A época mais festiva do ano chegou, é tempo de pipoca, bolo de milho, pamonha, pé de moleque e quentão.

Além de tudo temos os fogos de artifício, sendo necessário evitar soltá-los perto dos pets. O barulho alto e os flashes de luz podem assustá-los e causar estresse, ansiedade e até mesmo fobias.

 

Muitos cachorros têm medo de fogos de artifício devido ao ruído intenso e imprevisível. O som alto pode ser doloroso para suas audições sensíveis, desencadeando uma resposta de medo ou pânico. O barulho intenso e repentino podem assustar os gatos, podendo desencadear reações de medo e até mesmo instintos de fuga.

Para ajudar seu cachorro ou gato a lidar com fogos de artifício, aqui estão algumas dicas:

 

1- Crie um ambiente seguro

Mantenha seu cachorro ou gato em um local seguro e familiar dentro de casa, onde ele se sinta confortável.

Bloquei todas as fontes de ruído externo, como portas e janelas, e substitua o som dos fogos de artifício por sons mais tranquilos, como os de uma TV ou rádio.

 

2- Crie um espaço acolhedor

Mantenha uma área confortável para o seu pet, com sua cama favorita, brinquedos e paninhos.

Isso ajudará a criar um senso de segurança e oferecerá distrações para diminuir a ansiedade.

 

3- Fique junto do seu pet

Se possível, fique com seu melhor amigo durante os fogos de artifício. Sua presença tranquilizadora pode ser reconfortante para ele.

 

4- Mantenha a calma

Seu próprio comportamento pode influenciar o estado emocional do seu pet. Tente manter a calma e não reforçar o medo com excesso de atenção ou carinho excessivo.

Isso pode fazer com que eles percebam que há algo errado.

 

5- Crie esconderijos para os gatinhos

Forneça ao seu gato locais seguros para se esconder, como caixas de papelão, camas aconchegantes ou até mesmo armários abertos.

Oferecer a eles um espaço para que se sintam protegidos durante os fogos de artifício irá evitar fugas e acidentes.

 

6- Use técnicas de dessensibilização

Antes de qualquer celebração com fogos de artifício, tente familiarizar seu pet com os sons dos fogos de artifício. Comece com um volume baixo e aumentando lentamente ao longo do tempo.

Isso irá ajudar a dessensibilizá-lo aos ruídos, principalmente se for feito de filhote.

 

7- Consulte um veterinário

Em casos mais graves de fobia de fogos de artifício, pode ser necessário buscar a orientação de um veterinário.

Eles podem prescrever medicamentos, suplementos ou técnicas de terapia comportamental para ajudar seu cachorro a lidar com o medo.

 

8- Uso de suplementação

Alguns suplementos como o Seren Snacks e o Seren em formato de pasta, podem ajudar a acalmar cães e gatos reduzindo a ansiedade.

Isso porque eles são formulados para que esses animais se sintam confortáveis e em segurança de forma natural.

 

Reforçamos que cada animal é único, e pode ser necessário experimentar diferentes abordagens para encontrar a melhor maneira de ajudar seu pet a lidar com o medo dos fogos de artifício e possa apreciar essa festança ao seu lado.

Confira essas e outras dicas no Instagram da @ourofinopet e forneça sempre o melhor ao seu Pet.

Nos vemos no próximo blog, até mais sô!

É comum ver os cães lambendo suas patas e outras áreas do corpo, quando fazem isso estão normalmente se higienizando.

Por outro lado, se a prática for realizada sempre no mesmo local, como a pata por exemplo e com grande frequência. Precisamos ligar o sinal de alerta, e entender o que pode estar acontecendo de errado.

Confira abaixo como identificar a lambedura do seu cachorro nas patas.

 

Após o passeio meu cão está se lambendo o que pode ser?

Caso você perceba que logo após o passeio seu pet esteja lambendo as patas isso pode significar um incomodo.

Isso pode ocorrer por conta de queimadura, devido à alta temperatura do chão ou asfalto, e uma sensação desagradável pode estar presente.

Os coxins, ou “almofadas das patas”, podem se queimar assim como nós humanos queimamos os pés quando o chão está muito quente.

 

A forma mais fácil de evitar esse problema é: sair com o pet para passear em horários com menos sol, escolha horários mais frescos, como o início do dia e no final de tarde.

