Assim como acontece com os seres humanos, nos cães e gatos a pele apresenta várias funções importantes no organismo, como atuar como barreira protetora contra microrganismos agressores, agentes físicos e químicos, além de proteger contra a perda de água para o meio externo. Já os pelos apresentam a função de isolamento térmico.

 

Ainda que a estrutura da pele seja semelhante entre humanos e animais, algumas diferenças importantes são observadas. Sabe-se que a epiderme de cães e gatos varia em espessura de acordo com a parte do corpo assim como a dos humanos, e que essa espessura é geralmente mais fina nos cães e, principalmente, nos gatos, chegando a ser três vezes mais fina que a dos humanos, o que facilita a entrada de substâncias causadoras de alergias e outros agentes infecciosos como bactérias e fungos, sendo, de grande importância que a integridade da barreira cutânea, ou seja, da camada mais superficial da pele seja mantida. Esta barreira que além de atuar protegendo e prevenindo a pele da penetração de microrganismos e agentes externos irritantes, também é responsável pela manutenção da hidratação cutânea, onde em casos de desequilíbrio desta barreira, um dos problemas notados, será o ressecamento da pele.

 

Desta forma, pensando na restauração da barreira cutânea e nos cuidados com a pele seca, é essencial o uso de produtos tópicos como shampoo, spray e sérum, que contenham em sua formulação a combinação de ativos como hidratantes, vitaminas, óleos e os próprios repositores da barreira cutânea. Atuando juntos, esses ativos terão um papel fundamental para o auxílio no reestabelecimento e na manutenção da hidratação da pele.

 

Hora do banho: quais são os principais cuidados?

Antes de iniciar o banho, é indicado que os pelos sejam escovados, eliminando pequenos nós, facilitando assim a lavagem. Em alguns casos, se a presença de nós nos pelos for abundante, poderá ser necessário que o pet seja tosado antes de passar pelo banho.  A limpeza da área externa das orelhas também pode ser feita no momento do banho, sempre com o uso de produtos específicos e seguindo as recomendações de bula. Importante: sempre lembrar de proteger o canal auditivo com algodão, evitando assim a entrada de água durante o banho.

 

Ao dar início à lavagem do animal, o shampoo de escolha, deverá ser aplicado em quantidade desejada e massageando todas as áreas do corpo, de forma a produzir uma espuma e cobrir toda a pele e pelagem do seu animalzinho. Após aplicação do shampoo, aguardar de 5 a 10 minutos e enxaguar bem, sem deixar resíduos e sempre protegendo os olhos e ouvidos, para evitar a entrada de água.

 

O enxague abundante ajuda a promover a hidratação da pele, e deverá ser feito até a água sair limpa. As patas, axilas e cauda são os lugares de maior dificuldade para fazer o enxague e merecem atenção. Nos animais de pelagem longa, o enxague pode levar mais tempo para ser realizado do que o próprio banho. O excesso de água deve ser eliminado com as mãos, antes de colocar a toalha para fazer a secagem, seguido do uso do secador.

 

Durante a secagem, uma atenção especial deve ser dada aos lugares do corpo com a pelagem mais densa, pois são os locais que levam mais tempo para secar.  O momento de secagem deve ser por completo, para evitar que apareçam doenças causadas pela umidade, como o crescimento de fungos na pele.

 

Ainda que não existam regras sobre a quantidade ideal e o intervalo entre os banhos, a necessidade de maior frequência de banhos pode estar nos cães, sendo que os gatos geralmente apresentam uma maior resistência e isso deve ser respeitado. Como alternativa para o auxílio na manutenção da hidratação da pele e pelagem dos gatos, o uso de spray e sérum, que não necessitam de enxágue, são opções vantajosas, assim como o uso destes produtos nos intervalos entre os banhos dos cães, buscando prolongar os efeitos da hidratação.

 

Vale sempre reforçar que o momento do banho deve ser agradável e prazeroso para os animais e a frequência em que seu pet será banhado, deverá ser ajustada a critério do médico veterinário, de acordo com as características individuais do animal.

