Você sabia que a pele é o maior órgão do corpo dos cães? Ela funciona como uma verdadeira armadura, protegendo contra agentes externos, ajudando a manter a temperatura corporal e refletindo a saúde geral do seu pet. Por isso, merece atenção especial no dia a dia.
Quando se preocupar com a pele do seu peludo?
Coceira frequente, vermelhidão, feridinhas espalhadas pelo corpo, descamação, mau cheiro e queda excessiva de pela são sinais de alerta. Esses sintomas podem estar relacionados a alergias, parasitas, infecções por bactérias ou fungos, alimentação desequilibrada ou até distúrbios hormonais. Quanto mais cedo o tutor buscar ajuda, maiores as chances de uma recuperação rápida e eficaz.
Inclusive, um consenso recente da WSAVA (Associação Mundial de Veterinários de Pequenos Animais) reforça que cuidados dermatológicos são essenciais para garantir a saúde e o bem-estar dos pets.
Como cuidar da pele do seu pet no dia a dia
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Banhos com os produtos certos
A escolha do shampoo é um passo essencial no cuidado com a pele. A pele dos cães pode ser mais seca ou mais oleosa, e cada uma exige um cuidado específico.
Para cães com pele ressecada, sensível ou que apresentam descamações, a linha Bris Pele Seca, da Ourofino, é ideal. Com ingredientes hidratantes, ela ajuda a restaurar a barreira natural da pele.
Já para pets com pele oleosa, excesso de secreção ou tendência à proliferação de microoorganismos, a linha Bris Pele Oleosa ajuda no controle da oleosidade sem agredir a pele.
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Alimentação balanceada e suplementação
Uma dieta balanceada é essencial para a saúde da pele e dos pelos. E, em muitos casos de problemas de pele, um suplemento pode fazer toda a diferença! Por exemplo, o Plenipil, da Ourofino, é um suplemento alimentar desenvolvido especialmente para cuidar da pele e dos pelos dos pets. Ele contém altas concentrações de Ômega 3 (EPA e DHA) — derivados de peixes de águas frias — e o probiótico Lactobacillus rhamnosus, que juntos ajudam a manter a pele mais saudável e resistente, favorecendo o crescimento de pelos mais fortes, macios e brilhantes. Além disso ele pode ser usado em todas as fases da vida, sendo um grande aliado ao bem-estar e qualidade de vida do seu pet.
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Controle de pulgas e carrapatos
Esses parasitas não só podem transmitir doenças como também pode causar muito incômodo como coceira, irritação da pele e alergias. Para isso, a Ourofino conta com uma linha de prevenção:
Banni e Neopet: pipetas de fácil aplicação que ajudam no controle de carrapatos e pulgas.
Coleira Leevre: proteção prolongada contra pulgas, carrapatos e inclusive ajuda na repelência contra o mosquito transmissor da leishmaniose.
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Hidratação extra e proteção
Além dos shampoos, a linha Bris conta com Sprays hidratantes e Sérum, ideais para áreas ressecadas ou sensibilizadas da pele. Eles nutrem e ajudam na recuperação da barreira da pele, complementando o cuidado diário.
E lembre-se o acompanhamento com o médico-veterinário é imprescindível, pois ele pode te ajudar não somente a identificar possíveis problemas dermatológicos, mas também a te orientar a ajudar a escolher os melhores produtos para os cuidados da pele do seu peludinho.
Amor que se vê na pele
Cuidar da pele do seu cachorrinho é mais do que uma questão de estética — é uma forma de promover saúde, bem-estar e qualidade de vida. Quando a pele está bem, o seu pet se sente mais confortável, feliz e ativo.
Conte sempre com a orientação do médico-veterinário e com os produtos da Ourofino Saúde Animal, como as linhas Bris, Plenipil, Banni, Neopet e Leevre — pensados especialmente para cuidar do seu pet com confiança e carinho.
