O calor do verão pode influenciar indiretamente na população de carrapatos, mas não é o único fator que determina seu aumento.

Os carrapatos são ectoparasitas mais ativos em condições de calor e umidade, o que é comum no verão, por isso em meses mais quentes podem criar condições ideais para o desenvolvimento e atividade dos carrapatos.

 

Os carrapatos passam por várias fases de vida, incluindo larvas, ninfas e adultos, e precisam se alimentar de sangue para completar seu ciclo de vida.

Os hospedeiros, como cães, oferecem uma fonte de alimento importante para carrapatos.

 

Quando as temperaturas sobem no verão, os carrapatos se tornam mais ativos e buscam hospedeiros com mais frequência.

No entanto, outros fatores, como a disponibilidade de alimento (sangue de hospedeiros), a presença de habitats adequados e a ação de predadores naturais, também desempenham um papel importante na determinação da população de carrapatos.

 

Como meu cão pode pegar carrapato? 

Os cães costumam passar mais tempo ao ar livre durante o verão, o que aumenta suas chances de entrar em contato com carrapatos que podem estar presentes na vegetação alta, nas áreas arborizadas e em outros ambientes externos.

Por isso devemos ter atenção aos passeios.

 

Como proteger o cachorro dos carrapatos? 

Proteger seu cão dos carrapatos é importante para prevenir infestações e evitar possíveis doenças transmitidas por esses parasitas.

Aqui estão algumas medidas que você pode adotar para proteger seu cão dos carrapatos:

 

1- Tratamentos antiparasitários

Consulte o seu veterinário para discutir opções de tratamentos antiparasitários. Existem produtos tópicos, comprimidos mastigáveis e coleiras como a Leevre, que podem ajudar a prevenir e controlar carrapatos.

Esses tratamentos costumam ser seguros e eficazes, mas é importante seguir as orientações do seu veterinário quanto ao uso adequado e à frequência.

 

2- Inspeção regular

Faça inspeções regulares no pelo do seu cão para verificar a presença de carrapatos.

Preste atenção especial nas áreas quentes, como as orelhas, patas, pescoço e área ao redor dos olhos.

Se você encontrar um carrapato, remova-o cuidadosamente com uma pinça de ponta fina, tentando não deixar a cabeça do carrapato na pele do animal.

 

3- Ambiente limpo

Mantenha o ambiente onde seu cão vive limpo e bem cuidado.

Carrapatos podem estar presentes na grama alta, folhas caídas e áreas arborizadas. Manter o quintal aparado e livre de acúmulo de folhas e detritos pode ajudar a reduzir a exposição do seu cão a carrapatos.

 

4- Evite áreas infestadas

Se você sabe que uma área está infestada de carrapatos, evite levá-lo para lá.

Carrapatos costumam ser mais comuns em áreas de vegetação densa e úmida.

 

5- Prevenção em épocas de maior atividade

Reforce as medidas de prevenção durante as estações mais quentes do ano, quando a atividade dos carrapatos é maior.

 

6- Coleira repelente

Além dos tratamentos antiparasitários, você pode considerar o uso de uma coleira repelente de carrapatos, como a Leevre.

Ela pode ajudar a manter carrapatos afastados do seu cão.

 

7- Médico veterinário

Se você suspeitar que seu cão foi infestado por carrapatos ou se ele apresentar sintomas como febre, diarreia, letargia, perda de apetite ou inflamações na pele, consulte um veterinário imediatamente.

 

Essas ações ajudarão a reduzir a exposição dos cães aos carrapatos e a diminuir a população de carrapatos no ambiente.

Já que são medidas de controle funcionais para ajudar a reduzir a população desses ectoparasitas independentemente da estação do ano.

 

Lembre-se de que a prevenção é fundamental para proteger seu cão dos carrapatos e das doenças que eles podem transmitir, inclusive a Erliquiose, a famosa “doença do carrapato”.

Sempre consulte um veterinário para obter orientações específicas para o seu animal de estimação.

 

No Amigo Pet dessa semana no Instagram da @ourofinopet você pode conferir dicas rápidas como essa, para proteger seu melhor amigo. Nos vemos por lá!

O aumento da longevidade dos animais de estimação tem contribuído para a maior frequência de problemas ligados à senilidade, como o câncer. Atualmente, a casuística de tumores em cães e gatos é uma das causas de sofrimento e óbito destes animais. A Medicina Veterinária se move na busca de recursos terapêuticos que permitam melhorar a qualidade de vida de animais portadores de tumores. e Com isso, também reduz o impacto para os proprietários que sofrem juntamente com seus companheiros de vida.

