Você sabia que a pele é o maior órgão do corpo dos cães? Ela funciona como uma verdadeira armadura, protegendo contra agentes externos, ajudando a manter a temperatura corporal e refletindo a saúde geral do seu pet. Por isso, merece atenção especial no dia a dia.
Quando se preocupar com a pele do seu peludo?
Coceira frequente, vermelhidão, feridinhas espalhadas pelo corpo, descamação, mau cheiro e queda excessiva de pela são sinais de alerta. Esses sintomas podem estar relacionados a alergias, parasitas, infecções por bactérias ou fungos, alimentação desequilibrada ou até distúrbios hormonais. Quanto mais cedo o tutor buscar ajuda, maiores as chances de uma recuperação rápida e eficaz.
Inclusive, um consenso recente da WSAVA (Associação Mundial de Veterinários de Pequenos Animais) reforça que cuidados dermatológicos são essenciais para garantir a saúde e o bem-estar dos pets.
Como cuidar da pele do seu pet no dia a dia
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Banhos com os produtos certos
A escolha do shampoo é um passo essencial no cuidado com a pele. A pele dos cães pode ser mais seca ou mais oleosa, e cada uma exige um cuidado específico.
Para cães com pele ressecada, sensível ou que apresentam descamações, a linha Bris Pele Seca, da Ourofino, é ideal. Com ingredientes hidratantes, ela ajuda a restaurar a barreira natural da pele.
Já para pets com pele oleosa, excesso de secreção ou tendência à proliferação de microoorganismos, a linha Bris Pele Oleosa ajuda no controle da oleosidade sem agredir a pele.
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Alimentação balanceada e suplementação
Uma dieta balanceada é essencial para a saúde da pele e dos pelos. E, em muitos casos de problemas de pele, um suplemento pode fazer toda a diferença! Por exemplo, o Plenipil, da Ourofino, é um suplemento alimentar desenvolvido especialmente para cuidar da pele e dos pelos dos pets. Ele contém altas concentrações de Ômega 3 (EPA e DHA) — derivados de peixes de águas frias — e o probiótico Lactobacillus rhamnosus, que juntos ajudam a manter a pele mais saudável e resistente, favorecendo o crescimento de pelos mais fortes, macios e brilhantes. Além disso ele pode ser usado em todas as fases da vida, sendo um grande aliado ao bem-estar e qualidade de vida do seu pet.
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Controle de pulgas e carrapatos
Esses parasitas não só podem transmitir doenças como também pode causar muito incômodo como coceira, irritação da pele e alergias. Para isso, a Ourofino conta com uma linha de prevenção:
Banni e Neopet: pipetas de fácil aplicação que ajudam no controle de carrapatos e pulgas.
Coleira Leevre: proteção prolongada contra pulgas, carrapatos e inclusive ajuda na repelência contra o mosquito transmissor da leishmaniose.
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Hidratação extra e proteção
Além dos shampoos, a linha Bris conta com Sprays hidratantes e Sérum, ideais para áreas ressecadas ou sensibilizadas da pele. Eles nutrem e ajudam na recuperação da barreira da pele, complementando o cuidado diário.
E lembre-se o acompanhamento com o médico-veterinário é imprescindível, pois ele pode te ajudar não somente a identificar possíveis problemas dermatológicos, mas também a te orientar a ajudar a escolher os melhores produtos para os cuidados da pele do seu peludinho.
Amor que se vê na pele
Cuidar da pele do seu cachorrinho é mais do que uma questão de estética — é uma forma de promover saúde, bem-estar e qualidade de vida. Quando a pele está bem, o seu pet se sente mais confortável, feliz e ativo.
Conte sempre com a orientação do médico-veterinário e com os produtos da Ourofino Saúde Animal, como as linhas Bris, Plenipil, Banni, Neopet e Leevre — pensados especialmente para cuidar do seu pet com confiança e carinho.
