Otite é um problema comum em cães e gatos, causando desconforto e irritação nos ouvidos dos nossos amigos peludos.
Otite é a inflamação do canal auditivo, podendo ser causada por diversos fatores, incluindo infecções bacterianas, fúngicas ou parasitárias, alergias, acúmulo de cera, corpos estranhos e até mesmo condições médicas subjacentes.
Sintomas da otite em cães e gatos
Os sintomas mais comuns de otite em cães e gatos incluem:
- Coceira excessiva nos ouvidos
- Sacudidas frequentes da cabeça
- Vermelhidão
- Inchaço local
- Excesso de secreção (cera)
- Odor desagradável
Prevenção e limpeza
Manter a higiene auricular dos nossos amigos de quatro patas é crucial para garantir sua saúde e bem-estar.
A umidade e a sujeira nos ouvidos podem criar um ambiente propício para bactérias e fungos, levando ao desenvolvimento de infecções auriculares dolorosas e desconfortáveis.
O acúmulo de sujeira e cera nos ouvidos pode causar um odor desagradável perceptível. Manter os ouvidos limpos ajuda a reduzir esse odor, garantindo mais conforto ao pet.
Mantenha os ouvidos dos pets limpos e secos
Realize a limpeza dos ouvidos do seu pet regularmente, utilizando produtos específicos para pets, como o Limp&Hidrat.
Após o banho ou atividades aquáticas, seque completamente os ouvidos do seu pet com uma toalha macia ou algodão. Evite deixar a umidade acumular nos ouvidos.
Ambientes muito úmidos podem aumentar o risco de infecções auriculares. Evite expor o pet a ambientes úmidos por longos períodos.
Faça exames regulares nos ouvidos do seu pet para detectar qualquer sinal de sujeira, odor ou inflamação. Se notar algo incomum, consulte um médico veterinário.
Como usar Limp & Hidrat?
Limp & Hidrat é um produto de limpeza auricular que pode ser usado antes da medicação de tratamento de otite em cães e gatos, tornando o ambiente propício para ser tratado. Sua fórmula suave remove suavemente o excesso de cera e resíduos, enquanto hidrata e protege a pele sensível das orelhas.
- Aplique em quantidade suficiente para umedecer o conduto auditivo do animal, massagear a base da orelha para auxiliar a remoção do cerúmen, também pode ser aplicado em algodão umedecido com o produto.
- Utilize algodão seco para retirar as sujidades e secar o conduto auditivo.
- Repetir o procedimento conforme necessário até que o ouvido esteja limpo e seco.

Manter os ouvidos dos pets limpos e secos é essencial para sua saúde auditiva. Além de prevenir problemas de saúde, essa prática contribui para o conforto e bem-estar do animal.
A otite pode ser um problema desconfortável para cães e gatos, mas com os cuidados adequados e produtos eficazes como Auritop e Limp & Hidrat, é possível proporcionar alívio e bem-estar aos nossos amigos peludos.
Lembre-se sempre de consultar um médico veterinário para um diagnóstico preciso e orientações sobre o tratamento adequado para o seu pet.
Se você gostou deste conteúdo e deseja saber mais sobre como cuidar da saúde dos ouvidos do seu pet, deixe um comentário e nos siga no @ourofinopet nas redes sociais.
Estamos aqui para ajudar você e seu pet a viverem vidas mais saudáveis e felizes juntos!
Ao envelhecerem, muitos pets enfrentam desafios de saúde, e um dos problemas mais comuns é a osteoartrose, também conhecida como artrose.
Assim como em humanos, essa condição afeta as articulações, causando dor e desconforto. Neste blog, vamos falar sobre a osteoartrose em cães e gatos, seus sintomas, causas e como cuidar dos pets com essa condição.
O que é Osteoartrose em Pets?
A osteoartrose é uma doença degenerativa das articulações que afeta principalmente cães e gatos mais velhos.
Ela se manifesta quando a cartilagem que cobre as pontas dos ossos nas juntas começa a se deteriorar, provocando: dor, inflamação e restrição de movimentos.
Essa condição pode afetar várias articulações, como quadris, joelhos, cotovelos e coluna vertebral.
