Viajar é sempre uma ocasião especial, e para aqueles que possuem cães ou gatos, o planejamento precisa ter cuidados adicionais para o bem-estar dos nossos amigos de patas. Seja para uma longa viagem de carro ou de avião, ou até mesmo para deixar os seus pets em um local especializado, como um hotel para animais ou uma creche, é fundamental se preparar adequadamente. Confira nossas dicas e aproveite as férias com seu pet!

 

Preparativos antes da viagem 

Antes de colocar o pé na estrada ou embarcar, é essencial visitar o veterinário. Certifique-se de que as vacinas do seu animal de estimação estão atualizadas, solicite conselhos sobre saúde e verifique se ele necessita de um antipulgas ou vermífugo. Conte com Banni, Banni3, Neopet e TopDog. Caso vá viajar de avião, não esqueça de verificar as exigências da companhia aérea para transporte de animais, como caixas de transporte e documentação necessária.

Monte um kit de viagem com água fresca, ração suficiente para o período, brinquedos favoritos e um item com o seu cheiro, como uma mantinha, para que ele se sinta mais confortável.

 

Quais são os cuidados essenciais para pets durante longas viagens de carro ou avião? 

Seja de carro ou avião, garantir a segurança e o conforto do pet é a prioridade.

Viagens de Carro:

  • Use uma caixa de transporte ou um cinto de segurança específico para pets. Isso protege não só o animal, mas todos os ocupantes do veículo.
  • Faça paradas regulares a cada duas ou três horas para que o pet possa se hidratar, esticar as patas e fazer as necessidades.
  • Evite alimentar o pet logo antes da viagem para reduzir o risco de enjoos.

 

Viagens de Avião:

  • Familiarize seu pet com a caixa de transporte antes do voo, para que ele não a associe a algo negativo.
  • Escolha voos diretos para minimizar o tempo de estresse do animal.
  • Considere produtos que ajudam a reduzir o estresse, como Seren, sempre com orientação veterinária.

 

Devo levar meu pet ou deixá-lo em um hotelzinho? 

Essa é uma dúvida comum entre os tutores. Para decidir, leve em conta o temperamento do seu pet e a duração da viagem. Se ele for ansioso ou se o destino tiver regras restritas para animais, um hotel para animais ou uma creche, pode ser uma boa opção. Pesquise com antecedência, visite o local e converse com os cuidadores para garantir um serviço de qualidade.

 

Produtos que fazem a diferença 

Durante as viagens, produtos como Seren e Seren Snacks (suplemento composto por triptofano e camomila), probióticos como Biocanis para evitar desconfortos digestivos e tapetes higiênicos são aliados importantes.

A Ourofino Pet oferece soluções que ajudam a manter o bem-estar do seu pet, onde quer que vocês estejam.

 

Adaptação ao novo ambiente 

Ao chegar no destino, deixe seu pet explorar o local com calma.

Ofereça água fresca, um lugar confortável para descansar e mantenha sua rotina de alimentação e brincadeiras. Isso ajuda na adaptação e reduz o estresse.

 

Viajar com cães e gatos exige planejamento, mas com as dicas certas, pode ser uma experiência incrível para toda a família. E aí, pronto para as férias?

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Ao envelhecerem, muitos pets enfrentam desafios de saúde, e um dos problemas mais comuns é a osteoartrose, também conhecida como artrose.

Assim como em humanos, essa condição afeta as articulações, causando dor e desconforto. Neste blog, vamos falar sobre a osteoartrose em cães e gatos, seus sintomas, causas e como cuidar dos pets com essa condição.

 

O que é Osteoartrose em Pets?

A osteoartrose é uma doença degenerativa das articulações que afeta principalmente cães e gatos mais velhos.

Ela se manifesta quando a cartilagem que cobre as pontas dos ossos nas juntas começa a se deteriorar, provocando: dor, inflamação e restrição de movimentos.

Essa condição pode afetar várias articulações, como quadris, joelhos, cotovelos e coluna vertebral.

 

Sintomas da Osteoartrose em Pets

Os sintomas da osteoartrose em pets podem variar de acordo com a gravidade da doença e a articulação afetada. Alguns dos sinais mais comuns incluem:

 

1.      Claudicação ou manqueira:

Animais com osteoartrose muitas vezes exibem claudicação, o que significa que coxeiam ou mancam ao caminhar. Isso ocorre devido à dor nas articulações afetadas.

 

2.      Rigidez ao se levantar ou se movimentar:

Os pets podem mostrar rigidez ao se levantarem após períodos de descanso ou podem ter dificuldade em se movimentar normalmente.

 

3.      Inchaço nas articulações:

Articulações afetadas podem ficar inchadas devido à inflamação associada à osteoartrose.

 

4.      Mudanças no comportamento:

Os pets que sofrem com dores articulares podem demonstrar irritação, resistência para brincar ou se locomover, e até mesmo alterações nos padrões de alimentação.

