A raiva em cães e gatos é uma doença viral grave, altamente letal e que também pode ser transmitida para humanos. Mesmo com o avanço da vacinação antirrábica no Brasil, a doença ainda representa risco, principalmente devido à circulação do vírus em animais silvestres, como morcegos.

 

Por isso, manter a vacinação anual de cães e gatos em dia continua sendo uma das medidas mais importantes para proteger os pets, a família e a saúde pública.

Neste conteúdo, você vai entender o que é a raiva, como ocorre a transmissão, quais são os sintomas mais comuns e por que a vacina antirrábica é indispensável para cães e gatos.

O que é a raiva em cães e gatos?

A raiva é uma doença infecciosa causada por um vírus que afeta o sistema nervoso central dos mamíferos. A enfermidade pode atingir cães, gatos, bovinos, animais silvestres e humanos.

A transmissão da raiva acontece principalmente pelo contato com a saliva de um animal infectado, geralmente por:

 

  • Mordidas;
  • Arranhões;
  • Lambidas em feridas abertas ou mucosas.

 

Embora muitas pessoas associem a doença apenas a cães de rua, animais que vivem dentro de casa também podem ser expostos ao vírus da raiva. Um exemplo comum é o contato com morcegos infectados que entram em residências, quintais ou áreas urbanas.

Como a raiva é transmitida?

A principal forma de transmissão da raiva em cães e gatos é por meio da saliva contaminada de animais infectados.

Entre os principais transmissores da doença estão:

 

  • Morcegos;
  • Cães infectados;
  • Gatos infectados;
  • Animais silvestres contaminados.

 

No Brasil, os morcegos têm papel importante na manutenção do vírus da raiva em áreas urbanas e rurais. Por isso, qualquer contato do pet com morcegos deve ser considerado um sinal de alerta.

Sintomas da raiva em cães e gatos

Os sintomas da raiva podem variar, mas geralmente estão relacionados ao comprometimento neurológico progressivo.

Os sinais mais comuns da raiva em cães e gatos incluem:

 

  • Mudança repentina de comportamento;
  • Agressividade incomum ou apatia;
  • Salivação excessiva;
  • Dificuldade para engolir;
  • Sensibilidade exagerada à luz e aos sons;
  • Paralisia progressiva;
  • Falta de coordenação motora.

 

Em muitos casos, os sintomas da raiva evoluem rapidamente.

A raiva tem cura?

Não. A raiva não tem cura após o surgimento dos sintomas clínicos.

A doença apresenta taxa de mortalidade próxima de 100% em animais e humanos. Por isso, a prevenção é considerada a principal forma de combate à raiva.

Vacina antirrábica: a principal forma de prevenção

A vacinação antirrábica é a maneira mais eficaz de prevenir a raiva em cães e gatos.

A recomendação é que cães e gatos saudáveis sejam vacinados anualmente contra a raiva, a partir dos 3 meses de idade, seguindo a orientação do médico-veterinário.

Além de proteger individualmente o pet, a vacina ajuda a reduzir a circulação do vírus no ambiente urbano, contribuindo diretamente para a saúde coletiva.

Por que a vacinação anual é tão importante?

A vacinação anual contra a raiva:

 

  • Protege cães e gatos contra uma doença fatal;
  • Reduz o risco de transmissão para humanos;
  • Ajuda no controle epidemiológico da doença;
  • Contribui para campanhas de saúde pública;
  • Mantém a proteção do animal ao longo da vida.

 

Mesmo pets que vivem dentro de casa devem receber a vacina antirrábica anualmente.

Campanha de vacinação antirrábica gratuita

Todos os anos, cidades brasileiras realizam a Campanha Nacional de Vacinação Antirrábica para cães e gatos.

As campanhas gratuitas de vacinação contra a raiva são promovidas por prefeituras e Secretarias de Saúde em diferentes regiões do Brasil.

Além dos mutirões anuais, muitos municípios também oferecem vacinação em postos fixos durante o ano todo.

Como participar da campanha de vacinação antirrábica?

Para vacinar seu pet gratuitamente:

 

  • Acompanhe os canais oficiais da prefeitura da sua cidade;
  • Consulte o calendário da vacinação antirrábica;
  • Leve cães com coleira e guia;
  • Transporte gatos em caixas adequadas;
  • Vacine apenas animais saudáveis.