Mas antes de iniciar a atividade é bom verificar a temperatura do solo, se você aguentar mais de 5 segundos encostando a mão no chão, sem incômodos pronto, pode seguir o passeio, caso contrário, vá em outro horário, ou conte com o apoio de sapatinhos para o pet.

 

O ato de lamber está vindo com mordidinhas?

Atenção aos parasitas, quando o incomodo é maior e além de lamber as patas seu cãozinho está dando mordiscadas podemos imaginar que essa região está machucada.

Geralmente indicativo de presença de carrapatos, pulgas ou até mesmo ácaros.

 

Além dos parasitas seu pet pode ter se machucado em algum passeio, cortando a pata, com algum pequeno caco de vidro, ou objeto pontiagudo e isso pode estar causando dor, por isso o ato de se morder.

Portanto indicamos que examine a pele da pata e se encontrar algum parasita, leve-o ao médico veterinário, assim seu pet será avaliado e contará com o tratamento específico, como a coleira Leevre e o NEOPet, para proteger seu melhor amigo.

Mas, pode ser alergia?

Pode sim, alergias de contato podem ocorrer e deixar a área das patas com maior sensibilidade provocando a coceira, e por isso eles acabam lambendo as patas.

Alergia a produtos químicos, ou a alguns tipos de gramas ou pólens podem ocorrer, por isso preste atenção as atitudes do seu pet durante e logo após o passeio.

 

Novamente a pessoa mais indicada para avaliar qual o tipo de alergia seu animalzinho pode ter é o médico veterinário, afinal respostas imunológicas mais intensas podem acontecer e ele indicará o efetivo controle desses possíveis alérgenos, com testes.

 

Cães também ficam ansiosos e estressados!

Sim, seu cão pode ter alguma alteração de comportamento.

Caso ele esteja ficando muito tempo sozinho, se exercite pouco, não receba atenção e não tenha brinquedos para se distrair, ele pode ser um forte candidato a ansiedade e estresse.

 

Afinal, os pets também se sentem solitários e deprimidos, e ficam mais predispostos a desenvolver esse costume, de lamber as patas, como forma de liberar as sensações de estresse e ansiedade.

A saúde mental do animal é tão importante quanto a física, e você pode contar com suplementações que colaborem para o bem-estar e a manutenção do estado de tranquilidade do seu cão, como o Seren.

 

Ofereça um banho reconfortante

A sujidade também pode causar desconforto, e como já dissemos os cães se lambém para se higienizar.

Portanto, como essa parte do corpo fica em contato direto com resíduos a sujeira é a causa mais simples de ser tratada em casa.

Com um bom banho, e análise das patinhas é possível avaliar a situação antes da visita periódica ao veterinário para fazer o check-up e enquanto isso, evite que ele lamba as patas, chame atenção, brinque, tire o foco, tudo ajuda!

 

Cuidado com as patas dos cães!

  • Cortar as unhas, dar banhos e usar hidratantes, pensando na pele e na pata são sempre uma boa ideia.
  • Mantenha o animal protegido contra ectoparasitas (carrapatos, pulgas e ácaros).
  • Verifique se o local de passeio é limpo e sem materiais perfurocortantes, como cacos de vidros, farpas e pedras.
  • Não passeie com seu pet em um solo quando ele estiver quente, se você não consegue suportar andar descalço, ele também não.
  • Use produtos desinfetantes próprios para pets no piso.
  • Cuide da lambedura das patas e evite que elas fiquem úmidas, pois isso pode facilitar o aparecimento de fungos.

 

Acompanhe o Blog Ourofino Pet para mais dicas e curiosidades como essas.

Este texto está do jeito que a gente gosta: trazendo notícia boa! A ciência não para de buscar novos tratamentos para doenças que afligem os animais e se tem uma doença que causa muito sofrimento aos cães e seus familiares é a cinomose! Mas existe uma luz no fim do túnel!

 

Cinomose: você sabe o que é?

É uma doença contagiosa que poderia ser prevenida por vacinação, mas ainda é muito frequente em nosso país, pois nem todos vacinam seus cães, o que ocorre por desinformação ou limitações financeiras.

Quando infectado, o cão pode apresentar diarreia, vômito, secreção nasal, pneumonia e, em uma fase mais avançada, alterações neurológicas.

 

Quando o pet sobrevive à cinomose, é comum que ele fique com sequelas neurológicas, que variam desde tremores leves até paralisia. Nesta fase, a fisioterapia tem um papel muito importante para ajudar na recuperação, mas nem sempre é suficiente para que o pet retorne a uma vida normal.

