Mudanças de comportamento em cães e gatos podem ser um dos primeiros sinais de que algo não vai bem com a saúde. Isolamento, irritabilidade, alterações no apetite, sono excessivo, redução da disposição, mudanças nos hábitos de higiene e vocalização mais frequente são alguns dos comportamentos que merecem atenção.

Na rotina clínica de pequenos animais, compreender quando essas alterações começaram e identificar outros sinais associados pode contribuir para a investigação realizada pelo médico-veterinário.

Em resumo: mudanças comportamentais repentinas ou progressivas podem estar relacionadas a fatores físicos, emocionais ou ambientais. Por isso, alterações significativas ou persistentes devem ser avaliadas com atenção.

Por que o comportamento de cães e gatos pode mudar?

Cães e gatos não conseguem comunicar dor ou desconforto da mesma forma que as pessoas. Em muitos casos, uma mudança de comportamento pode ser uma das maneiras pelas quais o animal demonstra que algo está diferente.

Essas alterações podem estar relacionadas à dor, ao estresse ou a diferentes condições de saúde. Fatores emocionais e mudanças no ambiente ou na rotina também podem modificar o comportamento.

Por isso, observar o contexto, a duração e outros sinais associados é importante para compreender melhor cada caso.

Quais mudanças de comportamento em cães e gatos podem ser sinais de alerta?

Algumas alterações são observadas com frequência e podem indicar a necessidade de avaliação veterinária.

1. Isolamento ou menor interação

Um cão ou gato que costumava ser sociável e passa a evitar contato, permanecer escondido ou demonstrar menos interesse por atividades de que antes gostava pode estar apresentando algum tipo de desconforto.

Os gatos podem esconder sinais de dor com maior facilidade, mas cães também podem apresentar mudanças semelhantes de comportamento.

2. Agressividade ou irritabilidade

Dor e desconforto podem tornar o animal mais reativo ao toque, impaciente ou até agressivo.

Problemas articulares, dores musculares, doenças dentárias e outras condições de saúde podem provocar alterações importantes no comportamento do cão ou do gato.

Uma agressividade que surge de forma repentina, portanto, merece atenção.

3. Alterações no apetite

Comer menos, perder o interesse pela alimentação ou apresentar aumento excessivo do apetite pode estar relacionado a diferentes condições de saúde.

Quando a mudança no comportamento alimentar é persistente, é importante investigar sua causa.

4. Sono excessivo ou falta de energia

Cães e gatos podem apresentar dias mais tranquilos. No entanto, redução significativa da disposição, cansaço frequente ou aumento excessivo do período de descanso podem indicar que algo não está bem.

A avaliação deve considerar também se existem outras mudanças na rotina do animal.

5. Mudanças nos hábitos de higiene e eliminação

Nos gatos, deixar de utilizar a caixa de areia ou reduzir os cuidados com a própria higiene pode estar relacionado ao estresse ou a problemas de saúde.

Nos cães, urinar em locais diferentes do habitual ou apresentar mudanças nos hábitos também merece atenção.

6. Vocalização excessiva

Latidos, miados ou choros mais frequentes podem estar associados a desconforto, ansiedade, dor ou alterações cognitivas, especialmente em animais idosos.

Quando a vocalização muda de intensidade ou frequência sem uma causa evidente, é importante avaliar o contexto e outros sinais apresentados pelo animal.

Quais problemas de saúde podem causar mudanças de comportamento em cães e gatos?

Diferentes condições podem se manifestar inicialmente por meio de alterações comportamentais.

Entre as possíveis causas abordadas neste conteúdo estão:

  • dor relacionada a problemas articulares ou musculares;
  • doenças dentárias;
  • doenças renais;
  • alterações hormonais;
  • problemas neurológicos;
  • alterações cognitivas relacionadas ao envelhecimento;
  • problemas gastrointestinais;
  • ansiedade;
  • estresse.

O comportamento, isoladamente, nem sempre permite determinar a causa da alteração. Por isso, a avaliação do histórico e dos demais sinais apresentados pelo animal é fundamental para a investigação veterinária.

Como diferenciar uma mudança de comportamento passageira de um problema de saúde?

Nem toda alteração de comportamento significa necessariamente a presença de uma doença.

Mudanças temporárias podem acontecer após viagens, visitas, alterações no ambiente ou modificações na rotina da família.

Por outro lado, alguns sinais merecem maior atenção, principalmente quando persistem ou aparecem associados a outras alterações:

  • comportamento diferente por mais de alguns dias;
  • perda de apetite;
  • apatia;
  • agressividade repentina;
  • dificuldade de locomoção;
  • alterações urinárias;
  • alterações intestinais;
  • vocalização constante;
  • perda ou ganho de peso sem explicação.