 

As vacinas utilizadas nas campanhas públicas são regulamentadas e seguras para cães e gatos.

Cuidados importantes para prevenir a raiva

Além da vacinação anual, alguns cuidados ajudam a reduzir o risco de exposição ao vírus:

 

  • Evite contato do pet com morcegos;
  • Não permita acesso livre à rua;
  • Supervisione passeios e ambientes externos;
  • Procure orientação veterinária após brigas entre animais;
  • Nunca toque em morcegos encontrados caídos ou com comportamento estranho.

 

Caso encontre um morcego suspeito, acione imediatamente a vigilância ambiental ou os órgãos responsáveis da sua cidade.

O que fazer em caso de mordida ou suspeita de raiva?

Em situações de mordida ou contato suspeito com um animal possivelmente infectado:

 

  1. Lave imediatamente o local com água corrente e sabão;
  2. Procure atendimento médico rapidamente;
  3. Informe se o animal é conhecido e vacinado;
  4. Procure orientação veterinária para avaliação do pet.

 

Quando o animal agressor é conhecido, ele pode permanecer em observação veterinária por até 10 dias.

Já em casos de suspeita de raiva em cães ou gatos, a orientação é procurar assistência veterinária e comunicar os serviços públicos de saúde.

Vacinar é proteger seu pet, sua família e toda a comunidade

A raiva é uma doença grave, silenciosa e fatal, mas pode ser prevenida com medidas simples, principalmente com a vacinação anual de cães e gatos.

Manter a carteirinha de vacinação atualizada é um ato de cuidado, responsabilidade e proteção coletiva.

A prevenção continua sendo a melhor forma de garantir mais segurança para os pets, responsáveis e toda a comunidade.

A leishmaniose é uma doença grave que afeta milhares de cães no Brasil. Causada por um parasita transmitido pela picada do mosquito-palha, ela pode trazer consequências devastadoras se não for prevenida. Por isso, a proteção do seu cão contra a leishmaniose é essencial, e uma das melhores maneiras de fazer isso é utilizando a coleira Leevre da Ourofino.

 

O que é a Leishmaniose Canina? 

A leishmaniose é uma doença parasitária, causada por protozoários do gênero Leishmania, que atinge principalmente os cães, mas também pode afetar os seres humanos. O parasita é transmitido pelo mosquito-palha, também conhecido por birigui, que está presente em diversas regiões do país, inclusive em áreas urbanas. A doença é silenciosa e pode levar meses ou até anos para manifestar os sintomas, o que torna a prevenção ainda mais importante.

Essa doença pode causar sintomas como perda de peso, lesões de pele, crescimento anormal das unhas, apatia e problemas renais.

 

Como prevenir a leishmaniose em cães? 

A prevenção é a chave para proteger seu cão da leishmaniose. A principal estratégia de prevenção envolve a manutenção de um ambiente saudável, o controle desse inseto e a proteção direta dos animais. Aqui estão algumas dicas essenciais:

 

1.Use a coleira Leevre da Ourofino 

A coleira Leevre é uma das melhores formas de proteger seu cão contra a picada do mosquito-palha. Ela oferece uma barreira eficaz, liberando substâncias repelentes que mantêm o mosquito longe do seu pet.

 

Com ação prolongada, após aberta e colocada no pet, contamos os meses de proteção, sendo 6 meses para carrapatos e vetor transmissor da Leishmaniose e 9 meses para pulgas.

Sendo segura para o uso contínuo, proporcionando proteção durante todo o período de risco.

 

2. Mantenha o ambiente limpo 

O mosquito-palha se reproduz em locais úmidos e com matéria orgânica em decomposição. Mantenha o quintal e áreas ao redor da casa limpos, sem acúmulo de folhas, lixo ou fezes de animais.

 

3. Evite passeios ao anoitecer 

O mosquito-palha tem maior atividade ao entardecer e à noite. Evite levar seu cão para passear nesses horários ou em áreas com vegetação densa, onde os mosquitos podem estar presentes.

 

4. Use telas e repelentes 

Instale telas de proteção nas janelas e portas, especialmente nos locais onde o seu cão costuma dormir. Em áreas endêmicas repelentes ambientais também podem ser usados para afastar os mosquitos da casa.

