Da mesma forma que os humanos, os cães idosos também enfrentam algumas dificuldades, como: problemas de mobilidade, apatia, pelos cinzentos, perda de audição, perda de visão e entre outros.

Os cachorros idosos tendem a não ter a mesma disposição de quando eram filhotes ou adultos, não brincam como antes e podem apresentar dificuldades de se alimentar. Você sabia que é possível aumentar a expectativa de vida desses cães?

 

A longevidade é um assunto muito importante quando falamos da expectativa de vida dos nossos amiguinhos de quatro patas. A seguir separamos algumas dicas que podem ajudar a prolongar a vida deles:

 

  • Alimentação adequada;
  • Exercícios leves e frequentes;
  • Acompanhamento com um médico veterinário de sua confiança;
  • Vacinação e vermifugação em dia;
  • Suplementos vitamínicos;
  • Respeitar os limites do cão;
  • Higiene adequada;
  • Ambiente limpo.

 

Com a idade avançada os cães idosos são mais propensos a ter imunidade baixa e consequentemente doenças que se aproveitam que chamamos de doenças oportunistas. Além das dicas citas, o que podemos fazer para aumentar a longevidade e diminuir as chances deles adoecerem?

 

Podemos sugerir que os cães tenham em sua alimentação suplementos que elevam a imunidade, portanto, alguns nutrientes que são essenciais para a longevidade e qualidade de vida:

 

  • Ômega 3 associado as Vitaminas do complexo B : utilizado para prevenção de doenças degenerativas, cardiovasculares, ação anti-inflamatória em articulações, responsável pela hidratação da pele favorece a manutenção da função cognitiva e uma medida nutricional protetora para um bom funcionamento cerebral.
  • Vitaminas do complexo B: melhoram o metabolismo energético, cognição e funcionamento celular.
  • Vitamina E : ação antioxidante, fortalece o sistema imune, evita a degeneração da musculatura e da retina;
  • Vitamina D3: Manutenção da saúde óssea e previne o câncer;
  • Vitamina C: Regula o metabolismo, mantém a qualidade da pele e atua como um poderoso antioxidante;
  • Inositol: Contribui para o metabolismo energético, reduz a resistência e aumento da sensibilidade à insulina;
  • Glutamina: auxilia no aumento de reservas de energia, evitando que o organismo queime massa muscular para gerar energia.
  • Cloridrato de L-Cisteína: Função antioxidante e detoxificantes.
  • Prebióticos, probioticos, FOS, MOS e Betaglucanos ajudam na manutenção da microbiota intestinal, fortalecendo uma boa resposta imune e protegendo contra o crescimento de bactérias maléficas para o animal.
  • Combinação de antioxidantes: Astaxantina, combinada ao Ômega 3 (EPA e DHA de origem marinha), Selênio, Zinco, Cobre e às Vitaminas C e E, compõe uma combinação que proporcionam um poderoso apoio e fortalecimento a defesa fisiológica contra o principal fator de envelhecimento: a produção e circulação de radicais livres.
  • Peso e musculatura: Cromo, L-carnitina, L-Isoleucina, L-leucina, L-valina – são aminoácidos que participam do metabolismo de carboidratos e gorduras apoiando o aproveitamento da insulina e ácidos graxos pela célula na produção de energia e auxiliando a manutenção muscular e perda de peso.

 

A Ourofino Saúde Animal possui o suplemento alimentar Longil, com duas apresentações: o longil cães (em forma de pasta) e o Longil Snacks (em forma de petisco). Ambos são indicados no suporte nutricional para cães com idade superior a 7 anos e fases da vida dos animais que necessitem do aporte desses nutrientes auxiliando, inclusive, na fase sênior.

 

A longevidade e qualidade de vida dependem de todos esses fatores citados, é importante ter acompanhamento com o médico veterinário para garantir uma vida saudável, feliz e longa para nosso fiel companheiro.

Você gostaria de viver por muitos e muitos anos? Algumas pessoas diriam que sim, outras têm medo do sofrimento que poderiam enfrentar em um corpo envelhecido. Todos parecem concordar que mais importante do que a quantidade é a qualidade do tempo a ser vivido.