Na presença desses sinais, a orientação de um médico-veterinário é importante.

O que observar diante de uma mudança de comportamento?

Ao investigar uma alteração comportamental em cães ou gatos, é importante identificar quando a mudança começou e verificar se existem outros sinais associados.

Informações sobre a rotina do animal podem contribuir para a investigação veterinária. Entre os aspectos que podem ser observados estão:

  • alimentação;
  • consumo de água;
  • padrão de sono;
  • nível de atividade;
  • hábitos urinários e intestinais;
  • interação com pessoas ou outros animais;
  • mudanças de peso;
  • momento em que o comportamento diferente começou.

O registro dessas alterações pode ajudar o médico-veterinário a compreender melhor a evolução do quadro.

A administração de medicamentos por conta própria deve ser evitada.

Qual é a importância da observação do comportamento na saúde de cães e gatos?

Os responsáveis convivem diariamente com cães e gatos e, por isso, frequentemente são os primeiros a perceber mudanças na rotina ou no comportamento.

Alterações que parecem simples podem ser os primeiros sinais de um problema de saúde. A identificação precoce dessas mudanças favorece a procura por avaliação veterinária e pode contribuir para que a causa seja investigada mais rapidamente.

Observar o comportamento faz parte do acompanhamento da saúde e do bem-estar de cães e gatos.

A Origem do Sphynx

O Sphynx, conhecido como o gato sem pelos, tem uma história fascinante. Em 1966, em Toronto, Canadá, uma mutação genética fez nascer um filhote sem pelos. Essa característica curiosa apareceu novamente em uma segunda ninhada da mesma gata.

 

Embora os primeiros esforços para reproduzir essa mutação tenham falhado, a raça começou a se formar de fato em 1975. Em 1980, dois filhotes sem pelos foram enviados para a Holanda, onde foram cruzados com o Devon Rex, resultando na raça Sphynx como a conhecemos hoje.

O nome “Sphynx” foi inspirado pela semelhança com a esfinge do Egito, e a raça foi oficialmente reconhecida pela Cat Fanciers’ Association em 1988.

 

Cuidados

O Sphynx é facilmente reconhecível pela sua pele nua, que tem uma textura aveludada e quente com rugas marcantes. Apesar da falta de pelos, a pele do Sphynx é de um tom rosado ou preto/acinzentado e produz mais oleosidade, exigindo banhos semanais para manter a saúde da pele.

 

Com um peso médio entre 3,5 e 7 kg, o Sphynx é um gato de tamanho médio, musculoso, com uma estrutura óssea robusta. Sua cabeça tem formato triangular, com grandes olhos e orelhas largas na base e levemente peludas na parte posterior. Suas patas anteriores são mais curtas e arqueadas em relação às posteriores, e a cauda é média e fina, com um tufo na ponta.

 

Embora não tenha pelos, o Sphynx tem uma temperatura corporal cerca de 4°C mais alta que a maioria dos gatos. Importante notar que, apesar de serem uma escolha popular entre alérgicos, a alergia não é apenas causada pelos pelos, mas também pelas descamações da pele. Portanto, o Sphynx não é uma raça totalmente hipoalergênica.

 

Comportamento

O Sphynx é um gato curioso, ativo e extremamente carinhoso. Ele adora brincar e receber atenção, especialmente quando filhote. Inteligente e fácil de treinar, responde bem a desafios e petiscos, mas tenha cuidado com a alimentação para evitar a obesidade, que pode ser uma tendência na raça.

 

Sensível às mudanças climáticas, o Sphynx prefere ambientes internos e não gosta de ficar sozinho. Ele se dá bem com outros animais e crianças e adora estar perto dos seus humanos, muitas vezes buscando um lugar ao lado do seu dono para dormir.

Se você procura um felino afetuoso, sociável e que traz muita alegria, o Sphynx pode ser o companheiro ideal para você.

O amor pelos nossos gatos é incondicional, mas lidar com acidentes de xixi no sofá pode ser uma tarefa desafiadora. Felizmente, com os produtos certos e algumas técnicas eficazes, é possível tirar o odor desagradável e manter seu sofá sem manchas.

Neste guia, vamos explorar como tirar o cheiro de xixi de gato do sofá.

 

Por que o xixi de gato cheira tão forte? 

O cheiro forte do xixi de gato tem algumas razões interessantes. Antes de descobrirmos como tirar cheiro de urina de gato do sofá, é importante entender por que o odor pode ser tão persistente.

 

Os felinos possuem glândulas odoríferas na região genital, o que faz com que o cheiro da urina seja mais forte do que o de outros animais. Além disso, o xixi de gato contém uma alta concentração de ureia, quando quebrada por bactérias, libera amônia, o principal culpado pelo odor forte e desagradável.

