Assim como nós, nossos animais de estimação também podem sofrer lesões ou precisar de operações que resultam em feridas na pele. Nesses momentos, o organismo se mobiliza para se curar, e esse fenômeno é denominado cicatrização.

Você sabia que os cães e os gatos possuem maneiras distintas de cicatrizar? Além disso, certos cuidados podem acelerar ou retardar esse processo de recuperação. Vamos explorar isso com mais detalhes.

 

Como a pele se recupera

A cicatrização é um mecanismo natural do corpo que visa fechar lesões e recuperar a pele. Esse processo ocorre em três etapas principais:

 

  1. Inflamação: É a “reação de alerta” do organismo após o ferimento. A área afetada pode apresentar vermelhidão, calor e leve inchaço.
  2. Proliferação: Nesta fase, o corpo inicia a produção de tecido granulação, que auxilia no preenchimento da lesão.
  3. Remodelação: É o momento em que a pele se torna mais robusta e a cicatriz adquire maior resistência.

 

Essas fases ocorrem de maneira contínua e sobreposta, ou seja, enquanto uma etapa está em andamento, a outra pode já ter se iniciado.

 

Diferença entre cães e gatos

Apesar de passarem pelas mesmas fases, cães e gatos não cicatrizam na mesma velocidade.

 

  • Gatos: têm pele mais fina, menos vascularizada (com menos vasos sanguíneos) e produzem tecido de granulação de forma mais lenta. Por isso, feridas em gatos demoram mais para fechar e precisam de mais atenção.
  • Cães: tendem a produzir tecido de granulação mais rápido, fechando feridas com mais agilidade.

 

Essa diferença significa que, especialmente com gatos, é preciso ter paciência e cuidado redobrado no tratamento da cicatrização.

 

Tipos de cicatrização

A pele possui duas formas principais de se regenerar:

 

Primeira intenção

Quando as extremidades da ferida conseguem ser unidas (como em incisões cirúrgicas limpas), o fechamento ocorre de maneira mais ágil.

 

Segunda intenção

Quando há perda de tecido e a ferida necessita formar nova pele para se fechar. Esse processo é mais demorado e requer cuidados especiais, especialmente para prevenir infecções secundárias.

 

Como ajudar seu pet a cicatrizar melhor

Independente de ser cão ou gato, alguns cuidados são essenciais:

 

  • Mantenha a ferida limpa e úmida, feridas ressecadas cicatrizam mais devagar.
  • Evite que o pet lamba ou coce o local, a famosa “roupinha” ou o colar elisabetano podem ser necessários.
  • Siga as orientações do veterinário, principalmente sobre medicamentos, curativos e frequência de trocas.
  • Observe sinais de infecção, mau cheiro, secreção, aumento de vermelhidão ou inchaço.

 

Produtos que ajudam na cicatrização

Hoje já existem produtos desenvolvidos especialmente para facilitar e acelerar esse processo nos pets. Um exemplo é o Regepil, um spray que:

 

  • Não arde, não tem cheiro e não faz barulho na aplicação, ideal para evitar o estresse do animal.
  • Mantém a ferida úmida, o que favorece a cicatrização.
  • Estimula a vascularização, a contração e o fechamento da ferida de forma rápida e eficaz.
  • Pode ser usado em filhotes a partir de 2 meses.

 

Nos cães, ele é especialmente útil para feridas cirúrgicas grandes, como: retirada da cadeia mamária ou enxertos. Assim como em pets idosos ou com problemas de saúde que dificultam a cicatrização. Nos gatos, ajuda a compensar a cicatrização mais lenta e a fragilidade da pele.

 

Lembre-se

Cada pet é único, e a cicatrização depende de vários fatores — como idade, saúde geral, tipo e tamanho da ferida. Sempre siga as recomendações do médico-veterinário e nunca use produtos sem indicação.

Com o cuidado certo, carinho e atenção, você ajuda seu amigo de quatro patas a se recuperar mais rápido e com mais conforto.