 

Coleira Leevre da Ourofino 

Além de ser prática e fácil de usar, ela oferece os seguintes benefícios:

 

  • Proteção prolongada: Até 6 meses de ação contra o mosquito-palha, garantindo uma prevenção contínua.
  • Segura e eficaz: A coleira Leevre é segura para cães de diferentes portes e idades, desde que com mais de 10 meses ou 5kg.
  • Ação repelente: Repele e elimina o flebótomo, ao afastar o mosquito-palha e reduz significativamente o risco de picadas.

 

A leishmaniose é uma doença que exige atenção e cuidados preventivos constantes. Proteja seu cão de maneira eficaz, não deixe para depois, invista na saúde e bem-estar do seu pet e garanta que ele esteja protegido contra a leishmaniose.

 

Lembre-se, a prevenção é o melhor remédio! Proteja seu amigo de quatro patas e curta cada momento ao lado dele, com a tranquilidade de que ele está seguro.

Para saber mais sobre a coleira Leevre e outros produtos de proteção, visite o site da www.livredapicada.com.br

Não são somente as pessoas que sofrem com infecções do trato urinário (ITU), este tipo de problema também pode afetar os cães e gatos e são muito comuns. O sistema urinário é composto por diversas estruturas e órgãos como, por exemplo, a uretra, a bexiga e os rins.

 

Geralmente as infecções que atingem o trato urinário são causadas por bactérias, mas outros microrganismos como fungos e vírus também podem estar envolvidos na causa deste problema. Estes microrganismos podem infectar um ou mais componentes do trato urinário. De acordo com a região afetada a infecção urinária recebe diferentes nomes técnicos sendo:

 

  • uretrite: infecção da uretra;
  • cistite: infeção da bexiga;
  • nefrite ou pielonefrite: infecção nos rins.

 

As fêmeas no geral são mais afetadas que os machos. Alguns fatores predispõem o aparecimento das infecções urinárias, como doenças concomitantes (diabetes, por exemplo), idade avançada, presença de cálculos (“pedras”), baixa ingestão de água, sedentarismo e dieta desbalanceada.

 

Os cães e gatos com infecção do trato urinário podem ou não apresentar sintomas. É sempre importante que o tutor esteja atento a qualquer anormalidade nos hábitos de urinar do pet bem como em seu comportamento. De maneira geral, os animais afetados comumente sentem dor, mas não conseguem avisar o que está acontecendo. Os sintomas apresentados vão variar de acordo com a gravidade da infecção, sendo os sintomas mais comuns aumento na frequência de urinar, alteração no volume da urina (aumento ou diminuição), sede excessiva, dificuldade para urinar, incontinência urinária, odor diferente da urina, presença de sangue, perda de apetite, abatimento e febre.

 

Quanto mais rápido a infecção for descoberta melhor será o resultado do tratamento e menor será o tempo de recuperação. Não tratar ou tratar inadequadamente as infecções do trato urinário pode trazer complicações graves para a saúde dos animais de estimação.

 

Cabe ao médico-veterinário diagnosticar a presença de infecção no trato urinário. O diagnóstico é feito através da avaliação do pet e da realização de exames complementares. Um exame muito importante para identificação de anormalidades no sistema urinário é a análise da urina (urinálise). Através dele é possível verificar se existem alterações em diversas características da urina como cor, densidade, presença de sangue, células ou outras substâncias e estruturas. Com o uso do microscópio também é possível visualizar e diferenciar células e microrganismos (bactérias e/ou fungos).

 

O médico-veterinário também pode solicitar a realização da cultura urinária. Por meio desta técnica é possível identificar qual agente infeccioso está causando o problema e instituir o tratamento mais adequado. Nos casos em que há a suspeita da presença de cálculos no trato urinário é necessária a realização de ultrassonografia e/ou radiografia.

 

Como na maioria das vezes as bactérias são os agentes causadores deste tipo de infecção, o tratamento é feito com a administração de antibióticos. Além dos antibióticos o profissional também poderá prescrever a administração de medicamentos para controle da dor e recomendar uma dieta específica com o objetivo de melhorar as condições do sistema urinário. No caso de pets com tendência à formação de cálculos, o médico-veterinário pode instituir uma dieta especial para reduzir a formação destas estruturas.

