Viajar é sempre uma ocasião especial, e para aqueles que possuem cães ou gatos, o planejamento precisa ter cuidados adicionais para o bem-estar dos nossos amigos de patas. Seja para uma longa viagem de carro ou de avião, ou até mesmo para deixar os seus pets em um local especializado, como um hotel para animais ou uma creche, é fundamental se preparar adequadamente. Confira nossas dicas e aproveite as férias com seu pet!

 

Preparativos antes da viagem 

Antes de colocar o pé na estrada ou embarcar, é essencial visitar o veterinário. Certifique-se de que as vacinas do seu animal de estimação estão atualizadas, solicite conselhos sobre saúde e verifique se ele necessita de um antipulgas ou vermífugo. Conte com Banni, Banni3, Neopet e TopDog. Caso vá viajar de avião, não esqueça de verificar as exigências da companhia aérea para transporte de animais, como caixas de transporte e documentação necessária.

Monte um kit de viagem com água fresca, ração suficiente para o período, brinquedos favoritos e um item com o seu cheiro, como uma mantinha, para que ele se sinta mais confortável.

 

Quais são os cuidados essenciais para pets durante longas viagens de carro ou avião? 

Seja de carro ou avião, garantir a segurança e o conforto do pet é a prioridade.

Viagens de Carro:

  • Use uma caixa de transporte ou um cinto de segurança específico para pets. Isso protege não só o animal, mas todos os ocupantes do veículo.
  • Faça paradas regulares a cada duas ou três horas para que o pet possa se hidratar, esticar as patas e fazer as necessidades.
  • Evite alimentar o pet logo antes da viagem para reduzir o risco de enjoos.

 

Viagens de Avião:

  • Familiarize seu pet com a caixa de transporte antes do voo, para que ele não a associe a algo negativo.
  • Escolha voos diretos para minimizar o tempo de estresse do animal.
  • Considere produtos que ajudam a reduzir o estresse, como Seren, sempre com orientação veterinária.

 

Devo levar meu pet ou deixá-lo em um hotelzinho? 

Essa é uma dúvida comum entre os tutores. Para decidir, leve em conta o temperamento do seu pet e a duração da viagem. Se ele for ansioso ou se o destino tiver regras restritas para animais, um hotel para animais ou uma creche, pode ser uma boa opção. Pesquise com antecedência, visite o local e converse com os cuidadores para garantir um serviço de qualidade.

 

Produtos que fazem a diferença 

Durante as viagens, produtos como Seren e Seren Snacks (suplemento composto por triptofano e camomila), probióticos como Biocanis para evitar desconfortos digestivos e tapetes higiênicos são aliados importantes.

A Ourofino Pet oferece soluções que ajudam a manter o bem-estar do seu pet, onde quer que vocês estejam.

 

Adaptação ao novo ambiente 

Ao chegar no destino, deixe seu pet explorar o local com calma.

Ofereça água fresca, um lugar confortável para descansar e mantenha sua rotina de alimentação e brincadeiras. Isso ajuda na adaptação e reduz o estresse.

 

Viajar com cães e gatos exige planejamento, mas com as dicas certas, pode ser uma experiência incrível para toda a família. E aí, pronto para as férias?

Se quiser mais dicas para cuidar do seu amigo de quatro patas, siga nossas redes sociais e acompanhe novidades e cuidados exclusivos para pets!

Otite é um problema comum em cães e gatos, causando desconforto e irritação nos ouvidos dos nossos amigos peludos.

Otite é a inflamação do canal auditivo, podendo ser causada por diversos fatores, incluindo infecções bacterianas, fúngicas ou parasitárias, alergias, acúmulo de cera, corpos estranhos e até mesmo condições médicas subjacentes.

 

Sintomas da otite em cães e gatos 

Os sintomas mais comuns de otite em cães e gatos incluem:

 

  • Coceira excessiva nos ouvidos
  • Sacudidas frequentes da cabeça
  • Vermelhidão
  • Inchaço local
  • Excesso de secreção (cera)
  • Odor desagradável

 

Prevenção e limpeza 

Manter a higiene auricular dos nossos amigos de quatro patas é crucial para garantir sua saúde e bem-estar.

A umidade e a sujeira nos ouvidos podem criar um ambiente propício para bactérias e fungos, levando ao desenvolvimento de infecções auriculares dolorosas e desconfortáveis.

O acúmulo de sujeira e cera nos ouvidos pode causar um odor desagradável perceptível. Manter os ouvidos limpos ajuda a reduzir esse odor, garantindo mais conforto ao pet.

 

Mantenha os ouvidos dos pets limpos e secos 

Realize a limpeza dos ouvidos do seu pet regularmente, utilizando produtos específicos para pets, como o Limp&Hidrat.

Após o banho ou atividades aquáticas, seque completamente os ouvidos do seu pet com uma toalha macia ou algodão. Evite deixar a umidade acumular nos ouvidos.

