. Tempo
2. Recursos financeiros
3. Ambiente
4. Porte
5. Comportamento do indivíduo
6. Comportamento da espécie
Adotei! E agora?
Outras formas de colaborar
O momento da adoção é um dos mais felizes para quem ama animais, porém para quem nunca teve pet pode dar aquele frio na barriga após a adoção.
Uma vez que você resolveu adotar o gato, todas as responsabilidades estarão sobre você, afinal você é o pai ou a mãe dele. Entre as principais necessidades dos pets estão a alimentação, a saúde e o bem-estar.
Alguns objetos são básicos para que você tenha desde a chegada do pet, entre eles as vasilhas de comida e água, caixa de areia, caixa de transporte, arranhador, brinquedinhos e, para alguns, caminhas.
Pensando nisso, separamos algumas dicas para que se preparar para esse ato de responsabilidade e amor.
1. Chegada em casa
Alguns gatos se adaptam rapidamente, enquanto outros podem ficar com medo e somente sair aos poucos. Caso o seu gato seja mais medroso, você pode colocar petiscos ou sachês em alguns lugares da casa para que ele explore o ambiente e associe como uma experiência positiva.
Se você tiver crianças oriente-as para não fazer barulho ou bagunça demais perto do gato, pois isso o assusta muito. Também não se deve ficar carregando o gato, ele precisa ter liberdade para explorar o ambiente e escolher onde quer ficar.

2. Segurança do gato
A segurança física dos gatos normalmente está em perigo quando o gato tem acesso à rua, portanto a colocação de telas de proteção e manter o gato dentro de casa são formas de diminuir drasticamente os riscos acidentes, brigas e maus tratos, além de reduzir a possibilidade de infecção com doenças, adquirir parasitas e até mesmo de trazer presas.
Apesar da colocação de telas de proteção ser essencial, para o gato é considerado uma restrição do seu território, portanto quanto mais cedo ele for habituado a ambientes fechados, mais fácil é que o gato se adapte.
Também é necessário cuidados com algumas questões como presença de plantas tóxicas, produtos químicos e acidentes fora de casa. Saiba mais sobre: Quais são as plantas tóxicas para seu pet e orientações em caso de intoxicações com outras substâncias.
3. Verticalização/ Gatificação

Se referem ao uso de prateleiras e/ou nichos no ambiente em que o gato vive, como forma de ampliar o território do felino. A verticalização também colabora com a realização de exercícios e diversão do felino, além de servir como esconderijo quando ele não quer ser incomodado.
4. Brincadeiras e exercício
Os gatos retêm comportamentos juvenis mesmo depois que se tornam adultos, por isto a maioria gosta de brincadeiras. A brincadeira não é apenas uma forma de atividade física, ela serve também como estímulo mental para os felinos, já que libera hormônios, trazendo a sensação de bem estar. A maioria dos gatos gosta de brincadeiras simples como bater ou empurrar bolinhas com as patas e perseguir “presas”. Dedicar tempo para brincar com o seu bichano é essencial para que ele não fique irritado e/ou depressivo. O uso de varetas é um estimulante, além de ser uma brincadeira segura para que as crianças interajam com o felino.
5. Alimentação e consumo de água
O ideal é que na chegada do gato se mantenha a alimentação que ele estava comendo antes e, caso faça a alteração da comida, ela seja gradual. Os gatos são considerados carnívoros obrigatórios, portanto a sua alimentação deve ser principalmente a base de proteína animal (carne). Contudo, hoje em dia, as rações consideradas de qualidade (Premium e Super Premium) já trazem estes níveis de nutrientes balanceados. Gatos de um modo geral bebem pouca água, portanto é importante ter mais de um pote de água, além de dar alimentos úmidos com certa frequência. Gatos preferem comer em pratos rasos e largos, para que seus bigodes não encostem nas laterais e, de preferência, que sejam de cerâmica. Para beber água, muitas vezes os gatos preferem tomar água corrente, portanto a recomendação de uso de fontes que mantem a água em movimento. As vasilhas de comida e água devem ser lavadas diariamente e devem estar afastadas da caixa de areia, de preferência em outro cômodo da casa.
