Ao lidar com a higiene de seu cachorro, é essencial considerar os cuidados adequados ao cortar suas unhas. Embora seja um procedimento relativamente simples, é crucial seguir algumas precauções para garantir a segurança e o conforto do seu pet.
Descubra como cortar as unhas do seu cão sem sair de casa, evitando o estresse de uma viagem à clínica veterinária.
Quando cortar as unhas do cão?
Antes de tudo, é crucial compreender a verdadeira necessidade do corte de unhas para os cães.
Muitos animais vivem em ambientes com pisos ásperos ou têm uma rotina que os leva a passear em locais com superfícies irregulares. Essa exposição natural desgasta as unhas dos cães, agindo como uma espécie de lixa.
Para determinar se é necessário cortar as unhas do seu cão, é importante verificar se elas ultrapassam o limite dos coxins (almofadas das patas), fazendo com que as unhas entrem em contato com o chão antes dos coxins.
Caso as unhas do seu cão estejam muito compridas, é importante cortá-las para evitar problemas como dor, dificuldade para caminhar e até mesmo deformidades nas patas. Além disso, unhas muito grandes podem quebrar facilmente, causando desconforto e até mesmo infecções. Por isso, é essencial ficar atento ao comprimento das unhas do seu pet e realizar o corte quando necessário.
Quando isso ocorre, é hora de agir e cortar as unhas do seu fiel companheiro.

Equipamento e cuidados essenciais para cortar as unhas do seu cão em casa
Ao realizar o corte de unhas do seu cão em casa, é fundamental estar bem preparado.
Adquirir um cortador de unhas específico para cães é essencial, garantindo um procedimento seguro e eficaz.
Certifique-se de escolher um modelo compatível com o porte do seu animal (pequeno, médio ou grande), pois isso garantirá que a abertura do alicate se adapte perfeitamente ao tamanho da unha.
É importante lembrar que, assim como nós humanos, os cães também possuem terminações nervosas sensíveis próximas à base da unha, onde há inclusive fluxo sanguíneo. Por isso, cortar muito próximo a esse ponto pode causar dor e sangramento, transformando um procedimento simples em um grande problema.
Enquanto em cães de unhas claras é mais fácil identificar esse ponto crítico, em cães de unhas escuras pode ser mais desafiador.
Por isso, é recomendado cortar o mínimo possível, de modo que as almofadas das patas dos cães (os coxins) ainda façam contato com o chão e as unhas não atrapalhem sua locomoção.
Se estiver inseguro, você também pode optar por apenas lixar a ponta das unhas, garantindo um resultado seguro e confortável para o seu pet.
Passo a passo: Como cortar a unha de cachorro em casa
- Escolha um ambiente calmo e tranquilo para realizar o procedimento.
- Separe os materiais necessários, incluindo o cortador de unhas e uma lixa para acabamento.
- Segure seu cachorro com firmeza para evitar movimentos bruscos durante o corte.
- Corte as unhas em um ângulo de 45°, tomando cuidado para não atingir os vasos sanguíneos e nervos.
- Finalize o corte com uma lixa para suavizar as bordas.
- Ofereça um petisco ao seu cachorro como recompensa e para associar o procedimento a uma experiência positiva.
Cortar as unhas do seu cachorro em casa pode ser uma forma de fortalecer o vínculo entre vocês e garantir o conforto do seu animal.
No entanto, se tiver dúvidas ou se sentir desconfortável com o procedimento, não hesite em procurar a orientação de um médico veterinário.
Seguindo essas dicas simples é possível para realizar o corte de unhas do seu cãozinho com segurança e tranquilidade, proporcionando a ele o cuidado que ele merece.
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Até o próximo blog!
Você é aquele papai ou mamãe de pet que é um verdadeiro folião e adora carnaval? Quer incluir os seus filhotes na agitação?
Tudo com moderação é possível, então hoje viemos reforçar algumas dicas e cuidados que você já está careca de saber.
Afinal os cães são mais sensíveis a barulhos e podem se assustar com a aglomeração, mas temos opções interessantes para os que já estão mais acostumados em curtir a folia.
Se o seu cão vive passeando, é sociável com outros animais e pessoas desconhecidas, e além de tudo isso se diverte com essa interação, ele é um excelente candidato a folião.
Não sabe ainda se esse é o melhor ambiente, mas quer tentar levá-lo? Fique de olho nesses sinais.
Atenção ao comportamento
Se ele não é sociável, se assusta facilmente ou não costuma sair de casa, é melhor não forçar a barra.
Preste atenção aos sinais de desconforto, como:
- Midríase (dilatação da pupila);
- Orelhas caídas;
- Postura curvada;
- A cauda pende para baixo ou fica entre as patas traseiras.
Esses são sinais de que seu animal de companhia está assustado, em pico de estresse ou até com medo e o melhor lugar para ele curtir o carnaval com o pet pode ser assistir à escola de samba em frente à TV.
Bloquinho pet friendly
Sim, eles existem, alguns blocos de bairro, são mais familiares, menores e acabam sendo uma opção divertida para passear.
Além de verificar se o ambiente é adequado para cães, é importante evitar multidões e caminhar por locais onde a concentração de pessoas é um pouco mais comum com a do dia a dia de um passeio.