A boa notícia é que existe um novo tratamento que está revolucionando a vida de cães que tiveram cinomose, suas famílias e seus veterinários: a terapia com células-tronco!

 

O que são células-tronco?

São as primeiras células de qualquer indivíduo, as que irão formar todos os órgãos que compõem o filhote. Elas também são responsáveis por ajudar na reparação de tecidos doentes e existem naturalmente em todos os animais e pessoas, o problema é que começam e ter sua eficácia reduzida logo após o nascimento.

Graças a evolução da medicina, hoje é possível ter um estoque destas células em laboratórios avançados para serem usadas no tratamento de algumas doenças e é isso que pode ser feito para os cães com sequelas neurológicas da cinomose. As células são obtidas da gordura que existe ao redor do útero de cadelas quando elas passam por cirurgia de castração. Depois disso, uma série de processos acontece no laboratório até o estoque das células em freezers a 80 graus negativos, garantindo que a transferência para um cão que precisa ser tratado ocorra de forma segura.

 

Diferente de qualquer medicamento

É comum dizer que as células-tronco são inteligentes, já que possuem mecanismos complexos que permitem que elas percebam a situação do órgão lesionado e comecem a liberar substâncias com a capacidade de restauração. No caso da sequela da cinomose, as lesões estão no sistema nervoso, mais especificamente nos nervos e neurônios, e as células oferecem uma ação anti-inflamatória, reguladora do sistema imune e até regeneradora!

Na prática, o que vemos é que um cãozinho paralisado, aos poucos volta a caminhar e ter uma vida com mais qualidade!

 

Ficamos felizes com novas terapias, mas precisamos lembrar que a medicina não é uma ciência exata e a resposta de um paciente depende de muitos fatores. Um estudo realizado na Universidade Federal do Estado de São Paulo (UNIFESP) com cães paralisados por causa de cinomose, demonstrou que 80% dos animais tratados com células-tronco voltaram a andar. Já sabemos que quanto mais cedo iniciarmos o tratamento, maiores as chances de sucesso.

 

Como é feito o tratamento das sequelas da cinomose com células-tronco?

É um tratamento realizado exclusivamente por médicos-veterinários, que, após um diagnóstico preciso da situação do cãozinho, irá solicitar alguns exames para verificar se ele está apto a receber a terapia.

A aplicação é simples, realizada na veia, sem a necessidade de jejum, internação, ou qualquer alteração na rotina do pet. Em geral, são feitas 3 aplicações com intervalos de 30 dias. É uma terapia segura e com baixíssimo risco de efeitos colaterais.

 

Se você tem ou conhece alguém que tenha um cãozinho com sequelas de cinomose, compartilhe essa novidade e leve uma chance a mais aos peludos! Se tem dúvidas, comente aqui embaixo!

Sempre tem quem pergunte “Se meu cachorro fosse humano, quantos anos ele teria?“.

Antigamente se dizia que a cada ano de vida para o cachorro equivalia a sete anos humanos, porém, isso não é totalmente verdade!

 

Os cães envelhecem de forma diferente das pessoas, por exemplo, alguns anos na vida de um cão equivalem a mais de sete anos e outros, a menos. Os filhotes, por exemplo, levam cerca de um ano para atingirem tamanho de um adulto, enquanto as crianças levam muito mais tempo, por isso, o primeiro ano de vida do cãozinho vale, aproximadamente, 15 anos de uma criança/adolescente.

 

Há ainda diferença na velocidade do envelhecimento entre as raças, em geral, as raças pequenas podem chegar a viver quase duas vezes mais que as raças de porte grande.

De uma maneira muito genérica, a Associação Americana de Medicina Veterinária (AAMV), divide da seguinte forma:

 

  • O 1º ano de vida de um cão de tamanho médio equivale a 15 anos humanos;
  • O 2º ano para um cão equivale (em média) a cerca de 9 anos para um humano;
  • E depois disso, cada ano humano seria aproximadamente 5 anos para um cachorro.

Como os pesquisadores chegam a esses números?

Existem muitos fatores a considerar, por isso o cálculo nunca é exato, mas a AAMV diz que cachorros pequenos são geralmente considerados maduros (ou sênior) aos sete anos, mas hoje se sabe que nesta idade eles têm uma expectativa de viver, normalmente, o dobro disso.