Para eliminar o cheiro de xixi de gato do sofá, é importante agir o mais rápido possível!

 

Como tirar o cheiro de xixi de gato do sofá? 

O Enziclim é um produto altamente eficaz desenvolvido pela Ourofino que atua contra odores orgânicos desagradáveis, como: urina, fezes e vômito.  Sua fórmula exclusiva contém enzimas que quebram as moléculas responsáveis pelo odor, neutralizando-as de forma eficaz.

Siga estas dicas:

 

1. Limpeza Inicial

Antes de aplicar o EnziClim, é importante remover o excesso de resíduos orgânicos sólidos ou líquidos com um pano.

 

2. Aplicação do EnziClim

Agite bem o frasco e aplique-o generosamente sobre a área afetada do sofá. Certifique-se de saturar completamente o local para garantir que o produto penetre nas fibras do tecido.

 

3. Tempo de ação

Deixe o EnziClim agir por pelo menos 10 a 15 minutos, permitindo que as enzimas trabalhem na quebra das moléculas de odor.

 

4. Deixe secar naturalmente

Após o tempo de ação, não é preciso remover o excesso de produto e umidade do sofá. Repita a aplicação, se necessário.

Não é indicado utilizar secadores de cabelo ou ventiladores diretamente no local tratado, já que o calor pode impedir a atividade das enzimas.

 

Benefícios do EnziClim 

O Enziclim eficaz contra manchas e odores deixados por resíduos de cães e gatos (urina, fezes e vômito). E o melhor, é indicado para superfícies diversas (piso, tapetes, sofás, entre outras). Além disso é:

 

  • Seguro e não tóxico: Sua fórmula é segura para toda família, livre de componentes químicos tóxicos à saúde
  • Fácil de usar: A aplicação do EnziClim é simples e pronta para uso, proporcionando resultados rápidos e duradouros.
  • Não possui aroma: Protegendo o olfato do seu pet e da sua família.

 

Eliminar o cheiro de xixi de gato do sofá pode parecer uma tarefa desafiadora, mas com os produtos certos e técnicas adequadas, é totalmente possível.  Com o EnziClim da Ourofino, você pode dizer adeus ao cheiro de xixi de gato no sofá e desfrutar de um ambiente doméstico fresco e acolhedor para você e seu felino.

 

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Você decidiu castrar seu cão ou gato, mas agora surge a pergunta: quais são os cuidados essenciais antes e depois da castração?

A castração é um procedimento comum e seguro, mas é importante garantir que seu pet receba os cuidados adequados para uma recuperação tranquila e rápida para garantir a qualidade de vida do seu pet.

 

Benefícios da castração

A castração de cães e gatos é um procedimento recomendado por veterinários para promover o bem-estar dos animais de estimação.

Além de controlar a reprodução, a castração oferece uma série de benefícios para a saúde e o comportamento dos pets.

Entre os benefícios da castração, destacam-se a redução do risco de doenças reprodutivas, como tumores de útero, ovário, próstata e testículos, além da prevenção de gestações indesejadas e de comportamentos indesejáveis, como marcação de território e agressividade.

É importante reforçar que ao castrar um animal, seja ele macho ou fêmea, você está contribuindo para reduzir a superpopulação de animais de rua e prevenindo gestações indesejadas.

 

Castração de fêmeas 

  • Acaba o incômodo com o período de cio (o sangramento acontece de seis em seis meses na cadela);
  • Evita gravidez psicológica, que pode ocorrer quando a fêmea passa pelo cio, mas não fica grávida;
  • Reduz o risco de piometra, um tipo de infecção grave no útero;
  • Deixa de existir o risco de desenvolver tumores de útero e ovário, que são comuns;
  • Diminui a chance de tumor nas mamas, especialmente se ela for castrada antes do primeiro cio;
  • O momento ideal para realizar o procedimento é no quinto mês de vida.

 

Castração de machos

Com a remoção dos testículos, a produção de testosterona é reduzida e mudanças em seu comportamento são mais observáveis, como:

 

  • Demarcação de território com xixi;
  • Agressividade;
  • No caso de cães, hábitos como “pegar” na perna das pessoas – especialmente se ele for castrado no primeiro ano de vida;
  • Em gatos, evita a fuga, o que, por sua vez, reduz o risco de contraírem FIV, FELV, entre outras doenças graves. Além de evitar o risco de envolvimento em brigas, atropelamentos e envenenamentos;
  • O procedimento também reduz a chance de o pet desenvolver tumor de próstata;
  • O momento ideal para realizar o procedimento é entre o quinto e o sétimo mês, quando os órgãos reprodutivos terminaram de se formar.