 

Ambientes muito úmidos podem aumentar o risco de infecções auriculares. Evite expor o pet a ambientes úmidos por longos períodos.

Faça exames regulares nos ouvidos do seu pet para detectar qualquer sinal de sujeira, odor ou inflamação. Se notar algo incomum, consulte um médico veterinário.

 

Como usar Limp & Hidrat? 

Limp & Hidrat é um produto de limpeza auricular que pode ser usado antes da medicação de tratamento de otite em cães e gatos, tornando o ambiente propício para ser tratado. Sua fórmula suave remove suavemente o excesso de cera e resíduos, enquanto hidrata e protege a pele sensível das orelhas.

 

  1. Aplique em quantidade suficiente para umedecer o conduto auditivo do animal, massagear a base da orelha para auxiliar a remoção do cerúmen, também pode ser aplicado em algodão umedecido com o produto.
  2. Utilize algodão seco para retirar as sujidades e secar o conduto auditivo.
  3. Repetir o procedimento conforme necessário até que o ouvido esteja limpo e seco.

Happy Dog Sticker by Ourofino Saúde Animal

Manter os ouvidos dos pets limpos e secos é essencial para sua saúde auditiva. Além de prevenir problemas de saúde, essa prática contribui para o conforto e bem-estar do animal.

 

A otite pode ser um problema desconfortável para cães e gatos, mas com os cuidados adequados e produtos eficazes como Auritop e Limp & Hidrat, é possível proporcionar alívio e bem-estar aos nossos amigos peludos.

Lembre-se sempre de consultar um médico veterinário para um diagnóstico preciso e orientações sobre o tratamento adequado para o seu pet.

 

Se você gostou deste conteúdo e deseja saber mais sobre como cuidar da saúde dos ouvidos do seu pet, deixe um comentário e nos siga no @ourofinopet nas redes sociais.

Estamos aqui para ajudar você e seu pet a viverem vidas mais saudáveis e felizes juntos!

Ao envelhecerem, muitos pets enfrentam desafios de saúde, e um dos problemas mais comuns é a osteoartrose, também conhecida como artrose.

Assim como em humanos, essa condição afeta as articulações, causando dor e desconforto. Neste blog, vamos falar sobre a osteoartrose em cães e gatos, seus sintomas, causas e como cuidar dos pets com essa condição.

 

O que é Osteoartrose em Pets?

A osteoartrose é uma doença degenerativa das articulações que afeta principalmente cães e gatos mais velhos.

Ela se manifesta quando a cartilagem que cobre as pontas dos ossos nas juntas começa a se deteriorar, provocando: dor, inflamação e restrição de movimentos.

Essa condição pode afetar várias articulações, como quadris, joelhos, cotovelos e coluna vertebral.

 

Sintomas da Osteoartrose em Pets

Os sintomas da osteoartrose em pets podem variar de acordo com a gravidade da doença e a articulação afetada. Alguns dos sinais mais comuns incluem:

 

1.      Claudicação ou manqueira:

Animais com osteoartrose muitas vezes exibem claudicação, o que significa que coxeiam ou mancam ao caminhar. Isso ocorre devido à dor nas articulações afetadas.

 

2.      Rigidez ao se levantar ou se movimentar:

Os pets podem mostrar rigidez ao se levantarem após períodos de descanso ou podem ter dificuldade em se movimentar normalmente.

 

3.      Inchaço nas articulações:

Articulações afetadas podem ficar inchadas devido à inflamação associada à osteoartrose.

 

4.      Mudanças no comportamento:

Os pets que sofrem com dores articulares podem demonstrar irritação, resistência para brincar ou se locomover, e até mesmo alterações nos padrões de alimentação.

Ao estar ciente dos sinais, agir precocemente e adotar medidas para melhorar a qualidade de vida do seu animal de estimação, você pode garantir que eles continuem a desfrutar de uma vida feliz e saudável, mesmo com essa condição.

 

Causas da Osteoartrose em Pets

A osteoartrose em pets pode ser causada por diversos fatores. As principais causas são:

 

Envelhecimento

Assim como em humanos, o envelhecimento é um fator de risco significativo para o desenvolvimento da osteoartrose em pets. O desgaste natural das articulações ao longo do tempo contribui para a deterioração da cartilagem.

 

Obesidade

O excesso de peso coloca uma pressão adicional nas articulações, aumentando o risco de desenvolvimento de osteoartrose. Manter um peso saudável é crucial para a saúde articular.

 

Lesões articulares

Lesões prévias, como fraturas articulares ou luxações, podem predispor os pets à osteoartrose mais tarde na vida.

 

Predisposição genética

Algumas raças de cães e gatos têm uma predisposição genética para desenvolver osteoartrose. Raças grandes, como Labradores e Pastores Alemães, são mais suscetíveis.

Como tratar Osteoartrose em pets?

Um diagnóstico precoce é essencial para gerenciar eficazmente a osteoartrose. Se você observar sinais de claudicação persistente ou mudanças no comportamento do seu pet, consulte um veterinário para avaliação.

