A vermifugação é um cuidado básico que devemos ter com qualquer animal de companhia.

Muitas vezes ouvimos falar sobre vermifugação, mas você sabe o que isso significa?

 

A vermifugação é a administração de medicamentos específicos para eliminar ou prevenir os vermes que parasitam o intestino dos nossos pets, que podem causar grandes danos à saúde dos pets e de toda a família.

Estes parasitas podem ser passados da mãe para o filhote ainda durante a gestação, ou mesmo durante a fase de amamentação.

 

Trata-se de um controle constante aplicado em toda as etapas da vida do pet. pois os parasitas têm a capacidade de contaminar não só os filhotes, mas também os cães adultos e idosos.

Os vermes podem causar problemas, como:

 

  • Diarreia;
  • Vômito;
  • Perda de Peso;
  • Abdômen Aumentado
  • Falta de Apetite.

 

Alguns tipos de vermes podem ser transmitidos para nós, humanos, por isso a vermifugação é algo tão importante e necessário.

Os vermes podem estar em vários ambientes e a contaminação pode ocorrer de diversas formas, por exemplo:

 

  • Ser transmitido da mãe para o filhote no momento do parto ou amamentação
  • Contato com as fezes ou objetos de outros animais parasitados
  • Ingestão de água ou alimentos contaminados

Como saber quando é a hora certa de vermifugar o seu cão?

A melhor opção é conversar com o veterinário, pois ele irá avaliar o histórico de saúde do seu pet e assim indicar a periodicidade ideal para a vermifugação, porém o esquema de vermifugação deve ser iniciado nos primeiros quinze a trinta dias de vida.

 

Ah, e não pense que é só quando os cães são filhotes que precisam desse cuidado. Os vermes podem parasitar os cães de todas as idades. Então independente da idade do seu pet, fique atento e siga as orientações do veterinário.

A vermifugação é realizada com medicamentos administrados oralmente, de acordo com o protocolo prescrito pelo médico veterinário, quanto à dosagem e forma de administração.

 

A Ourofino conta com o Top Dog, um vermífugo completo, de uso exclusivo para cães, indicado para o controle de parasitas internos, e o melhor de tudo, ele é palatável. Possui as apresentações de 2,5kg, 10kg e 30kg, se adequando perfeitamente ao peso de seu cão.

 

Top Dog

 

Portanto, não se esqueçam de vermifugar seus cães, é um cuidado essencial para manter a saúde deles em dia e evitar possíveis complicações. Lembrem-se: um pet saudável é um pet feliz!

Quer saber mais sobre vermifugação de cães? Acesse agora:

A presença de vermes em cães é sempre mais discutida e comentada, porém você sabia que gatos também podem ter vermes? Se você tem um gato e não sabe reconhecer alguns sinais, presta atenção nas dicas abaixo!

Vermes em gatos é uma condição relativamente comum e pode ser identificada por meio de alguns sintomas principais.

O primeiro sintoma e talvez o mais reconhecido, é a diarreia. É necessário prestar atenção na presença de sangue nas fezes, muco ou diarreia persistente.

 

Vermes e segmentos de vermes podem aparecer nas fezes do gato. Eles podem se assemelhar a grãos de arroz ou visíveis a olho nu. Sempre que limpar a caixinha de areia do gatinho, observe a consistência das fezes, isso pode ser um sinal de infecção por vermes.

Outro sinal chave é a mudança no apetite. Se o seu gato estiver comendo menos ou mais do que o normal, pode ser uma indicação da presença de vermes.

 

Alguns gatos com vermes podem comer excessivamente para compensar a perda de nutrientes. A perda de peso sem motivo é um sinal de presença de vermes. Os vermes consomem nutrientes do animal. Isso leva à perda de peso.

Além disso, caso houver vômitos recorrentes, inchaço abdominal ou alteração na pelagem do seu gato, leve-o ao médico veterinário. Realize e confirme o diagnóstico.

 

A Ourofino conta com o Banni 3, um endectocida composto pela associação de Praziquantel, Moxidectina e Fipronil para gatos, ideal para combate e tratamento contra vermes redondos e chatos , piolhos, sarnas e pulgas.

 

 

Banni 3 potencializa os cuidados essenciais e necessários por toda a vida dos gatos, oferecendo maior espectro de ação e eficácia. É praticidade, saúde e segurança para o pet e toda a família.

