A diarreia é sinal clínico de muitas doenças e consiste na perda de líquido através das fezes, que podem ser caracterizadas em pastosas ou líquidas, com ou sem presença de sangue. Inúmeras causas estão ligadas a essa manifestação clínica, como parasitas intestinais (vermes e protozoários), viroses, intoxicações, estresse (mudanças de ambiente ou rotina na casa), mudanças alimentares bruscas ou problemas psicológicos. Portanto, as diarreias podem ter várias causas, que vão das mais simples até as mais graves.

 

Entre as causas mais comuns da diarreia nos pets estão os vermes. Em cães parasitados, além da diarreia, outros sinais são observados, como presença de vermes nas fezes, perda de peso, diminuição ou falta de apetite, vômitos e anemia. Manter o pet sempre vermifugado é um gesto de carinho com ele e com sua família.

 

A Ourofino Pet conta em sua linha com o Top Dog, um produto completo e palatável para esta finalidade. Lembrando que antes de vermífugar o seu pet é indispensável uma consulta com o médico-veterinário para uma avaliação detalhada e a realização de exame de fezes para que o profissional estabeleça o melhor protocolo de tratamento.

 

Existem também as diarreias que são provocadas por distúrbios psicológicos, dentre as causas dos distúrbios estão: a chegada de um novo animal à família, viagens, ausência do dono, mudanças de ambiente e até mesmo a diminuição de passeios. Qualquer alteração de rotina gera estresse nos animais e, nestes casos, os probióticos podem ser utilizados para prevenir o desequilíbrio da microbiota intestinal e problemas decorrentes desta situação.

 

O uso de probióticos não possui contraindicação, eles podem ser fornecidos aos cães e gatos em qualquer fase da vida, sendo especialmente importantes em situações em que existem altos níveis de estresse com consequente queda do sistema imunológico. O Biocanis, comercializado pela Ourofino Pet, é um biorregulador do trato intestinal que possui em sua formulação microrganismos vivos que atuam de maneira benéfica no trato intestinal. Saiba mais na página de Produtos do nosso site.

Segundo a Associação Internacional do Estudo da Dor (IASP – The International Association for the Study of Pain) dor é definida como uma experiência sensorial e emocional desagradável associada a um dano tecidual real ou potencial.

 

Certamente sentir dor é uma experiência desagradável para qualquer pessoa, no caso dos pets a regra é a mesma. Antigamente acreditava-se que os animais não sentiam dor ou que possuíam um limiar de dor maior que o dos seres humanos. Atualmente já se sabe que, em relação à dor, os animais sofrem de forma semelhante às pessoas. Este fato ocorre porque existe uma similaridade entre as estruturas e os mecanismos envolvidos na percepção da dor nos animais e nos humanos, portanto provavelmente o estímulo que é doloroso para uma pessoa será também para um animal e a resposta de dor frente aos estímulos é sempre individual.

 

Os pets não conseguem comunicar verbalmente a dor, eles não reclamam e muito menos apontam onde está o desconforto, por este motivo a identificação da dor é uma tarefa complexa e desafiadora. Diversas situações podem causar dores nos pets, desde uma simples vacinação até problemas mais graves como as enfermidades osteoarticulares (artrites e artroses) e oncológicas (câncer).

 

Nos pets com dor são observadas mudanças no organismo como aumento do batimento cardíaco, aumento da pressão arterial e respiração ofegante. Além das mudanças fisiológicas, os cães ou gatos com dor apresentam alterações comportamentais. Para perceber tais alterações é muito importante conhecer o comportamento individual de seu pet bem como de sua espécie.

 

Nos cães com dor geralmente são observadas as seguintes alterações comportamentais: menor interação com seus tutores ou outros animais, ansiedade, redução na locomoção, latidos excessivos, uivos, postura anormal, agressividade, perda de peso e emagrecimento, apetite diminuído ou ausente, lambedura excessiva, automutilação, tristeza e depressão.

 

Os gatos com dor também apresentam perda de peso e emagrecimento, postura anormal, agressividade, apetite diminuído ou ausente, tristeza, depressão e automutilação, além disso, observa-se diminuição da capacidade de saltar, diminuição ou ausência da auto-higienização e falta de uso da caixa de areia para fazer suas necessidades.

 

A dor afeta de maneira negativa a qualidade de vida e as funções fisiológicas dos pets, assim sendo quanto mais cedo identificada e tratada melhor será para a recuperação. É muito importante estar atento ao comportamento de seu melhor amigo. Se observar algo estranho ou anormal é fundamental que o leve ao médico-veterinário, pois através de uma avaliação detalhada será possível identificar a dor, avaliá-la e determinar o melhor tratamento. Para o diagnóstico da dor é muito importante o relato detalhado das alterações comportamentais observadas pelo médico-veterinário para que este tenha condição de classificar a dor quanto a seu tempo de duração, origem e intensidade.