Para auxiliá-lo mantenha um peso saudável, isso é crucial para animais com osteoartrose. A perda de peso pode reduzir a pressão sobre as articulações afetadas, aliviando a dor e melhorando a mobilidade.

 

Atividades físicas de baixo impacto, como natação, podem ser benéficas para animais com osteoartrose. Elas ajudam a manter a flexibilidade e fortalecer os músculos ao redor das articulações.

Suplementos como condroitina e glucosamina presentes no Condromax Pet, podem ajudar a manter a saúde das articulações e reduzir os sintomas da osteoartrose.

 

Ofereça camas macias e confortáveis para seus pets, especialmente aqueles com osteoartrose. Isso reduzirá a pressão sobre as articulações durante o descanso.

O tratamento pode envolver medicamentos anti-inflamatórios, analgésicos, suplementos como o Ativi, que é à base de colágeno não desnaturado, em determinados casos, fisioterapia.

 

Consulte sempre um veterinário para obter o diagnóstico correto e assim você tutor receberá a orientações específicas para o seu pet.

Acompanhe mais informações como essas no Instagram da @ourofinopet e dê sempre o melhor ao seu Pet

A Febre Maculosa é uma doença grave que, no Brasil, pode ser causada por duas bactérias conhecidas como riquétsias, a Rickettsia rickettsii e a Rickettsia parkeri.

 

No Brasil, a transmissão das bactérias responsáveis pela Febre Maculosa ocorre principalmente através do carrapato-estrela, mas qualquer espécie de carrapato têm a capacidade de transportar essas bactérias, incluindo o carrapato do cachorro.

Os cães podem carregar carrapatos infectados soltos, que podem posteriormente aderir às pessoas. Isto nos traz um alerta importante para reforçarmos os cuidados contra estes parasitas.

 

A febre maculosa, em seres humanos, causa sintomas como: febre alta, dores de cabeça, dores musculares, inchaço e vermelhidão nas palmas das mãos e sola dos pés, entre outros sintomas menos específicos. Se não tratada, a Febre Maculosa pode levar a complicações e até mesmo à morte.

Sabendo disso, separamos algumas dicas essenciais para proteger seu pet e sua família, ajudando a garantir saúde e bem-estar.

 

1-   Manter o ambiente limpo:

 

  • Manter o pet longe de ambientes infestados por carrapatos;
  • Manter o ambiente em que o pet vive livre destes parasitas.

 

2-   Verifique seu pet regularmente:

 

  • Faça uma verificação minuciosa em seu animal regularmente para detectar qualquer sinal de carrapatos;
  • Examine áreas como orelhas, pescoço, patas, entre os dedos e na região genital;
  • Preste atenção a pequenos pontos pretos na pele do animal. Eles podem ser carrapatos;
  • Caso encontre algum, remova-o com cuidado usando uma pinça fina. Nunca esmague ou aperte o carrapato, pessoas podem ser infectadas através da remoção inadequada de carrapatos de seus cães.

 

3-   Mantenha seu pet longe de áreas infestadas:

Evite passear com seu cão em áreas conhecidas por serem infestadas por carrapatos. Isso inclui locais com vegetação alta, parques e praças sem cuidados, por exemplo.

 

4-   Utilize produtos carrapaticidas próprios para o seu cão:

A Ourofino Saúde Animal conta com o NEOPet, um carrapaticida que confere proteção contra carrapatos dos cães por um período de 30 dias.

 

NEOPet

 

Lembre-se, a prevenção é fundamental para proteger seu pet e sua família. Verifique regularmente e tome as medidas necessárias para manter seus animais seguros e saudáveis.

Esteja atento ao aparecimento dos sintomas e procure um médico veterinário para o diagnóstico e tratamento adequado.

 

Referência:

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/f/febre-maculosa. Acessado em 15 de junho de 2023.

SYKES, J.E. Chapter 218: Ehrlichiosis, Anaplasmosis, Rocky Mountain Spotted Fever, and Neorickettsiosis. In: E Ettinger, S.J.; Feldman, E.C. & Côté, E. Textbook of veterinary internal medicine: diseases of the dog and the cat. 2017.

Já não é mais novidade que nossos pets possuem muitas características comportamentais similares aos humanos. Atualmente, temos inúmeros estudos analisando graus de ansiedade em cachorros e gatos em diversas situações, observando como eles reagem em momentos agradáveis e principalmente em momentos de estresse.

 

Quais são as causas do estresse em cães e gatos?

Os gatos considerados domésticos, que vivem na maior parte do tempo em meio urbano, estão submetidos ao estresse crônico, ocasionando distúrbios de ansiedade.

Em relação a cães, temos diversas situações que nos chamam a atenção, a começar pelo momento do banho e tosa. A grande maioria dos cães sofrem estresse no momento do banho e tosa, pois identificou-se um aumento dos níveis salivares de hormônios do estresse, aliados a alterações nos parâmetros cardíacos e respiratórios.

