A leishmaniose canina é uma doença séria transmitida pela picada do mosquito-palha e que continua avançando pelo Brasil. Diante desse cenário, um grupo de especialistas de referência internacional lançou as novas diretrizes da América Latina de prevenção, trazendo orientações atualizadas sobre o que realmente funciona no dia a dia para proteger seu cão.

Se você é tutor, este conteúdo vai explicar de forma simples e clara o que dizem os especialistas e como aplicar essas recomendações na rotina do seu pet.

 

Por que essas novas diretrizes são importantes?

As novas recomendações foram desenvolvidas por médicos-veterinários e pesquisadores com ampla experiência em leishmaniose. Eles analisaram estudos clínicos, evidências recentes e dados de campo para que tutores e profissionais tenham acesso às melhores práticas de prevenção.

Em outras palavras: você passa a ter informações confiáveis sobre como proteger seu cão de forma contínua e eficaz.

 

Principais recomendações dos especialistas

As diretrizes reforçam alguns pilares fundamentais para a prevenção da leishmaniose. Veja os pontos mais importantes:

 

1. A prevenção deve ser contínua

O mosquito-palha pode estar presente em quintais, praças, áreas verdes e ambientes urbanos. Por isso, a orientação é garantir proteção o tempo todo, sem intervalos longos entre produtos ou aplicações.

 

2. Produtos com ação repelente e inseticida são essenciais

O documento destaca que a proteção mais eficaz combina dois mecanismos:

 

  • Repelir o mosquito-palha;
  • Eliminar o inseto que entrar em contato com o cão.

 

Essa estratégia reduz a chance de transmissão da doença.

 

3. Evidência científica faz diferença

Os especialistas reforçam que produtos com estudos de campo, realizados em condições reais da rotina dos cães, trazem mais segurança e previsibilidade na proteção.

 

4. Estratégias práticas e acessíveis

A prevenção deve ser fácil de aplicar na rotina da família, sem depender de múltiplas etapas complicadas para funcionar.

 

Por que Leevre é a escolha certa dentro dessas recomendações?

A coleira Leevre atende aos pilares reforçados nas diretrizes, oferecendo uma solução completa para a prevenção:

 

Repelência + ação inseticida

A coleira Leevre atua afastando o mosquito-palha e eliminando o inseto que entrar em contato com o cão. Essa dupla ação está totalmente alinhada às estratégias recomendadas pelos especialistas.

 

Proteção de verdade exige evidência

Quando o assunto é leishmaniose, prevenir não pode ser só promessa: precisa ter evidência real.

A eficácia da Leevre foi avaliada também em condições reais, reforçando seu desempenho no dia a dia dos cães.

Leevre oferece exatamente isso: ação repelente + inseticida, eficácia comprovada e proteção prolongada.

 

Duração da proteção (conforme parasita):

  • Pulgas: até 9 meses
  • Carrapatos: até 6 meses
  • Flebotomíneos (mosquito-palha): até 6 meses

 

No contexto da leishmaniose, o ponto essencial é a ação repelente + inseticida por até 6 meses, garantindo prevenção contínua por meio ano.

 

O que isso significa para você e seu pet?

A nova orientação dos especialistas reforça um ponto central: a prevenção é a melhor estratégia para proteger seu cão da leishmaniose.

Quando você escolhe produtos com eficácia comprovada, dupla ação e duração consistente, aumenta significativamente a segurança do seu pet — especialmente se ele vive em áreas de risco.

Além disso, entender essas recomendações permite que você tome decisões mais conscientes e alinhadas ao que há de mais atualizado na medicina veterinária.

 

Proteger seu cão da leishmaniose é um compromisso diário — e agora você tem orientações claras e embasadas para fazer isso da maneira mais eficaz.

As novas diretrizes reforçam práticas que realmente funcionam e que podem ser aplicadas de forma prática na rotina.

Com prevenção contínua, produtos adequados como a coleira Leevre e informação confiável, seu cão vive mais seguro — e você vive mais tranquilo.

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O que é a Leishmaniose canina?

A Leishmaniose canina é uma doença infectocontagiosa transmitida através de um mosquito, conhecido como “Birigui” ou “Mosquito Palha”.

Essa doença pode causar tanto alterações clínicas sistêmicas como também alterações cutâneas. Ela pode afetar os felinos e humanos também, por isso se trata de uma zoonose, porém é muito mais comum encontrarmos em cães.

 

Como identificar os sinais clínicos dessa doença?