 

Cães de raças maiores tem uma expectativa de vida mais curta e são geralmente considerados idosos quando em torno dos 6 anos. Um exemplo seria do Dogue Alemão (nosso querido Scooby-Doo), quem tem uma expectativa média de vida em torno de 7 a 10 anos, segundo a associação americana que representa a raça.

 

As estimativas de quanto um tempo um cão pode viver também servem de base para fazer a comparação de idade entre cachorros e pessoas. Estes números são normalmente achados com base em planos de saúde para animais de companhia, pesquisas de clubes de raça e hospitais veterinários.

 

Por que cães menores vivem mais do que cães maiores?

Esse fenômeno confunde os cientistas há anos, e as pesquisas ainda não conseguem explicar o porquê da relação entre o tamanho do cão e velocidade de envelhecimento, já que na natureza, animais muito grandes como elefantes e baleias, por exemplo, vivem mais do que os pequenos.

O que os cientistas sabem até o momento, em termos numéricos, é que, em média, a cada 4,4 kg de peso corporal, o cão diminui um mês da sua expectativa de vida. Entre as possíveis explicações para isso estão:

 

  • Cães maiores podem apresentar precocemente doenças relacionadas à idade;
  • O crescimento acelerado pode levá-los a uma maior chance de tumores.

 

Agora que já sabemos que a idade humana dos cachorros é aproximada, e se baseia em idade e peso, vamos matar a curiosidade para saber a idade do seu doguinho:

 

 

Recentemente, cientistas se uniram para definir os estágios de vida dos cachorros e, em vez de tentar calcular equivalentes de idade para humanos, sugeriram a divisão por estágios de vida. Ou seja, por faixas de idade, tamanho, estilo de vida, estado de saúde e raça do cão.

Definições propostas de estágio de vida canina:

 

 

Segundo os especialistas, esta é a forma mais acertada para ajudar tutores e os médicos-veterinários a cuidar bem da saúde dos nossos amados cães.

 

Referências:
AAHA Canine Life Stage Guidelines (Veterinary Practice Guidelines), 2019.
AVMA – https://www.avma.org/resources-tools/pet-owners/petcare/senior-pets
Dog Owner’s Home Veterinary Handbook, 4th Edition by Debra M. Eldredge, Liisa D. Carlson, Delbert G. Carlson and James M. Giffin, Appendix B, 2007.

O inverno é uma época que pede cuidados especiais com os animais de companhia. Com a queda de temperatura, alguns problemas de saúde podem atingir os pets, principalmente as doenças respiratórias. Confira!

 

Gripe Canina

A gripe canina também conhecida como tosse dos canis (ou traqueobronquite infeciosa canina) é uma enfermidade frequente nesta época do ano, mas que também ocorre nas outras estações. Ela pode ser causada por vírus ou bactérias, e sua transmissão ocorre principalmente por aerossóis de secreções oronasais dos animais de companhia infectados ou por meio de objetos, como vasilhas.

 

Essa doença ocorre com maior frequência em cachorros que convivem em ambientes em que há aglomerações de animais, por exemplo, nos canis, que é um local propício para a propagação.

A maioria dos pets com traqueobronquite infecciosa apresenta a enfermidade “sem complicações”, autolimitante e sem sinais de doença sistêmica, cujo principal sinal clínico é a tosse rouca, seca ou produtiva, que se agrava com o exercício físico, excitação, pressão da coleira no pescoço ou pela palpação da traqueia.

 

Em casos mais críticos, a presença de outros sintomas, como o corrimento nasal, ocular, vômito, emagrecimento e febre, podem surgir além do aparecimento de quadros de pneumonia ou broncopneumonia, que levam o animal de companhia a óbito caso não seja tratado.

 

Um dos maiores desafios para o controle da gripe canina é o manejo de surtos da doença. Neste caso, uma das principais medidas é diminuir a exposição dos pets aos agentes virais e bacterianos.

Para evitar que o cãozinho sofra com a gripe e os problemas que ela causa, a prevenção é o melhor caminho. Sendo elas:

 

  • Fornecer vermifugação regular e não se esquecer de manter sempre a carteirinha de vacinação em dia para manter o pet saudável e menos susceptível as gripes;
  • Oferecer ração de boa qualidade, como rações premium ou super premium;
  • Exercícios físicos diários para aumentar a imunidade;
  • Manter o seu pet sempre hidratado;
  • Realizar visitas regulares ao médico-veterinário.

