Transportar um gato para a clínica veterinária pode ser uma experiência estressante tanto para o felino quanto para o tutor. Gatos são animais territoriais e geralmente não gostam de sair de casa, por isso visitar o médico veterinário pode ser um desafio. Vamos compartilhar algumas dicas valiosas para tornar esse momento mais calmo e seguro para seu gato, desde a escolha da caixa de transporte até estratégias para reduzir o estresse no transporte.

 

Escolha da caixa de transporte ideal  

Prefira caixas rígidas com abertura na parte superior, elas permitem um acesso mais fácil ao gato durante a consulta e são mais fáceis de higienizar. Caso opte pelas flexíveis, certifique-se que tenha abertura no topo e laterais. Evite mochilas pois são instáveis e de difícil higienização. Caso o transporte seja para mais de um gato, cada um deve ter sua própria caixa, não é recomendado o transporte de mais de um gato na mesma caixa.

 

Como acostumar o gato com a caixa

O ideal é que a caixa faça parte da rotina do gato, ficando disponível para que ele utilize quando quiser, coloque cobertinhas e brinquedos e ofereça petiscos quando ele utilizar, assim irá associar a caixinha a algo positivo. Caso não seja possível, coloque a caixa a disposição do gato alguns dias antes da saída de casa e siga com os reforços positivos sempre que ele utilizar.

 

Dicas para o transporte 

  • Use cobertas com cheiro familiar para cobrir a caixa desde a saída de casa, oferecendo mais conforto e privacidade ao seu gato.
  • Sempre segure a caixa por baixo, garantindo estabilidade. Evite usar apenas o puxador superior.
  • No carro, posicione a caixa de forma segura e firme.
  • Mantenha o ambiente interno do carro fresco, calmo e sem estímulos visuais ou sonoros excessivos.
  • Use voz calma e mantenha a calma, os gatos são extremamente sensíveis às emoções dos tutores.

 

Na clínica veterinária: reduza o estresse do gato 

  • Evite deixar a caixa de transporte diretamente no chão. Coloque-a sobre uma cadeira ou banco e mantenha a coberta por cima para reduzir estímulos visuais.
  • Se o gato for muito sensível a outros animais, solicite um espaço de espera mais calmo ou reservado.
  • Chegue com antecedência, permitindo que o gato se acostume com o novo ambiente antes da consulta.
  • Não deixe seu gato sozinho durante a espera, pois isso pode aumentar ainda mais o estresse.

 

Cuidados na Volta para Casa 

Após a consulta, é comum que o gato volte com um cheiro diferente, o que pode causar estranheza caso existam outros gatos em casa.

 

  • Mantenha-o inicialmente na caixa para observar a reação dos demais.
  • Se necessário, faça uma reintrodução gradual, isolando o gato em um cômodo confortável com água, comida, caixa de areia e caminha.
  • Ofereça petiscos e carinho, permitindo que ele associe a experiência a algo positivo.
  • Lembre-se de higienizar a caixinha e conte com EnziClim para remover as marcações de medo que possam ter ocorrido. Clique aqui e saiba onde encontrar.

 

 

Seguindo essas dicas para transportar seu gato para o veterinário, é possível tornar esse momento muito mais tranquilo, seguro e até positivo. O segredo está na preparação, no respeito ao comportamento felino e em criar associações positivas com cada etapa do processo.

 

Assim, as idas ao veterinário se tornam mais seguras e confortáveis para todos especialmente para o seu gatinho.

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Ao envelhecerem, muitos pets enfrentam desafios de saúde, e um dos problemas mais comuns é a osteoartrose, também conhecida como artrose.

Assim como em humanos, essa condição afeta as articulações, causando dor e desconforto. Neste blog, vamos falar sobre a osteoartrose em cães e gatos, seus sintomas, causas e como cuidar dos pets com essa condição.

 

O que é Osteoartrose em Pets?

A osteoartrose é uma doença degenerativa das articulações que afeta principalmente cães e gatos mais velhos.

Ela se manifesta quando a cartilagem que cobre as pontas dos ossos nas juntas começa a se deteriorar, provocando: dor, inflamação e restrição de movimentos.

Essa condição pode afetar várias articulações, como quadris, joelhos, cotovelos e coluna vertebral.

