Transportar um gato para a clínica veterinária pode ser uma experiência estressante tanto para o felino quanto para o tutor. Gatos são animais territoriais e geralmente não gostam de sair de casa, por isso visitar o médico veterinário pode ser um desafio. Vamos compartilhar algumas dicas valiosas para tornar esse momento mais calmo e seguro para seu gato, desde a escolha da caixa de transporte até estratégias para reduzir o estresse no transporte.
Escolha da caixa de transporte ideal
Prefira caixas rígidas com abertura na parte superior, elas permitem um acesso mais fácil ao gato durante a consulta e são mais fáceis de higienizar. Caso opte pelas flexíveis, certifique-se que tenha abertura no topo e laterais. Evite mochilas pois são instáveis e de difícil higienização. Caso o transporte seja para mais de um gato, cada um deve ter sua própria caixa, não é recomendado o transporte de mais de um gato na mesma caixa.
Como acostumar o gato com a caixa
O ideal é que a caixa faça parte da rotina do gato, ficando disponível para que ele utilize quando quiser, coloque cobertinhas e brinquedos e ofereça petiscos quando ele utilizar, assim irá associar a caixinha a algo positivo. Caso não seja possível, coloque a caixa a disposição do gato alguns dias antes da saída de casa e siga com os reforços positivos sempre que ele utilizar.
Dicas para o transporte
- Use cobertas com cheiro familiar para cobrir a caixa desde a saída de casa, oferecendo mais conforto e privacidade ao seu gato.
- Sempre segure a caixa por baixo, garantindo estabilidade. Evite usar apenas o puxador superior.
- No carro, posicione a caixa de forma segura e firme.
- Mantenha o ambiente interno do carro fresco, calmo e sem estímulos visuais ou sonoros excessivos.
- Use voz calma e mantenha a calma, os gatos são extremamente sensíveis às emoções dos tutores.
Na clínica veterinária: reduza o estresse do gato
- Evite deixar a caixa de transporte diretamente no chão. Coloque-a sobre uma cadeira ou banco e mantenha a coberta por cima para reduzir estímulos visuais.
- Se o gato for muito sensível a outros animais, solicite um espaço de espera mais calmo ou reservado.
- Chegue com antecedência, permitindo que o gato se acostume com o novo ambiente antes da consulta.
- Não deixe seu gato sozinho durante a espera, pois isso pode aumentar ainda mais o estresse.
Cuidados na Volta para Casa
Após a consulta, é comum que o gato volte com um cheiro diferente, o que pode causar estranheza caso existam outros gatos em casa.
- Mantenha-o inicialmente na caixa para observar a reação dos demais.
- Se necessário, faça uma reintrodução gradual, isolando o gato em um cômodo confortável com água, comida, caixa de areia e caminha.
- Ofereça petiscos e carinho, permitindo que ele associe a experiência a algo positivo.
- Lembre-se de higienizar a caixinha e conte com EnziClim para remover as marcações de medo que possam ter ocorrido. Clique aqui e saiba onde encontrar.
Seguindo essas dicas para transportar seu gato para o veterinário, é possível tornar esse momento muito mais tranquilo, seguro e até positivo. O segredo está na preparação, no respeito ao comportamento felino e em criar associações positivas com cada etapa do processo.
Assim, as idas ao veterinário se tornam mais seguras e confortáveis para todos especialmente para o seu gatinho.
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O médico veterinário possui diversas áreas de atuação, o que o torna um profissional de extrema importância para a sociedade. A posse responsável de cães, gatos e outros animais, inclui o acompanhamento de um médico-veterinário para atender tanto a emergência como a rotina clínica dos animais. Além disso, o médico-veterinário é muito importante para a saúde pública, pois estabelece a profilaxia das doenças de animais transmissíveis ao homem, as chamadas zoonoses. A OMS (Organização Mundial da Saúde) tem ressaltado a importância da participação do médico-veterinário no planejamento e avaliação das medidas preventivas e de controle adotadas pelas equipes de Saúde Pública (WORLD HEALTH ORGANIZATION, 2002).
Além disso, o médico-veterinário tem muitas ações importantes em prol da sociedade, como valor na indústria, na cirurgia veterinária, na clinica veterinária, na veterinária preventiva, na produção de alimentos, no frigorífico, no campo, na pesquisa, entre outros.
Esses profissionais têm a responsabilidade de orientar e explicar o cotidiano e a rotina de cada animal, cuidando adequadamente suas necessidades individuais e particulares, de acordo com idade e espécie.
Os exames preventivos de rotina, vacinações, vermifugações, cuidado com o controle de ectoparasitas (carrapatos e pulgas), correta orientação a respeito de zoonoses (doenças transmitidas do animal para o homem) como a leishmaniose, raiva, leptospirose e atendimentos regulares, fazem parte da rotina do profissional.