Ao estar ciente dos sinais, agir precocemente e adotar medidas para melhorar a qualidade de vida do seu animal de estimação, você pode garantir que eles continuem a desfrutar de uma vida feliz e saudável, mesmo com essa condição.

 

Causas da Osteoartrose em Pets

A osteoartrose em pets pode ser causada por diversos fatores. As principais causas são:

 

Envelhecimento

Assim como em humanos, o envelhecimento é um fator de risco significativo para o desenvolvimento da osteoartrose em pets. O desgaste natural das articulações ao longo do tempo contribui para a deterioração da cartilagem.

 

Obesidade

O excesso de peso coloca uma pressão adicional nas articulações, aumentando o risco de desenvolvimento de osteoartrose. Manter um peso saudável é crucial para a saúde articular.

 

Lesões articulares

Lesões prévias, como fraturas articulares ou luxações, podem predispor os pets à osteoartrose mais tarde na vida.

 

Predisposição genética

Algumas raças de cães e gatos têm uma predisposição genética para desenvolver osteoartrose. Raças grandes, como Labradores e Pastores Alemães, são mais suscetíveis.

Como tratar Osteoartrose em pets?

Um diagnóstico precoce é essencial para gerenciar eficazmente a osteoartrose. Se você observar sinais de claudicação persistente ou mudanças no comportamento do seu pet, consulte um veterinário para avaliação.

Para auxiliá-lo mantenha um peso saudável, isso é crucial para animais com osteoartrose. A perda de peso pode reduzir a pressão sobre as articulações afetadas, aliviando a dor e melhorando a mobilidade.

 

Atividades físicas de baixo impacto, como natação, podem ser benéficas para animais com osteoartrose. Elas ajudam a manter a flexibilidade e fortalecer os músculos ao redor das articulações.

Suplementos como condroitina e glucosamina presentes no Condromax Pet, podem ajudar a manter a saúde das articulações e reduzir os sintomas da osteoartrose.

 

Ofereça camas macias e confortáveis para seus pets, especialmente aqueles com osteoartrose. Isso reduzirá a pressão sobre as articulações durante o descanso.

O tratamento pode envolver medicamentos anti-inflamatórios, analgésicos, suplementos como o Ativi, que é à base de colágeno não desnaturado, em determinados casos, fisioterapia.

 

Consulte sempre um veterinário para obter o diagnóstico correto e assim você tutor receberá a orientações específicas para o seu pet.

Acompanhe mais informações como essas no Instagram da @ourofinopet e dê sempre o melhor ao seu Pet

Muitos tutores forneçam probióticos aos seus pets durantes quadros de diarreias. Mas você sabia que os probióticos podem ajudar a prevenir doenças, melhorar a saúde e qualidade de vida dos cães e gatos?

Mas o que são probióticos? São microrganismo vivos que podemos fornecer na dieta dos cachorros e gatos. Através desta boa microbiota intestinal irão atuar de diversas formas no organismo do pet, como:

 

  • Atuar na síntese de vitaminas e aminoácidos que serão utilizados pelo animal;
  • Atuar no metabolismo de ácidos biliares;
  • Manter a integridade da barreira intestinal;
  • Proteger o cãozinho e o gatinho contra microrganismos ruins invasores;
  • Além de auxiliar na manutenção de uma boa imunidade dos pets.

Quais características uma cepa probiótica deve ter?

Para que um probiótico seja considerado de boa qualidade, é necessário que apresente algumas características. Veja algumas dessas características:

 

  • Os microrganismo precisam ter a capacidade de sobreviver ao processo de fabricação, armazenamento e transporte até o momento de serem utilizados pelo pet;
  • Essas bactérias precisam ser resistentes ao trato gastrointestinal do pet;
  • Devem ter capacidade também de colonizar e de se fixar à mucosa intestinal;
  • Devem conseguir impedir a aderência de bactérias ruins no intestino do animal;
  • Os probióticos, além das bactérias, devem conter uma quantidade representativa destas para ser eficiente;
  • E deve ser seguro, não invasivo, não carcinogênico e não patogênico ao animal.

Quando posso utilizar um probiótico?

A suplementação com probiótico não possui contraindicações podendo ser administrado aos cães e gatos em qualquer fase da vida e não somente durante o curso de doenças.

O principal motivo de utilização de um probiótico é para manutenção do equilíbrio da microbiota intestinal ou melhora da imunidade. Algumas situações rotineiras podem levar à esse desequilíbrio, tais como:

 

  • Situações que levem o animal à um quadro de estresse;
  • Utilização de antibióticos ou quimioterápicos;
  • Desmame ou troca de ração / alimentação;
  • Quadros de diarreia;
  • Pós viroses;
  • Feiras de exposições e competições;
  • Pós cirurgias e animais debilitados;
  • Após partos;
  • Recém-nascidos;
  • Animais geriátricos;
  • Viagens e transportes.

 

Estas condições podem levar a um quadro de desequilíbrio da microbiota intestinal, o que chamamos de disbiose intestinal e a suplementação com probiótico se faz necessária para contornar essa situação.