 

Soluções Ourofino para os cuidados e a manutenção da pele seca

E com uma proposta de suavidade e hidratação para pele dos cães e gatos, a Ourofino Pet lança a linha Bris com a melhor tecnologia dermocosmética, e em especial para a pele seca, conta com as opções de shampoo, spray e sérum. Os produtos possuem em sua formulação, ativos essenciais para a manutenção da barreira cutânea, como a fitoesfingosina. Além disso, esses produtos trazem a nanotecnologia que aumenta a ação dos ativos melhorando a eficácia deles e apresentam fragrância suave e livre de alérgenos.

 

Para a pele seca, as opções disponíveis são o Shampoo Equilíbrio Pele Seca, Spray Equilíbrio Pele Seca e Sérum Equilíbrio Pele Seca:

 

  •  Shampoo Equilíbrio Pele Seca contém em sua formulação fitoesfingosina, aloe vera, vitaminas A e E e óleo de girassol nanoencapsulados, ativos que promovem a limpeza suave e hidratação profunda proporcionando a integridade da barreira cutânea. Sendo indicado para todos os tipos de pele, especialmente para a pele seca.
  • Spray Equilíbrio Pele Seca é composto por fitoesfingosina, calêndula e ômegas nanoencapsulados de óleos de coco, de argan e de abacate, associado a presença de um complexo vegetal que irá atuar como adjuvante no controle da perda excessiva de água da pele, nutrindo e hidratando profundamente a pele seca nos intervalos entre os banhos.
  • Sérum Equilíbrio Pele Seca apresenta em sua formulação fitoesfingosina, ceramidas, ômegas derivados de óleos de girassol, de macadâmia, de oliva e de gergelim associada à ação da calêndula nanoencapsulada, promovendo a hidratação profunda que mantém a integridade da barreira cutânea.

 

Lembre-se sempre de procurar um médico-veterinário para que seja realizada a avaliação adequada da pele e da pelagem do seu animalzinho, antes de adquirir e utilizar qualquer produto no seu pet.

O aumento da longevidade dos animais de estimação tem contribuído para a maior frequência de problemas ligados à senilidade, como o câncer. Atualmente, a casuística de tumores em cães e gatos é uma das causas de sofrimento e óbito destes animais. A Medicina Veterinária se move na busca de recursos terapêuticos que permitam melhorar a qualidade de vida de animais portadores de tumores. e Com isso, também reduz o impacto para os proprietários que sofrem juntamente com seus companheiros de vida.

 

Entre os tumores mais comuns, os cutâneos aparecem com alta frequência pelo fato da pele ser o maior órgão do corpo e representar a barreira física entre o ambiente e o organismo sofrendo uma exposição direta aos fatores oncogênicos que propiciam as formações neoplásicas.

 

O mastocitoma canino é um dos tumores cutâneos mais frequentes, que aparece como uma massa cutânea medindo em média 2 a 5 cm de diâmetro e 1 a 3 cm de altura. Além deste sinal clínico, o animal acometido por esta neoplasia também pode apresentar manifestações de prurido (coceira), edema e úlceras na pele, bem como alterações sistêmicas como: anorexia, vômito, diarreia, melena (presença de sangue nas fezes) e anemia.

 

A escolha do tratamento em casos de mastocitoma será definida a partir do grau clínico do tumor, sendo a excisão cirúrgica ampla, uma das principais escolhas. A quimioterapia correlacionada à ressecção (retirada do tumor) é indicada como terapia adjuvante para mastocitoma e em pacientes com metástases.  Lembrando que é indispensável uma consulta com o médico-veterinário e uma avaliação detalhada para que o profissional estabeleça o diagnóstico e o melhor protocolo de tratamento.

 

Os tumores mamários caninos também representam uma importante parcela da casuística dos atendimentos clínico-cirúrgicos em clínicas veterinárias, correspondendo de 25% a 50% dos tumores caninos e, entre eles, a metade é considerada maligno. Em gatas, apesar da casuística elevada, ainda há poucos estudos relacionados aos tumores de mama nesta espécie.