 

Está cada vez mais presente a preocupação em proporcionarmos uma boa vida aos nossos pets, mas você saberia quantificar a qualidade de vida do seu animalzinho? Esta avaliação costuma ser subjetiva, variável entre pais e mães de pets. Justamente por isso, surgiu a necessidade de ferramentas que identifiquem de forma mais objetiva a qualidade de vida dos animais.

 

Hoje existem alguns questionários e escalas com perguntas que podem ser respondidas pelos tutores e ao final pontos são somados gerando uma nota que indica o grau de qualidade de vida do animal. Alguns destes questionários estão disponíveis na internet e um exemplo é a escala “HHHHHMM” que foi desenvolvida nos Estados Unidos por uma médica veterinária e é um acrônimo, que vem do inglês: Hurt (dor), Hunger (fome), Hydration (hidratação), Hygiene (higiene), Happiness (alegria), Mobility (mobilidade) e More good days than bad days (mais dias bons do que ruins).

 

Além de dar nota para a qualidade de vida do pet naquele momento, como uma fotografia instantânea, também é possível fazer um comparativo ao longo do tempo ao responder o questionário para um mesmo cão após algumas semanas. Outra utilidade destes questionários é avaliar o resultado do tratamento pra doenças específicas que, em geral estão fora da possibilidade de cura. Por exemplo, há questionários para avaliação da dor de cães com doenças articulares, para avaliação da qualidade de vida de cães com câncer, entre outros.

 

O envelhecimento e o surgimento de doenças crônicas apresentam impacto na qualidade de vida. Diante da necessidade de proporcionar bem-estar para pessoas ou animais que apresentam doenças que ameaçam a continuidade da vida, surgiu a especialidade multidisciplinar de cuidados paliativos.

 

A função do paliativista, seja na veterinária ou na medicina, é eliminar ou amenizar os sinais de desconforto físico e mental que acometem os indivíduos que apresentam doenças sem cura. Ainda que não exista cura para a doença, sempre há o que ser feito pelo paciente: tratar sinais de dor, náusea, vômito, falta de apetite, cuidar da higiene e do conforto, alimentar e hidratar corretamente, preparar a família para viver este momento, entre outros.

 

Mas afinal, o que podemos fazer, para melhorar a qualidade de vida dos nossos pets? Devemos atuar em 4 frentes para oferecer conforto aos nossos pets, vaja quais são elas:

 

1 – Visitas frequentes ao profissional de veterinária

Antes de mais nada é importante quebrar alguns paradigmas! Algumas condições, como por exemplo a redução da mobilidade e a má conservação dos dentes, ainda são erroneamente associadas ao envelhecimento, quando deveriam ser tratadas para evitar o sofrimento dos pets.

A redução da mobilidade, na maioria das vezes é um sinal de dor causada por doenças articulares, para as quais não há possibilidade de cura, mas há tratamento e este cuidado não deve ser negligenciado.

 

O tratamento odontológico em animais exige anestesia, já que não é possível pedir ao pet que fique com a boca aberta aguardando enquanto o dentista veterinário faz seu trabalho. Embora as medicações e as técnicas utilizadas para anestesiar tenham evoluído e se tornado procedimentos muito seguros, ainda há um mito de que o risco de morte durante a anestesia é um fantasma que devemos temer. O tártaro, a gengivite e a inflamação oral, além de causarem dor, levam a riscos muito mais altos do que a anestesia, podendo causar até a endocardite – infecção dentro do coração – pela migração das bactérias da boca através da circulação sanguínea.

 

As visitas periódicas ao veterinário também são importantes para que os diagnósticos sejam feitos de forma mais precoce possível, aumentando as chances de recuperação, ou então para acompanhar a evolução de uma eventual doença sem cura, com a finalidade de ajustar a terapia.

 

2 – Adaptação do ambiente

É importante verificar (e o veterinário pode ajudar com isso) se o pet apresenta alguma necessidade especial em relação ao ambiente. Veja alguns exemplos:

 

  • Animais com problemas no quadril não devem correr e derrapar em piso liso;
  • Animais com lesão no joelho não devem saltar, precisam de rampas ou escadinhas para subir e descer de camas e sofás;
  • Animais com lesão na região cervical precisam de comedouro e bebedouro elevados, pois sentem dor no pescoço;
  • Animais com baixa visão ou problemas cognitivos precisam de espaços desimpedidos e sem mudança frequente na localização dos móveis.