Sintomas da Osteoartrose em Pets
Os sintomas da osteoartrose em pets podem variar de acordo com a gravidade da doença e a articulação afetada. Alguns dos sinais mais comuns incluem:
1. Claudicação ou manqueira:
Animais com osteoartrose muitas vezes exibem claudicação, o que significa que coxeiam ou mancam ao caminhar. Isso ocorre devido à dor nas articulações afetadas.
2. Rigidez ao se levantar ou se movimentar:
Os pets podem mostrar rigidez ao se levantarem após períodos de descanso ou podem ter dificuldade em se movimentar normalmente.
3. Inchaço nas articulações:
Articulações afetadas podem ficar inchadas devido à inflamação associada à osteoartrose.
4. Mudanças no comportamento:
Os pets que sofrem com dores articulares podem demonstrar irritação, resistência para brincar ou se locomover, e até mesmo alterações nos padrões de alimentação.
Ao estar ciente dos sinais, agir precocemente e adotar medidas para melhorar a qualidade de vida do seu animal de estimação, você pode garantir que eles continuem a desfrutar de uma vida feliz e saudável, mesmo com essa condição.
Causas da Osteoartrose em Pets
A osteoartrose em pets pode ser causada por diversos fatores. As principais causas são:
Envelhecimento
Assim como em humanos, o envelhecimento é um fator de risco significativo para o desenvolvimento da osteoartrose em pets. O desgaste natural das articulações ao longo do tempo contribui para a deterioração da cartilagem.
Obesidade
O excesso de peso coloca uma pressão adicional nas articulações, aumentando o risco de desenvolvimento de osteoartrose. Manter um peso saudável é crucial para a saúde articular.
Lesões articulares
Lesões prévias, como fraturas articulares ou luxações, podem predispor os pets à osteoartrose mais tarde na vida.
Predisposição genética
Algumas raças de cães e gatos têm uma predisposição genética para desenvolver osteoartrose. Raças grandes, como Labradores e Pastores Alemães, são mais suscetíveis.
Como tratar Osteoartrose em pets?
Um diagnóstico precoce é essencial para gerenciar eficazmente a osteoartrose. Se você observar sinais de claudicação persistente ou mudanças no comportamento do seu pet, consulte um veterinário para avaliação.
Para auxiliá-lo mantenha um peso saudável, isso é crucial para animais com osteoartrose. A perda de peso pode reduzir a pressão sobre as articulações afetadas, aliviando a dor e melhorando a mobilidade.
Atividades físicas de baixo impacto, como natação, podem ser benéficas para animais com osteoartrose. Elas ajudam a manter a flexibilidade e fortalecer os músculos ao redor das articulações.
Suplementos como condroitina e glucosamina presentes no Condromax Pet, podem ajudar a manter a saúde das articulações e reduzir os sintomas da osteoartrose.
Ofereça camas macias e confortáveis para seus pets, especialmente aqueles com osteoartrose. Isso reduzirá a pressão sobre as articulações durante o descanso.
O tratamento pode envolver medicamentos anti-inflamatórios, analgésicos, suplementos como o Ativi, que é à base de colágeno não desnaturado, em determinados casos, fisioterapia.
Consulte sempre um veterinário para obter o diagnóstico correto e assim você tutor receberá a orientações específicas para o seu pet.
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Depois que um pet nosso passa por uma cirurgia, o que a maioria de nós, pais e mães de pets pensam é: o mais difícil já passou! É verdade que ao passar a cirurgia sentimos uma sensação de alívio, porém só podemos considerar o sucesso total após a cicatrização e a retirada dos pontos. Por isso, vamos falar um pouco de alguns cuidados especiais que devemos ter com o pet no período pós-operatório?
1. Controle as atividades físicas do pet
O primeiro ponto é evitar o excesso de esforço físico, ou seja, o pet pode caminhar normalmente, mas não devemos deixa-lo correr, nem subir e descer de sofás e camas. Estes cuidados servem para evitar movimentos bruscos que podem levar a ruptura dos pontos. Se a cirurgia que o pet fez foi ortopédica, os cuidados são ainda mais importantes, pois além da ruptura de pontos, podem surgir problemas com a estabilidade de pinos/ placas nos primeiros dias e acabar atrapalhando a cicatrização óssea.