 

Sintomas da Osteoartrose em Pets

Os sintomas da osteoartrose em pets podem variar de acordo com a gravidade da doença e a articulação afetada. Alguns dos sinais mais comuns incluem:

 

1.      Claudicação ou manqueira:

Animais com osteoartrose muitas vezes exibem claudicação, o que significa que coxeiam ou mancam ao caminhar. Isso ocorre devido à dor nas articulações afetadas.

 

2.      Rigidez ao se levantar ou se movimentar:

Os pets podem mostrar rigidez ao se levantarem após períodos de descanso ou podem ter dificuldade em se movimentar normalmente.

 

3.      Inchaço nas articulações:

Articulações afetadas podem ficar inchadas devido à inflamação associada à osteoartrose.

 

4.      Mudanças no comportamento:

Os pets que sofrem com dores articulares podem demonstrar irritação, resistência para brincar ou se locomover, e até mesmo alterações nos padrões de alimentação.

Ao estar ciente dos sinais, agir precocemente e adotar medidas para melhorar a qualidade de vida do seu animal de estimação, você pode garantir que eles continuem a desfrutar de uma vida feliz e saudável, mesmo com essa condição.

 

Causas da Osteoartrose em Pets

A osteoartrose em pets pode ser causada por diversos fatores. As principais causas são:

 

Envelhecimento

Assim como em humanos, o envelhecimento é um fator de risco significativo para o desenvolvimento da osteoartrose em pets. O desgaste natural das articulações ao longo do tempo contribui para a deterioração da cartilagem.

 

Obesidade

O excesso de peso coloca uma pressão adicional nas articulações, aumentando o risco de desenvolvimento de osteoartrose. Manter um peso saudável é crucial para a saúde articular.

 

Lesões articulares

Lesões prévias, como fraturas articulares ou luxações, podem predispor os pets à osteoartrose mais tarde na vida.

 

Predisposição genética

Algumas raças de cães e gatos têm uma predisposição genética para desenvolver osteoartrose. Raças grandes, como Labradores e Pastores Alemães, são mais suscetíveis.

Como tratar Osteoartrose em pets?

Um diagnóstico precoce é essencial para gerenciar eficazmente a osteoartrose. Se você observar sinais de claudicação persistente ou mudanças no comportamento do seu pet, consulte um veterinário para avaliação.

Para auxiliá-lo mantenha um peso saudável, isso é crucial para animais com osteoartrose. A perda de peso pode reduzir a pressão sobre as articulações afetadas, aliviando a dor e melhorando a mobilidade.

 

Atividades físicas de baixo impacto, como natação, podem ser benéficas para animais com osteoartrose. Elas ajudam a manter a flexibilidade e fortalecer os músculos ao redor das articulações.

Suplementos como condroitina e glucosamina presentes no Condromax Pet, podem ajudar a manter a saúde das articulações e reduzir os sintomas da osteoartrose.

 

Ofereça camas macias e confortáveis para seus pets, especialmente aqueles com osteoartrose. Isso reduzirá a pressão sobre as articulações durante o descanso.

O tratamento pode envolver medicamentos anti-inflamatórios, analgésicos, suplementos como o Ativi, que é à base de colágeno não desnaturado, em determinados casos, fisioterapia.

 

Consulte sempre um veterinário para obter o diagnóstico correto e assim você tutor receberá a orientações específicas para o seu pet.

Acompanhe mais informações como essas no Instagram da @ourofinopet e dê sempre o melhor ao seu Pet

A presença de vermes em cães é sempre mais discutida e comentada, porém você sabia que gatos também podem ter vermes? Se você tem um gato e não sabe reconhecer alguns sinais, presta atenção nas dicas abaixo!

Vermes em gatos é uma condição relativamente comum e pode ser identificada por meio de alguns sintomas principais.

O primeiro sintoma e talvez o mais reconhecido, é a diarreia. É necessário prestar atenção na presença de sangue nas fezes, muco ou diarreia persistente.

 

Vermes e segmentos de vermes podem aparecer nas fezes do gato. Eles podem se assemelhar a grãos de arroz ou visíveis a olho nu. Sempre que limpar a caixinha de areia do gatinho, observe a consistência das fezes, isso pode ser um sinal de infecção por vermes.

Outro sinal chave é a mudança no apetite. Se o seu gato estiver comendo menos ou mais do que o normal, pode ser uma indicação da presença de vermes.