 

Antes da cirurgia de castração 

Antes da cirurgia, é essencial consultar um veterinário de confiança para realizar exames pré-operatórios e garantir que seu animal de estimação esteja saudável o suficiente para passar pelo procedimento.

Durante a consulta, o veterinário irá fornecer orientações sobre os cuidados pré e pós-operatórios, que podem incluir jejum prévio e interrupção de medicamentos cotidianos, além de repouso adequado após o procedimento e administração de medicamentos conforme necessário.

 

Vale reforçar que a castração se trata de uma cirurgia: embora seja um procedimento comum e seguro, toda operação (com anestesia, corte, pontos) envolve algum risco. Por isso, é imprescindível fazer exames prévios com o veterinário para minimizar as chances de ter qualquer problema.

 

Pós cirúrgico de castração 

Durante o pós-operatório, seu pet precisará de cuidados especiais para evitar complicações e promover uma recuperação adequada.

 

  • Mantenha seu pet calmo e confortável em um ambiente tranquilo e acolhedor.
  • Forneça uma área macia para descanso e evite atividades vigorosas por algumas semanas.
  • É importante administrar os medicamentos prescritos pelo veterinário conforme as instruções.
  • Mantenha a área da cirurgia limpa e seca.
  • Observe qualquer sinal de infecção, como vermelhidão, inchaço ou secreção, e entre em contato com o veterinário imediatamente se notar algum problema.

 

Lembre-se de que cada animal pode reagir de uma forma, e o tempo de recuperação pode variar. Esteja preparado para dedicar tempo e atenção extra ao seu pet durante o período pós-operatório, e não hesite em buscar orientação profissional se surgirem dúvidas ou preocupações.

 

Em resumo, a castração de cães e gatos é uma decisão importante que deve ser tomada com cuidado e responsabilidade.

Ao tomar essa decisão responsável, você contribuirá para o controle populacional e para a prevenção de doenças, garantindo uma vida longa e saudável para o seu querido amigo peludo.

E seguindo esses cuidados essenciais, você pode ajudar seu cão ou gato a se recuperar rapidamente e com segurança após a castração.

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Até o próximo blog!

Ao lidar com a higiene de seu cachorro, é essencial considerar os cuidados adequados ao cortar suas unhas. Embora seja um procedimento relativamente simples, é crucial seguir algumas precauções para garantir a segurança e o conforto do seu pet.

Descubra como cortar as unhas do seu cão sem sair de casa, evitando o estresse de uma viagem à clínica veterinária.

 

Quando cortar as unhas do cão?

Antes de tudo, é crucial compreender a verdadeira necessidade do corte de unhas para os cães.

Muitos animais vivem em ambientes com pisos ásperos ou têm uma rotina que os leva a passear em locais com superfícies irregulares. Essa exposição natural desgasta as unhas dos cães, agindo como uma espécie de lixa.

Para determinar se é necessário cortar as unhas do seu cão, é importante verificar se elas ultrapassam o limite dos coxins (almofadas das patas), fazendo com que as unhas entrem em contato com o chão antes dos coxins.

 

Caso as unhas do seu cão estejam muito compridas, é importante cortá-las para evitar problemas como dor, dificuldade para caminhar e até mesmo deformidades nas patas. Além disso, unhas muito grandes podem quebrar facilmente, causando desconforto e até mesmo infecções. Por isso, é essencial ficar atento ao comprimento das unhas do seu pet e realizar o corte quando necessário.

Quando isso ocorre, é hora de agir e cortar as unhas do seu fiel companheiro.

 

Estrutura das patas em cachorros - Ourofino Pet

Equipamento e cuidados essenciais para cortar as unhas do seu cão em casa 

Ao realizar o corte de unhas do seu cão em casa, é fundamental estar bem preparado.

Adquirir um cortador de unhas específico para cães é essencial, garantindo um procedimento seguro e eficaz.

Certifique-se de escolher um modelo compatível com o porte do seu animal (pequeno, médio ou grande), pois isso garantirá que a abertura do alicate se adapte perfeitamente ao tamanho da unha.

 

É importante lembrar que, assim como nós humanos, os cães também possuem terminações nervosas sensíveis próximas à base da unha, onde há inclusive fluxo sanguíneo. Por isso, cortar muito próximo a esse ponto pode causar dor e sangramento, transformando um procedimento simples em um grande problema.

Enquanto em cães de unhas claras é mais fácil identificar esse ponto crítico, em cães de unhas escuras pode ser mais desafiador.

 

Por isso, é recomendado cortar o mínimo possível, de modo que as almofadas das patas dos cães (os coxins) ainda façam contato com o chão e as unhas não atrapalhem sua locomoção.