 

Para evitar que os pets não sofram com estas infecções é importante deixar que eles urinem frequentemente e que tenham acesso irrestrito a água limpa e fresca.

Ao observar que seu melhor amigo está fazendo muito ou pouco xixi ou que a urina está com odor ou coloração diferente é importante levá-lo ao médico-veterinário.

O inverno é uma época que pede cuidados especiais com os animais de companhia. Com a queda de temperatura, alguns problemas de saúde podem atingir os pets, principalmente as doenças respiratórias. Confira!

 

Gripe Canina

A gripe canina também conhecida como tosse dos canis (ou traqueobronquite infeciosa canina) é uma enfermidade frequente nesta época do ano, mas que também ocorre nas outras estações. Ela pode ser causada por vírus ou bactérias, e sua transmissão ocorre principalmente por aerossóis de secreções oronasais dos animais de companhia infectados ou por meio de objetos, como vasilhas.

 

Essa doença ocorre com maior frequência em cachorros que convivem em ambientes em que há aglomerações de animais, por exemplo, nos canis, que é um local propício para a propagação.

A maioria dos pets com traqueobronquite infecciosa apresenta a enfermidade “sem complicações”, autolimitante e sem sinais de doença sistêmica, cujo principal sinal clínico é a tosse rouca, seca ou produtiva, que se agrava com o exercício físico, excitação, pressão da coleira no pescoço ou pela palpação da traqueia.

 

Em casos mais críticos, a presença de outros sintomas, como o corrimento nasal, ocular, vômito, emagrecimento e febre, podem surgir além do aparecimento de quadros de pneumonia ou broncopneumonia, que levam o animal de companhia a óbito caso não seja tratado.

 

Um dos maiores desafios para o controle da gripe canina é o manejo de surtos da doença. Neste caso, uma das principais medidas é diminuir a exposição dos pets aos agentes virais e bacterianos.

Para evitar que o cãozinho sofra com a gripe e os problemas que ela causa, a prevenção é o melhor caminho. Sendo elas:

 

  • Fornecer vermifugação regular e não se esquecer de manter sempre a carteirinha de vacinação em dia para manter o pet saudável e menos susceptível as gripes;
  • Oferecer ração de boa qualidade, como rações premium ou super premium;
  • Exercícios físicos diários para aumentar a imunidade;
  • Manter o seu pet sempre hidratado;
  • Realizar visitas regulares ao médico-veterinário.

Doenças respiratórias dos felinos

Como diversos fatores podem levar o gato a ter problemas respiratórios, o complexo respiratório dos felinos, pode ser causado mais de um agente: herpesvírus felino; calicivírus felino e pela bactéria Chlamydophila felis.

Acomete principalmente filhotes de gatos que vivem em locais com grande concentração de animais, como em abrigos. As doenças causadas por vírus são responsáveis por cerca de 45% das infecções respiratórias e atinge o trato superior dos gatos. Geralmente se manifesta no primeiro ano de vida e não é transmitida para humanos.

 

A contaminação se dá pelo contato de um bichano doente com um saudável, através de fluídos como saliva, corrimento nasal ou ocular, considerada bastante contagiosa.

É fácil identificar se o felino apresenta alguma das doenças do complexo respiratório, basta observar se seu gatinho apresenta: espirros, tosse, corrimento nasal e ocular, salivação, febre, apatia, prostração, falta de apetite, conjuntivite e lesões ulceradas na boca.

 

É necessária a terapia de suporte que deve ser orientada pelo médico-veterinário, mas, além disso, o cuidado oferecido pelo tutor é fundamental para que o bichano consiga combater a doença. Alguns cuidados que os pai e mães de felinos podem fazer são:

 

  • Manter gatinhos novos separados (quarentena) dos antigos gatos da casa até ter certeza que não estão doentes;
  • Uma vez que os gatinhos estejam fisicamente bem, levá-los ao veterinário para começar o protocolo vacinal, pois as vacinas felinas protegem contra as doenças do complexo respiratório dos felinos;
  • Oferecer ração de boa qualidade, como rações premium ou super premium;
  • Oferecer sempre água fresca e limpa;
  • Alguns veterinários recomendam suplementos à base de lisina para auxiliar na melhora do sistema imune;
  • O uso de medicamentos como antibióticos, anti-inflamatórios somente devem ser utilizados sob prescrição do médico-veterinário.