 

A Ourofino Saúde Animal conta com o Biocanis, gel probiótico contendo as bactérias probióticas Lactobacillus acidophilus, Bifidobacterium animalis subs. Lactis e Enterococcus faecium sendo indicado em quaisquer situações acima citadas ou qualquer situação em que necessite do aporte de um probiótico. Consulte o médico veterinário para mais informações.

 

Biocanis

Quer saber mais sobre o uso de probióticos em cães e gatos? Acesse agora:

Benefícios da suplementação com probióticos em cães e gatos

 

Referências Bibliográficas

NETO, R.F. et al. Nutrição de cães e gatos em suas diferentes fases de vida. Colloquium Agrariae, vol. 13, n. Especial, Jan–Jun,p. 348-363, 2017

RODRIGUES, Marcela Saiury Hirako. Disbiose em cães. Orientador: Fabiana Sperb Volkweis. 2019. 22f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharel em Medicina Veterinária) – Centro Universitário do P

A chegada  de um filhotinho para a família é sempre um momento especial, afinal de contas quem resiste a fofura de um filhote de cachorrinho ou de um gatinho? Porém é preciso ter alguns cuidados importantes para que seu amiguinho fique bem e não traga riscos a família.

 

Além da vacinação, é importante vermifugar seu filhote para evitar doenças causadas por vermes, que também podem ser transmitidas para humanos.

Você sabia que o filhote já pode nascer com vermes?

 

Quando o filhote não saiu de casa ou não teve contato com outros animais, pode-se pensar que ele está livre de vermes. Porém, alguns parasitas podem ser transmitidos durante a própria gestação, ou mesmo durante a fase de amamentação.

Alguns sinais de que seu filhote pode estar com verminose:

 

  • Vômitos;
  • Diarreias;
  • Abdômen aumentado;
  • Fraqueza;
  • Anemia;
  • Perda de peso;
  • Coceira na região do ânus;
  • Perda de apetite.

 

Além do que alguns vermes podem passar do seu animalzinho para os humanos que convivem no mesmo ambiente!

A vermifugação consiste em administrar um vermífugo (remédio de verme) para o seu cachorrinho ou gatinho, ela é fundamental para que esse filhotinho cresça e se desenvolva bem.

 

Para o filhote, recomendamos fazer a primeira vermifugação com 15 dias de vida, e repetir aos 30 dias de idade. A partir dos 30 dias deve-se vermifugar mensalmente até o filhote completar seis meses de idade.

Ao adquirir seu filhotinho é importante que você se informe se ele já recebeu alguma dose antes de vir para sua família, para que a partir dessa informação você continue o protocolo em casa.

 

Depois dos seis meses a vermifugação deve ser feita a cada três a cinco meses dependendo do estilo de vida e recomendação do médico veterinário. Uma dose de reforço deve ser sempre feita após 15 dias.

Para um maior sucesso nas vermifugações seguem algumas dicas:

 

  1. Todos os animais que convivem no mesmo ambiente devem ser vermifugados no mesmo dia;
  2. Deve-se oferecer ao seu animalzinho água de boa qualidade, mineral ou clorada;
  3.  As fezes devem ser recolhidas diariamente e ser descartada em local correto;
  4. O ambiente deve ser higienizado diariamente com produtos específicos para evitar recontaminação.

 

Atualmente no mercado temos o Top Dog, o vermífugo da Ourofino que elimina os vermes intestinais, com uma formulação completa e segura para deixar seu amiguinhos livres de vermes e saudáveis.

 

 

O Top Dog possui três apresentações adaptando-se muito bem as necessidades e porte de cada animal, além de ser palatável facilitando a administração e tornando esse momento mais prazeroso. Lembrando que o Top Dog só é recomendado para cães.

Consulte o medico veterinário do seu pet e siga suas orientações.

A Febre Maculosa é uma doença grave que, no Brasil, pode ser causada por duas bactérias conhecidas como riquétsias, a Rickettsia rickettsii e a Rickettsia parkeri.

 

No Brasil, a transmissão das bactérias responsáveis pela Febre Maculosa ocorre principalmente através do carrapato-estrela, mas qualquer espécie de carrapato têm a capacidade de transportar essas bactérias, incluindo o carrapato do cachorro.

Os cães podem carregar carrapatos infectados soltos, que podem posteriormente aderir às pessoas. Isto nos traz um alerta importante para reforçarmos os cuidados contra estes parasitas.

 

A febre maculosa, em seres humanos, causa sintomas como: febre alta, dores de cabeça, dores musculares, inchaço e vermelhidão nas palmas das mãos e sola dos pés, entre outros sintomas menos específicos. Se não tratada, a Febre Maculosa pode levar a complicações e até mesmo à morte.

Sabendo disso, separamos algumas dicas essenciais para proteger seu pet e sua família, ajudando a garantir saúde e bem-estar.