Doenças respiratórias dos felinos

Como diversos fatores podem levar o gato a ter problemas respiratórios, o complexo respiratório dos felinos, pode ser causado mais de um agente: herpesvírus felino; calicivírus felino e pela bactéria Chlamydophila felis.

Acomete principalmente filhotes de gatos que vivem em locais com grande concentração de animais, como em abrigos. As doenças causadas por vírus são responsáveis por cerca de 45% das infecções respiratórias e atinge o trato superior dos gatos. Geralmente se manifesta no primeiro ano de vida e não é transmitida para humanos.

 

A contaminação se dá pelo contato de um bichano doente com um saudável, através de fluídos como saliva, corrimento nasal ou ocular, considerada bastante contagiosa.

É fácil identificar se o felino apresenta alguma das doenças do complexo respiratório, basta observar se seu gatinho apresenta: espirros, tosse, corrimento nasal e ocular, salivação, febre, apatia, prostração, falta de apetite, conjuntivite e lesões ulceradas na boca.

 

É necessária a terapia de suporte que deve ser orientada pelo médico-veterinário, mas, além disso, o cuidado oferecido pelo tutor é fundamental para que o bichano consiga combater a doença. Alguns cuidados que os pai e mães de felinos podem fazer são:

 

  • Manter gatinhos novos separados (quarentena) dos antigos gatos da casa até ter certeza que não estão doentes;
  • Uma vez que os gatinhos estejam fisicamente bem, levá-los ao veterinário para começar o protocolo vacinal, pois as vacinas felinas protegem contra as doenças do complexo respiratório dos felinos;
  • Oferecer ração de boa qualidade, como rações premium ou super premium;
  • Oferecer sempre água fresca e limpa;
  • Alguns veterinários recomendam suplementos à base de lisina para auxiliar na melhora do sistema imune;
  • O uso de medicamentos como antibióticos, anti-inflamatórios somente devem ser utilizados sob prescrição do médico-veterinário.

Doenças articulares

Os cachorros e gatos com problemas articulares precisam de mais atenção em épocas de temperaturas mais baixas, pois a dor intensifica nesse período.

Todo animal idoso tendem a apresentar algum grau de desgaste na cartilagem das articulações e com isso surgimento de inflamação e dor, que costumam aumentar no inverno.

 

O aumento das dores e incômodos nessas regiões ocorre, pois, estes pets acabam se movimentando menos que o normal, atrapalhando a produção do líquido sinovial que confere a proteção das cartilagens articulares e que é produzido por movimentos leves. Ou seja, ficar parado aumenta as chances do aparecimento de alterações nas articulações. Os problemas articulares em cães e gatos idosos têm sido responsáveis pela queda da qualidade de vida destes animais, principalmente porque geram sintomas como: claudicação (manqueira), insônia, falta de apetite e agressividade.

Para prevenir que a dor mais forte apareça no inverno:

 

  • Realize atividades físicas moderadas diariamente, respeitando os limites do animal;
  • Evite subidas, terrenos acidentados e relacionados;
  • Evite que o animal sofra quedas ou pule muito alto;
  • Certifique-se de que o animal esteja descansando adequadamente;
  • Atenção ao piso onde o animal circula, é importante ter atrito ao se locomover. A instabilidade de pisos lisos e escorregadios é perigoso para as articulações;
  • Mantenha o animal sempre aquecido, pois os pelos do animal não servem como uma roupa para protegê-lo das baixas temperaturas, e sim como um isolante térmico que evita a perca ou o excesso de calor que o animalzinho irá receber.

O que é cinomose canina?

A Cinomose é uma doença multissistêmica infectocontagiosa grave e muitas vezes letal, de evolução aguda, subaguda, ou crônica, que ocorre no mundo todo e acomete diversos animais terrestres e aquáticos, entre eles os cães. (Carvalho et al., 2012).

As taxas de morbidade e mortalidade são bastante altas em filhotes e jovens adultos, principalmente nos não vacinados. Estudos mostram que a sua prevalência em cães no Brasil varia de 10% a 41-50% e a prevalência na rotina clínica na visão dos médicos veterinários é de 91,7%. (Costa et al. 2019).

 

O Vírus

O Vírus da Cinomose Canina (Canine Distemper Vírus – CDV) é um RNA de fita simples, envelopado, que pertence a família Paramyxoviridae, gênero Morbillivirus. Há somente um sorotipo relatado que apresenta variações de patogenicidade e virulência nos hospedeiros. São sensíveis a altas temperaturas (56º C) e a solventes lipídicos (Cartroxo, 2003; Flores, 2007; Jericó, 2015).