O aumento da longevidade dos animais de estimação tem contribuído para a maior frequência de problemas ligados à senilidade, como o câncer. Atualmente, a casuística de tumores em cães e gatos é uma das causas de sofrimento e óbito destes animais. A Medicina Veterinária se move na busca de recursos terapêuticos que permitam melhorar a qualidade de vida de animais portadores de tumores. e Com isso, também reduz o impacto para os proprietários que sofrem juntamente com seus companheiros de vida.
Entre os tumores mais comuns, os cutâneos aparecem com alta frequência pelo fato da pele ser o maior órgão do corpo e representar a barreira física entre o ambiente e o organismo sofrendo uma exposição direta aos fatores oncogênicos que propiciam as formações neoplásicas.
O mastocitoma canino é um dos tumores cutâneos mais frequentes, que aparece como uma massa cutânea medindo em média 2 a 5 cm de diâmetro e 1 a 3 cm de altura. Além deste sinal clínico, o animal acometido por esta neoplasia também pode apresentar manifestações de prurido (coceira), edema e úlceras na pele, bem como alterações sistêmicas como: anorexia, vômito, diarreia, melena (presença de sangue nas fezes) e anemia.
A escolha do tratamento em casos de mastocitoma será definida a partir do grau clínico do tumor, sendo a excisão cirúrgica ampla, uma das principais escolhas. A quimioterapia correlacionada à ressecção (retirada do tumor) é indicada como terapia adjuvante para mastocitoma e em pacientes com metástases. Lembrando que é indispensável uma consulta com o médico-veterinário e uma avaliação detalhada para que o profissional estabeleça o diagnóstico e o melhor protocolo de tratamento.
Os tumores mamários caninos também representam uma importante parcela da casuística dos atendimentos clínico-cirúrgicos em clínicas veterinárias, correspondendo de 25% a 50% dos tumores caninos e, entre eles, a metade é considerada maligno. Em gatas, apesar da casuística elevada, ainda há poucos estudos relacionados aos tumores de mama nesta espécie.
Em cadelas, a frequência dos tumores mamários espontâneos é de duas a três vezes superior quando comparada a incidência desta neoplasia em mulheres. São encontrados em animais de meia idade e idosos, sem predisposição de raça e quando diagnosticada no início, a neoplasia de mama tem elevada chance de cura.
Os tumores de mama se apresentam como nódulos circunscritos com tamanho, consistência e mobilidade variável, podendo estar associados a ulcerações da pele e reações inflamatórias locais. Sabe-se que metástases são frequentemente observadas em linfonodos regionais (axilares e inguinais) e em localizações distantes como outros linfonodos, pulmões, coração, baço, adrenais e encéfalo.
Procedimentos cirúrgicos para remoção de mastocitomas ou tumores mamários são necessários e causam em geral grande preocupação no período pós-operatório, demandando cuidados intensos com a cicatrização destas feridas cirúrgicas por um período longo. Durante esse período é imprescindível o acompanhamento de um medico-veterinário, pois só um profissional da área será capaz de avaliar sobre a evolução do processo de cicatrização das feridas cirúrgicas.
Para uma cicatrização rápida e de melhor qualidade para cães e gatos, a Ourofino conta em sua linha com o Regepil, produto de uso tópico e formulação exclusiva com potente ação cicatrizante.
Dentre as possibilidades de uso do Regepil, além de feridas cirúrgicas, o produto pode ser indicado para feridas crônicas, feridas localizadas em região de difícil cicatrização, animais com comprometimento do processo de cicatrização fisiológico, decorrente de uma condição clínica pré-existente ou de algum tratamento concomitante, de modo a contribuir e acelerar o processo de cicatrização.
Para a correta evolução do processo de cicatrização de feridas são necessários cuidados especiais, a fim de proteger a região a ser cicatrizada de eventuais lambeduras, mordeduras e arranhaduras, que podem interferir negativamente no tratamento da ferida. O intervalo entre aplicações do produto Regepil é variável de acordo com o tipo de ferida e com as condições da região a ser cicatrizada, ficando a critério do médico-veterinário a definição do intervalo entre doses, de acordo com o protocolo de tratamento estabelecido.