A Leishmaniose pode se caracterizar como sintomática ou assintomática. Em alguns casos, o animal pode ser portador do agente infeccioso, mas não apresentar sinais clínicos. Por outro lado, temos os cães que apresentam muitos sinais clínicos, seguem alguns bastante característicos:

 

  • Crescimento das unhas;
  • Quedas de pelos;
  • Lesões nas regiões dos olhos e ponta de orelhas;
  • Perda de peso expressiva e constante.

 

O que significa a doença ser considerada uma zoonose?

Uma doença zoonótica é aquela que pode ser transmitida entre animais e seres humanos. Não é necessário o contato direto com o animal para a transmissão, como exemplo a leishmaniose canina. A pessoa não pode contrair a doença com contato direto com o cão, fezes, urina ou lesões de pele do animal.

 

A transmissão mais comum dessa doença é a vetorial, ou seja, através da picada do mosquito. Se esse mosquito estiver contaminado com a doença da Leishmaniose e picar o cão ou o ser humano, poderá transmiti-la.

Há três outras formas de contágio da doença. Elas estão ligadas à transmissão entre os animais. Por exemplo, ao momento do coito, quando um dos animais está infectado, ele pode transmitir ao outro.

 

Existe a transmissão transplacentária, da mãe para os filhotes. Também é possível, por meio de transfusão sanguínea, usar bolsas de sangue de bancos não credenciados.

 

Como prevenir?

Uma das formas mais eficazes para prevenir essa doença é o uso de repelentes, como por exemplo a coleira Leevre, da Ourofino. Esse produto irá auxiliar tanto no controle de pulgas e carrapatos, como também na infestação do mosquito transmissor da Leishmaniose canina.

 

É fundamental usar esse repelente em animais saudáveis em regiões endêmicas. Isso previne a doença. Além disso, também deve ser usado em animais positivos para Leishmaniose. Isso impede a picada do mosquito e evita que outros animais ou humanos sejam infectados.

 

Tem cura?

Quando falamos sobre Leishmaniose, não é possível garantir a cura parasitológica do animal, ou seja, ele será sempre portador do agente infeccioso.

O intuito do tratamento é promover a cura clínica, na qual o cão portador da Leishmaniose canina consegue obter uma diminuição e até a remissão total dos sinais clínicos, permitindo seguir uma vida normal.

 

Leve seu cãozinho ao médico veterinário, use repelentes como a coleira Leevre® da Ourofino. Caso diagnosticado com Leishmaniose canina, inicie o tratamento imediatamente, quanto antes começar, melhores os resultados.

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Quer saber mais sobre Leishmaniose Canina? Acompanhe o Podcast Amigo Pet.

O que é a Leishmaniose?

A Leishmaniose visceral é uma doença infecciosa, causada por um parasita microscópico (protozoário) da espécie Leishmania infantum, que pode infectar os cães, gatos, raposas, roedores, além do homem, sendo considera uma importante zoonose. Opa, sinal de alerta pra gente!

 

A forma mais comum de transmissão desta doença é pela picada do mosquito flebótomo, o tal do mosquito-palha, asa-dura, tatuquiras, birigui, dentre outros. A fêmea do mosquito pica um animal infectado, ingere o protozoário e então irá transmiti-lo para outros animais e/ou seres humanos na próxima picada.

No Brasil, a principal espécie de mosquito responsável pela transmissão é o Lutzomyia longipalpis.

 

Atualmente, sabe-se que o número de cães infectados na América Latina é estimado em milhões e há altas taxas de infecção, principalmente no Brasil onde até a década de 1990 os casos da doença eram registrados em todas as regiões brasileiras, com exceção da região sul. Porém, com a adaptação do mosquito aos ambientes urbanos, a Leishmaniose que era considerada uma doença de caráter rural, já atingiu os centros urbanos e todas as regiões do país.

 

Manifestações clínicas

Em relação aos sinais clínicos, a Leishmaniose visceral causa importantes alterações nos órgãos vitais, como baço, fígado e medula óssea, podendo levar o paciente a óbito. A maioria dos sinais clínicos descritos não é específica da doença e podem ser confundidos com os sintomas de outras patologias, dificultando muito o diagnóstico que deverá ser realizado por exames laboratoriais.

No cachorro, os principais sintomas descritos, são:

 

  • perda de pelos;
  • descamação e úlceras na pele (mais comuns nas regiões da orelha, cauda e focinho);
  • emagrecimento;
  • desânimo;
  • anemia;
  • paralisia de membros;
  • lacrimejamento nos olhos;
  • crescimento exagerado das unhas.