Se estiver inseguro, você também pode optar por apenas lixar a ponta das unhas, garantindo um resultado seguro e confortável para o seu pet.

 

Passo a passo: Como cortar a unha de cachorro em casa

  1. Escolha um ambiente calmo e tranquilo para realizar o procedimento.
  2. Separe os materiais necessários, incluindo o cortador de unhas e uma lixa para acabamento.
  3. Segure seu cachorro com firmeza para evitar movimentos bruscos durante o corte.
  4. Corte as unhas em um ângulo de 45°, tomando cuidado para não atingir os vasos sanguíneos e nervos.
  5. Finalize o corte com uma lixa para suavizar as bordas.
  6. Ofereça um petisco ao seu cachorro como recompensa e para associar o procedimento a uma experiência positiva.

 

Cortar as unhas do seu cachorro em casa pode ser uma forma de fortalecer o vínculo entre vocês e garantir o conforto do seu animal.

No entanto, se tiver dúvidas ou se sentir desconfortável com o procedimento, não hesite em procurar a orientação de um médico veterinário.

Seguindo essas dicas simples é possível para realizar o corte de unhas do seu cãozinho com segurança e tranquilidade, proporcionando a ele o cuidado que ele merece.

 

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Até o próximo blog!

O autismo é uma condição complexa que afeta a maneira como uma pessoa percebe o mundo e interage com os outros. No entanto, quando se trata de nossos amigos de patas, surge a pergunta: cachorro e gato podem ter autismo?

 

O autismo em cães: Mito ou Realidade?

Embora o autismo seja amplamente estudado em humanos, sua ocorrência em cães e gatos é um tópico controverso entre especialistas.

Alguns veterinários acreditam que os cães podem exibir comportamentos que se assemelham aos sintomas do autismo, como dificuldade de interação social, comportamentos repetitivos e sensibilidade a estímulos sensoriais. No entanto, ainda não há consenso científico sobre se os pets realmente têm autismo como os humanos.

 

Comportamentos semelhantes 

Embora não possamos diagnosticar autismo em cães da mesma maneira que em humanos, alguns tutores reconhecem que certos comportamentos caninos podem se assemelhar aos sintomas do autismo. Como:

 

  • Evitar contato visual;
  • Dificuldade em se socializar com outros cães ou pessoas;
  • Sensibilidade a estímulos sensoriais, como barulhos altos ou toques inesperados.

 

Mas reforçamos que não existe evidências científicas que indiquem que cães e gatos possam desenvolver o transtorno do espectro do autismo (TEA).

É crucial entender que os comportamentos que podem parecer autísticos em cães podem ter uma variedade de causas, incluindo genética, histórico de traumas, falta de socialização adequada, ansiedade ou até mesmo condições médicas subjacentes.

 

Portanto, é essencial consultar um veterinário para avaliar adequadamente o comportamento do seu cão e determinar se há uma causa subjacente que precisa ser abordada.

 

Como lidar com comportamentos desafiadores? 

Sinais que podem fazer o tutor acreditar que o seu pet possa ter autismo, devem ser avaliados e posteriormente é importante aprender a lidar com comportamentos desafiadores em nossos amigos peludos.

Isso inclui fornecer um ambiente seguro e previsível, estabelecer uma rotina consistente, oferecer estímulos mentais e físicos adequados, manter o animal bem alimentado e suplementado e buscar a orientação de um profissional, se necessário, para ajudar a modificar comportamentos problemáticos.

 

Embora a questão de se os cães podem ter autismo ainda seja motivo de debate, é fundamental reconhecer e responder às necessidades individuais de nossos amigos peludos.

Ao observar comportamentos incomuns em seu cão, consulte sempre um médico veterinário para avaliação e orientação adequadas.

Com compreensão, paciência e cuidado, podemos ajudar nossos pets a levar uma vida feliz e saudável.

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Descubra como tranquilizar e cuidar da ansiedade do seu pet! 

 

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Até o próximo blog!

O ano de 2024 trouxe consigo um desafio adicional para a saúde pública: o aumento significativo na taxa de humanos infectados por dengue. Essa preocupante tendência tem levado questionamento a vida dos tutores sobre os seus pets.

E alertado quanto a estratégias de prevenção e conscientização. Em todo o mundo, temos testemunhado um aumento alarmante nos casos de dengue em 2024.

 

A dengue é uma doença viral transmitida por mosquitos, como o Aedes Aegypti. Países tropicais e subtropicais, em particular aquelas com clima propício para a disseminação do mosquito Aedes Aegypti, têm sido as mais atingidas por essa epidemia.

Infelizmente, mesmo regiões onde a doença não era tão prevalente antes, estão enfrentando surtos inesperados.

Muito comum entre os humanos, mas será também para cães?

 

Cachorro pode ter dengue?