Você sabia que a pele é o maior órgão do corpo dos cães? Ela funciona como uma verdadeira armadura, protegendo contra agentes externos, ajudando a manter a temperatura corporal e refletindo a saúde geral do seu pet. Por isso, merece atenção especial no dia a dia.

 

Quando se preocupar com a pele do seu peludo?

Coceira frequente, vermelhidão, feridinhas espalhadas pelo corpo, descamação, mau cheiro e queda excessiva de pela são sinais de alerta. Esses sintomas podem estar relacionados a alergias, parasitas, infecções por bactérias ou fungos, alimentação desequilibrada ou até distúrbios hormonais. Quanto mais cedo o tutor buscar ajuda, maiores as chances de uma recuperação rápida e eficaz.

Inclusive, um consenso recente da WSAVA (Associação Mundial de Veterinários de Pequenos Animais) reforça que cuidados dermatológicos são essenciais para garantir a saúde e o bem-estar dos pets.

 

Como cuidar da pele do seu pet no dia a dia

  • Banhos com os produtos certos

A escolha do shampoo é um passo essencial no cuidado com a pele. A pele dos cães pode ser mais seca ou mais oleosa, e cada uma exige um cuidado específico.

Para cães com pele ressecada, sensível ou que apresentam descamações, a linha Bris Pele Seca, da Ourofino, é ideal. Com ingredientes hidratantes, ela ajuda a restaurar a barreira natural da pele.

Já para pets com pele oleosa, excesso de secreção ou tendência à proliferação de microoorganismos, a linha Bris Pele Oleosa ajuda no controle da oleosidade sem agredir a pele.

 

  • Alimentação balanceada e suplementação

Uma dieta balanceada é essencial para a saúde da pele e dos pelos. E, em muitos casos de problemas de pele, um suplemento pode fazer toda a diferença! Por exemplo, o Plenipil, da Ourofino, é um suplemento alimentar desenvolvido especialmente para cuidar da pele e dos pelos dos pets. Ele contém altas concentrações de Ômega 3 (EPA e DHA) — derivados de peixes de águas frias — e o probiótico Lactobacillus rhamnosus, que juntos ajudam a manter a pele mais saudável e resistente, favorecendo o crescimento de pelos mais fortes, macios e brilhantes. Além disso ele pode ser usado em todas as fases da vida, sendo um grande aliado ao bem-estar e qualidade de vida do seu pet.

 

  • Controle de pulgas e carrapatos

Esses parasitas não só podem transmitir doenças como também pode causar muito incômodo como coceira, irritação da pele e alergias. Para isso, a Ourofino conta com uma linha de prevenção:

Banni e Neopet: pipetas de fácil aplicação que ajudam no controle de carrapatos e pulgas.

Coleira Leevre: proteção prolongada contra pulgas, carrapatos e inclusive ajuda na repelência contra o mosquito transmissor da leishmaniose.

 

  • Hidratação extra e proteção

Além dos shampoos, a linha Bris conta com Sprays hidratantes e Sérum, ideais para áreas ressecadas ou sensibilizadas da pele. Eles nutrem e ajudam na recuperação da barreira da pele, complementando o cuidado diário.

E lembre-se o acompanhamento com o médico-veterinário é imprescindível, pois ele pode te ajudar não somente a identificar possíveis problemas dermatológicos, mas também a te orientar a ajudar a escolher os melhores produtos para os cuidados da pele do seu peludinho.

 

Amor que se vê na pele

Cuidar da pele do seu cachorrinho é mais do que uma questão de estética — é uma forma de promover saúde, bem-estar e qualidade de vida. Quando a pele está bem, o seu pet se sente mais confortável, feliz e ativo.

Conte sempre com a orientação do médico-veterinário e com os produtos da Ourofino Saúde Animal, como as linhas Bris, Plenipil, Banni, Neopet e Leevre — pensados especialmente para cuidar do seu pet com confiança e carinho.