 

Entre os tumores mais comuns, os cutâneos aparecem com alta frequência pelo fato da pele ser o maior órgão do corpo e representar a barreira física entre o ambiente e o organismo sofrendo uma exposição direta aos fatores oncogênicos que propiciam as formações neoplásicas.

 

O mastocitoma canino é um dos tumores cutâneos mais frequentes, que aparece como uma massa cutânea medindo em média 2 a 5 cm de diâmetro e 1 a 3 cm de altura. Além deste sinal clínico, o animal acometido por esta neoplasia também pode apresentar manifestações de prurido (coceira), edema e úlceras na pele, bem como alterações sistêmicas como: anorexia, vômito, diarreia, melena (presença de sangue nas fezes) e anemia.

 

A escolha do tratamento em casos de mastocitoma será definida a partir do grau clínico do tumor, sendo a excisão cirúrgica ampla, uma das principais escolhas. A quimioterapia correlacionada à ressecção (retirada do tumor) é indicada como terapia adjuvante para mastocitoma e em pacientes com metástases.  Lembrando que é indispensável uma consulta com o médico-veterinário e uma avaliação detalhada para que o profissional estabeleça o diagnóstico e o melhor protocolo de tratamento.

 

Os tumores mamários caninos também representam uma importante parcela da casuística dos atendimentos clínico-cirúrgicos em clínicas veterinárias, correspondendo de 25% a 50% dos tumores caninos e, entre eles, a metade é considerada maligno. Em gatas, apesar da casuística elevada, ainda há poucos estudos relacionados aos tumores de mama nesta espécie.

 

Em cadelas, a frequência dos tumores mamários espontâneos é de duas a três vezes superior quando comparada a incidência desta neoplasia em mulheres. São encontrados em animais de meia idade e idosos, sem predisposição de raça e quando diagnosticada no início, a neoplasia de mama tem elevada chance de cura.

 

Os tumores de mama se apresentam como nódulos circunscritos com tamanho, consistência e mobilidade variável, podendo estar associados a ulcerações da pele e reações inflamatórias locais. Sabe-se que metástases são frequentemente observadas em linfonodos regionais (axilares e inguinais) e em localizações distantes como outros linfonodos, pulmões, coração, baço, adrenais e encéfalo.

 

Procedimentos cirúrgicos para remoção de mastocitomas ou tumores mamários são necessários e causam em geral grande preocupação no período pós-operatório, demandando cuidados intensos com a cicatrização destas feridas cirúrgicas por um período longo. Durante esse período é imprescindível o acompanhamento de um medico-veterinário, pois só um profissional da área será capaz de avaliar sobre a evolução do processo de cicatrização das feridas cirúrgicas.

 

Para uma cicatrização rápida e de melhor qualidade para cães e gatos, a Ourofino conta em sua linha com o Regepil, produto de uso tópico e formulação exclusiva com potente ação cicatrizante.

 

Dentre as possibilidades de uso do Regepil, além de feridas cirúrgicas, o produto pode ser indicado para feridas crônicas, feridas localizadas em região de difícil cicatrização, animais com comprometimento do processo de cicatrização fisiológico, decorrente de uma condição clínica pré-existente ou de algum tratamento concomitante, de modo a contribuir e acelerar o processo de cicatrização.

 

Para a correta evolução do processo de cicatrização de feridas são necessários cuidados especiais, a fim de proteger a região a ser cicatrizada de eventuais lambeduras, mordeduras e arranhaduras, que podem interferir negativamente no tratamento da ferida. O intervalo entre aplicações do produto Regepil é variável de acordo com o tipo de ferida e com as condições da região a ser cicatrizada, ficando a critério do médico-veterinário a definição do intervalo entre doses, de acordo com o protocolo de tratamento estabelecido.

Os parasitas intestinais dos cães, popularmente conhecidos como vermes, estão entre os agentes patogênicos mais encontrados em animais de companhia e constituem uma das principais causas de transtornos intestinais em cães. As verminosesapresentam uma grande importância para a saúde pública devido ao alto potencial em causar doenças em humanos, as chamadas zoonoses.

 

Em cães a prevalência de verminoses gastrintestinais é elevada, sendo que os animais mais jovens são mais suscetíveis e apresentam manifestações clínicas mais graves. Cães com parasitoses gastrointestinais sofrem ação irritante e espoliativa dos helmintos que causam anorexia, diarreia, vômito e retardo no crescimento. Também levao organismo a um quadro de imunossupressão que contribui para o aparecimento de processos de natureza infecciosa de origem bacteriana e viral.