Assim você pode evitar que seu cachorro fique assustado ou estressado durante o carnaval.
Vamos te dar algumas orientações de cuidados para que essa folia seja garantida. Confira!
1 – Vacinação e Vermifugação em dia
Assim como para os passeios e viagens, a vacinação e a vermifugação devem estar em dia para que a interação entre as pessoas e os animais desconhecidos seja segura.
Você sabia que é adequado fazer a vermifugação com Top Dog a cada 3 meses? Consulte seu médico veterinário de confiança e saiba mais informações.
2- Atenção com alimentos
Fique atento ao que o cachorro pode comer no caminho do bloquinho.
Não é incomum encontrar serpentinas, restos de comida e bebida e objetos estranhos soltos entre os confetes. Fique de olho e evite a ingestão e qualquer mal-estar futuro.
3- A fantasia pode?
Pode, mas sem exageros ok?
Nada de pintar seu animalzinho, não é indicado tingir os pelos, pois isso pode provocar diversas reações alérgicas e problemas de pele em seu pet.
As fantasias podem ser fofas, mas é importante evitar excessos, cuidado com adereços muito quentes e desconfortáveis. Escolha tecidos leves e finos que não atrapalhem a movimentação do pet e que não cubra partes importantes do corpo, como olhos, focinhos e ouvidos.
Também é importante que o cachorro esteja sempre com coleira e a guia, e usando uma plaquinha de identificação, contendo o nome e telefone de contato dos pais.
4- Quente, quente, queimando!
Calor e carnaval super combinam, mas seu pet pode não curtir tanto assim, mas você pode fazer um teste simples para poder deixá-lo mais tranquilo.
Antes de sair, coloque seus pés descalços ou as palmas das mãos diretamente no asfalto, se você aguentar o contato por menos de dez segundos, o cão pode não aguentar e queimar as patas.
Neste caso, o melhor é ele não sair de casa para não queimar as patinhas. Além disso, elas podem desidratar e rachar, facilitando a entrada de fungos e bactérias, causando grande sofrimento ao animal.
5- Água, água, água mineral
“Sombra e água fresca” são sempre bem-vindas, portanto, lembre-se que vai sair de casa por um certo tempo e precisará levar água para o seu cachorro beber.
Mesmo que ele não pareça com sede, ofereça e incentive-o a beber para evitar que ele fique enjoado e sinta mal com a temperatura elevada.
Sempre que possível descanse e recarregue as baterias da animação.
6- Relaxamento em casa
Quando os foliões chegarem em casa, não deixem de tomar aquele banho com o Shampoo Bris Ourofino.
Afinal, o seu pet precisa ficar limpo e hidratado novamente, assim estará pronto para a próxima curtição, seja no bloquinho de rua, ou assistindo o carnaval na cama dos pais.
E aí? A disposição está em dia para pular e se divertir?
Sabemos que você irá avaliar a segurança do local e com essas dicas aproveitar a folia com confiança e muito carinho! Saiba mais no Podcast Amigo Pet.
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Já pensou em adotar um pet velhinho?
Conheça 6 fatores que devem ser considerados antes de buscar seu amigo na feirinha de adoção:
1. Tempo
2. Recursos financeiros
3. Ambiente
4. Porte
5. Comportamento do indivíduo
6. Comportamento da espécie
Adotei! E agora?
Outras formas de colaborar
Não são somente as pessoas que sofrem com infecções do trato urinário (ITU), este tipo de problema também pode afetar os cães e gatos e são muito comuns. O sistema urinário é composto por diversas estruturas e órgãos como, por exemplo, a uretra, a bexiga e os rins.
Geralmente as infecções que atingem o trato urinário são causadas por bactérias, mas outros microrganismos como fungos e vírus também podem estar envolvidos na causa deste problema. Estes microrganismos podem infectar um ou mais componentes do trato urinário. De acordo com a região afetada a infecção urinária recebe diferentes nomes técnicos sendo:
- uretrite: infecção da uretra;
- cistite: infeção da bexiga;
- nefrite ou pielonefrite: infecção nos rins.
As fêmeas no geral são mais afetadas que os machos. Alguns fatores predispõem o aparecimento das infecções urinárias, como doenças concomitantes (diabetes, por exemplo), idade avançada, presença de cálculos (“pedras”), baixa ingestão de água, sedentarismo e dieta desbalanceada.
Os cães e gatos com infecção do trato urinário podem ou não apresentar sintomas. É sempre importante que o tutor esteja atento a qualquer anormalidade nos hábitos de urinar do pet bem como em seu comportamento. De maneira geral, os animais afetados comumente sentem dor, mas não conseguem avisar o que está acontecendo. Os sintomas apresentados vão variar de acordo com a gravidade da infecção, sendo os sintomas mais comuns aumento na frequência de urinar, alteração no volume da urina (aumento ou diminuição), sede excessiva, dificuldade para urinar, incontinência urinária, odor diferente da urina, presença de sangue, perda de apetite, abatimento e febre.
Quanto mais rápido a infecção for descoberta melhor será o resultado do tratamento e menor será o tempo de recuperação. Não tratar ou tratar inadequadamente as infecções do trato urinário pode trazer complicações graves para a saúde dos animais de estimação.