 

1-   Manter o ambiente limpo:

 

  • Manter o pet longe de ambientes infestados por carrapatos;
  • Manter o ambiente em que o pet vive livre destes parasitas.

 

2-   Verifique seu pet regularmente:

 

  • Faça uma verificação minuciosa em seu animal regularmente para detectar qualquer sinal de carrapatos;
  • Examine áreas como orelhas, pescoço, patas, entre os dedos e na região genital;
  • Preste atenção a pequenos pontos pretos na pele do animal. Eles podem ser carrapatos;
  • Caso encontre algum, remova-o com cuidado usando uma pinça fina. Nunca esmague ou aperte o carrapato, pessoas podem ser infectadas através da remoção inadequada de carrapatos de seus cães.

 

3-   Mantenha seu pet longe de áreas infestadas:

Evite passear com seu cão em áreas conhecidas por serem infestadas por carrapatos. Isso inclui locais com vegetação alta, parques e praças sem cuidados, por exemplo.

 

4-   Utilize produtos carrapaticidas próprios para o seu cão:

A Ourofino Saúde Animal conta com o NEOPet, um carrapaticida que confere proteção contra carrapatos dos cães por um período de 30 dias.

 

NEOPet

 

Lembre-se, a prevenção é fundamental para proteger seu pet e sua família. Verifique regularmente e tome as medidas necessárias para manter seus animais seguros e saudáveis.

Esteja atento ao aparecimento dos sintomas e procure um médico veterinário para o diagnóstico e tratamento adequado.

 

Referência:

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/f/febre-maculosa. Acessado em 15 de junho de 2023.

SYKES, J.E. Chapter 218: Ehrlichiosis, Anaplasmosis, Rocky Mountain Spotted Fever, and Neorickettsiosis. In: E Ettinger, S.J.; Feldman, E.C. & Côté, E. Textbook of veterinary internal medicine: diseases of the dog and the cat. 2017.

A época mais festiva do ano chegou, é tempo de pipoca, bolo de milho, pamonha, pé de moleque e quentão.

Além de tudo temos os fogos de artifício, sendo necessário evitar soltá-los perto dos pets. O barulho alto e os flashes de luz podem assustá-los e causar estresse, ansiedade e até mesmo fobias.

 

Muitos cachorros têm medo de fogos de artifício devido ao ruído intenso e imprevisível. O som alto pode ser doloroso para suas audições sensíveis, desencadeando uma resposta de medo ou pânico. O barulho intenso e repentino podem assustar os gatos, podendo desencadear reações de medo e até mesmo instintos de fuga.

Para ajudar seu cachorro ou gato a lidar com fogos de artifício, aqui estão algumas dicas:

 

1- Crie um ambiente seguro

Mantenha seu cachorro ou gato em um local seguro e familiar dentro de casa, onde ele se sinta confortável.

Bloquei todas as fontes de ruído externo, como portas e janelas, e substitua o som dos fogos de artifício por sons mais tranquilos, como os de uma TV ou rádio.

 

2- Crie um espaço acolhedor

Mantenha uma área confortável para o seu pet, com sua cama favorita, brinquedos e paninhos.

Isso ajudará a criar um senso de segurança e oferecerá distrações para diminuir a ansiedade.

 

3- Fique junto do seu pet

Se possível, fique com seu melhor amigo durante os fogos de artifício. Sua presença tranquilizadora pode ser reconfortante para ele.

 

4- Mantenha a calma

Seu próprio comportamento pode influenciar o estado emocional do seu pet. Tente manter a calma e não reforçar o medo com excesso de atenção ou carinho excessivo.

Isso pode fazer com que eles percebam que há algo errado.

 

5- Crie esconderijos para os gatinhos

Forneça ao seu gato locais seguros para se esconder, como caixas de papelão, camas aconchegantes ou até mesmo armários abertos.

Oferecer a eles um espaço para que se sintam protegidos durante os fogos de artifício irá evitar fugas e acidentes.

 

6- Use técnicas de dessensibilização

Antes de qualquer celebração com fogos de artifício, tente familiarizar seu pet com os sons dos fogos de artifício. Comece com um volume baixo e aumentando lentamente ao longo do tempo.

Isso irá ajudar a dessensibilizá-lo aos ruídos, principalmente se for feito de filhote.

 

7- Consulte um veterinário

Em casos mais graves de fobia de fogos de artifício, pode ser necessário buscar a orientação de um veterinário.

Eles podem prescrever medicamentos, suplementos ou técnicas de terapia comportamental para ajudar seu cachorro a lidar com o medo.

 

8- Uso de suplementação

Alguns suplementos como o Seren Snacks e o Seren em formato de pasta, podem ajudar a acalmar cães e gatos reduzindo a ansiedade.

Isso porque eles são formulados para que esses animais se sintam confortáveis e em segurança de forma natural.

 

Reforçamos que cada animal é único, e pode ser necessário experimentar diferentes abordagens para encontrar a melhor maneira de ajudar seu pet a lidar com o medo dos fogos de artifício e possa apreciar essa festança ao seu lado.