Os parasitas intestinais dos cães, popularmente conhecidos como vermes, estão entre os agentes patogênicos mais encontrados em animais de companhia e constituem uma das principais causas de transtornos intestinais em cães. As verminosesapresentam uma grande importância para a saúde pública devido ao alto potencial em causar doenças em humanos, as chamadas zoonoses.
Em cães a prevalência de verminoses gastrintestinais é elevada, sendo que os animais mais jovens são mais suscetíveis e apresentam manifestações clínicas mais graves. Cães com parasitoses gastrointestinais sofrem ação irritante e espoliativa dos helmintos que causam anorexia, diarreia, vômito e retardo no crescimento. Também levao organismo a um quadro de imunossupressão que contribui para o aparecimento de processos de natureza infecciosa de origem bacteriana e viral.
Além da importância clínica veterinária, tais vermes também estão envolvidos na transmissão de zoonoses. Sabe-se que parasitas de diversas espécies do gênero Ancylostoma spp. causam em humanos uma zoonose conhecida como Larva migrans cutânea, popularmente chamada de bicho geográfico; o verme Toxocara canis é o responsável pela transmissão da Larva migrans visceral, bem como o Dipylidium caninum, que provoca a dipilidiose em cães, apesar de não causar lesões graves pode também acometer o homem.
Dentre outros parasitas de cães, podemos citar o protozoário Giardia spp., responsável em ocasionar a doença giardíase, considerada uma zoonose com sintomas semelhantes aos causados pelos vermes e que ocorre através da ingestão de cistos de Giárdia na água, verduras, frutas ou objetos contaminados (mãos levadas à boca).
O protocolo de vermifugação deverá ser realizado de acordo com recomendação do médico-veterinário. O aconselhável éuma dose de reforço 15 dias após cada vermifugação e a repetição do protocolo deverá ser realizada a cada 6 meses, 4 meses ou 3 meses, dependendo do ambiente (“desafio”) onde o animal vive.
Na linha Pet da Ourofino Saúde Animal há o Top Dog, vermífugo palatável com o sabor que os cães adoram, indicado para o combate e controle de parasitas internos (helmintos) de cães com atuação em vermes redondos (nematódeos) e vermes chatos (cestódeos). Top Dog é também indicado para o tratamento da Giardíase (causada pelo protozoário Giardia sp). Neste caso, a vermifugação deve acontecer durante três dias consecutivos.
Para o sucesso das vermifugações também são recomendadas algumas medidas de higiene como: oferecer ao animal alimentos frescos e limpos; água clorada ou filtrada; manter o ambiente limpo, recolhendo as fezes dos animais e utilizando desinfetantes, como o Cloreto de Benzalcônio (amônia quaternária). Essa medida é imprescindível para o sucesso do tratamento da giardíase, pois a transmissão da Giárdia nos animais ocorre pela ingestão de cistos (“ovos”) de protozoários que foram eliminados nas fezes dos animais infectados e que estão presentes no meio ambiente. O Cloreto de Benzalcônio atua na inativação dos cistos impedindo a reinfecção dos animais.
A infestação por ectoparasitas aumenta com a chegada do clima quente, principalmente nesta época do ano. As pulgas e os carrapatos precisam de calor e umidade para se reproduzirem, por isso de dezembro a março as infestações são mais favoráveis.
Neste caso, a prevenção também sempre é a mais indicada. O uso contínuo de produtos que auxiliam no controle dos ectoparasitas em pets é essencial. A maior população de pulgas e carrapatos está no ambiente, então o tratamento apenas em cães e nos gatos não é eficaz para controlá-los. Como parte do ciclo de vida destes parasitas ocorre no ambiente, ele também deve ser tratado para interromper o desenvolvimento. As populações de pulgas e carrapatos adultos que se encontram nos animais representam apenas 5%. Já os outros 95% estão no ambiente em forma de ovos ou larvas de pulgas; ou ovos, larvas ou ninfas de carrapato.