Cabe ao médico-veterinário diagnosticar a presença de infecção no trato urinário. O diagnóstico é feito através da avaliação do pet e da realização de exames complementares. Um exame muito importante para identificação de anormalidades no sistema urinário é a análise da urina (urinálise). Através dele é possível verificar se existem alterações em diversas características da urina como cor, densidade, presença de sangue, células ou outras substâncias e estruturas. Com o uso do microscópio também é possível visualizar e diferenciar células e microrganismos (bactérias e/ou fungos).
O médico-veterinário também pode solicitar a realização da cultura urinária. Por meio desta técnica é possível identificar qual agente infeccioso está causando o problema e instituir o tratamento mais adequado. Nos casos em que há a suspeita da presença de cálculos no trato urinário é necessária a realização de ultrassonografia e/ou radiografia.
Como na maioria das vezes as bactérias são os agentes causadores deste tipo de infecção, o tratamento é feito com a administração de antibióticos. Além dos antibióticos o profissional também poderá prescrever a administração de medicamentos para controle da dor e recomendar uma dieta específica com o objetivo de melhorar as condições do sistema urinário. No caso de pets com tendência à formação de cálculos, o médico-veterinário pode instituir uma dieta especial para reduzir a formação destas estruturas.
Para evitar que os pets não sofram com estas infecções é importante deixar que eles urinem frequentemente e que tenham acesso irrestrito a água limpa e fresca.
Ao observar que seu melhor amigo está fazendo muito ou pouco xixi ou que a urina está com odor ou coloração diferente é importante levá-lo ao médico-veterinário.
Os cachorros e gatos de pelos médios e longos costumam chamar muita atenção por onde quer que passem. Porém, está beleza precisa de uma cuidados regulares para se manter.
Contudo, mesmo com os cuidados, que vão desde a escovação diária ao banho, podem acontecer a presença de nós. A pelagem embolada costuma gerar bastante desconforto nos pets, acabam favorecendo a coceira, acúmulo de micro-organismos como fungos e bactérias, sujidades, ectoparasitos e, até mesmo, a queda de pelos em algumas situações.
Como os nós aparecem?
A formação de nós costuma ocorrer pelo atrito que os fios fazem uns nos outros, que pode aumentar devido à ação de fatores externos como pela ação do vento, água, contato com substâncias que ressacam os fios, como: banhos de piscina e de mar.
Algumas características anatômicas podem ser fatores relevantes para a formação dos nós, como o comprimento, a textura e a presença de subpelo. Normalmente os cães e gatos com estas características na pelagem necessitam de maiores cuidados na rotina estética do que pets de pelo curto.
Como tirar os nós de pelo dos pets: passo a passo
Tirar nó nem sempre é possível! Caso perceba que não está conseguindo desfazer o(s) nó(s) com o passo a passo, orientamos a procurar um profissional da estética para avaliar se é possível desfazê-lo ou se somente pode ser removido com a tosa. A tosa é recomendada quando a tentativa de desembaraçar os nós possa machucar o pet.

Confira alguns passos de como desembaraçar nós de pelo do cachorro ou gato da melhor maneira, minimizando a dor e o desconforto:
1. Aplique um fluido desembaraçador de pelos
Atualmente existem produtos específicos que servem para desembaraçar os pelos de cães e gatos. Eles facilitam o deslizamento da escova pelos fios e vão diminuir o desconforto no momento do procedimento.
2. Localize o(s) nó(s)
As áreas com maior chance de formarem nós na pelagem são atrás das orelhas, no pescoço, próximo às articulações dos ombros e das coxas e, por fim, na virilha.
3. Segure o(s) nó(s) próximo à raiz dos pelos
Segurar o nó pela base no momento de desembaraçá-lo serve para amortecer os puxões, minimizando possível dor e/ ou desconforto no pet.
4. Desembarace-os
Inicialmente pode ser feita a tentativa de reduzir o nó com as mãos, diminuindo o seu tamanho. Em seguida é necessário utilizar uma rasqueadeira, que possui cerdas de arame levemente curvadas nas extremidades, que irá separar os fios.
O ideal é começar da parte mais distante do corpo do animal e, conforme os fios forem se soltando na extremidade, aproximar mais da base do nó, até que ele se desfaça por completo. Ou seja, no sentido das pontas para a raiz. Vale lembrar sempre que este utensílio não deve ser friccionado na pele do animal, pois pode feri-lo.
Vale lembrar que é melhor evitar a formação dos nós, do que ter que desfazê-los! Portanto, seguem algumas dicas para evitar este transtorno.
Como evitar a formação dos nós na pelagem do meu pet?
De modo geral, animais com pelos longos devem ser escovados mais vezes na semana, tendo o tutor um papel fundamental na manutenção da pelagem.

Quer saber mais sobre cuidados sobre pele e pelos de cães e gatos? Acesse nosso Guia Rápido de Cuidados com a Pele e Pelos dos Pets!
A frequência de banhos também é essencial para remover sujeiras, oleosidade e/ou excesso de descamação da pele que vão deixando os pelos grudados, favorecendo os nós. Ou seja, a escovação e os banhos previnem este acúmulo e minimizam a chance da formação de nós.