 

Patogenia

O cão poderá se infectar ao ter contato com partículas virais das excreções e secreções corpóreas presentes no ambiente e em objetos, ou em contato direto com um animal que tenha a doença (Cartroxo, 2003; Flores, 2007).

 

O animal poderá eliminar partículas virais a partir do 5º dia de infecção por até 60-90 dias. É importante ressaltar que o cão poderá transmitir o vírus antes mesmo de ter sintomatologia e há animais que se tornam hospedeiros assintomáticos e desenvolvem a doença de forma subclína, no entanto também poderão transmiti-la. A transmissão transplacentária também pode ocorrer, levando a abortos, ou ao nascimento de filhotes fracos e imunossuprimidos (Nelson e Couto, 2001; Cartroxo, 2003; Flores, 2007; Jericó, 2015).

 

O CDV invade inicialmente o trato respiratório superior e se replica em macrófagos e linfócitos B e T nas primeiras 24 horas, então partículas virais se espalham através da via linfática para os gânglios e tonsilas levando a uma grave imunossupressão. No 4º ao 6º dia pós-infecção, o CDV irá se replicar na medula óssea, timo, baço, nódulos linfáticos, mesentéricos, placas de Peyer, células de Kupffer e as células mononucleares nos pulmões. Nessa fase o cão poderá apresentar uma hipertermia devido à intensa multiplicação viral e leucopenia causada pela depleção de células linfoides. No 8º ao 10º dia pós-infeção o CDV migra para sistema nervoso central causando alterações neurológicas, cuja gravidade depende da cepa envolvida e a condição imunológica do cão. Essas lesões neurológicas possuem caráter desmielinizante, assim como a esclerose múltipla em humanos (Greene, 2006).

 

Sintomas da cinomose

A cinomose canina é uma doença que não apresenta nenhuma sintomatologia patognomônica. Inicialmente os sintomas mais frequentes podem incluir secreções nasais e oculares, tosse úmida, dispneia, febre, anorexia, conjuntivite e diarreia, podendo variar de indivíduo para indivíduo.  Os sinais clínicos neurológicos que o animal poderá apresentar estão ligados ao local do SNC afetado. A paralisia dos membros pélvicos, ataxia, convulsões, nistagmo e mioclonias são observados com frequência. Co-infecções com a parvovirose, adenovirose, entre outras doenças causadas por vírus e infecções causadas por bactérias podem ocorrer, agravando o quadro (Greene e Appel, 2006; Flores, 2007).

 

Diagnóstico

O diagnóstico é realizado pelo médico veterinário, através do histórico do animal, exame físico e exames laboratoriais (Santos et al., 2016).

O Vírus pode ser detectado através de diversas técnicas utilizando amostras de sangue e secreções (Li et al., 2013). Atualmente testes sorológicos rápidos são realizados na clínica veterinária e o RT-PCR é considerado uma das técnicas confirmatórias para o diagnóstico.

 

Em relação as alterações hematológicas, podemos observar anemia, leucocitose com neutrofilia ou leucopenia associada à linfopenia, e trombocitopenia e inclusões virais denominadas corpúsculos de Lentz que podem ser encontrados em leucócitos, eritrócitos, linfócitos e neutrófilos, esse achado é considerado um método de diagnóstico definitivo e de fácil execução (Vicente et al., 2010; Jericó, 2015).

 

Tratamento

Existem poucos estudos utilizando um antiviral específico, mas existem formas de reduzir a sintomatologia e a progressão da doença instituindo um protocolo de suporte com antimicrobianos de amplo espectro, expectorantes, broncodilatadores, corticosteróides, antipiréticos, antiácidos, antieméticos, anticonvulsionantes , fluidoterapia e suplementação vitamínica mineral com o intuito de auxiliar na regeneração celular e estimular a imunidade. Quando não há sintomatologia neurológica, pode ocorrer uma melhora espontânea utilizando apenas o tratamento sintomático (Greene, 2006; Pereira, 2014).

 

As terapias complementares como a fitoterapia, fisioterapia e acupuntura possuem relevância na melhora do quadro clínico (Lesnau, 2008).

 

Importância da Prevenção

Como citado anteriormente, não há um tratamento realmente eficaz contra essa doença, portanto a prevenção com um protocolo vacinal eficaz é de extrema importância.

