Muitas vezes, pais e mães de pet precisam viajar a trabalho ou até mesmo em período de férias. Apesar da dor no coração, nem sempre podemos levá-los conosco. Com as férias escolares chegando, surgem as dúvidas e o medo em relação a todos os cuidados que devem ser tomados: Aonde meu pet vai ficar? Quem irá cuidar dele?

Pensando nisso, separamos dicas que irão te ajudar a preparar o seu pet e tranquilizá-lo durante a viagem!

 

1. Escolha o local que o pet irá ficar

Antes da viagem, é essencial definir em qual local o pet irá ficar. Normalmente cães conseguem ficar bem tanto em hotel quanto em casa com outras pessoas, ou com um dog sitter (babá de pet).

 

Já os felinos, normalmente ficam melhores em casa sendo cuidados por um cat sitter, pois estão acostumados ao seu ambiente, onde deixam seu cheiro em toda a casa, tornando aquele ambiente familiar. Quando os felinos vão para outros locais e não sentem o seu próprio cheiro, entende que aquele não é um ambiente familiar, o que normalmente deixam os gatos com medo.

 

2. Fique atento à saúde do seu pet

Decidido o local que o pet ficará, é necessário tomar alguns cuidados antes da viagem, são eles:

 

  • Vacina antirrábica e a múltipla (viroses) para cães e gatos devem estar atualizadas obrigatoriamente, pois são consideradas vacinas que protegem contra doenças que podem até ocasionar consequências irreversíveis ao pet;
  • Vacina contra gripe para os cães também é importante, apesar da gripe dos cães não ser uma doença que costume trazer danos fatais ao cão;
  • Vermifugação atualizada;
  • Uso de ectoparasiticidas para eliminação de pulgas e carrapatos (Ex.: o nosso NEOPet);
  • Em regiões que sejam endêmicas (tem ocorrência) para Leishmaniose, os cães devem usar coleiras repelentes contra o mosquito-palha, como indicação segura, nossa coleira Leevre. 
  • Medicamentos: caso o pet faça uso contínuo, é importante separar a quantidade necessária para o período da viagem, bem como deixar anotado o horário indicado a cada medicamento.

 

3. Acostume seu pet com o novo local

Caso optar por deixá-lo em um hotel ou na casa de conhecidos, é importante levar o seu pet no local alguns dias antes da viagem para que ele possa reconhecer o espaço e adaptar-se á movimentação, aos cuidadores e aos novos cheiros. Essa ambientação é fundamental para reduzir o estresse da mudança de rotina e ausência do tutor.

 

4. Mantenha o pet confortável

Separe com antecedência os objetos pessoais do pet: ração, brinquedos que ele mais gosta, cobertor, potes de água, roupas, comedouro, bebedouro, caminha e caixa de transporte no caso dos gatos. Inclua um “pano” ou peça de roupa do tutor para que o pet possa ter um cheiro familiar e se sentir mais seguro e confortável.

 

Caso sua viagem dure muitos dias e precise tomar banho, ideal é separar os próprios produtos de higiene do seu pet.

No caso de felinos que ficarão em casa, deixar o cat sitter ciente de onde estão os objetos pessoais do gato.

Com todos os cuidados tomados você viajará tranquilo e seu pet estará seguro e bem cuidado! 

A pele é o maior e um dos mais complexos órgãos do corpo, representando a principal barreira protetora do organismo e essencial para a sobrevivência.

As lesões de pele, particularmente as feridas, possuem grande importância clínica em função da alta frequência com que ocorrem nos animais, além da possibilidade de resultarem em infecções e de se constituírem como uma fonte de dor e incômodo.

 

O tratamento vai depender do diagnóstico, sendo necessário entender a raiz do ferimento para uma cura total. Portanto, é necessário buscar ajuda do médico-veterinário assim que as feridas de pele apareçam.

Determinados tipos de feridas ou situações em que ocorrem caracterizam-se por processo cicatricial lento e complicado, como é o caso dos gatos, que por características fisiológicas da espécie apresentam o processo cicatricial mais lento que os cães. Sendo assim, pedem cuidados especiais quando apresentam feridas.