Além disso, o uso de shampoo e spray hidratante mantêm os pelos com as cutículas seladas, reduzindo o atrito e formação de nós. Vale lembrar que a formação de nós na pelagem independe se o pet tem pele seca ou oleosa, portanto cabe pedir ajuda do médico-veterinário ou profissional de estética para poder orientá-lo.
Conheça a Linha Bris com produtos hidratantes para ambos os tipos de pele dos pets e desenvolvidos para manter o brilho e a maciez dos pelos de cães e gatos.
DICA BÔNUS: devido a maior frequência de cuidados necessários para manter os pelos longos é importante que o pet seja acostumado desde cedo a ser manipulado, de preferência quando ainda é filhote.
O inverno é uma época que pede cuidados especiais com os animais de companhia. Com a queda de temperatura, alguns problemas de saúde podem atingir os pets, principalmente as doenças respiratórias. Confira!
Gripe Canina
A gripe canina também conhecida como tosse dos canis (ou traqueobronquite infeciosa canina) é uma enfermidade frequente nesta época do ano, mas que também ocorre nas outras estações. Ela pode ser causada por vírus ou bactérias, e sua transmissão ocorre principalmente por aerossóis de secreções oronasais dos animais de companhia infectados ou por meio de objetos, como vasilhas.
Essa doença ocorre com maior frequência em cachorros que convivem em ambientes em que há aglomerações de animais, por exemplo, nos canis, que é um local propício para a propagação.
A maioria dos pets com traqueobronquite infecciosa apresenta a enfermidade “sem complicações”, autolimitante e sem sinais de doença sistêmica, cujo principal sinal clínico é a tosse rouca, seca ou produtiva, que se agrava com o exercício físico, excitação, pressão da coleira no pescoço ou pela palpação da traqueia.
Em casos mais críticos, a presença de outros sintomas, como o corrimento nasal, ocular, vômito, emagrecimento e febre, podem surgir além do aparecimento de quadros de pneumonia ou broncopneumonia, que levam o animal de companhia a óbito caso não seja tratado.
Um dos maiores desafios para o controle da gripe canina é o manejo de surtos da doença. Neste caso, uma das principais medidas é diminuir a exposição dos pets aos agentes virais e bacterianos.
Para evitar que o cãozinho sofra com a gripe e os problemas que ela causa, a prevenção é o melhor caminho. Sendo elas:
- Fornecer vermifugação regular e não se esquecer de manter sempre a carteirinha de vacinação em dia para manter o pet saudável e menos susceptível as gripes;
- Oferecer ração de boa qualidade, como rações premium ou super premium;
- Exercícios físicos diários para aumentar a imunidade;
- Manter o seu pet sempre hidratado;
- Realizar visitas regulares ao médico-veterinário.
Doenças respiratórias dos felinos
Como diversos fatores podem levar o gato a ter problemas respiratórios, o complexo respiratório dos felinos, pode ser causado mais de um agente: herpesvírus felino; calicivírus felino e pela bactéria Chlamydophila felis.
Acomete principalmente filhotes de gatos que vivem em locais com grande concentração de animais, como em abrigos. As doenças causadas por vírus são responsáveis por cerca de 45% das infecções respiratórias e atinge o trato superior dos gatos. Geralmente se manifesta no primeiro ano de vida e não é transmitida para humanos.
A contaminação se dá pelo contato de um bichano doente com um saudável, através de fluídos como saliva, corrimento nasal ou ocular, considerada bastante contagiosa.
É fácil identificar se o felino apresenta alguma das doenças do complexo respiratório, basta observar se seu gatinho apresenta: espirros, tosse, corrimento nasal e ocular, salivação, febre, apatia, prostração, falta de apetite, conjuntivite e lesões ulceradas na boca.
É necessária a terapia de suporte que deve ser orientada pelo médico-veterinário, mas, além disso, o cuidado oferecido pelo tutor é fundamental para que o bichano consiga combater a doença. Alguns cuidados que os pai e mães de felinos podem fazer são:
- Manter gatinhos novos separados (quarentena) dos antigos gatos da casa até ter certeza que não estão doentes;
- Uma vez que os gatinhos estejam fisicamente bem, levá-los ao veterinário para começar o protocolo vacinal, pois as vacinas felinas protegem contra as doenças do complexo respiratório dos felinos;
- Oferecer ração de boa qualidade, como rações premium ou super premium;
- Oferecer sempre água fresca e limpa;
- Alguns veterinários recomendam suplementos à base de lisina para auxiliar na melhora do sistema imune;
- O uso de medicamentos como antibióticos, anti-inflamatórios somente devem ser utilizados sob prescrição do médico-veterinário.
Doenças articulares
Os cachorros e gatos com problemas articulares precisam de mais atenção em épocas de temperaturas mais baixas, pois a dor intensifica nesse período.
Todo animal idoso tendem a apresentar algum grau de desgaste na cartilagem das articulações e com isso surgimento de inflamação e dor, que costumam aumentar no inverno.
O aumento das dores e incômodos nessas regiões ocorre, pois, estes pets acabam se movimentando menos que o normal, atrapalhando a produção do líquido sinovial que confere a proteção das cartilagens articulares e que é produzido por movimentos leves. Ou seja, ficar parado aumenta as chances do aparecimento de alterações nas articulações. Os problemas articulares em cães e gatos idosos têm sido responsáveis pela queda da qualidade de vida destes animais, principalmente porque geram sintomas como: claudicação (manqueira), insônia, falta de apetite e agressividade.