 

Segundo diretrizes de vacinação, como o WSAVA, a imunização deve ser realizada com uma vacina viva modificada a partir de 6 a 8 semanas de idade, repetida após intervalo de 21 a 30 dias até o animal completar 16 semanas e mais uma dose deverá ser feita quando o animal completar 6 meses de idade. Quando há um grande desafio, ou seja, um filhote com alta exposição ao vírus ou pouca imunidade recebida do colostro, o protocolo pode ser iniciado a partir de 4 semanas de vida. Atualmente estudos mostram que as doses de reforço não são necessárias com intervalos menores que 3 anos, essa prática já é realizada em outros países, onde estão disponíveis vacinas somente com vírus vivos modificados.

 

Consideração Final

O médico veterinário tem um papel muito importante na conscientização da população, prevenção e erradicação dessa doença. A cinomose canina não apresenta até então um tratamento específico, mas pode ser prevenida através da vacinação e medidas de controle.

Você sabia que a cinomose é uma doença grave que afeta principalmente filhotes e idosos com a imunidade baixa, mas que também acomete cães na idade adulta?

A cinomose é causada por um vírus da família Paramyxovirus e tem alta taxa de mortalidade e apesar de ser altamente contagiosa, não é transmitida aos seres humanos. Nos cães, ela pode causar diversos sintomas e acometer todo o organismo do animal, podendo provocar sequelas graves.

 

Transmissão

A cinomose é transmitida a partir do contato de um animal saudável com outro infectado, de maneira direta ou indireta, uma vez que o vírus é eliminado em todas as secreções e excreções do corpo dos cães. A transmissão também pode acontecer pelo ar (vento) em áreas próximas a um animal doente, sendo mais comum a disseminação da doença em locais onde os cães são mantidos em grupos. Por isso, é importante evitar o compartilhamento de acessórios como comedouros, bebedouros, cama e brinquedos.

 

Diferente de outras doenças infecciosas de cães, o vírus da cinomose pode sobreviver por até três meses no ambiente, mas não resiste a uma boa limpeza e pode ser eliminado por desinfetantes à base de cloreto de benzalcônio a 15%.

 

Sintomas

A doença pode apresentar sintomas respiratórios como tosse, secreção nasal, dificuldade respiratória, secreção ocular e febre; sintomas gastrointestinais como vômito, diarreia (com ou sem sangue), falta de apetite e dores abdominais; sintomas neurológicos com alterações comportamentais, vocalização (gritos ou uivos como se estivesse sentindo dor), convulsões, tremores, olhos fazendo movimentos repetitivos, falta de coordenação motora, andar em círculos,  movimentos de pedalagem e/ou paralisia.

 

A cinomose também pode apresentar sinais na pele do animal como pústulas abdominais (pequena bolha com pus), espessamento dos coxins (“almofadas” das patas) e do focinho, além de sinais oftálmicos como secreção ocular e alterações na visão.

Os casos de mortalidade na fase neurológica da doença estão entre 30% a 80% e os animais que sobrevivem a esta fase podem apresentar sequelas para o resto da vida.

 

Diagnóstico

O diagnóstico deve ser feito pelo médico-veterinário com perguntas sobre o histórico do animal, dos sinais notados pelo tutor e do exame físico no momento da consulta, além de exames de sangue (hemograma e teste sorológico) e de testes que identificam a presença do vírus nas secreções do cão.

 

Tratamento

As chances de cura são pequenas, por isso a prevenção é a principal medida de controle. É importante vacinar o cão, seguindo o calendário indicado pelo médico-veterinário, para que seja feita a correta imunização contra a doença. Outros cuidados também são importantes como evitar o contato com animais não vacinados e com ambientes e objetos que possam estar contaminados.

 

Não existe um tratamento específico para cinomose, portanto o segredo está no controle dos sintomas, que pode ser feito com o uso de antibióticos, medicação para controlar os vômitos e as convulsões, suplementos nutricionais, pomadas, cremes e colírios, quando necessário.

 

Soluções Ourofino

No nosso portfólio contamos com o Herbalvet T.A., desinfetante a base de cloreto de benzalcônio a 15 %, eficaz para eliminar o vírus da cinomose em ambientes veterinários. Assim, conseguimos evitar a disseminação do vírus para outros cães.

A Ourofino também conta com uma linha de antibióticos que podem auxiliar o tratamento do seu pet. A prescrição deve ser feita pelo médico-veterinário que acompanha seu cãozinho.