Precisamos lembrar que os gatos são extremamente higiênicos e conseguimos perceber isso ao conviver com eles. São animais que, normalmente, já sabem onde fazer suas necessidades fisiológicas e tem o hábito de cobri-las, além de se lamberem frequentemente como forma de limpar o seu corpo. Mas quem nunca foi lambido por um gato e sentiu aquela linguinha áspera? A verdade é que a língua dos bichanos é cheia de pequenos cones bem pontudos que tem como uma de suas funções auxiliar na higiene pessoal, fazendo com que tenham predisposição à ingestão dos próprios pelos e consequentemente a formação de bolas de pelos.
Como os felinos têm o hábito de autolimpeza, é comum os pelos serem eliminados pelo sistema digestivo dos animais, mas caso ocorra uma redução da motilidade do intestino podemos ver o que chamamos de bola de pelo através de vômitos. Não queremos que isso aconteça com eles, não é? É possível ainda que elas acabem gerando alguns transtornos para o gatinho em caso de permanência por muito tempo sem ser expelidas, podendo endurecer e formar um tricobenzoar, ou seja, o acúmulo de pelos não digeridos, e que, se agravado, o animal poderá precisar de cirurgia para a remoção.
Outra situação é que muitos tutores não sabem como identificar se aquilo que foi expelido é normal ou se é preciso levá-lo ao médico-veterinário. Caso o bichano esteja vomitando, não esteja se alimentando ou apresentando dificuldades para defecar, sempre o leve ao médico-veterinário de sua confiança, pois somente um profissional terá como identificar se realmente é uma questão de acúmulo de pelos dentro do animal e resolver o caso da melhor forma. Se o gato estiver regurgitando, saindo pelo e um líquido que seja originado do estômago, provavelmente será a famosa bola de pelo.
Existem várias ações que podemos fazer para ajudar a manter a saúde do nosso bichano para evitar que isso não se torne um problema: nos atentar aos sinais mencionados acima, oferecer ração de qualidade que tenha um teor de fibra alto, escovar o animal pelo menos uma vez ao dia, fazer o enriquecimento ambiental para diminuir o estresse e fazer o controle de ectoparasitas (pulgas), pois as pulgas podem fazer com que o gato se mordisque e acabe engolindo uma quantidade de pelos, além de se lamber em excesso.
Para o controle das pulgas do seu gatinho, a Ourofino conta com o NEOPet, produto à base de fipronil a 12,5%, substância segura para o combate destes parasitos e que pode ser utilizado mensalmente. Lembre-se que é importante deixar disponível alguns potinhos de água limpa e fresca, pois eles costumam ser preguiçosos e podem deixar de beber água por causa da distância do bebedouro, isso também pode colaborar para o mau funcionamento do intestino.
Se o seu cachorro está se coçando muito e se mordendo, sinal que pode estar com problemas de pele.
As doenças mais comuns são as causadas por alergias e existem várias maneiras de controlar a coceira e as alergias em cães. Às vezes, você pode fazer certas coisas em casa para prevenir ou aliviar uma coceira leve antes que ocorra uma infecção. Já em outros casos, você precisará consultar o seu veterinário.
Deixar de controlar as alergias do seu cão pode levar a outros problemas, como perda de pelos e infecções de pele. Separamos 5 dicas de como ajudar a controlar alergias em cães.
1 – Fale com o seu veterinário
Ligue para o veterinário do pet logo nos primeiros sinais de coceira. Em alguns casos, ele pode dar alguma recomendação inicial antes de realizar a consulta. Mas se a coceira continuar ou você notar queda de pelo, vermelhidão, irritação ou descamação, leve seu pet o quanto antes para a avaliação do profissional.