 

Em cadelas, a frequência dos tumores mamários espontâneos é de duas a três vezes superior quando comparada a incidência desta neoplasia em mulheres. São encontrados em animais de meia idade e idosos, sem predisposição de raça e quando diagnosticada no início, a neoplasia de mama tem elevada chance de cura.

 

Os tumores de mama se apresentam como nódulos circunscritos com tamanho, consistência e mobilidade variável, podendo estar associados a ulcerações da pele e reações inflamatórias locais. Sabe-se que metástases são frequentemente observadas em linfonodos regionais (axilares e inguinais) e em localizações distantes como outros linfonodos, pulmões, coração, baço, adrenais e encéfalo.

 

Procedimentos cirúrgicos para remoção de mastocitomas ou tumores mamários são necessários e causam em geral grande preocupação no período pós-operatório, demandando cuidados intensos com a cicatrização destas feridas cirúrgicas por um período longo. Durante esse período é imprescindível o acompanhamento de um medico-veterinário, pois só um profissional da área será capaz de avaliar sobre a evolução do processo de cicatrização das feridas cirúrgicas.

 

Para uma cicatrização rápida e de melhor qualidade para cães e gatos, a Ourofino conta em sua linha com o Regepil, produto de uso tópico e formulação exclusiva com potente ação cicatrizante.

 

Dentre as possibilidades de uso do Regepil, além de feridas cirúrgicas, o produto pode ser indicado para feridas crônicas, feridas localizadas em região de difícil cicatrização, animais com comprometimento do processo de cicatrização fisiológico, decorrente de uma condição clínica pré-existente ou de algum tratamento concomitante, de modo a contribuir e acelerar o processo de cicatrização.

 

Para a correta evolução do processo de cicatrização de feridas são necessários cuidados especiais, a fim de proteger a região a ser cicatrizada de eventuais lambeduras, mordeduras e arranhaduras, que podem interferir negativamente no tratamento da ferida. O intervalo entre aplicações do produto Regepil é variável de acordo com o tipo de ferida e com as condições da região a ser cicatrizada, ficando a critério do médico-veterinário a definição do intervalo entre doses, de acordo com o protocolo de tratamento estabelecido.

Os parasitas intestinais dos cães, popularmente conhecidos como vermes, estão entre os agentes patogênicos mais encontrados em animais de companhia e constituem uma das principais causas de transtornos intestinais em cães. As verminosesapresentam uma grande importância para a saúde pública devido ao alto potencial em causar doenças em humanos, as chamadas zoonoses.

 

Em cães a prevalência de verminoses gastrintestinais é elevada, sendo que os animais mais jovens são mais suscetíveis e apresentam manifestações clínicas mais graves. Cães com parasitoses gastrointestinais sofrem ação irritante e espoliativa dos helmintos que causam anorexia, diarreia, vômito e retardo no crescimento. Também levao organismo a um quadro de imunossupressão que contribui para o aparecimento de processos de natureza infecciosa de origem bacteriana e viral.

 

Além da importância clínica veterinária, tais vermes também estão envolvidos na transmissão de zoonoses. Sabe-se que parasitas de diversas espécies do gênero Ancylostoma spp. causam em humanos uma zoonose conhecida como Larva migrans cutânea, popularmente chamada de bicho geográfico; o verme Toxocara canis é o responsável pela transmissão da Larva migrans visceral, bem como o Dipylidium caninum, que provoca a dipilidiose em cães, apesar de não causar lesões graves pode também acometer o homem.

 

Dentre outros parasitas de cães, podemos citar o protozoário Giardia spp., responsável em ocasionar a doença giardíase, considerada uma zoonose com sintomas semelhantes aos causados pelos vermes e que ocorre através da ingestão de cistos de Giárdia na água, verduras, frutas ou objetos contaminados (mãos levadas à boca).

