Se você é tutor de cãozinho ou gatinho, é natural se preocupar com a saúde e o bem-estar do seu companheiro peludo. Mas você sabia que assim como os humanos, os pets também podem ser afetados pela artrite?
Artrite é uma condição que causa inflamação nas articulações. Embora muitos pensem que é uma doença exclusiva dos humanos, ela também pode afetar nossos amigos de quatro patas.
Em cães e gatos, a artrite pode ser causada por uma variedade de fatores, incluindo idade, lesões, displasia e até mesmo condições autoimunes.
Sintomas de artrite em pets
Os sintomas da artrite em cães e gatos podem variar, mas alguns sinais comuns incluem:
- Dificuldade em se levantar ou se movimentar, subir escadas.
- Claudicação (mancar).
- Rigidez nas articulações, especialmente após períodos de repouso.
- Inchaço e sensibilidade nas articulações afetadas.
- Mudanças no comportamento, como irritabilidade ou falta de interesse em atividades que costumavam desfrutar.
Fatores de risco da artrite em Cães e Gatos
Vários fatores podem aumentar o risco de um cão ou gato desenvolver artrite, incluindo:
- Idade avançada.
- Raça de grande porte (algumas raças têm maior predisposição a certas condições articulares).
- Obesidade (o excesso de peso coloca mais pressão nas articulações).
- Lesões anteriores nas articulações.
Diagnóstico, tratamento e prevenção
Se você suspeitar que seu pet está sofrendo de artrite, é importante consultar um veterinário para um diagnóstico adequado.
O médico veterinário pode realizar exames físicos, radiografias e outros testes para determinar a extensão do problema.
O tratamento para artrite em pets pode incluir medicamentos para aliviar a dor e a inflamação, terapias físicas, mudanças na dieta e suplementos articulares a base de UC2 (colágeno não desnaturado), como o Ativi.
Embora a artrite não possa sempre ser prevenida, existem algumas medidas que você pode tomar para ajudar a reduzir o risco de desenvolvimento da doença em seu pet.
Manter um peso saudável através de uma dieta balanceada e exercícios regulares pode ajudar a reduzir a pressão sobre as articulações.
Além disso, evitar lesões e traumas também pode ajudar a proteger as articulações do seu pet.
Resumindo a Artrite
Então sim, cães e gatos podem desenvolver artrite. É importante estar ciente dos sinais clínicos da doença e procurar atendimento de um médico veterinário de confiança se você suspeitar que seu pet está sofrendo.
Muitas vezes o ortopedista é o profissional mais indicado para diagnosticar e realizar o tratamento adequado.
É possível ajudar seu companheiro peludo a viver uma vida mais confortável e ativa, mesmo com artrite.
Se você tem um pet mais velho ou que demonstra sinais de desconforto ao se movimentar, não hesite em marcar uma para avaliação e orientação adequadas.
A saúde e o bem-estar do seu pet são prioridades, e tratando a artrite, você pode ajudar a garantir que ele viva uma vida longa e feliz ao seu lado.
Se este artigo despertou o seu interesse e você quer aprender mais sobre como garantir a saúde articular do seu melhor amigo, não hesite em deixar um comentário e nos acompanhar nas redes sociais, pelo perfil @ourofinopet.
Estamos comprometidos em auxiliar você e seu pet a desfrutarem de uma convivência saudável e feliz!
O inverno é uma época que pede cuidados especiais com os animais de companhia. Com a queda de temperatura, alguns problemas de saúde podem atingir os pets, principalmente as doenças respiratórias. Confira!
Gripe Canina
A gripe canina também conhecida como tosse dos canis (ou traqueobronquite infeciosa canina) é uma enfermidade frequente nesta época do ano, mas que também ocorre nas outras estações. Ela pode ser causada por vírus ou bactérias, e sua transmissão ocorre principalmente por aerossóis de secreções oronasais dos animais de companhia infectados ou por meio de objetos, como vasilhas.
Essa doença ocorre com maior frequência em cachorros que convivem em ambientes em que há aglomerações de animais, por exemplo, nos canis, que é um local propício para a propagação.
A maioria dos pets com traqueobronquite infecciosa apresenta a enfermidade “sem complicações”, autolimitante e sem sinais de doença sistêmica, cujo principal sinal clínico é a tosse rouca, seca ou produtiva, que se agrava com o exercício físico, excitação, pressão da coleira no pescoço ou pela palpação da traqueia.