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O controle de vermes em cachorros pode ser um desafio para os pais e mães de pets, pois muitas vezes deparam com alguns questionamentos: Qual é o melhor vermífugo? Qual a frequência e intervalo ideal para administrar vermífugo em cães?

Esses parasitas podem infectar não só filhotes, mas cães adultos e idosos, sendo extremamente importante controla-los durante todas as fases de vida do pet.

 

Em cachorros saudáveis as vermifugações periódicas podem ser feitas para eliminar os vermes e prevenir que o animal fique doente (com sintomas).

Se o cachorro já estiver com sintomas, como emagrecimento, abdômen aumentado, falta de apetite, vômitos e/ ou diarreia, o ideal é que ele passe pela avaliação de um médico veterinário que poderá solicitar exames de fezes para avaliar o melhor protocolo de tratamento a ser adotado.

 

Caso o animal não possa ser avaliado, recomenda-se a vermifugação pelo menos 4 vezes por ano, pois estudos mostraram que a desparasitação de 1 a 3 vezes por ano não fornece proteção suficiente.

O controle periódico de vermes deve ser feito em todos os animais da casa, em simultâneo, para evitar que um cão contamine o outro. Além disso, o ambiente em que o pet vive, precisa ser limpo para eliminar os ovos destes parasitas que ainda possam estar no local. Além do controle com o uso de produtos como o Top Dog os pais e mães de pets precisam saber que:

 

  • Os cães devem ser alimentados com rações ou, caso coma alimentação natural, os alimentos devem estar cozidos ou terem ficado congelados por pelo menos por uma semana, para evitar infecções transmitidas por carne crua;
  • O ideal é que os cachorros não tenham contato com roedores, carcaças ou vísceras.
  • Fornecer sempre água potável e fresca.

 

Para melhor uso dos vermífugos por médicos-veterinários e tutores de pets a ESCCAP publicou em 2021 algumas orientações nas tabelas abaixo:

 

Filhotes Iniciar a vermifugação a partir das 2 semanas de idade, depois a cada 14 dias até 2 semanas após o desmame;

Depois tratamentos mensais até os seis meses de idade.

O tratamento deve então ser repetido quinzenalmente até duas semanas após o desmame e, em seguida, tratamentos mensais realizados até seis meses de idade.

Fêmeas gestantes Para reduzir a transmissão aos filhotes, as fêmeas grávidas podem receber medicação contra vermes no terço final da gestação (a partir de 40 dias).
Fêmeas lactantes Deve ser tratada junto com os filhotes (ver acima).
Cães com risco aumentado de infecção (ida a eventos, animais de canis, entre outros): Idas a eventos:  4 semanas antes e 2 – 4 semanas após o evento

Para canis: mensal ou realização de exame de fezes mensal e tratamento de acordo com os achados.

Cães profissionais, ou seja, cães de terapia, resgate ou policiais: Mensal ou realização de exame de fezes mensal e tratamento de acordo com os achados.
Cães que vivem com pessoas com a imunidade frágil (crianças < 5 anos, idosos, pessoas em tratamento com corticoides ou em tratamento para algum tipo de câncer): Mensal ou realização de exame de fezes mensal e tratamento de acordo com os achados.
Cães que comem carne crua, miúdos e/ou caça: Devem ser testados a cada 2-3 meses por exame de fezes e tratados de acordo com os achados ou, caso o exame não seja possível, desparasitados a cada 6 semanas.
Animais infestados por pulgas ou piolhos (são vetores para Dipylidium): Uma vez quando a infestação é estabelecida.

Prevenção do verme do coração (Dirofilaria immitis)

Cães que vivem em áreas endêmicas: Tratamento preventivo com ivermectina (ou derivados) em baixas doses com intervalos mensais.
Viagens ou compra de filhotes de áreas endêmicas: No máximo 30 dias após a partida/ última data da viagem com intervalos mensais.

 

Alguns vermes de cães também podem causar infecções em humanos e, por isto, é fundamental conhecer os riscos de não desparasitar os pets de maneira correta, pois podem representar riscos para a saúde das pessoas e outros pets. Para saber mais sobre verminoses dos cães (clique aqui).