 

Vale lembrar que a maioria dos animais pode estar infectada, mesmo sem apresentar sintomas clínicos. Portanto, preste atenção aos sinais e sintomas que seu pet está manifestando. Se suspeitar de Leishmaniose, isole-o de outros animais para evitar contaminação e leve-o ao veterinário o mais rápido possível.

 

Lembre-se também que a Leishmaniose não tem cura, apesar de existir tratamento para ela e que caso seu animalzinho tenha se infectado o acompanhamento junto ao médico veterinário deverá ser para o resto da vida. A prevenção é a melhor opção para combater esta doença.

 

É muito importante saber que não existe transmissão direta da leishmaniose de um cachorro infectado para o outro, de uma pessoa doente para outra ou de um cão infectado para uma pessoa e vice-versa. O cão é apenas o reservatório do parasita e a transmissão da doença dependerá sempre da presença do mosquito-palha, ou seja, podemos concluir que a principal medida para prevenir a Leishmaniose é o combate ao mosquito transmissor da doença.

 

Métodos de auxílio na prevenção da Leishmaniose

Como medidas de controle e prevenção da Leishmaniose, recomenda-se o uso de coleiras nos animais, que atuam repelindo e matando o mosquito-palha, este que já foi comprovado como o melhor método de controle e prevenção desta doença em cães. O animal que usa uma coleira específica para o controle da Leishmaniose terá menor probabilidade de adquirir ou transmitir a doença.

 

E pensando em soluções para a prevenção da Leishmaniose, a Ourofino desenvolveu a Coleira Leevre para auxiliar no combate ao vetor desta doença, o mosquito-palha. A Leevre que é indicada para cães, está disponível em duas apresentações: 48 cm e 63 cm, sendo composta por Deltametrina 4%, ativo preconizado pela Organização Mundial da Saúde no auxílio à prevenção da doença, associado ao Propoxur 12%, inseticida que atua contra carrapatos e pulgas.

 

É sugerido um intervalo de troca da coleira no mínimo a cada 6 meses, sempre seguindo as orientações de uso descritas em bula e com acompanhamento do médico veterinário.

Além do encoleiramento dos animais associado à realização de um protocolo de vacinação contra a doença, a higiene é uma das melhores medidas de prevenção contra a Leishmaniose, para evitar a proliferação do mosquito-palha, que se reproduz em locais com matéria orgânica. Por isso é preciso manter a limpeza de quintais e outras áreas abertas, evitando sempre o acúmulo de lixo.

 

Revestir janelas e portas de canis com redes e telas é outra medida preventiva com boa efetividade. Como o mosquito se alimenta no período noturno, em regiões quentes e com incidência de Leishmaniose, é recomendável não sair com os animais para passeios após o fim de tarde.

Importante: todas as medidas acima devem ser acompanhadas de consultas regulares ao veterinário. Somente este profissional está capacitado para identificar os sintomas e prescrever o tratamento recomendado para a doença.

 

Todos os anos, a Ourofino realiza a  #LivreDaPicada com o objetivo de conscientizar médicos-veterinários e tutores da prevenção da Leishmaniose, que é uma doença grave, sem cura e letal tanto para cães como para os seres humanos.

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Muitas vezes, pais e mães de pet precisam viajar a trabalho ou até mesmo em período de férias. Apesar da dor no coração, nem sempre podemos levá-los conosco. Com as férias escolares chegando, surgem as dúvidas e o medo em relação a todos os cuidados que devem ser tomados: Aonde meu pet vai ficar? Quem irá cuidar dele?

Pensando nisso, separamos dicas que irão te ajudar a preparar o seu pet e tranquilizá-lo durante a viagem!

 

1. Escolha o local que o pet irá ficar

Antes da viagem, é essencial definir em qual local o pet irá ficar. Normalmente cães conseguem ficar bem tanto em hotel quanto em casa com outras pessoas, ou com um dog sitter (babá de pet).

 

Já os felinos, normalmente ficam melhores em casa sendo cuidados por um cat sitter, pois estão acostumados ao seu ambiente, onde deixam seu cheiro em toda a casa, tornando aquele ambiente familiar. Quando os felinos vão para outros locais e não sentem o seu próprio cheiro, entende que aquele não é um ambiente familiar, o que normalmente deixam os gatos com medo.