Atualmente, para o controle de ectoparasitas nos pets, existem diversos produtos disponíveis no mercado. É importante buscar orientação do médico-veterinário, pois ele é o profissional adequado para sugerir a melhor solução para seu pet e sua família. A Ourofino conta em sua linha com o Neopet, produto com ação pulicida e carrapaticida, à base de Fipronil, molécula muito utilizada e de eficácia e segurança bastante consagradas. E a Leevre, coleira ectoparasiticida à base de Deltametrina e Propoxur indicada para auxílio na prevenção e controle do vetor da leishmaniose e das infestações de carrapatos e pulgas em cães.
O protocolo de vermifugação nos pets deve ser iniciado já nos primeiros quinze a trinta dias de vida, seguindo sempre a recomendação do médico-veterinário. É sempre importante manter em dia a vermifugação de seu pet, mesmo os animais bem cuidados estão expostos a esses inimigos. A Ourofino conta em sua linha com o Top Dog, um vermífugo completo e palatável para cães.
Em casos mais graves, como as doenças, por exemplo, é o médico-veterinário que tem a responsabilidade de conferir as melhores opções de tratamento, como medicações ou cirurgias se for preciso, na expectativa sempre de proporcionar a cura e o bem estar animal.
A medicina veterinária é a melhor fonte de informações sobre a saúde do seu animal de estimação, portanto o hábito de levar seu pet para visitas regulares ao veterinário de sua preferência não só garante a saúde dele, como também a saúde de sua família.
O médico-veterinário possui diversas áreas de atuação, o que o torna um profissional de extrema importância para a sociedade. É de fato uma das profissões que exige muita responsabilidade e conhecimento, pois lida com a vida.
A posse responsável de cães, gatos e outros animais inclui o acompanhamento de um médico-veterinário para atender tanto a emergência como a rotina clínica dos animais.
Exames preventivos de rotina, vacinações, vermifugações, cuidado com o controle de ectoparasitas (carrapatos e pulgas), correta orientação a respeito de zoonoses (doenças transmitidas do animal para o homem) como leishmaniose, raiva, leptospirose e atendimentos regulares fazem parte da rotina do profissional.
Em casos mais graves, é o veterinário que tem a responsabilidade de conferir as melhores opções de tratamento, como medicações ou cirurgias, se for preciso, na expectativa sempre de proporcionar a cura e o bem-estar animal.
A Medicina Veterinária é a melhor fonte de informações sobre a saúde do seu animal de estimação, portanto o hábito de levar seu pet para visitas regulares ao profissional de sua preferência não só garante a saúde dele como também a saúde de sua família.
Foto: IStock
Segundo a Associação Internacional do Estudo da Dor (IASP – The International Association for the Study of Pain) dor é definida como uma experiência sensorial e emocional desagradável associada a um dano tecidual real ou potencial.
Certamente sentir dor é uma experiência desagradável para qualquer pessoa, no caso dos pets a regra é a mesma. Antigamente acreditava-se que os animais não sentiam dor ou que possuíam um limiar de dor maior que o dos seres humanos. Atualmente já se sabe que, em relação à dor, os animais sofrem de forma semelhante às pessoas. Este fato ocorre porque existe uma similaridade entre as estruturas e os mecanismos envolvidos na percepção da dor nos animais e nos humanos, portanto provavelmente o estímulo que é doloroso para uma pessoa será também para um animal e a resposta de dor frente aos estímulos é sempre individual.
Os pets não conseguem comunicar verbalmente a dor, eles não reclamam e muito menos apontam onde está o desconforto, por este motivo a identificação da dor é uma tarefa complexa e desafiadora. Diversas situações podem causar dores nos pets, desde uma simples vacinação até problemas mais graves como as enfermidades osteoarticulares (artrites e artroses) e oncológicas (câncer).
Nos pets com dor são observadas mudanças no organismo como aumento do batimento cardíaco, aumento da pressão arterial e respiração ofegante. Além das mudanças fisiológicas, os cães ou gatos com dor apresentam alterações comportamentais. Para perceber tais alterações é muito importante conhecer o comportamento individual de seu pet bem como de sua espécie.
Nos cães com dor geralmente são observadas as seguintes alterações comportamentais: menor interação com seus tutores ou outros animais, ansiedade, redução na locomoção, latidos excessivos, uivos, postura anormal, agressividade, perda de peso e emagrecimento, apetite diminuído ou ausente, lambedura excessiva, automutilação, tristeza e depressão.
Os gatos com dor também apresentam perda de peso e emagrecimento, postura anormal, agressividade, apetite diminuído ou ausente, tristeza, depressão e automutilação, além disso, observa-se diminuição da capacidade de saltar, diminuição ou ausência da auto-higienização e falta de uso da caixa de areia para fazer suas necessidades.
A dor afeta de maneira negativa a qualidade de vida e as funções fisiológicas dos pets, assim sendo quanto mais cedo identificada e tratada melhor será para a recuperação. É muito importante estar atento ao comportamento de seu melhor amigo. Se observar algo estranho ou anormal é fundamental que o leve ao médico-veterinário, pois através de uma avaliação detalhada será possível identificar a dor, avaliá-la e determinar o melhor tratamento. Para o diagnóstico da dor é muito importante o relato detalhado das alterações comportamentais observadas pelo médico-veterinário para que este tenha condição de classificar a dor quanto a seu tempo de duração, origem e intensidade.