Em casos mais críticos, a presença de outros sintomas, como o corrimento nasal, ocular, vômito, emagrecimento e febre, podem surgir além do aparecimento de quadros de pneumonia ou broncopneumonia, que levam o animal de companhia a óbito caso não seja tratado.
Um dos maiores desafios para o controle da gripe canina é o manejo de surtos da doença. Neste caso, uma das principais medidas é diminuir a exposição dos pets aos agentes virais e bacterianos.
Para evitar que o cãozinho sofra com a gripe e os problemas que ela causa, a prevenção é o melhor caminho. Sendo elas:
- Fornecer vermifugação regular e não se esquecer de manter sempre a carteirinha de vacinação em dia para manter o pet saudável e menos susceptível as gripes;
- Oferecer ração de boa qualidade, como rações premium ou super premium;
- Exercícios físicos diários para aumentar a imunidade;
- Manter o seu pet sempre hidratado;
- Realizar visitas regulares ao médico-veterinário.
Doenças respiratórias dos felinos
Como diversos fatores podem levar o gato a ter problemas respiratórios, o complexo respiratório dos felinos, pode ser causado mais de um agente: herpesvírus felino; calicivírus felino e pela bactéria Chlamydophila felis.
Acomete principalmente filhotes de gatos que vivem em locais com grande concentração de animais, como em abrigos. As doenças causadas por vírus são responsáveis por cerca de 45% das infecções respiratórias e atinge o trato superior dos gatos. Geralmente se manifesta no primeiro ano de vida e não é transmitida para humanos.
A contaminação se dá pelo contato de um bichano doente com um saudável, através de fluídos como saliva, corrimento nasal ou ocular, considerada bastante contagiosa.
É fácil identificar se o felino apresenta alguma das doenças do complexo respiratório, basta observar se seu gatinho apresenta: espirros, tosse, corrimento nasal e ocular, salivação, febre, apatia, prostração, falta de apetite, conjuntivite e lesões ulceradas na boca.
É necessária a terapia de suporte que deve ser orientada pelo médico-veterinário, mas, além disso, o cuidado oferecido pelo tutor é fundamental para que o bichano consiga combater a doença. Alguns cuidados que os pai e mães de felinos podem fazer são:
- Manter gatinhos novos separados (quarentena) dos antigos gatos da casa até ter certeza que não estão doentes;
- Uma vez que os gatinhos estejam fisicamente bem, levá-los ao veterinário para começar o protocolo vacinal, pois as vacinas felinas protegem contra as doenças do complexo respiratório dos felinos;
- Oferecer ração de boa qualidade, como rações premium ou super premium;
- Oferecer sempre água fresca e limpa;
- Alguns veterinários recomendam suplementos à base de lisina para auxiliar na melhora do sistema imune;
- O uso de medicamentos como antibióticos, anti-inflamatórios somente devem ser utilizados sob prescrição do médico-veterinário.
Doenças articulares
Os cachorros e gatos com problemas articulares precisam de mais atenção em épocas de temperaturas mais baixas, pois a dor intensifica nesse período.
Todo animal idoso tendem a apresentar algum grau de desgaste na cartilagem das articulações e com isso surgimento de inflamação e dor, que costumam aumentar no inverno.
O aumento das dores e incômodos nessas regiões ocorre, pois, estes pets acabam se movimentando menos que o normal, atrapalhando a produção do líquido sinovial que confere a proteção das cartilagens articulares e que é produzido por movimentos leves. Ou seja, ficar parado aumenta as chances do aparecimento de alterações nas articulações. Os problemas articulares em cães e gatos idosos têm sido responsáveis pela queda da qualidade de vida destes animais, principalmente porque geram sintomas como: claudicação (manqueira), insônia, falta de apetite e agressividade.
Para prevenir que a dor mais forte apareça no inverno:
- Realize atividades físicas moderadas diariamente, respeitando os limites do animal;
- Evite subidas, terrenos acidentados e relacionados;
- Evite que o animal sofra quedas ou pule muito alto;
- Certifique-se de que o animal esteja descansando adequadamente;
- Atenção ao piso onde o animal circula, é importante ter atrito ao se locomover. A instabilidade de pisos lisos e escorregadios é perigoso para as articulações;
- Mantenha o animal sempre aquecido, pois os pelos do animal não servem como uma roupa para protegê-lo das baixas temperaturas, e sim como um isolante térmico que evita a perca ou o excesso de calor que o animalzinho irá receber.