Doenças articulares

Os cachorros e gatos com problemas articulares precisam de mais atenção em épocas de temperaturas mais baixas, pois a dor intensifica nesse período.

Todo animal idoso tendem a apresentar algum grau de desgaste na cartilagem das articulações e com isso surgimento de inflamação e dor, que costumam aumentar no inverno.

 

O aumento das dores e incômodos nessas regiões ocorre, pois, estes pets acabam se movimentando menos que o normal, atrapalhando a produção do líquido sinovial que confere a proteção das cartilagens articulares e que é produzido por movimentos leves. Ou seja, ficar parado aumenta as chances do aparecimento de alterações nas articulações. Os problemas articulares em cães e gatos idosos têm sido responsáveis pela queda da qualidade de vida destes animais, principalmente porque geram sintomas como: claudicação (manqueira), insônia, falta de apetite e agressividade.

Para prevenir que a dor mais forte apareça no inverno:

 

  • Realize atividades físicas moderadas diariamente, respeitando os limites do animal;
  • Evite subidas, terrenos acidentados e relacionados;
  • Evite que o animal sofra quedas ou pule muito alto;
  • Certifique-se de que o animal esteja descansando adequadamente;
  • Atenção ao piso onde o animal circula, é importante ter atrito ao se locomover. A instabilidade de pisos lisos e escorregadios é perigoso para as articulações;
  • Mantenha o animal sempre aquecido, pois os pelos do animal não servem como uma roupa para protegê-lo das baixas temperaturas, e sim como um isolante térmico que evita a perca ou o excesso de calor que o animalzinho irá receber.

A pele é o maior e um dos mais complexos órgãos do corpo, representando a principal barreira protetora do organismo e essencial para a sobrevivência.

As lesões de pele, particularmente as feridas, possuem grande importância clínica em função da alta frequência com que ocorrem nos animais, além da possibilidade de resultarem em infecções e de se constituírem como uma fonte de dor e incômodo.

 

O tratamento vai depender do diagnóstico, sendo necessário entender a raiz do ferimento para uma cura total. Portanto, é necessário buscar ajuda do médico-veterinário assim que as feridas de pele apareçam.

Determinados tipos de feridas ou situações em que ocorrem caracterizam-se por processo cicatricial lento e complicado, como é o caso dos gatos, que por características fisiológicas da espécie apresentam o processo cicatricial mais lento que os cães. Sendo assim, pedem cuidados especiais quando apresentam feridas.

Cuidados básicos durante o procedimento de tratamentos das feridas

Ao encontrar feridas na pele do seu pet, o primeiro passo é manter o local limpo para evitar que infeccione. Para isso lave bem as mãos com água e sabão e imobilize o animal de companhia, fazendo com que se sinta seguro.

 

Realize a limpeza das feridas com uma gaze e soro fisiológico para tirar qualquer resto de sujeira. Não é indicado o uso de gaze de algodão, pois pode deixar fibras na ferida.

 

Coloque um colar elisabetano no seu pet para impedir que ele lamba a ferida e, com isso, o processo de cicatrização demore ainda mais. Não se esqueça de levá-lo ao médico-veterinário para uma avaliação detalhada para que ele estabeleça o melhor protocolo de tratamento.

 

Para uma cicatrização rápida e de melhor qualidade para cães e gatos, muitos agentes e procedimentos têm sido testados de forma a estimular ou acelerar a cicatrização de feridas, principalmente devido à variabilidade das feridas e características individuais dos pacientes. A Ourofino conta em sua linha com o Regepil, um produto tópico de formulação exclusiva, potente ação cicatrizante e um tratamento confortável para o pet.

 

O uso do Regepil pode ser indicado para feridas crônicas, feridas localizadas em região de difícil cicatrização e para animais com comprometimento do processo de cicatrização fisiológico, decorrente de uma condição clínica pré-existente ou de algum tratamento concomitante, de modo a contribuir e acelerar o processo de cicatrização.

Consulte sempre um médico-veterinário.

Você sabia que o Brasil possui a segunda maior população de cães do mundo? Correspondendo a uma população estimada de 52 milhões de cães. Por conta desse crescimento, devemos ter cuidados relacionados à saúde dos pets, por exemplo, com os protocolos de vacinação.