 

Alguns gatos com vermes podem comer excessivamente para compensar a perda de nutrientes. A perda de peso sem motivo é um sinal de presença de vermes. Os vermes consomem nutrientes do animal. Isso leva à perda de peso.

Além disso, caso houver vômitos recorrentes, inchaço abdominal ou alteração na pelagem do seu gato, leve-o ao médico veterinário. Realize e confirme o diagnóstico.

 

A Ourofino conta com o Banni 3, um endectocida composto pela associação de Praziquantel, Moxidectina e Fipronil para gatos, ideal para combate e tratamento contra vermes redondos e chatos , piolhos, sarnas e pulgas.

 

 

Banni 3 potencializa os cuidados essenciais e necessários por toda a vida dos gatos, oferecendo maior espectro de ação e eficácia. É praticidade, saúde e segurança para o pet e toda a família.

Encontre perto de você!

Não são somente as pessoas que sofrem com infecções do trato urinário (ITU), este tipo de problema também pode afetar os cães e gatos e são muito comuns. O sistema urinário é composto por diversas estruturas e órgãos como, por exemplo, a uretra, a bexiga e os rins.

 

Geralmente as infecções que atingem o trato urinário são causadas por bactérias, mas outros microrganismos como fungos e vírus também podem estar envolvidos na causa deste problema. Estes microrganismos podem infectar um ou mais componentes do trato urinário. De acordo com a região afetada a infecção urinária recebe diferentes nomes técnicos sendo:

 

  • uretrite: infecção da uretra;
  • cistite: infeção da bexiga;
  • nefrite ou pielonefrite: infecção nos rins.

 

As fêmeas no geral são mais afetadas que os machos. Alguns fatores predispõem o aparecimento das infecções urinárias, como doenças concomitantes (diabetes, por exemplo), idade avançada, presença de cálculos (“pedras”), baixa ingestão de água, sedentarismo e dieta desbalanceada.

 

Os cães e gatos com infecção do trato urinário podem ou não apresentar sintomas. É sempre importante que o tutor esteja atento a qualquer anormalidade nos hábitos de urinar do pet bem como em seu comportamento. De maneira geral, os animais afetados comumente sentem dor, mas não conseguem avisar o que está acontecendo. Os sintomas apresentados vão variar de acordo com a gravidade da infecção, sendo os sintomas mais comuns aumento na frequência de urinar, alteração no volume da urina (aumento ou diminuição), sede excessiva, dificuldade para urinar, incontinência urinária, odor diferente da urina, presença de sangue, perda de apetite, abatimento e febre.

 

Quanto mais rápido a infecção for descoberta melhor será o resultado do tratamento e menor será o tempo de recuperação. Não tratar ou tratar inadequadamente as infecções do trato urinário pode trazer complicações graves para a saúde dos animais de estimação.

 

Cabe ao médico-veterinário diagnosticar a presença de infecção no trato urinário. O diagnóstico é feito através da avaliação do pet e da realização de exames complementares. Um exame muito importante para identificação de anormalidades no sistema urinário é a análise da urina (urinálise). Através dele é possível verificar se existem alterações em diversas características da urina como cor, densidade, presença de sangue, células ou outras substâncias e estruturas. Com o uso do microscópio também é possível visualizar e diferenciar células e microrganismos (bactérias e/ou fungos).

 

O médico-veterinário também pode solicitar a realização da cultura urinária. Por meio desta técnica é possível identificar qual agente infeccioso está causando o problema e instituir o tratamento mais adequado. Nos casos em que há a suspeita da presença de cálculos no trato urinário é necessária a realização de ultrassonografia e/ou radiografia.

 

Como na maioria das vezes as bactérias são os agentes causadores deste tipo de infecção, o tratamento é feito com a administração de antibióticos. Além dos antibióticos o profissional também poderá prescrever a administração de medicamentos para controle da dor e recomendar uma dieta específica com o objetivo de melhorar as condições do sistema urinário. No caso de pets com tendência à formação de cálculos, o médico-veterinário pode instituir uma dieta especial para reduzir a formação destas estruturas.

 

Para evitar que os pets não sofram com estas infecções é importante deixar que eles urinem frequentemente e que tenham acesso irrestrito a água limpa e fresca.