6. Higiene
Costuma-se dizer que gatos são seres autolimpantes e esta é uma grande verdade, afinal, quem nunca viu um banho de gato? Os felinos dedicam cerca de 10% do tempo em que ficam acordados se limpando. Cuidam dos pelos removendo sujeira e nós, depois limpam as patas e, por fim, limpam a cabeça com auxílio das patas. Apesar de serem muito asseados, os gatos podem e devem ser escovados com frequência, principalmente raças muito peludas e animais idosos que, normalmente, não conseguem manter a higiene em dia sozinhos. Além de tudo, a escovação serve para estreitar o relacionamento entre dono e gato. Para saber mais sobre os cuidados de higiene com os felinos clique aqui e baixe nosso e-book de cuidados com a pele e pelos dos pets.
7. Banheiro

Os gatos são animais super higiênicos e mantem uma característica dos seus ancestrais de enterrar seus dejetos, por isto usam como “banheiro” caixas com areia, que na verdade podem ser granulados de diversos materiais, para esconder fezes e urina. A caixa de areia deve ser limpa de 2 a 3 vezes ao dia, sendo o mínimo uma vez ao dia. Existe a regra de que para cada gato tem que ter uma caixa de areia + uma, então se você tem dois gatos, serão duas caixas de areia + uma, totalizando três. A limpeza da caixa é feita com pá própria para isso, onde para as fezes se removem apenas as fezes e no caso da urina se removem os torrões (massas aglomeradas). No caso dos granulados de madeira, a urina transforma a madeira em pó, devendo ser peneirada para remove-lo, já para as fezes usa-se a pá igualmente que para outros granulados.
É necessário manter a caixa de areia distante das vasilhas de água e comida.
8. Conhecendo o restante da família (humanos e animais)
Está é uma parte difícil para os felinos, principalmente se a interação for com outro(s) gato(s), portanto de preferência esta apresentação deve ser orientada pelo médico-veterinário ou por um profissional especialista em comportamento. Caso não seja possível, faça aproximação gradual, permitindo no começo apenas que os pets se vejam e ouçam, porém que não possam ter contato físico (exemplo de porta de vidro, box do banheiro). Os animais não devem ser deixados sozinhos nos primeiros contatos para evitar possíveis acidentes. Uso de reforço positivo, como petiscos e sachês para o gato, também servem como uma lembrança positiva da aproximação com o outro pet.
9. Saúde
O cuidado com a saúde dos pets tem várias coisas para levarmos em consideração. A primeira delas é a vermifugação, que deve ser feita preferencialmente antes da aplicação as vacinas. Outra medida de manutenção na saúde dos gatos que também é considerada básica é, por exemplo, o controle de pulgas e outros tipos de parasitos. Para prevenção contra pulgas no seu bichano conte com a eficácia de NEOPet.
Além destes cuidados essenciais, os gatos precisam ser testados, no mínimo uma vez na vida, para duas importantes doenças: FIV e FeLV.
Uma vez vermifugado, com o controle de ectoparasitas em dia e testado para FIV e FeLV, o se gato deverá iniciar o protocolo de vacinação (se for um filhote ou um adulto que nunca tomou vacina) ou levá-lo para revacinação anual se for um adulto já vacinado. Para saber mais sobre as vacinas recomendadas para os gatos clique aqui.
E, por fim, o ideal é gatos jovens visitem o veterinário pelo menos uma vez ao ano e os idosos ou com doenças crônicas, vão ao veterinário no mínimo duas vezes ao ano.
10. Castração
A castração em gatos é sempre recomendada, tanto em fêmeas quanto em machos. A castração tem como principal benefício evitar a reprodução indesejada, porém ela também serve para diminuir comportamentos de marcação territorial e brigas. Ainda tá em dúvida sobre a castração? Clique aqui.
São muitos detalhes sobre os gatos, mas com certeza, com o passar do tempo juntos você saberá decifrar os detalhes do seu bichano melhor do que ninguém!