As pulgas e os carrapatos se comportam diferentemente no ambiente. Enquanto as formas imaturas das pulgas preferem os locais abaixo do nível do solo, os carrapatos adultos e suas formas imaturas se escondem em locais altos, ou seja, acima do nível do solo. Engana-se quem pensa que as infestações destes parasitas no ambiente só acontecem em áreas externas. Com o pet inserido cada vez mais dentro do contexto familiar, é preciso dar atenção ao interior das residências, como os sofás, as cortinas, os tapetes e osarmários embutidos. O local onde o cão ou o gato costumam repousar e passar a maior parte do tempo deve ser frequentemente monitorado e higienizado, já que pode haver infestação.
A aplicação de produtos inseticidas no ambiente e o uso rotineiro do aspirador de pó (neste caso, para o controle de pulgas) também são necessários.
Para o controle de ectoparasitas a Ourofino Pet conta dois produtos: o NEOPet, produto com ação pulicida e carrapaticida, à base de Fipronil. Outra opção é a Leevre, coleira ectoparasiticida à base de Deltametrina e Propoxur, indicada para auxílio na prevenção e controle do vetor da Leishmaniose, o mosquito-palha, e das infestações de carrapatos e pulgas.
A leishmaniose visceral, mais conhecida como Calazar, é uma doença infecciosa transmitida tanto aos cães quanto aos seres humanos através da picada de um mosquito flebótomo, popularmente conhecido como mosquito-palha.
No Brasil, a leishmaniose visceral é um importante problema de saúde pública, não apenas em áreas rurais, mas também urbanas, e está presente em todas as regiões do país. De acordo com dados do Ministério da Saúde, em média, cerca de 3.500 casos humanos de leishmaniose visceral são notificados anualmente no Brasil, sendo que aproximadamente 70% estão concentrados na região nordeste (Brasileish, 2018).
A leishmaniose é uma doença vetorial, transmitida somente através da picada do mosquito-palha, não havendo transmissão ou contágio do cão para o homem ou vice-versa.
O mosquito-palha se torna infectado com o parasita causador da leishmaniose quando ele pica um cão ou um ser humano que possui a doença, sendo assim, ele irá adquirir a larva do parasita causador da leishmaniose através do sangue desse hospedeiro infectado. Essa larva irá passar por transformações no intestino do mosquito e irá migrar para seu aparelho sugador, sendo transmitida para um novo hospedeiro quando o mosquito-palha se alimentar novamente. Esse novo hospedeiro poderá ser um cão ou um ser humano.
Ao contrário do mosquito da dengue, as larvas do mosquito-palha se alimentam de matéria orgânica, como lixo doméstico (restos de comida), frutos apodrecidos, folhas de árvores, vegetais em decomposição e fezes de animais. E os ovos do mosquito-palha são colocados em locais sombreados e úmidos e que tenham fonte de alimentação para as larvas que eclodirão.
O mosquito-palha sai de seu abrigo e apresenta maior atividade nos horários mais frescos do dia, como ao anoitecer e durante a noite. Portanto em áreas endêmicas da leishmaniose, passeios com os cães no final da tarde e à noite devem ser evitados.
Os sinais clínicos da leishmaniose podem variar, ou seja, não são específicos da doença. Além disso, os animais podem estar infectados, mas sem sintomas clínicos. No entanto, quando manifestados, os indícios da leishmaniose visceral canina são característicos: vômito, fraqueza, emagrecimento, acentuada queda de pelos, feridas de difícil cicatrização no focinho, orelhas e patas e um crescimento anormal das unhas.
O diagnóstico clínico da leishmaniose visceral deve ser realizado com base nos exames físico e laboratorial, visto que como não existem sinais específicos da doença só o diagnóstico clínico não é um método preciso. Sendo assim, caso o médico-veterinário sugira a realização de um teste para diagnóstico da leishmaniose, aceite fazer.