A pele é o maior e um dos mais complexos órgãos do corpo, representando a principal barreira protetora do organismo e essencial para a sobrevivência.

As lesões de pele, particularmente as feridas, possuem grande importância clínica em função da alta frequência com que ocorrem nos animais, além da possibilidade de resultarem em infecções e de se constituírem como uma fonte de dor e incômodo.

 

O tratamento vai depender do diagnóstico, sendo necessário entender a raiz do ferimento para uma cura total. Portanto, é necessário buscar ajuda do médico-veterinário assim que as feridas de pele apareçam.

Determinados tipos de feridas ou situações em que ocorrem caracterizam-se por processo cicatricial lento e complicado, como é o caso dos gatos, que por características fisiológicas da espécie apresentam o processo cicatricial mais lento que os cães. Sendo assim, pedem cuidados especiais quando apresentam feridas.

Cuidados básicos durante o procedimento de tratamentos das feridas

Ao encontrar feridas na pele do seu pet, o primeiro passo é manter o local limpo para evitar que infeccione. Para isso lave bem as mãos com água e sabão e imobilize o animal de companhia, fazendo com que se sinta seguro.

 

Realize a limpeza das feridas com uma gaze e soro fisiológico para tirar qualquer resto de sujeira. Não é indicado o uso de gaze de algodão, pois pode deixar fibras na ferida.

 

Coloque um colar elisabetano no seu pet para impedir que ele lamba a ferida e, com isso, o processo de cicatrização demore ainda mais. Não se esqueça de levá-lo ao médico-veterinário para uma avaliação detalhada para que ele estabeleça o melhor protocolo de tratamento.

 

Para uma cicatrização rápida e de melhor qualidade para cães e gatos, muitos agentes e procedimentos têm sido testados de forma a estimular ou acelerar a cicatrização de feridas, principalmente devido à variabilidade das feridas e características individuais dos pacientes. A Ourofino conta em sua linha com o Regepil, um produto tópico de formulação exclusiva, potente ação cicatrizante e um tratamento confortável para o pet.

 

O uso do Regepil pode ser indicado para feridas crônicas, feridas localizadas em região de difícil cicatrização e para animais com comprometimento do processo de cicatrização fisiológico, decorrente de uma condição clínica pré-existente ou de algum tratamento concomitante, de modo a contribuir e acelerar o processo de cicatrização.

Consulte sempre um médico-veterinário.

O aumento da longevidade dos animais de estimação tem contribuído para a maior frequência de problemas ligados à senilidade, como o câncer. Atualmente, a casuística de tumores em cães e gatos é uma das causas de sofrimento e óbito destes animais. A Medicina Veterinária se move na busca de recursos terapêuticos que permitam melhorar a qualidade de vida de animais portadores de tumores. e Com isso, também reduz o impacto para os proprietários que sofrem juntamente com seus companheiros de vida.

 

Entre os tumores mais comuns, os cutâneos aparecem com alta frequência pelo fato da pele ser o maior órgão do corpo e representar a barreira física entre o ambiente e o organismo sofrendo uma exposição direta aos fatores oncogênicos que propiciam as formações neoplásicas.

 

O mastocitoma canino é um dos tumores cutâneos mais frequentes, que aparece como uma massa cutânea medindo em média 2 a 5 cm de diâmetro e 1 a 3 cm de altura. Além deste sinal clínico, o animal acometido por esta neoplasia também pode apresentar manifestações de prurido (coceira), edema e úlceras na pele, bem como alterações sistêmicas como: anorexia, vômito, diarreia, melena (presença de sangue nas fezes) e anemia.

 

A escolha do tratamento em casos de mastocitoma será definida a partir do grau clínico do tumor, sendo a excisão cirúrgica ampla, uma das principais escolhas. A quimioterapia correlacionada à ressecção (retirada do tumor) é indicada como terapia adjuvante para mastocitoma e em pacientes com metástases.  Lembrando que é indispensável uma consulta com o médico-veterinário e uma avaliação detalhada para que o profissional estabeleça o diagnóstico e o melhor protocolo de tratamento.