 

Pequenas adaptações podem causar grande melhoria na qualidade de vida dos pets.

 

3 – Ajustes nos cuidados

Neste ponto, precisamos pensar em alimentação, hidratação e higiene.

Ao longo da vida, podem acontecer mudanças no paladar dos pets. Eles podem deixar de gostar de determinados alimentos ou marcas de alimentos e passar a gostar de outros. Especialmente os idosos, podem precisar de alimentos mais saborosos para continuarem ingerindo a quantidade correta de comida. O tipo de alimentação a ser oferecido também varia de acordo com a presença de alguma doença crônica e, nestes casos, só o veterinário poderá orientar a respeito da nova “menu”.

 

Estimular a hidratação deixando potes de água disponíveis em vários cômodos da casa pode ser necessário, já que alguns pets acabam por ingerir pouca água se precisarem se deslocar muito para chegar ao bebedouro.

Cuidados com a higiene também precisam ser observados. A oleosidade da pele e dos pelos pode variar ao longo da vida, o que pode influenciar a frequência dos banhos necessários para manter a pele saudável. Limpeza com lenços umedecidos pode ajudar!

 

4 – Proporcionar momentos de alegria

Um cão que adorava correr em seus passeios pode preferir caminhadas mais leves, com menor duração e maior frequência, ou seja, pode preferir passear 10 minutos 3 vezes ao dia do que 1 hora 1 vez ao dia. O convívio social, com outros cães ou com pessoas é muito benéfico e deve ser mantido. Observar seu peludo para entender as preferências e ajustar os momentos de alegria é muito importante!

Com estas dicas vai ficar muito mais fácil de entender se seu pet apresenta uma vida boa e o que fazer para mantê-lo bem em todas as fases, sempre com um olhar para a qualidade dos dias e não para a quantidade deles.

 

Escala de Qualidade de Vida (HHHHHMM)
Os tutores podem usar esta escala para determinar o sucesso dos cuidados paliativos. Dê notas ao paciente, usando uma escala de 0 a 10 (10 sendo a condição ideal)
 Escore Critério
0-10 Hurt (dor):

o controle adequado da dor e a habilidade de respirar bem devem ser a preocupação principal, e estão acima de todos os outros critérios. A dor do cão parece estar sob controle? O cão consegue respirar normalmente? Ele precisa receber suplementação com oxigênio?

0-10 Hunger (fome):

o cão está comendo o suficiente? Ele precisa de ajuda para conseguir se alimentar? Ele precisa de um tubo de alimentação?

0-10 Hydration (hidratação):

o cão está bem hidratado? Para pacientes que não consigam beber água o suficiente, pode ser necessária a aplicação de fluidos subcutâneos.

0-10 Hygiene (higiene):

o cão deve ser mantido escovado e limpo, especialmente depois de fazer as necessidades. Previna escaras de decúbito usando uma caminha macia, e mantenha todas as feridas limpas.

0-10 Happiness (alegria):

o cão demonstra prazer e interesse? Ele responde a familiares, brinquedos, etc.? Ele parece deprimido, solitário, ansioso, entediado ou assustado? A cama do cão poderia ser movida para um local mais próximo de onde a família passa a maior parte do tempo?

0-10 Mobilty (mobilidade):

o cão consegue se levantar sem ajuda? Ele precisa do auxílio de um humano ou acessório (carrinho, por exemplo)? Ele tem vontade de passear? O cão apresenta convulsões, ou se desequilibra? (alguns tutores consideram a eutanásia preferível à amputação, mas um animal com mobilidade reduzida porém alerta e responsivo pode ter boa qualidade de vida, contanto que os tutores se dediquem a ajudá-lo).

0-10 More good days than bad (mais dias bons do que ruins):

quando os dias ruins são mais frequentes do que os dias ruins, a qualidade de vida pode estar comprometida. Quando um elo saudável entre humano e cão não é mais possível, o tutor deve estar ciente de que o fim está próximo. A decisão pela eutanásia deve ser tomada se o cão estiver sofrendo. Se a morte vier pacificamente e sem dor, está tudo bem.

Total * Um escore final acima de 35 pontos indica uma qualidade de vida aceitável para se prosseguir com os cuidados paliativos.
 