 

Cada vez mais as pessoas que moram em grandes centros saem para trabalhar ou precisam concentrar grande parte do seu dia em alguma atividade administrativa e, muitas vezes, deixam seus pets sozinhos ou supervisionados por alguma outra pessoa que não tenha uma grande ligação com seu animalzinho. Ficar distante do seu tutor, pode causar algumas reações nos pets.

 

Principais sintomas do estresse

Em alguns casos, sinais de estresse são facilmente identificados, mas nem sempre esses sinais são tão evidentes.

Estudo realizado em 2010, apontou que 68% dos cachorros atendidos em um hospital veterinário na cidade de São Paulo/SP, foram diagnosticados com a SAS (Síndrome de Ansiedade por Separação), mostrando que esse problema é relativamente comum, porém nem sempre é uma missão fácil de identificar.

 

 

Segue abaixo alguns dos principais exemplos de sinais de estresse que cães e gatos podem apresentar em comum:

 

  • Vocalização excessiva (latidos ou miadas em excesso)
  • Eliminação de fezes e/ou urina em locais inadequados
  • Comportamento agressivo
  • Lambeduras excessivas causando lesões na pele

 

O que fazer para relaxar o pet?

Determinados nutrientes participam de processos que promovem sensações de bem-estar nos animais, e ainda, animais que apresentam comportamentos de ansiedade, estresse e medo, apresentam esses nutrientes em menor quantidade do que a ideal no organismo. A correta suplementação desses animais promove um efeito corretivo.

 

A Ourofino Pet possui o suplemento alimentar Seren, com duas apresentações: o Seren Pasta (para cães e gatos) e o Seren Snacks (para cães). Ambos são indicados no suporte nutricional para todas as idades e fases da vida dos animais que necessitem do aporte desses nutrientes auxiliando, inclusive, em situações de estresse.

 

Referências:
BRADSHAW (2016)
MARIA A. C. B. E. (2015)
NOVAIS E COLABORADORES (2010)

Não são somente as pessoas que sofrem com infecções do trato urinário (ITU), este tipo de problema também pode afetar os cães e gatos e são muito comuns. O sistema urinário é composto por diversas estruturas e órgãos como, por exemplo, a uretra, a bexiga e os rins.

 

Geralmente as infecções que atingem o trato urinário são causadas por bactérias, mas outros microrganismos como fungos e vírus também podem estar envolvidos na causa deste problema. Estes microrganismos podem infectar um ou mais componentes do trato urinário. De acordo com a região afetada a infecção urinária recebe diferentes nomes técnicos sendo:

 

  • uretrite: infecção da uretra;
  • cistite: infeção da bexiga;
  • nefrite ou pielonefrite: infecção nos rins.

 

As fêmeas no geral são mais afetadas que os machos. Alguns fatores predispõem o aparecimento das infecções urinárias, como doenças concomitantes (diabetes, por exemplo), idade avançada, presença de cálculos (“pedras”), baixa ingestão de água, sedentarismo e dieta desbalanceada.

 

Os cães e gatos com infecção do trato urinário podem ou não apresentar sintomas. É sempre importante que o tutor esteja atento a qualquer anormalidade nos hábitos de urinar do pet bem como em seu comportamento. De maneira geral, os animais afetados comumente sentem dor, mas não conseguem avisar o que está acontecendo. Os sintomas apresentados vão variar de acordo com a gravidade da infecção, sendo os sintomas mais comuns aumento na frequência de urinar, alteração no volume da urina (aumento ou diminuição), sede excessiva, dificuldade para urinar, incontinência urinária, odor diferente da urina, presença de sangue, perda de apetite, abatimento e febre.

 

Quanto mais rápido a infecção for descoberta melhor será o resultado do tratamento e menor será o tempo de recuperação. Não tratar ou tratar inadequadamente as infecções do trato urinário pode trazer complicações graves para a saúde dos animais de estimação.

 

Cabe ao médico-veterinário diagnosticar a presença de infecção no trato urinário. O diagnóstico é feito através da avaliação do pet e da realização de exames complementares. Um exame muito importante para identificação de anormalidades no sistema urinário é a análise da urina (urinálise). Através dele é possível verificar se existem alterações em diversas características da urina como cor, densidade, presença de sangue, células ou outras substâncias e estruturas. Com o uso do microscópio também é possível visualizar e diferenciar células e microrganismos (bactérias e/ou fungos).

 

O médico-veterinário também pode solicitar a realização da cultura urinária. Por meio desta técnica é possível identificar qual agente infeccioso está causando o problema e instituir o tratamento mais adequado. Nos casos em que há a suspeita da presença de cálculos no trato urinário é necessária a realização de ultrassonografia e/ou radiografia.

 

Como na maioria das vezes as bactérias são os agentes causadores deste tipo de infecção, o tratamento é feito com a administração de antibióticos. Além dos antibióticos o profissional também poderá prescrever a administração de medicamentos para controle da dor e recomendar uma dieta específica com o objetivo de melhorar as condições do sistema urinário. No caso de pets com tendência à formação de cálculos, o médico-veterinário pode instituir uma dieta especial para reduzir a formação destas estruturas.