Se for diagnosticada uma alergia, o médico-veterinário do seu pet fará algumas recomendações que devem ser seguidas fielmente para evitar que os problemas voltem. Casos leves a moderados podem ser tratados com medicamentos para aliviar a coceira e, possivelmente, produtos para a higienização e hidratação da pele do seu doguinho. Ah, mas se ele tiver pulgas e/ou carrapatos é necessária a eliminação destes inimigos da pele, pois essa pode ser a causa da alergia do seu cãozinho.
Cumpra as recomendações de medicamento, via de aplicação, frequência e duração do tratamento que o veterinário do seu pet prescreveu e retorne para consultas de acompanhamento conforme recomendado.
2 – Previna seu pet de pulgas e carrapatos
Bom, você já viu que pulgas e carrapatos podem estar causando alergia ao seu pet. Por isso, todos os cães devem fazer uma prevenção eficaz contra pulgas e carrapatos o ano todo. Para alérgicos, a prevenção é ainda mais importante. Os cachorros com alergia a picada destes ectoparasitos (que quer dizer parasitas externos) podem reagir a poucas picadas, sendo que quanto mais, a reação alérgica será ainda mais séria. Muitas vezes nós nem conseguiremos ver estes parasitas no cão, pois eles podem mastigá-los devido a coceira gerada.
3 – Dê banho no seu cachorro regularmente
Para pets alérgicos a rotina de banhos pode ser numa frequência até maior que semanal, desde que tenha sido estabelecida pelo médico-veterinário. Na frequência de uma a duas vezes por semana, utilize shampoos suaves com formulação hidratante, feitos especialmente para pets. Produtos de pele com componentes hidratantes como aloe vera, fitoesfingosina, vitaminas farão muito bem para a pele do seu “aumigo”. Também podem ser utilizados produtos como sérum e spray hidratante para combater a desidratação e descamação da pele.
Seu veterinário pode prescrever um shampoo medicamentoso para problemas de pele mais graves. Ao dar banho no seu peludo, não se esqueça de verificar e limpar as orelhas, pois são áreas que costumam apresentar infecções secundárias em pets com alergias.
4 – Escolha a comida certa
Alimente seu cão com uma dieta de alta qualidade feita com ingredientes saudáveis. Isso pode significar coisas diferentes para cães diferentes. Assim como acontece com os humanos, a qualidade dos ingredientes que se ingere pode realmente afetar a saúde geral do seu amigo de quatro patas. Se houver suspeita de alergia alimentar, seu veterinário pode recomendar uma mudança na dieta. Isso geralmente envolve uma dieta com ingredientes limitados e especiais com uma nova proteína (como peixe, pato, carne de veado, etc.). Frango e carne são responsáveis pela maior parte das alergias alimentares nos cães.
5 – Escolha a cama ideal
Considere comprar camas de espuma para cães, pois são menos propensas a abrigar alérgenos comuns, como os ácaros. Substitua as camas dos cães anualmente, independentemente do material. Em caso de alergia ambiental, lave as colchas dos cães semanalmente com um detergente sem fragrância e corante. Coloque um forro hipoalergênico em camas para animais de companhia.
Soluções Ourofino
Pensando em ajudar a diminuir a coceira do seu doguinho, a Ourofino conta com diversos produtos. Para o controle de pulgas e carrapatos contamos com a coleira Leevre e a pipeta NEOPet. Os dois produtos auxiliam no controle de pulgas e carrapatos. Além disso, a coleira Leevre ainda repele o mosquito-palha que transmite a Leishmaniose. É importante lembrar que estes parasitas ficam a maior parte do tempo no ambiente e não no seu pet, com isso só utilizar produtos no seu peludo não será suficiente para eliminar completamente os parasitas. Se ficou curioso para ter mais informações de como controlar pulgas e carrapatos acesso aqui.