2. Dê as medicações prescritas
É fundamental que as medicações do pós-cirúrgico, prescritas pelo médico-veterinário, sejam administradas corretamente para que o animal não sinta dor e nem apresente infecções.
3. Tenha atenção com a alimentação e a água
Deve-se assegurar que o pet esteja comendo bem e bebendo água, bem como “ir ao banheiro” normalmente durante o período de recuperação.
4. Cuidados com a higiene do pet
Um dos pontos importantes é não deixar o pet se sujar! Isso porque não é recomendado dar banho no pet enquanto não for feita a retirada dos pontos.
Além disso, a ferida cirúrgica (como é chamado o corte feito para a cirurgia) deve ser limpa com a frequência estabelecida pelo médico-veterinário. Existem vários produtos que podem ser usados para a limpeza, como a solução fisiológica, substâncias a base de clorexidine, água oxigenada, etc.
O local da cirurgia pode ser mantido coberto ou até mesmo sem cobertura, a depender da orientação do cirurgião. Normalmente, nas regiões próximas a região genital e anal não se costuma cobrir, devido a possibilidade de contaminação por fezes e urina, aumentando a frequência da limpeza local nestes casos. Outra situação que muitas vezes evita-se usar curativos são em pacientes alérgicos que costumam ter dermatite com o uso de esparadrapos. Em vez do curativo, recomenda-se (a depender do local da cirurgia) apenas o uso de roupinhas cirúrgicas.
5. Fique atento à cicatrização
É essencial o uso de agentes cicatrizantes. Os agentes genuinamente cicatrizantes aceleram o processo fisiológico da cicatrização, que costuma estar mais lenta em algumas situações como animais idosos, com doenças endócrinas e também e cirurgias com cortes (incisões) muito grandes, além dos felinos que tem características diferentes da cicatrização dos cães, características estas que torna a espécie mais susceptível a “abertura” de pontos.
Para auxiliar a cicatrização da ferida cirúrgica do seu pet, a Ourofino conta com o Regepil spray cicatrizante composto pela associação de tartarato de ketanserina e asiaticosídeo, substâncias que atuam em conjunto para acelerar o processo cicatricial.
Consulte sempre um médico-veterinário.
Sentir dor é chato, mas faz parte do nosso dia a dia e é condição fundamental para a sobrevivência. Como? Dessa maneira temos um alerta de que algo em nosso organismo está errado. Quando o quadro de dor é duradouro e intenso, as respostas que ocorrem em nosso corpo são muito prejudiciais e irão comprometer todo o nosso bem-estar.
E a dor nos nossos #Petlovers?
Você sabia que por muito tempo, acreditou-se que os animais não sentiam dor? Pois é, felizmente já se sabe que em relação à dor, nossos animais de companhia sofrem de forma semelhante a nós. Os estímulos que causam dor nas diferentes espécies de animais também são muito similares aos nossos.
Dores nos pets
As situações que podem causar dor nos nossos cães e gatos são várias. Elas vão desde a aplicação de vacinas e pequenos traumas até problemas mais graves como as artrites ou câncer.
Assim como nos humanos, cada animal pode ter um tipo de dor e os sinais clínicos podem ser diferentes. Isso torna a tarefa difícil para nós, tutores, identificar se nossos amigos estão com dor, afinal eles não podem falar, por isso muitas vezes irão demonstrar pelas alterações no comportamento.
Sinal de alerta para o animal com dor
A dor pode ser classificada como leve, moderada, intensa (severa) ou torturante. Os animais poderão apresentar diferentes sinais clínicos que irão variar conforme o grau do desconforto. Pet com dor pode:
- Ter dificuldade para andar
- Reduzir a interação com seus tutores ou outros animais
- Latir ou miar muito
- Uivar
- Ficar mais agressivo
- Perder peso rapidamente
- Diminuir ou não ter apetite
- Lamber-se constantemente
- Morder e machucar-se a si mesmo
- Ficar mais triste e deprimido
Estas são algumas características que devemos observar no nosso dia a dia e que podem estar relacionadas a quadros de dor. Por isso, é importante levar o animal para a avaliação de um médico-veterinário. Já no consultório, o profissional notará alterações fisiológicas como aumento nos batimentos cardíacos, tendência ao intestino preso, dilatação do pulmão e aumento da pressão arterial.