 

Os tumores mamários caninos também representam uma importante parcela da casuística dos atendimentos clínico-cirúrgicos em clínicas veterinárias, correspondendo de 25% a 50% dos tumores caninos e, entre eles, a metade é considerada maligno. Em gatas, apesar da casuística elevada, ainda há poucos estudos relacionados aos tumores de mama nesta espécie.

 

Em cadelas, a frequência dos tumores mamários espontâneos é de duas a três vezes superior quando comparada a incidência desta neoplasia em mulheres. São encontrados em animais de meia idade e idosos, sem predisposição de raça e quando diagnosticada no início, a neoplasia de mama tem elevada chance de cura.

 

Os tumores de mama se apresentam como nódulos circunscritos com tamanho, consistência e mobilidade variável, podendo estar associados a ulcerações da pele e reações inflamatórias locais. Sabe-se que metástases são frequentemente observadas em linfonodos regionais (axilares e inguinais) e em localizações distantes como outros linfonodos, pulmões, coração, baço, adrenais e encéfalo.

 

Procedimentos cirúrgicos para remoção de mastocitomas ou tumores mamários são necessários e causam em geral grande preocupação no período pós-operatório, demandando cuidados intensos com a cicatrização destas feridas cirúrgicas por um período longo. Durante esse período é imprescindível o acompanhamento de um medico-veterinário, pois só um profissional da área será capaz de avaliar sobre a evolução do processo de cicatrização das feridas cirúrgicas.

 

Para uma cicatrização rápida e de melhor qualidade para cães e gatos, a Ourofino conta em sua linha com o Regepil, produto de uso tópico e formulação exclusiva com potente ação cicatrizante.

 

Dentre as possibilidades de uso do Regepil, além de feridas cirúrgicas, o produto pode ser indicado para feridas crônicas, feridas localizadas em região de difícil cicatrização, animais com comprometimento do processo de cicatrização fisiológico, decorrente de uma condição clínica pré-existente ou de algum tratamento concomitante, de modo a contribuir e acelerar o processo de cicatrização.

 

Para a correta evolução do processo de cicatrização de feridas são necessários cuidados especiais, a fim de proteger a região a ser cicatrizada de eventuais lambeduras, mordeduras e arranhaduras, que podem interferir negativamente no tratamento da ferida. O intervalo entre aplicações do produto Regepil é variável de acordo com o tipo de ferida e com as condições da região a ser cicatrizada, ficando a critério do médico-veterinário a definição do intervalo entre doses, de acordo com o protocolo de tratamento estabelecido.

Os parasitas intestinais dos cães, popularmente conhecidos como vermes, estão entre os agentes patogênicos mais encontrados em animais de companhia e constituem uma das principais causas de transtornos intestinais em cães. As verminosesapresentam uma grande importância para a saúde pública devido ao alto potencial em causar doenças em humanos, as chamadas zoonoses.

 

Em cães a prevalência de verminoses gastrintestinais é elevada, sendo que os animais mais jovens são mais suscetíveis e apresentam manifestações clínicas mais graves. Cães com parasitoses gastrointestinais sofrem ação irritante e espoliativa dos helmintos que causam anorexia, diarreia, vômito e retardo no crescimento. Também levao organismo a um quadro de imunossupressão que contribui para o aparecimento de processos de natureza infecciosa de origem bacteriana e viral.

 

Além da importância clínica veterinária, tais vermes também estão envolvidos na transmissão de zoonoses. Sabe-se que parasitas de diversas espécies do gênero Ancylostoma spp. causam em humanos uma zoonose conhecida como Larva migrans cutânea, popularmente chamada de bicho geográfico; o verme Toxocara canis é o responsável pela transmissão da Larva migrans visceral, bem como o Dipylidium caninum, que provoca a dipilidiose em cães, apesar de não causar lesões graves pode também acometer o homem.