O tratamento da leishmaniose canina deve ser realizado com protocolos que produzam melhora clínica e redução da carga parasitária, visto que não existe cura parasitológica para a doença. A única droga leishmanicida aprovada para o tratamento da doença em cães é a miltefosina (MAPA, 2016). Com o tratamento, o animal infectado pode viver por muitos anos e com qualidade de vida. Além disso, todos os animais em tratamento devem utilizar inseticidas tópicos com propriedade repelente, a fim de minimizar o risco de transmissão.
A principal forma de prevenção da infecção por leishmaniose em cães é através do uso de inseticidas tópicos com propriedade repelente. Atualmente existem estudos e dados suficientes para sustentar que o uso de coleiras em cães contra o mosquito-palha é um dos métodos mais efetivos no combate à leishmaniose visceral, trazendo impactos positivos não apenas por manter os cães livres da doença, como também auxiliando no controle da população do flebotomíneo. Além da coleira, a vacina em animais soronegativos também é importante, porém ela não evita que os mosquitos piquem ou que a doença seja transmitida: sua atuação é evitar que o animal desenvolva a doença.
Além do uso da coleira nos animais, deve-se realizar o manejo ambiental, por meio de limpeza de quintais, terrenos e praças públicas removendo lixo, fezes, folhas e frutas em decomposição, instalar telas nas portas e janelas e utilizar inseticidas ambientais também contribuem para o combate ao mosquito-palha.
A principal forma de transmissão da doença é através da picada de flebotomíneos, ou seja, do mosquito-palha infectado, porém há outras formas de transmissão, como através da transfusão sanguínea e sêmen de cães infectados, contaminando as fêmeas e seus filhotes. Portanto a castração de animais errantes ou animais domiciliados infectados nas áreas endêmicas também é uma medida preventiva importante.
A Ourofino tem em sua linha de produtos a Coleira Leevre, uma coleira ectoparasiticida que tem como ativos a Deltametrina 4% e Propoxur 12%.
Leevre é indicada para auxiliar no controle da leishmaniose, pois possui efeito inseticida e repelente contra o mosquito-palha, sendo uma forma mais eficiente de evitar um maior número de casos e agindo na mortalidade dos vetores. Além de prevenir a transmissão da leishmaniose, a Leevre combate e controla os carrapatos e pulgas dos cães. O período ideal de troca da coleira Leevre é a cada 6 meses.
Saiba mais em https://ourofino.com/leevredapicada/.
Referências : Diretrizes para o diagnóstico, estadiamento, tratamento e prevenção da Leishmaniose Canina.

O médico veterinário possui diversas áreas de atuação, o que o torna um profissional de extrema importância para a sociedade. A posse responsável de cães, gatos e outros animais, inclui o acompanhamento de um médico-veterinário para atender tanto a emergência como a rotina clínica dos animais. Além disso, o médico-veterinário é muito importante para a saúde pública, pois estabelece a profilaxia das doenças de animais transmissíveis ao homem, as chamadas zoonoses. A OMS (Organização Mundial da Saúde) tem ressaltado a importância da participação do médico-veterinário no planejamento e avaliação das medidas preventivas e de controle adotadas pelas equipes de Saúde Pública (WORLD HEALTH ORGANIZATION, 2002).
Além disso, o médico-veterinário tem muitas ações importantes em prol da sociedade, como valor na indústria, na cirurgia veterinária, na clinica veterinária, na veterinária preventiva, na produção de alimentos, no frigorífico, no campo, na pesquisa, entre outros.
Esses profissionais têm a responsabilidade de orientar e explicar o cotidiano e a rotina de cada animal, cuidando adequadamente suas necessidades individuais e particulares, de acordo com idade e espécie.
Os exames preventivos de rotina, vacinações, vermifugações, cuidado com o controle de ectoparasitas (carrapatos e pulgas), correta orientação a respeito de zoonoses (doenças transmitidas do animal para o homem) como a leishmaniose, raiva, leptospirose e atendimentos regulares, fazem parte da rotina do profissional.