 

Estes cuidados preventivos são importantes para aumentar a expectativa de vida de cães e gatos, uma vez que hoje em dia temos nossos pets como membros da família, não é mesmo? Se você tem um cão em casa, provavelmente já ouviu falar da Parvovirose, Cinomose e Coronavirose, estou certa? Embora a prevenção seja simples e de fácil acesso, duas destas doenças, a parvovirose e cinomose, ainda são causas frequentes de sequelas e/ou mortes em cães. Já a coronavirose, em casos em que acompanha outras viroses, o quadro pode se tornar grave! As doenças são mais frequentes em cães que tiveram alguma falha no seu protocolo vacinal como filhotes que não foram vacinados corretamente e cães adultos que não receberam o reforço anual ou até mesmo animais que nunca foram vacinados.

 

Entenda as doenças

A Cinomose é uma doença viral grave, letal, altamente contagiosa e possui distribuição em todo o mundo. Pode acometer cães de todas as raças, sexo e idade, entretanto a ocorrência é muito mais alta em animais até seis meses de idade. Por ser considerada uma doença multissistêmica, vários são os sintomas observados, por exemplo, perda de apetite, apatia, febre, vômito, diarreia, secreções oculares e nasais, e até sinais neurológicos como convulsões e paralisias. Para o diagnóstico, é necessário realizar uma consulta com o médico-veterinário e exames complementares.

 

Infelizmente não existe um tratamento específico para animais com Cinomose, mas o veterinário irá conduzir o melhor tratamento para os sintomas apresentados para minimizar a evolução desta doença. Associado ao tratamento, o uso de suplementação com vitaminas e minerais são essenciais para estimular a imunidade do pet. A principal forma de transmissão ocorre por contato com outros animais contaminados, mas também pode haver casos de contaminação através do ambiente e de objetos contaminados. Sendo assim, a desinfecção do ambiente onde foram mantidos animais positivos é de extrema importância para a proteção dos outros cães.

 

Já a Parvovirose também é uma doença infectocontagiosa causada pelo parvovírus canino. Este vírus é altamente resistente podendo sobreviver por mais de seis meses à temperatura ambiente e é facilmente transportado, o que favorece a propagação. Ela também representa uma das doenças infecciosas mais graves em cães filhotes, com altas taxas de mortalidade, principalmente entre o desmame até os seis meses de idade, devido à vulnerabilidade do sistema imunológico. Algumas raças destacam com predisposição ao parvovírus como o Labrador Retrievers, American Pit Bull Terriers, Pastores Alemães, Stanfordshire Terriers, Rottweilers, Dobermann e Pinschers.

 

Os sintomas da doença são vômito, anorexia, letargia e diarreia com sangue que pode levar a uma grave e rápida desidratação. A rapidez no diagnóstico é muito importante para o isolamento dos animais doentes e início rápido do atendimento e tratamento do cão para aumentar suas chances de recuperação. Normalmente a terapia visa o tratamento dos sintomas que o animal apresenta. Lembre-se sempre de prevenir a desnutrição desses pequenos, inclusive com o uso de suplementos.

 

Por fim, o Coronavírus que acometem os cães é o Coronavírus canino (CCoV), uma causa comum de alterações gastrointestinais em cães filhotes e altamente transmissível. Os sintomas estão ligados ao sistema gastrointestinal e são muito parecidos com os sinais da Parvovirose canina, como vômito, apatia, perda de apetite e diarreia, o que dificulta o diagnóstico. Portanto, o tratamento se baseia em uma terapia de suporte, mas de muita relevância, acompanhados de probióticos e suplementos vitamínicos e minerais.

 

Como prevenir?

Atualmente a forma mais eficaz é a vacinação com vacinas que são consideradas essenciais: as polivalentes (V6, V8, V10 ou V12) que devem ser aplicadas em filhotes (3 a 4 doses) e reforçadas anualmente. Vale lembrar que os animais só devem ser expostos a desafios como, passeios, banhos em pet shops e contato com outros animais de 14 a 21 dias, após a última dose do protocolo.

 

Consulte o médico-veterinário

O médico-veterinário pode utilizar medicamentos para o controle de infecções secundárias (como antibióticos) e suplementos para melhorar o estado de saúde do seu pet. A Ourofino conta com uma linha completa de antibióticos e suplementos. Entre eles está o Energy Pet, um suplemento com aroma de morango, que contém em sua fórmula aminoácidos e vitaminas para melhorar o metabolismo energético dos cães, sendo indicado para animais que estão se recuperando de doenças infecciosas como as que falamos acima.