 

O protocolo de vermifugação deverá ser realizado de acordo com recomendação do médico-veterinário. O aconselhável éuma dose de reforço 15 dias após cada vermifugação e a repetição do protocolo deverá ser realizada a cada 6 meses, 4 meses ou 3 meses, dependendo do ambiente (“desafio”) onde o animal vive.

 

Na linha Pet da Ourofino Saúde Animal há o Top Dog, vermífugo palatável com o sabor que os cães adoram, indicado para o combate e controle de parasitas internos (helmintos) de cães com atuação em vermes redondos (nematódeos) e vermes chatos (cestódeos). Top Dog é também indicado para o tratamento da Giardíase (causada pelo protozoário Giardia sp). Neste caso, a vermifugação deve acontecer durante três dias consecutivos.

 

Para o sucesso das vermifugações também são recomendadas algumas medidas de higiene como: oferecer ao animal alimentos frescos e limpos; água clorada ou filtrada; manter o ambiente limpo, recolhendo as fezes dos animais e utilizando desinfetantes, como o Cloreto de Benzalcônio (amônia quaternária). Essa medida é imprescindível para o sucesso do tratamento da giardíase, pois a transmissão da Giárdia nos animais ocorre pela ingestão de cistos (“ovos”) de protozoários que foram eliminados nas fezes dos animais infectados e que estão presentes no meio ambiente. O Cloreto de Benzalcônio atua na inativação dos cistos  impedindo a reinfecção dos animais.

A infestação por ectoparasitas aumenta com a chegada do clima quente, principalmente nesta época do ano. As pulgas e os carrapatos precisam de calor e umidade para se reproduzirem, por isso de dezembro a março as infestações são mais favoráveis.

 

Neste caso, a prevenção também sempre é a mais indicada. O uso contínuo de produtos que auxiliam no controle dos ectoparasitas em pets é essencial. A maior população de pulgas e carrapatos está no ambiente, então o tratamento apenas em cães e nos gatos não é eficaz para controlá-los. Como parte do ciclo de vida destes parasitas ocorre no ambiente, ele também deve ser tratado para interromper o desenvolvimento. As populações de pulgas e carrapatos adultos que se encontram nos animais representam apenas 5%. Já os outros 95% estão no ambiente em forma de ovos ou larvas de pulgas; ou ovos, larvas ou ninfas de carrapato.

 

As pulgas e os carrapatos se comportam diferentemente no ambiente. Enquanto as formas imaturas das pulgas preferem os locais abaixo do nível do solo, os carrapatos adultos e suas formas imaturas se escondem em locais altos, ou seja, acima do nível do solo. Engana-se quem pensa que as infestações destes parasitas no ambiente só acontecem em áreas externas. Com o pet inserido cada vez mais dentro do contexto familiar, é preciso dar atenção ao interior das residências, como os sofás, as cortinas, os tapetes e osarmários embutidos. O local onde o cão ou o gato costumam repousar e passar a maior parte do tempo deve ser frequentemente monitorado e higienizado, já que pode haver infestação.

 

A aplicação de produtos inseticidas no ambiente e o uso rotineiro do aspirador de pó (neste caso, para o controle de pulgas) também são necessários.

 

Para o controle de ectoparasitas a Ourofino Pet conta dois produtos: o NEOPet, produto com ação pulicida e carrapaticida, à base de Fipronil. Outra opção é a Leevre, coleira ectoparasiticida à base de Deltametrina e Propoxur, indicada para auxílio na prevenção e controle do vetor da Leishmaniose, o mosquito-palha, e das infestações de carrapatos e pulgas.

A inflamação do ouvido dos pets, mais conhecida como otite, pode ser causada por bactérias, fungos, parasitas (carrapatos, sarna de orelha), produção excessiva de cera, traumas, presença de algum corpo estranho (como água durante o banho), falta de higiene ou a própria conformação auricular.

 

Casos crônicos de otite, definidos como infecção recorrente ou contínua do conduto auditivo externo por um período igual ou superior a seis meses, apresentam casuística em torno de 76,7% e é um dos problemas de maior relevância na clinica veterinária. Sabe-se que em todos os casos há uma causa primária para o desenvolvimento da infecção e inflamação, cujas bactérias e/ou fungos associados são considerados como oportunistas.