A dengue é associada aos seres humanos, e não afeta nossos amigos de quatro patas, assim como nós.

Os cães podem sim ser picados pelo mosquito infectado, porém não desenvolvem essa doença.

Porém sabemos que é crucial proteger seu pet contra mosquitos, afinal, o mosquito Aedes aegypti, não transmite a dengue, mas pode transmitir a dirofilariose.

 

Mas afinal, o que é Dirofilariose em cães?

A dirofilariose, também conhecida como doença do verme do coração, é uma condição séria que pode afetar os cães.

Ela é causada pelo parasita Dirofilaria immitis, que se aloja no coração, pulmões e vasos sanguíneos dos cães. Esses vermes são transmitidos através da picada de mosquitos infectados e, se não tratados, podem causar danos graves aos órgãos internos do animal.

Os gatos, embora possam ser parasitados, são mais resistentes à infecção.

 

Sintomas da dirofilariose em cães

Os sintomas da dirofilariose podem variar, mas geralmente incluem:

 

  • Tosse persistente
  • Dispnéia (dificuldade respiratória, falta de ar)
  • Letargia (intolerância a exercícios)
  • Perda de peso
  • Ruídos cardíacos

 

Em estágios avançados, manifestações de insuficiência cardíaca direita, como ascite, congestão aguda do fígado e rins, hemoglobinúria e inclusive morte, podem acontecer.

Como os sinais podem ser sutis no início, é fundamental estar atento a qualquer mudanças no comportamento ou na saúde do seu cão e procurar orientação veterinária assim que possível.

 

Se você médico veterinário quer saber mais informações sobre a Dirofilarise confira o artigo: Dirofilariose: zoonose emergente negligenciada.

 

Prevenção, diagnóstico e tratamento

A melhor maneira de proteger seu cão contra a dirofilariose é a prevenção. Isso inclui o uso regular de vermífugos a base de ivermectina, prescritos pelo veterinário, que ajudam a prevenir a infecção por larvas de vermes do coração.

E coleiras que repelem o mosquito transmissor!

 

Além disso, é importante evitar áreas onde os mosquitos são abundantes e manter o ambiente limpo e livre de água parada, assim como fazemos com os mosquitos da dengue, pois esse ambiente serve como local de reprodução para esses insetos.

O diagnóstico da dirofilariose pode ser feito através do uso de kits rápidos dentro da clínica do médico veterinário, como o Kit Conclue Dirofilariose, onde através de exames de sangue específicos serão detectados a presença de antígenos do verme do coração.

 

Se o seu cão for diagnosticado com dirofilariose, o tratamento dependerá da gravidade da infecção, podendo incluir medicamentos para matar os vermes e medidas de suporte para aliviar os sintomas.

Embora a dengue não se desenvolva em cães, como ocorre nos humanos, é importante estar ciente sobre outras doenças transmitidas pelo mosquito Aedes Aegypti.

 

Mantenha-se vigilante quanto aos sintomas, faça a prevenção e consulte sempre um veterinário se notar algo incomum no comportamento ou na saúde do seu cão. Com cuidados adequados e medidas preventivas, você pode ajudar a manter seu cão saudável e feliz, mesmo em áreas onde a dengue e a dirofilariose são uma preocupação.

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O verão é uma estação maravilhosa, que se inicia dia 22 de dezembro, repleta de sol, diversão e aventuras ao ar livre.

Mas, assim como nós, os nossos pets também precisam de atenção especial durante os dias quentes.

É importante ressaltar que os animais de estimação são sensíveis ao calor, e podem sofrer rapidamente devido às altas temperaturas.

 

Portanto, certifique-se de seguir essas dicas e orientações para manter o seu pet saudável e feliz durante os meses de verão.

 

1. Hidratação é fundamental 

Assim como nós, os pets precisam se manter hidratados no calor. Certifique-se de que eles tenham água fresca disponível o tempo todo.

Ao realizar atividades externas, tenha consigo uma garrafa de água e um recipiente para o seu pet, garantindo que ele possa se hidratar quando necessário.

 

2. Evite passeios nas horas mais quentes do dia 

O asfalto quente pode ferir as patinhas do seu pet, então, escolha caminhadas ao amanhecer ou ao anoitecer quando o clima está mais fresco.

Evite passear com o seu pet durante as horas mais quentes do dia, geralmente entre as 10h e as 16h.

 

3. Proteja as patinhas do pet 

Além de evitar as horas mais quentes, considere utilizar sapatos para pets.

Isso protegerá as patas sensíveis do seu animal contra o calor do solo, pedras quentes e outros objetos afiados.

 

4. Sombra e água fresca

Forneça ao seu pet um lugar fresco e sombreado para descansar.