Confira essas e outras dicas no Instagram da @ourofinopet e forneça sempre o melhor ao seu Pet.

Nos vemos no próximo blog, até mais sô!

Já não é mais novidade que nossos pets possuem muitas características comportamentais similares aos humanos. Atualmente, temos inúmeros estudos analisando graus de ansiedade em cachorros e gatos em diversas situações, observando como eles reagem em momentos agradáveis e principalmente em momentos de estresse.

 

Quais são as causas do estresse em cães e gatos?

Os gatos considerados domésticos, que vivem na maior parte do tempo em meio urbano, estão submetidos ao estresse crônico, ocasionando distúrbios de ansiedade.

Em relação a cães, temos diversas situações que nos chamam a atenção, a começar pelo momento do banho e tosa. A grande maioria dos cães sofrem estresse no momento do banho e tosa, pois identificou-se um aumento dos níveis salivares de hormônios do estresse, aliados a alterações nos parâmetros cardíacos e respiratórios.

 

Cada vez mais as pessoas que moram em grandes centros saem para trabalhar ou precisam concentrar grande parte do seu dia em alguma atividade administrativa e, muitas vezes, deixam seus pets sozinhos ou supervisionados por alguma outra pessoa que não tenha uma grande ligação com seu animalzinho. Ficar distante do seu tutor, pode causar algumas reações nos pets.

 

Principais sintomas do estresse

Em alguns casos, sinais de estresse são facilmente identificados, mas nem sempre esses sinais são tão evidentes.

Estudo realizado em 2010, apontou que 68% dos cachorros atendidos em um hospital veterinário na cidade de São Paulo/SP, foram diagnosticados com a SAS (Síndrome de Ansiedade por Separação), mostrando que esse problema é relativamente comum, porém nem sempre é uma missão fácil de identificar.

 

 

Segue abaixo alguns dos principais exemplos de sinais de estresse que cães e gatos podem apresentar em comum:

 

  • Vocalização excessiva (latidos ou miadas em excesso)
  • Eliminação de fezes e/ou urina em locais inadequados
  • Comportamento agressivo
  • Lambeduras excessivas causando lesões na pele

 

O que fazer para relaxar o pet?

Determinados nutrientes participam de processos que promovem sensações de bem-estar nos animais, e ainda, animais que apresentam comportamentos de ansiedade, estresse e medo, apresentam esses nutrientes em menor quantidade do que a ideal no organismo. A correta suplementação desses animais promove um efeito corretivo.

 

A Ourofino Pet possui o suplemento alimentar Seren, com duas apresentações: o Seren Pasta (para cães e gatos) e o Seren Snacks (para cães). Ambos são indicados no suporte nutricional para todas as idades e fases da vida dos animais que necessitem do aporte desses nutrientes auxiliando, inclusive, em situações de estresse.

 

Referências:
BRADSHAW (2016)
MARIA A. C. B. E. (2015)
NOVAIS E COLABORADORES (2010)
Dados recentes da Organização Mundial da Saúde apontam que, no Brasil, existem cerca de 30 milhões de animais abandonados, considerando cães e gatos.
Os CCZ (Centro de Controle de Zoonoses – unidades municipais que mantém animais para adoção) não dão conta de recolher os animais abandonados e direcioná-los para adoção, e por isso as ONGs (organizações não governamentais) tem papel crucial no acolhimento destes animais e na educação da população no que tange à posse responsável.
Porém, a quantidade de animais pelas ruas excede os recursos destes abrigos, que estão quase sempre lotados. E sabe quem pode contribuir para atenuar este cenário? Você!

Já pensou em adotar um pet velhinho?

Toda ONG de proteção animal ou CCZ tem animais velhinhos que estão lá há vários anos ou foram abandonados justamente por terem envelhecido. Eles são menos procurados para adoção e o mesmo acontece com animais que apresentam alguma deficiência ou não são de raça.
Não importa a idade do pet, ao adotar você ajuda dois animais: um ganha uma família e um lar indo para a sua casa; e um outro, pode ser acolhido no abrigo quando uma vaga é liberada. Ou seja, ao adotar você permite “o giro” do espaço.
Mas não se apresse! A decisão de adotar um animalzinho deve ser bem pensada, pois é um compromisso que deverá ser mantido por aproximadamente 15 anos, tempo médio de vida de um pet. Uma adoção por impulso pode resultar em abandono, o que gera traumas para um cão ou gato, que podem requerer atendimento especializado de veterinário ou adestrador a fim de reverter o quadro.

Conheça 6 fatores que devem ser considerados antes de buscar seu amigo na feirinha de adoção:

1. Tempo

Você tem disponibilidade para brincar, passear, ou seja, dar atenção para um animal? Não importa a espécie escolhida, eles sempre precisarão da sua interação.