 

Já o Metacell Pet é um suplemento composto por minerais como ferro, cobre cobalto e zinco quelatados associados a vitaminas do complexo B, incluindo o ácido fólico e a frutose como fonte de energia para auxiliar na recuperação de animais com anemia e na melhora do aporte nutricional em animais debilitados.

E, por fim, o Biocanis, um gel a base de bactérias probióticas, sendo um biorregulador do trato intestinal que melhora as condições gerais de saúde do animal após quadros de alterações intestinais.

 

Lembre-se sempre de oferecer uma rotina saudável para o seu companheiro com ração de qualidade, água limpa e fresca, exercícios e brincadeiras, visitas frequentes ao médico-veterinário e, claro, muito amor e carinho porque #FazBemCuidarDessaRelação!

 

Referencias
ETTINGER, S. J; FELDMAN, E. C. Tratado de Medicina Interna Veterinária;
NELSON, R.W., COUTO, C.G. Medicina Interna de Pequenos Animais;
PORTELA, V. A. B.; LIMA, T. M.; MAIA, R. C. C. Cinomose Canina: revisão de literatura. Recife, v. 11, n. 3, p. 162-171, 2017.
Fonte: IBGE/ Elaboração: ABINPET;
https://wsava.org/wp-content/uploads/2020/01/VGG-Interviews-Brazilian-Portuguese-Revista-Caes-Gatos-VET-FOOD-November-2017-ilovepdf-compressed.pdf

Os microrganismos presentes no trato gastrointestinal (TGI) mantém relações simbióticas, nutrindo-se dos componentes de alimentos não digeridos e das secreções do TGI, podendo encontrá-los associados intimamente com o epitélio ou livres no lúmen intestinal.

 

Em condições normais estas populações se encontram em equilíbrio, no entanto em condições de estresse as populações comensais tendem a diminuir e as nocivas a proliferar. Esse desequilibrio  é chamado de disbiose e reflete-se negativamente na saúde do pet. A Disbiose pode ser induzida por fatores como a má nutrição, estresse, infecções gastrointestinais, administração de antibióticos, doença predisponente e imunossupressão.

 

O uso de probióticos vem ganhando popularidade como uma forma de medicina complementar ou alternativa e gradativamente tem se tornado parte da terapia médica convencional e na prevenção de doenças que provocam Disbiose. Os probióticos foram definidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como suplementos microbianos vivos que afetam beneficamente o pet hospedeiro e assim melhora o equilíbrio microbiano gastrointestinal. Além disso, eles são capazes de inibir microrganismos intestinais patogênicos através da competição por nutrientes e receptores, possuem mecanismos de imunomodulação, melhoram a digestão e equilibram o pH intestinal.

 

Uma variedade de benefícios à saúde humana tem sido atribuída ao consumo de suplementos probióticos e pesquisas indicam que o mesmo ocorre com os animais de companhia. Por isso, é muito importante que a escolha do probiótico se baseie na qualidade das cepas bacterianas, sendo assim, há no mercado uma opção de probiótico que atende a todas as condições, composta pelas cepas bacterianas liofilizadas, como Lactobacillus acidophilus, Bifidobacterium bifidum, Enterococcus faecium.

 

Na nossa linha de produtos temos o Biocanis, um biorregulador do trato intestinal dos cães e gatos que melhora as condições gerais de saúde do animal após estresse provocado por alterações de rotina. O Biocanis é um gel probiótico à base de bactérias probióticas, Lactobacillus acidophilus, Bifidobacterium bifidum e Enterococcus faecium. É um produto que contém cepas rigorosamente selecionadas sendo um produto elaborado seguindo padrões de qualidade da alimentação humana, pela Chr. Hansen, uma empresa que há mais de 130 anos é líder mundial em pesquisas de probióticos. A sugestão de dose é que em animais de companhia recém nascidos seja administrado 2 gramas e em animais adultos 4 gramas, repetir em intervalo de 6 a 12 horas ou a critério do medico-veterinário.