 

2. Fique atento à saúde do seu pet

Decidido o local que o pet ficará, é necessário tomar alguns cuidados antes da viagem, são eles:

 

  • Vacina antirrábica e a múltipla (viroses) para cães e gatos devem estar atualizadas obrigatoriamente, pois são consideradas vacinas que protegem contra doenças que podem até ocasionar consequências irreversíveis ao pet;
  • Vacina contra gripe para os cães também é importante, apesar da gripe dos cães não ser uma doença que costume trazer danos fatais ao cão;
  • Vermifugação atualizada;
  • Uso de ectoparasiticidas para eliminação de pulgas e carrapatos (Ex.: o nosso NEOPet);
  • Em regiões que sejam endêmicas (tem ocorrência) para Leishmaniose, os cães devem usar coleiras repelentes contra o mosquito-palha, como indicação segura, nossa coleira Leevre. 
  • Medicamentos: caso o pet faça uso contínuo, é importante separar a quantidade necessária para o período da viagem, bem como deixar anotado o horário indicado a cada medicamento.

 

3. Acostume seu pet com o novo local

Caso optar por deixá-lo em um hotel ou na casa de conhecidos, é importante levar o seu pet no local alguns dias antes da viagem para que ele possa reconhecer o espaço e adaptar-se á movimentação, aos cuidadores e aos novos cheiros. Essa ambientação é fundamental para reduzir o estresse da mudança de rotina e ausência do tutor.

 

4. Mantenha o pet confortável

Separe com antecedência os objetos pessoais do pet: ração, brinquedos que ele mais gosta, cobertor, potes de água, roupas, comedouro, bebedouro, caminha e caixa de transporte no caso dos gatos. Inclua um “pano” ou peça de roupa do tutor para que o pet possa ter um cheiro familiar e se sentir mais seguro e confortável.

 

Caso sua viagem dure muitos dias e precise tomar banho, ideal é separar os próprios produtos de higiene do seu pet.

No caso de felinos que ficarão em casa, deixar o cat sitter ciente de onde estão os objetos pessoais do gato.

Com todos os cuidados tomados você viajará tranquilo e seu pet estará seguro e bem cuidado! 

Se o seu cachorro está se coçando muito e se mordendo, sinal que pode estar com problemas de pele.

As doenças mais comuns são as causadas por alergias e existem várias maneiras de controlar a coceira e as alergias em cães. Às vezes, você pode fazer certas coisas em casa para prevenir ou aliviar uma coceira leve antes que ocorra uma infecção. Já em outros casos, você precisará consultar o seu veterinário.

 

Deixar de controlar as alergias do seu cão pode levar a outros problemas, como perda de pelos e infecções de pele. Separamos 5 dicas de como ajudar a controlar alergias em cães.

 

1 – Fale com o seu veterinário

Ligue para o veterinário do pet logo nos primeiros sinais de coceira. Em alguns casos, ele pode dar alguma recomendação inicial antes de realizar a consulta. Mas se a coceira continuar ou você notar queda de pelo, vermelhidão, irritação ou descamação, leve seu pet o quanto antes para a avaliação do profissional.

 

Se for diagnosticada uma alergia, o médico-veterinário do seu pet fará algumas recomendações que devem ser seguidas fielmente para evitar que os problemas voltem. Casos leves a moderados podem ser tratados com medicamentos para aliviar a coceira e, possivelmente, produtos para a higienização e hidratação da pele do seu doguinho. Ah, mas se ele tiver pulgas e/ou carrapatos é necessária a eliminação destes inimigos da pele, pois essa pode ser a causa da alergia do seu cãozinho.

 

Cumpra as recomendações de medicamento, via de aplicação, frequência e duração do tratamento que o veterinário do seu pet prescreveu e retorne para consultas de acompanhamento conforme recomendado.

 

2 – Previna seu pet de pulgas e carrapatos

Bom, você já viu que pulgas e carrapatos podem estar causando alergia ao seu pet. Por isso, todos os cães devem fazer uma prevenção eficaz contra pulgas e carrapatos o ano todo. Para alérgicos, a prevenção é ainda mais importante. Os cachorros com alergia a picada destes ectoparasitos (que quer dizer parasitas externos) podem reagir a poucas picadas, sendo que quanto mais, a reação alérgica será ainda mais séria. Muitas vezes nós nem conseguiremos ver estes parasitas no cão, pois eles podem mastigá-los devido a coceira gerada.