2. Recursos financeiros

Além dos custos com alimentação, é importante colocar na ponta do lápis as consultas veterinárias, medicamentos, banho e tosa, vacinações anuais. Importante ressaltar que os custos podem aumentar à medida que o pet envelhece, caso ele desenvolva alguma doença crônica. Também é prudente ter uma reserva para emergências, como cirurgias e internações.

3. Ambiente

Cada espécie de pet necessitará de adequações particulares, por exemplo, se você vive em apartamento e pretende adotar um gato, deverá colocar telas em todas as janelas e sacadas antes de trazer o bichano para casa. De forma geral, os ambientes devem ser seguros no sentido de não haver possibilidade de fuga, o que colocaria em risco a vida do animal.

4. Porte

Se você quer adotar um filhote de cão e gostaria de prever o tamanho que ele atingirá quando adulto, uma dica é observar as patas. Existem exceções, mas em geral patas grandes e desproporcionais indicam que será um cão de porte médio a grande. Ao adotar um cão com mais de 8 meses, não haverá esta dúvida, pois ele já estará atingindo seu tamanho de adulto.

5. Comportamento do indivíduo

Mais importante do que saber o tamanho que terá um cão quando adulto, é identificar seu perfil comportamental. Um cão de porte pequeno com alta necessidade de atividade física pode demandar um ambiente maior do que um animal de porte grande com baixa exigência de atividade física.
Além disso, é importante saber se o perfil comportamental do animal é compatível com o perfil do futuro dono – algumas ONGs fazem entrevistas com os tutores para indicar o animal mais apropriado para um relacionamento bem-sucedido.

6. Comportamento da espécie

Algumas características não dependem da personalidade do pet, mas são comuns à espécie. Cães devem tomar banho com frequência e precisarão ser educados para que entendam os locais corretos para fazer xixi e cocô, caso morem dentro de casa. Gatos, por sua vez, não precisam deste tipo de ensinamento e nem de banhos, mas precisam de arranhadores em pontos estratégicos da casa para não estragarem a mobília.
Uma das definições de bem-estar animal postula que, para haver bem-estar, são necessárias condições para que o animal expresse o repertório de comportamentos da espécie. Assim, uma ave deve ter condições para voar, um cão deve ter condições para farejar, um gato deve ter condições para caçar (ainda que brinquedos e não passarinhos de verdade), assim por diante.
Por isso, conhecer o comportamento natural da espécie em questão é muito importante para que o pet possa ter bem-estar e para que a família possa conviver em harmonia. Isso porque parte dos comportamentos indesejados dos pets são consequência de ambientes inadequados para acolher seus instintos, o que pode ser facilmente ajustado com a prática do enriquecimento ambiental. Estudar sites especializados e buscar orientação veterinária pode ajudar muito nesta etapa para adquirir conhecimento sobre a espécie.

Adotei! E agora?

Após adotar, é mandatória uma visita ao vet. O profissional irá avaliar o estado geral do pet, orientar, dar seguimento ao esquema vacinal e tratar eventuais problemas.
Ao chegar em casa com o pet recém-adotado, inicia-se uma fase de adaptação para ele e para os humanos envolvidos. Os dois primeiros dias são tão importantes que algumas empresas concedem licença PETernidade para que este período possa ser vivido com carinho e atenção. Aproveite estes dias para observar o comportamento do peludo e conhecer mais sobre ele.

Outras formas de colaborar

Se após considerar todos os fatores relacionados com a adoção de um pet, você chegar à conclusão de que não está pronto para receber um novo membro na família, está tudo bem. Ainda existem outras formas de ajudar:
Sendo voluntário em um abrigo, levando os animais para passearem de vez em quando, já que passam a maior parte do tempo em baias de canil. Algumas pessoas temem se sentir mal, uma vez que gostariam de levar todos os cães para casa. Mas acredite, ao sair de um mutirão de passeio canino você se sentirá bem por ter levado alegria aos animais naquele dia!
Se cadastrando para oferecer lar temporário – este recurso é utilizado quando um animal é acolhido, mas o abrigo já está lotado, então ele fica na casa de alguém até que possa ser adotado ou que uma vaga seja liberada.
Apadrinhando um pet. Neste caso você escolhe um animal do abrigo e arca com seus custos, mesmo sem levá-lo para a sua casa. Se possível, você também pode visitá-lo, passear com ele e oferecer atenção quando sempre que puder.
Fazendo doações em dinheiro ou não. Ração, medicações, brinquedos, caminhas, tudo isso é necessário.
Nunca pense que o que está ao seu alcance é pouco! Para animais que vivem em extrema carência, toda ajuda e toda presença fará muita diferença!

Todos sabem que a alimentação dos pets deve se adequar com o período de vida, desde o nascimento a idade adulta. É muito importante para a saúde dos filhotes que nessa fase ele não passe por deficiências ou excessos nutricionais.

Os pets têm necessidades nutricionais diferentes dos adultos, não só em quantidade de alimento, mas também na qualidade. Além disso, cachorros e gatos apresentam algumas necessidades diferentes em relação aos nutrientes, por isso, nada de trocar a ração deles, combinado?!