Fonte: “Canine and Feline Geriatric Oncology: Honoring the Human-Animal Bond”, por Alice Villalobos
 
 
 

Existem várias maneiras de exercitar um cachorro idoso, e se você está procurando dicas sobre como manter seu cão idoso em forma e ativo, siga a leitura.

Do valor da caminhada diária à importância de exercícios de baixo impacto para cães com problemas de mobilidade, aqui estão dez dicas para exercitar um cachorro idoso.

 

Exercitar um cachorro idoso: consulte o veterinário antes de alterar a rotina de exercícios

Quando se trata de exercitar um cão idoso, é uma boa ideia consultar primeiro o seu veterinário.

Outro conselho, anotar suas dúvidas e preocupações antes da consulta para garantir que você não se esqueça de nada.

Eu por exemplo, nem sei dizer quantas vezes eu comentei depois de uma consulta: “Puxa vida, esqueci de perguntar sobre isso.”

Seu veterinário poderá avaliar a saúde de seu cão e ajudá-lo a desenvolver uma rotina de exercícios apropriada para ele.

 

Estabeleça uma rotina diária de caminhada com seu cachorro

Uma caminhada diária é recomendada para todos os cães, incluindo cães idosos.

Embora seu cão mais velho não consiga acompanhá-lo em uma caminhada de quatro horas, ele ainda pode desfrutar de um passeio agradável pela vizinhança.

 

Se o passeio do seu cachorro se tornar muito rotineiro, você pode melhorar isso, permitindo que ele atue conduzindo ou fazendo pausas frequentes para cheirar.

Se o seu cão está fora de forma ou tem problemas de mobilidade, comece em superfícies planas (como uma caminhada pela vizinhança em vez de uma trilha acidentada) e aumente gradualmente a distância.

 

Se você está tendo dificuldade em manter uma rotina consistente, aqui estão algumas dicas para se motivar a passear com o cachorro.

 

Comece uma nova rotina lentamente

Quando se trata de exercitar um cão idoso, é importante começar devagar. Assim como nós, nossos cães podem se esforçar demais durante o exercício.

Isso também se aplica para cães que já estão fora de forma. Lembre-se de que eles devem começar lenta e gradualmente aumentar sua atividade para evitar lesões.

 

Se você é novo no caminho para passear com seu cachorro, comece em uma superfície plana e aumente gradualmente a distância e/ou o ritmo.

Se você estiver incorporando novas atividades em sua rotina (como natação ou brincadeiras), registre por quanto tempo eles ficam ativos e se apresentam ou não algum sinal de desconforto depois.

 

Em seguida, após algumas sessões, você terá uma boa ideia da quantidade de atividade que eles podem realizar e poderá aumentar essa quantidade gradualmente.

 

Dicas para exercitar um cachorro idoso

Quando se trata de incorporar exercícios à rotina do seu cachorro idoso, é importante começar devagar.

Com o tempo, a resistência será desenvolvida. A progressão pode ajudar seu cão a evitar lesões e esforço excessivo.

 

Dê um aquecimento ao seu cão

Um dos aspectos mais importantes do exercício de seu cão é começar com um aquecimento.

Devido ao fato de minha cadela Laika estar extremamente rígida pela manhã devido à artrite, damos algumas voltas rápidas ao redor do quintal antes de sair para nossa caminhada matinal.

 

Se seu cão tem problemas de mobilidade, como artrite, comece sua rotina de exercícios com uma caminhada de dois ou três minutos pelo quintal para fazê-lo se mexer.

 

Opte por exercícios de baixa intensidade

Aos oito anos, 80% dos cães têm artrite, o que significa que muitos de nós precisaremos lidar com a artrite canina em algum momento da vida de nossos cães.

Embora não seja um diagnóstico agradável, não significa que todas as atividades agradáveis ​​de que você gostava tenham terminado.

 

Exercícios de baixo impacto, como caminhar e nadar, são ideais para cães com problemas de mobilidade, como artrite.

Se seu cão tem problemas de mobilidade, limite seus exercícios a atividades de baixo impacto, como natação, caminhada, jogos internos e sessões de brincadeiras suaves.

 

Esses tipos de atividades podem ajudar a manter a força muscular de seu cão, ao mesmo tempo em que são gentis com suas articulações.

Cães com mobilidade reduzida devem evitar exercícios de alto impacto, como corrida ou jogos intensos de busca que exijam correr e pular.