Para os banhos do seu peludo, a Ourofino conta com a Linha Bris, com composição hidratante limpa sem agredir a pele do seu cãozinho e repõe nutrientes e vitaminas necessárias para o equilíbrio da pele. A linha Bris conta com shampoos, sprays hidratantes e o Sérum (exclusivo para animais de pele mais ressecadas). Peça orientação ao veterinário que acompanha seu pet para decidir qual seria a opção mais adequada para seu filho: Linha Bris Equilíbrio Pele Seca ou Linha Bris Equilíbrio Pele Oleosa.

O médico veterinário possui diversas áreas de atuação, o que o torna um profissional de extrema importância para a sociedade. A posse responsável de cães, gatos e outros animais, inclui o acompanhamento de um médico-veterinário para atender tanto a emergência como a rotina clínica dos animais. Além disso, o médico-veterinário é muito importante para a saúde pública, pois estabelece a profilaxia das doenças de animais transmissíveis ao homem, as chamadas zoonoses. A OMS (Organização Mundial da Saúde) tem ressaltado a importância da participação do médico-veterinário no planejamento e avaliação das medidas preventivas e de controle adotadas pelas equipes de Saúde Pública (WORLD HEALTH ORGANIZATION, 2002).
Além disso, o médico-veterinário tem muitas ações importantes em prol da sociedade, como valor na indústria, na cirurgia veterinária, na clinica veterinária, na veterinária preventiva, na produção de alimentos, no frigorífico, no campo, na pesquisa, entre outros.
Esses profissionais têm a responsabilidade de orientar e explicar o cotidiano e a rotina de cada animal, cuidando adequadamente suas necessidades individuais e particulares, de acordo com idade e espécie.
Os exames preventivos de rotina, vacinações, vermifugações, cuidado com o controle de ectoparasitas (carrapatos e pulgas), correta orientação a respeito de zoonoses (doenças transmitidas do animal para o homem) como a leishmaniose, raiva, leptospirose e atendimentos regulares, fazem parte da rotina do profissional.
Atualmente, para o controle de ectoparasitas nos pets, existem diversos produtos disponíveis no mercado. É importante buscar orientação do médico-veterinário, pois ele é o profissional adequado para sugerir a melhor solução para seu pet e sua família. A Ourofino conta em sua linha com o Neopet, produto com ação pulicida e carrapaticida, à base de Fipronil, molécula muito utilizada e de eficácia e segurança bastante consagradas. E a Leevre, coleira ectoparasiticida à base de Deltametrina e Propoxur indicada para auxílio na prevenção e controle do vetor da leishmaniose e das infestações de carrapatos e pulgas em cães.
O protocolo de vermifugação nos pets deve ser iniciado já nos primeiros quinze a trinta dias de vida, seguindo sempre a recomendação do médico-veterinário. É sempre importante manter em dia a vermifugação de seu pet, mesmo os animais bem cuidados estão expostos a esses inimigos. A Ourofino conta em sua linha com o Top Dog, um vermífugo completo e palatável para cães.
Em casos mais graves, como as doenças, por exemplo, é o médico-veterinário que tem a responsabilidade de conferir as melhores opções de tratamento, como medicações ou cirurgias se for preciso, na expectativa sempre de proporcionar a cura e o bem estar animal.
A medicina veterinária é a melhor fonte de informações sobre a saúde do seu animal de estimação, portanto o hábito de levar seu pet para visitas regulares ao veterinário de sua preferência não só garante a saúde dele, como também a saúde de sua família.
Os carrapatos são um problema muito comum na vida dos cães e podem causar desde uma simples coceira até a transmissão de doenças infecciosas graves. Cães de todos os portes, raças e idade estão sujeitos a sofrer com os carrapatos.
Os carrapatos são ectoparasitas pertencentes à família Ixodidae e se alimentam de sangue de aves, répteis e mamíferos (como os cães). No Brasil, as espécies mais comuns que afetam os cães são Amblyomma cajennense, também conhecido como carrapato estrela e o Rhipicephalus sanguineus, também conhecido como carrapato marrom ou vermelho dos cães.