Sabe-se que na dor aguda geralmente as mudanças de comportamento são mais drásticas e chamam mais a nossa atenção. Em casos de dor crônica, como a do câncer, a manifestação pode ser mais silenciosa, fazendo com que as alterações de comportamento surjam também de forma mais lenta e muitas vezes imperceptíveis. É de grande importância que o tutor conheça bem o seu pet e fique atento a qualquer mudança no seu comportamento.
E como aliviar a dor nos pets?
Seja qual for à espécie, cão ou gato, a dor afeta de maneira negativa a qualidade de vida, as funções fisiológicas e o bem-estar. Quanto mais cedo for identificada e tratada, mais rápida será a recuperação do nosso amigo.
O tratamento será estipulado de acordo com a intensidade da dor e a indicação do médico-veterinário. Depois da avaliação clínica do paciente, analgésicos e anti-inflamatórios são as medicações mais recomendadas.
Entre os analgésicos mais utilizados para o controle da dor, podemos citar o Tramadol, ativo presente na composição do Nulli, solução oral da Ourofino Saúde Animal. Ele tem formulação líquida oral, propiciando a administração precisa da dose e com características que permitem comodidade e facilidade, além de maior adesão ao tratamento pelos animais. Nulli é indicado para o controle da dor de grau moderado e intenso, é seguro, apresentando poucos efeitos colaterais e pode ser administrado em tratamentos prolongados, sempre com a prescrição e acompanhamento do médico-veterinário.
Já para os casos em que for necessária a associação com anti-inflamatórios não-esteroidais, como o ativo Meloxicam, a Ourofino conta com a linha Maxicam. Ela apresenta opções de medicamentos que irão atuar de forma efetiva nos diversos graus de inflamação e dor. A linha Maxicam tem comprimidos, apresentação injetável e recentemente lançou a versão solução oral palatável, apresentando a potência analgésica do Meloxicam associada à menor incidência de efeitos colaterais e segurança comprovada para uso em cães e gatos.
Lembrando que todo o protocolo de tratamento da dor deverá ser ajustado a critério do médico-veterinário e de acordo com o quadro clínico do animal, combinado?
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A inflamação do ouvido dos cães, mais conhecida como otite, pode ser causada por bactérias, fungos, parasitas (carrapatos, sarna de orelha), produção excessiva de cera, traumas, presença de algum corpo estranho (como água durante o banho), falta de higiene ou a própria conformação auricular. Alguns pets têm mais tendência para desenvolver otites e produzem mais cerúmen, por exemplo, os cães de raças que possuem as orelhas caídas (pendulares), como Cocker Spaniel, Golden Retriever e Basset Hound. Nesses animais, a conformação das orelhas dificulta o arejamento e torna o conduto auditivo quente e úmido, ambiente propício para o desenvolvimento de inflamações.
Os principais sintomas da otite são coceira intensa, vermelhidão, cheiro forte, cera de coloração alterada, além de causar um grande desconforto para o pet. Um dos comportamentos bastante observado nos cães com inflamações no ouvido é balançar a cabeça de um lado para outro e a dor ao toque na região.
A limpeza dos ouvidos dos animais de companhia é uma medida muito importante, pois mantém as orelhas limpas, saudáveis e, consequentemente, previne o surgimento das inflamações, infecções e alergias que causam coceira, desconforto e dor.
As estruturas que compõem os ouvidos dos cães são muito delicadas e, por esta razão, a limpeza deve ser feita de maneira muito cuidadosa. Normalmente deve ser feita a cada 15 dias. Nos casos de pets com otites, é importante seguir a orientação do médico-veterinário quanto à frequência da higienização. A Ourofino oferece o Limp & Hidrat em seu portfólio, uma solução de limpeza otológica formulada com extratos vegetais que proporcionam uma higienização suave e eficiente, promove hidratação da pele do ouvido e tem um agradável cheiro de lavanda.
Por muito tempo acreditava-se que os animais não sentiam dores como os seres humanos ou que as percebiam de forma diferente. Atualmente, existem estudos que comprovam a semelhança entre homens e animais na relação com a neuroanatomia, destacando a ideia de que eles experimentam a dor de forma similar.