 

A mudança para a alimentação sólida pode parecer simples, porém existem vários pontos de atenção. Ela deve ser gradual e iniciar enquanto os filhotes ainda mamam. Vale lembrar que alimentação sólida não é apenas a ração seca, existem outras opções sólidas que podem ser usadas.

 

Quando posso começar a dar alimentos sólidos?

Apesar do leite materno ser suficiente como única fonte de nutrientes nos recém-nascidos, a partir de 3 a 4 semanas de vida os alimentos sólidos devem ser introduzidos na dieta e, para filhotes de raças maiores, a partir de 3 semanas de vida.

 

Quais alimentos podem ser usados para iniciar a dieta sólida para filhotes?

O cachorro e o gato tem que ser alimentados com dietas completas e balanceadas, formuladas para crescimento ou todas as fases da vida e específicas para cada espécie.

Existem algumas opções de alimento sólido, entre elas as papinhas de desmame, que normalmente são alimentos em pó, para serem misturados com água morna até atingirem consistência de pasta. Estes alimentos podem ser encontrados em pet shops e são fabricados por empresas especializadas em alimentação de pets.

 

Além da papinha de desmame, podem ser feitas adaptações como usar a ração seca da própria mãe, ou uma ração para filhotes, umedecida com água na proporção de 1 parte de ração para 1 parte de água. Outra opção possível são as rações em lata/ sachê.

Vale lembrar que para cães de raças grandes é indicado utilizar uma dieta de filhotes de raças grandes diferente da dieta da mãe.

 

Quando posso desmamar os filhotes?

Apesar de começarem a consumir alimentos sólidos com 3 a 4 semanas, o desmame dos filhotinhos deve ocorrer apenas a partir da 7ª a 9ª semana de vida. Desmamar o filhote antes deste período (antes da 6ª semana) pode gerar problemas comportamentais tanto em cães quanto em gatos.

 

Durante quanto tempo preciso fazer esta transição?

Os alimentos sólidos devem ser inseridos aos poucos até que seja a única fonte de nutrição no momento do desmame. A recomendação de tempo é de, normalmente, uma semana seguindo as proporções: 20% do novo alimento no 1º e no 2º dia; seguido de 40% do novo alimento no 3º e 4º dia; 60% do novo alimento no 5º dia; 80% do novo alimento no 6º dia e, por fim, 100% do novo alimento no 7º dia.

 

Após o desmame o alimento escolhido (papinha de desmame, ração umedecida, lata/sachê) pode ser mantido até o final do 2º mês ou início do 3º mês de vida. Pode-se iniciar a transição para o alimento seco (ração), obedecendo novamente a proporção citada acima.

 

Posso dar qualquer quantidade?

Não. O ideal é sempre dar alimentos de maneira controlada, apenas para cachorrinhos e gatinhos magros podem ter alimentação livre. Todos os alimentos possuem recomendações nas suas embalagens. A orientação é seguir a tabela do produto que orienta a quantidade de acordo com a idade e o peso do pet.

 

Filhotes de cães de raças grandes precisam de cuidados nutricionais especiais: a superalimentação pode predispor a doenças ortopédicas de desenvolvimento e osteoartrose na idade adulta.

 

Os cuidados com os alimentos em filhotes de cães e gatos são fundamentais para garantir um crescimento saudável. As vezes a troca de alimento pode gerar alguns transtornos gastrointestinais, nestes casos o uso de probióticos, como o Biocanis , pode ser muito útil nesta transição.

 

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Referência:
Ettinger, S. J., Feldman, E. C., & Cote, E. (Eds.). Textbook of veterinary internal medicine (8th ed.). St. Louis, Missouri, US: Elsevier, 2017.

Você sabia que cachorros e gatos podem apresentar doenças cardíacas? Sim, também pode acontecer com os nossos amados pets! Doenças cardíacas são consideradas doenças crônicas e podem progredir, ou seja, começar sem sinais visíveis e, com o passar dos anos, piorar apresentando diversos sintomas. Portanto, o melhor caminho é a prevenção!

 

O controle de doenças que afetam o coração dos pets pode ser feito de forma muito parecida com o que é feito em seres humanos. Logo, quanto mais cedo descobrir a doença, melhor será o controle e maior a sobrevida que o seu cão ou gato pode ter.

 

Quais são as doenças que afetam o coração de cachorros e gatos?

Existem várias doenças que afetam o coração de gato e cachorro,  sendo que os sintomas geralmente são muito parecidos. Elas podem afetar as estruturas anatômicas do órgão como as  válvulas, o músculo, o revestimento do coração (pericárdio) e o marca-passo cardíaco; além disso, os pets estão sujeitos à infestação por uma espécie de verme que parasita o coração.