 

Para evitar que os pets não sofram com estas infecções é importante deixar que eles urinem frequentemente e que tenham acesso irrestrito a água limpa e fresca.

Ao observar que seu melhor amigo está fazendo muito ou pouco xixi ou que a urina está com odor ou coloração diferente é importante levá-lo ao médico-veterinário.

O momento da adoção é um dos mais felizes para quem ama animais, porém para quem nunca teve pet pode dar aquele frio na barriga após a adoção.

Uma vez que você resolveu adotar o gato, todas as responsabilidades estarão sobre você, afinal você é o pai ou a mãe dele. Entre as principais necessidades dos pets estão a alimentação, a saúde e o bem-estar.

 

Alguns objetos são básicos para que você tenha desde a chegada do pet, entre eles as vasilhas de comida e água, caixa de areia, caixa de transporte, arranhador, brinquedinhos e, para alguns, caminhas.

Pensando nisso, separamos algumas dicas para que se preparar para esse ato de responsabilidade e amor.

 

1. Chegada em casa

Alguns gatos se adaptam rapidamente, enquanto outros podem ficar com medo e somente sair aos poucos. Caso o seu gato seja mais medroso, você pode colocar petiscos ou sachês em alguns lugares da casa para que ele explore o ambiente e associe como uma experiência positiva.

Se você tiver crianças oriente-as para não fazer barulho ou bagunça demais perto do gato, pois isso o assusta muito. Também não se deve ficar carregando o gato, ele precisa ter liberdade para explorar o ambiente e escolher onde quer ficar.

 

2. Segurança do gato

A segurança física dos gatos normalmente está em perigo quando o gato tem acesso à rua, portanto a colocação de telas de proteção e manter o gato dentro de casa são formas de diminuir drasticamente os riscos acidentes, brigas e maus tratos, além de reduzir a possibilidade de infecção com doenças, adquirir parasitas e até mesmo de trazer presas.

 

Apesar da colocação de telas de proteção ser essencial, para o gato é considerado uma restrição do seu território, portanto quanto mais cedo ele for habituado a ambientes fechados, mais fácil é que o gato se adapte.

Também é necessário cuidados com algumas questões como presença de plantas tóxicas, produtos químicos e acidentes fora de casa. Saiba mais sobre: Quais são as plantas tóxicas para seu pet e orientações em caso de intoxicações com outras substâncias.

 

3. Verticalização/ Gatificação

 

Se referem ao uso de prateleiras e/ou nichos no ambiente em que o gato vive, como forma de ampliar o território do felino. A verticalização também colabora com a realização de exercícios e diversão do felino, além de servir como esconderijo quando ele não quer ser incomodado.

 

4. Brincadeiras e exercício

Os gatos retêm comportamentos juvenis mesmo depois que se tornam adultos, por isto a maioria gosta de brincadeiras. A brincadeira não é apenas uma forma de atividade física, ela serve também como estímulo mental para os felinos, já que libera hormônios, trazendo a sensação de bem estar. A maioria dos gatos gosta de brincadeiras simples como bater ou empurrar bolinhas com as patas e perseguir “presas”. Dedicar tempo para brincar com o seu bichano é essencial para que ele não fique irritado e/ou depressivo. O uso de varetas é um estimulante, além de ser uma brincadeira segura para que as crianças interajam com o felino.

 

5. Alimentação e consumo de água

 O ideal é que na chegada do gato se mantenha a alimentação que ele estava comendo antes e, caso faça a alteração da comida, ela seja gradual. Os gatos são considerados carnívoros obrigatórios, portanto a sua alimentação deve ser principalmente a base de proteína animal (carne). Contudo, hoje em dia, as rações consideradas de qualidade (Premium e Super Premium) já trazem estes níveis de nutrientes balanceados. Gatos de um modo geral bebem pouca água, portanto é importante ter mais de um pote de água, além de dar alimentos úmidos com certa frequência. Gatos preferem comer em pratos rasos e largos, para que seus bigodes não encostem nas laterais e, de preferência, que sejam de cerâmica. Para beber água, muitas vezes os gatos preferem tomar água corrente, portanto a recomendação de uso de fontes que mantem a água em movimento. As vasilhas de comida e água devem ser lavadas diariamente e devem estar afastadas da caixa de areia, de preferência em outro cômodo da casa.

 

6. Higiene

 Costuma-se dizer que gatos são seres autolimpantes e esta é uma grande verdade, afinal, quem nunca viu um banho de gato? Os felinos dedicam cerca de 10% do tempo em que ficam acordados se limpando. Cuidam dos pelos removendo sujeira e nós, depois limpam as patas e, por fim, limpam a cabeça com auxílio das patas. Apesar de serem muito asseados, os gatos podem e devem ser escovados com frequência, principalmente raças muito peludas e animais idosos que, normalmente, não conseguem manter a higiene em dia sozinhos. Além de tudo, a escovação serve para estreitar o relacionamento entre dono e gato. Para saber mais sobre os cuidados de higiene com os felinos clique aqui e baixe nosso e-book de cuidados com a pele e pelos dos pets.