Um grande problema ao enfrentar infestações por estes parasitas é que eles são muito resistentes no meio ambiente, podendo sobreviver por meses sem se alimentar.
A fêmea adulta chega a depositar no ambiente mais de 3000 ovos; dos ovos, eclodem as larvas dos carrapatos, que irão se alimentar no hospedeiro e voltar para o ambiente, evoluindo para uma fase jovem chamada de ninfa, que também procura o hospedeiro para se alimentar e volta para o ambiente para se tornar adulto.
Os danos causados pelos carrapatos acontecem no processo de alimentação destes parasitas. Durante esse processo de alimentação, os carrapatos podem transmitir microrganismos patogênicos juntamente com a saliva, sendo assim, são excelentes carreadores de doenças causadas por bactérias e protozoários, transmitindo estes microrganismos muito facilmente entre os cães e seres humanos. Os gatos também podem se infectar com os carrapatos, porém em menor grau, pois o hábito de autolimpeza destes animais ajuda na remoção dos parasitas.
A doença mais preocupante que eles causam é a erliquiose, conhecida popularmente como doença do carrapato, que acomete cachorros de todas as raças e idades. A erliquiose canina é uma hemoparasitose, ou seja, atinge o animal através de sua corrente sanguínea. A transmissão dessa doença acontece por meio da picada do carrapato da espécie Rhipicephalus sanguineus, conhecido como carrapato marrom, que esteja infectado pela bactéria Erlichia sp. Os cães com erliquiose canina podem apresentar febre, perda de apetite e de peso, manchas na pele, fraqueza muscular, e em alguns casos mais severos sangramentos nasais e vômitos.
A febre maculosa, é uma doença transmitida pelo carrapato-estrela, tanto aos pets quanto os seres humanos. Os sintomas são semelhantes entre os animais e as pessoas: febre alta, dor muscular e manchas pelo corpo. A febre maculosa é uma zoonose e a transmissão só acontece caso o carrapato esteja contaminado com o agente responsável.
A babesiose canina é causada por um protozoário (Babesia canis), capaz de causar uma infecção dos glóbulos vermelhos dos cães, destruindo-os e levando a uma anemia grave. A doença é transmitida por várias espécies de carrapatos e os sintomas podem aparecer gradualmente, de 1 a 6 semanas depois da picada pelo carrapato infectado. Os sintomas mais observados nos cães são: febre, indisposição, anemia severa, anorexia, urina escura ou com sangue, vômitos.
Como na maioria das doenças, a prevenção sempre é o mais indicado. Atualmente, para o controle da infestação nos pets, existem diversos produtos disponíveis no mercado. É importante buscar orientação do médico veterinário, pois ele é o profissional adequado para sugerir a melhor solução para seu pet e sua família. A Ourofino conta em sua linha com o NEOPet, produto com ação pulicida e carrapaticida, à base de Fipronil, molécula muito utilizada e de eficácia e segurança bastante consagradas. E a Leevre, coleira ectoparasiticida à base de Deltametrina e Propoxur indicada para auxílio na prevenção e controle do vetor da leishmaniose e das infestações de carrapatos e pulgas em cães.
Lembrando que o controle ambiental também deve ser feito, pois os ectoparasitas adultos que se encontram nos pets representam 5% do total da população, os demais 95% estão no ambiente em forma de ovos, larvas ou ninfas de carrapato. Como parte do ciclo de vida deles acontece no ambiente, ele também deve ser tratado para combater os ectoparasitas indesejáveis.
O controle ambiental deve ser feito de acordo com as orientações dadas pelo médico-veterinário ou por empresas de dedetização especializadas no controle de pragas, isso porque a maioria dos produtos inseticidas e acaricidas ambientais podem ser tóxicos para os animais de companhia e para os seres humanos. O intervalo entre as aplicações do tratamento ambiental vai depender de muitos fatores, dentre eles, a densidade da infestação. Portanto, um único tratamento não é efetivo para o controle dos parasitas.