 

Alguns cães têm maior tendência para desenvolver otites e produzem maior quantidade de cerúmen. São, por exemplo, os cães de raças que possuem as orelhas caídas (pendulares), como Cocker Spaniel, Golden Retriever e Basset Hound. Nestes cães a conformação das orelhas dificulta o arejamento e torna o conduto auditivo quente e úmido, ambiente propício para o desenvolvimento de otites.

 

As causas perpetuantes são definidas como processos ou fatores que não são responsáveis pelo início da otite, porém, fazem com que a doença continue impedindo o canal auditivo de efetivamente curar a infecção. Dentre os fatores estão a presença de bactérias e fungos, tratamento inadequado da orelha e tratamento excessivo com limpadores de ouvido e / ou medicamentos.

 

As otites recidivantes podem ser causadas pelo uso incorreto de antibióticos e falhas no diagnóstico. Por isso é muito importante que o diagnóstico da otite seja criterioso e o mais assertivo possível, para que o tratamento seja adequado tentando diminuir a probabilidade de recidivas. Se você notar que o ouvido do seu pet está com alguma alteração indicativa de problema otológico procure logo o atendimento de um médico veterinário para que ele avalie a situação e indique as melhores soluções.

 

Uma vez estabelecidas, as causas perpetuantes devem ser adequadamente tratadas, sempre em conjunto com o tratamento das doenças primárias e causas predisponentes.

Os principais sintomas da otite são coceira intensa, vermelhidão, cheiro forte, cera de coloração alterada, dor à palpação dos condutos auditivos, escoriações próximas a base da orelha, inchaço, dor, além de causar um grande desconforto para o pet. Um dos comportamentos bastante observado nos animais com otite é o balançar de cabeça de um lado para outro.

 

A limpeza dos ouvidos é uma medida muito importante, pois mantém as orelhas limpas e saudáveis e consequentemente previne o surgimento das inflamações, infecções e alergias que causam coceira, desconforto e dor.

 

As estruturas que compõem os ouvidos são muito delicadas e, por esta razão, a limpeza deve ser feita de maneira muito cuidadosa. Nos casos de animais com otites é importante seguir a orientação do médico-veterinário quanto à frequência da higienização. A Ourofino conta em sua linha com o Limp & Hidrat, uma solução de limpeza otológica formulada com extratos vegetais que proporcionam uma limpeza suave e eficiente, promove hidratação da pele do ouvido e tem um agradável cheirinho de lavanda.

 

A utilização de produtos tópicos polivalentes à base de anti-inflamatórios, antifúngicos e antibióticos associados à limpeza rotineira do pavilhão auricular, faz parte do protocolo de tratamento em quadros de otite crônica.

A inflamação do ouvido dos cães, mais conhecida como otite, pode ser causada por bactérias, fungos, parasitas (carrapatos, sarna de orelha), produção excessiva de cera, traumas, presença de algum corpo estranho (como água durante o banho), falta de higiene ou a própria conformação auricular. Alguns pets têm mais tendência para desenvolver otites e produzem mais cerúmen, por exemplo, os cães de raças que possuem as orelhas caídas (pendulares), como Cocker Spaniel, Golden Retriever e Basset Hound. Nesses animais, a conformação das orelhas dificulta o arejamento e torna o conduto auditivo quente e úmido, ambiente propício para o desenvolvimento de inflamações.

 

Os principais sintomas da otite são coceira intensa, vermelhidão, cheiro forte, cera de coloração alterada, além de causar um grande desconforto para o pet. Um dos comportamentos bastante observado nos cães com inflamações no ouvido é balançar a cabeça de um lado para outro e a dor ao toque na região.

A limpeza dos ouvidos dos animais de companhia é uma medida muito importante, pois mantém as orelhas limpas, saudáveis e, consequentemente, previne o surgimento das inflamações, infecções e alergias que causam coceira, desconforto e dor.