 

Dentre outros parasitas de cães, podemos citar o protozoário Giardia spp., responsável em ocasionar a doença giardíase, considerada uma zoonose com sintomas semelhantes aos causados pelos vermes e que ocorre através da ingestão de cistos de Giárdia na água, verduras, frutas ou objetos contaminados (mãos levadas à boca).

 

O protocolo de vermifugação deverá ser realizado de acordo com recomendação do médico-veterinário. O aconselhável éuma dose de reforço 15 dias após cada vermifugação e a repetição do protocolo deverá ser realizada a cada 6 meses, 4 meses ou 3 meses, dependendo do ambiente (“desafio”) onde o animal vive.

 

Na linha Pet da Ourofino Saúde Animal há o Top Dog, vermífugo palatável com o sabor que os cães adoram, indicado para o combate e controle de parasitas internos (helmintos) de cães com atuação em vermes redondos (nematódeos) e vermes chatos (cestódeos). Top Dog é também indicado para o tratamento da Giardíase (causada pelo protozoário Giardia sp). Neste caso, a vermifugação deve acontecer durante três dias consecutivos.

 

Para o sucesso das vermifugações também são recomendadas algumas medidas de higiene como: oferecer ao animal alimentos frescos e limpos; água clorada ou filtrada; manter o ambiente limpo, recolhendo as fezes dos animais e utilizando desinfetantes, como o Cloreto de Benzalcônio (amônia quaternária). Essa medida é imprescindível para o sucesso do tratamento da giardíase, pois a transmissão da Giárdia nos animais ocorre pela ingestão de cistos (“ovos”) de protozoários que foram eliminados nas fezes dos animais infectados e que estão presentes no meio ambiente. O Cloreto de Benzalcônio atua na inativação dos cistos  impedindo a reinfecção dos animais.

A infestação por ectoparasitas aumenta com a chegada do clima quente, principalmente nesta época do ano. As pulgas e os carrapatos precisam de calor e umidade para se reproduzirem, por isso de dezembro a março as infestações são mais favoráveis.

 

Neste caso, a prevenção também sempre é a mais indicada. O uso contínuo de produtos que auxiliam no controle dos ectoparasitas em pets é essencial. A maior população de pulgas e carrapatos está no ambiente, então o tratamento apenas em cães e nos gatos não é eficaz para controlá-los. Como parte do ciclo de vida destes parasitas ocorre no ambiente, ele também deve ser tratado para interromper o desenvolvimento. As populações de pulgas e carrapatos adultos que se encontram nos animais representam apenas 5%. Já os outros 95% estão no ambiente em forma de ovos ou larvas de pulgas; ou ovos, larvas ou ninfas de carrapato.

 

As pulgas e os carrapatos se comportam diferentemente no ambiente. Enquanto as formas imaturas das pulgas preferem os locais abaixo do nível do solo, os carrapatos adultos e suas formas imaturas se escondem em locais altos, ou seja, acima do nível do solo. Engana-se quem pensa que as infestações destes parasitas no ambiente só acontecem em áreas externas. Com o pet inserido cada vez mais dentro do contexto familiar, é preciso dar atenção ao interior das residências, como os sofás, as cortinas, os tapetes e osarmários embutidos. O local onde o cão ou o gato costumam repousar e passar a maior parte do tempo deve ser frequentemente monitorado e higienizado, já que pode haver infestação.

 

A aplicação de produtos inseticidas no ambiente e o uso rotineiro do aspirador de pó (neste caso, para o controle de pulgas) também são necessários.

 

Para o controle de ectoparasitas a Ourofino Pet conta dois produtos: o NEOPet, produto com ação pulicida e carrapaticida, à base de Fipronil. Outra opção é a Leevre, coleira ectoparasiticida à base de Deltametrina e Propoxur, indicada para auxílio na prevenção e controle do vetor da Leishmaniose, o mosquito-palha, e das infestações de carrapatos e pulgas.