A DAPE, dermatite alérgica à picada de pulgas e carrapatos, é caracterizada por uma resposta imunológica exacerbada à presença de alérgenos que ficam na saliva destes parasitas. Nas pulgas, a espécie que causa problemas com maior frequência é a Ctenocephalides felis felis, identificada em 92% das infestações caninas e em 99% das felinas. Já entre os carrapatos, o Rhipicephalus sanguineus é o mais presente nas infestações de pets que vivem em regiões urbanas.
Com sintomas clínicos intensos, os quadros desta doença incomodam os animais de companhia e acarretam lesões de pele que desencadeiam infecções, principalmente por bactérias. O sinal clínico mais comum é o prurido, ou seja, a coceira com intensidades que variam entre moderada e intensa e ocasionam o desenvolvimento de lesões secundárias, como: escoriações, feridas com secreção sanguinolenta e crostas que podem evoluir para alopecia (áreas sem pelos).
Para tentar aliviar a coceira, o pet geralmente se esfrega em superfícies e costuma lamber a região com intensidade. Os locais mais acometidos por esta dermatite são: cauda, ânus, região dorsal, coxas, abdômen e pescoço.
Para o tratamento, é preciso eliminar a exposição ao alérgeno. Por isso, é importante que seja feito o controle efetivo da infestação das pulgas e carrapatos no animal de companhia e no ambiente, associado ao tratamento sintomático do paciente com medicamentos que diminuam a reação de hipersensibilidade. Ainda, quando diagnosticada uma dermatopatia por infecção secundária a DAPE, ela também deverá ser tratada com o uso de antibióticos adequados.
A eliminação das pulgas e carrapatos é de extrema importância para o tratamento da doença, por isso, para que haja a eficiência desta eliminação, medidas físicas e/ou químicas devem ser incorporadas ao próprio pet, aos coabitantes e ao ambiente. O controle da DAPE também deve incluir o tratamento etiológico e sintomático do animal afetado e dos demais pets contactantes, assim como a descontaminação do ambiente (interno e/ou externo) frequentado pelo hospedeiro, com o objetivo de prevenir novas infestações.
Para exterminar as pulgas e os carrapatos dos pets, é preciso conhecer o ciclo de vida destes ectoparasitas para ajudar a mantê-los protegidos por mais tempo.
Os ectoparasitas adultos que se encontram nos animais de companhia representam apenas 5% do total da população, os demais 95% estão no ambiente em forma de ovos ou larvas de pulgas, ou ovos, larvas ou ninfas de carrapato. Como parte do ciclo de vida deles acontece no ambiente, ele também deve ser tratado para combater os ectoparasitas indesejáveis.
O controle ambiental deve ser feito de acordo com as orientações dadas pelo médico-veterinário ou por empresas de dedetização especializadas no controle de pragas, isso porque a maioria dos produtos inseticidas e acaricidas ambientais podem ser tóxicos para os animais de companhia e para os seres humanos. O intervalo entre as aplicações do tratamento ambiental vai depender de muitos fatores, dentre eles, a densidade da infestação. Portanto, um único tratamento não é efetivo para o controle dos parasitas.
Para o controle nos pets, a Ourofino conta com o NEOPet, produto com ação pulicida e carrapaticida, de uso tópico à base de Fipronil, e com a Leevre, coleira ectoparasiticida à base de Deltametrina e Propoxur, indicada para o auxílio na prevenção e controle do vetor da leishmaniose e das infestações de carrapatos e pulgas em cães.
Um dos principais cuidados que se deve ter com os pets ainda filhotes é mantê-los livres de infestações de pulgas e carrapatos. Por meio das picadas os parasitas levam o desconforto aos animais devido à coceiras e reações alérgicas, além de atuarem na transmissão de doenças infecciosas e verminoses, prejudicando assim a saúde deles.