 

3 –  Dê banho no seu cachorro regularmente

Para pets alérgicos a rotina de banhos pode ser numa frequência até maior que semanal, desde que tenha sido estabelecida pelo médico-veterinário. Na frequência de uma a duas vezes por semana, utilize shampoos suaves com formulação hidratante, feitos especialmente para pets. Produtos de pele com componentes hidratantes como aloe vera, fitoesfingosina, vitaminas farão muito bem para a pele do seu “aumigo”. Também podem ser utilizados produtos como sérum e spray hidratante para combater a desidratação e descamação da pele.

 

Seu veterinário pode prescrever um shampoo medicamentoso para problemas de pele mais graves. Ao dar banho no seu peludo, não se esqueça de verificar e limpar as orelhas, pois são áreas que costumam apresentar infecções secundárias em pets com alergias.

 

4 – Escolha a comida certa

Alimente seu cão com uma dieta de alta qualidade feita com ingredientes saudáveis. Isso pode significar coisas diferentes para cães diferentes. Assim como acontece com os humanos, a qualidade dos ingredientes que se ingere pode realmente afetar a saúde geral do seu amigo de quatro patas. Se houver suspeita de alergia alimentar, seu veterinário pode recomendar uma mudança na dieta. Isso geralmente envolve uma dieta com ingredientes limitados e especiais com uma nova proteína (como peixe, pato, carne de veado, etc.). Frango e carne são responsáveis pela maior parte das alergias alimentares nos cães.

 

5 – Escolha a cama ideal

Considere comprar camas de espuma para cães, pois são menos propensas a abrigar alérgenos comuns, como os ácaros. Substitua as camas dos cães anualmente, independentemente do material. Em caso de alergia ambiental, lave as colchas dos cães semanalmente com um detergente sem fragrância e corante. Coloque um forro hipoalergênico em camas para animais de companhia.

 

Soluções Ourofino

Pensando em ajudar a diminuir a coceira do seu doguinho, a Ourofino conta com diversos produtos. Para o controle de pulgas e carrapatos contamos com a coleira Leevre e a pipeta NEOPet. Os dois produtos auxiliam no controle de pulgas e carrapatos. Além disso, a coleira Leevre ainda repele o mosquito-palha que transmite a Leishmaniose. É importante lembrar que estes parasitas ficam a maior parte do tempo no ambiente e não no seu pet, com isso só utilizar produtos no seu peludo não será suficiente para eliminar completamente os parasitas. Se ficou curioso para ter mais informações de como controlar pulgas e carrapatos acesso aqui.

 

Para os banhos do seu peludo, a Ourofino conta com a Linha Bris, com composição hidratante limpa sem agredir a pele do seu cãozinho e repõe nutrientes e vitaminas necessárias para o equilíbrio da pele. A linha Bris conta com shampoos, sprays hidratantes e o Sérum (exclusivo para animais de pele mais ressecadas). Peça orientação ao veterinário que acompanha seu pet para decidir qual seria a opção mais adequada para seu filho: Linha Bris Equilíbrio Pele Seca ou Linha Bris Equilíbrio Pele Oleosa.

A leishmaniose visceral, mais conhecida como Calazar, é uma doença infecciosa transmitida tanto aos cães quanto aos seres humanos através da picada de um mosquito flebótomo, popularmente conhecido como mosquito-palha.

 

No Brasil, a leishmaniose visceral é um importante problema de saúde pública, não apenas em áreas rurais, mas também urbanas, e está presente em todas as regiões do país. De acordo com dados do Ministério da Saúde, em média, cerca de 3.500 casos humanos de leishmaniose visceral são notificados anualmente no Brasil, sendo que aproximadamente 70% estão concentrados na região nordeste (Brasileish, 2018).

 

A leishmaniose é uma doença vetorial, transmitida somente através da picada do mosquito-palha, não havendo transmissão ou contágio do cão para o homem ou vice-versa.

 

O mosquito-palha se torna infectado com o parasita causador da leishmaniose quando ele pica um cão ou um ser humano que possui a doença, sendo assim, ele irá adquirir a larva do parasita causador da leishmaniose através do sangue desse hospedeiro infectado. Essa larva irá passar por transformações no intestino do mosquito e irá migrar para seu aparelho sugador, sendo transmitida para um novo hospedeiro quando o mosquito-palha se alimentar novamente. Esse novo hospedeiro poderá ser um cão ou um ser humano.

 

Ao contrário do mosquito da dengue, as larvas do mosquito-palha se alimentam de matéria orgânica, como lixo doméstico (restos de comida), frutos apodrecidos, folhas de árvores, vegetais em decomposição e fezes de animais. E os ovos do mosquito-palha são colocados em locais sombreados e úmidos e que tenham fonte de alimentação para as larvas que eclodirão.