 

7. Banheiro

Os gatos são animais super higiênicos e mantem uma característica dos seus ancestrais de enterrar seus dejetos, por isto usam como “banheiro” caixas com areia, que na verdade podem ser granulados de diversos materiais, para esconder fezes e urina. A caixa de areia deve ser limpa de 2 a 3 vezes ao dia, sendo o mínimo uma vez ao dia. Existe a regra de que para cada gato tem que ter uma caixa de areia + uma, então se você tem dois gatos, serão duas caixas de areia + uma, totalizando três. A limpeza da caixa é feita com pá própria para isso, onde para as fezes se removem apenas as fezes e no caso da urina se removem os torrões (massas aglomeradas). No caso dos granulados de madeira, a urina transforma a madeira em pó, devendo ser peneirada para remove-lo, já para as fezes usa-se a pá igualmente que para outros granulados.

É necessário manter a caixa de areia distante das vasilhas de água e comida.

 

8. Conhecendo o restante da família (humanos e animais)

Está é uma parte difícil para os felinos, principalmente se a interação for com outro(s) gato(s), portanto de preferência esta apresentação deve ser orientada pelo médico-veterinário ou por um profissional especialista em comportamento. Caso não seja possível, faça aproximação gradual, permitindo no começo apenas que os pets se vejam e ouçam, porém que não possam ter contato físico (exemplo de porta de vidro, box do banheiro). Os animais não devem ser deixados sozinhos nos primeiros contatos para evitar possíveis acidentes. Uso de reforço positivo, como petiscos e sachês para o gato, também servem como uma lembrança positiva da aproximação com o outro pet.

 

9. Saúde

O cuidado com a saúde dos pets tem várias coisas para levarmos em consideração. A primeira delas é a vermifugação, que deve ser feita preferencialmente antes da aplicação as vacinas. Outra medida de manutenção na saúde dos gatos que também é considerada básica é, por exemplo, o controle de pulgas e outros tipos de parasitos. Para prevenção contra pulgas no seu bichano conte com a eficácia de NEOPet.

Além destes cuidados essenciais, os gatos precisam ser testados, no mínimo uma vez na vida, para duas importantes doenças: FIV e FeLV.

 

Uma vez vermifugado, com o controle de ectoparasitas em dia e testado para FIV e FeLV, o se gato deverá iniciar o protocolo de vacinação (se for um filhote ou um adulto que nunca tomou vacina) ou levá-lo para revacinação anual se for um adulto já vacinado. Para saber mais sobre as vacinas recomendadas para os gatos clique aqui.

E, por fim, o ideal é gatos jovens visitem o veterinário pelo menos uma vez ao ano e os idosos ou com doenças crônicas, vão ao veterinário no mínimo duas vezes ao ano.

 

10. Castração

A castração em gatos é sempre recomendada, tanto em fêmeas quanto em machos. A castração tem como principal benefício evitar a reprodução indesejada, porém ela também serve para diminuir comportamentos de marcação territorial e brigas. Ainda tá em dúvida sobre a castração? Clique aqui.

São muitos detalhes sobre os gatos, mas com certeza, com o passar do tempo juntos você saberá decifrar os detalhes do seu bichano melhor do que ninguém!

Todos sabem que a alimentação dos pets deve se adequar com o período de vida, desde o nascimento a idade adulta. É muito importante para a saúde dos filhotes que nessa fase ele não passe por deficiências ou excessos nutricionais.

Os pets têm necessidades nutricionais diferentes dos adultos, não só em quantidade de alimento, mas também na qualidade. Além disso, cachorros e gatos apresentam algumas necessidades diferentes em relação aos nutrientes, por isso, nada de trocar a ração deles, combinado?!

 

A mudança para a alimentação sólida pode parecer simples, porém existem vários pontos de atenção. Ela deve ser gradual e iniciar enquanto os filhotes ainda mamam. Vale lembrar que alimentação sólida não é apenas a ração seca, existem outras opções sólidas que podem ser usadas.

 

Quando posso começar a dar alimentos sólidos?

Apesar do leite materno ser suficiente como única fonte de nutrientes nos recém-nascidos, a partir de 3 a 4 semanas de vida os alimentos sólidos devem ser introduzidos na dieta e, para filhotes de raças maiores, a partir de 3 semanas de vida.

 

Quais alimentos podem ser usados para iniciar a dieta sólida para filhotes?

O cachorro e o gato tem que ser alimentados com dietas completas e balanceadas, formuladas para crescimento ou todas as fases da vida e específicas para cada espécie.