 

As estruturas que compõem os ouvidos dos cães são muito delicadas e, por esta razão, a limpeza deve ser feita de maneira muito cuidadosa. Normalmente deve ser feita a cada 15 dias. Nos casos de pets com otites, é importante seguir a orientação do médico-veterinário quanto à frequência da higienização. A Ourofino oferece o Limp & Hidrat em seu portfólio, uma solução de limpeza otológica formulada com extratos vegetais que proporcionam uma higienização suave e eficiente, promove hidratação da pele do ouvido e tem um agradável cheiro de lavanda.

Um dos principais cuidados que se deve ter com os pets ainda filhotes é mantê-los livres de infestações de pulgas e carrapatos.  Por meio das picadas os parasitas levam o  desconforto aos animais devido à coceiras e reações alérgicas, além de atuarem na transmissão de doenças infecciosas e verminoses, prejudicando assim a saúde deles.

 

Sabemos que a infestação de ectoparasitas se torna mais comum com a chegada do clima mais quente e úmido e, que na maioria das vezes os animais de companhia são infestados em parques, praças e através do contato com outros animais em passeios já nos primeiros meses de vida, levando os parasitas para dentro de casa.

 

Para o controle dos  ectoparasitas, a partir dos 30 dias de idade em cães, a Ourofino conta com o NEOPet, produto de uso tópico que atua por contato, não sendo necessário a picada dos parasitas no animal para que haja a atuação do princípio ativo. NEOPet deve ser utilizado a cada 30 dias com no mínimo três aplicações consecutivas. Para cada peso existe uma apresentação do produto específica.

 

Tão importante quanto o controle das infestações nos animais, é o combate desses parasitas no ambiente, já que quando nos deparamos com infestações de carrapatos e pulgas em cães e gatos, o que vemos representa apenas uma pequena parcela da população presente no ambiente. Assim, recomenda-se que o local onde o filhote costuma repousar e passar a maior parte do tempo seja frequentemente monitorado, uma vez que a infestação ambiental pode certamente estar presente.

 

O controle ambiental com inseticidas específicos deve ser feito de acordo com as orientações dadas pelo médico-veterinário ou por empresas especializadas em dedetização. O intervalo entre as aplicações do tratamento ambiental poderá variar de acordo com o nível de infestação e deverá ser realizado frequentemente.

 

Além dos cuidados com o ambiente e o uso contínuo de produtos ectoparasiticidas em filhotes, que deverá se estender até a fase adulta, manter o animal saudável e nutrido também irá contribuir para o controle de ectoparasitas, pois com o aumento da imunidade a tendência ao aparecimento de infestações permanecerá menor.

Por muito tempo acreditava-se que os animais não sentiam dores como os seres humanos ou que as percebiam de forma diferente. Atualmente, existem estudos que comprovam a semelhança entre homens e animais na relação com a neuroanatomia, destacando a ideia de que eles experimentam a dor de forma similar.

 

O controle da dor nos gatos, por exemplo, foi negligenciado por um longo período quando comparado ao tratamento de dor nos cães. Entretanto, nos últimos anos esse perfil mudou e tanto a avaliação, quanto o tratamento nos felinos recebem crescente atenção.

 

Além das mudanças fisiológicas, o gato com dor demonstra alterações comportamentais. Para perceber os sinais é muito importante conhecer a fundo o comportamento individual de seu pet. Os gatos com dor apresentam perda de peso e emagrecimento, postura anormal, agressividade, apetite diminuído ou ausente, tristeza, depressão e automutilação. Além dessas características, é possível notar a diminuição da capacidade de saltar, a redução ou a ausência da auto-higienização e a falta do uso da caixa de areia para fazer suas necessidades.

 

A dor pode ter inúmeras causas, portanto se observar algo estranho ou anormal em seu pet leve-o ao médico-veterinário. Por meio de uma avaliação detalhada será possível identificar a dor, avaliá-la e determinar o melhor tratamento!

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