É possível inclusive usar uma piscina pequena para ele se refrescar, isso porque eles adoram brincar na água e isso ajudará a mantê-los frescos.

 

5. Proteção solar 

Assim como os humanos, os pets também podem sofrer queimaduras solares.

Aplique um protetor solar específico para animais em áreas sensíveis, como nariz e orelhas.

Certifique-se de que seja seguro para pets e consulte o seu veterinário de confiança antes de usar.

 

6. Cuidados com a pele e o pelo 

Escove o seu pet regularmente para remover o excesso de pelos. Isso ajudará a mantê-lo mais fresco e reduzirá a probabilidade de problemas de pele.

Além da escovação, reforçamos que a hidratação dos pelos não é só estética. Então escolha produtos:

 

  • Hipoalergênicos;
  • Com fragrâncias suaves;
  • Lembre-se de sempre enxaguar o pet completamente após o banho;
  • E acima de tudo mantenha a pele do animal hidratada.

 

Aqui na Ourofino, contamos com a linha Bris, que possui uma variedade de produtos para cuidado, higiene e hidratação dos cãezinhos e gatinhos, incluindo: shampoos, sprays e sérum.

 

7. Evite Deixá-los no Carro 

Nunca deixe o seu pet sozinho em um carro quente, mesmo que seja por um curto período.

As temperaturas dentro de um veículo podem subir rapidamente e causar danos graves à saúde do animal.

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O verão pode ser uma época maravilhosa para passar tempo ao ar livre com o seu pet, mas é importante lembrar que o calor pode ser perigoso para eles.

Ao seguir essas dicas de cuidados com os pets no verão, você garantirá que o seu companheiro peludo aproveite o verão com segurança e conforto.

 

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Até o próximo blog!

As férias são um momento perfeito para criar memórias incríveis com seu amigo peludo.

Se você não quer deixar seu cão em casa, você está com sorte, pois há muitos destinos pet-friendly esperando por vocês.

Que tal conhecer alguns dos lugares incríveis para viajar com seu pet? Prepare-se para uma jornada inesquecível!

 

Praias Pet-Friendly

Viajar para destinos à beira-mar é uma opção maravilhosa para cães amantes de água.

Muitas têm áreas onde os cães são bem-vindos e podem brincar na areia e nadar.

Todo território nacional e internacional, possuem praias que podem ser utilizadas pelo pet, verifique a legislação local.

 

Parques Nacionais 

Os parques nacionais oferecem paisagens deslumbrantes e trilhas que você e seu pet podem explorar juntos.

Lembre-se de verificar as regulamentações de cada parque para saber onde os cães são permitidos.

 

Cidades Pet-Friendly

Muitas cidades grandes abraçam os cães com áreas para passeios, parques para cães e restaurantes pet-friendly. Cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba, são conhecidas por sua hospitalidade aos pets.

 

Resorts e Hotéis Pet-Friendly

Vários resorts e hotéis de luxo agora oferecem acomodações e comodidades especiais para cães.

A jornalista Cris Berger em seu Guia Pet Friendly, indica hotéis para conhecer na companhia de seu melhor amigo: o cachorro.

 

Vamos viajar de avião. E agora? 

Viajar de avião com seu pet requer planejamento cuidadoso para garantir a segurança e o bem-estar do seu animal de estimação.

Mas é importante seguir algumas orientações:

 

  1. Verifique o regulamento da companhia aérea que você pretende comprar a passagem, e entenda tamanho e peso do animal, restrições de raça e taxas associadas ao transporte de animais.
  2. O certificado de saúde emitido pelo médico veterinário, de acordo com a regulamentação da companhia aérea é sempre necessário.
  3. Use uma caixa de transporte que atenda aos requisitos da companhia aérea. Ela deve ser segura, bem ventilada e grande o suficiente para que seu pet possa se mover confortavelmente.
  4. A caixa de transporte deve ser devidamente marcada com informações de contato, incluindo seu nome, número de telefone, endereço de destino e informações de contato no local de partida.
  5. Faça reservas para seu pet com antecedência, pois as companhias aéreas frequentemente limitam o número de animais permitidos em cada voo.
  6. É aconselhável alimentar seu pet pelo menos algumas horas antes do voo para evitar problemas de estômago durante a viagem. No entanto, é importante oferecer água para mantê-lo hidratado.
  7. Durante o voo, seu animal de estimação pode se sentir ansioso. Ofereça-lhe carinho e atenção para ajudá-lo a se acalmar.

 

Lembre-se de que viajar de avião com seu pet pode ser estressante para ele, então, faça tudo o que puder para tornar a experiência a mais confortável e segura possível.