 

Complemente a rotina do seu cachorro idoso com exercícios mentais

Adicionar estímulo mental à rotina de exercícios do seu cão é uma maneira de mantê-lo ativo na velhice.

Jogos simples de trabalhar o faro, como encontrar as guloseimas ou uma brincadeira rápida de esconde-esconde, vão envolver o cérebro do seu cachorro, ao mesmo tempo que o encorajam a ser ativo dentro de casa.

 

Ao longo do dia, incorpore alguns jogos e atividades internas adicionais para o seu cão se divertir.

Maneiras simples de aumentar a estimulação mental do seu cão incluem usar um brinquedo de distribuição de comida, urso de pelúcia, brincar de esconde-esconde ou permitir que farejem e explorem em sua caminhada diária.

 

Dicas de exercícios para cães idosos

Inclua jogos estimulantes mentais na rotina do seu cão para ajudá-lo a manter a forma física e os níveis de atividade.

Utilizar brinquedos para distribuir comida, participar de jogos para trabalhar o farejamento e permitir que seu cão faça “pausas para cheirar” enquanto caminha são exemplos de atividades mentalmente estimulantes que você pode incorporar à rotina de seu cão.

 

Esteja ciente dos sinais de dor do seu cão

Ao iniciar uma nova rotina de exercícios com seu cão, fique atento a sinais de desconforto ou dor, como mancar ou vontade de parar ou diminuir o ritmo.

Se seu cão mostrar sinais de desconforto, deixe-o descansar e ajuste sua rotina conforme necessário.

 

Como os cães normalmente não choram ou choramingam quando estão com dor, é fundamental monitorar sua linguagem corporal e comportamento ao iniciar uma nova rotina de exercícios.

 

Se você tiver alguma dúvida ou preocupação, consulte o seu veterinário, eles serão capazes de orientá-lo na determinação do nível apropriado de atividade para seu cão.

 

Mantenha a consistência em sua rotina

Ao exercitar seu cachorro idoso, lembre-se de que a consistência é a chave; uma caminhada de 20 minutos por dia é preferível a uma caminhada de duas horas nos fins de semana.

Os cachorros que não fazem exercícios regularmente têm maior probabilidade de sofrer uma lesão do que os cães que fazem exercícios diários.

 

E por ser consistente, não quero dizer que você tenha que fazer a mesma coisa todos os dias (embora se for agradável, não há nada de errado com isso); em vez disso, trata-se de monitorar a intensidade e a quantidade de exercícios que seu cão recebe diariamente.

A rotina em si pode ser variada para manter as coisas interessantes e divertidas.

 

Você pode alternar sua rota de caminhada diária ou brincar de buscar no parque em vez de no quintal.

Se jogos cerebrais de cachorro fazem parte de sua rotina, alterne-os; na segunda, brinque de encontrar as guloseimas, na terça brinque de esconde-esconde e, na quarta, treine manobras.

 

Reserve algum tempo para a massagem após o exercício

Uma massagem canina de dez minutos pode ajudar na recuperação dos músculos do cão após o exercício, reduzindo a rigidez e a dor, diminuindo a pressão arterial e melhorando a circulação.

 

Usando uma palma que é plana com minha cadela Laika, eu uso movimentos suaves e lentos. Ela adora, e é uma maneira simples de ajudá-la a se acalmar e relaxar após o exercício.

 

Estabeleça uma rotina que seja eficaz para o seu cão

Encontrar o equilíbrio certo ao exercitar um cão idoso é fundamental. Se o seu cão está acostumado a uma caminhada diária de 20 minutos, tente adicionar 5 minutos à rotina ou incorporar uma sessão de brincadeira leve todas as noites.

 

Em seguida, monitore o comportamento do seu cão em busca de sinais de dor ou desconforto e aumente gradualmente o nível de atividade ao longo do tempo.

Para cães com problemas de mobilidade ou articulações, como artrite, exercícios de baixo impacto, como caminhar e nadar, são recomendados.

 

O equilíbrio ideal para meu cão com artrite tem sido uma combinação de exercícios de baixo impacto e muitos jogos estimulantes mentais.

Acompanhe a quantidade de exercício que seu cão recebe a cada dia e faça os ajustes necessários.

 

Se o seu cão apresentar algum sinal de desconforto, relaxe um pouco e reajuste. E, como sempre, se você tiver alguma dúvida ou preocupação, não hesite em consultar o seu veterinário.