Um dos principais cuidados que se deve ter com os pets ainda filhotes é mantê-los livres de infestações de pulgas e carrapatos.  Por meio das picadas os parasitas levam o  desconforto aos animais devido à coceiras e reações alérgicas, além de atuarem na transmissão de doenças infecciosas e verminoses, prejudicando assim a saúde deles.

 

Sabemos que a infestação de ectoparasitas se torna mais comum com a chegada do clima mais quente e úmido e, que na maioria das vezes os animais de companhia são infestados em parques, praças e através do contato com outros animais em passeios já nos primeiros meses de vida, levando os parasitas para dentro de casa.

 

Para o controle dos  ectoparasitas, a partir dos 30 dias de idade em cães, a Ourofino conta com o NEOPet, produto de uso tópico que atua por contato, não sendo necessário a picada dos parasitas no animal para que haja a atuação do princípio ativo. NEOPet deve ser utilizado a cada 30 dias com no mínimo três aplicações consecutivas. Para cada peso existe uma apresentação do produto específica.

 

Tão importante quanto o controle das infestações nos animais, é o combate desses parasitas no ambiente, já que quando nos deparamos com infestações de carrapatos e pulgas em cães e gatos, o que vemos representa apenas uma pequena parcela da população presente no ambiente. Assim, recomenda-se que o local onde o filhote costuma repousar e passar a maior parte do tempo seja frequentemente monitorado, uma vez que a infestação ambiental pode certamente estar presente.

 

O controle ambiental com inseticidas específicos deve ser feito de acordo com as orientações dadas pelo médico-veterinário ou por empresas especializadas em dedetização. O intervalo entre as aplicações do tratamento ambiental poderá variar de acordo com o nível de infestação e deverá ser realizado frequentemente.

 

Além dos cuidados com o ambiente e o uso contínuo de produtos ectoparasiticidas em filhotes, que deverá se estender até a fase adulta, manter o animal saudável e nutrido também irá contribuir para o controle de ectoparasitas, pois com o aumento da imunidade a tendência ao aparecimento de infestações permanecerá menor.

A anemia é uma condição séria que compromete a saúde dos animais devido à deficiência ou falta de células vermelhas no sangue, podendo levar a um quadro clínico grave e até a morte.

 

Dentre as causas mais comuns nos cães estão os acidentes, hemoparasitas, desnutrição, vermes intestinais e doença renal crônica. Os sintomas clínicos mais observados são fraqueza, sono, perda de apetite, depressão e perda de peso. Além disso, alguns animais podem apresentar as mucosas pálidas (gengivas e pálpebras) e presença de sangue nas fezes e urina.

Atualmente existem no mercado suplementos à base de vitaminas e minerais que estão sendo utilizados como coadjuvantes no tratamento de anemias.

 

A Ourofino conta em sua linha para animais de companhia com o Metacell Pet, suplemento vitamínico mineral, composto por vitaminas e minerais excelentes para auxiliar na recuperação de animais com anemia e melhorar a performance dos animais  atletas. Lembre-se que a prevenção é a melhor forma de evitar transtornos.

Se você notar que o seu cãopanheiro não está bem, procure logo o atendimento de um médico-veterinário para que ele avalie a situação e indique o melhor tratamento.

Foto: IStock

O médico-veterinário possui diversas áreas de atuação, o que o torna um profissional de extrema importância para a sociedade. É de fato uma das profissões que exige muita responsabilidade e conhecimento, pois lida com a vida.

A posse responsável de cães, gatos e outros animais inclui o acompanhamento de um médico-veterinário para atender tanto a emergência como a rotina clínica dos animais.

 

Exames preventivos de rotina, vacinações, vermifugações, cuidado com o controle de ectoparasitas (carrapatos e pulgas), correta orientação a respeito de zoonoses (doenças transmitidas do animal para o homem) como leishmaniose, raiva, leptospirose e atendimentos regulares fazem parte da rotina do profissional.

Em casos mais graves, é o veterinário que tem a responsabilidade de conferir as melhores opções de tratamento, como medicações ou cirurgias, se for preciso, na expectativa sempre de proporcionar a cura e o bem-estar animal.

 

A Medicina Veterinária é a melhor fonte de informações sobre a saúde do seu animal de estimação, portanto o hábito de levar seu pet para visitas regulares ao profissional de sua preferência não só garante a saúde dele como também a saúde de sua família.

Foto: IStock