Atualmente, para o controle de ectoparasitas nos pets, existem diversos produtos disponíveis no mercado. É importante buscar orientação do médico-veterinário, pois ele é o profissional adequado para sugerir a melhor solução para seu pet e sua família. A Ourofino conta em sua linha com o Neopet, produto com ação pulicida e carrapaticida, à base de Fipronil, molécula muito utilizada e de eficácia e segurança bastante consagradas. E a Leevre, coleira ectoparasiticida à base de Deltametrina e Propoxur indicada para auxílio na prevenção e controle do vetor da leishmaniose e das infestações de carrapatos e pulgas em cães.
O protocolo de vermifugação nos pets deve ser iniciado já nos primeiros quinze a trinta dias de vida, seguindo sempre a recomendação do médico-veterinário. É sempre importante manter em dia a vermifugação de seu pet, mesmo os animais bem cuidados estão expostos a esses inimigos. A Ourofino conta em sua linha com o Top Dog, um vermífugo completo e palatável para cães.
Em casos mais graves, como as doenças, por exemplo, é o médico-veterinário que tem a responsabilidade de conferir as melhores opções de tratamento, como medicações ou cirurgias se for preciso, na expectativa sempre de proporcionar a cura e o bem estar animal.
A medicina veterinária é a melhor fonte de informações sobre a saúde do seu animal de estimação, portanto o hábito de levar seu pet para visitas regulares ao veterinário de sua preferência não só garante a saúde dele, como também a saúde de sua família.
Os carrapatos são um problema muito comum na vida dos cães e podem causar desde uma simples coceira até a transmissão de doenças infecciosas graves. Cães de todos os portes, raças e idade estão sujeitos a sofrer com os carrapatos.
Os carrapatos são ectoparasitas pertencentes à família Ixodidae e se alimentam de sangue de aves, répteis e mamíferos (como os cães). No Brasil, as espécies mais comuns que afetam os cães são Amblyomma cajennense, também conhecido como carrapato estrela e o Rhipicephalus sanguineus, também conhecido como carrapato marrom ou vermelho dos cães.
Um grande problema ao enfrentar infestações por estes parasitas é que eles são muito resistentes no meio ambiente, podendo sobreviver por meses sem se alimentar.
A fêmea adulta chega a depositar no ambiente mais de 3000 ovos; dos ovos, eclodem as larvas dos carrapatos, que irão se alimentar no hospedeiro e voltar para o ambiente, evoluindo para uma fase jovem chamada de ninfa, que também procura o hospedeiro para se alimentar e volta para o ambiente para se tornar adulto.
Os danos causados pelos carrapatos acontecem no processo de alimentação destes parasitas. Durante esse processo de alimentação, os carrapatos podem transmitir microrganismos patogênicos juntamente com a saliva, sendo assim, são excelentes carreadores de doenças causadas por bactérias e protozoários, transmitindo estes microrganismos muito facilmente entre os cães e seres humanos. Os gatos também podem se infectar com os carrapatos, porém em menor grau, pois o hábito de autolimpeza destes animais ajuda na remoção dos parasitas.
A doença mais preocupante que eles causam é a erliquiose, conhecida popularmente como doença do carrapato, que acomete cachorros de todas as raças e idades. A erliquiose canina é uma hemoparasitose, ou seja, atinge o animal através de sua corrente sanguínea. A transmissão dessa doença acontece por meio da picada do carrapato da espécie Rhipicephalus sanguineus, conhecido como carrapato marrom, que esteja infectado pela bactéria Erlichia sp. Os cães com erliquiose canina podem apresentar febre, perda de apetite e de peso, manchas na pele, fraqueza muscular, e em alguns casos mais severos sangramentos nasais e vômitos.
A febre maculosa, é uma doença transmitida pelo carrapato-estrela, tanto aos pets quanto os seres humanos. Os sintomas são semelhantes entre os animais e as pessoas: febre alta, dor muscular e manchas pelo corpo. A febre maculosa é uma zoonose e a transmissão só acontece caso o carrapato esteja contaminado com o agente responsável.