Fonte: cachorrolegal.com

Nos últimos anos, tem sido notório o aumento do número de animais geriátricos presentes nos lares. Atualmente, são frequentes os atendimentos na rotina clínica do médico veterinário à cães com 14 ou 15 anos de idade.
Cães são considerados geriátricos a partir de 11 anos para raças pequenas, 10,2 anos para os médios e 8,9 anos para os animais de raças grandes.

Com o envelhecimento, os animais vão sofrendo alterações no organismo influenciadas pela genética, alimentação e ambiente que vivem.
As doenças mais frequentes da senilidade são: distúrbio do sono; distúrbios comportamentais semelhantes à Doença de Alzheimer em humanos; síndrome da função cognitiva; cataratas; insuficiência renal; problemas hepáticos e cardíacos; câncer; problemas dentais; osteoartrites e obesidade.

 

As doenças periodontais, são muito comuns nos animais idosos, pois assim como as cartilagens, os dentes vão se desgastando com o tempo aumentando as chances de desenvolver problemas. Um dos sintomas mais observados nestes casos é o forte mau-hálito, dificuldade de mastigação, mudanças na alimentação e perda de peso.

 

A osteoartrite é uma doença que com toda certeza acometerá os animais na sua senilidade, podendo provocar dor intensa das articulações. Aproximadamente 90% dos animais após os 8 anos de idade começam a apresentar sinais das doenças articulares.
Os cães com osteoartrites apresentam dificuldade para andar, rigidez após o repouso ou após o exercício, relutância em executar determinados movimentos, como pular, subir ou descer escadas, mudanças na attitude com pessoas ou na interação com outros animais, inquietude, anorexia e insônia.

Os sinais clinicos de osteoartrite nos gatos diferem dos observados em cães, pois o gato por ser leve e ágil, pode facilmente esconder os sinais clínicos da doença. Nos gatos com osteoartrites normalmente observamos diminuição de atividade, redução da capacidade de salto e um estilo de vida mais reservado.

Não há uma maneira específica e 100% eficaz de evitar as doenças articulares nos pets, uma vez que ocorre em todos os animais um desgaste progressivo das cartilagens, que com o passar do tempo deixam de promover o amortecimento, deixando a ossatura vulnerável, o que provoca dor constante nos animais com osteoartrites.

Os pets com osteoartrite não ficarão curados completamente, portanto o tratamento tem como finalidade controlar a dor e melhorar a qualidade de vida do animal. Sendo assim, o tratamento terá que ser por toda a vida através do uso de condroprotetores, ou seja, sulfato de condroitina e glicosamina e quando há exacerbação da dor, também se indica o uso de anti-inflamatórios, sempre com o acompanhamento e prescrição do medico veterinário.

A Ourofino conta em sua linha com o Condromax Pet, suplemento que apresenta em sua formulação o Sulfato de condroitina A e Glicosamina, que possuem efeitos sinérgicos e complementares para auxiliar no tratamento das Osteoartrites, reduzindo a dor e inflamação articular nestes casos. Além dos glicosaminoglicanos, o Condromax Pet possui em sua formulação os minerais: Cobre, Zinco e Manganês, que são responsáveis por estimular o processo de regeneração articular e ósseo. O Condromax Pet ganhou novo sabor, agora passa a ter sabor carne, para ser ainda mais palatável para o animal.

 

Os problemas nos rins, podem aparecer em qualquer idade, mas é mais propenso nos idosos.
Nos idosos os rins começam a perder a capacidade de filtrar e eliminar as impurezas/toxinas do organismo. Os sinais são emagrecimento, vômitos, ingestão exagerada de água, perda de apetite e anemia.

 

Problemas cardíacos

O coração é um órgão muito importante e que precisa de cuidados sempre. Os animais idosos estão propensos a desenvolver problemas cardíacos, principalmente nas válvulas do coração.
Os sinais de cardiopatia observados são: tosse, cansaço além do normal, lingua roxa após excitação e desmaios. Mesmo não apresentando estes sinais, o animal idoso deve ser examinado anualmente.

 

Câncer / Neoplasias

Com a chegada da velhice, as chances do câncer se desenvolver aumentam consideravelmente, por isso o animal idoso deve ser sempre acompanhado por um médico veterinário pois se o animal for diagnosticado rapidamente, a chances de recuperação são altas.