Ao observar que seu melhor amigo está fazendo muito ou pouco xixi ou que a urina está com odor ou coloração diferente é importante levá-lo ao médico-veterinário.

A pele é o maior e um dos mais complexos órgãos do corpo, representando a principal barreira protetora do organismo e essencial para a sobrevivência.

As lesões de pele, particularmente as feridas, possuem grande importância clínica em função da alta frequência com que ocorrem nos animais, além da possibilidade de resultarem em infecções e de se constituírem como uma fonte de dor e incômodo.

 

O tratamento vai depender do diagnóstico, sendo necessário entender a raiz do ferimento para uma cura total. Portanto, é necessário buscar ajuda do médico-veterinário assim que as feridas de pele apareçam.

Determinados tipos de feridas ou situações em que ocorrem caracterizam-se por processo cicatricial lento e complicado, como é o caso dos gatos, que por características fisiológicas da espécie apresentam o processo cicatricial mais lento que os cães. Sendo assim, pedem cuidados especiais quando apresentam feridas.

Cuidados básicos durante o procedimento de tratamentos das feridas

Ao encontrar feridas na pele do seu pet, o primeiro passo é manter o local limpo para evitar que infeccione. Para isso lave bem as mãos com água e sabão e imobilize o animal de companhia, fazendo com que se sinta seguro.

 

Realize a limpeza das feridas com uma gaze e soro fisiológico para tirar qualquer resto de sujeira. Não é indicado o uso de gaze de algodão, pois pode deixar fibras na ferida.

 

Coloque um colar elisabetano no seu pet para impedir que ele lamba a ferida e, com isso, o processo de cicatrização demore ainda mais. Não se esqueça de levá-lo ao médico-veterinário para uma avaliação detalhada para que ele estabeleça o melhor protocolo de tratamento.

 

Para uma cicatrização rápida e de melhor qualidade para cães e gatos, muitos agentes e procedimentos têm sido testados de forma a estimular ou acelerar a cicatrização de feridas, principalmente devido à variabilidade das feridas e características individuais dos pacientes. A Ourofino conta em sua linha com o Regepil, um produto tópico de formulação exclusiva, potente ação cicatrizante e um tratamento confortável para o pet.

 

O uso do Regepil pode ser indicado para feridas crônicas, feridas localizadas em região de difícil cicatrização e para animais com comprometimento do processo de cicatrização fisiológico, decorrente de uma condição clínica pré-existente ou de algum tratamento concomitante, de modo a contribuir e acelerar o processo de cicatrização.

Consulte sempre um médico-veterinário.

Você sabia que os gatos são animais propensos a desenvolverem quadros de anemia por conta de algumas particularidades relacionadas aos glóbulos vermelhos quando comparados com os de outras espécies?

Entre as principais anemias diagnosticadas em felinos destacam-se a anemia hemolítica imunomediada que está relacionada às doenças como a micoplasmose, anemia por deficiência de ferro e anemia secundária a doença renal crônica.

 

Com relação à anemia provocada pelo Mycoplasma haemofelis, ou seja, a micoplasmose, esses organismos são pequenas bactérias gram-negativas que se aderem, porém não penetram na superfície dos glóbulos vermelhos resultando em destruição destas células. Transmitida, principalmente por pulgas e carrapatos, a micoplasmose na maioria dos casos vem associada com as viroses felinas como a FIV (Vírus da Imunodeficiência Felina) e a FeLV (Vírus da Leucemia Felina). O tratamento  com Doxiciclinae a administração precisa ter uma pequena quantidade de comida ou de água para estimular a deglutição completa e evitar possíveis efeitos adversos como a esofagite e posterior estenose do esôfago.

 

A Ourofino Pet tem em sua linha o Doxifin Tabs, Doxiciclina palatável nas apresentações de 50mg, 100mg e 200mg.

O uso de suplemento com minerais como ferro, cobre, cobalto e zinco quelatados associados a vitaminas do complexo B, incluindo o ácido fólico e a frutose como fonte de energia também é indicadoa para auxiliar na produção dos glóbulos vermelhos e na melhora do aporte nutricional. A dose recomendada é de 1 ml/10 kg, uma, duas ou três vezes ao dia, dependendo gravidade do caso.

 

O Metacell Pet apresenta esta formulação e está disponível no mercado em frasco de 50ml acompanhado de seringa dosadora de 5ml e acoplador para facilitar a administração além de apresentar  uma experiência gustativa extremamente agradável!