 

O mosquito-palha sai de seu abrigo e apresenta maior atividade nos horários mais frescos do dia, como ao anoitecer e durante a noite. Portanto em áreas endêmicas da leishmaniose, passeios com os cães no final da tarde e à noite devem ser evitados.

 

Os sinais clínicos da leishmaniose podem variar, ou seja, não são específicos da doença. Além disso, os animais podem estar infectados, mas sem sintomas clínicos. No entanto, quando manifestados, os indícios da leishmaniose visceral canina são característicos: vômito, fraqueza, emagrecimento, acentuada queda de pelos, feridas de difícil cicatrização no focinho, orelhas e patas e um crescimento anormal das unhas.

 

O diagnóstico clínico da leishmaniose visceral deve ser realizado com base nos exames físico e laboratorial, visto que como não existem sinais específicos da doença só o diagnóstico clínico não é um método preciso. Sendo assim, caso o médico-veterinário sugira a realização de um teste para diagnóstico da leishmaniose, aceite fazer.

 

O tratamento da leishmaniose canina deve ser realizado com protocolos que produzam melhora clínica e redução da carga parasitária, visto que não existe cura parasitológica para a doença. A única droga leishmanicida aprovada para o tratamento da  doença em cães é a miltefosina (MAPA, 2016). Com o tratamento, o animal infectado pode viver por muitos anos e com qualidade de vida. Além disso, todos os animais em tratamento devem utilizar inseticidas tópicos com propriedade repelente, a fim de minimizar o risco de transmissão.

 

A principal forma de prevenção da infecção por leishmaniose em cães é através do uso de inseticidas tópicos com propriedade repelente. Atualmente existem estudos e dados suficientes para sustentar que o uso de coleiras em cães contra o mosquito-palha é um dos métodos mais efetivos no combate à leishmaniose visceral, trazendo impactos positivos não apenas por manter os cães livres da doença, como também auxiliando no controle da população do flebotomíneo. Além da coleira, a vacina em animais soronegativos também é importante, porém ela não evita que os mosquitos piquem ou que a doença seja transmitida: sua atuação é evitar que o animal desenvolva a doença.

 

Além do uso da coleira nos animais, deve-se realizar o manejo ambiental, por meio de limpeza de quintais, terrenos e praças públicas removendo lixo, fezes, folhas e frutas em decomposição, instalar telas nas portas e janelas e utilizar inseticidas ambientais também contribuem para o combate ao mosquito-palha.

 

A principal forma de transmissão da doença é através da picada de flebotomíneos, ou seja, do mosquito-palha infectado, porém há outras formas de transmissão, como através da transfusão sanguínea e sêmen de cães infectados, contaminando as fêmeas e seus filhotes. Portanto a castração de animais errantes ou animais domiciliados infectados nas áreas endêmicas também é uma medida preventiva importante.

 

A Ourofino tem em sua linha de produtos a Coleira Leevre, uma coleira ectoparasiticida que tem como ativos a Deltametrina 4% e Propoxur 12%.

Leevre é indicada para auxiliar no controle da leishmaniose, pois possui efeito inseticida e repelente contra o mosquito-palha, sendo uma forma mais eficiente de evitar um maior número de casos e agindo na mortalidade dos vetores. Além de prevenir a transmissão da leishmaniose, a Leevre combate e controla os carrapatos e pulgas dos cães. O período ideal de troca da coleira Leevre é a cada 6 meses.

 

Saiba mais em https://ourofino.com/leevredapicada/.

Referências : Diretrizes para o diagnóstico, estadiamento, tratamento e prevenção da Leishmaniose Canina.

 

O médico veterinário possui diversas áreas de atuação, o que o torna um profissional de extrema importância para a sociedade. A posse responsável de cães, gatos e outros animais, inclui o acompanhamento de um médico-veterinário para atender tanto a emergência como a rotina clínica dos animais. Além disso, o médico-veterinário é muito importante para a saúde pública, pois estabelece a profilaxia das doenças de animais transmissíveis ao homem, as chamadas zoonoses. A OMS (Organização Mundial da Saúde) tem ressaltado a importância da participação do médico-veterinário no planejamento e avaliação das medidas preventivas e de controle adotadas pelas equipes de Saúde Pública (WORLD HEALTH ORGANIZATION, 2002).