 

Obesidade

A obesidade também pode afetar os animais idosos, pois estes animais naturalmente têm um metabolismo mais lento, o que significa que eles precisam de menos energia do que os mais jovens para a sua manutenção. Outro comportamento que também observamos nos idosos, é que eles passam a dormir mais e se exercitar menos, fazendo com que as gordurinhas se acumulem. Aliado a isso, normalmente os tutores não trocam a ração para a senior e continua oferecendo a mesma quantidade de comida sempre. Para evitar essa situação, o exercício físico e as brincadeiras são muito importantes, mas sempre respeitando seus limites e deixando-o descansar. E não esquecer de trocar a ração, pois a senior é feita exatamente para pets idosos e contém menos calorias.

 

Na imagem o cachorro está deitada. Aparentemente já com a pelagem branca, mostrando a idade avançada

Devido ao estilo de vida dos felinos a osteoartrite já ganhou o status de doença comum entre eles. Aproximadamente 90% dos animais após os 8 anos já começam a apresentar sinais desta doença articular, que infelizmente provoca muito incômodo para o pet, principalmente se ele estiver com sobrepeso. O envelhecimento das articulações do gato, ocasionam um desgaste progressivo das cartilagens, que com o passar do tempo deixam de promover o amortecimento, deixando a ossatura vulnerável, o que provoca dor constante no gato que sofre de osteoartrose.

 

As regiões mais afetadas pela artrose no gato são as articulações coxofemurais e os cotovelos, no entanto os ombros, a coluna, o calcanhar e os joelhos também podem ser afetados.

O tratamento para um gato que tem osteoartrite pode começar com pequenas mudanças em sua rotina diária, como: caixas de areia com bordas baixas; comedouros e bebedouros elevados; camas macias.

 

A Osteoartrite é uma doença complexa, de progressão lenta, caracterizada pela degeneração da cartilagem articular e pela formação de “pontas de osso”, denominadas osteófitos, nas margens da articulação. Nestes casos, a administração oral do sulfato de condroitina tem um papel importante na fisiologia da cartilagem articular, pois reduz a dor e aumenta a mobilidade articular.

 

A Ourofino conta em sua linha com o Condromax Pet, suplemento que apresenta em sua formulação o Sulfato de condroitina A e Glicosamina, que possuem efeitos sinérgicos e complementares para auxiliar no tratamento das Osteoartrites, reduzindo a dor e inflamação articular nestes casos.

 

Além dos glicosaminoglicanos, o Condromax Pet possui em sua formulação os minerais: Cobre, Zinco e Manganês, que são responsáveis por estimular o processo de regeneração articular e ósseo.

Como nos humanos, o envelhecimento nos pets causa a queda na atividade metabólica. Esta fase compromete todo o organismo e seus vários sistemas. Os animais de companhia reduzem atividades físicas, os dentes ficam enfraquecidos e muitas vezes desenvolvem doenças geriátricas, como artrites e artroses, diabetes, insuficiência renal crônica e doença cardíaca.

 

Muitas destas enfermidades podem surgir de forma silenciosa, por isso é importante realizar exames de rotina. Assim, é possível detectar os problemas de modo precoce e aconselhar medidas preventivas antes que interfiram na qualidade de vida dos pets.

 

Com o avançar da idade, as visitas ao médico-veterinário são essenciais. Nesta fase da vida é natural que alguns aspectos sejam afetados, como a saúde e a disposição que se tornam mais frágeis e debilitadas. Por isso, as consultas devem ser a cada seis meses.

 

Os check-ups periódicos permitem a identificação antecipada de sintomas e predisposições a patologias. Assim como os seres humanos merecem uma atenção especial durante o envelhecendo, os cuidados com pets idosos também devem ser redobrados.

 

Outro cuidado para prevenir a progressão das mudanças metabólicas naturais dos pets é a prática de atividade física. Apesar de a energia diminuir nos mais velhos, ela é importante para evitar a obesidade e atrofias nas articulações, ossos, sistema cardiovascular e musculatura, fatores de risco nesta fase.

 

Os passeios devem ser frequentes, curtos e nos horários mais frescos do dia, por exemplo, na parte da manhã ou no final da tarde.