Apesar da impossibilidade de verbalizar a dor, os pets sentem como nós e o seu tratamento deve ser feito de forma adequada e urgente. A dor acarreta diversas alterações importantes no funcionamento do organismo. Todas estas alterações se não controladas dificultam o processo de recuperação, portanto é preciso ficar muito atento a qualquer alteração nos hábitos e comportamentos do pet.
A limpeza dos ouvidos de cães e gatos é uma medida muito importante que, além de contribuir para a saúde e bem-estar, é um cuidado que permite estreitar a nossa relação com os pets. Limpar os ouvidos deles com uma frequência adequada previne inflamações, alergias e infecções que causam coceira, desconforto e dor.
Limpar os ouvidos dos pets é uma medida importante tanto para a higiene dos ouvidos sadios quanto para o manejo adequado de ouvidos que estão sendo tratados com medicamentos, pois somente em um ouvido limpo o produto depositado no conduto auditivo consegue alcançar toda a área a ser tratada e ser bem absorvido pela pele para uma ação mais eficaz. Em ouvidos saudáveis, a pele apresenta uma coloração levemente rosada, a manipulação não causa desconforto ou dor, não há coceira e a quantidade de cerúmen é discreta e o cheiro característico também. Se você notar que o ouvido do seu pet está com alguma alteração indicativa de problema procure logo o atendimento de um médico-veterinário para que ele avalie a situação e indique as melhores soluções.
As estruturas que compõem os ouvidos dos cães e dos gatos são muito delicadas e, por esta razão, a limpeza deve ser feita de maneira muito cuidadosa. Normalmente, deve ser feita no mínimo a cada 15 dias. Nos casos de pets com otites é importante seguir a orientação do médico-veterinário quanto à frequência da higienização.
Alguns animais têm maior tendência para desenvolver otites e produzem uma maior quantidade de cerúmen. São, por exemplo, os cães de raças que possuem as orelhas caídas (pendulares), como Cocker Spaniel, Golden Retriever e Basset Hound. Nestes pets a conformação das orelhas dificulta o arejamento e torna o conduto auditivo quente e úmido, ambiente propício para o desenvolvimento de otites; para estes animais são recomendadas limpezas mais frequentes.
Existem diversas técnicas para você mesmo limpar os ouvidos do seu pet, com muito carinho e dedicação este pode ser um momento muito agradável de interação entre vocês. Se o animal estiver muito agitado, oferecer algum risco de acidente ou estiver demonstrando dor é importante procurar ajuda de um profissional.
Para tornar o procedimento fácil de fazer e agradável para o pet o ideal é que ele se familiarize com a limpeza desde filhote. Quando o pet ainda é filhote procure fazer limpezas mais curtas e vá aumentando sua intensidade à medida que ele for aceitando mais a manipulação dos ouvidos. Para qualquer aprendizado não devemos nos esquecer de recompensar o bom comportamento do pet com carinho, passeio ou petisco. O importante é acostumá-lo gradativamente à limpeza, associando com algo que ele goste muito.
Na hora da limpeza escolha um lugar adequado e tranquilo, evite locais propícios a acidentes, com objetos que podem ser derrubados e não permita a interferência de outros animais. Acalmar o pet ou fazê-lo aceitar a limpeza não depende apenas do temperamento dele, mas também da confiança e da segurança que passamos. Não existem regras para conter o animal, trata-se de um jogo de dedicação. Se precisar, peça ajuda a outra pessoa.
Além do local adequado é importante utilizar ferramentas apropriadas como algodão e soluções de limpeza apropriadas. A Ourofino Saúde Animal conta em sua linha com o Limp & Hidrat, uma solução de limpeza otológica formulada com extratos vegetais que proporcionam uma limpeza suave e eficiente, promove hidratação da pele do ouvido e tem um agradável cheirinho de lavanda.
Para limpar os ouvidos dos cães e gatos deve-se aplicar o produto na quantidade adequada para a limpeza, de acordo com o porte do animal, de forma a atingir toda a pele visível do ouvido externo. Após a aplicação, abaixe a orelha para fechar a saída do canal auditivo, posicione a mão na base da orelha e massageie essa região delicadamente com o indicador e o polegar. Com um pedaço de algodão seco em tamanho compatível com o conduto auditivo e que possa ser manipulado facilmente com a ponta do dedo indicador, faça movimentos de dentro para fora para remover a sujeira. O algodão deve ser utilizado quantas vezes forem necessárias até a total limpeza e secagem do ouvido. O uso de hastes flexíveis ou objetos finos e pontiagudos como pinças não é recomendado uma vez que não facilitam a retirada das sujidades e um leve movimento de cabeça do animal pode provocar ferimentos indesejáveis. A limpeza inadequada ou agressiva, seja por procedimentos ou produtos inapropriados, pode criar ou piorar quadros de inflamações e infecções. Por isso é fundamental a utilização de produtos recomendados por seu médico-veterinário de confiança.