Existem algumas opções de alimento sólido, entre elas as papinhas de desmame, que normalmente são alimentos em pó, para serem misturados com água morna até atingirem consistência de pasta. Estes alimentos podem ser encontrados em pet shops e são fabricados por empresas especializadas em alimentação de pets.

 

Além da papinha de desmame, podem ser feitas adaptações como usar a ração seca da própria mãe, ou uma ração para filhotes, umedecida com água na proporção de 1 parte de ração para 1 parte de água. Outra opção possível são as rações em lata/ sachê.

Vale lembrar que para cães de raças grandes é indicado utilizar uma dieta de filhotes de raças grandes diferente da dieta da mãe.

 

Quando posso desmamar os filhotes?

Apesar de começarem a consumir alimentos sólidos com 3 a 4 semanas, o desmame dos filhotinhos deve ocorrer apenas a partir da 7ª a 9ª semana de vida. Desmamar o filhote antes deste período (antes da 6ª semana) pode gerar problemas comportamentais tanto em cães quanto em gatos.

 

Durante quanto tempo preciso fazer esta transição?

Os alimentos sólidos devem ser inseridos aos poucos até que seja a única fonte de nutrição no momento do desmame. A recomendação de tempo é de, normalmente, uma semana seguindo as proporções: 20% do novo alimento no 1º e no 2º dia; seguido de 40% do novo alimento no 3º e 4º dia; 60% do novo alimento no 5º dia; 80% do novo alimento no 6º dia e, por fim, 100% do novo alimento no 7º dia.

 

Após o desmame o alimento escolhido (papinha de desmame, ração umedecida, lata/sachê) pode ser mantido até o final do 2º mês ou início do 3º mês de vida. Pode-se iniciar a transição para o alimento seco (ração), obedecendo novamente a proporção citada acima.

 

Posso dar qualquer quantidade?

Não. O ideal é sempre dar alimentos de maneira controlada, apenas para cachorrinhos e gatinhos magros podem ter alimentação livre. Todos os alimentos possuem recomendações nas suas embalagens. A orientação é seguir a tabela do produto que orienta a quantidade de acordo com a idade e o peso do pet.

 

Filhotes de cães de raças grandes precisam de cuidados nutricionais especiais: a superalimentação pode predispor a doenças ortopédicas de desenvolvimento e osteoartrose na idade adulta.

 

Os cuidados com os alimentos em filhotes de cães e gatos são fundamentais para garantir um crescimento saudável. As vezes a troca de alimento pode gerar alguns transtornos gastrointestinais, nestes casos o uso de probióticos, como o Biocanis , pode ser muito útil nesta transição.

 

Confira mais dicas de cuidados com os filhotes:

Referência:
Ettinger, S. J., Feldman, E. C., & Cote, E. (Eds.). Textbook of veterinary internal medicine (8th ed.). St. Louis, Missouri, US: Elsevier, 2017.

Que os gatos estão vivendo muito mais que antes nós já sabemos. E, por isso, hoje em dia temos a curiosidade de comparar a idade dos nossos bichanos com a nossa.

 

No passado acreditava-se que 1 ano humano equivalia a 7 anos de um felino, porém se sabe que está informação não é mais válida. Cada gato é único, o que faz com que eles possam envelhecer de forma diferente, porém, segundo um estudo de 2017, em média no primeiro ano de vida o gato amadurece e cresce até o equivalente a um adolescente de pouco mais de 16 anos.

 

Mesmo após o primeiro ano, o envelhecimento dos felinos é mais rápido que o de um humano, ou seja, dizer que o gato tem 1 ano é uma convenção que adotamos, baseado no nosso calendário, mas na realidade, o gato é mais velho.

 

Além disso, o envelhecimento é um processo influenciado por muitos fatores, entre eles, o consumo de alimentos de boa qualidade e acesso a cuidados veterinários, que permitem um aumento da expectativa de vida dos bichanos. Estes cuidados só são comuns hoje, pois os gatos têm a alegria de ter “pais” e/ou “mães” que fazem de tudo por sua saúde e bem-estar!

 

Em 2010, as duas principais associações de especialistas de gatos do mundo (AAFP/ AAHA) adotaram uma proposta que estabelecia os estágios de vida de acordo com a idade do gato, e a comparava com a idade humana. Eram 6 estágios de vida, divididos de acordo com a idade do gato: filhote (do nascimento aos 6 meses), júnior (dos 7 meses aos 2 anos), adulto jovem (dos 3 aos 6 anos), adulto maduro (dos 7 aos 10 anos), sênior (dos 11 aos 14 anos) e geriátrico (acima de 15 anos).

 

Porém, em 2021 os especialistas reduziram os estágios de vida para apenas 4: filhote (do nascimento até 1 ano), adulto jovem (de 1 até 6 anos), adulto maduro (dos 7 aos 10 anos) e idoso (a partir dos 10 anos).