Sabemos que a infestação de ectoparasitas se torna mais comum com a chegada do clima mais quente e úmido e, que na maioria das vezes os animais de companhia são infestados em parques, praças e através do contato com outros animais em passeios já nos primeiros meses de vida, levando os parasitas para dentro de casa.
Para o controle dos ectoparasitas, a partir dos 30 dias de idade em cães, a Ourofino conta com o NEOPet, produto de uso tópico que atua por contato, não sendo necessário a picada dos parasitas no animal para que haja a atuação do princípio ativo. NEOPet deve ser utilizado a cada 30 dias com no mínimo três aplicações consecutivas. Para cada peso existe uma apresentação do produto específica.
Tão importante quanto o controle das infestações nos animais, é o combate desses parasitas no ambiente, já que quando nos deparamos com infestações de carrapatos e pulgas em cães e gatos, o que vemos representa apenas uma pequena parcela da população presente no ambiente. Assim, recomenda-se que o local onde o filhote costuma repousar e passar a maior parte do tempo seja frequentemente monitorado, uma vez que a infestação ambiental pode certamente estar presente.
O controle ambiental com inseticidas específicos deve ser feito de acordo com as orientações dadas pelo médico-veterinário ou por empresas especializadas em dedetização. O intervalo entre as aplicações do tratamento ambiental poderá variar de acordo com o nível de infestação e deverá ser realizado frequentemente.
Além dos cuidados com o ambiente e o uso contínuo de produtos ectoparasiticidas em filhotes, que deverá se estender até a fase adulta, manter o animal saudável e nutrido também irá contribuir para o controle de ectoparasitas, pois com o aumento da imunidade a tendência ao aparecimento de infestações permanecerá menor.
A dermatite alérgica é uma doença de pele muito comum nos pets que pode levar à vermelhidão da pele, coceira e, em alguns casos, descamação e feridas. Estima-se que entre 25 e 30% dos animais sofram com alergias, responsáveis pela maior parte das consultas veterinárias.
Muitos são os fatores que levam à condição, como alimentação, herança genética, picadas de ectoparasitas (carrapatos e pulgas), mudanças climáticas, desequilíbrios hormonais, distúrbios imunológicos, entre outros.
Os sintomas da dermatite alérgica são: coceira intensa, perda de pelos, lambedura excessiva no local da alergia, pele com machucados, crostas e inflamações, ouvido inflamado com frequência. Além da coceira de pele, outros sinais de alergia, como espirros frequentes, rinites e olhos lacrimejantes, são observados em alguns casos.
Existem exames específicos para determinar a que substância o animalzinho tem alergia. Lembrando que muitos sintomas podem ser confundidos com os da sarna, por exemplo, por isso é tão importante que o tutor leve seu pet ao veterinário assim que identificar qualquer comportamento estranho.
A escolha de shampoos suaves é uma boa opção para ajudar a controlar os sintomas das dermatites alérgicas. Porém, o tratamento correto deve ser feito pelo veterinário, pois envolve utilização de medicamentos como corticoides, anti-histamínicos e antibióticos que devem ser utilizados com critério. Alimentação, banhos e outros cuidados de higiene, como a limpeza dos ouvidos, também devem ser orientados por este profissional.
Nos casos das dermatites alérgicas causadas pelas picadas de ectoparasitas, a Ourofino tem produtos de uso tópico que atuam nos parasitas por contato como o NEOPet, produto com ação pulicida e carrapaticida à base de fipronil, molécula muito utilizada e de eficácia e segurança bastante consagradas. E a Leevre, coleira ectoparasiticida à base de Deltametrina e Propoxur indicada para auxílio na prevenção e no controle do vetor da leishmaniose e das infestações de carrapatos e pulgas em cães.
Lembrando que é muito importante levar seu pet regularmente ao médico-veterinário, pois só ele pode avaliar corretamente o problema e o tratamento adequado para o seu companheiro.
Foto: IStock