O controle da dor nos gatos, por exemplo, foi negligenciado por um longo período quando comparado ao tratamento de dor nos cães. Entretanto, nos últimos anos esse perfil mudou e tanto a avaliação, quanto o tratamento nos felinos recebem crescente atenção.
Além das mudanças fisiológicas, o gato com dor demonstra alterações comportamentais. Para perceber os sinais é muito importante conhecer a fundo o comportamento individual de seu pet. Os gatos com dor apresentam perda de peso e emagrecimento, postura anormal, agressividade, apetite diminuído ou ausente, tristeza, depressão e automutilação. Além dessas características, é possível notar a diminuição da capacidade de saltar, a redução ou a ausência da auto-higienização e a falta do uso da caixa de areia para fazer suas necessidades.
A dor pode ter inúmeras causas, portanto se observar algo estranho ou anormal em seu pet leve-o ao médico-veterinário. Por meio de uma avaliação detalhada será possível identificar a dor, avaliá-la e determinar o melhor tratamento!
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Segundo a Associação Internacional do Estudo da Dor (IASP – The International Association for the Study of Pain) dor é definida como uma experiência sensorial e emocional desagradável associada a um dano tecidual real ou potencial.
Certamente sentir dor é uma experiência desagradável para qualquer pessoa, no caso dos pets a regra é a mesma. Antigamente acreditava-se que os animais não sentiam dor ou que possuíam um limiar de dor maior que o dos seres humanos. Atualmente já se sabe que, em relação à dor, os animais sofrem de forma semelhante às pessoas. Este fato ocorre porque existe uma similaridade entre as estruturas e os mecanismos envolvidos na percepção da dor nos animais e nos humanos, portanto provavelmente o estímulo que é doloroso para uma pessoa será também para um animal e a resposta de dor frente aos estímulos é sempre individual.
Os pets não conseguem comunicar verbalmente a dor, eles não reclamam e muito menos apontam onde está o desconforto, por este motivo a identificação da dor é uma tarefa complexa e desafiadora. Diversas situações podem causar dores nos pets, desde uma simples vacinação até problemas mais graves como as enfermidades osteoarticulares (artrites e artroses) e oncológicas (câncer).
Nos pets com dor são observadas mudanças no organismo como aumento do batimento cardíaco, aumento da pressão arterial e respiração ofegante. Além das mudanças fisiológicas, os cães ou gatos com dor apresentam alterações comportamentais. Para perceber tais alterações é muito importante conhecer o comportamento individual de seu pet bem como de sua espécie.
Nos cães com dor geralmente são observadas as seguintes alterações comportamentais: menor interação com seus tutores ou outros animais, ansiedade, redução na locomoção, latidos excessivos, uivos, postura anormal, agressividade, perda de peso e emagrecimento, apetite diminuído ou ausente, lambedura excessiva, automutilação, tristeza e depressão.
Os gatos com dor também apresentam perda de peso e emagrecimento, postura anormal, agressividade, apetite diminuído ou ausente, tristeza, depressão e automutilação, além disso, observa-se diminuição da capacidade de saltar, diminuição ou ausência da auto-higienização e falta de uso da caixa de areia para fazer suas necessidades.
A dor afeta de maneira negativa a qualidade de vida e as funções fisiológicas dos pets, assim sendo quanto mais cedo identificada e tratada melhor será para a recuperação. É muito importante estar atento ao comportamento de seu melhor amigo. Se observar algo estranho ou anormal é fundamental que o leve ao médico-veterinário, pois através de uma avaliação detalhada será possível identificar a dor, avaliá-la e determinar o melhor tratamento. Para o diagnóstico da dor é muito importante o relato detalhado das alterações comportamentais observadas pelo médico-veterinário para que este tenha condição de classificar a dor quanto a seu tempo de duração, origem e intensidade.
Apesar da impossibilidade de verbalizar a dor, os pets sentem como nós e o seu tratamento deve ser feito de forma adequada e urgente. A dor acarreta diversas alterações importantes no funcionamento do organismo. Todas estas alterações se não controladas dificultam o processo de recuperação, portanto é preciso ficar muito atento a qualquer alteração nos hábitos e comportamentos do pet.