Para prevenir que a dor mais forte apareça no inverno:
- Realize atividades físicas moderadas diariamente, respeitando os limites do animal;
- Evite subidas, terrenos acidentados e relacionados;
- Evite que o animal sofra quedas ou pule muito alto;
- Certifique-se de que o animal esteja descansando adequadamente;
- Atenção ao piso onde o animal circula, é importante ter atrito ao se locomover. A instabilidade de pisos lisos e escorregadios é perigoso para as articulações;
- Mantenha o animal sempre aquecido, pois os pelos do animal não servem como uma roupa para protegê-lo das baixas temperaturas, e sim como um isolante térmico que evita a perca ou o excesso de calor que o animalzinho irá receber.
Depois que um pet nosso passa por uma cirurgia, o que a maioria de nós, pais e mães de pets pensam é: o mais difícil já passou! É verdade que ao passar a cirurgia sentimos uma sensação de alívio, porém só podemos considerar o sucesso total após a cicatrização e a retirada dos pontos. Por isso, vamos falar um pouco de alguns cuidados especiais que devemos ter com o pet no período pós-operatório?
1. Controle as atividades físicas do pet
O primeiro ponto é evitar o excesso de esforço físico, ou seja, o pet pode caminhar normalmente, mas não devemos deixa-lo correr, nem subir e descer de sofás e camas. Estes cuidados servem para evitar movimentos bruscos que podem levar a ruptura dos pontos. Se a cirurgia que o pet fez foi ortopédica, os cuidados são ainda mais importantes, pois além da ruptura de pontos, podem surgir problemas com a estabilidade de pinos/ placas nos primeiros dias e acabar atrapalhando a cicatrização óssea.
2. Dê as medicações prescritas
É fundamental que as medicações do pós-cirúrgico, prescritas pelo médico-veterinário, sejam administradas corretamente para que o animal não sinta dor e nem apresente infecções.
3. Tenha atenção com a alimentação e a água
Deve-se assegurar que o pet esteja comendo bem e bebendo água, bem como “ir ao banheiro” normalmente durante o período de recuperação.
4. Cuidados com a higiene do pet
Um dos pontos importantes é não deixar o pet se sujar! Isso porque não é recomendado dar banho no pet enquanto não for feita a retirada dos pontos.
Além disso, a ferida cirúrgica (como é chamado o corte feito para a cirurgia) deve ser limpa com a frequência estabelecida pelo médico-veterinário. Existem vários produtos que podem ser usados para a limpeza, como a solução fisiológica, substâncias a base de clorexidine, água oxigenada, etc.
O local da cirurgia pode ser mantido coberto ou até mesmo sem cobertura, a depender da orientação do cirurgião. Normalmente, nas regiões próximas a região genital e anal não se costuma cobrir, devido a possibilidade de contaminação por fezes e urina, aumentando a frequência da limpeza local nestes casos. Outra situação que muitas vezes evita-se usar curativos são em pacientes alérgicos que costumam ter dermatite com o uso de esparadrapos. Em vez do curativo, recomenda-se (a depender do local da cirurgia) apenas o uso de roupinhas cirúrgicas.
5. Fique atento à cicatrização
É essencial o uso de agentes cicatrizantes. Os agentes genuinamente cicatrizantes aceleram o processo fisiológico da cicatrização, que costuma estar mais lenta em algumas situações como animais idosos, com doenças endócrinas e também e cirurgias com cortes (incisões) muito grandes, além dos felinos que tem características diferentes da cicatrização dos cães, características estas que torna a espécie mais susceptível a “abertura” de pontos.
Para auxiliar a cicatrização da ferida cirúrgica do seu pet, a Ourofino conta com o Regepil spray cicatrizante composto pela associação de tartarato de ketanserina e asiaticosídeo, substâncias que atuam em conjunto para acelerar o processo cicatricial.
Consulte sempre um médico-veterinário.
A pele é o maior e um dos mais complexos órgãos do corpo, representando a principal barreira protetora do organismo e essencial para a sobrevivência.
As lesões de pele, particularmente as feridas, possuem grande importância clínica em função da alta frequência com que ocorrem nos animais, além da possibilidade de resultarem em infecções e de se constituírem como uma fonte de dor e incômodo.
O tratamento vai depender do diagnóstico, sendo necessário entender a raiz do ferimento para uma cura total. Portanto, é necessário buscar ajuda do médico-veterinário assim que as feridas de pele apareçam.
Determinados tipos de feridas ou situações em que ocorrem caracterizam-se por processo cicatricial lento e complicado, como é o caso dos gatos, que por características fisiológicas da espécie apresentam o processo cicatricial mais lento que os cães. Sendo assim, pedem cuidados especiais quando apresentam feridas.
Cuidados básicos durante o procedimento de tratamentos das feridas
Ao encontrar feridas na pele do seu pet, o primeiro passo é manter o local limpo para evitar que infeccione. Para isso lave bem as mãos com água e sabão e imobilize o animal de companhia, fazendo com que se sinta seguro.
Realize a limpeza das feridas com uma gaze e soro fisiológico para tirar qualquer resto de sujeira. Não é indicado o uso de gaze de algodão, pois pode deixar fibras na ferida.