Nos últimos anos, tem sido notório o aumento do número de animais geriátricos presentes nos lares. Atualmente, são frequentes os atendimentos na rotina clínica do médico veterinário à cães com 14 ou 15 anos de idade.
Cães são considerados geriátricos a partir de 11 anos para raças pequenas, 10,2 anos para os médios e 8,9 anos para os animais de raças grandes.
Com o envelhecimento, os animais vão sofrendo alterações no organismo influenciadas pela genética, alimentação e ambiente que vivem.
As doenças mais frequentes da senilidade são: distúrbio do sono; distúrbios comportamentais semelhantes à Doença de Alzheimer em humanos; síndrome da função cognitiva; cataratas; insuficiência renal; problemas hepáticos e cardíacos; câncer; problemas dentais; osteoartrites e obesidade.
As doenças periodontais, são muito comuns nos animais idosos, pois assim como as cartilagens, os dentes vão se desgastando com o tempo aumentando as chances de desenvolver problemas. Um dos sintomas mais observados nestes casos é o forte mau-hálito, dificuldade de mastigação, mudanças na alimentação e perda de peso.
A osteoartrite é uma doença que com toda certeza acometerá os animais na sua senilidade, podendo provocar dor intensa das articulações. Aproximadamente 90% dos animais após os 8 anos de idade começam a apresentar sinais das doenças articulares.
Os cães com osteoartrites apresentam dificuldade para andar, rigidez após o repouso ou após o exercício, relutância em executar determinados movimentos, como pular, subir ou descer escadas, mudanças na attitude com pessoas ou na interação com outros animais, inquietude, anorexia e insônia.
Os sinais clinicos de osteoartrite nos gatos diferem dos observados em cães, pois o gato por ser leve e ágil, pode facilmente esconder os sinais clínicos da doença. Nos gatos com osteoartrites normalmente observamos diminuição de atividade, redução da capacidade de salto e um estilo de vida mais reservado.
Não há uma maneira específica e 100% eficaz de evitar as doenças articulares nos pets, uma vez que ocorre em todos os animais um desgaste progressivo das cartilagens, que com o passar do tempo deixam de promover o amortecimento, deixando a ossatura vulnerável, o que provoca dor constante nos animais com osteoartrites.
Os pets com osteoartrite não ficarão curados completamente, portanto o tratamento tem como finalidade controlar a dor e melhorar a qualidade de vida do animal. Sendo assim, o tratamento terá que ser por toda a vida através do uso de condroprotetores, ou seja, sulfato de condroitina e glicosamina e quando há exacerbação da dor, também se indica o uso de anti-inflamatórios, sempre com o acompanhamento e prescrição do medico veterinário.
A Ourofino conta em sua linha com o Condromax Pet, suplemento que apresenta em sua formulação o Sulfato de condroitina A e Glicosamina, que possuem efeitos sinérgicos e complementares para auxiliar no tratamento das Osteoartrites, reduzindo a dor e inflamação articular nestes casos. Além dos glicosaminoglicanos, o Condromax Pet possui em sua formulação os minerais: Cobre, Zinco e Manganês, que são responsáveis por estimular o processo de regeneração articular e ósseo. O Condromax Pet ganhou novo sabor, agora passa a ter sabor carne, para ser ainda mais palatável para o animal.
Os problemas nos rins, podem aparecer em qualquer idade, mas é mais propenso nos idosos.
Nos idosos os rins começam a perder a capacidade de filtrar e eliminar as impurezas/toxinas do organismo. Os sinais são emagrecimento, vômitos, ingestão exagerada de água, perda de apetite e anemia.
Problemas cardíacos
O coração é um órgão muito importante e que precisa de cuidados sempre. Os animais idosos estão propensos a desenvolver problemas cardíacos, principalmente nas válvulas do coração.
Os sinais de cardiopatia observados são: tosse, cansaço além do normal, lingua roxa após excitação e desmaios. Mesmo não apresentando estes sinais, o animal idoso deve ser examinado anualmente.
Câncer / Neoplasias
Com a chegada da velhice, as chances do câncer se desenvolver aumentam consideravelmente, por isso o animal idoso deve ser sempre acompanhado por um médico veterinário pois se o animal for diagnosticado rapidamente, a chances de recuperação são altas.