Seu gato vai adorar!

Por muito tempo acreditava-se que os animais não sentiam dores como os seres humanos ou que as percebiam de forma diferente. Atualmente, existem estudos que comprovam a semelhança entre homens e animais na relação com a neuroanatomia, destacando a ideia de que eles experimentam a dor de forma similar.

 

O controle da dor nos gatos, por exemplo, foi negligenciado por um longo período quando comparado ao tratamento de dor nos cães. Entretanto, nos últimos anos esse perfil mudou e tanto a avaliação, quanto o tratamento nos felinos recebem crescente atenção.

 

Além das mudanças fisiológicas, o gato com dor demonstra alterações comportamentais. Para perceber os sinais é muito importante conhecer a fundo o comportamento individual de seu pet. Os gatos com dor apresentam perda de peso e emagrecimento, postura anormal, agressividade, apetite diminuído ou ausente, tristeza, depressão e automutilação. Além dessas características, é possível notar a diminuição da capacidade de saltar, a redução ou a ausência da auto-higienização e a falta do uso da caixa de areia para fazer suas necessidades.

 

A dor pode ter inúmeras causas, portanto se observar algo estranho ou anormal em seu pet leve-o ao médico-veterinário. Por meio de uma avaliação detalhada será possível identificar a dor, avaliá-la e determinar o melhor tratamento!

Foto: iStock

Na rotina clínica veterinária sabemos que existe uma alta incidência de atendimentos a animais acometidos por lesões, feridas de diferentes tipos e origem como as  acidentais (mordeduras por brigas, feridas por atropelamento, queimaduras) e  os casos de feridas cirúrgicas, que muitas vezes são incisões extensas com grande perda de pele.

 

A cicatrização de feridas é um processo complexo que envolve a estruturação e crescimento de um novo tecido e depende de vários fatores, locais e gerais, como localização anatômica, tipo da pele, raça, idade, hiperatividade do paciente e o próprio tratamento das feridas. Portanto, para que tudo ocorra bem, cães e gatos requerem cuidados especiais na hora de cuidar dos ferimentos, como manter o local limpo para que não ocorra contaminação da ferida, lavar bem as mãos antes de manusear a ferida, limpar e proteger a área onde ocorreu a lesão e é muito importante o uso de colar protetor para o animal não lamber a área machucada, pois isso atrasa o processo de cura.

 

Para uma cicatrização rápida e de melhor qualidade para cães e gatos, a Ourofino conta em sua linha de produtos para pets com o Regepil, de uso tópico e formulação exclusiva com potente ação cicatrizante.

Lembrando que é indispensável uma consulta com o médico-veterinário para uma avaliação detalhada para que o profissional estabeleça o melhor protocolo de tratamento.

Foto: Istock

Os problemas articulares não são exclusivos dos seres humanos, acometendo também os cães e gatos com grande frequência. Eles podem acontecer devido ao desgaste normal que os tecidos sofrem com o passar do tempo. O envelhecimento acarreta várias alterações nos sistemas orgânicos dos animais, entre elas observamos o aparecimento das doenças articulares degenerativas (DAD) e a mais comum é a osteoartrite.

 

A osteoartrite é uma doença degenerativa que ocasiona a destruição da cartilagem articular em vários níveis, podendo causar situações ainda mais graves. A incidência dessa condição é maior em cães do que em gatos, especialmente em animais idosos de raças grandes e gigantes.

 

Além do envelhecimento, a osteoartrite pode ser causada por obesidade, sedentarismo, traumas, rupturas de ligamento, configurações articulares anormais. Apesar de não haver cura para os animais com osteoartrite, tratamentos farmacológicos com anti-inflamatórios, analgésicos e condroprotetores podem ser utilizados visando reduzir a inflamação, a dor e retardar a progressão da doença. Outras medidas de suporte como a redução de peso dos animais, a prática de exercícios físicos controlados, fisioterapia e adequação nas condições ambientais devem ser realizadas.