Cuidados básicos durante o procedimento de tratamentos das feridas

Ao encontrar feridas na pele do seu pet, o primeiro passo é manter o local limpo para evitar que infeccione. Para isso lave bem as mãos com água e sabão e imobilize o animal de companhia, fazendo com que se sinta seguro.

 

Realize a limpeza das feridas com uma gaze e soro fisiológico para tirar qualquer resto de sujeira. Não é indicado o uso de gaze de algodão, pois pode deixar fibras na ferida.

 

Coloque um colar elisabetano no seu pet para impedir que ele lamba a ferida e, com isso, o processo de cicatrização demore ainda mais. Não se esqueça de levá-lo ao médico-veterinário para uma avaliação detalhada para que ele estabeleça o melhor protocolo de tratamento.

 

Para uma cicatrização rápida e de melhor qualidade para cães e gatos, muitos agentes e procedimentos têm sido testados de forma a estimular ou acelerar a cicatrização de feridas, principalmente devido à variabilidade das feridas e características individuais dos pacientes. A Ourofino conta em sua linha com o Regepil, um produto tópico de formulação exclusiva, potente ação cicatrizante e um tratamento confortável para o pet.

 

O uso do Regepil pode ser indicado para feridas crônicas, feridas localizadas em região de difícil cicatrização e para animais com comprometimento do processo de cicatrização fisiológico, decorrente de uma condição clínica pré-existente ou de algum tratamento concomitante, de modo a contribuir e acelerar o processo de cicatrização.

Consulte sempre um médico-veterinário.

O aumento da longevidade dos animais de estimação tem contribuído para a maior frequência de problemas ligados à senilidade, como o câncer. Atualmente, a casuística de tumores em cães e gatos é uma das causas de sofrimento e óbito destes animais. A Medicina Veterinária se move na busca de recursos terapêuticos que permitam melhorar a qualidade de vida de animais portadores de tumores. e Com isso, também reduz o impacto para os proprietários que sofrem juntamente com seus companheiros de vida.

 

Entre os tumores mais comuns, os cutâneos aparecem com alta frequência pelo fato da pele ser o maior órgão do corpo e representar a barreira física entre o ambiente e o organismo sofrendo uma exposição direta aos fatores oncogênicos que propiciam as formações neoplásicas.

 

O mastocitoma canino é um dos tumores cutâneos mais frequentes, que aparece como uma massa cutânea medindo em média 2 a 5 cm de diâmetro e 1 a 3 cm de altura. Além deste sinal clínico, o animal acometido por esta neoplasia também pode apresentar manifestações de prurido (coceira), edema e úlceras na pele, bem como alterações sistêmicas como: anorexia, vômito, diarreia, melena (presença de sangue nas fezes) e anemia.

 

A escolha do tratamento em casos de mastocitoma será definida a partir do grau clínico do tumor, sendo a excisão cirúrgica ampla, uma das principais escolhas. A quimioterapia correlacionada à ressecção (retirada do tumor) é indicada como terapia adjuvante para mastocitoma e em pacientes com metástases.  Lembrando que é indispensável uma consulta com o médico-veterinário e uma avaliação detalhada para que o profissional estabeleça o diagnóstico e o melhor protocolo de tratamento.

 

Os tumores mamários caninos também representam uma importante parcela da casuística dos atendimentos clínico-cirúrgicos em clínicas veterinárias, correspondendo de 25% a 50% dos tumores caninos e, entre eles, a metade é considerada maligno. Em gatas, apesar da casuística elevada, ainda há poucos estudos relacionados aos tumores de mama nesta espécie.

 

Em cadelas, a frequência dos tumores mamários espontâneos é de duas a três vezes superior quando comparada a incidência desta neoplasia em mulheres. São encontrados em animais de meia idade e idosos, sem predisposição de raça e quando diagnosticada no início, a neoplasia de mama tem elevada chance de cura.

 

Os tumores de mama se apresentam como nódulos circunscritos com tamanho, consistência e mobilidade variável, podendo estar associados a ulcerações da pele e reações inflamatórias locais. Sabe-se que metástases são frequentemente observadas em linfonodos regionais (axilares e inguinais) e em localizações distantes como outros linfonodos, pulmões, coração, baço, adrenais e encéfalo.