 

Além da importância clínica veterinária, tais vermes também estão envolvidos na transmissão de zoonoses. Sabe-se que parasitas de diversas espécies do gênero Ancylostoma spp. causam em humanos uma zoonose conhecida como Larva migrans cutânea, popularmente chamada de bicho geográfico; o verme Toxocara canis é o responsável pela transmissão da Larva migrans visceral, bem como o Dipylidium caninum, que provoca a dipilidiose em cães, apesar de não causar lesões graves pode também acometer o homem.

 

Dentre outros parasitas de cães, podemos citar o protozoário Giardia spp., responsável em ocasionar a doença giardíase, considerada uma zoonose com sintomas semelhantes aos causados pelos vermes e que ocorre através da ingestão de cistos de Giárdia na água, verduras, frutas ou objetos contaminados (mãos levadas à boca).

 

O protocolo de vermifugação deverá ser realizado de acordo com recomendação do médico-veterinário. O aconselhável éuma dose de reforço 15 dias após cada vermifugação e a repetição do protocolo deverá ser realizada a cada 6 meses, 4 meses ou 3 meses, dependendo do ambiente (“desafio”) onde o animal vive.

 

Na linha Pet da Ourofino Saúde Animal há o Top Dog, vermífugo palatável com o sabor que os cães adoram, indicado para o combate e controle de parasitas internos (helmintos) de cães com atuação em vermes redondos (nematódeos) e vermes chatos (cestódeos). Top Dog é também indicado para o tratamento da Giardíase (causada pelo protozoário Giardia sp). Neste caso, a vermifugação deve acontecer durante três dias consecutivos.

 

Para o sucesso das vermifugações também são recomendadas algumas medidas de higiene como: oferecer ao animal alimentos frescos e limpos; água clorada ou filtrada; manter o ambiente limpo, recolhendo as fezes dos animais e utilizando desinfetantes, como o Cloreto de Benzalcônio (amônia quaternária). Essa medida é imprescindível para o sucesso do tratamento da giardíase, pois a transmissão da Giárdia nos animais ocorre pela ingestão de cistos (“ovos”) de protozoários que foram eliminados nas fezes dos animais infectados e que estão presentes no meio ambiente. O Cloreto de Benzalcônio atua na inativação dos cistos  impedindo a reinfecção dos animais.

A infestação por ectoparasitas aumenta com a chegada do clima quente, principalmente nesta época do ano. As pulgas e os carrapatos precisam de calor e umidade para se reproduzirem, por isso de dezembro a março as infestações são mais favoráveis.

 

Neste caso, a prevenção também sempre é a mais indicada. O uso contínuo de produtos que auxiliam no controle dos ectoparasitas em pets é essencial. A maior população de pulgas e carrapatos está no ambiente, então o tratamento apenas em cães e nos gatos não é eficaz para controlá-los. Como parte do ciclo de vida destes parasitas ocorre no ambiente, ele também deve ser tratado para interromper o desenvolvimento. As populações de pulgas e carrapatos adultos que se encontram nos animais representam apenas 5%. Já os outros 95% estão no ambiente em forma de ovos ou larvas de pulgas; ou ovos, larvas ou ninfas de carrapato.

 

As pulgas e os carrapatos se comportam diferentemente no ambiente. Enquanto as formas imaturas das pulgas preferem os locais abaixo do nível do solo, os carrapatos adultos e suas formas imaturas se escondem em locais altos, ou seja, acima do nível do solo. Engana-se quem pensa que as infestações destes parasitas no ambiente só acontecem em áreas externas. Com o pet inserido cada vez mais dentro do contexto familiar, é preciso dar atenção ao interior das residências, como os sofás, as cortinas, os tapetes e osarmários embutidos. O local onde o cão ou o gato costumam repousar e passar a maior parte do tempo deve ser frequentemente monitorado e higienizado, já que pode haver infestação.

 

A aplicação de produtos inseticidas no ambiente e o uso rotineiro do aspirador de pó (neste caso, para o controle de pulgas) também são necessários.

 

Para o controle de ectoparasitas a Ourofino Pet conta dois produtos: o NEOPet, produto com ação pulicida e carrapaticida, à base de Fipronil. Outra opção é a Leevre, coleira ectoparasiticida à base de Deltametrina e Propoxur, indicada para auxílio na prevenção e controle do vetor da Leishmaniose, o mosquito-palha, e das infestações de carrapatos e pulgas.