Obesidade
A obesidade também pode afetar os animais idosos, pois estes animais naturalmente têm um metabolismo mais lento, o que significa que eles precisam de menos energia do que os mais jovens para a sua manutenção. Outro comportamento que também observamos nos idosos, é que eles passam a dormir mais e se exercitar menos, fazendo com que as gordurinhas se acumulem. Aliado a isso, normalmente os tutores não trocam a ração para a senior e continua oferecendo a mesma quantidade de comida sempre. Para evitar essa situação, o exercício físico e as brincadeiras são muito importantes, mas sempre respeitando seus limites e deixando-o descansar. E não esquecer de trocar a ração, pois a senior é feita exatamente para pets idosos e contém menos calorias.

Devido ao estilo de vida dos felinos a osteoartrite já ganhou o status de doença comum entre eles. Aproximadamente 90% dos animais após os 8 anos já começam a apresentar sinais desta doença articular, que infelizmente provoca muito incômodo para o pet, principalmente se ele estiver com sobrepeso. O envelhecimento das articulações do gato, ocasionam um desgaste progressivo das cartilagens, que com o passar do tempo deixam de promover o amortecimento, deixando a ossatura vulnerável, o que provoca dor constante no gato que sofre de osteoartrose.
As regiões mais afetadas pela artrose no gato são as articulações coxofemurais e os cotovelos, no entanto os ombros, a coluna, o calcanhar e os joelhos também podem ser afetados.
O tratamento para um gato que tem osteoartrite pode começar com pequenas mudanças em sua rotina diária, como: caixas de areia com bordas baixas; comedouros e bebedouros elevados; camas macias.
A Osteoartrite é uma doença complexa, de progressão lenta, caracterizada pela degeneração da cartilagem articular e pela formação de “pontas de osso”, denominadas osteófitos, nas margens da articulação. Nestes casos, a administração oral do sulfato de condroitina tem um papel importante na fisiologia da cartilagem articular, pois reduz a dor e aumenta a mobilidade articular.
A Ourofino conta em sua linha com o Condromax Pet, suplemento que apresenta em sua formulação o Sulfato de condroitina A e Glicosamina, que possuem efeitos sinérgicos e complementares para auxiliar no tratamento das Osteoartrites, reduzindo a dor e inflamação articular nestes casos.
Além dos glicosaminoglicanos, o Condromax Pet possui em sua formulação os minerais: Cobre, Zinco e Manganês, que são responsáveis por estimular o processo de regeneração articular e ósseo.
Os problemas articulares não são exclusivos dos seres humanos, acometendo também os cães e gatos com grande frequência. Eles podem acontecer devido ao desgaste normal que os tecidos sofrem com o passar do tempo. O envelhecimento acarreta várias alterações nos sistemas orgânicos dos animais, entre elas observamos o aparecimento das doenças articulares degenerativas (DAD) e a mais comum é a osteoartrite.
A osteoartrite é uma doença degenerativa que ocasiona a destruição da cartilagem articular em vários níveis, podendo causar situações ainda mais graves. A incidência dessa condição é maior em cães do que em gatos, especialmente em animais idosos de raças grandes e gigantes.
Além do envelhecimento, a osteoartrite pode ser causada por obesidade, sedentarismo, traumas, rupturas de ligamento, configurações articulares anormais. Apesar de não haver cura para os animais com osteoartrite, tratamentos farmacológicos com anti-inflamatórios, analgésicos e condroprotetores podem ser utilizados visando reduzir a inflamação, a dor e retardar a progressão da doença. Outras medidas de suporte como a redução de peso dos animais, a prática de exercícios físicos controlados, fisioterapia e adequação nas condições ambientais devem ser realizadas.
As baixas temperaturas favorecem a sensibilidade das articulações, causando dor e desconforto principalmente nos animais idosos. Por isso, é muito importante levar o seu animal de estimação para uma consulta de rotina, buscando a prevenção ou ainda o diagnóstico e tratamento precoce dessa patologia. Também é muito importante ter cuidado especial com o local onde os pets dormem, deixando-o o mais agradável e aconchegante possível, com cobertores e uma cama confortável. Outro cuidado que deve ser tomado é em relação ao piso do local em que o animal vive. O ideal é que não seja escorregadio, pois pode dificultar a adesão das patas ao caminhar, piorando o quadro clínico do animal.
Para o auxílio terapêutico, a Ourofino Pet disponibiliza o Maxicam Plus (associação do anti-inflamatório não esteroide meloxicam ao condroprotetor sulfato de condroitina A), Condromax Pet (suplemento alimentar composto por sulfato de condroitina A, glicosamina e minerais) e Nulli (analgésico oral à base de tramadol).