A babesiose canina é causada por um protozoário (Babesia canis), capaz de causar uma infecção dos glóbulos vermelhos dos cães, destruindo-os e levando a uma anemia grave. A doença é transmitida por várias espécies de carrapatos e os sintomas podem aparecer gradualmente, de 1 a 6 semanas depois da picada pelo carrapato infectado. Os sintomas mais observados nos cães são: febre, indisposição, anemia severa, anorexia, urina escura ou com sangue, vômitos.
Como na maioria das doenças, a prevenção sempre é o mais indicado. Atualmente, para o controle da infestação nos pets, existem diversos produtos disponíveis no mercado. É importante buscar orientação do médico veterinário, pois ele é o profissional adequado para sugerir a melhor solução para seu pet e sua família. A Ourofino conta em sua linha com o NEOPet, produto com ação pulicida e carrapaticida, à base de Fipronil, molécula muito utilizada e de eficácia e segurança bastante consagradas. E a Leevre, coleira ectoparasiticida à base de Deltametrina e Propoxur indicada para auxílio na prevenção e controle do vetor da leishmaniose e das infestações de carrapatos e pulgas em cães.
Lembrando que o controle ambiental também deve ser feito, pois os ectoparasitas adultos que se encontram nos pets representam 5% do total da população, os demais 95% estão no ambiente em forma de ovos, larvas ou ninfas de carrapato. Como parte do ciclo de vida deles acontece no ambiente, ele também deve ser tratado para combater os ectoparasitas indesejáveis.
O controle ambiental deve ser feito de acordo com as orientações dadas pelo médico-veterinário ou por empresas de dedetização especializadas no controle de pragas, isso porque a maioria dos produtos inseticidas e acaricidas ambientais podem ser tóxicos para os animais de companhia e para os seres humanos. O intervalo entre as aplicações do tratamento ambiental vai depender de muitos fatores, dentre eles, a densidade da infestação. Portanto, um único tratamento não é efetivo para o controle dos parasitas.

A leishmaniose é uma doença que atinge os cães e pode ser transmitida aos seres humanos. Esta zoonose é classificada em dois tipos: a visceral e a tegumentar.
A primeira, a visceral, é transmitida pela picada do mosquito-palha e pode demorar meses ou até anos para que a manifestação dos sintomas ocorra. Quando acontece, ela causa lesões de pele e atinge os órgãos internos do animal de companhia, como o fígado, rins e baço. Já no segundo tipo, a leishmaniose tegumentar, quando o cão é contaminado, também apresenta feridas na pele, que costumam atacar as partes com menos pelos e pode evoluir para feridas na mucosa do nariz, garganta e boca.
Por isso, é importante que seja feita a prevenção da doença, uma vez que a incidência de casos aumenta a cada ano. Para o controle nos cães, é indicado o uso de coleiras que atuam contra o mosquito-palha no combate à leishmaniose visceral, pois mantém os animais de companhia livres desta zoonose e auxilia no controle da população destes insetos, já que os eliminam.
As larvas do mosquito-palha se desenvolvem em matéria orgânica, por esse motivo é importante a limpeza constante dos quintais das casas e a remoção de lixo, fezes, folhas e frutas em decomposição. Além disso, instalar telas nas portas e janelas, e utilizar inseticidas ambientais também contribuem para o combate ao inseto.
O contágio também pode ocorrer através do sêmen de cães infectados, contaminando as fêmeas e os filhotes, que já nascem infectados e podem desenvolver os sintomas da doença entre dois meses a oito anos de vida.
Para prevenção, a Ourofino possui a Leevre, coleira ectoparasiticida à base de Deltametrina 4% e Propoxur 12%, com alta eficácia repelente e inseticida frente ao mosquito-palha transmissor da leishmaniose. Além disso, ela também combate e controla os carrapatos dos cães por até seis meses e pulgas por nove meses.
Ainda, para estimular, entre tutores e médicos-veterinários, a importância da prevenção e controle da Leishmaniose, a empresa iniciou este mês a campanha #LivredaPicada, que traz informações sobre a doença, dados sobre seu avanço e também contempla a distribuição de materiais informativos em clínicas e hospitais veterinários.
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