 

Procedimentos cirúrgicos para remoção de mastocitomas ou tumores mamários são necessários e causam em geral grande preocupação no período pós-operatório, demandando cuidados intensos com a cicatrização destas feridas cirúrgicas por um período longo. Durante esse período é imprescindível o acompanhamento de um medico-veterinário, pois só um profissional da área será capaz de avaliar sobre a evolução do processo de cicatrização das feridas cirúrgicas.

 

Para uma cicatrização rápida e de melhor qualidade para cães e gatos, a Ourofino conta em sua linha com o Regepil, produto de uso tópico e formulação exclusiva com potente ação cicatrizante.

 

Dentre as possibilidades de uso do Regepil, além de feridas cirúrgicas, o produto pode ser indicado para feridas crônicas, feridas localizadas em região de difícil cicatrização, animais com comprometimento do processo de cicatrização fisiológico, decorrente de uma condição clínica pré-existente ou de algum tratamento concomitante, de modo a contribuir e acelerar o processo de cicatrização.

 

Para a correta evolução do processo de cicatrização de feridas são necessários cuidados especiais, a fim de proteger a região a ser cicatrizada de eventuais lambeduras, mordeduras e arranhaduras, que podem interferir negativamente no tratamento da ferida. O intervalo entre aplicações do produto Regepil é variável de acordo com o tipo de ferida e com as condições da região a ser cicatrizada, ficando a critério do médico-veterinário a definição do intervalo entre doses, de acordo com o protocolo de tratamento estabelecido.

Os parasitas intestinais dos cães, popularmente conhecidos como vermes, estão entre os agentes patogênicos mais encontrados em animais de companhia e constituem uma das principais causas de transtornos intestinais em cães. As verminosesapresentam uma grande importância para a saúde pública devido ao alto potencial em causar doenças em humanos, as chamadas zoonoses.

 

Em cães a prevalência de verminoses gastrintestinais é elevada, sendo que os animais mais jovens são mais suscetíveis e apresentam manifestações clínicas mais graves. Cães com parasitoses gastrointestinais sofrem ação irritante e espoliativa dos helmintos que causam anorexia, diarreia, vômito e retardo no crescimento. Também levao organismo a um quadro de imunossupressão que contribui para o aparecimento de processos de natureza infecciosa de origem bacteriana e viral.

 

Além da importância clínica veterinária, tais vermes também estão envolvidos na transmissão de zoonoses. Sabe-se que parasitas de diversas espécies do gênero Ancylostoma spp. causam em humanos uma zoonose conhecida como Larva migrans cutânea, popularmente chamada de bicho geográfico; o verme Toxocara canis é o responsável pela transmissão da Larva migrans visceral, bem como o Dipylidium caninum, que provoca a dipilidiose em cães, apesar de não causar lesões graves pode também acometer o homem.

 

Dentre outros parasitas de cães, podemos citar o protozoário Giardia spp., responsável em ocasionar a doença giardíase, considerada uma zoonose com sintomas semelhantes aos causados pelos vermes e que ocorre através da ingestão de cistos de Giárdia na água, verduras, frutas ou objetos contaminados (mãos levadas à boca).

 

O protocolo de vermifugação deverá ser realizado de acordo com recomendação do médico-veterinário. O aconselhável éuma dose de reforço 15 dias após cada vermifugação e a repetição do protocolo deverá ser realizada a cada 6 meses, 4 meses ou 3 meses, dependendo do ambiente (“desafio”) onde o animal vive.

 

Na linha Pet da Ourofino Saúde Animal há o Top Dog, vermífugo palatável com o sabor que os cães adoram, indicado para o combate e controle de parasitas internos (helmintos) de cães com atuação em vermes redondos (nematódeos) e vermes chatos (cestódeos). Top Dog é também indicado para o tratamento da Giardíase (causada pelo protozoário Giardia sp). Neste caso, a vermifugação deve acontecer durante três dias consecutivos.