 

Além disso, o médico-veterinário tem muitas ações importantes em prol da sociedade, como valor na indústria, na cirurgia veterinária, na clinica veterinária, na veterinária preventiva, na produção de alimentos, no frigorífico, no campo, na pesquisa, entre outros.

Esses profissionais têm a responsabilidade de orientar e explicar o cotidiano e a rotina de cada animal, cuidando adequadamente suas necessidades individuais e particulares, de acordo com idade e espécie.

 

Os exames preventivos de rotina, vacinações, vermifugações, cuidado com o controle de ectoparasitas (carrapatos e pulgas), correta orientação a respeito de zoonoses (doenças transmitidas do animal para o homem) como a leishmaniose, raiva, leptospirose e atendimentos regulares, fazem parte da rotina do profissional.

 

Atualmente, para o controle de ectoparasitas nos pets, existem diversos produtos disponíveis no mercado. É importante buscar orientação do médico-veterinário, pois ele é o profissional adequado para sugerir a melhor solução para seu pet e sua família. A Ourofino conta em sua linha com o Neopet, produto com ação pulicida e carrapaticida, à base de Fipronil, molécula muito utilizada e de eficácia e segurança bastante consagradas. E a Leevre, coleira ectoparasiticida à base de Deltametrina e Propoxur indicada para auxílio na prevenção e controle do vetor da leishmaniose e das infestações de carrapatos e pulgas em cães.

 

O protocolo de vermifugação nos pets deve ser iniciado já nos primeiros quinze a trinta dias de vida, seguindo sempre a recomendação do médico-veterinário. É sempre importante manter em dia a vermifugação de seu pet, mesmo os animais bem cuidados estão expostos a esses inimigos. A Ourofino conta em sua linha com o Top Dog, um vermífugo completo e palatável para cães.

Em casos mais graves, como as doenças, por exemplo, é o médico-veterinário que tem a responsabilidade de conferir as melhores opções de tratamento, como medicações ou cirurgias se for preciso, na expectativa sempre de proporcionar a cura e o bem estar animal.

 

A medicina veterinária é a melhor fonte de informações sobre a saúde do seu animal de estimação, portanto o hábito de levar seu pet para visitas regulares ao veterinário de sua preferência não só garante a saúde dele, como também a saúde de sua família.

Os carrapatos são um problema muito comum na vida dos cães e podem causar desde uma simples coceira até a transmissão de doenças infecciosas graves. Cães de todos os portes, raças e idade estão sujeitos a sofrer com os carrapatos.

 

Os carrapatos são ectoparasitas pertencentes à família Ixodidae e se alimentam de sangue de aves, répteis e mamíferos (como os cães). No Brasil, as espécies mais comuns que afetam os cães são Amblyomma cajennense, também conhecido como carrapato estrela e o Rhipicephalus sanguineus, também conhecido como carrapato marrom ou vermelho dos cães.

Um grande problema ao enfrentar infestações por estes parasitas é que eles são muito resistentes no meio ambiente, podendo sobreviver por meses sem se alimentar.

 

A fêmea adulta chega a depositar no ambiente mais de 3000 ovos; dos ovos, eclodem as larvas dos carrapatos, que irão se alimentar no hospedeiro e voltar para o ambiente, evoluindo para uma fase jovem chamada de ninfa, que também procura o hospedeiro para se alimentar e volta para o ambiente para se tornar adulto.

 

Os danos causados pelos carrapatos acontecem no processo de alimentação destes parasitas. Durante esse processo de alimentação, os carrapatos podem transmitir microrganismos patogênicos juntamente com a saliva, sendo assim, são excelentes carreadores de doenças causadas por bactérias e protozoários, transmitindo estes microrganismos muito facilmente entre os cães e seres humanos. Os gatos também podem se infectar com os carrapatos, porém em menor grau, pois o hábito de autolimpeza destes animais ajuda na remoção dos parasitas.

 

A doença mais preocupante que eles causam é a erliquiose, conhecida popularmente como doença do carrapato, que acomete cachorros de todas as raças e idades. A erliquiose canina é uma hemoparasitose, ou seja, atinge o animal através de sua corrente sanguínea. A transmissão dessa doença acontece por meio da picada do carrapato da espécie Rhipicephalus sanguineus, conhecido como carrapato marrom, que esteja infectado pela bactéria Erlichia sp. Os cães com erliquiose canina podem apresentar febre, perda de apetite e de peso, manchas na pele, fraqueza muscular, e em alguns casos mais severos sangramentos nasais e vômitos.