O Seren Snacks, o suplemento alimentar da Ourofino, pode lhe ajudar nesse momento, já que ele colabora para o bem-estar e a manutenção do estado de tranquilidade!

 

Viajar com seu pet não é apenas possível, mas também uma experiência incrivelmente gratificante.

Ao escolher destinos pet-friendly, você pode compartilhar momentos memoráveis com seu amigo de quatro patas enquanto exploram novos lugares juntos.

Lembre-se de verificar as regulamentações locais e garantir que seu pet esteja confortável e seguro durante a viagem.

Esteja preparado para uma aventura que fortalecerá ainda mais seu vínculo com seu cão. Aproveite cada momento!

O calor do verão pode influenciar indiretamente na população de carrapatos, mas não é o único fator que determina seu aumento.

Os carrapatos são ectoparasitas mais ativos em condições de calor e umidade, o que é comum no verão, por isso em meses mais quentes podem criar condições ideais para o desenvolvimento e atividade dos carrapatos.

 

Os carrapatos passam por várias fases de vida, incluindo larvas, ninfas e adultos, e precisam se alimentar de sangue para completar seu ciclo de vida.

Os hospedeiros, como cães, oferecem uma fonte de alimento importante para carrapatos.

 

Quando as temperaturas sobem no verão, os carrapatos se tornam mais ativos e buscam hospedeiros com mais frequência.

No entanto, outros fatores, como a disponibilidade de alimento (sangue de hospedeiros), a presença de habitats adequados e a ação de predadores naturais, também desempenham um papel importante na determinação da população de carrapatos.

 

Como meu cão pode pegar carrapato? 

Os cães costumam passar mais tempo ao ar livre durante o verão, o que aumenta suas chances de entrar em contato com carrapatos que podem estar presentes na vegetação alta, nas áreas arborizadas e em outros ambientes externos.

Por isso devemos ter atenção aos passeios.

 

Como proteger o cachorro dos carrapatos? 

Proteger seu cão dos carrapatos é importante para prevenir infestações e evitar possíveis doenças transmitidas por esses parasitas.

Aqui estão algumas medidas que você pode adotar para proteger seu cão dos carrapatos:

 

1- Tratamentos antiparasitários

Consulte o seu veterinário para discutir opções de tratamentos antiparasitários. Existem produtos tópicos, comprimidos mastigáveis e coleiras como a Leevre, que podem ajudar a prevenir e controlar carrapatos.

Esses tratamentos costumam ser seguros e eficazes, mas é importante seguir as orientações do seu veterinário quanto ao uso adequado e à frequência.

 

2- Inspeção regular

Faça inspeções regulares no pelo do seu cão para verificar a presença de carrapatos.

Preste atenção especial nas áreas quentes, como as orelhas, patas, pescoço e área ao redor dos olhos.

Se você encontrar um carrapato, remova-o cuidadosamente com uma pinça de ponta fina, tentando não deixar a cabeça do carrapato na pele do animal.

 

3- Ambiente limpo

Mantenha o ambiente onde seu cão vive limpo e bem cuidado.

Carrapatos podem estar presentes na grama alta, folhas caídas e áreas arborizadas. Manter o quintal aparado e livre de acúmulo de folhas e detritos pode ajudar a reduzir a exposição do seu cão a carrapatos.

 

4- Evite áreas infestadas

Se você sabe que uma área está infestada de carrapatos, evite levá-lo para lá.

Carrapatos costumam ser mais comuns em áreas de vegetação densa e úmida.

 

5- Prevenção em épocas de maior atividade

Reforce as medidas de prevenção durante as estações mais quentes do ano, quando a atividade dos carrapatos é maior.

 

6- Coleira repelente

Além dos tratamentos antiparasitários, você pode considerar o uso de uma coleira repelente de carrapatos, como a Leevre.

Ela pode ajudar a manter carrapatos afastados do seu cão.

 

7- Médico veterinário

Se você suspeitar que seu cão foi infestado por carrapatos ou se ele apresentar sintomas como febre, diarreia, letargia, perda de apetite ou inflamações na pele, consulte um veterinário imediatamente.

 

Essas ações ajudarão a reduzir a exposição dos cães aos carrapatos e a diminuir a população de carrapatos no ambiente.

Já que são medidas de controle funcionais para ajudar a reduzir a população desses ectoparasitas independentemente da estação do ano.

 

Lembre-se de que a prevenção é fundamental para proteger seu cão dos carrapatos e das doenças que eles podem transmitir, inclusive a Erliquiose, a famosa “doença do carrapato”.

Sempre consulte um veterinário para obter orientações específicas para o seu animal de estimação.

 

No Amigo Pet dessa semana no Instagram da @ourofinopet você pode conferir dicas rápidas como essa, para proteger seu melhor amigo. Nos vemos por lá!