Coloque um colar elisabetano no seu pet para impedir que ele lamba a ferida e, com isso, o processo de cicatrização demore ainda mais. Não se esqueça de levá-lo ao médico-veterinário para uma avaliação detalhada para que ele estabeleça o melhor protocolo de tratamento.
Para uma cicatrização rápida e de melhor qualidade para cães e gatos, muitos agentes e procedimentos têm sido testados de forma a estimular ou acelerar a cicatrização de feridas, principalmente devido à variabilidade das feridas e características individuais dos pacientes. A Ourofino conta em sua linha com o Regepil, um produto tópico de formulação exclusiva, potente ação cicatrizante e um tratamento confortável para o pet.
O uso do Regepil pode ser indicado para feridas crônicas, feridas localizadas em região de difícil cicatrização e para animais com comprometimento do processo de cicatrização fisiológico, decorrente de uma condição clínica pré-existente ou de algum tratamento concomitante, de modo a contribuir e acelerar o processo de cicatrização.
Consulte sempre um médico-veterinário.
Você sabia que o Brasil possui a segunda maior população de cães do mundo? Correspondendo a uma população estimada de 52 milhões de cães. Por conta desse crescimento, devemos ter cuidados relacionados à saúde dos pets, por exemplo, com os protocolos de vacinação.
Estes cuidados preventivos são importantes para aumentar a expectativa de vida de cães e gatos, uma vez que hoje em dia temos nossos pets como membros da família, não é mesmo? Se você tem um cão em casa, provavelmente já ouviu falar da Parvovirose, Cinomose e Coronavirose, estou certa? Embora a prevenção seja simples e de fácil acesso, duas destas doenças, a parvovirose e cinomose, ainda são causas frequentes de sequelas e/ou mortes em cães. Já a coronavirose, em casos em que acompanha outras viroses, o quadro pode se tornar grave! As doenças são mais frequentes em cães que tiveram alguma falha no seu protocolo vacinal como filhotes que não foram vacinados corretamente e cães adultos que não receberam o reforço anual ou até mesmo animais que nunca foram vacinados.
Entenda as doenças
A Cinomose é uma doença viral grave, letal, altamente contagiosa e possui distribuição em todo o mundo. Pode acometer cães de todas as raças, sexo e idade, entretanto a ocorrência é muito mais alta em animais até seis meses de idade. Por ser considerada uma doença multissistêmica, vários são os sintomas observados, por exemplo, perda de apetite, apatia, febre, vômito, diarreia, secreções oculares e nasais, e até sinais neurológicos como convulsões e paralisias. Para o diagnóstico, é necessário realizar uma consulta com o médico-veterinário e exames complementares.
Infelizmente não existe um tratamento específico para animais com Cinomose, mas o veterinário irá conduzir o melhor tratamento para os sintomas apresentados para minimizar a evolução desta doença. Associado ao tratamento, o uso de suplementação com vitaminas e minerais são essenciais para estimular a imunidade do pet. A principal forma de transmissão ocorre por contato com outros animais contaminados, mas também pode haver casos de contaminação através do ambiente e de objetos contaminados. Sendo assim, a desinfecção do ambiente onde foram mantidos animais positivos é de extrema importância para a proteção dos outros cães.
Já a Parvovirose também é uma doença infectocontagiosa causada pelo parvovírus canino. Este vírus é altamente resistente podendo sobreviver por mais de seis meses à temperatura ambiente e é facilmente transportado, o que favorece a propagação. Ela também representa uma das doenças infecciosas mais graves em cães filhotes, com altas taxas de mortalidade, principalmente entre o desmame até os seis meses de idade, devido à vulnerabilidade do sistema imunológico. Algumas raças destacam com predisposição ao parvovírus como o Labrador Retrievers, American Pit Bull Terriers, Pastores Alemães, Stanfordshire Terriers, Rottweilers, Dobermann e Pinschers.
Os sintomas da doença são vômito, anorexia, letargia e diarreia com sangue que pode levar a uma grave e rápida desidratação. A rapidez no diagnóstico é muito importante para o isolamento dos animais doentes e início rápido do atendimento e tratamento do cão para aumentar suas chances de recuperação. Normalmente a terapia visa o tratamento dos sintomas que o animal apresenta. Lembre-se sempre de prevenir a desnutrição desses pequenos, inclusive com o uso de suplementos.
Por fim, o Coronavírus que acometem os cães é o Coronavírus canino (CCoV), uma causa comum de alterações gastrointestinais em cães filhotes e altamente transmissível. Os sintomas estão ligados ao sistema gastrointestinal e são muito parecidos com os sinais da Parvovirose canina, como vômito, apatia, perda de apetite e diarreia, o que dificulta o diagnóstico. Portanto, o tratamento se baseia em uma terapia de suporte, mas de muita relevância, acompanhados de probióticos e suplementos vitamínicos e minerais.
Como prevenir?
Atualmente a forma mais eficaz é a vacinação com vacinas que são consideradas essenciais: as polivalentes (V6, V8, V10 ou V12) que devem ser aplicadas em filhotes (3 a 4 doses) e reforçadas anualmente. Vale lembrar que os animais só devem ser expostos a desafios como, passeios, banhos em pet shops e contato com outros animais de 14 a 21 dias, após a última dose do protocolo.