 

Para o sucesso das vermifugações também são recomendadas algumas medidas de higiene como: oferecer ao animal alimentos frescos e limpos; água clorada ou filtrada; manter o ambiente limpo, recolhendo as fezes dos animais e utilizando desinfetantes, como o Cloreto de Benzalcônio (amônia quaternária). Essa medida é imprescindível para o sucesso do tratamento da giardíase, pois a transmissão da Giárdia nos animais ocorre pela ingestão de cistos (“ovos”) de protozoários que foram eliminados nas fezes dos animais infectados e que estão presentes no meio ambiente. O Cloreto de Benzalcônio atua na inativação dos cistos  impedindo a reinfecção dos animais.

A infestação por ectoparasitas aumenta com a chegada do clima quente, principalmente nesta época do ano. As pulgas e os carrapatos precisam de calor e umidade para se reproduzirem, por isso de dezembro a março as infestações são mais favoráveis.

 

Neste caso, a prevenção também sempre é a mais indicada. O uso contínuo de produtos que auxiliam no controle dos ectoparasitas em pets é essencial. A maior população de pulgas e carrapatos está no ambiente, então o tratamento apenas em cães e nos gatos não é eficaz para controlá-los. Como parte do ciclo de vida destes parasitas ocorre no ambiente, ele também deve ser tratado para interromper o desenvolvimento. As populações de pulgas e carrapatos adultos que se encontram nos animais representam apenas 5%. Já os outros 95% estão no ambiente em forma de ovos ou larvas de pulgas; ou ovos, larvas ou ninfas de carrapato.

 

As pulgas e os carrapatos se comportam diferentemente no ambiente. Enquanto as formas imaturas das pulgas preferem os locais abaixo do nível do solo, os carrapatos adultos e suas formas imaturas se escondem em locais altos, ou seja, acima do nível do solo. Engana-se quem pensa que as infestações destes parasitas no ambiente só acontecem em áreas externas. Com o pet inserido cada vez mais dentro do contexto familiar, é preciso dar atenção ao interior das residências, como os sofás, as cortinas, os tapetes e osarmários embutidos. O local onde o cão ou o gato costumam repousar e passar a maior parte do tempo deve ser frequentemente monitorado e higienizado, já que pode haver infestação.

 

A aplicação de produtos inseticidas no ambiente e o uso rotineiro do aspirador de pó (neste caso, para o controle de pulgas) também são necessários.

 

Para o controle de ectoparasitas a Ourofino Pet conta dois produtos: o NEOPet, produto com ação pulicida e carrapaticida, à base de Fipronil. Outra opção é a Leevre, coleira ectoparasiticida à base de Deltametrina e Propoxur, indicada para auxílio na prevenção e controle do vetor da Leishmaniose, o mosquito-palha, e das infestações de carrapatos e pulgas.

Por muito tempo acreditava-se que os animais não sentiam dores como os seres humanos ou que as percebiam de forma diferente. Atualmente, existem estudos que comprovam a semelhança entre homens e animais na relação com a neuroanatomia, destacando a ideia de que eles experimentam a dor de forma similar.

 

O controle da dor nos gatos, por exemplo, foi negligenciado por um longo período quando comparado ao tratamento de dor nos cães. Entretanto, nos últimos anos esse perfil mudou e tanto a avaliação, quanto o tratamento nos felinos recebem crescente atenção.

 

Além das mudanças fisiológicas, o gato com dor demonstra alterações comportamentais. Para perceber os sinais é muito importante conhecer a fundo o comportamento individual de seu pet. Os gatos com dor apresentam perda de peso e emagrecimento, postura anormal, agressividade, apetite diminuído ou ausente, tristeza, depressão e automutilação. Além dessas características, é possível notar a diminuição da capacidade de saltar, a redução ou a ausência da auto-higienização e a falta do uso da caixa de areia para fazer suas necessidades.

 

A dor pode ter inúmeras causas, portanto se observar algo estranho ou anormal em seu pet leve-o ao médico-veterinário. Por meio de uma avaliação detalhada será possível identificar a dor, avaliá-la e determinar o melhor tratamento!

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