O aumento da longevidade dos animais de estimação tem contribuído para a maior frequência de problemas ligados à senilidade, como o câncer. Atualmente, a casuística de tumores em cães e gatos é uma das causas de sofrimento e óbito destes animais. A Medicina Veterinária se move na busca de recursos terapêuticos que permitam melhorar a qualidade de vida de animais portadores de tumores. e Com isso, também reduz o impacto para os proprietários que sofrem juntamente com seus companheiros de vida.
Entre os tumores mais comuns, os cutâneos aparecem com alta frequência pelo fato da pele ser o maior órgão do corpo e representar a barreira física entre o ambiente e o organismo sofrendo uma exposição direta aos fatores oncogênicos que propiciam as formações neoplásicas.
O mastocitoma canino é um dos tumores cutâneos mais frequentes, que aparece como uma massa cutânea medindo em média 2 a 5 cm de diâmetro e 1 a 3 cm de altura. Além deste sinal clínico, o animal acometido por esta neoplasia também pode apresentar manifestações de prurido (coceira), edema e úlceras na pele, bem como alterações sistêmicas como: anorexia, vômito, diarreia, melena (presença de sangue nas fezes) e anemia.
A escolha do tratamento em casos de mastocitoma será definida a partir do grau clínico do tumor, sendo a excisão cirúrgica ampla, uma das principais escolhas. A quimioterapia correlacionada à ressecção (retirada do tumor) é indicada como terapia adjuvante para mastocitoma e em pacientes com metástases. Lembrando que é indispensável uma consulta com o médico-veterinário e uma avaliação detalhada para que o profissional estabeleça o diagnóstico e o melhor protocolo de tratamento.
Os tumores mamários caninos também representam uma importante parcela da casuística dos atendimentos clínico-cirúrgicos em clínicas veterinárias, correspondendo de 25% a 50% dos tumores caninos e, entre eles, a metade é considerada maligno. Em gatas, apesar da casuística elevada, ainda há poucos estudos relacionados aos tumores de mama nesta espécie.
Em cadelas, a frequência dos tumores mamários espontâneos é de duas a três vezes superior quando comparada a incidência desta neoplasia em mulheres. São encontrados em animais de meia idade e idosos, sem predisposição de raça e quando diagnosticada no início, a neoplasia de mama tem elevada chance de cura.
Os tumores de mama se apresentam como nódulos circunscritos com tamanho, consistência e mobilidade variável, podendo estar associados a ulcerações da pele e reações inflamatórias locais. Sabe-se que metástases são frequentemente observadas em linfonodos regionais (axilares e inguinais) e em localizações distantes como outros linfonodos, pulmões, coração, baço, adrenais e encéfalo.
Procedimentos cirúrgicos para remoção de mastocitomas ou tumores mamários são necessários e causam em geral grande preocupação no período pós-operatório, demandando cuidados intensos com a cicatrização destas feridas cirúrgicas por um período longo. Durante esse período é imprescindível o acompanhamento de um medico-veterinário, pois só um profissional da área será capaz de avaliar sobre a evolução do processo de cicatrização das feridas cirúrgicas.
Para uma cicatrização rápida e de melhor qualidade para cães e gatos, a Ourofino conta em sua linha com o Regepil, produto de uso tópico e formulação exclusiva com potente ação cicatrizante.
Dentre as possibilidades de uso do Regepil, além de feridas cirúrgicas, o produto pode ser indicado para feridas crônicas, feridas localizadas em região de difícil cicatrização, animais com comprometimento do processo de cicatrização fisiológico, decorrente de uma condição clínica pré-existente ou de algum tratamento concomitante, de modo a contribuir e acelerar o processo de cicatrização.
Para a correta evolução do processo de cicatrização de feridas são necessários cuidados especiais, a fim de proteger a região a ser cicatrizada de eventuais lambeduras, mordeduras e arranhaduras, que podem interferir negativamente no tratamento da ferida. O intervalo entre aplicações do produto Regepil é variável de acordo com o tipo de ferida e com as condições da região a ser cicatrizada, ficando a critério do médico-veterinário a definição do intervalo entre doses, de acordo com o protocolo de tratamento estabelecido.