 

Figura 1 – Estágios de Vida dos Felinos

Fonte: Quimby et al. (2021). AAHA/AAFP Feline Life Stage Guidelines
 

Os estágios de vida são um guia de orientação que, ao invés de estimular a comparação da idade felina com a dos humanos, estimula que os profissionais e os donos conheçam as principais mudanças físicas e comportamentais que ocorrem ao longo da vida do gato.

 

Até poucos anos atrás não haviam dados para comprovar a comparação da idade do gato com a de pessoas e, por muito tempo se disse que esta comparação era arbitrária, ou seja, que não seguia nenhuma regra exata. Entretanto, em um estudo publicado em 2017, cientistas criaram uma equação matemática que estabeleceu a comparação numérica de idade entre as duas espécies. No Quadro 1 podemos comparar a idade e estágios de vida dos felinos com a idade de seres humanos.

 

Quadro 1 – Estágios de Vida dos Gatos. Desenvolvida pelo Feline Advisory Bureau e adotada pela AAFP e AAHA em 2010 e atualizada em 2021.

Fonte: Catvets / Guidelines Practice Guidelines Life Stage Guidelines

 

A comparação da idade entre gatos e pessoas é muito curiosa e nos deixa um alerta sobre a necessidade dos cuidados com a saúde dos felinos. Apesar de tratarmos eles como filhos, temos que lembrar que eles não são eternas crianças, portanto precisam que os cuidados com a sua alimentação e saúde acompanhem o seu estágio de vida.

 

Referências:

Hoyumpa Vogt A, Rodan I, Brown M, et al. AAFP–AAHA Feline Life Stage Guidelines. J Feline Med Surg., v.12:43–54, 2010.
Quimby J, Gowland S, Carney HC, DePorter T, Plummer P, Westropp J. 2021 AAHA/AAFP Feline Life Stage Guidelines. Journal of Feline Medicine and Surgery. 2021;23(3):211-233. doi:10.1177/1098612X21993657 2021 AAHA/AAFP Feline Life Stage Guidelines. Disponível em português em: https://catvets.com/guidelines/practice-guidelines/life-stage-guidelines. Acesso em 07/08/2022.
Cambridge, R. Modeling the Age Difference between Humans and Felis catus Biological Cat Age: The Actual Age of a Cat. J Anim Res Nutr.,  Vol No 2: Iss no: 2: 14, 2017.

Precisamos lembrar que os gatos são extremamente higiênicos e conseguimos perceber isso ao conviver com eles. São animais que, normalmente, já sabem onde fazer suas necessidades fisiológicas e tem o hábito de cobri-las, além de se lamberem frequentemente como forma de limpar o seu corpo. Mas quem nunca foi lambido por um gato e sentiu aquela linguinha áspera? A verdade é que a língua dos bichanos é cheia de pequenos cones bem pontudos que tem como uma de suas funções auxiliar na higiene pessoal, fazendo com que tenham predisposição à ingestão dos próprios pelos e consequentemente a formação de bolas de pelos.

 

Como os felinos têm o hábito de autolimpeza, é comum os pelos serem eliminados pelo sistema digestivo dos animais, mas caso ocorra uma redução da motilidade do intestino podemos ver o que chamamos de bola de pelo através de vômitos. Não queremos que isso aconteça com eles, não é? É possível ainda que elas acabem gerando alguns transtornos para o gatinho em caso de permanência por muito tempo sem ser expelidas, podendo endurecer e formar um tricobenzoar, ou seja, o acúmulo de pelos não digeridos, e que, se agravado, o animal poderá precisar de cirurgia para a remoção.

 

Outra situação é que muitos tutores não sabem como identificar se aquilo que foi expelido é normal ou se é preciso levá-lo ao médico-veterinário. Caso o bichano esteja vomitando, não esteja se alimentando ou apresentando dificuldades para defecar, sempre o leve ao médico-veterinário de sua confiança, pois somente um profissional terá como identificar se realmente é uma questão de acúmulo de pelos dentro do animal e resolver o caso da melhor forma. Se o gato estiver regurgitando, saindo pelo e um líquido que seja originado do estômago, provavelmente será a famosa bola de pelo.

 

Existem várias ações que podemos fazer para ajudar a manter a saúde do nosso bichano para evitar que isso não se torne um problema: nos atentar aos sinais mencionados acima, oferecer ração de qualidade que tenha um teor de fibra alto, escovar o animal pelo menos uma vez ao dia, fazer o enriquecimento ambiental para diminuir o estresse e fazer o controle de ectoparasitas (pulgas), pois as pulgas podem fazer com que o gato se mordisque e acabe engolindo uma quantidade de pelos, além de se lamber em excesso.

 

Para o controle das pulgas do seu gatinho, a Ourofino conta com o NEOPet, produto à base de fipronil a 12,5%, substância segura para o combate destes parasitos e que pode ser utilizado mensalmente. Lembre-se que é importante deixar disponível alguns potinhos de água limpa e fresca, pois eles costumam ser preguiçosos e podem deixar de beber água por causa da distância do bebedouro, isso também pode colaborar para o mau funcionamento do intestino.