 

Entre as principais doenças que alteram a anatomia cardíaca, a doença valvar pode afetar as valvas dentro do coração, causando um “vazamento” (entre uma câmara cardíaca e outra) que, com o tempo, leva a um aumento do órgão. A doença do miocárdio acontece quando os músculos do coração podem estar mais finos ou mais espessos. Em gatos a forma mais comum é o espessamento destes músculos, enquanto no cão se observa o afinamento e enfraquecimento muscular. Em ambos os casos o bombeamento do sangue fica comprometido.

 

As arritmias são alterações no ritmo dos batimentos cardíacos controlados pelo marca-passo natural do coração. O saco pericárdico que cobre o coração serve para protegê-lo e possui uma pequena quantidade de líquido que permite o seu deslizamento durante seu movimento. O acúmulo de líquido neste saco é considerado uma doença: a doença pericárdica.

 

Já a doença congênita cardíaca é quando os animais nascem com alguma anormalidade anatômica no órgão, herdada do pai ou da mãe. Este tipo de alteração nem sempre causa problemas de saúde, porém, à medida que seu animal envelhece, pode levar a outras doenças cardíacas.

E, por fim, a dirofilariose, que pode afetar tanto cães como gatos. É causada por um verme chamado Dirofilaria immitis que parasita o coração dos pets, além de poder gerar sérias complicações de saúde.

 

Como posso descobrir que o meu pet tem doença cardíaca?

O caminho mais fácil é a prevenção, é recomendada visitas ao médico-veterinário ao menos uma vez ao ano. A visita anual pode ser o momento em que o profissional perceba os primeiros sinais de uma doença cardíaca que ainda não está evidente. Os sinais de doença cardíaca são mais evidentes em cachorros do que em gatos e, por isso, são mais facilmente reconhecidos nesta espécie.

 

Além do exame físico, o médico-veterinário poderá solicitar exames de rotina e, para animais idosos ou com suspeita de doença cardíaca, poderá solicitar exames específicos para avaliar o coração, como o eletrocardiograma e o ecocardiograma.

Existem alguns sinais que servem de alerta para os tutores, eles são:

 

  • Tosse persistente por pelo menos 1 a 2 semanas. Em pets com problemas cardíacos, a tosse reflete um mau funcionamento do coração, que não está bombeando sangue suficiente;
  • Dificuldade de respiração, que pode ser pelo acúmulo de líquido dentro dos pulmões (mais comum em cães) ou no tórax (muito comum em gatos). Pode ser notada facilmente se, mesmo em repouso, seu pet ficar com a boca aberta para tentar respirar, parecer angustiado e resistente a se deitar para relaxar;
  • Mudança de cor da língua para tons azulados ou arroxeados é um importante sinal de dificuldade de oxigenar o sangue e costuma estar relacionada à doença cardíaca;
  • Desmaios também podem ser indicativos de doença cardíaca, apesar de existirem muitas causas;
  • Inchaço abdominal é mais comum em outras doenças, porém, também pode ser um sinal de doença cardíaca;
  • Falta de vontade em passear/se exercitar ou pouca tolerância ao esforço físico (cansar rápido) é um dos sinais menos óbvios de doença cardíaca. É normal que o pet fique ofegante após uma corrida ou sequência de brincadeiras, mas se demorar muito para se recuperar ou não quiser brincar, isso pode ser um sinal de problema cardíaco.
  • Sopro cardíaco e mudanças na frequência cardíaca geralmente só serão notados pelo médico-veterinário e podem ser indicadores precoces de doença cardíaca.
  • Perda de peso brusca, inquietação (cães) ou se esconder (gatos) e perda de apetite são sinais comuns a muitas outras doenças, porém estão presentes na doença cardíaca. Portanto, se seu cachorro ou gato tem estas alterações associado a outros sintomas acima, você deve buscar auxílio de um médico-veterinário.

 

Em casos que seu pet esteja apresentando tosse persistente e intensa, dificuldade de respirar (como ficar de boca aberta), mudança da coloração da língua, desmaios e inchaço abdominal, é possível que ele tenha alguma doença cardíaca e esteja numa emergência. Nestes casos é altamente recomendado que ele seja levado imediatamente para atendimento por um médico-veterinário.

 

Posso prevenir doenças cardíacas no meu pet?

A prevenção pode ser feita através das visitas anuais ao médico-veterinário e para Dirofilariose existem medidas preventivas como o uso de coleiras repelentes que servem para afastar os mosquitos que transmitem a doença, além do uso de vermífugos. Além disso, alguns profissionais especializados em cardiologia citam os cuidados com a saúde da boca, na prevenção de doenças cardíacas.

 

Há alguma medida que auxilia a saúde do coração?

Sim! Alimentação de boa qualidade e adequado suporte nutricional colaboram com a saúde do coração, pois fornecem nutrientes para a manutenção das estruturas do coração. Entre os principais nutrientes importantes para a saúde cardíaca estão a L-carnitina, coenzima Q10, ômega 3 extraído de peixes de águas frias, astaxantina, entre outros.

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Referência:
Cardic Care for Pets. https://www.cvcavets.com/10-signs-heart-disease-dogs-cats/