Os parasitas intestinais dos cães, popularmente conhecidos como vermes, estão entre os agentes patogênicos mais encontrados em animais de companhia e constituem uma das principais causas de transtornos intestinais em cães. As verminosesapresentam uma grande importância para a saúde pública devido ao alto potencial em causar doenças em humanos, as chamadas zoonoses.
Em cães a prevalência de verminoses gastrintestinais é elevada, sendo que os animais mais jovens são mais suscetíveis e apresentam manifestações clínicas mais graves. Cães com parasitoses gastrointestinais sofrem ação irritante e espoliativa dos helmintos que causam anorexia, diarreia, vômito e retardo no crescimento. Também levao organismo a um quadro de imunossupressão que contribui para o aparecimento de processos de natureza infecciosa de origem bacteriana e viral.
Além da importância clínica veterinária, tais vermes também estão envolvidos na transmissão de zoonoses. Sabe-se que parasitas de diversas espécies do gênero Ancylostoma spp. causam em humanos uma zoonose conhecida como Larva migrans cutânea, popularmente chamada de bicho geográfico; o verme Toxocara canis é o responsável pela transmissão da Larva migrans visceral, bem como o Dipylidium caninum, que provoca a dipilidiose em cães, apesar de não causar lesões graves pode também acometer o homem.
Dentre outros parasitas de cães, podemos citar o protozoário Giardia spp., responsável em ocasionar a doença giardíase, considerada uma zoonose com sintomas semelhantes aos causados pelos vermes e que ocorre através da ingestão de cistos de Giárdia na água, verduras, frutas ou objetos contaminados (mãos levadas à boca).
O protocolo de vermifugação deverá ser realizado de acordo com recomendação do médico-veterinário. O aconselhável éuma dose de reforço 15 dias após cada vermifugação e a repetição do protocolo deverá ser realizada a cada 6 meses, 4 meses ou 3 meses, dependendo do ambiente (“desafio”) onde o animal vive.
Na linha Pet da Ourofino Saúde Animal há o Top Dog, vermífugo palatável com o sabor que os cães adoram, indicado para o combate e controle de parasitas internos (helmintos) de cães com atuação em vermes redondos (nematódeos) e vermes chatos (cestódeos). Top Dog é também indicado para o tratamento da Giardíase (causada pelo protozoário Giardia sp). Neste caso, a vermifugação deve acontecer durante três dias consecutivos.
Para o sucesso das vermifugações também são recomendadas algumas medidas de higiene como: oferecer ao animal alimentos frescos e limpos; água clorada ou filtrada; manter o ambiente limpo, recolhendo as fezes dos animais e utilizando desinfetantes, como o Cloreto de Benzalcônio (amônia quaternária). Essa medida é imprescindível para o sucesso do tratamento da giardíase, pois a transmissão da Giárdia nos animais ocorre pela ingestão de cistos (“ovos”) de protozoários que foram eliminados nas fezes dos animais infectados e que estão presentes no meio ambiente. O Cloreto de Benzalcônio atua na inativação dos cistos impedindo a reinfecção dos animais.
A infestação por ectoparasitas aumenta com a chegada do clima quente, principalmente nesta época do ano. As pulgas e os carrapatos precisam de calor e umidade para se reproduzirem, por isso de dezembro a março as infestações são mais favoráveis.
Neste caso, a prevenção também sempre é a mais indicada. O uso contínuo de produtos que auxiliam no controle dos ectoparasitas em pets é essencial. A maior população de pulgas e carrapatos está no ambiente, então o tratamento apenas em cães e nos gatos não é eficaz para controlá-los. Como parte do ciclo de vida destes parasitas ocorre no ambiente, ele também deve ser tratado para interromper o desenvolvimento. As populações de pulgas e carrapatos adultos que se encontram nos animais representam apenas 5%. Já os outros 95% estão no ambiente em forma de ovos ou larvas de pulgas; ou ovos, larvas ou ninfas de carrapato.