 

Apesar da impossibilidade de verbalizar a dor, os pets sentem como nós e o seu tratamento deve ser feito de forma adequada e urgente. A dor acarreta diversas alterações importantes no funcionamento do organismo. Todas estas alterações se não controladas dificultam o processo de recuperação, portanto é preciso ficar muito atento a qualquer alteração nos hábitos e comportamentos do pet.

A limpeza dos ouvidos de cães e gatos é uma medida muito importante que, além de contribuir para a saúde e bem-estar, é um cuidado que permite estreitar a nossa relação com os pets. Limpar os ouvidos deles com uma frequência adequada previne inflamações, alergias e infecções que causam coceira, desconforto e dor.

 

Limpar os ouvidos dos pets é uma medida importante tanto para a higiene dos ouvidos sadios quanto para o manejo adequado de ouvidos que estão sendo tratados com medicamentos, pois somente em um ouvido limpo o produto depositado no conduto auditivo consegue alcançar toda a área a ser tratada e ser bem absorvido pela pele para uma ação mais eficaz. Em ouvidos saudáveis, a pele apresenta uma coloração levemente rosada, a manipulação não causa desconforto ou dor, não há coceira e a quantidade de cerúmen é discreta e o cheiro característico também. Se você notar que o ouvido do seu pet está com alguma alteração indicativa de problema procure logo o atendimento de um médico-veterinário para que ele avalie a situação e indique as melhores soluções.

 

As estruturas que compõem os ouvidos dos cães e dos gatos são muito delicadas e, por esta razão, a limpeza deve ser feita de maneira muito cuidadosa. Normalmente, deve ser feita no mínimo a cada 15 dias. Nos casos de pets com otites é importante seguir a orientação do médico-veterinário quanto à frequência da higienização.

 

Alguns animais têm maior tendência para desenvolver otites e produzem uma maior quantidade de cerúmen. São, por exemplo, os cães de raças que possuem as orelhas caídas (pendulares), como Cocker Spaniel, Golden Retriever e Basset Hound. Nestes pets a conformação das orelhas dificulta o arejamento e torna o conduto auditivo quente e úmido, ambiente propício para o desenvolvimento de otites; para estes animais são recomendadas limpezas mais frequentes.

 

Existem diversas técnicas para você mesmo limpar os ouvidos do seu pet, com muito carinho e dedicação este pode ser um momento muito agradável de interação entre vocês. Se o animal estiver muito agitado, oferecer algum risco de acidente ou estiver demonstrando dor é importante procurar ajuda de um profissional.

 

Para tornar o procedimento fácil de fazer e agradável para o pet o ideal é que ele se familiarize com a limpeza desde filhote. Quando o pet ainda é filhote procure fazer limpezas mais curtas e vá aumentando sua intensidade à medida que ele for aceitando mais a manipulação dos ouvidos. Para qualquer aprendizado não devemos nos esquecer de recompensar o bom comportamento do pet com carinho, passeio ou petisco. O importante é acostumá-lo gradativamente à limpeza, associando com algo que ele goste muito.

 

Na hora da limpeza escolha um lugar adequado e tranquilo, evite locais propícios a acidentes, com objetos que podem ser derrubados e não permita a interferência de outros animais. Acalmar o pet ou fazê-lo aceitar a limpeza não depende apenas do temperamento dele, mas também da confiança e da segurança que passamos. Não existem regras para conter o animal, trata-se de um jogo de dedicação. Se precisar, peça ajuda a outra pessoa.

 

Além do local adequado é importante utilizar ferramentas apropriadas como algodão e soluções de limpeza apropriadas. A Ourofino Saúde Animal conta em sua linha com o Limp & Hidrat, uma solução de limpeza otológica formulada com extratos vegetais que proporcionam uma limpeza suave e eficiente, promove hidratação da pele do ouvido e tem um agradável cheirinho de lavanda.

 

Para limpar os ouvidos dos cães e gatos deve-se aplicar o produto na quantidade adequada para a limpeza, de acordo com o porte do animal, de forma a atingir toda a pele visível do ouvido externo. Após a aplicação, abaixe a orelha para fechar a saída do canal auditivo, posicione a mão na base da orelha e massageie essa região delicadamente com o indicador e o polegar. Com um pedaço de algodão seco em tamanho compatível com o conduto auditivo e que possa ser manipulado facilmente com a ponta do dedo indicador, faça movimentos de dentro para fora para remover a sujeira. O algodão deve ser utilizado quantas vezes forem necessárias até a total limpeza e secagem do ouvido. O uso de hastes flexíveis ou objetos finos e pontiagudos como pinças não é recomendado uma vez que não facilitam a retirada das sujidades e um leve movimento de cabeça do animal pode provocar ferimentos indesejáveis. A limpeza inadequada ou agressiva, seja por procedimentos ou produtos inapropriados, pode criar ou piorar quadros de inflamações e infecções. Por isso é fundamental a utilização de produtos recomendados por seu médico-veterinário de confiança.