Consulte o médico-veterinário
O médico-veterinário pode utilizar medicamentos para o controle de infecções secundárias (como antibióticos) e suplementos para melhorar o estado de saúde do seu pet. A Ourofino conta com uma linha completa de antibióticos e suplementos. Entre eles está o Energy Pet, um suplemento com aroma de morango, que contém em sua fórmula aminoácidos e vitaminas para melhorar o metabolismo energético dos cães, sendo indicado para animais que estão se recuperando de doenças infecciosas como as que falamos acima.
Já o Metacell Pet é um suplemento composto por minerais como ferro, cobre cobalto e zinco quelatados associados a vitaminas do complexo B, incluindo o ácido fólico e a frutose como fonte de energia para auxiliar na recuperação de animais com anemia e na melhora do aporte nutricional em animais debilitados.
E, por fim, o Biocanis, um gel a base de bactérias probióticas, sendo um biorregulador do trato intestinal que melhora as condições gerais de saúde do animal após quadros de alterações intestinais.
Lembre-se sempre de oferecer uma rotina saudável para o seu companheiro com ração de qualidade, água limpa e fresca, exercícios e brincadeiras, visitas frequentes ao médico-veterinário e, claro, muito amor e carinho porque #FazBemCuidarDessaRelação!
Referencias
ETTINGER, S. J; FELDMAN, E. C. Tratado de Medicina Interna Veterinária;
NELSON, R.W., COUTO, C.G. Medicina Interna de Pequenos Animais;
PORTELA, V. A. B.; LIMA, T. M.; MAIA, R. C. C. Cinomose Canina: revisão de literatura. Recife, v. 11, n. 3, p. 162-171, 2017.
Fonte: IBGE/ Elaboração: ABINPET;
https://wsava.org/wp-content/uploads/2020/01/VGG-Interviews-Brazilian-Portuguese-Revista-Caes-Gatos-VET-FOOD-November-2017-ilovepdf-compressed.pdf
Existem várias maneiras de exercitar um cachorro idoso, e se você está procurando dicas sobre como manter seu cão idoso em forma e ativo, siga a leitura.
Do valor da caminhada diária à importância de exercícios de baixo impacto para cães com problemas de mobilidade, aqui estão dez dicas para exercitar um cachorro idoso.
Exercitar um cachorro idoso: consulte o veterinário antes de alterar a rotina de exercícios
Quando se trata de exercitar um cão idoso, é uma boa ideia consultar primeiro o seu veterinário.
Outro conselho, anotar suas dúvidas e preocupações antes da consulta para garantir que você não se esqueça de nada.
Eu por exemplo, nem sei dizer quantas vezes eu comentei depois de uma consulta: “Puxa vida, esqueci de perguntar sobre isso.”
Seu veterinário poderá avaliar a saúde de seu cão e ajudá-lo a desenvolver uma rotina de exercícios apropriada para ele.
Estabeleça uma rotina diária de caminhada com seu cachorro
Uma caminhada diária é recomendada para todos os cães, incluindo cães idosos.
Embora seu cão mais velho não consiga acompanhá-lo em uma caminhada de quatro horas, ele ainda pode desfrutar de um passeio agradável pela vizinhança.
Se o passeio do seu cachorro se tornar muito rotineiro, você pode melhorar isso, permitindo que ele atue conduzindo ou fazendo pausas frequentes para cheirar.
Se o seu cão está fora de forma ou tem problemas de mobilidade, comece em superfícies planas (como uma caminhada pela vizinhança em vez de uma trilha acidentada) e aumente gradualmente a distância.
Se você está tendo dificuldade em manter uma rotina consistente, aqui estão algumas dicas para se motivar a passear com o cachorro.
Comece uma nova rotina lentamente
Quando se trata de exercitar um cão idoso, é importante começar devagar. Assim como nós, nossos cães podem se esforçar demais durante o exercício.
Isso também se aplica para cães que já estão fora de forma. Lembre-se de que eles devem começar lenta e gradualmente aumentar sua atividade para evitar lesões.
Se você é novo no caminho para passear com seu cachorro, comece em uma superfície plana e aumente gradualmente a distância e/ou o ritmo.
Se você estiver incorporando novas atividades em sua rotina (como natação ou brincadeiras), registre por quanto tempo eles ficam ativos e se apresentam ou não algum sinal de desconforto depois.
Em seguida, após algumas sessões, você terá uma boa ideia da quantidade de atividade que eles podem realizar e poderá aumentar essa quantidade gradualmente.
Dicas para exercitar um cachorro idoso
Quando se trata de incorporar exercícios à rotina do seu cachorro idoso, é importante começar devagar.
Com o tempo, a resistência será desenvolvida. A progressão pode ajudar seu cão a evitar lesões e esforço excessivo.
Dê um aquecimento ao seu cão
Um dos aspectos mais importantes do exercício de seu cão é começar com um aquecimento.
Devido ao fato de minha cadela Laika estar extremamente rígida pela manhã devido à artrite, damos algumas voltas rápidas ao redor do quintal antes de sair para nossa caminhada matinal.
Se seu cão tem problemas de mobilidade, como artrite, comece sua rotina de exercícios com uma caminhada de dois ou três minutos pelo quintal para fazê-lo se mexer.