 

A febre maculosa, é uma doença transmitida pelo carrapato-estrela, tanto aos pets quanto os seres humanos. Os sintomas são semelhantes entre os animais e as pessoas: febre alta, dor muscular e manchas pelo corpo. A febre maculosa é uma zoonose e a transmissão só acontece caso o carrapato esteja contaminado com o agente responsável.

 

A babesiose canina é causada por um protozoário (Babesia canis), capaz de causar uma infecção dos glóbulos vermelhos dos cães, destruindo-os e levando a uma anemia grave. A doença é transmitida por várias espécies de carrapatos e os sintomas podem aparecer gradualmente, de 1 a 6 semanas depois da picada pelo carrapato infectado. Os sintomas mais observados nos cães são: febre, indisposição, anemia severa, anorexia, urina escura ou com sangue, vômitos.

 

Como na maioria das doenças, a prevenção sempre é o mais indicado. Atualmente, para o controle da infestação nos pets, existem diversos produtos disponíveis no mercado. É importante buscar orientação do médico veterinário, pois ele é o profissional adequado para sugerir a melhor solução para seu pet e sua família. A Ourofino conta em sua linha com o  NEOPet, produto com ação pulicida e carrapaticida, à base de Fipronil, molécula muito utilizada e de eficácia e segurança bastante consagradas. E a Leevre, coleira ectoparasiticida à base de Deltametrina e Propoxur indicada para auxílio na prevenção e controle do vetor da leishmaniose e das infestações de carrapatos e pulgas em cães.

 

Lembrando que o controle ambiental também deve ser feito, pois os ectoparasitas adultos que se encontram nos pets representam 5% do total da população, os demais 95% estão no ambiente em forma de ovos, larvas ou ninfas de carrapato. Como parte do ciclo de vida deles acontece no ambiente, ele também deve ser tratado para combater os ectoparasitas indesejáveis.

 

O controle ambiental deve ser feito de acordo com as orientações dadas pelo médico-veterinário ou por empresas de dedetização especializadas no controle de pragas, isso porque a maioria dos produtos inseticidas e acaricidas ambientais podem ser tóxicos para os animais de companhia e para os seres humanos. O intervalo entre as aplicações do tratamento ambiental vai depender de muitos fatores, dentre eles, a densidade da infestação. Portanto, um único tratamento não é efetivo para o controle dos parasitas.

 

A leishmaniose é uma doença que atinge os cães e pode ser transmitida aos seres humanos. Esta zoonose é classificada em dois tipos: a visceral e a tegumentar.

 

A primeira, a visceral, é transmitida pela picada do mosquito-palha e pode demorar meses ou até anos para que a manifestação dos sintomas ocorra. Quando acontece, ela causa lesões de pele e atinge os órgãos internos do animal de companhia, como o fígado, rins e baço. Já no segundo tipo, a leishmaniose tegumentar, quando o cão é contaminado, também apresenta feridas na pele, que costumam atacar as partes com menos pelos e pode evoluir para feridas na mucosa do nariz, garganta e boca.

 

Por isso, é importante que seja feita a prevenção da doença, uma vez que a incidência de casos aumenta a cada ano. Para o controle nos cães, é indicado o uso de coleiras que atuam contra o mosquito-palha no combate à leishmaniose visceral, pois mantém os animais de companhia livres desta zoonose e auxilia no controle da população destes insetos, já que os eliminam.

 

As larvas do mosquito-palha se desenvolvem em matéria orgânica, por esse motivo é importante a limpeza constante dos quintais das casas e a remoção de lixo, fezes, folhas e frutas em decomposição. Além disso, instalar telas nas portas e janelas, e utilizar inseticidas ambientais também contribuem para o combate ao inseto.

 

O contágio também pode ocorrer através do sêmen de cães infectados, contaminando as fêmeas e os filhotes, que já nascem infectados e podem desenvolver os sintomas da doença entre dois meses a oito anos de vida.

 

Para prevenção, a Ourofino possui a Leevre, coleira ectoparasiticida à base de Deltametrina 4% e Propoxur 12%, com alta eficácia repelente e inseticida frente ao mosquito-palha transmissor da leishmaniose. Além disso, ela também combate e controla os carrapatos dos cães por até seis meses e pulgas por nove meses.

 

Ainda, para estimular, entre tutores e médicos-veterinários, a importância da prevenção e controle da Leishmaniose, a empresa iniciou este mês a campanha #LivredaPicada, que traz informações sobre a doença, dados sobre seu avanço e também contempla a distribuição de materiais informativos em clínicas e hospitais veterinários.

 

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