 

As baixas temperaturas favorecem a sensibilidade das articulações, causando dor e desconforto principalmente nos animais idosos. Por isso, é muito importante levar o seu animal de estimação para uma consulta de rotina, buscando a prevenção ou ainda o diagnóstico e tratamento precoce dessa patologia. Também é muito importante ter cuidado especial com o local onde os pets dormem, deixando-o o mais agradável e aconchegante possível, com cobertores e uma cama confortável. Outro cuidado que deve ser tomado é em relação ao piso do local em que o animal vive. O ideal é que não seja escorregadio, pois pode dificultar a adesão das patas ao caminhar, piorando o quadro clínico do animal.

 

Para o auxílio terapêutico, a Ourofino Pet disponibiliza o Maxicam Plus (associação do anti-inflamatório não esteroide meloxicam ao condroprotetor sulfato de condroitina A), Condromax Pet (suplemento alimentar composto por sulfato de condroitina A, glicosamina e minerais) e Nulli (analgésico oral à base de tramadol).

Certamente você já deve ter lido ou escutado algo sobre a microbiota intestinal, não é mesmo? Microbiota intestinal é o nome dado ao conjunto de microrganismos benéficos que habitam a mucosa dos diversos órgãos do trato gastrointestinal tanto dos animais quanto dos humanos.

 

Em cães e gatos a microbiota é composta por um grande número de microrganismos, especialmente bactérias, que são adquiridas logo após o nascimento. As bactérias coabitam normalmente com humanos e animais e encontram-se associadas a vários outros tecidos como, por exemplo, a pele, o trato respiratório e o urinário. A microbiota presente no trato digestivo de cães e gatos possui importantes funções no organismo. Ela atua como uma barreira que impede a aderência de bactérias causadoras de doenças, tem papel importante no sistema imunológico ativando células e estimulando produção de imunoglobulinas, além disso tem ação na digestão de nutrientes e na regulação dos movimentos intestinais.

 

Depois que a microbiota intestinal se estabelece ela permanece relativamente estável, mas pode sofrer influência de alguns fatores como a dieta, doenças, uso de medicamentos e envelhecimento. Além dos fatores já citados, razões emocionais também podem acarretar desequilíbrio da microbiota, como a chegada de um novo animal, viagens, ausência do dono, mudanças de ambiente e até mesmo a diminuição de passeios.

 

O desequilíbrio da microbiota intestinal também chamado de disbiose pode resultar na diminuição das populações de bactérias benéficas e favorecer a adesão e a proliferação de agentes patogênicos prejudicando a saúde dos pets por meio de desordens imunes e metabólicas.

 

Um sistema digestivo frágil favorece o aparecimento de problemas como má absorção de nutrientes e baixa imunidade nos pets. Quando isto ocorre há mais chance do aparecimento de doenças oportunistas. Para auxiliar na resolução e para a prevenção destes quadros os produtos denominados probióticos são excelentes ferramentas.

 

Por definição a palavra probiótico significa “a favor da vida” e foi usada pela primeira vez em 1954 para descrever substâncias necessárias para uma vida saudável. Probióticos são suplementos alimentares formulados com microrganismos vivos que atuam de maneira benéfica no trato intestinal. No mercado pet os probióticos podem ser encontrados como parte da formulação de rações e também em produtos específicos, como o Biocanis da Ourofino Pet.

 

As bactérias probióticas atuam no equilíbrio intestinal ajudando a regular a microbiota intestinal. O uso de probióticos traz inúmeros benefícios à saúde de cães e gatos uma vez que impedem a colonização de bactérias patogênicas, promovem o bom funcionamento do sistema imunológico e favorecem a digestão e absorção de nutrientes.

 

O uso de probióticos não possui contraindicação, eles podem ser fornecidos aos pets em qualquer fase da vida, sendo especialmente importantes em situações em que existem altos níveis de estresse com consequente queda do sistema imunológico. Diversas fases da vida de cães e gatos são estressantes, como por exemplo, a fase de desmane dos filhotes ou o período pré e pós-parto nas fêmeas. Qualquer alteração de rotina gera um estresse aos animais, nestes casos os probióticos podem ser utilizados para prevenir o desequilíbrio da microbiota intestinal e problemas decorrentes desta situação.

 

A utilização de microrganismos probióticos deve ser sempre feita com o objetivo de manter o equilíbrio benéfico da microbiota. Cuidar da saúde intestinal do pet faz parte do cuidado da relação entre eles e as pessoas. É sempre bom conversar com um médico-veterinário para mais informações sobre o uso de suplementos probióticos.