 

Atenção: Vale lembrar que dar um remédio de verme ao cachorro não impede que o animal volte a “pegar” vermes, pois, estes medicamentos são usados para matar os parasitas e não servem para evitar novas infecções. A única exceção é para o verme do coração dos cães (Dirofilariose Canina), onde a medicação impede que as formas jovens (larvas) se tornem adultas por isso, é considerado preventivo.

 

Referência:
Worm Control in Dogs and Cats. ESCCAP Guideline 01 Sixth Edition – May 2021. Disponível em: https://www.esccap.org/uploads/docs/oc1bt50t_0778_ESCCAP_GL1_v15_1p.pdf

No verão as temperaturas se elevam e consequentemente aumenta a umidade do ar por conta do volume de chuvas desta época, por esse motivo a saúde e o bem-estar dos pets merecem atenção, uma vez que as mudanças climáticas favorecem a reprodução e a eclosão de ovos de ectoparasitas (pulgas e carrapatos).

 

Com isso, a frequência de passeios com os pets em praças, parques e praias aumenta e favorece o contato com os ectoparasitas presentes no ambiente, além de trazer mais chances de contaminação dos nossos amigos por vermes.

Dentre eles está o Toxocara canis, nematódeo da família Ascaridae, de até 10 centímetros de comprimento, que parasita, geralmente, cães e gatos. Os ovos de T. canis são eliminados junto às fezes no ambiente em que ocorre o desenvolvimento até a forma infectante, em aproximadamente 10 dias.

 

A transmissão acontece pela passagem transplacentária de larvas que se encontram encistadas nos tecidos das cadelas prenhes, sendo que aproximadamente 80% dos cães com menos de seis semanas de idade possuem exemplares de Toxocara em seus intestinos.

 

Os sinais clínicos causados por este verme são o aumento de volume abdominal, retardo de crescimento, diarreia, além de tosse, aumento da frequência respiratória e corrimento nasal espumoso em casos de migração de larvas para os pulmões. Já os vermes adultos no intestino, podem gerar oclusão do lúmen intestinal, levando à morte por obstrução e perfuração intestinal. O diagnóstico é feito por meio de exame de fezes, por isso é importante o acompanhamento frequente do médico-veterinário.

 

Além disso, também se destaca o Dipylidium caninum, verme intestinal de cães que apresenta como hospedeiro intermediário a pulga Ctenocephalides felis. Os sinais clínicos mais comuns são diarreia mucosa e coceira anal.

 

Dentre os protozoários parasitas de cães, a Giardia duodenalis é a única espécie encontrada na maioria dos mamíferos e em seres humanos. A transmissão dela nos animais de companhia acontece por meio da ingestão de cistos, ou seja, ovos de protozoários que foram eliminados nas fezes dos pets infectados e que estão presentes no ambiente, na água, nos alimentos ou ainda pela ingestão de cistos aderidos à pelagem.

 

A maior prevalência das infecções por Giárdia ocorre entre os animais de companhia jovens, sem resistência imunológica e, principalmente, naqueles que vivem em ambientes confinados, em instalações com falta de higiene e com superlotação.

Os sinais clínicos desta doença são diarreia com odor fétido, presença de muco, estrias de sangue, falta de apetite e desidratação. O diagnóstico da giardíase deve ser baseado no histórico clínico do pet, na sintomatologia e na detecção de oocistos do parasita por meio de exame de fezes.

 

A prevenção desta enfermidade é baseada na manutenção de boas condições de saúde dos animais de companhia. Por isso, é fundamental a realização de programas periódicos de vermifugação e medidas para a limpeza e desinfecção do ambiente, com o objetivo de reduzir a carga ambiental de cistos.

 

Portanto, deve ser feita a remoção das fezes e de toda a matéria orgânica do local, seguida pela desinfecção das superfícies com o uso de produtos à base de amônia quaternária, como o cloreto de benzalcônio, ativo que atua na inativação dos cistos no ambiente impedindo assim a reinfecção dos pets. Para o protocolo completo do tratamento da giardíase, a Ourofino conta com o Top Dog, vermífugo palatável indicado para cães, e o Herbalvet T.A., desinfetante à base de cloreto de benzalcônio a 15%. Lembre-se de consultar sempre um médico-veterinário e de seguir as recomendações de bula.