Opte por exercícios de baixa intensidade
Aos oito anos, 80% dos cães têm artrite, o que significa que muitos de nós precisaremos lidar com a artrite canina em algum momento da vida de nossos cães.
Embora não seja um diagnóstico agradável, não significa que todas as atividades agradáveis de que você gostava tenham terminado.
Exercícios de baixo impacto, como caminhar e nadar, são ideais para cães com problemas de mobilidade, como artrite.
Se seu cão tem problemas de mobilidade, limite seus exercícios a atividades de baixo impacto, como natação, caminhada, jogos internos e sessões de brincadeiras suaves.
Esses tipos de atividades podem ajudar a manter a força muscular de seu cão, ao mesmo tempo em que são gentis com suas articulações.
Cães com mobilidade reduzida devem evitar exercícios de alto impacto, como corrida ou jogos intensos de busca que exijam correr e pular.
Complemente a rotina do seu cachorro idoso com exercícios mentais
Adicionar estímulo mental à rotina de exercícios do seu cão é uma maneira de mantê-lo ativo na velhice.
Jogos simples de trabalhar o faro, como encontrar as guloseimas ou uma brincadeira rápida de esconde-esconde, vão envolver o cérebro do seu cachorro, ao mesmo tempo que o encorajam a ser ativo dentro de casa.
Ao longo do dia, incorpore alguns jogos e atividades internas adicionais para o seu cão se divertir.
Maneiras simples de aumentar a estimulação mental do seu cão incluem usar um brinquedo de distribuição de comida, urso de pelúcia, brincar de esconde-esconde ou permitir que farejem e explorem em sua caminhada diária.
Dicas de exercícios para cães idosos
Inclua jogos estimulantes mentais na rotina do seu cão para ajudá-lo a manter a forma física e os níveis de atividade.
Utilizar brinquedos para distribuir comida, participar de jogos para trabalhar o farejamento e permitir que seu cão faça “pausas para cheirar” enquanto caminha são exemplos de atividades mentalmente estimulantes que você pode incorporar à rotina de seu cão.
Esteja ciente dos sinais de dor do seu cão
Ao iniciar uma nova rotina de exercícios com seu cão, fique atento a sinais de desconforto ou dor, como mancar ou vontade de parar ou diminuir o ritmo.
Se seu cão mostrar sinais de desconforto, deixe-o descansar e ajuste sua rotina conforme necessário.
Como os cães normalmente não choram ou choramingam quando estão com dor, é fundamental monitorar sua linguagem corporal e comportamento ao iniciar uma nova rotina de exercícios.
Se você tiver alguma dúvida ou preocupação, consulte o seu veterinário, eles serão capazes de orientá-lo na determinação do nível apropriado de atividade para seu cão.
Mantenha a consistência em sua rotina
Ao exercitar seu cachorro idoso, lembre-se de que a consistência é a chave; uma caminhada de 20 minutos por dia é preferível a uma caminhada de duas horas nos fins de semana.
Os cachorros que não fazem exercícios regularmente têm maior probabilidade de sofrer uma lesão do que os cães que fazem exercícios diários.
E por ser consistente, não quero dizer que você tenha que fazer a mesma coisa todos os dias (embora se for agradável, não há nada de errado com isso); em vez disso, trata-se de monitorar a intensidade e a quantidade de exercícios que seu cão recebe diariamente.
A rotina em si pode ser variada para manter as coisas interessantes e divertidas.
Você pode alternar sua rota de caminhada diária ou brincar de buscar no parque em vez de no quintal.
Se jogos cerebrais de cachorro fazem parte de sua rotina, alterne-os; na segunda, brinque de encontrar as guloseimas, na terça brinque de esconde-esconde e, na quarta, treine manobras.
Reserve algum tempo para a massagem após o exercício
Uma massagem canina de dez minutos pode ajudar na recuperação dos músculos do cão após o exercício, reduzindo a rigidez e a dor, diminuindo a pressão arterial e melhorando a circulação.
Usando uma palma que é plana com minha cadela Laika, eu uso movimentos suaves e lentos. Ela adora, e é uma maneira simples de ajudá-la a se acalmar e relaxar após o exercício.
Estabeleça uma rotina que seja eficaz para o seu cão
Encontrar o equilíbrio certo ao exercitar um cão idoso é fundamental. Se o seu cão está acostumado a uma caminhada diária de 20 minutos, tente adicionar 5 minutos à rotina ou incorporar uma sessão de brincadeira leve todas as noites.
Em seguida, monitore o comportamento do seu cão em busca de sinais de dor ou desconforto e aumente gradualmente o nível de atividade ao longo do tempo.
Para cães com problemas de mobilidade ou articulações, como artrite, exercícios de baixo impacto, como caminhar e nadar, são recomendados.
O equilíbrio ideal para meu cão com artrite tem sido uma combinação de exercícios de baixo impacto e muitos jogos estimulantes mentais.
Acompanhe a quantidade de exercício que seu cão recebe a cada dia e faça os ajustes necessários.
Se o seu cão apresentar algum sinal de desconforto, relaxe um pouco e reajuste. E, como sempre, se você tiver alguma dúvida ou preocupação, não hesite em consultar o seu veterinário.
Fonte: cachorrolegal.com