As pulgas e os carrapatos se comportam diferentemente no ambiente. Enquanto as formas imaturas das pulgas preferem os locais abaixo do nível do solo, os carrapatos adultos e suas formas imaturas se escondem em locais altos, ou seja, acima do nível do solo. Engana-se quem pensa que as infestações destes parasitas no ambiente só acontecem em áreas externas. Com o pet inserido cada vez mais dentro do contexto familiar, é preciso dar atenção ao interior das residências, como os sofás, as cortinas, os tapetes e osarmários embutidos. O local onde o cão ou o gato costumam repousar e passar a maior parte do tempo deve ser frequentemente monitorado e higienizado, já que pode haver infestação.
A aplicação de produtos inseticidas no ambiente e o uso rotineiro do aspirador de pó (neste caso, para o controle de pulgas) também são necessários.
Para o controle de ectoparasitas a Ourofino Pet conta dois produtos: o NEOPet, produto com ação pulicida e carrapaticida, à base de Fipronil. Outra opção é a Leevre, coleira ectoparasiticida à base de Deltametrina e Propoxur, indicada para auxílio na prevenção e controle do vetor da Leishmaniose, o mosquito-palha, e das infestações de carrapatos e pulgas.
Antes da chegada do pet em seu novo lar, tudo já deve estar preparado para recebê-lo, isto é, ele já deve ter um lugar para fazer suas necessidades, além de um ambiente acolhedor para dormir.
Os primeiros dias são de adaptação e descobertas, para isto é preciso muita paciência e também é importante manter o pet em um ambiente restrito e seguro. Essa fase de adaptação pode ser estressante para o filhote e isto pode acarretar alguns problemas como desarranjo gastrointestinal. Para evitar que isto ocorra é importante manter a alimentação que ele estava habituado a receber pelo menos nos primeiros quinze dias, não ficar com ele no colo por períodos prolongados, brincar e exercitar o filhote e respeitar seus períodos de sono.
Cuidados básicos de saúde são extremamente importantes nesta fase, portanto é fundamental que nos primeiros dias ele passe por uma consulta com um médico-veterinário, nesta consulta você será orientado quanto ao esquema de vacinação, vermifugação e controle de ectoparasitas (pulgas, carrapatos e mosquitos, por exemplo).
A Ourofino conta em sua linha com o Top Dog, vermífugo palatável, indicado para o combate e controle de parasitas internos (helmintos) de cães com atuação em vermes redondos (nematódeos) e vermes chatos (cestódeos). O protocolo de vermifugação deverá ser realizado de acordo com recomendação do médico-veterinário, sendo aconselhável uma dose de reforço 15 dias após cada vermifugação e a repetição do protocolo deverá ser realizada a cada 3 a 5 meses, dependendo do ambiente onde o animal vive.
Além do vermífugo Top Dog, a Ourofino conta em sua linha com o NEOPet, produto com ação pulicida e carrapaticida, à base de Fipronil, molécula muito utilizada e de eficácia e segurança bastantes consagradas. A Leevre, coleira ectoparasiticida à base de Deltametrina e Propoxur, é indicada para auxílio na prevenção e controle do vetor da leishmaniose e das infestações de carrapatos e pulgas em cães.
De maneira gradual cuidados de higiene também devem ser instituídos para que o pet se acostume com eles. Dentre eles, a limpeza dos olhos e ouvidos, escovação dos pelos, corte das unhas e banhos.
Os filhotes podem choramingar nos primeiros dias em seu novo lar. Para amenizar esta situação você pode deixar uma peça de roupa ou um objeto que esteja com seu cheiro e até mesmo deixar um rádio em volume baixo com músicas clássicas que podem acalmá-lo. Nos primeiros meses os filhotes são curiosos e podem destruir objetos seus e de sua casa, para evitar que isso ocorra, dê a ele brinquedos e petiscos apropriados para esta fase.
Se tudo for feito de maneira correta e o pet for recebido com muito amor e carinho certamente será seu melhor amigo por muito tempo!