A DAPE, dermatite alérgica à picada de pulgas e carrapatos, é caracterizada por uma resposta imunológica exacerbada à presença de alérgenos que ficam na saliva destes parasitas. Nas pulgas, a espécie que causa problemas com maior frequência é a Ctenocephalides felis felis, identificada em 92% das infestações caninas e em 99% das felinas. Já entre os carrapatos, o Rhipicephalus sanguineus é o mais presente nas infestações de pets que vivem em regiões urbanas.

 

Com sintomas clínicos intensos, os quadros desta doença incomodam os animais de companhia e acarretam lesões de pele que desencadeiam infecções, principalmente por bactérias. O sinal clínico mais comum é o prurido, ou seja, a coceira com intensidades que variam entre moderada e intensa e ocasionam o desenvolvimento de lesões secundárias, como: escoriações, feridas com secreção sanguinolenta e crostas que podem evoluir para alopecia (áreas sem pelos).

 

Para tentar aliviar a coceira, o pet geralmente se esfrega em superfícies e costuma lamber a região com intensidade. Os locais mais acometidos por esta dermatite são: cauda, ânus, região dorsal, coxas, abdômen e pescoço.

 

Para o tratamento, é preciso eliminar a exposição ao alérgeno. Por isso, é importante que seja feito o controle efetivo da infestação das pulgas e carrapatos no animal de companhia e no ambiente, associado ao tratamento sintomático do paciente com medicamentos que diminuam a reação de hipersensibilidade. Ainda, quando diagnosticada uma dermatopatia por infecção secundária a DAPE, ela também deverá ser tratada com o uso de antibióticos adequados.

 

A eliminação das pulgas e carrapatos é de extrema importância para o tratamento da doença, por isso, para que haja a eficiência desta eliminação, medidas físicas e/ou químicas devem ser incorporadas ao próprio pet, aos coabitantes e ao ambiente. O controle da DAPE também deve incluir o tratamento etiológico e sintomático do animal afetado e dos demais pets contactantes, assim como a descontaminação do ambiente (interno e/ou externo) frequentado pelo hospedeiro, com o objetivo de prevenir novas infestações.

 

Para exterminar as pulgas e os carrapatos dos pets, é preciso conhecer o ciclo de vida destes ectoparasitas para ajudar a mantê-los protegidos por mais tempo.

Os ectoparasitas adultos que se encontram nos animais de companhia representam apenas 5% do total da população, os demais 95% estão no ambiente em forma de ovos ou larvas de pulgas, ou ovos, larvas ou ninfas de carrapato. Como parte do ciclo de vida deles acontece no ambiente, ele também deve ser tratado para combater os ectoparasitas indesejáveis.

 

O controle ambiental deve ser feito de acordo com as orientações dadas pelo médico-veterinário ou por empresas de dedetização especializadas no controle de pragas, isso porque a maioria dos produtos inseticidas e acaricidas ambientais podem ser tóxicos para os animais de companhia e para os seres humanos. O intervalo entre as aplicações do tratamento ambiental vai depender de muitos fatores, dentre eles, a densidade da infestação. Portanto, um único tratamento não é efetivo para o controle dos parasitas.

 

Para o controle nos pets, a Ourofino conta com o NEOPet, produto com ação pulicida e carrapaticida, de uso tópico à base de Fipronil, e com a Leevre, coleira ectoparasiticida à base de Deltametrina e Propoxur, indicada para o auxílio na prevenção e controle do vetor da leishmaniose e das infestações de carrapatos e pulgas em cães.

A inflamação do ouvido dos cães, mais conhecida como otite, pode ser causada por bactérias, fungos, parasitas (carrapatos, sarna de orelha), produção excessiva de cera, traumas, presença de algum corpo estranho (como água durante o banho), falta de higiene ou a própria conformação auricular. Alguns pets têm mais tendência para desenvolver otites e produzem mais cerúmen, por exemplo, os cães de raças que possuem as orelhas caídas (pendulares), como Cocker Spaniel, Golden Retriever e Basset Hound. Nesses animais, a conformação das orelhas dificulta o arejamento e torna o conduto auditivo quente e úmido, ambiente propício para o desenvolvimento de inflamações.

