Você sabia que a cinomose é uma doença grave que afeta principalmente filhotes e idosos com a imunidade baixa, mas que também acomete cães na idade adulta?

A cinomose é causada por um vírus da família Paramyxovirus e tem alta taxa de mortalidade e apesar de ser altamente contagiosa, não é transmitida aos seres humanos. Nos cães, ela pode causar diversos sintomas e acometer todo o organismo do animal, podendo provocar sequelas graves.

 

Transmissão

A cinomose é transmitida a partir do contato de um animal saudável com outro infectado, de maneira direta ou indireta, uma vez que o vírus é eliminado em todas as secreções e excreções do corpo dos cães. A transmissão também pode acontecer pelo ar (vento) em áreas próximas a um animal doente, sendo mais comum a disseminação da doença em locais onde os cães são mantidos em grupos. Por isso, é importante evitar o compartilhamento de acessórios como comedouros, bebedouros, cama e brinquedos.

 

Diferente de outras doenças infecciosas de cães, o vírus da cinomose pode sobreviver por até três meses no ambiente, mas não resiste a uma boa limpeza e pode ser eliminado por desinfetantes à base de cloreto de benzalcônio a 15%.

 

Sintomas

A doença pode apresentar sintomas respiratórios como tosse, secreção nasal, dificuldade respiratória, secreção ocular e febre; sintomas gastrointestinais como vômito, diarreia (com ou sem sangue), falta de apetite e dores abdominais; sintomas neurológicos com alterações comportamentais, vocalização (gritos ou uivos como se estivesse sentindo dor), convulsões, tremores, olhos fazendo movimentos repetitivos, falta de coordenação motora, andar em círculos,  movimentos de pedalagem e/ou paralisia.

 

A cinomose também pode apresentar sinais na pele do animal como pústulas abdominais (pequena bolha com pus), espessamento dos coxins (“almofadas” das patas) e do focinho, além de sinais oftálmicos como secreção ocular e alterações na visão.

Os casos de mortalidade na fase neurológica da doença estão entre 30% a 80% e os animais que sobrevivem a esta fase podem apresentar sequelas para o resto da vida.

 

Diagnóstico

O diagnóstico deve ser feito pelo médico-veterinário com perguntas sobre o histórico do animal, dos sinais notados pelo tutor e do exame físico no momento da consulta, além de exames de sangue (hemograma e teste sorológico) e de testes que identificam a presença do vírus nas secreções do cão.

 

Tratamento

As chances de cura são pequenas, por isso a prevenção é a principal medida de controle. É importante vacinar o cão, seguindo o calendário indicado pelo médico-veterinário, para que seja feita a correta imunização contra a doença. Outros cuidados também são importantes como evitar o contato com animais não vacinados e com ambientes e objetos que possam estar contaminados.

 

Não existe um tratamento específico para cinomose, portanto o segredo está no controle dos sintomas, que pode ser feito com o uso de antibióticos, medicação para controlar os vômitos e as convulsões, suplementos nutricionais, pomadas, cremes e colírios, quando necessário.

 

Soluções Ourofino

No nosso portfólio contamos com o Herbalvet T.A., desinfetante a base de cloreto de benzalcônio a 15 %, eficaz para eliminar o vírus da cinomose em ambientes veterinários. Assim, conseguimos evitar a disseminação do vírus para outros cães.

A Ourofino também conta com uma linha de antibióticos que podem auxiliar o tratamento do seu pet. A prescrição deve ser feita pelo médico-veterinário que acompanha seu cãozinho.

No verão as temperaturas se elevam e consequentemente aumenta a umidade do ar por conta do volume de chuvas desta época, por esse motivo a saúde e o bem-estar dos pets merecem atenção, uma vez que as mudanças climáticas favorecem a reprodução e a eclosão de ovos de ectoparasitas (pulgas e carrapatos).

 

Com isso, a frequência de passeios com os pets em praças, parques e praias aumenta e favorece o contato com os ectoparasitas presentes no ambiente, além de trazer mais chances de contaminação dos nossos amigos por vermes.

Dentre eles está o Toxocara canis, nematódeo da família Ascaridae, de até 10 centímetros de comprimento, que parasita, geralmente, cães e gatos. Os ovos de T. canis são eliminados junto às fezes no ambiente em que ocorre o desenvolvimento até a forma infectante, em aproximadamente 10 dias.

 

A transmissão acontece pela passagem transplacentária de larvas que se encontram encistadas nos tecidos das cadelas prenhes, sendo que aproximadamente 80% dos cães com menos de seis semanas de idade possuem exemplares de Toxocara em seus intestinos.

 

Os sinais clínicos causados por este verme são o aumento de volume abdominal, retardo de crescimento, diarreia, além de tosse, aumento da frequência respiratória e corrimento nasal espumoso em casos de migração de larvas para os pulmões. Já os vermes adultos no intestino, podem gerar oclusão do lúmen intestinal, levando à morte por obstrução e perfuração intestinal. O diagnóstico é feito por meio de exame de fezes, por isso é importante o acompanhamento frequente do médico-veterinário.

 

Além disso, também se destaca o Dipylidium caninum, verme intestinal de cães que apresenta como hospedeiro intermediário a pulga Ctenocephalides felis. Os sinais clínicos mais comuns são diarreia mucosa e coceira anal.

 

Dentre os protozoários parasitas de cães, a Giardia duodenalis é a única espécie encontrada na maioria dos mamíferos e em seres humanos. A transmissão dela nos animais de companhia acontece por meio da ingestão de cistos, ou seja, ovos de protozoários que foram eliminados nas fezes dos pets infectados e que estão presentes no ambiente, na água, nos alimentos ou ainda pela ingestão de cistos aderidos à pelagem.

 

A maior prevalência das infecções por Giárdia ocorre entre os animais de companhia jovens, sem resistência imunológica e, principalmente, naqueles que vivem em ambientes confinados, em instalações com falta de higiene e com superlotação.

Os sinais clínicos desta doença são diarreia com odor fétido, presença de muco, estrias de sangue, falta de apetite e desidratação. O diagnóstico da giardíase deve ser baseado no histórico clínico do pet, na sintomatologia e na detecção de oocistos do parasita por meio de exame de fezes.

 

A prevenção desta enfermidade é baseada na manutenção de boas condições de saúde dos animais de companhia. Por isso, é fundamental a realização de programas periódicos de vermifugação e medidas para a limpeza e desinfecção do ambiente, com o objetivo de reduzir a carga ambiental de cistos.

 

Portanto, deve ser feita a remoção das fezes e de toda a matéria orgânica do local, seguida pela desinfecção das superfícies com o uso de produtos à base de amônia quaternária, como o cloreto de benzalcônio, ativo que atua na inativação dos cistos no ambiente impedindo assim a reinfecção dos pets. Para o protocolo completo do tratamento da giardíase, a Ourofino conta com o Top Dog, vermífugo palatável indicado para cães, e o Herbalvet T.A., desinfetante à base de cloreto de benzalcônio a 15%. Lembre-se de consultar sempre um médico-veterinário e de seguir as recomendações de bula.