É possível que cães e gatos fiquem estressados? Sim, é comum que os pets fiquem estressados em certas situações.

O estresse pode ser causado por diversos fatores, como mudanças no ambiente, falta de socialização, separação de seus donos, barulhos altos, visitas ao veterinário e entre outros.

 

Reconhecer os sinais de estresse em seu cachorro é importante para poder ajudá-lo.

Sinais de estresse em cachorros:

 

  • Tremor ou abanar da cauda rápido;
  • Ofegar excessivamente;
  • Vocalizar de forma anormal (latir ou uivar mais do que o usual);
  • Esconder-se ou tentar fugir;
  • Agir de forma agressiva ou destrutiva;
  • Ficar inquieto, andar em círculos ou não conseguir ficar parado;
  • Perda de apetite ou falta de interesse em atividades que normalmente gostava.

 

Os felinos também podem ser afetados emocionalmente por mudanças súbitas no seu meio ambiente e/ou rotina, pois são animais sensíveis e particularmente vulneráveis aos efeitos do estresse.

Sinais de estresse em gatos:

 

  • Mudanças no comportamento, como se esconder ou se tornar mais recluso;
  • Marcação de território com urina;
  • Arranhões em locais inadequados;
  • Lambedura compulsiva;
  • Agressão, bufar ou atacar;
  • Mudanças na alimentação, como falta de apetite ou compulsão alimentar.

 

Agora que consegue identificar os sinais de estresse do seu pet, separamos algumas estratégias que pode ajudar os seu pet a melhorar a sensação.

 

1- Rotina e ambiente seguro

Alterações na rotina diária, como horários de alimentação ou brincadeiras, podem ser fontes de estresse para os gatos, sendo assim indicamos que mantenha uma rotina estável e previsível.

É importante criar também um ambiente seguro e tranquilo para o seu pet. Forneça uma área onde ele possa se retirar, se esconder e se sentir protegido quando estiver estressado.

Além disso, vale lembrar que mudanças na disposição dos móveis, renovações em casa ou introdução de novos objetos podem causar estresse em gatos.

2- Socialização gradual

Se o seu cachorro é tímido ou não está acostumado com algumas situações, trabalhe na socialização gradualmente, expondo-o a estímulos de forma controlada e positiva.

Gatos são animais territoriais e podem ficar estressados se não tiverem a oportunidade de se socializar adequadamente com outros animais ou pessoas.

3- Exercício e enriquecimento

Certifique-se de que seu cachorro ou gato esteja recebendo estímulos adequados para se manterem mental e fisicamente saudáveis.

Passeios regulares, brincadeiras e brinquedos interativos podem ajudar a liberar energia e reduzir o estresse no caso dos cães.

Gatos sentem falta de brinquedos, arranhadores, locais para escalada e áreas seguras para se esconder e aliviarem o estresse.

 

4- Técnicas de relaxamento

Considere o uso de técnicas de relaxamento, como massagem suave, música calma ou aromaterapia. Essas técnicas podem ajudar a acalmar o seu cachorro.

 

5- Consulta veterinária

Se o estresse do seu pet persistir ou piorar, é sempre recomendável consultar um veterinário.

Eles podem avaliar a situação e, se necessário, recomendar medidas adicionais, como terapia comportamental, suplementos ou medicamentos.

Já que muitos podem inclusive apresentar estresse e ansiedade com a própria consulta.

 

6- Suplementos anti-estresse

Existem vários suplementos que podem ajudar a reduzir o medo e a ansiedade nos pets, os resultados podem variar o tempo de ação, mas irão contribuir para essas necessidades específicas.

Os suplementos Seren Snacks para cães e Seren para cães e gatos promovem a sensação de relaxamento e bem-estar sendo úteis para pets ansiosos ou estressados.

 

Lembre-se de que cada cachorro ou gato responde de maneira diferente às estratégias de redução de estresse. Por isso é importante observar e entender o comportamento do seu pet, para melhor ajudá-los a lidar com o estresse.

Com paciência, ambiente seguro e amor é possível lidar com o pet estressado!

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No verão as temperaturas se elevam e consequentemente aumenta a umidade do ar por conta do volume de chuvas desta época, por esse motivo a saúde e o bem-estar dos pets merecem atenção, uma vez que as mudanças climáticas favorecem a reprodução e a eclosão de ovos de ectoparasitas (pulgas e carrapatos).

 

Com isso, a frequência de passeios com os pets em praças, parques e praias aumenta e favorece o contato com os ectoparasitas presentes no ambiente, além de trazer mais chances de contaminação dos nossos amigos por vermes.

Dentre eles está o Toxocara canis, nematódeo da família Ascaridae, de até 10 centímetros de comprimento, que parasita, geralmente, cães e gatos. Os ovos de T. canis são eliminados junto às fezes no ambiente em que ocorre o desenvolvimento até a forma infectante, em aproximadamente 10 dias.

 

A transmissão acontece pela passagem transplacentária de larvas que se encontram encistadas nos tecidos das cadelas prenhes, sendo que aproximadamente 80% dos cães com menos de seis semanas de idade possuem exemplares de Toxocara em seus intestinos.

 

Os sinais clínicos causados por este verme são o aumento de volume abdominal, retardo de crescimento, diarreia, além de tosse, aumento da frequência respiratória e corrimento nasal espumoso em casos de migração de larvas para os pulmões. Já os vermes adultos no intestino, podem gerar oclusão do lúmen intestinal, levando à morte por obstrução e perfuração intestinal. O diagnóstico é feito por meio de exame de fezes, por isso é importante o acompanhamento frequente do médico-veterinário.

 

Além disso, também se destaca o Dipylidium caninum, verme intestinal de cães que apresenta como hospedeiro intermediário a pulga Ctenocephalides felis. Os sinais clínicos mais comuns são diarreia mucosa e coceira anal.

 

Dentre os protozoários parasitas de cães, a Giardia duodenalis é a única espécie encontrada na maioria dos mamíferos e em seres humanos. A transmissão dela nos animais de companhia acontece por meio da ingestão de cistos, ou seja, ovos de protozoários que foram eliminados nas fezes dos pets infectados e que estão presentes no ambiente, na água, nos alimentos ou ainda pela ingestão de cistos aderidos à pelagem.

 

A maior prevalência das infecções por Giárdia ocorre entre os animais de companhia jovens, sem resistência imunológica e, principalmente, naqueles que vivem em ambientes confinados, em instalações com falta de higiene e com superlotação.

Os sinais clínicos desta doença são diarreia com odor fétido, presença de muco, estrias de sangue, falta de apetite e desidratação. O diagnóstico da giardíase deve ser baseado no histórico clínico do pet, na sintomatologia e na detecção de oocistos do parasita por meio de exame de fezes.

 

A prevenção desta enfermidade é baseada na manutenção de boas condições de saúde dos animais de companhia. Por isso, é fundamental a realização de programas periódicos de vermifugação e medidas para a limpeza e desinfecção do ambiente, com o objetivo de reduzir a carga ambiental de cistos.

 

Portanto, deve ser feita a remoção das fezes e de toda a matéria orgânica do local, seguida pela desinfecção das superfícies com o uso de produtos à base de amônia quaternária, como o cloreto de benzalcônio, ativo que atua na inativação dos cistos no ambiente impedindo assim a reinfecção dos pets. Para o protocolo completo do tratamento da giardíase, a Ourofino conta com o Top Dog, vermífugo palatável indicado para cães, e o Herbalvet T.A., desinfetante à base de cloreto de benzalcônio a 15%. Lembre-se de consultar sempre um médico-veterinário e de seguir as recomendações de bula.