 

Os principais sintomas da otite são coceira intensa, vermelhidão, cheiro forte, cera de coloração alterada, além de causar um grande desconforto para o pet. Um dos comportamentos bastante observado nos cães com inflamações no ouvido é balançar a cabeça de um lado para outro e a dor ao toque na região.

A limpeza dos ouvidos dos animais de companhia é uma medida muito importante, pois mantém as orelhas limpas, saudáveis e, consequentemente, previne o surgimento das inflamações, infecções e alergias que causam coceira, desconforto e dor.

 

As estruturas que compõem os ouvidos dos cães são muito delicadas e, por esta razão, a limpeza deve ser feita de maneira muito cuidadosa. Normalmente deve ser feita a cada 15 dias. Nos casos de pets com otites, é importante seguir a orientação do médico-veterinário quanto à frequência da higienização. A Ourofino oferece o Limp & Hidrat em seu portfólio, uma solução de limpeza otológica formulada com extratos vegetais que proporcionam uma higienização suave e eficiente, promove hidratação da pele do ouvido e tem um agradável cheiro de lavanda.

Um dos principais cuidados que se deve ter com os pets ainda filhotes é mantê-los livres de infestações de pulgas e carrapatos.  Por meio das picadas os parasitas levam o  desconforto aos animais devido à coceiras e reações alérgicas, além de atuarem na transmissão de doenças infecciosas e verminoses, prejudicando assim a saúde deles.

 

Sabemos que a infestação de ectoparasitas se torna mais comum com a chegada do clima mais quente e úmido e, que na maioria das vezes os animais de companhia são infestados em parques, praças e através do contato com outros animais em passeios já nos primeiros meses de vida, levando os parasitas para dentro de casa.

 

Para o controle dos  ectoparasitas, a partir dos 30 dias de idade em cães, a Ourofino conta com o NEOPet, produto de uso tópico que atua por contato, não sendo necessário a picada dos parasitas no animal para que haja a atuação do princípio ativo. NEOPet deve ser utilizado a cada 30 dias com no mínimo três aplicações consecutivas. Para cada peso existe uma apresentação do produto específica.

 

Tão importante quanto o controle das infestações nos animais, é o combate desses parasitas no ambiente, já que quando nos deparamos com infestações de carrapatos e pulgas em cães e gatos, o que vemos representa apenas uma pequena parcela da população presente no ambiente. Assim, recomenda-se que o local onde o filhote costuma repousar e passar a maior parte do tempo seja frequentemente monitorado, uma vez que a infestação ambiental pode certamente estar presente.

 

O controle ambiental com inseticidas específicos deve ser feito de acordo com as orientações dadas pelo médico-veterinário ou por empresas especializadas em dedetização. O intervalo entre as aplicações do tratamento ambiental poderá variar de acordo com o nível de infestação e deverá ser realizado frequentemente.

 

Além dos cuidados com o ambiente e o uso contínuo de produtos ectoparasiticidas em filhotes, que deverá se estender até a fase adulta, manter o animal saudável e nutrido também irá contribuir para o controle de ectoparasitas, pois com o aumento da imunidade a tendência ao aparecimento de infestações permanecerá menor.

As doenças dermatológicas costumam ser o maior motivo de visitas dos cães ao veterinário. Suas causas são muito variadas e normalmente elas requerem longos tratamentos até que a cura seja obtida.

A saúde da pele e da pelagem do animal de companhia pode ser afetada por diferentes enfermidades, como as dermatites alérgicas (causadas pela picada de pulgas e carrapatos), dermatites parasitárias (causada por ácaros, como a sarna demodécica) e as dermatites infecciosas (causadas por bactérias e fungos).

 

As dermatites bacterianas, também conhecidas como piodermites ou foliculites bacterianas, são infecções na pele causadas por bactérias, principalmente as do gênero Staphylococcus.

Os animais com piodermite podem apresentar queda de pelo acentuada ou até falhas, coceira, pápulas (bolinhas), pústulas (espinhas), crostas amareladas e vermelhidão.

 

O diagnóstico das piodermites é realizado com base no histórico e com exame clínico detalhado, aliado a exames laboratoriais complementares. Normalmente, o tratamento é realizado com antibióticos orais e banhos com produtos antissépticos e antibacterianos.

 

Para se ter sucesso no tratamento é muito importante saber a origem da piodermite, ou seja, identificar se há alguma doença de base ou concomitante que tenha favorecido a instalação da doença. Portanto, é muito importante consultar um médico-veterinário de sua confiança, pois só ele pode identificar e prescrever o tratamento adequado para o seu pet.

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