Sentir dor é chato, mas faz parte do nosso dia a dia e é condição fundamental para a sobrevivência. Como? Dessa maneira temos um alerta de que algo em nosso organismo está errado. Quando o quadro de dor é duradouro e intenso, as respostas que ocorrem em nosso corpo são muito prejudiciais e irão comprometer todo o nosso bem-estar.

 

E a dor nos nossos #Petlovers?

Você sabia que por muito tempo, acreditou-se que os animais não sentiam dor? Pois é, felizmente já se sabe que em relação à dor, nossos animais de companhia sofrem de forma semelhante a nós.  Os estímulos que causam dor nas diferentes espécies de animais também são muito similares aos nossos.

 

Dores nos pets

As situações que podem causar dor nos nossos cães e gatos são várias. Elas vão desde a aplicação de vacinas e pequenos traumas até problemas mais graves como as artrites ou câncer.

 

Assim como nos humanos, cada animal pode ter um tipo de dor e os sinais clínicos podem ser diferentes. Isso torna a tarefa difícil para nós, tutores, identificar se nossos amigos estão com dor, afinal eles não podem falar, por isso muitas vezes irão demonstrar pelas alterações no comportamento.

 

Sinal de alerta para o animal com dor

A dor pode ser classificada como leve, moderada, intensa (severa) ou torturante. Os animais poderão apresentar diferentes sinais clínicos que irão variar conforme o grau do desconforto. Pet com dor pode:

 

  • Ter dificuldade para andar
  • Reduzir a interação com seus tutores ou outros animais
  • Latir ou miar muito
  • Uivar
  • Ficar mais agressivo
  • Perder peso rapidamente
  • Diminuir ou não ter apetite
  • Lamber-se constantemente
  • Morder e machucar-se a si mesmo
  • Ficar mais triste e deprimido

 

Estas são algumas características que devemos observar no nosso dia a dia e que podem estar relacionadas a quadros de dor. Por isso, é importante levar o animal para a avaliação de um médico-veterinário. Já no consultório, o profissional notará alterações fisiológicas como aumento nos batimentos cardíacos, tendência ao intestino preso, dilatação do pulmão e aumento da pressão arterial.

 

Sabe-se que na dor aguda geralmente as mudanças de comportamento são mais drásticas e chamam mais a nossa atenção. Em casos de dor crônica, como a do câncer, a manifestação pode ser mais silenciosa, fazendo com que as alterações de comportamento surjam também de forma mais lenta e muitas vezes imperceptíveis. É de grande importância que o tutor conheça bem o seu pet e fique atento a qualquer mudança no seu comportamento.

 

E como aliviar a dor nos pets?

Seja qual for à espécie, cão ou gato, a dor  afeta de maneira negativa a qualidade de vida, as funções fisiológicas e o bem-estar. Quanto mais cedo for identificada e tratada, mais rápida será a recuperação do nosso amigo.

O tratamento será estipulado de acordo com a intensidade da dor e a indicação do médico-veterinário. Depois da avaliação clínica do paciente, analgésicos e anti-inflamatórios são as medicações mais recomendadas.

 

Entre os analgésicos mais utilizados para o controle da dor, podemos citar o Tramadol, ativo presente na composição do Nulli, solução oral da Ourofino Saúde Animal. Ele tem formulação líquida oral, propiciando a administração precisa da dose e com características que permitem comodidade e facilidade, além de maior adesão ao tratamento pelos animais. Nulli é indicado para o controle da dor de grau moderado e intenso, é seguro, apresentando poucos efeitos colaterais e pode ser administrado em tratamentos prolongados, sempre com a prescrição e acompanhamento do médico-veterinário.

 

Já para os casos em que for necessária a associação com anti-inflamatórios não-esteroidais, como o ativo Meloxicam, a Ourofino conta com a linha Maxicam. Ela apresenta opções de medicamentos que irão atuar de forma efetiva nos diversos graus de inflamação e dor. A linha Maxicam tem comprimidos, apresentação injetável e recentemente lançou a versão solução oral palatável, apresentando a potência analgésica do Meloxicam associada à menor incidência de efeitos colaterais e segurança comprovada para uso em cães e gatos.

 

Lembrando que todo o protocolo de tratamento da dor deverá ser ajustado a critério do médico-veterinário e de acordo com o quadro clínico do animal, combinado?

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